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:: ‘Internacional’

“Exército fantasma” russo age hoje na Síria e no mundo. Agirá amanhã no Brasil?

boaimprensa

Luis Dufaur (*)

Mercenários russos em foto capturada pelo Estado Islâmico.

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A Rússia aplicou na Síria uma velha tática para exterminar friamente as forças adversárias: apelou para bandos de mercenários sem relação com o quadro do conflito, escreveu “La Nación” de Buenos Aires.http://www.lanacion.com.ar/ 1944059-mercenarios-rusia- lleva-a-siria-una-vieja- practica

Por exemplo, o major Sergei Tchupov oficialmente nunca fez parte dos efetivos militares russos enviados à Síria.

Veterano do Afeganistão e experimentado no esmagamento da Chechênia, ele era membro da 46ª Brigada do Ministério do Interior russo, pois encontrou a morte atacando Aleppo.

Seus amigos revelaram os fatos básicos nas redes sociais. Mas a lápide de sua tumba num cemitério de Moscou diz outras coisas.

Tchupov foi um “cão da guerra”, um das centenas de militares russos que agem como mercenários contratados por sociedades privadas, em estreita dependência do Kremlin, e no caso com o governo de Assad.

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Freiras de Cássia abandonam santuário no centenário de Fátima

boaimprensaLuis Dufaur (*)

O corpo incorrupto de Santa Rita pode ser posto em local seguro

O corpo incorrupto de Santa Rita pode ser posto em local seguro

As religiosas agostinianas que cuidavam do famoso santuário de Santa Rita e moravam no mosteiro anexo, em Cássia, Itália, escreveram “com o coração cheio de temor” que foram obrigadas a abandonar o mosteiro, além da célebre Basílica onde se venera o corpo incorrupto da grande santa italiana, escreveu o acatado jornal de Turim “La Stampa”.

O prédio sofreu graves danos estruturais nos sucessivos sismos de 2016.

“A situação é dramática em Cássia e em todas as cidades atingidas pelo terremoto. […] A terra continua tremendo. Nós todas estamos bem, graças a Deus”, acrescentaram as freiras.

Elas explicam também que carecem de vocações. Então, não há freiras jovens para fazer os trabalhos da comunidade, pois a maioria das que ficaram são idosas e requerem muitos cuidados. Boa parte teve que deixar previamente o mosteiro rumo a outro fora da região de Úmbria, atingida pelo terremoto.

De alguma maneira, os terremotos de 2016 reproduziram na ordem material os abalos morais que estão derrubando a vida religiosa no período de modernização pós-conciliar.

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Os danos em Cássia foram generalizados.

O santuário de Cassia é um dos locais de peregrinação mais visitados da Itália por milhares de fiéis que todos os anos vão pedir graças a Santa Rita.

Muitíssimas moradias ficaram inabitáveis, milhares de pessoas estão em abrigos precários, o hospital não oferece segurança e os doentes foram evacuados; as ruas estão desertas e os peregrinos não afluem mais.

Pela vez primeira na história, a basílica de Santa Rita foi fechada e as freiras deixaram o mosteiro vazio.

A Mensagem de Fátima não foi ouvida, nem publicada quando ainda havia tempo, como pediu a Irmã Lúcia antes do Concilio Vaticano II.

O drama de Cássia não será uma prefigura dos castigos que estão na iminência de desabar sobre um mundo e uma Igreja que não levaram bem a sério a advertência premonitória de Nossa Senhora aos três pastorinhos um século atrás?

          ( * ) Luis Dufaur é escritor, jornalista, conferencista de política internacional e colaborador da ABIM

 

Chineses preferem falar “distinto senhor” e “madame” em lugar de “camarada”

boaimprensa

Luis Dufaur (*)
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Aluna do ciclo primário faz saudação quotidiana à sua professora. Antigos costumes voltam e restabelecem a hierarquia e a ordem

Uma das práticas mais simbólicas do radical comunismo chinês está desaparecendo de facto. Não é a primeira que morre, mas é uma das mais sensíveis para a metafísica igualitária socialista.

Falando para os 90 milhões de membros do Partido Comunista Chinês, o presidente Xi Jinping enviou uma única e fundamental mensagem:

“Não me chamem de presidente, não me chamem de secretário do partido. Chamem-me ‘camarada’” (“tongzhi” em chinês).

