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:: ‘Imprensa’

SINAL DOS TEMPOS

 

Alexandre Garcia – Gazeta do Povo

“Começou dezembro. Começou o fim do ano. E vai terminando o primeiro ano do novo governo. O que fica?

Taxa básica de juros a mais baixa da história da Selic. Inflação abaixo da meta. Contas externas equilibradas. Recuperação da maior recessão da história.

Ainda endividamento público altíssimo, por causa de um estado gordíssimo.

Reforma da Previdência feita, mas reformas tributária e administrativa ainda por fazer. Pacote anticrime e prisão em segunda instância ainda por fazer, deixando a impunidade como presente de Natal para assaltantes, corruptos e bandidos em geral.

As iniciativas do presidente, promessas de campanha, ainda esbarram na lentidão do Legislativo, preso a uma cultura que demora a se atualizar.

Mas a cultura de um novo Brasil já derrubou os homicídios pelo empoderamento das leis e da polícia.

Ninguém mais meteu a mão na Petrobrás, ou dos fundos dos Correios, ou no Banco do Brasil e na Caixa Econômica. Não precisa de aval do líder do PT para fechar negócio com a Petrobras.

O BNDES voltou a ser banco nacional e não internacional para financiamento de ditaduras amigas.

Estradas intermináveis por aditamentos contratuais agora são concluídas pelos batalhões de engenharia do Exército e atoladouros foram convertidos de asfalto bem construído.

A divisão de poderes, característica da democracia, retornou ao sonho de Montesquieu: o Executivo não se mete no Judiciário nem no Legislativo e os respeita.

Mas quem manda em ministério é o chefe do Executivo e não os chefes de partidos políticos.

A política externa se move pelo pragmatismo, entre Estados Unidos e China, entre árabes e israelenses, entre Mercosul e União Europeia.

O interesse é o do Brasil, não de ideologia velha e fracassada, como a que inventava o Mais Médicos para financiar a ditadura sessentona.

Embaixadas deixam de ser diretórios partidários, como a que abrigou Zelaya em Honduras.

Não se compram jornais, como quando estourou o mensalão e se pretendia alugar a omissão ao custo de um punhado de publicidade com os impostos de todos.

Não se conseguiu ainda deixar escolas sem partido, universidades federais sem a velha ideologia falida – esse será um resgate demorado, num deserto de ideias, inçado por raízes de maus frutos.

Governo conservador nos costumes e liberal na economia. Fórmula de fortalecimento moral de um país que aspira a ordem que leva ao progresso. De outro, a liberdade econômica, que gera pesquisa, trabalho, tecnologia, produtividade e distribuição da renda pela mão invisível do mercado.

Também foi um ano de choro e ranger de dentes dos derrotados, que vivem de disse-me-disse, como candinhas lavadeiras.

A militância agarra-se a novas matrizes, inventadas pela orfandade da esquerda americana, depois do fim da mãe Kremlin. Seus porta-vozes agitam bandeiras exóticas que empalidecem, divorciadas dos brasileiros que já não aguentam tanto engodo. Tudo isso pode ser sinal do fim de décadas de desmonte de valores nacionais, familiares e pessoais. E prenúncio da alvorada de novos tempos.”

https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/alexandre-garcia/sinal-dos-tempos/?utm_source=salesforce&utm_medium=emkt&utm_campaign=newsletter&utm_content=alexandre_garcia

ABRIRAM A TAMPA DO TÚMULO DO LULINHA

 

J.R.GUZZO

Nada como algumas perguntas simples e respostas sem complicação para se entender com rapidez a maior parte das coisas que aparecem no noticiário como se fossem o enigma do buraco negro do Universo. Essa história das transações entre um dos filhos do presidente e uma gigante do mundo das comunicações, por exemplo, que acaba de ressuscitar mais uma vez: está tudo 100% errado aí. É um alívio, realmente, diante de tantos mistérios da nossa vida pública, dar de cara com algo que qualquer um pode entender na hora – no caso, um embrulho onde não é possível encontrar nada de certo no começo, no meio e no fim.

