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:: ‘Ferrovias’

Leilão da Fiol na Bahia será em abril

O prazo total da concessão deverá ser de 35 anos, considerando os períodos de construção e operação. Licitação será por concorrência


Tribuna da Bahia, Salvador
17/12/2020 10:42 | Atualizado há 3 dias, 20 horas e 25 minutos

Foto: Divulgação


Por: Yuri Abreu

A Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT) publicou o edital de concessão de um trecho da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), entre os municípios de Caetité, na região sudoeste da Bahia, e Ilhéus, no sul do estado, chamado de Fiol 1. De acordo com o documento, publicado ontem no Diário Oficial da União, a permissão corresponde ao trecho inicial da Ferrovia, cuja função está ligada diretamente ao escoamento da produção de minério de ferro produzido no interior baiano, por meio do porto de Ilhéus.

De acordo com a autarquia federal, o leilão vai ocorrer no dia 8 de abril de 2021, na Bolsa de São Paulo, conforme cronograma estabelecido no edital. O traçado desta possui aproximadamente 537 km de extensão, atravessando os seguintes municípios baianos: Ilhéus, Uruçuca, Aureliano Leal, Ubaitaba, Gongogi, Itagibá, Itagi, Jequié, Manoel Vitorino, Mirante, Tanhaçu, Aracatu, Brumado, Livramento de Nossa Senhora, Lagoa Real, Rio do Antônio, Ibiassucê e Caetité.

O prazo total da concessão deverá ser de 35 anos, considerando os períodos de construção e operação, contados a partir da assunção do contrato. Os investimentos previstos são da ordem de R$ 5 bilhões ao longo do prazo da concessão, sendo sua maior parte aplicada nos primeiros cinco anos do contrato em obras remanescentes e complementares. Entre essas estão obras de infraestrutura e superestrutura da linha férrea, pátios de cruzamento e de interligação e obras-de-arte especiais.

De acordo com o edital, a licitação será na modalidade de concorrência com participação internacional, cujo critério de julgamento será o maior valor de outorga fixa. “O valor decorrente da proposta deverá ser pago como condição para a assinatura do contrato, sendo R$ 32,7 milhões o lance mínimo requerido. Além dessa outorga fixa inicial, a subconcessionária ainda deverá realizar pagamento trimestrais de outorga variável ao longo do prazo do contrato, correspondente a 3,43% da receita operacional bruta da ferrovia, sendo que o vencimento da primeira parcela ocorrerá até o 5º dia do mês subsequente à data de eficácia. Assim, os ganhos da operação ferroviária serão compartilhados com o poder concedente”, afirmou a ANTT.

A demanda projetada para a ferrovia indica que 18,4 milhões de toneladas já serão transportadas no início da operação, prevista para ocorrer no prazo de cinco anos, chegando a 41,2 milhões de toneladas em 2035. Na composição das cargas predomina o minério de ferro produzido na região de Caetité, sendo complementado em menor escala pela produção agrícola e por carga geral.

No entanto, a ideia é a de que, futuramente, a ferrovia será ainda estendida para a região produtora de grãos do oeste baiano, havendo inclusive a possibilidade de integração com a Ferrovia Norte-Sul, no município de Figueirópolis, no Tocantins, indo ao encontro do objetivo de integração das malhas ferroviárias e melhora das condições logísticas do país.

Concedida atualmente a VALEC – Engenharia, Construções e Ferrovias S.A., o equipamento está subdividido em três trechos: o Fiol 1, que vai de Caetité a Ilhéus; o Fiol 2, que vai de Barreiras a Caetité – os dois trechos estão sob construção da empresa pública –; e a Fiol 3, cujo trecho parte de Barreiras, no oeste baiano, até a cidade tocantinense de Figueirópolis, no sul estado nortista – este deve funcionar no formato “greenfield” – nesse sistema de licitação, os governos participam do processo por meio de desapropriações e pelo financiamento da construção, que por sua vez é de responsabilidade da concessionária, seja ela uma empresa ou um consórcio.

Infraestrutura arrecada R$ 87,5 milhões em leilão de quatro portos

Terminais devem ter R$ 400 milhões em investimentos

Publicado em 18/12/2020 – 18:52 Por Camila Boehm – Repórter da Agência Brasil – São Paulo

O Ministério da Infraestrutura (MInfra) arrecadou R$ 87,5 milhões em outorgas com o leilão dos quatro terminais portuários localizados em Alagoas (MAC10), Bahia (ATU12 e ATU18) e Paraná (PAR12), realizado hoje (18) na sede da B3, em São Paulo. 

Segundo a pasta, os portos irão atrair mais de R$ 400 milhões em investimentos nos terminais. Os vencedores do leilão foram Timac Agro Indústria (MAC10), CS Brasil Transportes (ATU12 e ATU18) e Ascensus Gestão e Participações (PAR12).