O igualitário tratamento de “camarada” foi obrigatório e universal na China marxista, escreveu o “The New York Times”.

Porém, hoje o tratamento de “tongzhi” ganhou conotações sexuais e afetivas, sendo típico no relacionamento entre o público LGBT, explicou o jornal nova-iorquino.

Por isso, o Centro de Pequim para LGBT se autodenomina Beijing Tongzhi Zhongxin, ou Centro Camarada de Pequim.

O povo chinês não quer saber de todo esse igualitarismo e na vida prática abandonou a vulgar fórmula.

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Mao (centro esquerda) quis fazer a igualdade completa entre ‘camaradas’ na Revolução Cultural.

Afinando com a tendência popular, a Secretaria de Transporte Municipal de Pequim divulgou circular em fins de maio de 2016 recomendando aos motoristas e cobradores de não mais tratarem os passageiros de “camaradas”, informou a mídia oficial.

“Utilizar o termo camarada para se dirigir ao público não é apropriado”, explicou um funcionário da prefeitura ao jornal oficial “Jornal para a Juventude de Pequim”.

Desde essa data, nos ônibus da cidade só se ouve falar de “senhoras” e “senhores”. Mas também de “amiguinhos” para as crianças, de “alunos”, se estão indo à escola, e de “estudantes” para ao maiorzinhos.

Para os estrangeiros vale “jovem senhorita”, “bela senhora”, “distinto senhor” e até “mestre” (categoria que na Revolução Cultural foi cruelmente chacinada). Também se pode ouvir o requintado “madame”.

A recomendação oficial para a terceira idade é de tratar de “mestre ancião” ou “senhor ancião”. A exceção é para os saudosistas da velha guerra de classes comunista, que ainda usam o macacão único maoísta. Estes podem ser tratados de “velhos camaradas”, noticiou o jornal “La Vanguardia” de Barcelona.

O termo “camarada” veio da União Soviética, para exprimir maior igualdade. Mas na última década passou a ser usado como sinônimo de homossexual, diz “La Vanguardia”.

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“Nem Hillary, nem Trump vão olhar para o Brasil”

Para Rubens Barbosa, estreitar relações com o país não é prioridade de nenhum candidato à Casa Branca.

Marcio Juliboni

Marcio Juliboni

Por Márcio Juliboni

Às vésperas da eleição presidencial nos Estados Unidos, cresce a incerteza sobre quem sucederá a Barack Obama. Enquanto os partidários de Hillary Clinton e Donald Trump reúnem argumentos para convencer os indecisos, o clima de Fla-Flu contamina o Brasil.

Mas, do ponto de vista estritamente comercial, tanto faz quem vencerá na terça-feira. A avaliação é de Rubens Barbosa, embaixador do Brasil em Washington entre 1999 e 2004. O motivo é simples: somos um país não prioritário, numa região não prioritária, para os EUA.

Veja os principais trechos da conversa com O Financista:

O Financista: O que representaria um governo Trump para o Brasil?

Rubens Barbosa: Acho que, para a América do Sul e para o Brasil, nada vai mudar. A região não é prioridade para a política externa dos Estados Unidos. Se você fizer uma lista com as 15 prioridades americanas, não estaremos lá. Para chamarmos novamente a atenção dos Estados Unidos, temos que arrumar a casa e voltar a crescer.

O Financista: E com Hillary na Casa Branca?

Barbosa: Hillary conhece mais o Brasil, porque já esteve aqui. Mas, mesmo com ela, não haverá nenhum interesse especial dos americanos pelo país.

O Financista: Alguns dizem que republicanos seriam melhores para o Brasil, pois valorizam a abertura de mercado.

Barbosa: A ideia de que republicanos e democratas são diferentes, em termos de política comercial, é uma grande falácia. Isso não existe há 25 anos. Eles divergem em questões de política interna, mas são muito próximos na política comercial. Na verdade, Hillary e Trump têm posições negativas nessa área. Ambos são contra o Acordo de Associação Transpacífico (TPP, na sigla em inglês) e são críticos da globalização. Mas, para o Brasil, o efeito negativo será pequeno. Além disso, nenhum mexerá na política comercial nos primeiros anos de governo.

