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:: ‘Ferrovias’

“Trabalhamos para que o Exército esteja na frente de obras da Fiol já em agosto”, afirma diretor de Engenharia da Valec


Imagem: Whalles Zarur Ascom/Valec

A parceria entre a Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A. e o Exército Brasileiro na Fiol está próxima de ser concluída. Esta semana, de 29/06 a 1º/07, em visita técnica ao canteiro de obras do lote 6 da ferrovia, próximo a Correntina/BA, uma comitiva formada por diretores e técnicos da estatal e integrantes do Batalhão Ferroviário do Exército fez um reconhecimento aprofundado do status de construção do lote em questão. O próximo passo é elaborar o orçamento para a execução do Termo de Execução Descentralizada (TED), instrumento que permitirá o convênio entre os dois órgãos.

Exercito na fiol 1
Imagem: Whalles Zarur Ascom/Valec

Os diretores de Engenharia e de Negócios da Valec, Washington Lüke e Jeferson Cheriegate, integraram a comitiva. De acordo com Lüke, o Ministério da Infraestrutura, pasta supervisora da estatal, tem grandes expectativas na concretização da parceria. “Trabalhamos para que o Exército esteja na frente de obras da Fiol já em agosto”, afirmou. Cheriegate participou da visita técnica com uma perspectiva de novos negócios. A viagem incluiu uma ida à ponte sobre o Rio São Francisco, a maior da América Latina, e à fábrica de dormentes da Valec. “Para nós, é fundamental conhecer de perto os ativos que irão compor nosso portfólio comercial, por meio do qual planejamos gerar receitas e maior autonomia à empresa”.

Fiol segue gerando empregos
Em torno de 1000 trabalhadores atuam nas frentes de obra da Ferrovia de Integração Oeste-Leste, no interior baiano. Medidas de segurança e distanciamento social foram adotadas neste período de pandemia causada pelo novo coronavírus. A ordem do Governo do Brasil e do Ministério da Infraestrutura e aliar saúde, emprego e a manutenção das obras de infraestrutura de transportes do país.

Exercito na fiol 2
Imagem: Whalles Zarur Ascom/Valec

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Olhar voltado ao mercado e integridade na gestão pública definem nova condução da Valec

Imagem Whalles Zarur (Ascom/Valec)

O diretor-presidente da Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A., André Kuhn, participou ontem (23) do Webinar Nos Trilhos, encontro promovido pela Revista Ferroviária voltado aos participantes e interessados pelo setor ferroviário.

Kuhn destacou como principal atividade hoje da empresa a construção da Fiol 2 e disponibilização desse ativo de infraestrutura para subconcessão até 2022. “A fim de dar agilidade ao processo, estamos firmando parceria com o Exército no lote 6 da ferrovia. A partir do momento em que o Exército entra em um empreendimento, temos uma relação ganha/ganha para o Brasil.”

Perguntado sobre o presente e o futuro da Valec, o diretor-presidente reconheceu que a empresa passou por um período difícil de definições em 2019, mas que hoje passa por um redesenho positivo, que trará mais confiança para seu corpo funcional e, consequentemente, mais retorno para a sociedade. “Estamos nos reestruturando para a futura junção com a EPL e, a partir dessa junção, criação de uma nova empresa, a Infra S.A., que deverá ampliar nossas frentes de atuação na infraestrutura brasileira”.

Os participantes do Webinar também perguntaram sobre os pátios multimodais presentes ao longo da Ferrovia Norte-Sul, construída pela Valec e hoje subconcedida à iniciativa privada. André Kuhn esclareceu que, de fato, os terminais permanecem sob a gestão da Valec e que a exploração comercial desses empreendimentos é fonte de recursos para a União. “Nós estamos trabalhando na concessão dos pátios e nossa meta é incrementar consideravelmente os ganhos a partir dessas concessões”.

