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:: ‘Fiol’

Política & Economia: ‘Fiol vai trazer dinheiro que nunca vimos’, diz Tramm

Com ferrovia, royalties pela produção de minério de ferro podem chegar aos R$ 500 bilhões por ano


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Mesmo em um ano difícil, a mineração baiana chegou ao mês de outubro com um crescimento de 63% desde janeiro, segundo dados da Agência Nacional de Mineração (ANM). Quarto maior em produção comercializada, o estado registrou uma movimentação de R$ 4,7 bilhões no período. E, como um sinal de que ainda há muito o que crescer, estão previstos R$ 70 bilhões em novos investimentos no setor nos próximos três anos.

“A Fiol vai trazer toda a produção mineral da Bahia, uma boa parte que só depende mesmo da ferrovia para começar acontecer, diretamente para o porto”, projeta. Segundo Tramm, com a Fiol em operação, a geração de royalties da mineração (Cfem) pela produção de minério de ferro, que hoje é próxima de zero, pode chegar aos R$ 500 milhões por ano.

“Com a nossa Fiol começando a funcionar razoavelmente, nem precisa funcionar 100%, a Bahia vai ter uma contribuição em torno de R$ 500 milhões. É um dinheiro que nós nunca vimos antes. Hoje é zero porque nós não temos logística. Não se transporta minério para exportação em kombis”, ressalta.

Ele acredita que a situação trará um enorme impacto positivo para os municípios por onde a ferrovia irá passar no futuro.

Ele lembra que o processo de análise da licitação para conceder à iniciativa privada o trecho entre Ilheus e Caetité foi “bastante longo”.

“Chegou ao ponto nos últimos meses até de contestar o modelo de sistema ferroviário, dizendo que estava se gerando um monopólio”, lembra. Para ele, é necessário discutir isso nos âmbitos corretos. “Esse trecho que estamos falando sobre a necessidade de licitar está 74% concluída. Estão esperando o que, o trilho pegar ferrugem?”, questiona.  Segundo estimativa divulgada pelo Ministério da Infraestrutura, a licitação do primeiro trecho da Fiol deve render aproximadamente R$ 3,3 bilhões aos cofres públicos.

Para Tramm a demora para se chegar a uma solução no caso da Fiol é algo inexplicável.  “Essa obra não é só para a mineração. O nosso algodão, que é um dos melhores que existem, sai de São Desidério para o Porto de Santos ao custo de US$ 100 (por tonelada). Com a Fiol funcionando, esse custo cai para US$ 20”, calcula. “Quem ganha é o Brasil, que vai conseguir concorrer melhor no mercado externo”, acrescenta.

“A mineração está presente em tudo. Não existe um setor da atividade econômica em que ela não esteja presente. Estamos fazendo uma live agora usando o celular, que está cheio de produtos minerais, desde a capa de plástico, passando pelas partes metálicas e até na tela de vidro que você tem”, exemplifica. “Nossos óculos são produtos minerais, a casa onde a gente mora tem a base de pedra, colunas feitas com ferro, tudo isso é mineral”.

A Bahia tem 47 minérios identificados. É líder na produção de diamantes, magnesita, talco, dentre outros. Segunda maior em níquel, terceira maior em cobre e rochas ornamentais. Desde 2017, a produção estadual cresce a taxas entre 20% e 30%, de acordo com dados do Sindicato das Mineradoras da Bahia (Sindimiba).  “Nós sempre lembramos da história de que o ouro é produzido em Minas Gerais, mas na realidade hoje nós somos grande produtores”, destaca.

Atualmente, a mineração gera quase 20 mil empregos diretos no estado, afirma o presidente da CBPM. Aproximadamente 75% das vagas são ocupadas por trabalhadores baianos, de acordo com o Sindimiba. “A geração de empregos diretos é muito importante, mas o impacto da atividade vai além disso, porque a atividade fomenta o setor de serviços”, explica. Ele lembra ainda que a remuneração média do setor é duas vezes maior que a das indústrias e da construção e chega a três vezes o que é pago no comércio.