O Financista: Mesmo que o Brasil não seja afetado diretamente, há algum efeito indireto da eleição?

Barbosa: Independentemente de quem vencer, o Fed já mostrou que elevará os juros. O pouco investimento que vem para o Brasil vai voltar para os Estados Unidos.

O PRESIDENTE DO BRASIL, MICHEL TEMER, CHEGA A CHINA PARA REUNIÃO DO G-20!

Temer chega à China em sua 1ª viagem internacional como presidente

Temer desembarcou em Xangai junto com Renan Calheiros e José Serra.
Presidente participará do G20, entre os dias 4 e 5 de setembro.

Do G1, em São Paulo- Leia matéria completa clicando aqui.

A nova CAMEX conseguirá dar o impulso de que o comércio exterior brasileiro precisa?

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artigo publicado pela advogada Cynthia Kramer, no site Guia Maritimo

O Decreto 8807, publicado em 12 de julho de 2016, alterou o Decreto 4732/03 e, além de passar a Câmara de Comércio Exterior (CAMEX) para a Presidência da República, e a sua secretaria administrativa para o Ministério das Relações Exteriores (MRE), ampliou a sua competência, que já era bastante abrangente.

Ter passado a CAMEX para a Presidência da República demonstra a importância que o governo tem dado para o comércio exterior brasileiro. Todavia, nos leva a questionar se responderá ao dinamismo exigido pelo comércio exterior. Isso porque a CAMEX tem competência para tratar dos mais diversos assuntos relativos a comércio exterior, desde a implementação da política, até assuntos sobre habilitação e credenciamento de empresas, classificação, padronização e rotulagem de mercadorias, regras de origem, seguro de crédito à exportação e frete internacional.

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240 trabalhos científicos derrubam “consenso” sobre o catastrofismo climático

Por  em 

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A fotomontagem é cômica. A realidade é trágica. Quase um milhar de trabalhos científicos sérios prova que não há consenso, mas os adeptos do ambientalismo oficial fingem não saber de nada, e impõe consenso!

No primeiro semestre deste ano  foram publicados em jornais acadêmicos 240 trabalhos científicos, revistos por pares (peer-review), pondo em dúvida o “consenso” do “aquecimento global” atribuído a causas humanas. Em outras palavras, esse “consenso” não existe ou pertence ao mundo da fantasia.

Quase 250 trabalhos contestaram esse tabu do catastrofismo ecologista em 2014. E em 2015 mais de 280 estudos também puseram em dúvida esse “consenso”,  que só existe por imposição de governos e órgãos mundiais.

É assim que, desde janeiro de 2014, chegam a 770 os trabalhos científicos “peer-reviewed” que esvaziam o fajuto “consenso” sobre o CO2 enquanto determinando as mudanças climáticas.

Esses 770 estudos evidenciam que os modelos climáticos e as previsões de futuras catástrofes atmosféricas embutem graves limitações e incertezas.

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Os trabalhos científicos derrubando o consenso ambientalista se acumulam. Mas os ativistas verdes não leem ou nem desejam saber que existem.

A volumosa produção evidencia com vigor a influêncianãoantropogênica no clima. Tantos trabalhos deveriam minar a agressividade do IPCC e de outros arautos do catastrofismo climático desejosos de encerrar a discussão científica e por em andamento uma espécie de luta de classes contra os produtores agropecuários.

Mas não tem jeito, os extremistas do catastrofismo instalados em governos e órgãos internacionais não querem saber de conclusões adotadas pela ciência e referendadas pelo bom senso.

A utopia de um comunismo futurista anarco-tribalista os deixa como que hipnotizados por uma teologia fanatizada e arbitrária.

Honório, Roma e a galinha

Honório, Roma e a galinha

Alarico conquista Roma Ulpiano Checa

Alarico conquista Roma Ulpiano Checa

São inúmeros aqueles que procuram entender ou explicar os acontecimentos apenas com base nas articulações ou tramas políticas, nas vantagens ou interesses econômicos, nos avanços ou conquistas tecnológicas. Pouca atenção prestam ao caminhar dos espíritos, à transformação das mentalidades, à influência das ideias, à alteração dos hábitos, costumes sociais, leis e instituições.

