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:: ‘Internacional’

Fim definitivo do mito cubano – por Ipojuca Pontes

Cuba, a ilha-cárcere do comunismo latino-americano, está nos estertores. O noticiário que vem de lá dá conta de que em mais de 30 localidades o povo se insurgiu contra a tirania dos  irmãos Castro – Fidel e Raul –  imposta ao desgraçado país desde 1959 (e que contou, à época, com a omissão do governo ianque – embora hoje se diga o contrário).

Em Camaguey, terceira cidade importante da Ilha, a população revoltosa prendeu e depois expulsou, com a adesão da polícia, o secretário-geral do PC local, que recebia ordens de Diaz Carnal, o esbirro indicado pelo alcoólatra Raul para oprimir a outrora “Perla del Caribe”.

Por sua vez, em Santiago, cidade vizinha da Sierra Maestra, multidões tomaram as ruas em protesto portando cartazes com as palavras “Liberdad! Liberdad!” ao tempo em que clamavam por pão, vacina, energia e água potável.

– Não temos medo! Cuba não é de vocês! Abaixo a tirania! Pátria livre! – soltava da garganta o povo sufocado pela miséria e pela dor.

Fidel Castro, o ditador de um país que hoje, revoltado, clama por pão, vacina, energia e água potável.

Na própria Havana, onde a ditadura comunista ostenta o maior contingente de tropas bem armadas, os dissidentes do regime ocuparam as ruas em manifestações pacificas. Em que pese o uso da força bruta, das prisões indiscriminadas, da tortura e de assassinatos, o povo não arrefeceu.

Para conter as convocações pela Internet, valioso instrumentos de comunicação entre os insurgentes, a cúpula da repressão cubana apela para sucessivos “apagons” que mantêm a ilha às escuras. Pior: para neutralizar os protestos, os esbirros do regime passaram a prender os líderes insurgentes e  depois colocá-los nas prisões ocupadas por gente contaminada pela covid 19 – alastrando-se, assim, ainda mais e de forma diabólica, o número acentuado de infectados pela peste letal.

Salvo pela violência, a ditadura comunista não encontra meios de conter as manifestações de revolta De fato, no dia a dia, a população desesperada vegeta em regime de fome, sem comida, vacina, medicamentos em geral, água e luz. Por lá, circula a notícia de que ninguém empresta mais um tostão furado ao governo caloteiro da ilha-cárcere, mas o fato é que López Obrador, presidente do México que acolhe o Foro de São Paulo, enviou um avião militar com presumíveis “votos de solidariedade” ao capataz da ilha-cárcere, Diaz Carnal, figuraça que em depoimento público ordenou baixar o cacete sobre a população, ainda que em manifestações pacíficas. Cínico, o esbirro diz que os insurgentes famintos são financiados pelo “imperialismo ianque” mesmo quando se sabe que o carcomido Biden, esquerdista confesso, recomenda o “diálogo”.

Mas há outros vôos misteriosos, provenientes da Turquia, com escala na Venezuela de Maduro, tiranete que, por sua vez, conta com o decidido “apoio ideológico” de Xi Jinping, o ditador que prega a “hegemonia” do comunismo chinês em escala mundial, No Brasil, o bilionário Luladrão, que financiou com dólares do BNDES a ditadura cubana, apareceu para apoiar os atos de violência do esbirro Diaz Carnal. Cego moral, na certa esqueceu o velho jargão comunista de defesa dos direitos humanos e da liberdade de expressão.  (Nota: com o dinheiro que arrastou dos cofres da Viúva, o velho alcoólatra do PT poderia, se quisesse, minorar a fome do povo cubano – é o que penso).

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Pandemia de covid desmascara ‘excelência’ da Medicina em Cuba

FIM DA ENGANAÇÃO

Ditadura não tem vacinas e seus hospitais de 5ª categoria colapsaram


Manifestantes foram detidos por agentes de segurança do país – Foto: Getty Images

Além de não produzir a vacina que prometeu, a ditadura tampouco se interessou em importar imunizantes em quantidade adequada, desdenhando da força da infecção por covid. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Adoradores da ditadura, como Lula e o falecido coronel golpista venezuelano Hugo Chávez, quando doentes, socorreram-se na medicina cubana. Fracassaram.

Com os hospitais colapsados e vacinas garantidas apenas para os que estão no poder, os cubanos de desesperaram.

Além da falta de vacinas e hospitais, também faltam remédios, há fome e os apagões diários de energia são sinais de uma ditadura em declínio.