“Quando uma empresa chega num rincão, ela é uma revolução para o município porque ela compra. O comércio se movimenta. Se tem dois mil funcionários, esse pessoal está consumindo onde? Naquela cidade. Mexe com tudo”, acredita. “Como a atividade paga um pouco mais, isso gera mais consumo, o que é fundamental para melhorar as condições de vida das pessoas”, afirma.

Para Antonio Tramm, o setor mineral precisa aprender a “vender mais a sua utilidade”, mostrando o impacto da contribuição que paga e o impacto dela para os municípios. Mas não apenas isso. Sem mineração, os confortos da vida moderna seriam apenas sonhos.

Valec realiza visita técnica ao canteiro de obras do Exército, na Fiol

 

Esta semana, de hoje (18) a sexta-feira, equipe de dirigentes, engenheiros e empregados da Valec realiza visita técnica às obras da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), na Bahia. O propósito da comitiva é percorrer os lotes de 5 a 7 da Fiol para se certificar de que a meta de entregar a etapa II da ferrovia, ao final de 2022, será cumprida.

O lote 6, que fica próximo à cidade de Correntina/BA, conta agora com a participação do Exército, após a celebração de convênio entre a corporação e a Valec, em setembro deste ano (saiba mais). “Já neste mês de novembro, o Destacamento Guará mobilizou 53 trabalhadores, 18 equipamentos, 17 viaturas, iniciou supressão vegetal e preparação do terreno onde será implantado canteiro de obras para dar início às obras de infraestrutura dos 18 km de ferrovias que serão construídos a partir da nossa parceria que, tudo indica, será um sucesso”, relatou Eloy Angelo Palma Filho, superintendente de Construção da Valec.

Infraestrutura ferroviária e geração de empregos 


Obra prioritária para o Governo Federal, a Fiol estabelecerá uma alternativa mais econômica aos fluxos de carga de longa distância de minério e da produção agrícola da região. Ao ligar o futuro porto de Ilhéus, no litoral baiano, a Figueirópolis, em Tocantins, será conectada à Ferrovia Norte-Sul, incrementando a malha ferroviária brasileira. No último dia 11, o TCU autorizou a publicação do edital para licitação da etapa I da Fiol, que liga Ilhéus a Caetité/BA. O certame deverá acontecer no primeiro trimestre de 2021 (saiba mais).

Hoje, a construção da etapa II da ferrovia, que percorre o trecho entre Caetité e Barreiras/BA, gera mais de 1000 empregos diretos e 2000 indiretos no interior da Bahia. A meta do Ministério da Infraestrutura é de que esse trecho seja entregue pela Valec até o final de 2022 com aproximadamente 80% de avanço físico.

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TCU autoriza licitação do trecho I da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol)

Em breve, o trecho de 537 km entre Caetité e Ilhéus/BA será operado por parceiro privado

 

Nessa quarta-feira (11), o Tribunal de Contas da União (TCU) autorizou a publicação de edital para a licitação do trecho I da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), trecho de 537 km construído pela estatal Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A., que liga Caetité a Ilhéus, na Bahia.

O plenário da corte de contas aprovou, por unanimidade, a proposta do relator, ministro Aroldo Cedraz, e estipulou como condição para a realização do certame que o Governo Federal, por meio do Ministério da Infraestrutura, garanta que a concessionária terá meios de implantar infraestrutura portuária independente dos demais terminais do Porto Sul, de Ilhéus. Além disso, a empresa vencedora do certame terá que concluir as obras da estrada de ferro, que será entregue pela Valec com aproximadamente 75% de avanço físico concluído.