Farândola enlouquecida
O Ocidente sofre há muito a erosão sistemática dos valores cristãos que estão na base da maior e mais esplendorosa civilização que o mundo tenha conhecido.

Seduzidos pelo imediatismo e pelas coruscações materialistas e prazenteiras da “modernidade”, os homens foram renunciando às grandes perspectivas históricas, aos valores transcendentes e perenes, ao esforço ascensional da cultura, ao senso do dever e ao espírito de sacrifício, seja a nível pessoal, seja a nível social.

No presente, o Ocidente cristão (ou quase ex-cristão) sofre os embates de forças políticas, econômicas, científicas, filosóficas, ideológicas, religiosas, etc. que o empurram para uma desestabilização profunda. Ameaças diversas parecem fazer em torno de nós a dança de uma farândola enlouquecida.

Nice e Turquia
Nos últimos dias, em Nice, no sul da França, um tunisiano muçulmano atropelou indiscriminadamente, com seu caminhão, vítimas indefesas, num atentado reivindicado pelo Estado Islâmico; e na Turquia eventos pouco claros protagonizados por uma ala militar, propiciaram ao Presidente Erdogan consolidar, com mão de ferro, um regime autoritário islâmico e promover uma maciça “caça às bruxas” em vastos setores da sociedade e em importantes instituições do Estado, tornando a potência militar da NATO uma grave incógnita no tabuleiro internacional.

As reações desencontradas e frouxas das autoridades e das populações ocidentais, sobretudo europeias, deixam entrever uma civilização debilitada face aos perigos e pronta à compreensão – ou até à subserviência – face aos inimigos.

A perene lição de Roma
“A História é mestra da vida”, sentenciava o grande Cícero. Não parece supérfluo voltarmo-nos para a Roma Imperial, no momento de sua decadência, para tentar entender o que presenciamos nestes dias. Talvez para alguns este exercício pareça enfadonho e, numa fuga para a frente, prefiram sair por aí à caça de Pokémons, a mais recente febre da “modernidade” fútil e vazia. Talvez até nisso Roma não deixará de ser uma lição…

Convido-os, pois, a ler um artigo de Helena Matos, publicado noObservador (17.07.2016), intitulado “Uma Europa chamada Roma”: :: LEIA MAIS »

NICE, A NARRATIVA E A LAVA JATO.

15 de Julho de 2016

Nice, a narrativa e a Lava Jato

Por Mario Sabinosabino-nasif

O ataque em Nice é mais uma prova de que o governo francês é uma porcaria, assim como a polícia e os serviços de informação. Como jornalista, no entanto, eu não posso deixar de admirar o ritual narrativo que segue cada atentado.

Depois de descoberta a identidade do terrorista, ou terroristas, e esclarecidos o número de vítimas e as circunstâncias gerais do ataque, o procurador de Paris chama a imprensa para descrever tudo aquilo que as autoridades sabem a respeito do assunto até aquele momento, bem como o que não sabem.

O texto é cristalino e lido no tom certo — nem emotivo, nem monocórdio. A gramática também escapa completamente ilesa, como sói acontecer nestas latitudes. Tradição literária ajuda nessas horas.

A descrição do procurador de Paris confere sentido ao que parece não ter o menor sentido. Organiza a investigação policial que ganhará mais detalhes nas semanas seguintes, serve de ponto de partida para as interpretações políticas que tomarão o noticiário e esboça outro capítulo da história do país. Não menos relevante, dá início ao luto nacional e aos lutos individuais de quem perdeu familiares e amigos. De certa forma, é como o epílogo de uma tragédia grega.

Tudo é o exato contrário do que costuma ocorrer no Brasil. Quase não temos narrativas e, quando tecidas, elas pecam pela obscuridade ou mentira deslavada.

É na falta de tradição narrativa que Lula e os seus aliados apostam para deturpar o que a Lava Jato vem contando de maneira ainda demasiado técnica. Talvez seja o caso de a República de Curitiba contratar o procurador de Paris para lhe dar mais clareza. O nome dele é François Molins.

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Os Melhores Dividendos Para o Segundo Semestre

Os analistas da Empiricus identificaram 6 excelentes empresas que estão ansiosas para depositar dinheiro em sua conta.