CUBA LANÇANDO NOVA DEMOCRACIA


Eleição na ONU mostra que prestígio internacional do Brasil não foi abalado

Brasil teve 181 votos e continua no mesmo patamar de há 12 anos, quando foi eleito para o Conselho de Segurança com 182 votos

O Brasil mostrou mais uma vez sua importância na cena internacional ao ser eleito pela 11ª vez, com 181 votos, para integrar o Conselho de Segurança das Nações Unidas, o mais destacado colegiado da ONU, agora para o biênio 2022-23. Apesar disso, o governo brasileiro defende a reforma do conselho. Hoje, são apenas cinco membros permanentes e com direito a veto, refletindo a situação política pós-Segunda Guerra. Os cinco são exatamente os líderes da vitória contra o nazi-fascismo. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O Brasil avalia que o modelo envelheceu, ilumina o passado já remoto e negligencia a dinâmica internacional dos nossos tempos.

Na eleição anterior para o conselho da ONU, em 2009, o Brasil teve 182 votos. Ou seja, o País continua no mesmo patamar de há 12 anos.

O Conselho decide sobre medidas em relação a estados que não se coadunem com as normas relativas à paz e à segurança internacionais.

Bolsonaro defende mais parcerias do Brasil com Eurásia em evento

Presidente  destacou a capacidade do setor agrícola brasileiro

Publicado em 04/06/2021 – 12:49 Por Jonas Valente – Repórter Agência Brasil – Brasília

O presidente Jair Bolsonaro defendeu a ampliação das parcerias do Brasil com países da região da Eurásia em participação hoje (4) no Fórum Econômico Internacional de São Petesburgo, evento sediado pelo governo da Rússia para debater as parcerias e desafios das nações da região.

Bolsonaro destacou a capacidade do setor agrícola brasileiro, afirmou que o país deve se consolidar nos próximos anos como o principal produtor de alimentos do mundo e defendeu que nessa e em outras áreas seja possível avançar em parcerias com nações da região, uma vez que tanto estas quanto o Brasil participam da mesma cadeia de valor global relacionada à agricultura.

“O Brasil deseja expandir sua cooperação com todos os países da região da Eurásia, em particular com a Rússia. Nós gostaríamos de manter essa reciprocidade dos dois lados e temos potencial de diversificar nossa agenda de comércio exterior”, disse, em discurso transmitido por videoconferência.

O presidente brasileiro sublinhou a importância dos empresários dos países para identificar novas oportunidades de negócios. Neste sentido, Bolsonaro defendeu a importância de aprofundar acordos e iniciativas para o fomento a investimentos.

O presidente também ressaltou outros temas em que seria desejável construir novas parcerias. “Deveríamos continuar trabalhando conjuntamente para promover parcerias nas áreas de tecnologia, defesa, espaço, energia e saúde. Brasil está aberto a novas oportunidades de corporações em temas como nanotecnologia, inteligência artificial e biotecnologia”, sugeriu.  

Edição: Fábio Massalli

«Não haverá regresso à normalidade tal e qual a vivíamos»

 

1. Talvez tenhamos que morar com o COVID 19 por meses ou anos. Não vamos negar ou entrar em pânico. Não vamos tornar nossas vidas inúteis. Vamos aprender a conviver com esse fato.

2. Você não pode destruir os vírus COVID19 que penetraram nas paredes das células, bebendo galões de água quente – você só irá ao banheiro com mais frequência.

3. Lavar as mãos é o melhor método para sua proteção.

4. Se você não tem um paciente COVID19 em casa, não há necessidade de desinfetar as superfícies da sua casa.

5. Cargas embaladas, bombas de gás, carrinhos de compras e caixas eletrônicos não causam infecção. Lave as mãos, viva sua vida como sempre.

6. COVID19 não é uma infecção alimentar. Está associado a gotas de infecção como a gripe. Não há risco demonstrado de que o COVID19 seja transmitido pelos alimentos.

7. Você pode perder o sentido do olfato com muitas alergias e infecções virais. Este é apenas um sintoma inespecífico de COVID19.

8. Uma vez em casa, você não precisa trocar de roupa com urgência e tomar banho! Pureza é uma virtude, paranóia não é!

9. O vírus COVID19 não está no ar. Esta é uma infecção respiratória por gotículas que requer contato próximo.

10. O ar está limpo, você pode caminhar pelos jardins, pelos parques, apenas evite aglomerações.

11. É suficiente usar sabão normal contra COVID19, não sabão antibacteriano. Este é um vírus, não uma bactéria.