Pode a empresa de um filho do presidente da República, conhecido como “Lulinha”, fazer algum tipo de negócio com uma empreiteira de obras públicas? Não pode. Podem, os dois, manter relações comerciais durante anos a fio? Não podem. Pode haver sociedade entre o filho e uma companhia que depende diretamente de atos do pai para sobreviver e prosperar? Não pode. Pode o presidente assinar um decreto que beneficia diretamente a empresa que é sócia do seu próprio filho? Não pode. Enfim: não pode nada, mas aconteceu tudo, no negócio montado entre Lulinha e a Oi/Telemar – Oi/Telemar, mas podem me chamar de Andrade Gutierrez.

É fato que entre 2004 e 2016 a Oi/Telemar pagou 132 milhões de reais à Gamecorp/Gol, a empresa do filho, por “serviços prestados”. É fato que não apareceu até agora nenhum motivo ou justificativa para que a primeira desse tanto dinheiro assim à segunda – que nunca teve ativos, talentos, funcionários, atividade empresarial ou qualquer outra coisa que pudesse valer, para a Oi, pagamentos de mais de 130 milhões de reais. É fato que um dos serviços prestados, constante de uma nota de 900.000 reais emitida em 2009, foi por “consultoria jurídica”. Como assim? A Gamecorp/Gol não era um escritório de advocacia – era apenas uma firma que fazia, segundo declarava o seu dono, “desenvolvimento e gestão de canais de distribuição de TV por assinatura” ou coisas desse tipo, todas elas em estado igualmente gasoso.

É fato, enfim, que em 2008 o presidente Lula assinou o decreto 6.654, dando à Oi/Telemar o direito de comprar a Brasil/Telecom. A compra não podia ser feita, pela lei – para isso, teria de haver, diretamente, um decreto presidencial de autorização. Resumo da peça, com pano “extremamente rápido”, como no “Teatro Corisco” de Millôr Fernandes: a Oi deu mais de 130 milhões de reais à Lulinha, e Lula assinou o papel que deu à Oi exatamente o que ela queria, e que só o presidente poderia dar. É isso o que aconteceu. O resto é metafísica, empulhação e conversa de advogado.

A Gamecorp/Gol, como é sabido, desapareceu da face da Terra sem deixar vestígio: só durou enquanto recebeu “aportes” e pagamentos da empreiteira-mãe. Quanto à própria Oi/Telemar, como também se sabe, a coisa toda acabou em lágrimas: a empresa está em “recuperação judicial” e seu presidente acaba de pedir demissão, assim que a justiça pediu novas investigações sobre o caso – que se julgava morto. “É só pepino”, explicou ele.

Resta, enfim, mais uma constatação de grande simplicidade: o silêncio da imprensa sobre histórias como essa faz o caso desaparecer do noticiário, mas não dos autos. A Justiça é um animal de comportamento imprevisível. Essa ou aquela história parecem sepultadas para sempre – mas de repente a tampa do túmulo se abre e saem de lá 47 mandados judiciais de busca e apreensão, a “fase 69” de uma investigação criminal e sabe-se lá quantos infortúnios a mais. A vida é dura.

MALHA FINA DO JORNAL ‘A REGIÃO’ – ILHÉUS

16.Novembro.2019

Morte por nanismo

Muita gente do PT está apavorada com o resultado das eleições de 2020. Hoje com apenas 35 prefeituras, o partido não deve ter candidato na maioria das cidades, podendo encolher ainda mais e complicar o cenário de 2022.

A loucura oficial

Tudo que funciona sempre pode ser sabotado pelos governantes obtusos. Um exemplo é o Porto de Ilhéus, onde a Codeba proibiu a entrada de táxis e vans que sempre, há anos, pegavam os turistas de cruzeiros para fazer seu tour.