Os terminais ATU12 e ATU18 foram arrematados por 62,5 milhões em outorgas totais (ATU12 – R$ 10 milhões e ATU18 – R$ 52,5 milhões). Ambos movimentam e armazenam granéis sólidos. O porto organizado onde os terminais estão inseridos funciona como rota de escoamento da produção e importação do Polo Industrial de Camaçari. Estão estimados R$ 365 milhões de investimentos nos terminais.

O terminal MAC10 foi arrematado por R$ 50 mil em outorgas. Ele é destinado à movimentação e armazenagem de granéis líquidos, especialmente ácido sulfúrico. A demanda por produtos químicos no Porto Organizado é influenciada pela presença do Polo Cloroquímico de Alagoas. Os investimentos previstos serão de R$ 12,7 milhões.

Concluindo a rodada, o terminal PAR12 foi arrematado por R$ 25 milhões em outorgas. Ele foi arrendado para movimentação e armazenagem de carga Ro-Ro, que é o tipo de carregamento que se desloca sobre suas próprias rodas, ou em cima de equipamentos específicos, como a produção automobilística. Para este terminal, estão previstos investimentos de R$ 22,2 milhões.

No Twitter, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, comemorou o resultado do leilão.

Ferrovias

Antes do leilão, os termos aditivos de prorrogação dos contratos de concessão da Estrada de Ferro Vitória-Minas (EFVM) e da Estrada de Ferro Carajás (EFC), ambas administradas pela Vale S/A, foram assinados, também na capital paulista, pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e a concessionária.

Com a renovação antecipada de concessões das ferrovias, são esperados investimentos de mais de R$ 17 bilhões nos próximos 30 anos, além de R$ 4,6 bilhões em outorgas. Como resultado das negociações entre governo e Vale, parte do valor da outorga da EFVM vai viabilizar a construção da Ferrovia de Integração do Centro-Oeste (FICO), entre Mara Rosa/GO e Água Boa/MT. O novo trecho deverá permitir o escoamento da produção de grãos do Vale do Araguaia até a Ferrovia Norte-Sul.

“Fechamos o ano em grande estilo. A assinatura das renovações de concessões das ferrovias da Vale e o arrendamento dos terminais portuários representam a confiança os investidores no nosso país. Serão esses investimentos que vão transformar nossa infraestrutura e movimentar nossa economia”, disse o ministro.

Edição: Aline Leal

Balanço Valec 2020: um ano de conquistas

Em um ano especialmente desafiador, a estatal realizou grandes entregas e consolidou sua importância na infraestrutura nacional.

A Diretoria Executiva da Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A. realiza hoje (17), a partir das 14h, o Balanço Valec 2020. Durante o evento, que será transmitido pelcanal da Valec no YouTube, os diretores apresentarão, em uma roda de conversas, as principais entregas da empresa no ano que se encerra e indicarão as perspectivas para 2021.

A atual Diretoria assumiu a gestão em maio de 2020 com o desafio de priorizar as obras da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), na Bahia, e, ao mesmo tempo trilhar os caminhos da estatal para o futuro, com a junção entre a Valec e a EPL, que deve ser finalizada em 2021, resultando na nova empresa pública Infra S.A.. Para atingir as expectativas da pasta supervisora, o Ministério da Infraestrutura, a Valec planejou e executou um plano de trabalho baseado nos seguintes pilares: eficiência na execução das obras; redução de gastos administrativos; reforço dos requisitos de integridade e do atendimento aos órgãos de controle; e estruturação de uma área de negócios que viabilizará a independência da Valec do uso de recursos da União. “Nós aceitamos a missão porque acreditamos nas diretrizes que vêm do Governo Federal e do MInfra. Para nós, é uma honra participar deste momento efervescente da infraestrutura brasileira”, declarou André Kuhn, diretor-presidente da estatal.

Em pouco tempo, a Diretoria de Engenharia da Valec conseguiu reestruturar o setor combinando tecnologia, controle e integração. A Diren reduziu drasticamente pendências com recomendações de órgãos de controle, aprimorou a gestão dos contratos, adotou um sistema de informações que integra suas áreas (Engenharia e tecnologia de ponta compõem o portfólio da Valec), viabilizou o ingresso do Exército Brasileiro nas obras do lote 6 da Fiol após a assinatura do Termo de Execução Descentralizada firmado em setembro (“Nosso compromisso é fazer obras com menos recursos e criatividade”, afirmou Bolsonaro em cerimônia na Fiol). “Fizemos todos esses ajustes com as obras da Fiol II acontecendo sem pausas. Em 2021, não será diferente. Temos o compromisso de entregar a ferrovia viável para a subconcessão no final de 2022 e vamos atrás de cumpri-lo”, afirmou o diretor, Washington Lüke.       

