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:: ‘Imóveis’

Site de venda de imóveis públicos entra em funcionamento

VendasGov unifica ofertas da União, de estados e de municípios

Publicado em 01/05/2021 – 19:42 Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Imóvel da União

A partir deste mês, o cidadão poderá comprar imóveis públicos pela internet. Entrará em funcionamento a plataforma VendasGov, que expandirá o atual Portal de Venda de Imóveis da União e permitirá a unificação das ofertas da União, dos estados e dos municípios.

Desenvolvido pelo Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) em parceria com a Secretaria de Coordenação e Governança do Patrimônio da União do Ministério da Economia, o VendasGov passará a oferecer imóveis da Administração Pública Indireta (como fundações, autarquias e empresas estatais). O Serpro oferecerá a plataforma aos governos locais e aos demais Poderes (como Legislativo, Judiciário e Ministério Público).

Segundo o Serpro, o VendasGov aumentará a concorrência nos lances, ao concentrar os bens de todos os entes num único ambiente e aumentar a visibilidade. Com o novo sistema, o cidadão não precisará deslocar-se a nenhuma outra cidade para participar das licitações.

Todas as fases da concorrência pública ocorrerão de forma digital. Pelo site, será possível conferir fotos do imóvel, verificar os editais, enviar as propostas e aguardar a declaração do vencedor da licitação. A plataforma, no entanto, não gere a locação de imóveis, não publica na imprensa nacional e também não contempla as etapas do pós-venda do imóvel (homologação, contrato de compra e venda e averbação no registro de imóvel).

Quem pode participar

A partir do lançamento do VendasGov, qualquer pessoa física e jurídica, em qualquer lugar do país e com conta de login no Portal Gov.br, poderá visualizar os imóveis e participar das licitações. As condições e as regras de classificação e desclassificação estarão estabelecidas no respectivo edital de venda. No caso das pessoas jurídicas, é necessária a autenticação por meio do certificado digital do representante legal.

Edição: Claudia Felczak

Aumento no preço de insumos para construção civil preocupa o setor

Alta pode prejudicar sobretudo empreendimentos populares, diz CBIC

Publicado em 22/02/2021 – 15:06 Por Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil – Brasília

O interesse do brasileiro pela compra de imóveis continua alto, em parte pelo fato de a pandemia ter influenciado as pessoas a buscarem melhor qualidade de vida por meio da aquisição desse tipo de bem. No entanto, os Indicadores Imobiliários Nacionais do quarto trimestre de 2020 mostram que o aumento dos preços do material de construção e as ameaças de desabastecimento podem prejudicar o setor, em especial os empreendimentos dos imóveis ligados ao programa Casa Verde e Amarela voltados para famílias com renda mensal entre R$ 2.500 e R$ 4.500.

Os indicadores foram divulgados nesta segunda-feira (22) pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).

Segundo a CBIC, a faixa com renda mensal de R$ 2.500 a R$ 4.500 é a que corre mais risco por ser a que representa menor margem de lucro para as empresas contratadas. De acordo com a entidade, isso pode diminuir o “apetite das empresas” pela fatia de mercado voltada ao programa de habitação do governo federal.

A sondagem da CBIC, que ouviu 1.200 consumidores, aponta aumento de 9,8% na compra de imóveis novos (apartamentos) e queda de 17,8% no número de lançamentos em 2020 na comparação com o ano anterior. No país, as vendas tiveram aumento de 3,9% no quarto trimestre de 2020, na comparação com o trimestre anterior. Na comparação entre o quarto trimestre de 2020 e o mesmo período de 2019, as vendas subiram 6,7%.

A CBIC ressalta que o principal problema enfrentado por empresários do setor no quarto trimestre de 2020 foi a falta ou o alto custo de matéria-prima, com 50,8% das assinalações. “O aumento no preço de insumos gera insegurança, em especial para as vendas já contatadas”, afirmou hoje o presidente da CBIC, José Carlos Martins, em entrevista coletiva online.