Viagem de 1 minuto

Por causa da Codeba, a Prefeitura teve que arranjar ônibus para fazer o trajeto. O turista entra no ônibus, anda 500 metros e desce no Centro de Convenções, onde, aí sim, pode optar pelos táxis e vans. Uma viagem extra, cara e ridícula.

Maior abandonado

O bairro Salobrinho tem 13 mil moradores, mais que muita cidade, mas está sem consultas no posto de saúde porque a Prefeitura de Ilhéus não pagou a internet. A situação foi denunciada pelos avisos, feitos a mão, dos funcionários.

Tudo é festa…

MALHA FINA DO JORNAL ‘A REGIÃO’

19.Outubro.2019

Carruagem mágica

O prefeito mágico de Ilhéus, Valdenilton Marão, continua sem explicar como fez 6 carros alugados por ele andar só com vento, sem nunca ter sido abastecidos na conta da Prefeitura. Duas S10 eram só para servir seu gabinete.

Mistério e silêncio

A denúncia, levantada com documentos pelo blog do Gusmão, está sem resposta por parte de Marão e o prefeito de fato Bento Lima, responsável pela área na época. Os carros ficaram parados? Foram emprestados a alguns parças?

Rali do Jegue

Itabuna pode sediar uma etapa de rali em suas ruas e avenidas. O desafio será vencer os milhares de buracos que Cuma espalhou pela cidade. Tem tanto buraco que é mais fácil contar as ruas que não tem nenhum. Cabe na mão.

Truculência

Os brucutus do prefeito Fernando Cuma tiraram, à força, uma banca que ficava na Beira Rio e nunca atrapalhou ninguém. Jogaram na Praça do Esporte, mas usaram um guindastre que destruiu a banca, antes em ótima condição.

Enganando bestas

Os cúmplices mais próximos do ficha-suja Fernando Cuma acham que sua candidatura à reeleição é jogada. Dizem que ele vai usar a desculpa para arrecadar dinheiro e depois desistir em cima da hora. O dinheiro? Não tem volta…

Nota de R$ 3

Augusto Castro, ex-oposição e hoje aliado do PT, conseguiu que Otto Alencar, cacique de seu novo partido, o PSD, desse uma decalaração apoiando seu nome para prefeito de Itabuna. Tem o mesmo valor de uma de tempos atrás.

As águas rolam

Na época, Geddel Vieira Lima ainda estava solto, aprontando na Caixa e mandando no MDB. Ele veio a Itabuna pra garantir que Ricardo Xavier ia “ser mesmo” candidato a prefeito. Durou só até fechar apoio a um de outro partido.

Claque de Rui

Augusto parece esquecer que Otto é aliado de Rui Costa, que é aliado de Fernando Cuma, que é aliado do próprio bolso. Se Otto não romper com Rui, Augusto pode se preparar para subir no palanque de Cuma e ensaiar o aplauso.

Rei bobo da corte

Dizem que a preferência dos oportunistas de plantão em querer apoiar Azevedo é a certeza que pode ser dominado. Sabem que o capitão não manda, não decide e nem delega. Oportunidade de ouro para espertos encherem os bolsos.

Pinto no lixo

Parece que as negociações do grupo do deputado Rosemberg Pinto (coronel Berg) para apoiar Azevedo vão de vento em popa. Os mais entusiasmados são Miralva, Manoel Porfirio e Ninão (ex-segurança de Geraldo Simões).

Pobreza eleitoral

Traídos por Geraldo, Miralva e Ninão vão ter o gostinho de fazer campanha contra. Se bem que, tão “hipossuficiente de votos”, Geraldo pode nem ser candidato a cargo algum. Até para vereador seria uma aventura muito arriscada.

Saúde terminal

Os postos de saúde em Itabuna estão todos sem condições de uso e, se o MP enxergasse, já teriam sido interditados. O ex-secretário de saúde falou que a causa são as empresas que ganham licitação e dão a obra como pronta sem ser.