Para o diretor de Administração e Finanças da estatal, Márcio Medeiros, o ano termina com a sensação de dever cumprido. “O nosso planejamento para o biênio 2020/2021 foi ousado porque precisava que fosse assim. Reduzimos gastos administrativos, o que permitiu a realocação de recursos para as obras, e usamos de criatividade para reorganizarmos a empresa, trazendo maior eficiência a custos baixos”. As mudanças feitas nas áreas de gestão de pessoas, administrativa, tecnologia, orçamento e licitações terão continuidade em 2021, com um modelo de gestão voltado ao uso racional e inteligente do recurso público (”Gestão pública eficiente é o fio condutor da Valec”, afirma diretor).     

Estruturada em 2020, a Diretoria de Negócios da Valec, conduzida por Jeferson Cheriegate, executivo buscado no setor privado, indica os novos caminhos para a empresa. “Estamos estruturando um portfólio de produtos e serviços a partir da identificação dos nossos ativos e da nossa inteligência. Utilizando a ferramenta do Funil de Inovações (Funil de Inovação é novo aliado na elaboração do portfólio da Valec), conseguimos identificar o potencial de negócios da Valec”, disse Cheriegate. Os resultados já podem ser vistos. Somente este ano, a estatal promoveu roadshow com o mercado (Ativos da Valec são apresentados ao mercado em Roadshow com ABIOVE) para apresentar o potencial dos terminais intermodais, abriu o processo licitatório para a concessão de uso do Terminal de Porto Franco/MA  e, recentemente, inaugurou Terminal de Cargas às margens da Ferrovia Norte-Sul (FNS) em Porto Nacional/TO (Valec e Petronac inauguram Terminal de Cargas às margens da Ferrovia Norte-Sul). Na ocasião, lançou o programa Terminais Inteligentes, que tem o propósito de incrementar o transporte de cargas e diminuir o custo logístico do país.

Em 2021, Valec e EPL serão a Infra S.A., uma empresa pública mais competitiva e autossuficiente. Juntas, as duas empresas trarão mais eficácia, eficiência para conduzir a infraestrutura do Brasil.

O evento Balanço Valec 2020 será transmitido ao vivo, a partir das 14h, no canal da Valec no YouTube.


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Obras de infraestrutura reduziram em 11% valor do frete agrícola

Ministério apresentou balanço anual na manhã desta segunda-feira

Publicado em 14/12/2020 – 12:20 Por Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil – Brasília

A melhoria das condições de trafegabilidade na BR-135/MA é uma prioridade para o @govbr
As obras de duplicação na rodovia visam melhorar as condições para o transporte de produtos, reduzir o tempo de percurso dos usuários e garantir mais segurança no trânsito

Oitenta e seis obras prioritárias foram entregues em 2020 pelo Ministério da Infraestrutura. Segundo o balanço anual da pasta, divulgado hoje (14), 1.259 quilômetros (km) de estradas foram construídos ao longo do ano em todo o país, resultando em uma redução média de 11% no valor do frete agrícola, informou o ministério, tendo por base estudos da Empresa de Planejamento e Logística (EPL).

“Este ano de 2020 foi um ano extremamente desafiador porque nos deparamos com uma situação inesperada, que foi a pandemia. Tínhamos a preocupação de manter a logística funcionando, para que fizéssemos o melhor enfrentamento”, disse o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas ao apresentar, via online, o balanço. Segundo Gomes de Freitas, o Brasil está preparado, do ponto de vista logístico, para fazer a distribuição de vacinas.

Concessões

O Presidente da República, Jair Bolsonaro,visita as obras do Aeroporto de Foz do Iguaçu-Cataratas
Presidente Jair Bolsonaro visita obras do Aeroporto de Foz do Iguaçu-Cataratas – Carolina Antunes/PR

Segundo o balanço, o setor aeroportuário foi beneficiado com a ampliação de vários aeroportos. Em especial os de Foz do Iguaçu (PR), Fortaleza (CE) e Campo Grande (MS). Além disso um novo terminal de embarque foi concluído no aeroporto de Navegantes (SC). A pasta acrescenta ter entregue também o Cais de Atalaia no Porto de Vitória (ES), seis portos de pequeno porte na região amazônica, além de ter feito a dragagem do Porto de Rio Grande.

O ano de 2020 contabilizará, ao seu final, a concessão de 12 ativos de infraestrutura, entre nove leilões e três inéditas renovações antecipadas. “Nosso foco é o investimento privado”, disse o ministro ao destacar os arrendamentos dos terminais portuários STS14 e STS14a, em Santos (SP) e a renovação antecipada dos contratos das ferrovias Malha Paulista, Vitória-Minas e Carajás.