12. Você não precisa se preocupar com seus pedidos de comida. Mas você pode aquecer tudo no microondas, se desejar.

13. As chances de levar o COVID19 para casa com os sapatos são como ser atingido por um raio duas vezes por dia. Trabalho contra vírus há 20 anos – as infecções por gota não se espalham assim!

14. Você não pode ser protegido contra o vírus tomando vinagre, suco de cana e gengibre! Estes são para imunidade, não para cura.

15. Usar uma máscara por longos períodos interfere nos níveis de respiração e oxigênio. Use-a apenas na multidão.

16. Usar luvas também é uma má ideia; o vírus pode se acumular na luva e ser facilmente transmitido se você tocar em seu rosto. Melhor apenas lavar as mãos regularmente.

17. A imunidade é muito enfraquecida ao permanecer sempre em um ambiente estéril. Mesmo se você comer alimentos que aumentam a imunidade, saia regularmente de sua casa para qualquer parque / praia. A imunidade é aumentada pela exposição a patógenos, não por ficar em casa e consumir alimentos fritos / condimentados / açucarados e bebidas gaseificadas, e não praticar atividades físicas.

Fonte:
https://www.impala.pt/noticias/atualidade/covid-19

Reflexões
É esse tipo de notícia que temos que compartilhar….
Se o vírus está proliferando, então vamos proliferar, boas coisas, boas ideias e boas dicas também!

Brasileiros relatam agressões e tortura após desembarque no aeroporto de Lisboa

Visitantes ‘barrados’ são torturados em salinha, onde um ucraniano não resistiu à violência e morreu

Após o assassinato do ucraniano Ihor Homeniuk por inspetores do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) do governo socialista português, vários estrangeiros como a brasileira Kátia Gonçalves dos Santos, de 36 anos, têm relatado à imprensa de Portugal casos de violência e maus tratos nas instalações da repartição, no aeroporto de Lisboa.

Kátia contou ao jornal Diário de Notícias, de Lisboa, que ficou detida por quatro dias em um “Centro de Instalação Temporária (CIT)”, no aeroporto de Lisboa, para onde o SEF conduz estrangeiros que resolve impedir de ingressar em Portugal.

Segundo a curitibana, os inspetores “diziam para ficar quieta para não me levarem para a salinha”, local onde eles torturam e espancam estrangeiros a serem deportados de volta aos países de onde embarcaram para Portugal.

Itamaraty ainda não agiu

Apesar dos relatos de brasileiros submetidos a maus tratos pelos funcionários da imigração, não se conhecem iniciativas do Ministério das Relações Exteriores ou das representações diplomáticas brasileiras em Lisboa em relação ao governo português.

Os inspetores do SEF costumam apresentar comportamento de inspiração nazifascista.

Nitidamente despreparados, eles fazem pose de policiais truculentos, muito embora sejam apenas servidores públicos, e tratam mal tantos os turistas que chegam ao país para gastar dinheiro e quanto os que estão no aeroporto para sair de Portugal.

‘Apanhavam demais, muito, muito’

Ela relatou ao DN uma rotina de violência covarde contra os estrangeiros recolhidos ao tal CIT. Kátia disse que as pessoas levadas à “salinha” voltavam “bem quietos, bem amachucados, com sinais de que tinham apanhado, cabeça baixa”.

“Apanhavam demais”, disse ela. “Muito, muito”. Disse que só ouvia alguns gritos, porque eles tinham tudo fechado, não se ouvia bem. “Apanharam durante o dia e depois foram lá buscar eles de noite também”, revelou ela ao jornal lisboeta Diário de Noticias.

“A gente teve medo até de perguntar, pensou que ia apanhar também”, contou Kátia, revoltada. “É uma covardia muito grande o que eles fazem ali.”

Outra brasileira testemunha os horrores

Outra brasileira contou ao Diário de Notícias que esteve detida por várias semanas no tal “Centro de Instalação Provisória” do Aeroporto de Lisboa, onde morreu um cidadão ucraniano depois de ter sido submetido a maus tratos dos inspetores.

“Muita gente teve problemas”, disse a brasileira cuja identidade o jornal preservou. “Vi surras, muitos apanharam”, disse.

“Levam para aquela salinha que chamavam ‘dos remédios’ e batem”, diz. “Várias pessoas foram postas naquela sala e saíam roxas e arrebentadas, mancando”, continuou. “Algumas saíam de cadeira de rodas”.

A identidade dessa brasileira está sendo preservada por razões de segurança, porque ela é uma das testemunhas da ação criminosa dos inspetores que resultou no assassinato do ucraniano Ilhor Homeniuk.

