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:: ‘História’

Fidel, Collor, Brasília e o Foro

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Fidel, Collor, Brasília e o Foro

Pressenti que o governo Collor de Mello seria problemático no mesmo dia em que o presidente eleito, em solenidade no Congresso Nacional, jurou honrar a Constituição. Havia uma imensa expectativa e a mesa da Casa, presidida pelo senador Nelson Carneiro, aguardava a presença do candidato que derrotara por duas vezes o comunistóide Lula da Selva, no dizer de Brizola um “sapo barbudo”.

Enquanto ministros e secretários de Estado aguardavam no primeiro piso do senado a entrada de Collor, houve um súbito zum-zum-zum no recinto do plenário. Deputados cercavam um estranho no ninho. Surpreso, perguntei ao  ministro da saúde Alceni Guerra, postado ao meu lado:

– Quem chegou por ai?…

O ministro foi direto:

– Fidel Castro.

Tomei um choque. Deus do Céu! O que fazia um ditador comunista na posse de um presidente eleito de forma democrática justamente contra um candidato das esquerdas que babava de ódio? Tinha caroço no angu.

Mas o fato é que ali estava Fidel Castro Ruiz, “ El Caballo ”, repressor fanático do povo cubano. Em uniforme militar e boné atolado na cabeça, transitava impávido no plenário da Câmara Federal espargindo pela platéia sua glória feita de sangue. Manipulador nato, o ditador caminhava cercado por seguranças e um séquito de áulicos e inocentes úteis.

Meses antes, nas páginas do Estado de São Paulo, eu havia feito uma série de artigos sobre a tirania do ditador que, cheio de promessas, enganara o povo cubano e, sob severa vigilância de um estado policial, instalara na ilha um regime de fome, opressão e terror.

Escrevi que em 1986, depois de protelar o pagamento de dívida externa calculada em US$ 26 bilhões, o governo ditatorial cubano aumentou em até 100% as tarifas de transportes, energia e água na ilha transformada em cárcere. De igual modo, subiu os preços dos alimentos considerados básicos pelo povo: pão, ovos e frango, produtos cujas cotas, racionadas, desapareceram das prateleiras dos armazéns. Para não falar no controle dos baixíssimos salários pagos em moeda irreal e sem valor cambial – o peso cubano.

Em retrospecto, com a derrocada soviética e a queda do Muro de Berlim a situação de Cuba, no final dos anos 80, tornou-se dramática. De fato, com a perestroika de Gorbachov, que evidenciava ao mundo o colapso da farsa socialista , a URSS havia suspendido a mesada de US$ 6 bilhões anuais doados em comodato ao outrora Paraíso Caribenho, o que levou Fidel a apelidar de “período especial” o quadro de miséria (moral e física) que se abatia sobre o País e sua  infeliz população.

De resto, convém lembrar que desde o episódio da Crise dos Mísseis – quando Castro fizera da ilha uma base militar para instalação de plataforma de mísseis russos apontando para os Estados Unidos – as relações entre a URSS e Cuba ficaram mais do que deterioradas. À época, Nikita Khruschev, depois de ouvir pedido de Fidel para que lançasse foguetes sobre os EUA, compreendeu que o déspota cubano se comportava como um megalomaníaco irresponsável, conforme assinala nas suas “Memórias” o premier soviético Nikita Khruschev (Editora Artenova – 1971).

No plano administrativo, o governo da ilha se viu enredado em uma série de denúncias de corrupção dentro da burocracia comunista e de escândalos envolvendo militares com o tráfico de drogas, entre eles o general Arnaldo Uchoa, esteio do 1º escalão do regime, levado ao paredón pelo Vampiro do Caribe – no fundo uma trama diabólica, pois Uchoa não era o responsável-mor pela exportação de toneladas de cocaína para EUA, papel consentido pelo próprio Fidel, principal beneficiário do tráfico. Prática usual no regime, o Vampiro mandou fuzilar o general como bode expiatório para se livrar do pretenso rival capaz, na crença de Fidel,  de articular um “golpe de Estado”.