Estão também previstos, ainda para 2020, os leilões de arrendamento dos terminais portuários PAR12 (Paraná), ATU12, ATU18 (Bahia) e MAC10 (Alagoas) – o que deve ocorrer na próxima sexta-feira (18). A expectativa do governo é de que esses empreendimentos resultem em cerca de R$ 31 bilhões em investimentos feitos pelo setor privado.

Pandemia

O Ministério da Infraestrutura destaca, entre as ações realizadas este ano, a participação na operação conjunta federal que trouxe ao país 960 toneladas de máscaras cirúrgicas e N95, para distribuição em todas as unidades federativas. “Durante três meses, 39 voos partiram da China em uma operação inédita de logística que cruzou 11 fusos horários diferentes para chegarem ao destino final”, informou a pasta.

“Foi uma vitória silenciosa, mantermos a logística funcionando durante a pandemia. Equipamentos foram transportados do exterior e distribuído”, disse o ministro ao garantir quer “o Brasil está preparado, do ponto de vista logístico, para fazer a distribuição de vacinas”.

Outro feito destacado no balanço divulgado hoje foi a sanção do novo Código de Trânsito Brasileiro, que entrará em vigor no dia 12 de abril. A expectativa é de que as mudanças simplifiquem e desburocratizem processos, reduzindo custos e investindo em medidas educativas.

BR do Mar

A aprovação pela Câmara dos Deputados do Protjeto de Lei (PL) 4.199/2020 – que institui o BR do Mar, programa do governo que busca aumentar a oferta e reduzir custos para a cabotagem (navegação entre portos do país) – é tida como “uma grande vitória” para o setor portuário. O projeto ainda está sendo analisado pelo Senado Federal.

Outro destaque apresentado no balanço do ministério foi a disponibilização da nova placa de identificação veicular, disponibilizada pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) a todas unidades federativas. “O modelo atual diminui o custo e traz itens de segurança mais eficientes, como o QR Code, que possibilita a rastreabilidade, dificultando a sua clonagem e falsificação”, justifica a pasta.

Previsões para 2021

Para 2021, o Ministério da Infraestrutura planeja conceder 52 ativos à iniciativa privada. A expectativa é de que, por meio de concessões, privatizações e renovações, R$ 137,5 bilhões sejam investidos em infraestrutura no país; e que quase R$ 3 bilhões sejam obtidos por meio de outorgas.

Entre as concessões previstas, há as de 23 aeroportos; 17 terminais portuários; duas ferrovias (FIOL e Ferrogrão) e uma renovação antecipada – além de onze lotes de rodovias e da “desestatização” da Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa).

Aeroportos

O governo trabalha com a previsão de que a sexta rodada de concessões aeroportuária – que abrange 22 aeroportos divididos em três blocos – ocorra em março. Serão nove terminais da Região Sul, sete da Região Norte e outros seis no Centro-Oeste e Nordeste do país.

“Entre os principais, os aeroportos estão os de Manaus, Goiânia e Curitiba, que devem ancorar os blocos. Destaque especial também para o aeroporto de Foz do Iguaçu (PR), que vem passando por uma série de obras de modernização e ampliação e vai começar a receber voos internacionais. A cidade é o segundo destino internacional mais procurado, atrás apenas do Rio de Janeiro”, informa o ministério.

Estão também previstas a relicitação do Aeroporto de São Gonçalo do Amarante/RN e a alienação da participação da Infraero nos aeroportos de Guarulhos/SP, Brasília/DF, Galeão/RJ e Confins/MG.

Setor portuário

O governo prepara o arrendamento de mais duas áreas importantes do Porto de Santos: os terminais STS08 e STS08A. A expectativa é de cerca de R$ 1,2 bilhão em investimentos nesses terminais que são voltadas ao armazenamento de granéis líquidos (combustíveis). O leilão está previsto para o primeiro trimestre de 2021, e o vencedor administrará os terminais pelo período de 25 anos.

Um “ativo de peso” que deve ir a leilão em 2021 é o da nova concessão da Via Dutra (BR-116), que liga São Paulo e Rio de Janeiro. Segundo o ministério, esse projeto abrangerá também a rodovia Rio-Santos (BR-101). A previsão é de que R$ 14,5 milhões sejam investidos no empreendimento, que será concedido por 30 anos ao novo operador.

Ferrovias

No setor ferroviário, o destaque do ministério é a concessão do primeiro trecho da Ferrovia Oeste-Leste (FIOL), que vai ligar Caetité, na Bahia, ao Porto de Ilhéus; e a Ferrogrão, ligando a produção do norte do Mato Grosso aos portos de Miritituba, no Pará.