De acordo com o planejamento do ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, o edital deve ser publicado ainda este ano e o leilão acontecerá no primeiro trimestre de 2021. Para André Kuhn, diretor-presidente da Valec, a autorização do TCU é uma excelente notícia para o setor. “O Governo Federal nos deu a incumbência de alavancar a infraestrutura ferroviária do Brasil e a subconcessão do trecho II da Fiol vai permitir isso. A Valec está empenhada em avançar nas obras do segundo trecho da ferrovia, que vai de Caetité a Barreiras, para entregarmos a obra com aproximadamente 80% de avanço físico ao final de 2022”, afirmou Kuhn.

 Sobre a Fiol 


Com aproximadamente 1.527 km de extensão, considerando o trecho III, cujos estudos de viabilidade foram realizados pela Valec, a Fiol ligará o futuro porto de Ilhéus a Figueirópolis (em Tocantins), ponto em que se conectará com a Ferrovia Norte-Sul.

Fiol I: O trecho da Fiol entre Ilhéus e Caetité tem 537,2 km de extensão. Agora com a autorização pelo TCU, o planejamento do Ministério da Infraestrutura é de que o trecho seja subconcedido ainda em 2021.

Fiol II: O trecho da Fiol entre Caetité e Barreiras tem 485,4 km de extensão e está sendo construído pela Valec, gerando aproximadamente 1 mil empregos diretos. No último mês de setembro, foi firmada parceria entre a Valec e o Exército para que a corporação atue nas obras de parte do lote 6 da ferrovia (aproximadamente 18 km), trazendo maior celeridade às obras.

Fiol III: Para este trecho, a Valec realizou estudos de viabilidade técnica, econômica e ambiental. Quando construído, ligará Barreiras/BA a Figueirópolis/TO, onde acontecerá a conexão com a FNS.

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DESTRAVANDO A FIOL – FERROVIA OESTE-LESTE NA BAHIA.

Ministro do TCU diz que ‘o processo da Fiol é prioritário’

Baiano Aroldo Cedraz responde pedidos de celeridade em análise sobre licitação


Em momentos como o que vivemos, o jornalismo sério ganha ainda mais relevância. Precisamos um do outro para atravessar essa tempestade. Se puder, apoie nosso trabalho e assine o Jornal Correio por apenas R$ 5,94/mês.

O ministro Aroldo Cedraz, do Tribunal de Contas da União (TCU), enviou esta semana um ofício às quase 20 entidades representativas e empresas que lhe pediam informações sobre o andamento do processo relacionado à Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol). Ainda não é um parecer sobre o processo de licitação – que está há quase um ano no tribunal – mas o ministro, que é baiano, avisou os interessados na maior obra de infraestrutura da Bahia no Século XXI que o assunto é “considerado prioritário” e será incluído “com a urgência” na pauta para votação.

Levando-se em conta apenas projetos já conhecidos, a expectativa é que a ferrovia movimente anualmente 70 milhões de toneladas de produtos, sendo 50 milhões apenas de minério de ferro. Só o mineral, deverá representar a criação de 30 mil empregos no interior baiano e uma arrecadação de CFEM, os royalties minerais, da ordem de R$ 500 milhões por ano. O problema é que sem ferrovia e porto isso continuará sempre como um potencial a ser explorado. 

“Asseguro que é certo que a Ferrovia de Integração Oeste-Leste, quando concluída, terá papel relevante na economia baiana e, ao conectar-se à Ferrovia Norte-Sul, na economia nacional”, dez o ministro Aroldo Cedraz, em resposta a um dos pedidos de informação. “Sua missão, além de possibilitar a redução de custos no escoamento de cargas com destino ao Porto-Sul, revelará seu papel social por se tornar fonte de mão de obra em uma região carente de recursos”, complementa. 

Aroldo Cedraz explica que a unidade técnica sentiu a necessidade de se realizar diversas diligências à Agência Nacional de Transportes Terrestre (ANTT) e ao Ministério da Infraestrutura e detalhou algumas idas e vindas do processo. Segundo ele, em junho deste ano, a unidade técnica pediu esclarecimentos ao governo federal, recebendo as respostas um mês depois. “O conteúdo das respostas encaminhadas, entretanto, ensejou outras dúvidas e, em 22/7/2020, novas diligências foram encaminhadas aos órgãos competentes”, conta. Segundo o ministro, o relatório final, “com mais 130 páginas” foi encaminhado ao gabinete dele no dia 28/9/2020.