No encerramento de sua participação no Webinar Nos Trilhos, o diretor-presidente da Valec reafirmou seu compromisso em tornar a empresa referência para o Brasil não só em sua atividade fim, mas como ente da administração pública federal. Nesse contexto, mencionou a adesão ao programa Radar Anticorrupção do Ministério da Infraestrutura, que ganhou reforço esta semana com a visita in loco da equipe ministerial. De acordo com Kuhn, “os resultados da análise feita pelo time da subsecretaria de Conformidade e Integridade do MInfra trarão diagnósticos e apontamentos importantes para o aprimoramento da conduta e integridade da Valec.”

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O papel da Valec na emissão de títulos verdes

 

A certificação de títulos verdes para investimentos em ativos de infraestrutura de transportes está se tornando realidade no Brasil. O programa, focado inicialmente em ferrovias, é fruto de um memorando de entendimento assinado pelo ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, no final de 2019, que abriu caminhos para tratativas com a Climate Bond Initiative (CBI), organização inglesa especializada em selos verdes, visando à certificação para captação de recursos para investimentos em projetos mais sustentáveis.

Após conversas com a CBI, o Ministério da Infraestrutura concluiu que o objeto a ser certificado será o Programa de Novas Concessões Ferroviárias. Para isso, é preciso demonstrar o alinhamento do Programa com a Política Nacional de Transportes e com o Planejamento Logístico Nacional de longo prazo. Na sequência, será necessário apresentar as principais características técnicas de cada um dos empreendimentos. Nesse contexto, entra o papel da Valec, empresa pública vinculada ao MInfra cuja função social é construir e explorar a infraestrutura ferroviária: elaborar caderno técnico com as informações necessárias para a certificação, como, por exemplo, o coeficiente de emissão de CO2 das ferrovias, a quantidade de frete de combustíveis fósseis estimada e as ações de adequação às mudanças do clima.

Critérios e metodologia adotados

A Superintendência de Gestão Ambiental e Territorial da Valec atuou em parceria com a Gerência de Meio Ambiente da EPL na elaboração dos critérios a serem adotados. Pela Valec, a condução ficou por conta da Gerência de Monitoramento, liderada pela bióloga Natália Bittencourt, em parceria com a Gerência de Sustentabilidade e Gestão Ambiental, conduzida pelo geólogo Marcello Anastácio. A equipe técnica contou ainda com a engenheira Ambiental Ana Carla Alves e o cientista Ambiental Paulo Miketen. Nos estudos, foram aplicadas três metodologias diferentes para obter dados em diferentes cenários, considerando tonelada útil transportada, quantidade de combustível utilizada. Foi possível também com os dados comparar emissões de CO2 do modal rodoviário com o ferroviário. Essas informações subsidiarão a aprovação dos empreendimentos, já que os dados obtidos demonstram o atendimento aos critérios CBI de certificação. Esses critérios são: (i) Coeficiente de emissão < 25gCO2 por t-km; (ii) Transporte de combustível fóssil < 50% do frete total (t-km); e (iii) Comparação de redução de GEE (mudança do modo rodoviário para o ferroviário).

Captação de recursos

O processo já teve início com as estimativas de emissão calculadas. A expectativa é que, no momento da realização dos leilões de concessão, que o MInfra espera promover até o próximo ano, os ativos já estejam certificados para captação de recursos. Caso a certificação seja exitosa, a Fiol (Ferrovia de Integração Oeste-Leste), a Ferrovia de Integração Centro-Oeste (Fico) e a Ferrogrão serão certificadas pela CBI no Brasil, com investimentos estimados na casa dos R$ 14 bi. Para Marcello Anastácio, o trabalho desenvolvido é motivo de orgulho. “Estamos muito felizes com o resultado e nos sentimos preparados para apoiar as ações de Estado no sentido de colocarmos ferrovias mais verdes no mercado, elevando o Brasil a um patamar de sustentabilidade já muito difundido em outros países desenvolvidos e com infraestrutura ferroviária robusta”, declarou Anastácio. “Aliar sustentabilidade e rentabilidade é uma diretriz muito clara colocada pelo MInfra para a Valec e, com essa certificação, vamos cumprir nossa missão”, encerrou Natália Bittencourt.

