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Archive for the ‘História’ Category

GENUINO – ASSASSINO, CAGÃO E TAMBÉM DEDO DURO.

UM POUCA DA HISTÓRIA POLÍTICA DO BRASIL.


A EMBLEMÁTICA CENTRAL DO BRASIL.

Foi no comício da Central do Brasil no Rio de Janeiro, que Jango começou a cair, e veio o Regime Militar.

Comício de Jango na Central do Brasil, Rio de Janeiro.

Comício de Jango na Central do Brasil, Rio de Janeiro.

Casarão de Tertuliano Guedes de Pinho será reformado pelo IPHAN – Itabuna.

 

Restauração da Residência de Tertuliano Guedes de Pinho  é importante para o resgate da cultura em Itabuna Foto Divulgação

Restauração da Residência de Tertuliano Guedes de Pinho é importante para o resgate da cultura em Itabuna Foto Divulgação

O Instituto do Patrimônio Artístico e Histórico Nacional (IPHAN) vai iniciar a reforma do casarão do Coronel Tertuliano Guedes de Pinho, no Loteamento Granjas Unidas Tertuliano Guedes de Pinho no bairro Mangabinha. O Instituto abriu processo licitatório para contratação de empresa especializada para a realização do projeto de restauração/reconstrução do referido casarão. 

O Presidente da FICC, professor Roberto José da Silva comemora e ressalta a importância da restauração deste patrimônio de Itabuna, pois, “precisamos resgatar nossa história retomando o passado sob a prospectiva de questões presentes, pois nossa cidade é extremamente carente de equipamentos culturais dessa natureza”. 

Segundo o professor Roberto José, ao ser analisada a nossa história nos deparamos com o que os homens foram e fizeram e isso nos ajuda a compreender o que podemos ser e fazer. Para ele, assim, a história é a ciência do passado e do presente, por isso, as informações recolhidas no passado não servirão ao presente se não forem recriadas, questionadas, compreendidas e interpretadas.

Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC)

Assessoria de Comunicação - 29 de Outubro de 2013.

ANTONIO OLÍMPIO NÃO É MAIS UM BOM PROFESSOR.

Antonio Olímpio foi meu professor de história  na antiga Escola Técnica de Comércio de Ilhéus, hoje CEAMEV. Recém chegado do Rio de Janeiro, filho e sobrinho de coronéis do cacau, Coronel Antonio Olímpio e Coronel Olímpio Antonio, deve ter esquecido de contar aos meninos, o que era o coronelismo.

Naquele tempo, eles não teriam invadido a Prefeitura, não estariam acampados ali, e nem teriam pichado a cidade.

A recomendação é, ler os livros de Jorge Amado, para saberem mais ou menos o que era o coronelismo, como funcionava a jagunçada e o ‘papo amarelo’.

Foto: Blog do Gusmão.

Foto: Blog do Gusmão.

EX-ESQUERDISTAS E FAMOSOS DENUNCIAM A ESQUERDA –

QUER SABER MAIS SOBRE ÍNDIOS DA NOSSA REGIÃO?

Devido à extinção de outras aldeias, por força da Lei N. 198, de 21/08/1897, do Poder Executivo do Estado da Bahia, diferentes grupos indígenas foram, em épocas distintas, deslocados para a área da reserva Caramuru-Paraguaçu.

De Olivença teriam vindo contingentes Tupiniquim e Botocudo (Aimoré e Gueren); de Santa Rosa, os Kariri-Sapuyá, que já haviam sido expulsos de Pedra Branca, situada na porção sul do Recôncavo baiano; e da antiga aldeia de Ferradas (São Pedro d´Alcântara), grupos Kamakã e Guerén. Otaviano enfatizou que esses não eram índios selvagens. “Esses índios aí foram aparecendo… Ah! aqui é terra de índio, aí foram tomando posse e se habituando, não foram pegos, eles que vieram”.

Os Tupinambá, em geral referidos sob a denominação Índios de Olivença, chegaram à Reserva em 1936, liderados pelo índio Marcelino, em busca de refúgio contra as perseguições sofridas na região do seu antigo aldeamento. O os Kariri-sapuyá foram conduzidos à Reserva, em 1939, pelo etnólogo Curt Nimuendaju, que estava em visita à região; e, finalmente, os de São Pedro d´Alcântâra foram reunidos e recolhidos pelo SPI, a partir de 1926.

Para saber tudo, clique aqui.

A VERDADEIRA HISTÓRIA DA REFORMA DO HGLVF, O REGIONAL. (MEMORIA, UTILIDADE PÚBLICA)

Hospital Geral Luiz Viana Filho

Hospital Geral Luiz Viana Filho

Logo depois da posse de Dr. Ruy e Gustavão nas diretorias do Regional, entre tantas ajudas fornecidas pela Sesab, através do Secretário Jorge Solla, no bojo vinha também a reforma e ampliação do hospital, via programa QualiSUS do Governo Federal. Na época em torno de 5 milhões, hoje me parece aumentou para 7 milhões.

Todo o processo corria bem até que em 2010  parou por falta da escritura do terreno onde está o hospital, pois tinha sido uma doação de boca, sem papel, como era comum na época, feita pelo Coronel Miguel Alves.

Grande parte do bairro da Conquista e Carilos, eram terras de sua fazenda.

Pois bem, foi um Deus nos acuda. Duas servidoras do patrimônio da Sesab (Hildeci e Gedalva) baixaram em Ilhéus para resolver o problema, e levar a solução.