O ministro do TCU diz ainda que esteve com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, no dia 8 deste mês e com o diretor interino da ANTT no dia 16. “Esclareço que, desde que o processo chegou a este gabinete, ele vem sendo considerado prioritário e será, com a urgência que a matéria requer, incluído na pauta para votação”, destaca. 

O vice-governador e secretário de Desenvolvimento da Bahia, João Leão, destaca a importância da obra para o estado. “Esta é uma importante obra não só para potencializar a economia e a interconectividade das atividades econômicas do estado da Bahia, mas também é relevante para o país”, ressalta. 

“A Fiol, pronta, vai impulsionar o transporte de minério de ferro da Bamin e de outras mineradoras”, aponta. Ele lembra do trabalho que o governo está tocando, através da Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM), de novas jazidas minerais na região por onde a ferrovia irá passar. O vice-governador acrescenta ainda que a obra será importante para outras atividades econômicas, além da mineração. 

“Ajudará no transporte de soja, milho e algodão, produzidos no Oeste baiano, vai incrementar a pauta de novas riquezas do Sudoeste da Bahia e transformar Guanambi e Caetité em grandes metrópoles, como ocorreu com Parauapebas, devido à ferrovia de Carajá”, projeta. 

O presidente da CBPM, Antonio Carlos Tramm, que tem liderado uma mobilização a favor da Fiol, destaca o potencial que a oferta da infraestrutura terá na transformação econômica do interior baiano. “Esse não é o projeto de uma empresa ou mesmo do governo estadual, é uma estrada de transformação que vai mexer diretamente com mais de 40 municípios baianos, fora outros que já estão se estruturando para fomentar negócios a partir da Fiol”, destaca Tramm.  Um exemplo da diferença que a obra trará pode ser percebido no caso do algodão. Hoje os produtores baianos gastam em torno de US$ 100 para colocar uma tonelada d produto em um navio em Santos. Com a Fiol, este custo cai para US$ 20, diz. 

O geólogo João Carlos Cavalcanti, presidente da Companhia Vale do Paramirim (CVP), foi um dos empresários a enviar o ofício para o ministro do TCU. “Demonstrei tecnicamente que a demora em promover o leilão cria um prejuízo enorme para a Bahia”, diz. Segundo ele, só os projetos em curso da CVP podem colocar até 30 milhões de toneladas de carga na Fiol. 

Com eficiência orçamentária, Valec mantém ritmo das obras da Ferrovia de Integração Oeste-Leste – Fiol

 

O Governo Federal, por meio do Ministério da Infraestrutura (MInfra), determinou como projeto prioritário a construção da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), empreendimento executado pela Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A., empresa pública vinculada ao MInfra. A Fiol ligará o futuro porto de Ilhéus/BA a Figueirópolis/TO, ponto em que se conectará à Ferrovia Norte-Sul.

No mês passado, o presidente Jair Bolsonaro esteve no canteiro de obras da Fiol prestigiando a assinatura do convênio celebrado entre a Valec e o Exército para a atuação da corporação nas obras do lote 6 da ferrovia. Diante de um cenário desafiador de restrição orçamentária, o presidente deixou uma mensagem clara aos gestores públicos: “nós temos um grande compromisso, que é fazer com que as obras aconteçam com menos recursos e criatividade para tirar o país da situação complicada que ainda se encontra.

Para cumprir esse compromisso, a Valec tem se empenhado em reduzir gastos administrativos e realocado esses recursos nas obras da Fiol (saiba mais aqui). Estas, seguem em ritmo consistente e, mesmo com a pandemia causada pelo novo coronavírus, apresentam um bom avanço físico, gerando aproximadamente 1240 empregos diretos e 2400 indiretos. Com a parceria firmada entre a estatal e o Exército e a chegada de todo o contingente destacado para a obra, a expectativa de geração de empregos é de 1700 diretos e 3400 indiretos. 