Texto: Ana Caichiolo / Marcello Anastácio
Imagem: Sugat/Valec

Valec e MInfra consolidam as novas diretrizes da empresa

SampaioDa esq. para a dir. André Kuhn, Marcelo Sampaio e Marcello da Costa

Em continuidade aos trabalhos de alinhamento entre a Valec e o Ministério da Infraestrutura, estiveram hoje (04), na sede da estatal, o secretário Executivo e o secretário nacional de Transportes Terrestres do MInfra, Marcelo Sampaio e Marcello da Costa.

Sampaio abriu o encontro, que contou com a participação da Diretoria Executiva e dos superintendentes da Valec, reiterando a parceria entre as instituições. “Nosso desafio é trazer a infraestrutura necessária ao país e tenho certeza da capacidade técnica da Valec para isso. Dentre as ações prioritárias, contamos com a empresa para avançarmos com as obras da Fiol 2 até 2022.”

Sampaio 2

Em seguida, os diretores, acompanhados apenas pelos superintendentes, a fim de respeitar medidas sanitárias preventivas, necessárias neste período de pandemia, apresentaram aos secretários do MInfra os grandes números de cada Diretoria. Diretoria de Engenharia, Diretoria de Negócios e Diretoria de Administração e Finanças detalharam estimativas, ações para redução de custos, necessidades orçamentárias, fontes de receitas, propostas de inovações e ações internas de controle e integridade.

O diretor-presidente da Valec, André Kuhn, enfatizou a importância do evento, que demonstra a forma afinada com que a empresa vem trabalhando de acordo com as diretrizes do ministério supervisor. “A proposta da nova administração da Valec é promover maior sinergia entre os setores internos da empresa, entre a empresa e o Ministério da Infraestrutura e, como consequência, ser cada vez mais reconhecida pela sociedade como uma empresa pública que entrega ativos essenciais para o desenvolvimento do país”, finalizou Kuhn.

Texto: Ana Caichiolo 
Imagens: Whalles Zarur

VALEC E EXÉRCITO FIRMAM PRAZO PARA INICIAR PARTICIPAÇÃO NAS OBRAS DA FIOL

Com a parceria, o Exército voltará a fazer parte da construção de uma grande ferrovia no Brasil após 25 anos. Militares assumirão trecho entre Correntina e Santa Maria, na Bahia

 

Dando seguimento às tratativas com o Exército para início da participação nas obras da Ferrovia de Integração Oeste Leste (Fiol), foi realizada, nesta quarta-feira (27), no Quartel General do Exército, em Brasília, reunião para alinhar a estratégia e estabelecer o cronograma de trabalho. A expectativa é que o contrato da parceria seja assinado em até 60 dias e que a obra seja retomada já no início de agosto.

Durante o encontro, foi definido que a corporação assumirá o trecho 1 do Lote 6, que fica entre as cidades de Correntina e Santa Maria (BA). Nesta primeira fase, o Batalhão de Engenharia do Exército deverá executar aproximadamente 20 quilômetros da obra. Com a parceria, o Exército voltará a fazer parta da construção de uma grande ferrovia no Brasil após 25 anos. A última participação da corporação ocorreu na construção da Ferroeste, entre os anos de 1993 a 1995.

Para o chefe do Departamento de Engenharia e Construção do Exército, general Claudio Coscia Moura, a participação da instituição na Fiol será essencial para a infraestrutura do país. “Tenho certeza de que essa será uma grande parceria, além de muito importante para o fortalecimento da tropa na participação de obras ferroviárias. Estamos ansiosos para contribuir com o desenvolvimento do Brasil”, ratificou.

De acordo com o diretor-presidente da Valec, Andre Kuhn, a entrada do Exército dará ainda um novo ritmo à execução dos trabalhos, além de ajudar na capacitação da tropa de Engenharia. “Essa participação será essencial para o cumprimento das metas de conclusão da Fiol”, pontuou.