Dois dias passamos no Arquivo Municipal, no Gal. Osório, relendo todos os Diários Oficiais a partir de 1950, procurando  alguma Lei que fizesse referência à doação ou desapropriação do terreno, e nada encontramos.

A solução veio através de José Nazal. Então foi feita uma Lei desapropriando a área e doando a mesma ao Governo do Estado.

O Prefeito Newton Lima enviou a Lei em caráter de urgência à Câmara, que aprovou também em caráter de urgência, por unanimidade, o Prefeito sancionou a Lei, e fomos ao Cartório escriturar o terreno do Hospital Geral Luiz Viana Filho, o nosso Regional.

Processo concluso no QualiSUS, agora vamos ter o beneficio dele, sem padrinhos e madrinhas. O pai é Jorge Solla.

SINDICATO MUNICIPAL DOS PROFESSORES DE ILHÉUS. – (MEMÓRIA, HISTÓRIA)

Há poucos anos, 2 ou 3 se não me engano, muitos professores(as) estavam decididos(as) a fundar o SINDICATO MUNICIPAL DOS PROFESSORES DE ILHÉUS, insatisfeitos pelo rumo politiqueiro que estava tomando a sua Associação.

Foi o bastante para que a mão de ferro, aparelhada, tanto da APPI quanto da Direc 6, entrassem em cena com todo tipo de ameças contra os insatisfeitos.

Transferência para o interior, engavetamento de pleitos, todo tipo de assédio moral que se possa imaginar.

O movimento foi abortado, mas o sentimento permanece. Muitos professores(as) são educadores(as) na essência, querem  exercer seu sacerdócio.

UM CERTO EMBAIXADOR ALEMÃO – (HISTÓRIA)

Um embaixador alemão, esqueci o nome vou procurar, depois de longos anos passados no Brasil, retorna aposentado ao seu País.

Encontrando por acaso com amigo brasileiro pergunta:

- Como está a Brezil?

Vai bem responde o amigo, e pergunta se ele estava com saudade?

- Oh Oh, que saudade daquele esculhambaçon….

VOLTA NEWTON

Valderico e Newton, só falta um....

Valderico e Newton, só falta um….

GEISEL, O PROFETA DA ABERTURA POLÍTICA. – (HISTÓRIA, MEMÓRIA, POLÍTICA)

geisel2

AS LUTAS E AS MANIFESTAÇÕES. (HISTÓRIA, CURIOSIDADES)

Em 1968, as lutas e as manifestações, eram pela queda da ‘ditadura’ e a volta da democracia.

Com 21 anos de idade, eu estava assistindo a tudo na Avenida Rio Branco, no Rio de Janeiro.

Dizem que a democracia voltou.

Hoje estão manifestando-se e lutando por qual motivo?

Abaixo-a-ditadura

 

 

 

HISTÓRIAS ROCAMBOLESCAS DA POLÍTICA BAIANA.

Conta-se que ACM, naquelas celebres audiências com prefeitos,acmbiquinho onde ele autorizava tudo que lhe era pedido, e nada acontecia.

Quando acabava uma dessas audiências, no momento das despedidas, todos saindo do gabinete, ele segurou pelo braço um político ilheense que estava presente, atrasou o passo, fazendo aquele celebre ‘biquinho’ nas costas de Arnaldo Guerrieri, na época prefeito de Eunapolis, e bem baixinho disparou:

-Ele pensa que eu esqueci que ele convidou João Durval, para ser padrinho de casamento da filha dele.

Dito isso fica evidente que, hoje, tirar fotos com autoridades, representa absolutamente nada.

 

A HISTÓRIA POLÍTICA DE JABES RIBEIRO – WIKIPÉDIA.

Jabes Ribeiro – Uma trajetória de amor por Ilhéus

Nascido em 14 de março de 1952, o bacharel em Direito e professor Jabes Ribeiro é dono de uma das mais bem-sucedidas trajetórias políticas da Bahia. Seu nome está ao lado de personagens como o lendário João Mangabeira, primeiro líder político que enfrentou o poder dos coroneis do cacau na Ilhéus do início do século passado, e inspirou Jorge Amado a criar o personagem Mundinho Falcão, no romance Gabriela, Cravo e Canela. O legado de João Mangabeira inspirou Jabes Ribeiro a interromper, no início da década de 1980, o ciclo de poder alternado entre os representantes da elite local. O jovem professor foi eleito prefeito de Ilhéus pela primeira vez, em 1982, aos 30 anos de idade, pelo MDB, projetando-se como líder das camadas sociais excluídas ao poder político, governando até 1988. A política o fascinava desde a militância estudantil, quando foi eleito presidente do Centro Acadêmico João Mangabeira da Faculdade de Direito de Ilhéus, em 1972. Após concluir a graduação em Direito, na antiga Federação das Escolas Superiores de Ilhéus (Fespi), que originou a Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), Jabes ministrou aulas no ensino médio e foi professor de Direito Constitucional. Entre 1980 e 1982, exerceu o cargo de secretário de Educação do Município de Ilhéus, inovando ao construir escolas em toda zona rural. Jabes venceu sua primeira eleição, liderando a reivindicação da população no movimento em prol do fornecimento de água nos morros de Ilhéus, chamado de ‘Panelaço’.

Veja matéria completa, clicando aqui.

 

O DIA DA IMPRENSA E OS DOIS PRIMEIROS ‘JABÁS’.

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