A atuação da Valec proporciona à sociedade alavancagem da economia por meio do investimento público direto, fomentando desenvolvimento e empregos, mesmo diante da grave crise econômica que o país enfrenta, acirrada pela pandemia. O grande desafio do momento está em superar a escassez orçamentária e tornar possível a subconcessão da Fiol II (trecho de Caetité/BA a Barreiras/BA) até 2022, que atualmente tem aproximadamente 44% de avanço físico. A subconcessão da Fiol I (trecho de Ilhéus/BA a Caetité/BA) deve acontecer ainda este ano, de acordo com o planejamento do MInfra. A empreitada demanda um esforço da Valec, que conta com o apoio do ministério supervisor para a alocação de recursos suficientes, que permitirão o desenvolvimento do empreendimento e atingimento dos objetivos estabelecidos.

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Referência em engenharia ferroviária no Brasil, Valec participa de evento internacional de infraestrutura

 

Nesta terça-feira (17), a Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A. participa do 13º Global Strategic Infrastructure Leadership Forum, evento 100% online promovido pela CG/LA, empresa sediada em Washington D.C. especializada em estratégias de investimentos em infraestrutura.

A estatal foi convidada para apresentar os projetos da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), ferrovia que está sendo construída no interior da Bahia e que futuramente chegará até o Porto Sul de Ilhéus/BA, e da Ferrovia de Integração do Centro-Oeste (Fico), que ainda não está em construção, mas para a qual a Valec já confeccionou o Projeto Básico e está prestes a obter licença ambiental para implantação. Falará em nome da área de Projetos da empresa o gerente de Projetos, Ramon Silva.

Em sua apresentação, Silva enfatizará a importância estratégica das ferrovias estruturantes do Brasil, dentre as quais se destacam a Fiol e a Fico. Sobre esta última, o Ministério da Infraestrutura planeja que ela seja construída com recursos privados, por meio da antecipação das outorgas de outras ferrovias. A integração entre os setores público e privado, neste caso, acontece pelo fato de que a Valec atuou nas fases preliminares de projeto básico e licenciamento ambiental, viabilizando o empreendimento para o parceiro privado investir.

Outra modalidade de parceria entre a Valec e o setor privado acontecerá com a subconcessão da Fiol, uma ferrovia que foi projetada e construída pela estatal e cuja primeira etapa deverá ser levada a leilão ainda este ano. Assim como aconteceu com a Ferrovia Norte-Sul, a empresa pública disponibiliza ao mercado um ativo praticamente pronto.

Para Ramon Silva, “representar a Valec em um evento internacional sobre infraestrutura é a concretização de um trabalho que vem sendo feito ao longo dos anos e tem contribuído consideravelmente para o desenvolvimento da infraestrutura ferroviária nacional”.

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“Nosso compromisso é fazer obras com menos recursos e criatividade”, afirmou o presidente Bolsonaro em cerimônia na Fiol

(São Desidério – BA, 11/09/2020) Presidente da República, Jair Bolsonaro acompanhado das autoridades presentes caminha sobre a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL).
Foto: Alan Santos/PR

 

O desenvolvimento da infraestrutura ferroviária do país entrou hoje (11) em nova fase, ainda mais promissora, com a assinatura do Termo de Execução Continuada (TED) celebrado entre a Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A. e o Exército Brasileiro para a construção de 18 km do lote 6 da Ferrovia de Integração Oeste-Leste, na Bahia (saiba mais). A cerimônia de assinatura do convênio aconteceu no canteiro de obras da Fiol que fica próximo a São Desidério/BA.

Marcado pela presença do presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, do ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Feitas, dos generais de Exército Marco Antonio Gomes e Arruda, parlamentares, autoridades e parceiros do setor ferroviário, o evento deixou evidente a confiança do Governo Federal na eficiência da corporação. “O Exército é povo, o Exército é Brasil. O que me fez ser presidente foi acreditar neste povo maravilhoso. É inenarrável o orgulho de estar à frente de uma nação com um quadro de autoridades dispostas a mudar a cara do Brasil”, disse o presidente Bolsonaro.