Martins disse que “estaria tudo tranquilo”, não fosse o aumento no preço de insumos associado à falta de abastecimento de muitos dos materiais, algo que considera “extremamente preocupante”. “As obras contratadas em 2020 usavam previsões que tinham por base outros valores. Dessa forma, aquilo que seria um resultado [positivo] da empresa torna-se prejuízo. Isso dá medo às empresas na hora de fazer levantamentos, principalmente no caso do Programa Casa Verde Amarela, que é o antigo Minha Casa Minha Vida”, acrescentou, ao afirmar que a situação pode colocar o setor em risco.

Citando dados da Fundação Getulio Vargas, Martins informou que os preços do material de construção subiram 19,60% no ano passado. D acordo com a entidade, alguns insumos tiveram aumentos acima de 50% no mesmo período. Segundo a CBIC, trata-se da “maior alta” registrada em todo o período pós Plano Real”. Entre os insumos que mais têm pressionado as empresas, a CBIC destaca aço, cimento, PVC, cabeamentos de cobre e blocos de cerâmica.

“O impacto já foi sentido em números do programa Casa Verde e Amarela, segmento mais afetado pelos aumentos, em função de suas margens, que são menores, e por possuir teto para contratação. A representatividade do programa sobre o total de lançamentos no quarto trimestre de 2020 foi de 47,1%. Sobre o total de vendas, a participação foi de 48,6%. No terceiro trimestre de 2020, a representatividade foi de 54,7% e 53,0%, respectivamente”, complementa a CBIC.

A CBIC acrescenta que, apesar de os financiamentos imobiliários terem atingido recorde histórico em 2020 (R$ 177 bilhões), com recursos da poupança crescendo 58%, os financiamentos pelo Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) caíram 5% no mesmo período. “Nossa preocupação é que seguidamente há saques no FGTS. E isso acabará prejudicando as famílias que querem ter acesso à sua moradia”, argumentou Martins.

Diante de tal quadro, a CBIC diz que pretende “sensibilizar governo e Congresso” para buscar, de forma conjunta, alternativas. “Queremos mostrar o risco que isso pode trazer para a economia e o impacto que pode causar em outros setores. Vamos colocar o problema na mesa e discutir as possibilidades, que passam por importação, por mexer em prazos de contratos, fazer reequilíbrio de contrato”, antecipou Martins.

Edição: Nádia Franco

OUTRO IMÓVEL QUE PODE DESABAR NO CENTRO DE ILHÉUS

Banco do Brasil vai vender 1.404 imóveis

Descontos podem chegar a 70%

Publicado em 05/01/2021 – 09:04 Por Agência Brasil – Brasília

Moeda Nacional, Real, Dinheiro, notas de real

O Banco do Brasil anunciou a venda de 1.404 imóveis com descontos que podem chegar a 70%. A oferta abrange casas e apartamentos com valores que variam de R$ 15 mil a R$ 21,7 milhões.

A campanha de venda tem previsão de seguir até o dia 15 de janeiro. Informações sobre os imóveis podem ser obtidas por meio deste site.

A Região Nordeste é a que concentra maior número de imóveis à venda, com 590 unidades e descontos de até 65%. Em seguida está a Centro-Oeste: 349 imóveis e descontos de até 70%.

O banco informou que, em 2020, vendeu 770 imóveis decorrentes de créditos concedidos a inadimplentes. Destes, 684 foram por meio da plataforma Seu Imóvel BB. As outras vendas foram feitas por meio de leilão online ou por venda direta.

“Para dar segurança ao comprador, o BB garante o pagamento de todas as despesas vinculadas ao imóvel até a transferência da propriedade ao comprador, como impostos, taxas de energia, água e gás e condomínio”, informou, por meio de nota, o banco.

Para acessar o site do Banco do Brasil com as ofertas de imóveis, clique aqui.

Portal AgroBB

Desde abril do ano passado, o banco disponibilizou um outro portal – o AgroBB –, que é dedicado exclusivamente à venda de imóveis rurais.

