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:: ‘Industrias’

São Paulo já reciclou 185 toneladas de lixo eletrônico

Publicado em 04/08/2019 – 19:43

Por Daniel Mello – Repórter da Agência Brasil  São Paulo

Com 65 pontos de coleta espalhados pelo estado de São Paulo, a Green Eletron recolheu, desde o final de 2017, cerca de 185 toneladas de lixo eletrônico. A iniciativa sem fins lucrativos para receber aparelhos descartados pelos consumidores foi fundada em 2016 pela Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee). Assim, as empresas começaram a atender o previsto na Política Nacional de Resíduos Sólidos, legislação que entrou em vigor em 2010.

Entre os pontos estipulados pela lei está a obrigação da cadeia produtiva e de comercialização de produtos eletroeletrônicos, entre outros setores, de estabelecer um sistema de logística reversa. Ou seja, as empresas se tornaram responsáveis por garantir que o lixo gerado por seus produtos tenha um destino adequado.

Acordo setorial

São Paulo se antecipou ao resto do país ao implantar a coleta e reaproveitamento do lixo eletroeletrônico. O acordo setorial, que deverá tornar o sistema obrigatório em todo o país, entrou em consulta pública na última quarta-feira (31). Durante um mês, o Ministério do Meio Ambiente vai receber contribuições antes da formatação final do texto.

Em 2017, o governo estadual propôs um termo de compromisso para implementar a logística reversa dos eletroeletrônicos em São Paulo, o que alavancou a iniciativa empresarial. O modelo da Green Eletron se inspira, segundo o gerente executivo da gestora, Ademir Brescansin, em experiências internacionais. “Uma unidade gestora nos mesmos moldes do que existe na Europa, no Japão e nos Estados Unidos. Uma entidade sem fins lucrativos em que as empresas, que têm obrigação por lei, pudessem se associar e ratear os custos da implantação de todo esse sistema”, explica.

Reciclagem

Atualmente, a iniciativa tem 26 empresas associadas. São recolhidos materiais dos mais diversos. Desde o final de 2017, os postos de coleta receberam, por exemplo, 4,1 mil celulares e 6,5 mil eletroportáteis (aparelhos pequenos como cafeteira, liquidificador e forno de micro-ondas), entre outros itens.

O material é levado para empresas de reciclagem que promovem o reaproveitamento de matérias-primas, como o plástico, e até a transformação em novos produtos. Nesse sentido, o Brasil está à frente da maioria dos países, segundo o diretor de inovação da Sinctronics, Carlos Ohde. A empresa é uma das responsáveis por fazer o processamento dos eletrônicos descartados. “Quando a gente olha para os Estados Unidos e para a Europa, eles têm muito consumo de eletrônicos, mas eles não têm a produção, vem da Ásia. Então, esse processo que a gente tem de pegar um eletroeletrônico descartado e transformar em um eletroeletrônico novo, eles não conseguem”, comparou Ohde.

Essa capacidade de transformar o lixo eletrônico em novos produtos já rendeu reconhecimento internacional à Sinctronics. De acordo com o diretor, a empresa recebeu duas menções do Fórum Econômico Mundial e até uma premiação da Associação Americana de Empresas de Manufatura, país de origem da matriz da recicladora. “O Brasil está entre os primeiros países que fazem isso”, enfatiza Ohde sobre a capacidade da fábrica de transformar impressoras jogadas fora em novas.

Processos complexos

Algumas etapas da produção, no entanto, ainda tem que ser feitas no exterior, como no caso da extração de componentes das placas eletrônicas. “Tem uns quarenta elementos da tabela periódica naquela placa. Precisa de um processo químico ou térmico que é feito fora do país”, detalha o diretor. Segundo ele, isso porque é necessário um volume muito grande de material para que o processo seja viável.