Edição: Denise Griesinger

Engenharia e tecnologia de ponta compõem o portfólio da Valec

 

A Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A. é uma empresa pública vinculada ao Ministério da Infraestrutura identificada pela construção de grandes eixos ferroviários, como é o caso da Ferrovia Norte-Sul (FNS), hoje subconcedida à iniciativa privada, e a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), cuja etapa II está em construção e a etapa I em vias de ir a leilão. 

Para que uma obra pública de grande porte como a ferrovia tenha início, é necessário que várias etapas preliminares sejam cumpridas. Alguns exemplos dessas etapas são: os estudos de viabilidade técnica, econômica e ambiental, os chamados EVTEAs; o projeto básico, a partir do qual tem-se uma ideia mais clara do caminho que a ferrovia irá percorrer e é também a base para obtenção da Licença de Instalação por parte do órgão ambiental. Após essas etapas e a decisão pelo início da obra, parte-se para a elaboração de um projeto executivo e têm início as desapropriações, as demais ações para o Licenciamento Ambiental e a execução da obra em si. Esta precisa ser acompanhada passo a passo do ponto de vista de engenharia, execução dos contratos, orçamento.

A experiência adquirida pela Valec na elaboração de todas as etapas preliminares, bem como na execução das obras, permitiu o desenvolvimento de aplicações tecnológicas eficientes e eficazes voltadas ao monitoramento, controle e prestação de contas de cada fase das obras. Ciente dessa realidade, a atual Diretoria de Engenharia (Diren) da estatal, conduzida por Washington Lüke, em conjunto com a Superintendência de Tecnologia da Informação (Supti), liderada pelo Jorge Lustosa, deu início a um trabalho inovador de integração das tecnologias desenvolvidas internamente pela Valec. Combinando o uso de BIM (Building Information Modeling), GIS (Geographic Information System) e BI (Business Inteligence), as áreas de engenharia e TI da estatal montaram um portfólio de sistemas que, em breve, poderão ser utilizados por outros entes da Administração Pública Federal. De fato, hoje já existe uma aplicação disponível para envio de informações ao Painel de Obras do Ministério da Economia (saiba mais).

“Temos hoje uma engenharia eficiente porque optamos por usar a tecnologia a nosso favor. Fizemos isso dentro de casa, com poucos recursos e em pouco tempo”, afirmou Lüke. Integrante da empresa desde abril deste ano, Lustosa vem concentrando esforços no desenvolvimento de sistemas que agilizem as trocas de informações e confiram maior credibilidade aos dados compartilhados pela Valec. “Nós recebemos uma diretriz clara de gerar eficiência e economia ao mesmo tempo e estamos conseguindo. Juntamente com a Engenharia, pensamos ‘por que não compartilhar?’. Estamos no caminho e, em pouco tempo, ofertaremos aplicação para gestão unificada de obras públicas, com funcionalidades de gestão de ocorrências ambientais, gestão de desapropriações territoriais, gestão de pagamentos de medições e acompanhamento de obras”, concluiu o Supti.

Clique aqui e conheça alguns dos sistemas utilizados pela Valec e que, em breve, estarão disponíveis para outros entes governamentais.


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ONGs buscam impedir obra de ferrovia no tapetão do TCU

Ferrovia atravessará quase 1.000km para escoar produção do Centro Oeste e Norte para os portos no litoral

Organizações não-governamentais (ONGs), que recebiam milhões do governo (até o presidente Jair Bolsonaro fechar a torneira) agora tentam, através de ação do Ministério Público, atrapalhar investimentos como no caso da ferrovia EF-170. Conhecida como Ferrogrão, que liga Sinop (MT) a Itaituba (PA), a ferrovia atravessará quase 1.000km para escoar os produtos da região aos portos, na costa. Há previsão de quase R$13 bilhões de investimentos na região, que é uma das mais pobres do País. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

A ideia é parar tudo porque durante o governo Temer o diretor da ANTT, prometeu “ouvir comunidades indígenas”, ou sejam, as próprias ONGs.

O MPF entrou na “vibe” das ONGs e pediu para o Tribunal de Contas da União suspender a ferrovia até que os indígenas sejam “consultados”.

Notícias Relacionadas

A iniciativa se sustenta em uma convenção da Organização Internacional do Trabalho (nº 169) sobre povos indígenas.

A ONG Instituto Socioambiental (ISA), que só em 2018 abiscoitou R$19,7 milhões do governo e já não leva mais nada, é uma das autoras da ação.