Vilas-Ruins

A decisão do governo do estado, de transferir a pediatria para a UPA e duas UBS que não funcionam parece coisa de quem nunca esteve em Itabuna. Tiraram de onde era excelente (Hospital Manoel Novaes) par entregar à própria sorte.

Migração apressada

Com apenas dois anos incompletos de mandato, já tem aspones da prefeitura de Itabuna procurando o prefeito de Ilhéus, que faz uma gestão “menos pior” que o ficha suja, para se acomodar. Temem o fim prematuro do desgoverno.

Motim pela culatra

A tentativa de motim na PM, orquestrada pelo ex-PM Prisco, já preso pelo motim violento de anos atrás, só serviu para desmoralizar seu comando, com uma adesão ínfima, fechar todas as sedes da Aspra e ter a sociedade contra.

Bandido iguais

Porém a maior serventia da “greve” de meia dúzia foi mostrar que PM que vandaliza e ataca colegas a tiros não é policial e sim bandido de farda. Assim como certos deputados não passam de bandidos com terno, gravata e grana.

Seu $$ no motim

Prisco vai ter que explicar por que um carro alugado pela Assembleia Legislativa para uso somente em serviços parlamentares estava na garagem da Aspra, com tickets de combustível pagos pela Alba e R$ 5 mil em grana viva.

Cabeça quente

O pessoal que cerca o governador Rui Costa anda bem preocupado com a chance de ele terminar sem concorrer a nenhum cargo em 2022. Otto e João Leão, donos de 95 e 98 prefeituras, querem ocupar a cadeira de governador.

Cadeiras ocupadas

Um deles terá que sair para o Senado, que só terá uma vaga em jogo. Sobra a vaga de vice, que não serve para Rui, e a sua chance de ser candidato a presidente, apesar de ser uma piada desde o início, foi pulverizada de vez pelo PT.

Quase expulso

A chance de qualquer coisa no PT acabou quando Rui declarou que o partido devia esquecer o “Lula livre” nas negociações. Levou esporro público do corrupto condenado e teve pedido de expulsão abortado graças a Wagner.

Com calças na mão

A demissão de Guilherme Galvão da diretoria geral da Ceplac surpreendeu os ex-ricos produtores de cacau. Muitos torceram por sua indicação, mas poucos saíram em defesa de Galvão e alguns chegaram até a criticar o ex-diretor.

Queriam mamata

Dizem que Galvão passou todo esse tempo lá e não emitiu a nota técnica que poderia livrá-los das dividas. A turma só queria mesmo usar a indicação do diretor para se dar bem. É tradição. Cacauilcultor só olha para o próprio umbigo.

Pará tem união

A queda de Galvão ocorreu pela demonstração de força politica do Pará, de onde sairá o novo diretor. Interlocutores da Ministra da Agricultura alegam que os produtores de cacau “são desunidos” e ajudaram na queda de Guilherme.

Procura-se coveiro

Como diz o ditado, “há males que vem para o bem”. Isso se aplica à exoneração do diretor geral, que escapou de levar o titulo de “coveiro da Ceplac”. Há tempos o governo federal quer extinguir o órgão. Só FHC fez algo por ele.

Ninguém quer

Lula, talvez com ciúmes por ele ter multiplicado o salário dos ceplaqueanos, desde o primeiro dia queria fechar a Ceplac. A anta Dilma fez o órgão padecer de inanição. Temer o transformou em departamento. Só falta a pá de cal.

Política antiga

Em Ilhéus, tem candidata e candidato a prefeito fazendo campanha do jeito antiquado, dando presentes no dia das crianças e peixe na semana santa, depois pagando um blogueiro para divulgar. Não tem a menor chance de vingar.

Gostou? Repasse…

Afinal, assessor de imprensa é jornalista?