Também admirador da importância histórica da corporação, o ministro Tarcísio, que havia anunciado o convênio hoje concretizado no mês de maio, em visita às obras da ferrovia, afirmou que “o Exército nunca nos faltou e tem feito grandes obras. A Fiol é uma das principais obras de infraestrutura do país. Não tenho dúvidas de que teremos sucesso neste empreendimento, pois o governo do presidente Bolsonaro é um governo de entrega.

Ciente da importância histórica e efetiva da celebração da TED para o setor ferroviário, o presidente da Valec, André Kuhn, enalteceu o apoio que a empresa pública vem recebendo do Governo Federal, por meio de seu Ministério da Infraestrutura, e acrescentou “como militar da reserva, posso afirmar que o Exército Brasileiro irá colocar um selo de qualidade nas obras da Ferrovia de Integração Oeste-Leste”.

De volta a obras ferroviárias após mais de 20 anos, o Batalhão Ferroviário atuará em parceria com a Valec para acelerar o andamento das obras no lote 6 da Fiol, que fica próximo a Correntina/BA. O comandante Militar do Nordeste, Gen. Gomes declarou, durante a cerimônia, que “a sempre incansável força ferroviária do Exército vem hoje resgatar sua gloriosa trajetória. Podemos mais uma vez cooperar para o desenvolvimento do Brasil”. O Gen. Arruda apresentou os agradecimentos da corporação pela oportunidade de voltar a atuar em obras ferroviárias. “Nossos sinceros agradecimentos pela confiança. Esta parceria simboliza o retorno da corporação nas obras ferroviárias. A tropa empregada se compromete a cumprir bem sua missão.

Ao final da cerimônia, o presidente da República enfatizou a necessidade de se fazer mais com menos: “nós temos um grande compromisso, que é fazer com que as obras aconteçam com menos recursos e criatividade para tirar o país da situação complicada que ainda se encontra.” E encerrou com “um grande abraço a todos da Valec e a todos que estão trabalhando nas obras da Fiol.


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Na Bahia, Governo Federal formaliza parceria com o Exército para construção de trecho da FIOL

Evento no município de São Desidério/BA inclui visita técnica do ministro Tarcísio de Freitas às obras da Ferrovia de Integração Oeste-Leste 

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, participa nesta sexta-feira (11), em São Desidério/BA, da assinatura de termo de parceria entre a Valec e o Exército Brasileiro para a construção de um trecho da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL). A solenidade está prevista para às 10h, no Lote 7 da FIOL. A agenda inclui visita técnica às obras da ferrovia localizadas no município do oeste baiano. Está prevista a participação do presidente da República, Jair Messias Bolsonaro.

A partir da formalização da parceria com a Valec, o Exército vai atuar na construção de 18 km do Lote 6 da FIOL, próximo a Correntina/BA. É a primeira vez, desde 1990, que um batalhão de engenharia assume uma obra de ferrovia. De acordo com a Valec, a previsão é de que o novo trecho fique pronto em 2022.

Serviço:

Assinatura de parceria entre Valec e Exército – Visita a obras da FIOL
Endereço: Lote 7 da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL) – km 534
Data: 11 de setembro de 2020
Horário: 10h

Credenciamento:

https://www.gov.br/planalto/pt-br/acompanhe-o-planalto/area-de-imprensa/credenciamento-de-imprensa/avisos-de-credenciamento/visita-presidencial-as-obras-da-ferrovia-de-integracao-oeste-leste-fiol

100 dias de Gestão | Engenharia Ferroviária desenvolvida pela Valec engloba inovação e multidisciplinaridade

 

A estruturação de projetos de alta precisão e a construção de ferrovias modernas e confiáveis dentro de critérios de engenharia e sustentabilidade são alguns dos principais desafios da Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A., todos eles sob o guarda-chuva da Diretoria de Engenharia (Diren) da empresa pública.