Aqui, peço vênia para relatar  um episódio pessoal: depois de discursar no Congresso, Collor e o Ministério das Relações Exteriores receberam convidados e membros do novo governo para um almoço formal no Palácio do Itamaraty.

Servidos vinhos, água mineral, entradas, pratos diversos e sobremesa, surgiram os garçons oferecendo o cafezinho. Eu estava conversando com Alcenir Guerra e o ministro da Educação, Carlos Chiarelli, quando apareceu um xeleléu de Ítalo Zappa, embaixador do Brasil em Cuba, comunista de carteirinha que servira no Vietnã, Moçambique e na China. Zappa,   que acompanhava Fidel como um cão de fila e se tornara famoso por preparar na embaixada do Brasil em Havana pratos de Spaghetti para o ditador, acreditava que  Cuba e Brasil podiam avivar maior intercambio nas áreas da Saúde, Educação e da Cultura – e queria nos “apresentar ao Comandante” .

Não sei por qual razão o xeleléu dirigiu-se a mim para transmitir o convite de Zappa, visto que eu atacara duramente a “política cultural” da ditadura Castro, que consistia em censurar, prender, torturar e exigir confissões de culpa dos intelectuais e escritores tidos como dissidentes, casos de Cabrera Infante, Hebert Padilla e do poeta Armando Valladares – este, considerado pela Anistia Internacional um “prisioneiro de consciência”, preso durante 22 anos nas “tostadoras” de La Cabana e Puerto Boniato, dois dos quais imobilizado numa cela-gaveta, de onde saiu aleijado.      .

– Não sei o caso dos ministros da Saúde e da Educação, mas diz ao teu chefe que na área oficial não há o menor interesse em se ativar qualquer intercambio cultural com Cuba – respondi ao xeleléu, dando-lhe as costas em seguida.

Muito bem. Um dia depois da posse de Collor, em 15 de março de 1990, o convidado Fidel rumou para São Paulo, não sem antes passar no Rio e almoçar com Roberto Marinho na cobertura da Vênus Platinada, na Pacheco Leão, arrodeado por 12 guarda-costas.

Em São Paulo, depois de entrevista prestada ao programa

“Roda Viva ” da TV Cultura (em 19/03/90), onde mentiu adoidado, o ditador reuniu-se com Lula da Selva e partiu para a criação  do subversivo Foro de São Paulo, uma cópia cagada e cuspida da OLAS (Organização Latino-Americana de Solidariedade), entidade cujo lema nº 1 era: “O dever de todo revolucionário é fazer a revolução”. Tal como a OLAS, o próposito do Foro seria reunir os comunistas da América Latina e ativar as estratégias e os métodos revolucionários adotados em Cuba comunistizar o subcontinente. De certo modo, por ironia, os métodos empregados pelo Foro, que envolvem a mentira, a calúnia, a fraude, o roubo e a mistificação, acabaram por derrubar Collor de  Mello do poder e instalar no Brasil, com Lula e Dilma Rousseff, o ativismo criminoso da maior quadrilha política já criada na face da terra.

Reunido em 1º de Julho de 1990 no Hotel Danúbio, o Foro de São Paulo, mantido fora do noticiário da mídia amestrada, além de sabotar o governo Collor, passou a ativar, em reuniões deliberativas, a subversão comunista nos governos  do PSDB e do PT.

Na Era Lula, com acesso aos cofres púbicos, o Fora intensificou seus encontros em vários países da América Latina. No Brasil, foi deliberado o aparelhamento do STF, com a nomeação de ministros indicados por Zé Dirceu, todos alinhados com a ortodoxia petista, tal qual foi feito na Venezuela de Chávez, levada ao comunismo repressor com a anuência da Suprema Corte corrompida.