No caso dos aparelhos com gás, como geladeiras e ar-condicionado, também há dificuldades no processo. “A gente tem no Brasil somente duas empresas que são capazes de reciclar esse tipo de produto”, ressalta Ademir Brescansin da Green Eletron. Os monitores de tubo são outro produto que apresenta riscos. “Como eles possuem chumbo e fósforo, você tem que ter um processo adequado só para eles, aspirar todas as substâncias, descontaminar para depois reciclar”, acrescentou.

A partir da assinatura do acordo setorial, que deve prever a coleta de 17% do 1,5 milhão de toneladas de lixo eletrônico produzidos no país anualmente, outros obstáculos devem aparecer. “Você implantar um sistema de logística reversa no Brasil é diferente do que em qualquer país da Europa que implantou. A gente tem as dimensões continentais do país. Tem regiões que não se chega nem de carro, só de avião ou barco. Mas se os produtos eletroeletrônicos chegaram a todas as regiões do país, é possível que eles voltem”, ressalta o gerente executivo da Green Eletron.

Apesar dos custos, a operação é importante, segundo Brescansin. Além de evitar a contaminação do solo com o descarte em lixões, que ainda existem em 2,5 mil municípios, também é uma forma de deixar de retirar novas matérias-primas da natureza, poupando recursos.

Edição: Aline Leal

O PARAGUAI DECOLA!

Esse é o PARAGUAI.
E dizer que fazíamos piadas com eles, quando a piada somos nós!!!
Escapou do SOCIALISMO e está “decolando”. DETALHE : Não produz petróleo.

14-12-2016 ASSUNCAO – PY / EXCLUSIVO EMBARGADO / ECONOMIA OE / ESPECIAL MAQUILAS PARAGUAI – Linha de producao da confeccao Texcin em Assuncao, Paraguai, que produz para as Lojas Riachuelo no Brasil – FOTO DANIEL TEIXEIRA/ESTADAO

INDUSTRIA MOAGEIRA E FÁBRICA DE CHOCOLATE EM ITAJUIPE-BAHIA

PARAGUAI SE REPAGINA E VIRA CHAMARIZ PARA EMPRESAS BRASILEIRAS.

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A soma de benefícios fiscais, baixos custos de energia e de mão de obra e estabilidade das regras para investimento, entre outros fatores, tem feito o Paraguai se transformar em “rota de fuga” para empresas brasileiras que querem ampliar seus investimentos. Camargo Correa, JBS, Riachuelo, Vale, Bourbon, Eurofarma e Buddemeyer estão entre as companhias que encontraram no país vizinho uma opção de crescimento.

A lista inclui empresas que, seja por causa da alta carga tributária, da burocracia, da letargia atual da economia brasileira ou por outros motivos, não conseguem investir no Brasil. De acordo com dados do Banco Central do Paraguai, os investimentos brasileiros no país somaram 403 milhões de dólares no triênio 2012-2014. Isso fez do Brasil o país com maior volume de investimento em terras paraguaias nesse período. Se considerados os investimentos em estoque, que incluem aportes feitos no passado, o Brasil aparece em segundo lugar, com 856 milhões de dólares no fim de 2014, atrás apenas dos Estados Unidos.

Entre os grandes empreendimentos que devem ser inaugurados nos próximos meses está um frigorífico da JBS, em construção no distrito de Concepción, no centro do país. O projeto, que conta com 800 trabalhadores na obra, teve investimentos de cerca de 60 milhões de dólares, com previsão de empregar 1 500 trabalhadores no início de suas atividades, no ano que vem. A lista inclui também a possível duplicação da capacidade de uma fábrica da Intercement, que tem como acionista a construtora brasileira Camargo Correa. O projeto teve investimentos de cerca de 150 milhões de dólares – o maior do Brasil feito no Paraguai – e ajudou a Intercement a deter 40% do mercado de cimentos do país vizinho. :: LEIA MAIS »

A INCOMPETÊNCIA SUFOCANDO A INDUSTRIA NACIONAL.