“Ele apanhou logo no dia em que chegou”, disse ela. “Apanhou várias vezes e depois nos mostrava as marcas”. Ela disse que é mentirosa a alegação dos inspetores no sentido de que o ucraniano teria agredido outros detidos.

Cabo-verdiano conta como foi agredido

O cabo-verdiano Gilson Pereira também denunciou ao jornal Público ter sido agredido por inspetores do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), que, claro, disse ter usado “apenas a força necessária”.

Ele disse que foi agredido por inspetores do SEF nesta sexta-feira (18), no aeroporto de Lisboa. Segundo ele, os inspetores tentavam obrigá-lo aa entrar num avião de volta para o seu país.

“Eles amarraram-me os pés, meteram-me em cima da cadeira de rodas, caí no chão e depois meteram-me o joelho no pescoço. Nenhum cão merece o que eles fizeram comigo”, protestou.

O relato de Gilson se assemelha a outros, divulgados pelo semanário Expresso.

Autópsias de Bergamo: O problema principal não era o coronavírus ===>>> 10/05/2020

Di Cesare Sacchetti

A verdade sobre o que realmente aconteceu em Bergamo no mês passado começa a emergir. O Dr. Giampaolo Palma, cardiologista com muitos anos de experiência e atualmente operando em um centro especializado em doenças cardiovasculares em Salerno, explicou cuidadosamente quais seriam as verdadeiras causas de morte para pacientes positivos da Covid.

A anomalia de mortes registradas na área de Bergamo não teria sido a conseqüência direta de uma pneumonia intersticial, mas o resultado de microtrombose venosa.

Depois de realizar várias autópsias em 50 cadáveres no hospital Papa Giovanni XXIII em Bergamo e outras 20 realizadas no Sacco em Milão, a comunidade médico-científica parece ter chegado a essa conclusão que muda completamente a narrativa que foi feita até agora.

Basicamente, os pacientes que morreram após uma infecção pelo Covid-19, excluindo outras doenças graves, sofreram as consequências dos primeiros diagnósticos errados.

O coronavírus não ataca os pulmões primeiro, mas afeta principalmente os vasos sanguíneos, impedindo o fluxo regular de sangue.

Seria, portanto, uma doença inflamatória vascular sistêmica.

É o próprio Dr. Palma quem explica como o vírus ataca o corpo de uma pessoa.

“Senhores, o Covid-19 danifica primeiramente os vasos, o sistema cardiovascular e, só então, atinge os pulmões! É a microtrombose venosa, não a pneumonia que determina a fatalidade!”

Se, portanto, o Covid afeta principalmente os vasos e o sistema circulatório, a dedução natural a seguir é que, substancialmente, é praticamente inútil ventilar artificialmente o paciente, se não até mesmo prejudicial, uma vez que os pulmões não recebem sangue suficiente.

“Se você ventila um pulmão onde o sangue não chega, é inútil! De fato, 9 em cada 10 pacientes morrem.”

Respiradores artificiais pioraram as coisas

O ponto da ventilação artificial é simplesmente fundamental. Toda a emergência foi provocada a princípio pelo fato de não haver vagas suficientes nas unidades de terapia intensiva em que os respiradores eram usados em pacientes com sintomas de Covid.

A ordem para ficar em casa emitida por todo o sistema nacional de saúde e pelo governo PD-M5S resultou substancialmente dessa suposição para evitar outras novas infecções e o consequente congestionamento da terapia intensiva.

Mas os respiradores artificiais não teriam resolvido o problema, pelo contrário, o teriam agravado.

As confirmações a esse respeito também vêm dos Estados Unidos.

Cameron Kyle-Sidell, médico do Maimonides Medical Center em Nova York, relata que o uso de respiradores artificiais levaria a uma deterioração da condição dos pacientes de Covid, resultando em sua conseqüente morte em 80% dos casos.

O motivo se deve ao fato de a pressão ventilatória nos pulmões de um paciente, que não apresenta pneumonia intersticial, cansaria o sistema respiratório e levaria a seu agravamento rápido.

O Dr. Kyle-Sidell chega a conclusões semelhantes às do Dr. Palma quando define o Covid-19 não como “pneumonia, mas como algum tipo de doença induzida por vírus”.

