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:: ‘História’

Museu Nacional reabrirá parcialmente em 2022

A instituição já captou R$ 164 milhões para obras de reconstrução 

Publicado em 03/03/2020 – 21:52 Por Vladimir Platonow – Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro

O Museu Nacional estará parcialmente de portas abertas em 2022, quando se comemora o bicentenário da Independência. A estimativa é dos envolvidos no projeto de recuperação, que deu um passo importante nesta terça-feira (3) com a assinatura do termo da estrutura de governança, incluindo a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a Fundação Vale e a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco).

Em solenidade realizada no Campus da Praia Vermelha da UFRJ, foi anunciado que já foram captados R$ 164 milhões, dos R$ 340 milhões necessários para as obras de reconstrução, depois da tragédia de setembro de 2018, quando um incêndio liquidou o acervo histórico e quase fez ruir as fachadas.

“Estamos assinando um termo de cooperação com a Fundação Vale, Unesco e UFRJ, com a Vale já aportando R$ 50 milhões nesse novo modelo de governança. Já arrecadamos cerca de metade do que é necessário. Nós temos o orçamento até 2022. A partir daí, [para financiar] toda a arquitetura interna, a recomposição do acervo e as exposições, nós precisaremos de mais aportes financeiros”, disse a reitora da UFRJ, Denise Pires de Carvalho.

A reabertura plena da instituição só deverá ocorrer em 2025. O diretor do Museu Nacional, Alexander Kellner, considerou que os recursos já garantidos são um bom começo, mas lembrou que ainda há uma longa jornada pela frente, quando serão necessários maiores aportes financeiros, para recuperar, ainda que parcialmente, a importância que o Museu Nacional possuía.

“Um dos desafios é a recomposição das nossas coleções e isso não conseguimos fazer só com as pessoas daqui. Precisamos de auxílio externo. Tivemos uma carta-aberta, publicada por 26 instituições científicas alemãs, se comprometendo a ajudar o museu e ponderando a possibilidade de doar novos exemplares. Porém, nós temos que merecer isso. Só quando tivermos um palácio com as melhores condições de segurança, para que tragédias como a de 2 de setembro de 2018 não aconteçam jamais”, destacou Kellner.

Dos R$ 164 milhões aportados, R$ 55 milhões são provenientes de emendas de deputados federais, R$ 50 milhões da Vale, R$ 21 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), R$ 20 milhões da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) e R$ 16 milhões do Ministério da Educação (MEC). Os valores são arredondados.

A Unesco foi representada por sua diretora e representante no Brasil, Marlova Jovchelovich Noleto. A Vale contou com a presença de seu diretor-executivo de Relações Institucionais, Comunicação e Sustentabilidade, Luiz Eduardo Osório, que também é presidente do Conselho Curador da Fundação Vale.

Edição: Liliane Farias

ASSINATURA DA AUTORIZAÇÃO PARA A CONSTRUÇÃO DA PONTE ESTAIADA.

A foto do fato.

FRASE E PREMONIÇÃO DE UM ESTADISTA!

Abraham Lincoln

UMA HISTÓRIA VERDADEIRA QUE PRECISA SER RECONTADA.

OS ANOS DE CHUMBO – SOLO DE TROMBONE

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SOLO DE TROMBONE – ALBERTO HOISEL, O ZÉ…FERINO. POR ANTÔNIO LOPES!

Na medida do possível, vou publicar páginas desse delicioso livro.

Passagens tratadas com ironia, sarcasmo e humor. Com fotos inéditas.

Para começar 2 paginas para seu deleite…

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TRAVESSIA PONTAL-ILHÉUS – AS LANCHAS ===>>> 10/01/2018


CONCURSO DE BONECAS ===>>>16-09-2011

Antônio Olímpio, um gozador nato, agora reitor e presidente da Universidade Livre do Mar e da Mata – Maramata – e também administrador e gerente do Campus das Espumas Flutuantes, resolve homenagear os seus chefes, o Prefeito Newton Lima e seu Vice Mário Alexandre.

Ilhéus sabe do apelido do prefeito, Newton Boneca. Ao contrário do que muitos pensam, esse apelido vem dos tempos de futebol, quando Newton não cabeceava as bolas para não desmanchar os cabelos. Inicialmente era Newton cabelo de boneca.

Abaixo a oficialização do ato, e a contribuição do Sarrafo.

Feia, mal cuidada, mal maquiada, iludida, sem amantes, explorada, cheia de cafetões, final de carreira.

Você sabe o que é fascismo? Entenda o termo

A palavra é cada vez mais usada nas conversas sobre política. Mas qual sua origem e o que ela significa? Veja a resposta

Em tempos de polarização política, é cada vez mais comum ouvir pessoas se chamando de “comuna” ou “coxinha”. Mas sempre aparece aquele mais entendido que resolve xingar o outro de “fascista”. Faz sentido? Ele realmente sabe o que a palavra significa? E você?