Trata-se de uma oportunidade rara com foco nas melhores ações de dividendos da Bolsa para transformar a vida financeira dos leitores de O Antagonista, agora no segundo semestre.

Se você agarrar esta chance hoje, mudará completamente de vida ainda neste ano.

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Lista de produtos que podem ser alterados no Sistema Geral de Preferências comerciais

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O Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR) publicou a revisão anual 2015/2016 da lista de produtos cuja elegibilidade para o Sistema Geral de Preferências comerciais (SGP) poderá sofrer alterações com base nos dados de importação de 2015. O SGP norte-americano dá tratamento tarifário preferencial (redução da tarifa alfandegária) a produtos originários ou procedentes de países em desenvolvimento e de menor desenvolvimento.

De acordo com MDIC, o SGP foi idealizado em bases não recíprocas de modo a superar diferenças no intercâmbio comercial e facilitar ajudar no desenvolvimento dos países beneficiados. O SGP dos EUA tem validade até 31 de dezembro de 2017.

Lista 1: produtos que ultrapassaram o Competitive Need Limitation (CNL) – 50% do valor total das importações dos EUA para este produto em 2015 – e que exigem um pedido de dispensa (CNL waiver) para manter o benefício do SPG. Caso não seja concedido a dispensa (waiver), estes produtos serão removidos da elegibilidade para o benefício em 1º de Julho de 2016. Apenas um produto brasileiro foi citado nesta categoria e a petição para o CNL waiver já foi entregue pelo importador, Alltech, Inc. A petição está sob análise do USTR e interessados podem enviar comentários até o dia 1º de abril de 2016.

Lista 2: produtos que ultrapassaram o CNL, mas que são elegíveis para um de minimis waiver. Os produtos nesta lista são automaticamente inseridos no processo de revisão anual do SGP, independentemente de petições formais. De qualquer forma, comentários a favor ou contra a concessão do de minimis waiver serão aceitos até o prazo estabelecido. Oito produtos brasileiros foram citados nesta categoria.

Lista 3: produtos que perderam o benefício do SGP no passado, mas são elegíveis para reintegração ao programa, dependendo dos dados de comércio de 2015 e de certos fatores legais. Ao todo, 64 produtos brasileiros sob os capítulos 10, 17, 18, 20, 22, 28, 29, 33, 40, 41, 44, 69, 71, 72, 73, 74, 84, 85, 87, e 96 foram enquadrados nesta categoria. Importadores desses produtos têm até 1º de abril de 2016 para apresentar pedidos de reclassificação. 

Clique aqui para acessar a lista detalhada de produtos (em inglês).

MACRI – UM PRESIDENTE DE FATO E DE DIREITO!

Mauricio Macri, Presidente da Argentina.

Maurício Macri, Presidente da Argentina.

O presidente da Argentina, Maurício Macri, nem bem começou o mandato e já está botando o Foro de São Paulo e os comunistas para correr na Argentina.

E na última declaração na semana, Macri disse que “não financiará ditadores e comunistas com o suor do trabalho e com o dinheiro do povo Argentino”.

E foi além, ainda sugeriu que outros países façam o mesmo, dizendo que é hora da América do Sul se libertar de ideologias ultrapassadas, que não levam a nada, além de morticínios, conflitos, corrupção, atraso educacional, cultural e entre outras coisas terríveis e que devem ser combatidas.

ROLANDO NO FACEBOOK – MACRI BOMBANDO SEM O SOCIALISMO DA UNASUL.

macri

Macri pegou uma economia estagnada e limitada, mas não ficou reclamando e colocando a culta na gestão anterior, foi pra cima e colocou a mão na massa.

A Argentina estava em um cenário desolador, sem liberdade econômica, sem livre impressa e um governo muito gordo, mais pesado do que países bem maiores que a Argentina. Em poucos dias de governo Mauricio Macri fez uma faxina geral. Decretou a livre impressa, praticamente zerou o inchaço do estado e, o mais importante, favoreceu a liberdade.

Agora qualquer argentino pode abrir uma empresa, comprar quantos imoveis quiser e usufruir do que ganha sem ter que dá parte para o governo. Tudo isso está gerando resultados, como esse dos post:
http://www.clarin.com/politica/Macri-Davos-Coca-Cola-US_0_1508249287.html 

contador free

nao basta

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