Ex-tarifários publicados nesta segundainterface

O Boletim Informativo Interface reproduz abaixo os ex-tarifários aprovados pelo conselho de ministros da Câmara de Comércio Exterior (Camex) e publicados nesta segunda-feira (22) no Diário Oficial da União.

A Resolução nº 54, de 19 de junho de 2015, lista dezenas de NCMs cujos equipamentos poderão ser importados com a alíquota de 2%, até 31 de dezembro de 2016. A relação de produtos é bastante extensa e variada. Outros sete artigos da Resolução 54 ainda alteram a redação de ex-tarifários publicados anteriormente e até exclui o ex-tarifário para máquinas para processamento e reciclagem de aparas de plástico.

* Clique aqui para conferir na íntegra o texto do documento

Já a Resolução nº 55, também de 19 de junho de 2015, privilegia os seguintes Bens de Informática e Telecomunicações com a alíquota de 2% do Imposto de Importação, mas somente até o último dia deste ano:

NCM 8517.62.49

Ex 005 – Roteadores digitais modulares com capacidade de comutação total de no mínimo 640Gbps.

NCM 8517.62.59

Ex 022 – Módulos eletrônicos com terminais próprios para soldadura em placa de circuito impresso, utilizados para converter sinais elétricos em ópticos e vice-versa, próprios para utilização em aplicações FTTx ONT/ONU como parte de um equipamento para transmissão e recepção de dados sobre redes ópticas passivas (PON) do tipo Unidade de Rede Óptica (ONU).

NCM 8517.62.59

Ex 023 – Módulos eletrônicos, intercambiáveis através de conector de encaixe rápido, utilizados para converter sinais elétricos em ópticos e vice-versa, providos de conector para fibra óptica, próprios para utilização como parte de um equipamento para transmissão e recepção de dados sobre redes ópticas passivas (PON) do tipo “Concentrador de Linhas de Assinante (OLT)”.

NCM 8530.10.10

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DEPOIS QUE O PT FALIU A INDÚSTRIA BRASILEIRA !

Indústria chinesa emprega 1 milhão para atender Brasil

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O crescimento da demanda doméstica brasileira por produtos industrializados atendido pelas importações de produtos chineses na última década criou cerca de 1 milhão de empregos na indústria de transformação da China. O número equivale a 12% dos 8,29 milhões de trabalhadores formais que a indústria de transformação brasileira mantinha em fim de 2013, segundo dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

Essa é a conclusão de cálculos feitos pelo economista Paulo Feldmann, professor da Faculdade de Economia e Administração (FEA/USP), em um trabalho que tem como tema a desindustrialização brasileira. A ideia do cálculo é saber quantos empregos poderiam ter sido gerados no Brasil caso o crescimento da demanda de produtos industrializados de 2004 a 2013 atendido pela importação de produtos chineses tivesse sido suprido pela indústria doméstica. O cálculo foi feito em relação à China porque o país é o principal fornecedor externo ao Brasil desde 2012 e 98% do que os brasileiros compram dos chineses são produtos manufaturados, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento (Mdic).

De acordo com o levantamento, o número de trabalhadores empregados na indústria de transformação da China na fabricação de produtos para o Brasil cresceu de 693 mil em 2004 para 1,78 milhão em 2013. A conta levou em consideração a população economicamente ativa em cada um dos períodos, a partir da qual foi estimado o número total de trabalhadores chineses empregados na indústria de transformação voltada para exportação. O número de trabalhadores foi estimado com base na participação da importação brasileira de produtos “made in China” na exportação total do país asiático. 

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Imposto vilão do preço de roupas, novidade?

imposto

As filas quilométricas que se formaram na porta da loja de departamentos Forever 21 escancaram: o brasileiro quer pagar mais barato por suas compras. Ainda não se sabe se os preços muy amigos da varejista se sustentarão no mercado brasileiro, mas a vinda da marca deu margem a um questionamento. Por que pagamos tão caro em roupas no Brasil?