Há nesse portal o portfólio de cerca de 100 propriedades em todo o território nacional, com valores que vão de R$ 11 mil (terreno) a R$ 48 milhões (fazenda).

Para acessar o site AgroBB, clique aqui.

Edição: Kleber Sampaio

Banco do Brasil cria plataforma para venda de imóveis rurais

A ferramenta funciona por meio do portal Seu Imóvel BB

Publicado em 19/12/2020 – 12:23 Por Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Acesso internet celular

O Banco do Brasil (BB) disponibilizou nesta semana uma plataforma digital exclusiva para venda de propriedades rurais, a AgroBB. A ferramenta funciona por meio do portal Seu Imóvel BB, lançado em abril deste ano pelo banco, em parceria com a startup Resale, para venda digital de imóveis.

No momento, estão disponíveis 77 propriedades rurais em todo o país, com valor de mercado médio de R$ 1,6 milhão.

O objetivo do banco, ao adotar o modelo de marketplace, é “fomentar a cadeia produtiva da agroindústria e integrar suas linhas de negócios”. De acordo com o BB, a plataforma digital lançada na quarta-feira (16), além de viabilizar a aquisição do imóvel, traz um link com acesso aos seus produtos e serviços. “Já estamos trabalhando também para que esses imóveis rurais sejam integrados a soluções rápidas de seguro, pagamentos, linhas de crédito e vendas de maquinário, reafirmando nosso protagonismo no ecossistema do agronegócio”, afirmou o vice-presidente Corporativo do BB, Mauro Neto, em comunicado.

Dentre as propriedades disponíveis no AgroBB está a Fazenda Fico, localizada no município de Nova Ubiratã, no Mato Grosso, grande produtor de grãos do estado. Com área de 9,7 mil hectares, a fazenda está à venda com valor mínimo de R$ 48 milhões e as propostas podem ser enviadas até 19 de janeiro de 2021.

A carteira de ativos do BB é composta por imóveis rurais e comerciais recebidos em processos de recuperação de dívidas, imóveis residências retomados do crédito imobiliário e imóveis liberados do uso. De acordo com o banco, o portal utiliza, na concorrência pública, a tecnologia blockchain e é uma plataforma completa de comercialização de imóveis, que oferece desde a consulta de imóveis disponíveis para venda, o envio de propostas, assinatura de contratos, até a transferência da propriedade ao comprador, tudo online.

O BB garante ainda o pagamento de todas as despesas vinculadas ao imóvel até a transferência da propriedade ao comprador (impostos, taxas de energia, água e gás, condomínio etc.). Entretanto, no caso de caso de propriedades ocupadas por terceiros, o comprador assume os riscos, providências e custas necessárias à desocupação, como medidas judiciais e extrajudiciais.

Edição: Valéria Aguiar

Entenda de uma vez por todas o que é desmembramento

Digamos que você tenha um terreno grande, que possui espaço para mais de um imóvel nele. Nesses casos, você pode desde construir outro imóvel para alugar como construir para seus filhos. No entanto, quando essas construções são feitas sem muito planejamento, é possível que você acabe com um imóvel a mais que não tem muita serventia.

Assim, para resolver problemas como esse existe o instituto do desmembramento, que é um direito garantido pelos municípios em propriedades imóveis, sejam elas urbanas ou rurais. Ele é o ato de subdividir as terras que ainda não foram regularizadas em loteamentos.

Desse modo, você deverá procurar a secretaria de obras de sua cidade e verificar o que é necessário para o desmembramento. Daí em diante, a planta e o memorial descritivo  seguirão para a prefeitura, onde será regularizado o desmembramento, após todos os trâmites legais.

Logo, após a emissão da certidão de desmembramento, você poderá fazer a averbação do auto na matrícula do imóvel antigo, além de realizar as novas matrículas.

A partir daí, você poderá inclusive vender o imóvel construído, já que ele faz parte de outro terreno. Além disso, o IPTU poderá ser reduzido, considerando que uma das bases do cálculo é o tamanho do terreno.