Classificar assessor de imprensa como jornalista é um assunto muito polêmico na comunicação social. Sobre o tema, há diversos pontos de vistas que alimentam à discussão historicamente. Afinal de contas, essa classificação está correta?

Antes de se aprofundar em qualquer questão acerca da polêmica, é importante enfatizar um ponto relevante. Atualmente, não existe nenhuma lei em vigor que traga a resposta definitiva sobre o tema.

A Federação de Jornalistas promoveu, em 2018, uma campanha junto aos sindicatos da categoria. Na ocasião, os órgãos defendiam: “assessor de imprensa é jornalista”. O objetivo era garantir ao profissional de AI a jornada especial de trabalho, assim como os colegas de redação.

Porém, em junho deste ano, ao contrário do propósito da campanha promovida pela Fenaj, a 4ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho julgou improcedente a pretensão de um jornalista fora do ramo usufruir da carga horário destinada à profissão de jornalista.

Relação entre jornalista de redação e assessor de imprensa 

Levando em consideração o mercado de trabalho, nota-se a similaridade na rotina de ambos os nichos. Por exemplo, o assessor de imprensa, assim como jornalista de redação, cumpre o trabalho de apurar informações diariamente (mesmo que juntos a clientes). Além de produzirem conteúdos relevantes para divulgação constantemente. Nos bastidores, aliás, muito assessor de imprensa reclama (quase sempre com razão) dos profissionais do “outro lado do balcão” que simplesmente “copiam e colam” os materiais enviados.

As semelhanças entre as ocupações está ligada diretamente ao processo de produção. E não para por aí. No meio acadêmico, a situação é praticamente a mesma enfrentada no dia a dia do mercado de trabalho.Muitas faculdades e universidades espalhadas Brasil afora considera — oficialmente — as atividades de assessoria de imprensa como parte do jornalismo.

Ao analisar a grade dos cursos de graduação em jornalismo, vemos que há ao menos um módulo destinado completamente ao aprendizado sobre a área de assessoria de imprensa. É o caso de faculdades que são vistas como referência, inclusive ocupando as primeiras posições da última edição do Ranking Universitário da Folha. Sãos os casos de Cásper Líbero, Metodista, ESPM e PUC-SP.

  • “Assessoria de Imprensa e Comunicação Corporativa”. Disciplina no segundo ano do curso de jornalismo da Cásper Líbero.

  • “Assessoria de Comunicação”. Módulo presente no terceiro período da graduação jornalística da Metodista.

  • “Relacionamento com a mídia e influenciadores digitais (assessoria de imprensa)”. É uma das aulas previstas na matriz curricular de jornalismo da ESPM.

  • “Comunicação Institucional em Jornalismo”. Disciplina compõe a grade do segundo semestre do curso de jornalismo da PUC-SP.

O fato de aulas sobre assessoria de imprensa estarem presentes em graduações de jornalismo foi mencionado por Anderson Scardoelli, editor sênior do Comunique-se. Em vídeo, ele fala do assunto:

Principais diferenças entre as áreas 

A principal diferença entre as profissões está no objetivo final de cada ação. A missão do jornalista de redação é atender à sociedade com notícias consideradas de interesse público. Por outro lado, o assessor de imprensa presta serviços diretamente para uma empresa, marca ou personalidade — e acaba por atuar como sua representante, sua porta-voz.

Relacionamento entre as profissões 

Apesar dos pesares, a relação entre jornalista de redação e assessor de imprensa ocorre diariamente. Em muitos casos, inclusive, o relacionamento é próximo e sadio. Se bem executado, a prática pode render resultados expressivos em via de mão dupla.

O jornalista de redação, na busca diária pela notícia, encontra no assessor de imprensa um contato relevante. Além do acesso direto à informações pertinentes, tem facilidade para conversar com uma determinada fonte importante.

O assessor de imprensa, por sua vez, tem o release publicado e garante a visibilidade na mídia de seu assessorado. Garantindo sua função de trabalhar a imagem da empresa diante da imprensa.