A palavra “fascismo” vem do italiano fascio, que significa “feixe”. Na Roma Antiga, o fascio (também conhecido como fascio littorio), era um machado revestido por varas de madeira. Ele geralmente era carregado pelos lictores, guarda-costas dos magistrados que detinham o poder. O fascio podia ser usado para punição corporal, e também era um símbolo de autoridade e união: um único bastão é facilmente quebrável, enquanto um feixe é difícil de arrebentar.

Veja também: Plínio  Salgado e os Galinhas Verdes.

Mas, o que exatamente foi o fascismo nem os maiores estudiosos sabem definir com precisão. Não existe nenhuma definição universalmente aceita do fenômeno, seja quanto sua abrangência, origens ideológicas ou formas de ação que o caracterizem. Algumas das principais características atribuídas ao fascismo  italiano -nacionalismo, corporativismo, racismo- não estão presentes em todos os regimes ditos fascistas.      George Orwell, no seu “O que é Fascismo?”, afirma que as definições populares do termo vão de “democracia pura” a “demonismo puro”. Ele mesmo afirma que é uma palavra “quase inteiramente sem sentido”. Isso se deve, principalmente, ao fato de o fascismo não possuir um arcabouço teórico forte, e ter sido determinado, na prática, pelas atitudes de Mussolini. Nas palavras do próprio: “Não temos uma doutrina pronta; nossa doutrina é a ação.” Outros movimentos são bem mais formalizados. O marxismo, por exemplo, antes de ser uma prática política, é uma doutrina com base teórica nos escritos de Marx e Engels. O nazismo, mais próximo do fascismo, teve no livro Mein Kampf (Minha Luta), escrito em 1925 por Adolf Hitler, seu manual de instruções. Mas as regras do regime de Mussolini foram basicamente definidas na hora, no calor do momento.

O fascismo propriamente dito ocorreu em um contexto bem específico da história, mas há quem considere que o regime de Franco, na Espanha, ou o de Salazar, em Portugal, também tenham sido fascistas. Talvez dessa indefinição surja a generalização. Hoje, a palavra virou sinônimo de “extrema direita”, mas é usada até para se referir a “totalitarismo” e “autoritarismo” – o que não faz sentido, já que o regime comunista de Stalin foi ainda mais autoritário que o de Mussolini.

Em suma: a própria definição de fascismo é relativa. E as pessoas vão continuar usando essa palavra cada uma à sua maneira. Mas, na próxima vez em que você escutar alguém usando o termo, saberá do que se trata: alusão a um antigo instrumento de poder romano, que virou símbolo de alguns dos piores momentos do século 20.

EDIFÍCIOS ICÔNICOS DE ILHÉUS.

O coronel Virgílio Amorim construiu o edifício abaixo, um misto de comercial e residencial.

Lembro da Madona Modas, Caixa Econômica e outros comércios. Nele também morou Dr. Antonio Carlos Souto, pai do ex-governador Paulo Souto, que também ali morava.

O Edifício Primavera foi construído pelo Engenheiro Dr. Osório de Carvalho, e era estritamente residencial.

Nele moraram figuras conhecidas na cidade, tais como Dr. Hamilton Ignácio de Castro, Dr.  Afonso Barral e também Albérico Armede.

COMISSÃO AFIRMA QUE BRASIL FOI DESCOBERTO NO RN, E NÃO NA BAHIA.

Praia do Marco – RN

Comissão afirma que Brasil foi descoberto no RN, e não na BA

A notícia está na Folha de São Paulo de hoje (9/8/18) e a fonte é uma comissão formada pelo Instituto Histórico Geográfico do Rio Grande do Norte (IHGRN). Segundo a pesquisadora potiguar Tânia Maria Teixeira, autora do livro “Arraial do Marco: Nosso Porto Seguro”, foi nas areias da Praia do Marco (São Miguel do Gostoso, 130 km de Natal) que os portugueses fincaram, em 1501, o primeiro marco de pedra para atestar a posse das terras recém-descobertas.

Entre os argumentos que favorecem esta tese está a menor distância do RN em relação às ilhas de Cabo Verde, ponto de partida das esquadras portuguesas, e as condições das correntes marítimas e ventos. “O Rio Grande do Norte é a esquina do continente. É impossível sair de Portugal e chegar ao sul da Bahia. É como ir de São Paulo a Natal pela Cordilheira dos Andes. Não faz o menor sentido”, diz o historiador Antonio Luiz de Holanda, que nasceu em Natal e também integra o grupo.

Veja matéria completa em: https://www1.folha.uol.com.br/turismo/2018/08/praia-do-marco-no-rn-quer-entrar-na-rota-do-descobrimento-do-brasil.shtml?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsfolha

AS CÓLICAS DO PSB E A ASTÚCIA DO VELHO TANCREDO NEVES.

Quando formava seu Governo em Minas Gerais, o astuto Tancredo era assediado por um correligionário querendo ser indicado para uma Secretaria.

Dizia ele: Doutor Tancredo, meus amigos estão me perguntando quando vou ser indicado para uma Secretaria?

E Tancredo respondeu: Meu filho, diga a eles que eu o convidei, e você não aceitou… 

Tancredo Neves

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