Portanto, se você possui dois imóveis em um único terreno, pode ser interessante procurar um advogado para realizar o desmembramento, a depender de seus objetivos para aquele imóvel.

https://www.vlvadvogados.com/

 

Imóveis da União desocupados serão vendidos pela internet

Pessoas físicas também poderão adquirir os bens oferecidos

Publicado em 24/07/2020 – 22:12 Por Pedro Rafael Vilela – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Teletrabalho, home office ou trabalho remoto.

A Secretaria de Patrimônio da União (SPU) anunciou nesta sexta-feira (24) que abrirá concorrência pública para a venda de imóveis do governo federal pela internet, a partir de um sistema desenvolvido pelo Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), que é a empresa pública de tecnologia da informação.

O novo sistema de concorrência eletrônica permite que os interessados possam fazer buscas e visualizar informações sobre o imóvel desejado. Uma das novidades, permitida pela Lei 14.011 (sancionada em junho pelo presidente Jair Bolsonaro), é que pessoas físicas também possam comprar os imóveis desocupados.  

“Nesse momento, a SPU está focada em vender, em um primeiro momento, todos os imóveis que não têm uso para a administração pública, erradicar o abandono”, afirmou o secretário de Coordenação e Governança do Patrimônio da União, Fernando Bispo, durante coletiva de imprensa para anunciar o novo sistema. 

Segundo Bispo, existem diversos imóveis públicos e terrenos subutilizados. “Quando não há nenhuma política pública ou nenhum outro aproveitamento, esses imóveis devem ser alienados porque, ao serem alienados [transferidos de propriedade], eles passam a arrecadar IPTU nos municípios, o desenvolvimento socieconômico gera emprego, gera taxa, gera renda para o próprio governo”, disse. 

Avaliação de R$ 100 milhões

A partir de segunda-feira (27),  estarão disponíveis 109 imóveis, distribuídos em sete estados do país, com valor total de avaliação de cerca de R$ 100 milhões. Segundo Bispo, no entanto, um total de 907 imóveis estão na “esteira de vendas”, com uma expectativa de arrecadação de R$ 1,7 bilhões, caso sejam todos colocados à venda. De acordo com a SPU, são prédios, lojas, terrenos, salas e apartamentos vagos e sem uso, ou seja, que não estão sendo utilizados na prestação de serviços públicos e que geram custos para a administração.

Um dos leilões mais aguardados nesse novo formato é do edifício A Noite, no Rio de Janeiro. Inaugurado em 1929, o prédio, de 22 andares e 102 metros de altura, tem projeto do arquiteto francês Joseph Gire, também criador do Hotel Copacabana Palace, e do brasileiro Elisário Bahiana. Foi o primeiro arranha-céu da América Latina e primeiro mirante do Rio de Janeiro, e é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) desde 2013. 

O valor estimado da venda do edifício A Noite é de R$ 90 milhões. O edifício também abrigou a pioneira Rádio Nacional desde a sua criação, em 1936, e foi ocupado durante décadas pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC). 

Ainda de acordo com a nova lei que flexibiliza a venda de bens públicos, o valor dos imóveis poderá ser reduzido em até 25% do valor inicial de oferta se houver necessidade de um segundo leilão. No caso de um imóvel ter sido ofertado duas vezes em leilões poderá ser vendido diretamente, com intermediação de corretores de imóveis, mantendo-se o desconto.

Como comprar

A participação no leilão é feita pelo Portal de Imóveis da União . Na página, os bens podem ser filtrados por valor ou pela localização por estado ou município. Há, ainda, a avaliação, identificação do respectivo edital e mapa com localização. 

Para participar da concorrência pública, o interessado deverá fazer o credenciamento prévio no portal Gov.br, realizando login com nome e senha. Depois disso, basta apresentar a proposta, que deve ser igual ou superior ao preço de avaliação do imóvel. A partir de então, o interessado se torna um licitante e passa a receber informações de como proceder durante concorrência virtual. Para ser habilitado, deverá ser feita uma caução correspondente a 5% do valor de avaliação da propriedade.