Outra deliberação do Foro, impulsionada pelo dinheiro fraudado do BNDES e da Petrobras, foi a colossal doação  de bilhões de dólares prodigalizados aos governos comunistas da Argentina, Nicarágua, Angola, Venezuela, Colômbia, Peru, Uruguai, Bolívia, Moçambique, Panamá, Equador e Cuba – recursos subtraídos do Brasil para a manutenção, na prática, da nomenclatura comunista aqui e no exterior, a partir do alegado pretexto de se fazer empréstimos para execução de obras de infra-estrutura, tais como, por exemplo, as obras do Metrô de Caracas, no valor de US$ 750 milhões, e as do Porto de Mariel, em Cuba, no valor de US$ 1 bi e 600 milhões, que ampliaram a fortuna e a boa vida dos sanguinários irmãos Castro – Raul e Fidel.

Hoje, com muito dinheiro em caixa, o aparato subversivo do Foro de São Paulo, com assento reservado dentro do PT, atua dia e noite para derrubar o presidente Bolsonaro. Dele, tudo provém: as mentiras levantadas pela mídia amestrada; os arreganhos da comunidade LGBT; a campanha contra o voto auditável; as pesquisas fajutas da Data Foice; as viagens de Lula (alcoolizado) pelo país e os gastos com pão-e-mortadela e os cachês para levar a  “cumpanheirada” às manifestações de aluguel – tudo passa pelo crivo,  financiamento e o serviço de inteligência do famigerado Foro de São Paulo, inclusive o ativismo que eclode de forma virulenta na Nicarágua, Argentina, Bolívia e Chile, para não falar da própria Cuba, centro estratégico da ação subversiva da entidade do mal  responsável pela repressão que se abate sobre os insurgentes da ilha-cárcere.

Bolsonaro e seus eleitores terão de se manter atentos contra a peçonha comunista do Foro de São Paulo agindo, no dizer de Zé Dirceu, para tomar o poder e arrombar os cofres da Nação.

É preciso combater essa gente a ferro e fogo!

Série de reportagens da Agência Brasil é finalista no Prêmio ANA

Vidas Secas no país das Águas concorre na categoria Comunicação

Publicado em 02/12/2020 – 14:48 Por Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil – Brasília

A Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) anunciou hoje (2) os 24 projetos finalistas do Prêmio ANA 2020. O prêmio é dividido em oito categorias. Para cada uma foram indicados três finalistas. A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) figura entre os finalistas na categoria Comunicação, com a série de reportagens Vidas Secas no País das Águas, produzida pela equipe WEB da EBC, e publicada pela Agência Brasil.

Vidas Secas no país das águas: confira série de especiais – Portal EBC

As reportagens da EBC foram conduzidas pelo jornalista Luiz Cláudio Ferreira e por uma equipe composta por 15 profissionais, entre repórteres, editores, infografia, produção visual e implementação.

A ideia da matéria foi a de discutir e sensibilizar os leitores sobre o uso da água no Brasil. “Por coincidência, 2018 marcou os 80 anos da obra ‘Vidas Secas’, de Graciliano Ramos. Assim, nos inspiramos na literatura para tratar desse tema tão importante”, disse Ferreira à Agência Brasil. Em uma das reportagens, a equipe foi de Juazeiro do Norte a Fortaleza para tratar “dos campos de concentração no Ceará, um episódio histórico que nem todo mundo conhece”. “Descobrimos em pleno sertão experiências de reaproveitamos de água que podem servir de exemplo para produtores rurais”, acrescentou.

“É uma felicidade muito grande para nós da comunicação ter esse reconhecimento. Essa visibilidade faz com que mais gente leia essas reportagens, que continuam tratando de assuntos importantes mesmo com o passar do tempo”, complementou o jornalista.

Os vencedores de cada categoria serão anunciados em março de 2021. Segundo a agência, o Prêmio ANA 2020 tem como novidade a possibilidade de os finalistas poderem apresentar suas ações em eventos on-line a partir de janeiro de 2021, com o intuito de dar maior visibilidade para os trabalhos realizados. “O objetivo desses encontros é servir como vitrine para que os projetos finalistas tenham suas ideias compartilhadas com públicos que podem disseminar pelo Brasil as boas práticas relacionadas às nossas águas”, informou, por meio de nota, a ANA.