Atualmente, compete à Valec a construção da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), que ligará o interior da Bahia ao porto de Ilhéus. Antes disso, a empresa construiu 2.259 km da Ferrovia Norte-Sul, hoje toda subconcedida à iniciativa privada, estudou a viabilidade e projetou outros muitos quilômetros de potenciais ferrovias, como é o caso da Fico (Ferrovia de Integração do Centro-Oeste). Para a Fico, a Valec elaborou o projeto básico e obteve o licenciamento ambiental, o que permitirá sua construção por meio do investimento privado obtido com a antecipação das outorgas proposta pelo Ministério da Infraestrutura (MInfra).

Há aproximadamente 100 dias, a Valec passou a ter uma nova administração, com metas arrojadas que começaram a ser cumpridas de imediato. Nesse período, a Diren aumentou o ritmo de construção da Fiol 2, promoveu a assinatura do Termo de Execução Descentralizada (TED) com o Exército para as obras de parte do lote 6 da ferrovia, desenvolveu aplicativo para a execução da inventariança da Fiol 1, parte integrante do processo de subconcessão desse trecho da ferrovia. Paralelamente, trabalhou na reorganização do setor, implementando maior rigor na análise dos contratos e no atendimento aos órgãos de controle. Nesse quesito, obteve conquistas importantes, como o atendimento pleno às demandas do IBAMA para a Licença de Instalação da Fico, bem como a aprovação pelo TCU dos projetos desse importante empreendimento.

No campo da inovação, foi desenvolvido o Sistema de Gestão de Informações da Diren (SIDE Valec), integrando informações de Meio Ambiente, Desapropriação, Obras e Projetos. Para o diretor de Engenharia, Washington Lüke, “o desenvolvimento do SIDE em tão pouco tempo é um reflexo do novo momento que vivemos na empresa. Estamos motivados, pois sabemos aonde e como devemos chegar”, declarou. Lüke, que é representante da ISO para assuntos do BIM (Building Information Modeling) no Brasil, está promovendo, juntamente com sua equipe de Projetos, tratativas com o SENAI para Acordo de Cooperação para implementação do BIM na Valec. “Somos uma empresa pública com alta capacitação técnica e aprendemos a desenvolver inovações e soluções tecnológicas de alto nível a custos baixos ou inexistentes”, finalizou o diretor.

Nesse período de 100 dias, uma entrega importante para a sociedade foi a doação do Horto Florestal e criação do Parque Municipal Arara Azul, no município de Imperatriz (MA), localizado no Tramo Norte da Ferrovia Norte Sul (FNS), subconcedido à empresa FNS S.A. São 31,8704 ha de área, margeando o pátio ferroviário pertencente à Valec. A doação, além de ser pautada por interesses sociais, poupará a Valec dos trabalhos, custos administrativos e manutenção do terreno, uma vez que não existem planos futuros de utilização da área. Isso representa economia aos cofres públicos. O parque será utilizado como local de lazer para a população local e visitantes.

Evento 100 dias de Gestão 
O evento oficial de 100 dias de Gestão da atual Diretoria Executiva da Valec acontecerá na próxima semana, no auditório da empresa, e será transmitido ao vivo nas plataformas online. A divulgação será feita nas redes sociais da Valec.

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Em videoconferência, parlamentares conhecem benefícios da FIOL para logística nacional

A fim de dar maior celeridade às obras da Ferrovia de Integração Oeste Leste (FIOL), com maior injeção de recursos, a diretoria da Valec se reuniu com a Frente Parlamentar de Logística e Infraestrutura (Frenlogi) e representantes do Instituto Brasil Logística (IBL).

No encontro, promovido por videoconferência, foram apresentados detalhes sobre o andamento do empreendimento e as necessidades orçamentárias para a conclusão das duas primeiras etapas da ferrovia.