Mas a inflamação, como mencionado anteriormente, não ataca os pulmões, mas os vasos sanguíneos e é a partir deles que devemos começar para um diagnóstico correto, como explica o cardiologista.“Porque a inflamação, de acordo com o texto da escola, induz trombose através de um mecanismo fisiopatológico complexo, mas conhecido. Então? O que a literatura científica, especialmente a chinesa, dizia até meados de março, era que anti-inflamatórios não deveriam ser usados. Agora, na Itália, são usados anti-inflamatórios e antibióticos (como nas gripes) e o número de pacientes internados diminui.”

Os tromboembólios são, portanto, causados por inflamações que podem ser tratadas com medicamentos bastante baratos.

Acima de tudo, o ponto fundamental é que as internações hospitalares nesse caso são praticamente inúteis, se não contraproducentes, porque tiram camas de pacientes que mais precisariam de assistência hospitalar.

É o caso de pessoas que morreram de ataque cardíaco, cuja mortalidade praticamente triplicou desde que a emergência da Covid foi declarada.

Mas a conclusão mais chocante elaborada pelo Dr. Palma é esta.

“Porque o principal problema não é o vírus, mas a reação imune que destrói as células onde o vírus entra. De fato, em todas as repartições de Covid, os pacientes com artrite reumatóide nunca entraram e isso ocorre porque estão em terapia com cortisona”. O verdadeiro perigo, portanto, não viria da Covid, mas da inflamação do sistema imunológico que leva à destruição das células. O que o Dr. Palma alega parece já ter sido endossado por outros médicos que chegaram às mesmas conclusões.

A emergência do coronavírus serviu para estabelecer uma ditadura

Mas então, neste ponto, se o problema de toda essa emergência foi o diagnóstico e a terapia incorretos, a periculosidade do vírus basicamente desapareceu.Toda a mídia e o governo, com suas diversas e caras forças-tarefa, associaram imediatamente a causa das mortes ao coronavírus, sem nem mesmo saber o que realmente havia acontecido.

A esse respeito, pense na cena sombria dos caminhões militares em Bergamo que levaram os corpos de pessoas extintas para longe.

Foi transmitida a idéia de que os corpos dessas pessoas eram afetados por uma espécie de peste e que era necessário cremá-los o mais rápido possível. Mas a cremação limpa os vestígios e impede a autópsia, que esclarece as causas da morte.

Entre outras coisas, começaram a circular fotos falsas, mostrando uma fileira de caixões em uma sala que na verdade eram os caixões de migrantes que morreram em Lampedusa anos antes.

Tudo isso leva a dizer que em Bergamo havia uma vasta operação de terrorismo psicológico que tinha um objetivo: provocar um estado de completo choque e pânico na população.

Essas condições revelaram-se fundamentais para instaurar um clima de medo geral, de modo a motivar o estado policial em que a Itália se encontra. Se o Covid puder ser tratado em casa com medicamentos de custo muito baixo, fica claro que a emergência ao estado da arte não há.

Mantê-lo vivo é o pretexto para continuar a comprimir inaceitavelmente as liberdades pessoais dos cidadãos.

Da mesma forma, o mantra que se sairá da crise por meio de uma vacina é evidência da completa má-fé do governo e das grandes potências supranacionais que dirigem esse executivo fantasma.

A cura já foi encontrada. A imunização contra um vírus mutante seria completamente desnecessária e potencialmente prejudicial.

Outro aspecto relativo a Bergamo é precisamente o das vacinas.

Um estudo científico do Pentágono relatou que as vacinas aumentam o risco de infecção por coronavírus em 36%.

Se você for ver o número de vacinas realizadas na área de Bergamo, verá que houve uma imunização maciça desde novembro do ano passado contra influenza e meningococo.

Alguns meses depois, o coronavírus chegou e a máquina de terror começou.

Mas essa máquina evidentemente não tinha objetivo de proteger a saúde dos cidadãos.

Esta máquina queria alimentar a emergência para lançar a população italiana em um estado de caos.

Agora a verdade está emergindo e quem quer que a justiça seja feita às pessoas que morreram em Bergamo deve invocar a intervenção do judiciário.

Por negligência ou vontade política, é preciso entender o porquê e quem provocou essas mortes.

Essas mortes foram os meios do regime para suspender a Constituição.

Esses mortos merecem justiça e os italianos têm o direito de saber se pessoas foram mortas intencionalmente para estabelecer um estado policial na Itália.

Este blog é apoiado por doações de leitores. Se você também deseja ajudar a liberar informações, clique abaixo.