Nesta edição, 695 iniciativas foram inscritas, número recorde que supera as 607 registrados em 2017. A categoria com maior número de inscrições foi Pesquisa e Inovação Tecnológica (157), seguida de Comunicação (129), Governo (102), Empresas de Médio ou de Grande Porte (86), Educação (59), Organizações Civis (66), Empresas de Micro ou de Pequeno Porte (59) e Entes do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos (37).

A premiação visa reconhecer “trabalhos que contribuem para a segurança hídrica, gestão e uso sustentável das águas para o desenvolvimento sustentável do Brasil”.

Concorrem com na categoria Comunicação, ao lado da série de reportagens da EBC, o documentário Dessalinizada, Água do Mar Pode Equilibrar Abastecimento, de Jusciane Matos de Lima, da TV Justiça, e Guerra da Água, de Patrik Camporez, do jornal O Estado de S. Paulo.

Confira a lista de finalistas do Prêmio ANA 2020.

Edição: Aline Leal

ASSINATURA DA AUTORIZAÇÃO PARA A CONSTRUÇÃO DA PONTE ESTAIADA.

A foto do fato.

FRASE E PREMONIÇÃO DE UM ESTADISTA!

Abraham Lincoln

ILHÉUS E A NOVA POLEMICA DAS AMENDOEIRAS.

Essas amendoeiras, como podem ser identificadas, foram plantadas na areia da praia.

O resto veio depois…

ANTES DA PANDEMIA DA CORRUPÇÃO

O VAPOR CANAVIEIRAS TAMBÉM ATRACAVA EM ILHÉUS.

Veja matéria clicando aqui.

Vapor Canavieiras

PANDEMIA E CORAGEM

Pandemia e Coragem

Rui Sá Silva Barros

Historiador e Astrólogo

A Organização Mundial de Saúde advertiu, na década de 1990, sobre a possibilidade de uma pandemia dada a grande mobilidade de pessoas ao redor do mundo. Malária, cólera e hepatite são doenças permanentes com picos e refluxos. Ocorreram surtos endêmicos localizados de Sars, H1N1, ebola, dengue, zika, febre amarela, sarampo e agora chegou a pandemia esperada com o corona vírus que tem parentesco com a Sars. Ela também passará, mas deixando marcas.
Os médicos chineses perceberam e anunciaram um novo tipo de pneumonia, pesquisas posteriores dataram o paciente 1 para 17/11/2019, Saturno aproximando-se de Plutão (microrganismos), Sol em Escorpião em trino à Lua em Câncer, Marte oposto a Urano. Com o ingresso de Júpiter em Capricórnio a doença expandiu-se, ocorreu um eclipse em 26/12 no início do signo e quando Marte ingressou no signo (exaltado) a Covid-19 acelerou. Agora Marte ingressa em Aquário encontrando Saturno e os dois fazem quadratura a Urano em Touro.
Torre de Babel - Pandemia e Coragem
Times Square em Nova York, normalmente repleta de gente.
Do site Época.
Como Júpiter e Saturno retrogradarão, a tríplice conjunção dura o ano inteiro e isto indica que  a pandemia persistirá com afluxos e refluxos. É de lembrar que a gripe espanholamatou entre 25 e 100 milhões de pessoas (1918/9) e ocorreu em 3 fases com dois intervalos de refluxo, portanto é cedo para dar a crise como encerrada na Ásia.
Chovem estimativas muito variadas para a duração e a letalidade da pandemia. Na realidade não há informação adequada para qualquer previsão do ponto de vista epidemiológico, pois poucos testes foram realizados e o número de contagiados está subestimado na proporção de 10:1.  É certo que milhões de pessoas estão contaminadas, mas não exibem nenhum sintoma e  podem contagiar outras pessoas. Todas as explicações dadas são insuficientes para explicar a alta letalidade na Itália e Espanha. A Grécia, que faz parte do mesmo ecossistema e que teve seu sistema de saúde bastante avariado pelo austericídio recente, quase não aparece nas estatísticas.
Economia — Ao longo dos anos escrevi bastante sobre a situação da economia mundial depois da crise de 2008. Uma ação coordenada por 20 países barrou uma grande depressão, mas os mecanismos financeiros ficaram intocados, os banqueiros não foram processados e os bancos centrais despejaram trilhões de dólares para continuar o jogo. Era artificial e desde o ano passado vários analistas previam uma crise que agora chegou.
A pandemia paralisou o comércio internacional e o confinamento a produção e o consumo local. Ficou claro que a China é a fábrica do mundo, pois várias empresas pararam no Ocidente sem as peças e componentes produzidos no Oriente. Haverá recessão, discute-se o grau e há estimativas catastróficas.  O montante de dívidas no mundo chegou a 325 trilhões US (governos, empresas e famílias) no ano passado e isto já era impagável, agora vai crescer ainda mais e isto levará a um cabo de guerra no futuro, pois o sensato seria renegociar tudo, mas os credores farão o diabo para sair com o seu.
Torre de Babel - Pandemia e Coragem - Porto chinês parado
Porto chinês parado.