Conclusão 

Na prática, podemos afirmar que sim. O assessor de imprensa é jornalista. Desde o processo de produção dos releases, que contempla o processo de apuração de informações e a produção textual até mesmo a sua formação acadêmica.

Imprensa marrom

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Imprensa marrom é uma expressão de cunho pejorativo, utilizada para se referir a veículos de comunicação (principalmente jornais, mas também revistas e emissoras de rádio e TV) considerados sensacionalistas, ou seja, que buscam elevadas audiências e vendagem através da divulgação exagerada de fatos e acontecimentos, sem compromisso com a autenticidade.[1][2]

É o equivalente em português do termo em lingua inglesa “yellow journalism“. Em ambos os casos registram-se transgressões da ética jornalística.

PEC de Guedes acaba com adesão obrigatória de profissionais a conselhos de classe

Andréa Torrente[12/07/2019] [16:33] Fonte: GAZETA DO POVO

“Hoje existem 29 conselhos de classe federais, como a Ordem dos Advogados do Brasil subdivididos em dezenas de regionais nos estados.| Foto: Divulgação/OAB-PR”

O ministro da Economia, Paulo Guedes, enviou ao Congresso uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba, em alguns casos, com a obrigatoriedade de inscrição dos trabalhadores nos conselhos profissionais de classe. A PEC também transforma a natureza jurídica dessas entidades, que deixam de ser públicas e passam a ser privadas. A PEC 108/2019 começou a tramitar na terça-feira (9).

“A lei não estabelecerá limites ao exercício de atividades profissional ou obrigação de inscrição em conselho profissional sem que a ausência de regulação caracterize risco de dano concreto à vida, à saúde, à segurança ou à ordem social”, diz o texto da PEC.

O documento não especifica quais entidades serão atingidas pelas mudanças. Existem 29 conselhos de classe hoje no país, sendo os principais a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), o Conselho Federal de Medicina (CFM) e o Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea).

A proposta prevê também que os profissionais inscritos nos conselhos sejam sujeitos às regras da legislação trabalhista. Na justificativa da PEC, Guedes diz que o objetivo da lei é eliminar “obstáculos ao desenvolvimento econômico e social do país” e os “riscos de burocratização”.

Nova natureza jurídica dos conselhos profissionais
Entre os pontos principais do documento está a mudança da natureza jurídica dos conselhos profissionais, que deixam de ser autarquias que pertencem à administração pública e passam a ser entidades privadas sem fins lucrativos.

Atualmente, os conselhos profissionais são tratados pela doutrina e pela jurisprudência como autarquias, embora tenham uma organização mais parecida com a de entidades privadas. Segundo o governo, a jurisprudência dos últimos anos deu entendimentos discordantes sobre a natureza jurídica dos conselhos e a lei vem para preencher uma “lacuna constitucional”.

Críticas à mudança nos conselhos profissionais
O presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU-BR), Luciano Guimarães, criticou a nova natureza jurídica dos conselhos, pois vai impedir que as entidades fiscalizem e apliquem penalidades a seus membros.

Segundo Guimarães, a lei deveria garantir aos conselhos “efetivos poderes de fiscalização, orientação e disciplina da respectiva profissão, compreendendo o poder de autuar nos casos de infração à legislação profissional e de aplicar e cobrar multas”.

Já a norma que desobriga a inscrição nos conselhos profissionais é, para o presidente do CAU, um avanço: “A PEC não se propõe a acabar com a inscrição em conselho profissional; pretende que essa inscrição se restrinja aos casos em que a ausência de regulação caracterize risco de dano concreto à vida, à saúde, à segurança ou à ordem social”. Segundo Guimarães, a não obrigatoriedade “evita a proliferação de profissões regulamentadas, com imposição de reservas de mercado quando não estão presentes interesses coletivos como a vida, a saúde, a segurança ou a ordem social”.