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Fonte: La cruna dell’ago – Il blog di Cesare Sacchetti

Acabou a mamata da OMS

 Ipojuca Pontes  15/07/2020 às 06:57

O atual presidente norte-americano, que não é trouxa, justificou sua decisão ao afirmar que a OMS, dirigida pelo proto-comunista etíope Tedros Adhanom, “fracassou ao lidar com a pandemia do covid-19 e se baseou demasiadamente em informações (fakes, adendo nosso) fornecidas pela China, país de onde surgiu o novo coronavírus”.

“Uma vez que eles fracassaram  em fazer as reformas pedidas e imensamente necessárias” – disse Trump em pronunciamento à imprensa, na Casa Branca – “estamos encerrando hoje as nossas relações com a Organização Mundial da Saúde”. (De fato, anteriormente o secretário de Estado Mike Pompeo havia pedido mais transparência quanto às notícias que davam conta de que o Instituto de Pesquisas Biológicas de Wuhan laborava na programação do novo Coronavírus, sobrelevando o fato de que o próprio prefeito da fatídica cidade, Zhou Xiangwang, “renunciou” ao cargo, depois de admitir que omitiu deliberadamente a letalidade do vírus. A demora em denunciá-la permitiu que mais de 5 milhões de chineses pudessem sair de Wuhan e se espalhassem pelo mundo antes da quarentena – omissão, de resto, incorporada pela conivente OMS, sob  “controle total” da China comunista de Xi Jinping, cujo objetivo maior é achatar “o modelo ocidental vigente e estabelecer a hegemonia global chinesa”. Daí, o poder sobre a aparelhada ONU e seus penduricalhos tais como a OMS,  UNESCO e agências afins.

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Não sei se já disse, mas acompanho os movimentos da ONU desde quando lá estive há quatro décadas, inutilmente, para levantar dados sobre a fome no mundo. Fiz consultas em setores de sua imponente sede, na Praça das Nações, em New York. Minha primeira sensação foi de espanto: caminhando sobre tapetes puídos através de corredores sujos, me defrontei com seus burocratas terceiromundistas finamente encasacados e melhormente calçados – uma gente, para dizer o mínimo, afetada.

Foi com o socialista birmanês U Thant como Secretário-geral que a ONU começou a mudar de rota. Mais tarde, com o africano Kofi Annan, detentor de Prêmio Nobel, a Organização das Nações Unidas adotou o teiromundismo como marca da casa. Annan, que usava ternos caros e portava camisas de colarinhos impecáveis, foi acusado de conviver com casos de corrupção política e acosso sexual, enquanto o seu filho, Kojo, era denunciado por receber propina de uma empresa suíça distribuidora de petróleo, a Propecna S/A.

No histórico, herdeira da tristemente célebre Liga das Nações, a ambiciosa ONU foi criada em 1945 em São Francisco da Califórnia, Estados Unidos, no crepúsculo da 2ª Guerra Mundial, com objetivos nada desprezíveis, ou seja: manter a paz entre os povos, controlar a proliferação de armas nucleares, resolver querelas entre nações, fomentar o desenvolvimento, a cooperação e os direitos humanos etc., além de se empenhar, em âmbito planetário, nas tarefas de combater o analfabetismo, a fome e as doenças em geral (entre as quais se incluiria, via OMS, o letal covid-19).

O fenômeno, no entanto, tem sua  explicação: comprometida nas suas assembleias anuais em abrir espaços para imposição de uma Nova Ordem Mundial, a organização fomenta, à moda da casa, sua agenda “politicamente correta” voltada para a subversão dos valores éticos e espirituais que formaram as bases da civilização ocidental.

Dela parte um manancial de resoluções que estimulam a politização desenfreada do mundo gay, a batalha pela liberação das drogas (na qual o velho FHC apresenta-se como um paladino, amparado na grana fácil de George Soros), o acirramento dos conflitos raciais como afirmação da luta de classes propugnada por Marx, a degeneração dos costumes a partir da exploração comportamental permissiva estimulada pela “indústria do lazer” e, last but not least, a glamourização da violência em escala vertiginosa  pela mídia (jornal, rádio e televisão) amestrada.

Em resumo: logo após Donald Trump anunciar a retirada do apoio financeiro dos EUA a OMS, Tedros Adhabon apareceu vertendo lágrimas de crocodilo e pediu “união entre os humanos”, um exercício retórico típico da inoperante ONU. O fato concreto é que, ao esconder durante tempo significativo a letalidade do vírus chinês, o comunista Tedros apenas reincidiu na prática antiga de ocultar epidemias para fins políticos, conforme inúmeras denúncias, entre as quais a do especialista em saúde global, Laurence Gostin, diretor da Universidade de Georgetown. Indignado, o Dr. Gostin acusou Tedros de ter encoberto sucessivas epidemias de cólera quando era ministro da Saúde da Etiópia, chegando a responsabilizá-lo pela  morte de dezenas de milhares de pessoas do país africano.