Com eficiência orçamentária, Valec mantém ritmo das obras da Ferrovia de Integração Oeste-Leste – Fiol

 

O Governo Federal, por meio do Ministério da Infraestrutura (MInfra), determinou como projeto prioritário a construção da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), empreendimento executado pela Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A., empresa pública vinculada ao MInfra. A Fiol ligará o futuro porto de Ilhéus/BA a Figueirópolis/TO, ponto em que se conectará à Ferrovia Norte-Sul.

No mês passado, o presidente Jair Bolsonaro esteve no canteiro de obras da Fiol prestigiando a assinatura do convênio celebrado entre a Valec e o Exército para a atuação da corporação nas obras do lote 6 da ferrovia. Diante de um cenário desafiador de restrição orçamentária, o presidente deixou uma mensagem clara aos gestores públicos: “nós temos um grande compromisso, que é fazer com que as obras aconteçam com menos recursos e criatividade para tirar o país da situação complicada que ainda se encontra.

Para cumprir esse compromisso, a Valec tem se empenhado em reduzir gastos administrativos e realocado esses recursos nas obras da Fiol (saiba mais aqui). Estas, seguem em ritmo consistente e, mesmo com a pandemia causada pelo novo coronavírus, apresentam um bom avanço físico, gerando aproximadamente 1240 empregos diretos e 2400 indiretos. Com a parceria firmada entre a estatal e o Exército e a chegada de todo o contingente destacado para a obra, a expectativa de geração de empregos é de 1700 diretos e 3400 indiretos. 

A atuação da Valec proporciona à sociedade alavancagem da economia por meio do investimento público direto, fomentando desenvolvimento e empregos, mesmo diante da grave crise econômica que o país enfrenta, acirrada pela pandemia. O grande desafio do momento está em superar a escassez orçamentária e tornar possível a subconcessão da Fiol II (trecho de Caetité/BA a Barreiras/BA) até 2022, que atualmente tem aproximadamente 44% de avanço físico. A subconcessão da Fiol I (trecho de Ilhéus/BA a Caetité/BA) deve acontecer ainda este ano, de acordo com o planejamento do MInfra. A empreitada demanda um esforço da Valec, que conta com o apoio do ministério supervisor para a alocação de recursos suficientes, que permitirão o desenvolvimento do empreendimento e atingimento dos objetivos estabelecidos.

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Valec e Ministério da Infraestrutura vistoriam obras da Ferrovia Norte-Sul – FNS

Principal eixo estruturante do modal ferroviário, a ferrovia que integra o Brasil encontra-se em fase de finalização

 

Acompanhado pelo secretário Nacional de Transporte Terrestre Marcello da Costa, o diretor de Negócios da Valec, Jefferson Cheriegate, percorrerá, até a próxima sexta-feira (09), trechos de uma das maiores obras do setor ferroviário do país, a Ferrovia Norte-Sul (FNS), que vai do Maranhão até São Paulo.

O objetivo da visita é fazer o acompanhamento de todas as ações das obras remanescentes que estão sendo realizadas pelo Rumo, subconcessionária que venceu o leilão do trecho de 1.539 km em 2019. A previsão de finalização das obras é para 2021.  

Sobre a FNS
A FNS foi um dos maiores investimentos históricos da infraestrutura brasileira e representa um divisor do modal ferroviário. A Valec atuou desde os estudos de viabilidade, elaboração do projeto até a construção de 2.259 km dessa ferrovia estruturante que corta o Brasil. Mesmo após a subconcessão desse importante ativo, a empresa pública atua no monitoramento, faz vistorias como a que acontece esta semana e é responsável pela realização do maior Plantio Compensatório da América do Sul. Ao todo, estão sendo plantadas mais de 4 milhões de mudas para a recuperação do Cerrado brasileiro em toda a extensão da Norte-Sul.

Cheriegate destacou a importância da conclusão desta obra de infraestrutura. “Estamos reencontrando esta obra que a Valec construiu e entregou para a iniciativa privada com 93% de execução física”. Já Marcello da Costa enfatizou a importância da finalização da FNS para o ano que vem. “A conclusão da Ferrovia Norte-Sul é uma grande conquista para a logística nacional”.


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Referência em engenharia ferroviária no Brasil, Valec participa de evento internacional de infraestrutura

 

Nesta terça-feira (17), a Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A. participa do 13º Global Strategic Infrastructure Leadership Forum, evento 100% online promovido pela CG/LA, empresa sediada em Washington D.C. especializada em estratégias de investimentos em infraestrutura.

A estatal foi convidada para apresentar os projetos da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), ferrovia que está sendo construída no interior da Bahia e que futuramente chegará até o Porto Sul de Ilhéus/BA, e da Ferrovia de Integração do Centro-Oeste (Fico), que ainda não está em construção, mas para a qual a Valec já confeccionou o Projeto Básico e está prestes a obter licença ambiental para implantação. Falará em nome da área de Projetos da empresa o gerente de Projetos, Ramon Silva.