Guimarães porém faz um ressalva:

Em nota, a OAB informou que está fazendo uma análise técnica e jurídica da PEC. Procurado pela reportagem, o Confea disse que não vai se manifestar. A Gazeta do Povo procurou também o CFM, o Conselho Federal de Enfermagem e o Conselho Federal de Medicina Veterinária. Essas entidades não se posicionaram.”
Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/republica/pec-guedes-acaba-inscricao-obrigatoria-conselhos-profissionais/
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ILHÉUS SEM OS DEDOS, SEM OS ANÉIS E SEM VERGONHA

A MÍDIA TRADICIONAL EM DESESPERO

Não está aguentando tomar tanta porrada nas redes sociais, pelos seus fake news e montagens mentirosas.

Montagem do Google

Verdades Ocultas

Bem vindo ao século XXI, onde tudo é…possível?

Compilado do Informativo Cariri

Bem vindo ao século XXI.

Aqui o sexo é livre e o amor se tornou um bolso cheio de notas.

Onde perder o celular é pior do que perder os teus valores.

Onde a moda é fumar e beber, e se não fizer isso, você está obsoleto.

Onde o banheiro se tornou estúdio para fotos e a igreja, o lugar perfeito para check in.

Século XXI, onde homens e mulheres temem uma gravidez muito mais que HIV.

Onde o serviço de entrega de pizza chega mais rápido do que a ambulância.

Onde as pessoas morrem de medo de terroristas e criminosos muito mais do que temem a Deus.

Onde as roupas decidem o valor de uma pessoa e ter dinheiro é mais importante do que   ter amigos ou até mesmo família.

Século XXI, onde as crianças são capazes de desistir dos seus pais pelo seu amor virtual.

Onde os pais esquecem de reunir a família à mesa para um jantar harmonioso, conversando sobre o dia a dia pois estão entretidos no seu trabalho ou celular.

Onde homens e mulheres muitas vezes, só querem relacionamentos sem obrigações e seu único “compromisso” se torna posar para fotos e postar nas redes sociais jurando amor eterno.

Onde o amor se tornou público ou uma peça de teatro.

Onde o mais popular ou o mais seguido com mais curtidas em fotos é aquele que aparenta esbanjar felicidade; aquele que posta fotos em lugares legais e badalados rodeados por “amizades vazias” com “amores incertos” e “famílias desunidas”.

Onde as pessoas se esqueceram de cuidar do espírito, da alma vazia e resolveram cuidar e cultuar os seus corpos.

Onde vale mais uma lipoaspiração para ter o corpo desejado do “mundo artístico” do que um diploma universitário.

Onde uma foto na academia tem muito mais curtidas do que uma foto estudando ou praticando boas ações.

Século XXI, aqui você só sobrevive se jogar com a “razão”, e você é destruído se agir com o teu coração!

MALHA FINA DO JORNAL ‘A REGIÃO’!

Horta esportiva

A gestão do prefeito de Ilhéus, Valdenewton Marão, inova até no esporte. Como o Colo Colo não vai disputar nada, depois de dispensar quem ajudava, o estádio Mário Pessoa virou horta, com plantação de melancia e quiabo. 

A gente avisou

Nós bem que avisamos que contratar Geraldo ‘Mazela’ para a secretaria de saúde de Ilhéus era uma furada. Ele tem fama de destruir a pasta por onde passa. Ser convocado para explicar diabices é coisa normal para ‘Mazela”. 

Irregular de carreira

Quem lembra da atuação-vexame de Geraldo Majela em Itabuna e Teixeira de Freitas, de triste memória, não se surpreende em ele ser convocado pela Câmara de Ilhéus para explicar “irregularidades graves e farra com diárias”. 

Desvio de 2 milhões

Magela foi acusado de desviar R$ 2 milhões em Itabuna, dinheiro que deveria ter sido usado na reforma de postos de saúde fechados. O professor de história foi indicado para secretário de Saúde pelo deputado Augusto Castro. 