Voltaremos ao assunto.

Destruição florestal na Europa disparou 69% sem críticas de ambientalistas

Revista científica Nature denunciou desmatamento ligado ao “mercado da madeira” sem qualquer repercussão

Receptiva a críticas ao Brasil na área ambiental, sobretudo oriundos da Europa, a mídia brasileira ignorou levantamento da revista científica Nature, divulgado há dez dias, indicando que o desmatamento cresceu 69% em 2018, na União Europeia.

Enquanto o Brasil preserva 70% das florestas, na Europa mal chega aos 30%, se incluir áreas reflorestadas. Para a Nature, a devastação na Europa está ligada à “recente expansão dos mercados da madeira”, que aliás é rival da madeira da Amazônia. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O estudo foi coordenado pelo cientista Guido Ceccherini, do Centro Comum de Investigação, da Comissão Europeia, em Ispra (Itália).

Notícias Relacionadas

Bombeiros tentam conter incêndios florestais na Espanha.

Imagens de satélite revelam que a área devastada na Europa deve afetar a biodiversidade, provocar erosão e ameaçar mananciais (fontes d’água).

Suécia, Finlândia, Espanha, França e Alemanha têm mais florestas na Europa. Mas só na França de Macron, o desmatamento cresceu 30%.

Em Portugal, cuja imprensa reproduz como papagaio ataques e mentiras contra o Brasil, a “deflorestação” cresceu 56%.

Imagens dos bombeiros exibidas na Euronews e ignoradas no Brasil: queimadas devastam o que resta de florestas na França.

ESPECIALISTAS QUESTIONAM ESTUDO QUE INVALIDOU USO DE CLOROQUINA

Pesquisadores afirmam que não há como revisar os dados utilizados

Após afirmar em artigo médico-científico que o uso da hidroxicloroquina não é eficaz e pode causar riscos cardíacos para pacientes, a revista médica The Lancet – uma das mais antigas publicações da área, em circulação desde 1823 – foi questionada publicamente pela metodologia e pelo viés nos resultados da pesquisa.

Em carta aberta ao público, 120 cientistas médicos, pesquisadores e estatísticos de várias partes do mundo, em especial Itália, França, Espanha e Estados Unidos, de várias instituições médicas de renome, como a Harvard Medical School, o Imperial College London, Universidade Médica da Pensilvânia, Universidade Duke, entre outras, afirmaram que não há como revisar os dados utilizados, já que os nomes dos pacientes e os hospitais onde foram registrados os números não estão disponíveis para consulta. Os especialistas apontaram, ainda, uma falta de “revisão ética” na publicação.“É por interesse na transparência [das informações] que solicitamos que a publicação The Lancet torne aberta a pesquisa aos comentários dos pares que fizeram a revisão desse estudo”, afirma o documento.

Em uma rede social, o professor de infectologia da Universidade australiana de Monash Allen Cheng – que assina a carta aberta à revista – afirma que, apesar de haver óbitos de cidadãos australianos medicados com cloroquina no estudo, os números não batem com a realidade documentada pelo país, o que levanta suspeita sobre a base de dados utilizada para validar o levantamento.

Allen Cheng@peripatetical

A large group of us have expressed concern about The Lancet HCQ/CQ study (10.1016/S0140-6736(20)31180-6). @TheLancet https://zenodo.org/record/3862789#.XtA-b2gzZaT 

An open letter to Mehra et al and The Lancet

Open letter to MR Mehra, SS Desai, F Ruschitzka, and AN Patel, authors of “Hydroxychloroquine or chloroquine with or without a macrolide for treatment of COVID-19: a multinational registry analysis”….

zenodo.org

235 pessoas estão falando sobre isso

O artigo publicado pelo jornal médico levou a OMS a suspender as pesquisas com a hidroxicloroquina como possível medicamento contra a covid-19. 

Críticas ao estudo

Entre os argumentos citados na carta, a forma como os dados foram obtidos foi a maior razão de críticas dos autores. O instituto responsável pela filtragem das informações dos pacientes clínicos é a empresa Surgisphere – uma companhia de mineração de dados médicos que não revela as fontes de onde as informações são colhidas. Os autores, que endereçaram o documento ao editor-chefe da revista, o médico britânico Richard Horton, pediram ainda que a Organização Mundial da Saúde (OMS) valide de forma independente os estudos sobre a cloroquina, a hidroxicloroquina e os protocolos antirretrovirais ainda em estudo em diversas partes do mundo.