Em sua apresentação, Silva enfatizará a importância estratégica das ferrovias estruturantes do Brasil, dentre as quais se destacam a Fiol e a Fico. Sobre esta última, o Ministério da Infraestrutura planeja que ela seja construída com recursos privados, por meio da antecipação das outorgas de outras ferrovias. A integração entre os setores público e privado, neste caso, acontece pelo fato de que a Valec atuou nas fases preliminares de projeto básico e licenciamento ambiental, viabilizando o empreendimento para o parceiro privado investir.

Outra modalidade de parceria entre a Valec e o setor privado acontecerá com a subconcessão da Fiol, uma ferrovia que foi projetada e construída pela estatal e cuja primeira etapa deverá ser levada a leilão ainda este ano. Assim como aconteceu com a Ferrovia Norte-Sul, a empresa pública disponibiliza ao mercado um ativo praticamente pronto.

Para Ramon Silva, “representar a Valec em um evento internacional sobre infraestrutura é a concretização de um trabalho que vem sendo feito ao longo dos anos e tem contribuído consideravelmente para o desenvolvimento da infraestrutura ferroviária nacional”.

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“Nosso compromisso é fazer obras com menos recursos e criatividade”, afirmou o presidente Bolsonaro em cerimônia na Fiol

(São Desidério – BA, 11/09/2020) Presidente da República, Jair Bolsonaro acompanhado das autoridades presentes caminha sobre a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL).
Foto: Alan Santos/PR

 

O desenvolvimento da infraestrutura ferroviária do país entrou hoje (11) em nova fase, ainda mais promissora, com a assinatura do Termo de Execução Continuada (TED) celebrado entre a Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A. e o Exército Brasileiro para a construção de 18 km do lote 6 da Ferrovia de Integração Oeste-Leste, na Bahia (saiba mais). A cerimônia de assinatura do convênio aconteceu no canteiro de obras da Fiol que fica próximo a São Desidério/BA.

Marcado pela presença do presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, do ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Feitas, dos generais de Exército Marco Antonio Gomes e Arruda, parlamentares, autoridades e parceiros do setor ferroviário, o evento deixou evidente a confiança do Governo Federal na eficiência da corporação. “O Exército é povo, o Exército é Brasil. O que me fez ser presidente foi acreditar neste povo maravilhoso. É inenarrável o orgulho de estar à frente de uma nação com um quadro de autoridades dispostas a mudar a cara do Brasil”, disse o presidente Bolsonaro.

Também admirador da importância histórica da corporação, o ministro Tarcísio, que havia anunciado o convênio hoje concretizado no mês de maio, em visita às obras da ferrovia, afirmou que “o Exército nunca nos faltou e tem feito grandes obras. A Fiol é uma das principais obras de infraestrutura do país. Não tenho dúvidas de que teremos sucesso neste empreendimento, pois o governo do presidente Bolsonaro é um governo de entrega.

Ciente da importância histórica e efetiva da celebração da TED para o setor ferroviário, o presidente da Valec, André Kuhn, enalteceu o apoio que a empresa pública vem recebendo do Governo Federal, por meio de seu Ministério da Infraestrutura, e acrescentou “como militar da reserva, posso afirmar que o Exército Brasileiro irá colocar um selo de qualidade nas obras da Ferrovia de Integração Oeste-Leste”.

De volta a obras ferroviárias após mais de 20 anos, o Batalhão Ferroviário atuará em parceria com a Valec para acelerar o andamento das obras no lote 6 da Fiol, que fica próximo a Correntina/BA. O comandante Militar do Nordeste, Gen. Gomes declarou, durante a cerimônia, que “a sempre incansável força ferroviária do Exército vem hoje resgatar sua gloriosa trajetória. Podemos mais uma vez cooperar para o desenvolvimento do Brasil”. O Gen. Arruda apresentou os agradecimentos da corporação pela oportunidade de voltar a atuar em obras ferroviárias. “Nossos sinceros agradecimentos pela confiança. Esta parceria simboliza o retorno da corporação nas obras ferroviárias. A tropa empregada se compromete a cumprir bem sua missão.

Ao final da cerimônia, o presidente da República enfatizou a necessidade de se fazer mais com menos: “nós temos um grande compromisso, que é fazer com que as obras aconteçam com menos recursos e criatividade para tirar o país da situação complicada que ainda se encontra.” E encerrou com “um grande abraço a todos da Valec e a todos que estão trabalhando nas obras da Fiol.