O diretor-presidente da Valec, André Kuhn, destacou aspectos importantes da FIOL para a economia regional e nacional, como geração de empregos diretos e indiretos, redução do custo logístico, redução de acidentes, entre outros benefícios.

Kuhn lembrou que a meta da atual gestão é preparar A FIOL 1 para concessão e concluir a FIOL 2 até o final de 2022. “É um volume enorme de obras a serem executadas. São R$ 13.9 bilhões de investimento nos três trechos. E para isso, nosso pleito aqui hoje e pedir apoio do Parlamento, bem como da Frenlogi, a viabilização de emendas parlamentares destinadas a construção da ferrovia ”, enfatizou.  

No encontro, os parlamentares e assessores também tiveram conhecimento dos recursos necessários para levar a FIOL 2 a leilão, que chega a R$ 1.7 bilhão. Essa etapa é onde estão centrados os esforços da diretoria no momento, já que o trecho conta com 39% de obras concluídas. “Nossa meta é viabilizar a logística. A sociedade não pode esperar mais, o que puder ser feito para antecipar a execução, vai ser bom para o país, produtores e pagadores de impostos”, concluiu o diretor-presidente. 

Também contribuíram com informações e esclarecimentos o diretor de Finanças e Administração, Marcio Medeiros, de Engenharia, Washington Luke, e de Negócios, Jeferson Cheriegate. 

FIOL em Números

A fim de esclarecer ao Parlamento a grandiosidade da ferrovia para logística do país, a Assessoria de Comunicação (ASCOM) da Valec preparou um material gráfico em que apresenta a FIOL em números. 

No material físico, que será entregue às bancadas parlamentares em momento oportuno, podem ser encontradas, por exemplo, informações de toda extensão da FIOL, que chega a quase 1500 quilômetros.

Outro dado importante destacado é o de que a construção da ferrovia vai gerar em torno de 18 mil empregos diretos e indiretos, redução de até 73% no frete médio da tonelada por quilômetro, além de 523 acidentes a menos envolvendo caminhões.

 

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Fabricação própria de materiais barateia e agiliza a obra da ferrovia

Imagem: Whalles Zarur (Ascom/Valec)

A construção da Fiol 2, trecho da Ferrovia de Integração Oeste-Leste que vai de Caetité a Barreiras, na Bahia, segue em ritmo acelerado, com aproximadamente 2000 trabalhadores diretos e indiretos. Parte do desempenho positivo das obras da Fiol se deve à produção em larga escala de insumos e materiais utilizados em grande volume na infra e na superestrutura da linha férrea, produção essa feita nos canteiros de obra da própria ferrovia.

No processo de composição do orçamento de uma obra de grande vulto, como é o caso da Fiol, optou-se pela fabricação própria de dormentes, aduelas e por internalizar o processo de fabricação de brita em pedreiras localizadas ao longo da ferrovia. Isso reduziu o custo total da obra e trouxe maior agilidade à construção.

Para se ter uma ideia do volume necessário de dormentes de concreto, sobre os quais são assentados os trilhos, o espaçamento entre os dormentes é de 60 cm. Para cada quilômetro de ferrovia, são necessários, portanto, algo em torno de 1666 dormentes. Somente no lote 7 da Fiol 2, por exemplo, que tem extensão de 148 km, serão utilizados mais de 240 mil dormentes de concreto, que estão sendo fabricados no canteiro próximo a São Desidério, no interior baiano.

Sobre os dormentes

Dormentes são as peças retangulares colocadas transversalmente à via férrea e sobre as quais ou trilhos assentam e são fixados. Na Fiol, assim como na Ferrovia Norte-Sul, que foi construída pela Valec e subconcessionada à iniciativa privada, estão sendo utilizados dormentes de concreto. Trata-se de uma alternativa aos dormentes de madeira, que vêm sendo substituídos por questões de sustentabilidade ambiental e por serem de fácil deterioração. Os dormentes também podem ser produzidos de outros materiais, como aço e polímeros. Fonte: Brasil Ferroviário

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