Segundo a SPU, será desclassificada proposta de pessoa física que não esteja com o CPF regular; possua sanção que impeça a participação em licitações ou a contratação com o poder público; e exerça, mesmo que transitoriamente ou sem remuneração, cargo, função ou emprego público no Ministério da Economia; ou que possua qualquer outro vínculo de natureza trabalhista com o Ministério da Economia.

Edição: Fábio Massalli

Agora é lei: o governo pode oferecer desconto para vender imóvel

Com a medida, o governo espera arrecadar cerca de R$ 30 bilhões nos próximos três anos

O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta quarta-feira (10) a lei que permite descontos em imóveis de propriedade da União, caso não haja compradores na primeira tentativa de leilão. Com a medida, o governo espera arrecadar cerca de R$ 30 bilhões nos próximos três anos.

Segundo o texto aprovado, o valor dos imóveis poderá ser reduzido em até 25% do valor inicial de oferta se houver necessidade de um segundo leilão. A medida deve afetar a negociação de 1.970 propriedades pertencentes ao governo federal. A lei vale também para leilões eletrônicos. O desconto poderá ser aplicado sobre vendas diretas de templos para organizações ou para ocupantes.

Em leilões eletrônicos, a Secretaria de Coordenação e Governança do Patrimônio da União (SPU) poderá aplicar descontos sucessivos até o limite de 25%. Tais descontos também poderão ser aplicados na venda direta de templos para seus ocupantes.

O imóvel que já tiver sido ofertado duas vezes em leilões poderá ser vendido diretamente, com intermediação de corretores de imóveis. O desconto de 25%, neste caso, ainda será aplicado.

Para interessados em adquirir imóveis da União, o governo manterá um canal de comunicação pelo site www.imoveis.economia.gov.br.

Descubra como ter a melhor experiência na compra do seu primeiro imóvel

IMÓVEIS

Descubra como ter a melhor experiência na compra do seu primeiro imóvel

Imagem: Pixabay

 

Comprar uma casa é um enorme compromisso financeiro e pode ser assustador – especialmente se você é um comprador iniciante.Os compradores que desejam adquirir um primeiro imóvel precisam de uma visão geral básica muitas vezes. E isto é especialmente verdade para os compradores iniciantes que não estão familiarizados com o processo de aquisição imobiliária.

Pensando nisso, este post visa dar algumas dicas importantes para quem está procurando o seu primeiro imóvel. Cabe lembrar que algumas das etapas do processo de compra de casa podem variar de estado para estado, dependendo do costume e legislação local.

No entanto, quando você retira toda a parte burocrática – o que pode ou não acontecer com você -, existem apenas cinco etapas básicas para comprar uma casa, de maneira geral. Acompanhe cada uma delas!

  1. Contrate um agente de imóveis para te ajudar

Você não precisa contratar um agente de compras se preferir pesquisar imóveis e procurar on-line uma enorme quantidade de casas disponíveis na internet, mas contratar um agente economizará seu tempo. Aqui está o porquê: um agente imobiliário pode checar anúncios que se ajustem aos seus parâmetros, e você não perderá tempo vendo anúncios curtos e ativos que estão sob contrato de diversos profissionais. Bons agentes mantêm parcerias e acabam tendo condições de ajuda-lo a encontrar a melhor opção para o seu perfil.

  1. Trace o perfil do imóvel desejado e se pode pagar por ele

Como comprador residencial pela primeira vez, o mais importante a ser lembrado é se você pode realmente dar esse passo. É aconselhável montar um orçamento antes de começar a procurar um imóvel.Pense em como vai lidar se sua situação financeira mudar ou as taxas de juros subirem e tome cuidado para não se sobrecarregar. Lembre-se de que suas economias terão que cobrir não apenas o depósito, mas também despesas que já possui e outras como mudança, decoração, mobília, taxas e impostos… Não importa se você está buscando por um apartamento ou por casas à venda em Salvador.Comprar um imóvel pode ser um processo avassalador e emocionalmente desgastante. Encontrar o lar certo nem sempre é uma tarefa fácil. Programe um máximo de duas a quatro casas por vez para visitar, porque mais do que isso fará sua cabeça girar. A maioria dos compradores realiza muitas pesquisas on-line antes mesmo de entrar em um imóvel. Os compradores passam em média de seis a oito semanas tentando descobrir onde querem morar. Depois que o bairro é selecionado, a maioria dos compradores acaba comprando uma casa depois de dois ou três visitas.