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Na Bahia, Governo Federal formaliza parceria com o Exército para construção de trecho da FIOL

Evento no município de São Desidério/BA inclui visita técnica do ministro Tarcísio de Freitas às obras da Ferrovia de Integração Oeste-Leste 

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, participa nesta sexta-feira (11), em São Desidério/BA, da assinatura de termo de parceria entre a Valec e o Exército Brasileiro para a construção de um trecho da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL). A solenidade está prevista para às 10h, no Lote 7 da FIOL. A agenda inclui visita técnica às obras da ferrovia localizadas no município do oeste baiano. Está prevista a participação do presidente da República, Jair Messias Bolsonaro.

A partir da formalização da parceria com a Valec, o Exército vai atuar na construção de 18 km do Lote 6 da FIOL, próximo a Correntina/BA. É a primeira vez, desde 1990, que um batalhão de engenharia assume uma obra de ferrovia. De acordo com a Valec, a previsão é de que o novo trecho fique pronto em 2022.

Serviço:

Assinatura de parceria entre Valec e Exército – Visita a obras da FIOL
Endereço: Lote 7 da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL) – km 534
Data: 11 de setembro de 2020
Horário: 10h

Credenciamento:

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100 dias de Gestão | Engenharia Ferroviária desenvolvida pela Valec engloba inovação e multidisciplinaridade

 

A estruturação de projetos de alta precisão e a construção de ferrovias modernas e confiáveis dentro de critérios de engenharia e sustentabilidade são alguns dos principais desafios da Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A., todos eles sob o guarda-chuva da Diretoria de Engenharia (Diren) da empresa pública.

Atualmente, compete à Valec a construção da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), que ligará o interior da Bahia ao porto de Ilhéus. Antes disso, a empresa construiu 2.259 km da Ferrovia Norte-Sul, hoje toda subconcedida à iniciativa privada, estudou a viabilidade e projetou outros muitos quilômetros de potenciais ferrovias, como é o caso da Fico (Ferrovia de Integração do Centro-Oeste). Para a Fico, a Valec elaborou o projeto básico e obteve o licenciamento ambiental, o que permitirá sua construção por meio do investimento privado obtido com a antecipação das outorgas proposta pelo Ministério da Infraestrutura (MInfra).

Há aproximadamente 100 dias, a Valec passou a ter uma nova administração, com metas arrojadas que começaram a ser cumpridas de imediato. Nesse período, a Diren aumentou o ritmo de construção da Fiol 2, promoveu a assinatura do Termo de Execução Descentralizada (TED) com o Exército para as obras de parte do lote 6 da ferrovia, desenvolveu aplicativo para a execução da inventariança da Fiol 1, parte integrante do processo de subconcessão desse trecho da ferrovia. Paralelamente, trabalhou na reorganização do setor, implementando maior rigor na análise dos contratos e no atendimento aos órgãos de controle. Nesse quesito, obteve conquistas importantes, como o atendimento pleno às demandas do IBAMA para a Licença de Instalação da Fico, bem como a aprovação pelo TCU dos projetos desse importante empreendimento.

No campo da inovação, foi desenvolvido o Sistema de Gestão de Informações da Diren (SIDE Valec), integrando informações de Meio Ambiente, Desapropriação, Obras e Projetos. Para o diretor de Engenharia, Washington Lüke, “o desenvolvimento do SIDE em tão pouco tempo é um reflexo do novo momento que vivemos na empresa. Estamos motivados, pois sabemos aonde e como devemos chegar”, declarou. Lüke, que é representante da ISO para assuntos do BIM (Building Information Modeling) no Brasil, está promovendo, juntamente com sua equipe de Projetos, tratativas com o SENAI para Acordo de Cooperação para implementação do BIM na Valec. “Somos uma empresa pública com alta capacitação técnica e aprendemos a desenvolver inovações e soluções tecnológicas de alto nível a custos baixos ou inexistentes”, finalizou o diretor.

Nesse período de 100 dias, uma entrega importante para a sociedade foi a doação do Horto Florestal e criação do Parque Municipal Arara Azul, no município de Imperatriz (MA), localizado no Tramo Norte da Ferrovia Norte Sul (FNS), subconcedido à empresa FNS S.A. São 31,8704 ha de área, margeando o pátio ferroviário pertencente à Valec. A doação, além de ser pautada por interesses sociais, poupará a Valec dos trabalhos, custos administrativos e manutenção do terreno, uma vez que não existem planos futuros de utilização da área. Isso representa economia aos cofres públicos. O parque será utilizado como local de lazer para a população local e visitantes.

Evento 100 dias de Gestão 
O evento oficial de 100 dias de Gestão da atual Diretoria Executiva da Valec acontecerá na próxima semana, no auditório da empresa, e será transmitido ao vivo nas plataformas online. A divulgação será feita nas redes sociais da Valec.

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