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Museu Nacional reabrirá parcialmente em 2022

A instituição já captou R$ 164 milhões para obras de reconstrução 

Publicado em 03/03/2020 – 21:52 Por Vladimir Platonow – Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro

O Museu Nacional estará parcialmente de portas abertas em 2022, quando se comemora o bicentenário da Independência. A estimativa é dos envolvidos no projeto de recuperação, que deu um passo importante nesta terça-feira (3) com a assinatura do termo da estrutura de governança, incluindo a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a Fundação Vale e a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco).

Em solenidade realizada no Campus da Praia Vermelha da UFRJ, foi anunciado que já foram captados R$ 164 milhões, dos R$ 340 milhões necessários para as obras de reconstrução, depois da tragédia de setembro de 2018, quando um incêndio liquidou o acervo histórico e quase fez ruir as fachadas.

“Estamos assinando um termo de cooperação com a Fundação Vale, Unesco e UFRJ, com a Vale já aportando R$ 50 milhões nesse novo modelo de governança. Já arrecadamos cerca de metade do que é necessário. Nós temos o orçamento até 2022. A partir daí, [para financiar] toda a arquitetura interna, a recomposição do acervo e as exposições, nós precisaremos de mais aportes financeiros”, disse a reitora da UFRJ, Denise Pires de Carvalho.

A reabertura plena da instituição só deverá ocorrer em 2025. O diretor do Museu Nacional, Alexander Kellner, considerou que os recursos já garantidos são um bom começo, mas lembrou que ainda há uma longa jornada pela frente, quando serão necessários maiores aportes financeiros, para recuperar, ainda que parcialmente, a importância que o Museu Nacional possuía.

“Um dos desafios é a recomposição das nossas coleções e isso não conseguimos fazer só com as pessoas daqui. Precisamos de auxílio externo. Tivemos uma carta-aberta, publicada por 26 instituições científicas alemãs, se comprometendo a ajudar o museu e ponderando a possibilidade de doar novos exemplares. Porém, nós temos que merecer isso. Só quando tivermos um palácio com as melhores condições de segurança, para que tragédias como a de 2 de setembro de 2018 não aconteçam jamais”, destacou Kellner.

Dos R$ 164 milhões aportados, R$ 55 milhões são provenientes de emendas de deputados federais, R$ 50 milhões da Vale, R$ 21 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), R$ 20 milhões da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) e R$ 16 milhões do Ministério da Educação (MEC). Os valores são arredondados.

A Unesco foi representada por sua diretora e representante no Brasil, Marlova Jovchelovich Noleto. A Vale contou com a presença de seu diretor-executivo de Relações Institucionais, Comunicação e Sustentabilidade, Luiz Eduardo Osório, que também é presidente do Conselho Curador da Fundação Vale.

Edição: Liliane Farias

UMA HISTÓRIA VERDADEIRA QUE PRECISA SER RECONTADA.

OS ANOS DE CHUMBO – SOLO DE TROMBONE

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SOLO DE TROMBONE – ALBERTO HOISEL, O ZÉ…FERINO. POR ANTÔNIO LOPES!

Na medida do possível, vou publicar páginas desse delicioso livro.

Passagens tratadas com ironia, sarcasmo e humor. Com fotos inéditas.

Para começar 2 paginas para seu deleite…

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