O levantamento

Segundo o estudo publicado pela The Lancet, quatro cardiologistas avaliaram dados de 671 hospitais distribuídos por diversos continentes. Cerca de 96 mil pessoas fizeram parte do levantamento, sendo que 15% – 14.888 pacientes – foram medicados com 4 combinações diferentes de medicamentos, mas nenhum com o mesmo protocolo adotado no Brasil, que envolve também azitromicina e zinco.

 

Edição: Narjara Carvalho

G20 injeta US$ 5 trilhões na economia para conter coronavírus

Grupo de países ricos anuncia apoio fiscal ousado e em larga escala

Publicado em 26/03/2020 – 14:23 Por Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Foto: Marcos Correa/PR

Os líderes do G20 reuniram-se hoje (26), por videoconferência, para discutir as ações para atenuar os impactos sociais e econômicos da pandemia de covid-19. De acordo com comunicado conjunto, os países estão injetando mais de US$ 5 trilhões na economia global, em políticas fiscais direcionadas, medidas econômicas e esquemas de garantia.

A reunião foi organizada pela Arábia Saudita, que está na presidência rotativa do grupo dos 20 países mais ricos do mundo. O presidente Jair Bolsonaro participou da videoconferência.

O grupo informou que vai continuar realizando um apoio fiscal ousado e em larga escala. “Estamos adotando medidas imediatas e vigorosas para apoiar nossas economias; proteger trabalhadores, empresas – especialmente micro, pequenas e médias empresas – e os setores mais afetados; e amparar os vulneráveis por meio de uma proteção social adequada”, diz o comunicado.

Entre outras ações, os países do G20 vão acompanhar os riscos de dívida em países de baixa renda devido à pandemia e pedir que seus ministros de Finanças e os bancos centrais trabalhem com as organizações internacionais para fornecer a assistência financeira internacional apropriada. “Apoiamos as medidas extraordinárias adotadas pelos bancos centrais. Os bancos centrais agiram para apoiar o fluxo de crédito para as famílias e empresas, promover a estabilidade financeira e aumentar a liquidez nos mercados globais”, diz o comunicado.

Os líderes do G20 lamentaram as mortes ocorridas, expressaram sua gratidão aos profissionais de saúde e comprometeram-se coletivamente no esforço de proteger vidas, os empregos e a renda das pessoas; restaurar a confiança, preservar a estabilidade do mercado e retomar o crescimento; minimizar as interrupções no comércio e nas cadeias de suprimentos globais; prestar ajuda a todos os países que precisam de assistência, e coordenar medidas financeiras e de saúde pública.

“A pandemia sem precedentes de covid-19 é um lembrete poderoso de interconectividade e vulnerabilidades dos países. O combate à pandemia exige uma abordagem transparente, robusta, coordenada, em larga escala e baseada na ciência e no espírito global de solidariedade”, diz o comunicado.

Combate à pandemia

Os países do G20 se comprometeram também a adotar todas as medidas de saúde necessárias, trocar informações e garantir o financiamento de combate à pandemia e proteção às pessoas. “Expandiremos a capacidade de fabricação para atender às crescentes necessidades de suprimentos médicos e garantir que eles estejam amplamente disponíveis o mais rápido possível, a um preço acessível, de forma equitativa, onde são mais necessários”, diz o documento divulgado após a reunião.

Para o grupo, ações urgentes de curto prazo devem ser tomadas para proteger os trabalhadores da saúde na linha de frente de combate e para entregar suprimentos médicos, especialmente de diagnóstico, tratamentos e vacinas. O G20 também quer fortalecer a capacitação e assistência técnica, especialmente para as comunidades em risco.

“Estamos preocupados com os sérios riscos colocados a todos os países, particularmente para países em desenvolvimento e menos desenvolvidos, principalmente na África e nos pequenos estados insulares, onde os sistemas e economias de saúde possam ser menos capazes de lidar com o desafio, bem como o risco particular enfrentado por refugiados e pessoas deslocadas”, diz o comunicado do G20, que considera que consolidar a defesa da saúde da África é a chave para a resiliência da saúde global.

E, para resguardar o futuro, os líderes ainda se comprometeram a fortalecer a capacidade, nacional e mundial, de responder a potenciais surtos de doenças infecciosas, com o fortalecimento da cooperação científica, a alavancagem de tecnologias e o aumento do financiamento para pesquisa e desenvolvimento de vacinas e medicamentos

Edição: Nádia Franco

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