Há duas semanas, o Banco BTG Pactual divulgou o “Índice Zara”, que mediu o preço de uma cesta de 14 produtos vendidos pela varejista espanhola em 22 países. O Brasil foi o mais caro. No total, o pacote saiu a R$ 2.812,56 (U$S 1.280), 21% superior ao que é nos Estados Unidos (R$ 2.315,65) e 41,6% acima do valor na Espanha (R$ 1.641,67), país sede da empresa.

Especialistas apontam para os impostos para explicar o problema. Segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), o cliente que paga R$ 100 em uma calça jeans desembolsa R$ 38,53 somente em impostos. Para roupas, em geral, a média é de 34,67%.

Outros itens populares entre o público feminino, como maquiagens e bijuterias, também sofrem taxações elevadas. O diretor do Instituto de Estudos em Marketing Industrial, Marcelo Prado, explica que a produção nacional têxtil é especialmente afetada por nosso sistema tributário porque tem uma cadeia de produção dividida em diversas etapas.   :: LEIA MAIS »

ARRANCA RABO PARA A ELEIÇÃO NA FIEB.

Eleição da Fieb vira pauta indigesta no Fórum Empresarial

A renhida disputa pela diretoria da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb) virou pauta indigesta na primeira reunião do Fórum Empresarial da Bahia, realizada na tarde da última terça-feira (21), na Associação Comercial da Bahia. Mesmo com a resistência dos representantes de 25 segmentos empresariais em tratar de um assunto pessoal, o presidente do Fórum Victor Ventin insistiu em dar satisfação sobre a sua impugnação na chapa liderada por José de Freitas Mascarenhas, atual presidente da Fieb.

A longa digressão de Ventin foi rebatida pelo presidente da indústria de panificação, Mário Pithon, candidato oposicionista na Fieb. Segundo ele, a impugnação do adversário foi porque sua inscrição descumpria o estatuto da Federação, onde está claro que os candidatos precisam ser industriais ativos, seja na condição de diretor, sócio-gerente ou acionista. “A empresa que o Dr. Victor Ventin apresentou em sua inscrição, o Moinho da Bahia, está desativada como indústria. A atividade dela que consta na Receita Federal é de locação de imóveis”.

 DATA: 22/01/2014

Embate entre Pithon e Ventin no Fórum Empresarial

Embate entre Pithon e Ventin no Fórum Empresarial

Setor têxtil brasileiro amargou um 2013 ruim e 2014 pode não ser diferente.

O setor têxtil e de confecção fechou o ano de 2013 com mais um déficit recorde no saldo de sua balança comercial, o oitavo consecutivo. A produção física, que teve vários picos positivos e negativos ao longo do ano passado, alcançou o índice negativo de -1,82% para as matérias-primas e de -2,43% na produção de vestuário, de janeiro a novembro/13.

Neste ano, além da pressão dos importados asiáticos e da pesada carga tributária, o setor, segundo a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), enfrentará outras variáveis internas que dificultam o aumento da produção e dos investimentos, porque diminuem a confiança do empresário. Estão nessa lista os gastos públicos que ainda crescem acima do PIB, foco inflacionário resistente, juros crescendo novamente, varejo perdendo fôlego, crescimento pífio da indústria de transformação, dentre outros. “Só uma mudança efetiva no rumo da economia poderia alterar esse quadro. O ano é de eleição, e de Copa, o que torna essa mudança difícil, mas não impossível”, declara Rafael Cervone Netto, presidente da Abit.

As importações de têxteis e confeccionados em 2013 cresceram, em valor (US$), 2,4%, as exportações caíram 1,4%, enquanto o crescimento do déficit na Balança Comercial foi de 3,4% em relação ao mesmo período de 2012 (dados sem fibra de algodão).