  1. Consulte a possibilidade de financiar e obter um empréstimo

Nem sempre é necessário ter um corretor financeiro ou um banco no bolso antes de comprar uma casa, mas é mais inteligente obter a pré-aprovação de um empréstimo com antecedência. Dessa forma, você sabe ao certo o quanto de porcentagem de uma casa você pode arcar, ou a média de valor que seu bolso suportará comprar. Muitos vendedores não analisam uma oferta se não tiverem certeza de que o comprador pode obter um empréstimo ou condições de arcar com a compra do imóvel. Empréstimos populares para compradores iniciantes são empréstimos de risco muitas vezes, especialmente porque o requisito mínimo de entrada é muito menor que um empréstimo convencional. Contudo, é muito possível de ser conquistado se você possui renda estável e bom relacionamento com uma instituição bancária. Para consultar diferentes instituições e verificar diferenças de propostas, você pode solicitar ao seu agente uma indicação de um agende financeiro ou verificar com seu próprio banco/cooperativa de crédito. Compare os tipos de investimento disponíveis para você e analise os dados com calma, mesmo que esteja inicialmente apenas buscando pela compra de um terreno em Salvador para depois construir.

  1. Negocie a oferta com o proprietário: isso é algo primordial

Às vezes, os compradores cometem o erro de comparar o preço de venda de uma casa com outras casas que viram. É um erro comparar preços de venda entre casas à venda. Isso ocorre porque os vendedores podem pedir o preço que quiserem. Isso não significa que a casa será vendida por esse preço. Um agente pode fornecer vendas comparáveis ??e examinar as vendas pendentes, como por exemplo de um apartamento em Salvador. As vendas comparáveis ??são tipos de residências semelhantes nas mesmas condições e locais que foram vendidos nos últimos três meses. As vendas pendentes se tornarão as vendas comparáveis quando a sua casa fechar. Pode ser necessário pagar acima do preço de tabela no mercado de um vendedor, principalmente se muitos compradores disputarem o mesmo estoque. Seu agente pode fornecer uma faixa de preço razoável e ajudar a gerenciar suas expectativas. Um bom agente de compras sabe que sempre há mais em uma oferta do que seu preço, mas o preço é primordial.

  1. Faça a inspeção do imóvel antes de fechar contrato

Vale à pena considerar uma inspeção residencial antes que os compradores façam uma oferta de compra de um imóvel. Em alguns casos uma inspeção residencial é uma contingência contratual. Ou seja, é uma contingência de contrato que significa que o comprador tem o direito a cancelar o contrato. Talvez você não queira comprar uma casa com uma fundação defeituosa, por exemplo.

Geralmente, os vendedores não precisam fazer reparos se forem descobertos problemas durante uma inspeção residencial. No entanto, às vezes, quando um comprador envia uma solicitação de reparo ao vendedor, em vez de fechar o negócio, o vendedor geralmente concorda em reparar a avaria antes de entregar as chaves ao comprador.

Lembre-se sempre que uma boa comunicação é importante quando as coisas dão errado ou há detalhes a serem dirimidos. Quando ocorrem problemas, vale a pena fazer um esforço para manter contato com o vendedor por meio de seu advogado e/ou agente imobiliário. Muitas vezes é possível resgatar a situação mantendo as linhas de comunicação abertas.Se tudo correu conforme o planejado, entre em contato com seu credor ou consultor financeiro para prosseguir com o empréstimo/financiamento bancário.

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