Só malvadezas

A (indi)gestão de Magela em Itabuna (com Azevedo prefeito) teve protesto de servidores, atrasos de salário, corte de repasses para o Cemepi, boicote a mutirão do estado, recorde de mortalidade infantil, revolta no HBLem. 

Bens bloqueados

Em Teixeira de Freitas, o nômade da saúde teve os bens bloqueados pela Justiça, por irregularidades na licitação de construção do Centro de Hemodiálise. Deixou rombo de R$ 8 milhões e saiu debaixo de acusações do prefeito. 

Curinga do Estado

Magela passa de prefeitura em prefeitura, sempre imposto pelo Estado a prefeitos aliados e anunciado como profissional “com 30 anos de experiência em prefeituras”. O que não contam é seu fracasso em cada uma delas. 

Como cachorro em…

Como antecipamos, foi publicada a exoneração de Juvenal Maynart da diretoria da Ceplac. Dizem que o homem está sem destino e já anda falando sozinho. Não tem mais Geddel para ouvir choro ou arrumar cargo de enfeite. 

…dia de mudança

Os ceplaquanos até pensaram em fazer uma festa de arromba para comemorar a saída de Juvenal, com fogos e banda tocando “arruma a malaê”. Só não fizeram por falta de dinheiro e em respeito ao velório do departamento. 

Distopia blogueira

Maynart, logo depois de exonerado da Ceplac, acionou sua assessoria para espalhar um texto onde só falta dizer que ele transformou o órgão numa “Embrapa”. O fato é que a Ceplac antes e depois dele é o mesmo defunto. 

Caixão e vela

A única diferença é que foi rebaixada a departamento (e continua departamento). Como desde o governo Lula, continua sem orçamento, sem concurso público, sem fazer extensão, com uma sede ociosa e candidata à extinção. 

Ação entre amigos

A eleição da Amurc foi um acerto de compadres, articulada pelo deputado da facção PT Rosemberg Pinto. Com baixo comparecimento de prefeitos, que se sentiram pressionados por Rosemberg, que diz exercer influencia na Amurc. 

Muita sede ao pote

Ele indicou Lero Cunha (Firmino Alves) e luta vorazmente para abocanhar a maioria dos cargos do estado no sul da Bahia. Isso tem incomodado sua própria facção PT e a base aliada. A gulodice vai dar problemas para o governador. 

Acabou a farra

Não existem cargos suficientes para alojar a imensa quantidade de ‘coordenadores’ e ‘apoiadores’ da campanha do deputado da facção PT, mesmo porque o governo está falido, sem dinheiro nem para o cafezinho com brioches. 

Bajulando corrupto

Josias Gomes, Rosemberg Pinto, Everaldo Anunciação, Geraldo Simões, Lenildo Santana, Adroaldo Almeida e o Teatro Popular de Ilhéus defendem a corrupção e os corruptos. Fizeram festa para um dos maiores no dia 18. 

Condenado festivo

O TPI esculhambou a imagem de Ilhéus ao fazer o lançamento do livro de José Dirceu, corrupto condenado a 30 anos de cadeia por roubar o dinheiro que falta na saúde, educação, segurança, estrutura. O próximo é Beira-Mar? 

“A gente somos inútil”

Ninguém sabe para que servem os funcionários da Câmara de Ilhéus que lidam com contabilidade, tesouraria, licitação, compra e contrato. A Câmara contratou, por R$ 208 mil e R$ 96 mil, duas empresas para fazer a mesma coisa. 

Incompetência

As duas vão ganhar pela “assessoria e consultoria”, maneira bem subjetiva e nebulosa de justificar os contratos gordos. Se os servidores precisam de duas empresas para aprender a trabalhar, seria melhor demitir todos eles.

BOMBA! Jornalista Regina Villela descobre o real motivo da renúncia…


contador free

nao basta

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