As importações somente de vestuário em 2013 apresentaram aumento de 9,1%, em valor comparativamente com o mesmo período em 2012 (US$ 2,375 milhões contra US$ 2,177 milhões em 2012), em toneladas essa variação foi de 6,4% (122.631 toneladas contra 115.299 toneladas em 2012). As importações chinesas representaram 52% do total das importações (US$ 3,517 milhões) e 62% do total de vestuário importado (US$ 1,473 milhão).

Ranking dos países que vendem para o Brasil (importações): China, Índia, Indonésia, Estados Unidos, Taiwan, Bangladesh, Coreia do Sul, Argentina, Turquia, Vietnã, nesta ordem.

FONTE: PORTOGENTE

 

Paralisia industrial já dura 5 anos e deixa setor mais pobre.

Empresa Certificada conforme NBR ISO 9001:2008
Laboratório Têxtil para Ensaios Químicos Acreditados pela Coordenação Geral de Acreditação do INMETRO

Paralisia industrial já dura 5 anos e deixa setor mais pobre

A produção da indústria brasileira está praticamente estagnada. Os dados de novembro – divulgados ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – mostram que a produção brasileira de 2013 ficou apenas 0,3% maior que a de 2008, ano de início da crise mundial. Essa estagnação, contudo, embute comportamentos setoriais muito distintos – queda de 30% e aumento de 23% – e mudanças profundas em algumas cadeias produtivas. E o câmbio é apenas parte da explicação.

O câmbio intensificou um rearranjo produtivo em curso no mundo, com reflexos sobre a indústria brasileira. A produção doméstica perdeu “densidade”, ficou mais pobre, mais dependente dos estímulos oficiais, e mais cara. Salvaram-se setores atingidos, direta ou indiretamente, por políticas governamentais, embora elas não tenham funcionado igualmente para todos os beneficiados.

Em 2008, o Brasil exportou US$ 3,1 bilhões em telefones celulares, e importou US$ 871 milhões dos mesmos bens, encerrando o ano com um expressivo saldo comercial de US$ 2,2 bilhões, 5% do superávit daquele ano. Depois daquele recorde, as exportações de celulares minguaram ano a ano até praticamente sumirem do mapa. Quase todo mercado, hoje, é atendido por importações.

A balança comercial de celulares é um exemplo perfeito do duplo impacto do câmbio valorizado, pois ele elevou competitividade das importações e reduziu a das exportações. O setor de material eletrônico e equipamentos de comunicações foi o principal afetado por essa combinação nos últimos cinco anos, com retração de 30% na produção entre 2008 e 2013. :: LEIA MAIS »

QUE TAL, PASSAR DA IDEIA A AÇÃO?

INDUSTRIA

Nova fábrica no Polo de Informática de Ilhéus.-Grupo multinacional inaugura fábrica no Polo de Informática de Ilhéus.

Nova fábrica no Polo de Informática de Ilhéus

P&B Holding (www.pebholding.com), grupo multinacional criado pela Comtac (www.comtac.com.br) – fabricante de produtos tecnológicos, sediada no Vale da Eletrônica (Santa Rita do Sapucaí – MG) – convida a imprensa para a cerimônia de inauguração de sua fábrica em Ilhéus: a Comtac Bahia.

O evento acontecerá no próximo dia 8 de novembro (quinta-feira), às 15h30, na sede da nova fábrica: Rua C – Quadra N – Lote 5 – Distrito Industrial – Iguape – Ilhéus – BA.

Na ocasião, Luciano Lamoglia, diretor Geral da P&P Holding, apresentará as propostas e metas do grupo e falará sobre a importância do aprimoramento da política industrial brasileira para a retomada de crescimento do Polo de Informática e de toda a região.

Também estarão presentes os principais executivos da companhia, Alex Pichler e Yves Bolkaerts, sócios da P&B Holding, além do gerente Geral da Comtac Bahia, Nirval de Branco.

 

COMTAC BAHIA

Rua C – Quadra N – Lote 5 – Distrito Industrial – Iguape

(Ilhéus – BA)

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