 

O secretário nacional de Transportes Terrestres, Marcello da Costa, ressaltou o empenho do ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, em fazer com que as obras sejam retomadas com a maior brevidade. “A decisão já foi tomada, e faremos todo o possível para agilizar o início. O Ministério e a Valec estão empenhados em viabilizar esse processo”, ressaltou.

Na próxima segunda-feira, 1º de junho, haverá nova reunião entre as equipes técnicas da Valec e do Exército para dar continuidade à discussão sobre o detalhamento do projeto e o plano de execução das obras.

Viagem à Fiol – Em visita ao canteiro de obras na semana passada, Tarcísio de Freitas anunciou que o Exército iria assumir parte das obras da Fiol. O ministro visitou trechos do empreendimento junto ao secretário Executivo da pasta, Marcelo Sampaio, e o diretor-presidente da Valec Engenharia, André Kuhn, acompanhado por técnicos das instituições.

Texto e imagens: Ascom

Parceria entre Valec e Exército impulsionará obra da Fiol

 

Na última segunda-feira (18), em visita às obras da Ferrovia de Integração Oeste-Leste, na Bahia, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, anunciou que o Exército Brasileiro irá atuar nas obras do lote 6 da Fiol, entre Bom Jesus da Lapa e São Desidério, no Oeste baiano. A ideia dessa pareceria entre a Valec e o Exército é trazer maior celeridade à construção da ferrovia que, ao final da execução de todo o projeto, ligará Figueirópolis, no Tocantins, ao porto de Ilhéus, no sul da Bahia.

Após a visita de Feitas, o diretor-presidente da Valec, André Kuhn, acompanhado pelo secretário Nacional de Transportes Terrestres do MInfra, Marcello da Costa, seguiu em visita técnica pelos lotes da Fiol 2, a fim de avaliar de perto a qualidade e o ritmo das obras. “A Fiol é de suma importância para a logística e a infraestrutura do Brasil. Nossa meta, com o aporte adicional de recursos e a parceria com o Exército, é executar esta construção em um curto espaço de tempo para trazer mais desenvolvimento à região”.

A comitiva encerrou ontem (20) a visita técnica e pode reafirmar que o setor produtivo e a sociedade como um todo receberão uma ferrovia com alto padrão de qualidade.

Texto: Ana Caichiolo
Imagens: MInfra/Ricardo Botelho

Ministério da Infraestrutura e Valec percorrem obras da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol)

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, o secretário Executivo da pasta, Marcelo Sampaio, e o diretor-presidente da Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A., André Kuhn, visitaram hoje (18) as obras do lote 7 da ferrovia de Integração Oeste- Leste (Fiol), no oeste da Bahia.  Acompanhada por técnicos da Valec e do MInfra, a comitiva irá percorrer, em visita técnica, os trechos da construção da ferrovia nas proximidades do município de São Desidério.

Tarcísio Freitas e André Kuhn

Quando concluída, a Ferrovia de Integração Oeste-Leste vai ligar Figueirópolis, no Tocantins, ao porto de Ilhéus, no sul da Bahia. Na Bahia, as obras da Fiol são divididas em Fiol 1 (Ilhéus/ Caetité) e Fiol 2 (Caetité/ Barreiras). A etapa em construção, Fiol 2, tem 485,4 km de extensão e conta com um investimento de R$ 3 bilhões. A obra é executada pela Valec, empresa pública vinculada ao Ministério da Infraestrutura.  A ferrovia irá reduzir os custos de transporte de grãos, álcool e minérios destinados ao mercado externo.

Tarcísio Freitas, André Kuhn, Marcelo Sampaio e equipe do Ministério da Infraestrutura

Durante entrevista coletiva concedida ao chegar em Barreiras/BA, Freitas falou sobre os planos de realizar o leilão para a subconcessão da Fiol 1 ainda este ano. Sobre as obras da Fiol 2, destacou que “a ferrovia de Integração Oeste-Leste é prioridade para o Governo do presidente Jair Bolsonaro, inclusive para utilização dos recursos do ProBrasil. Além do uso dos equipamentos de proteção individuais habituais, reforçamos os cuidados com transporte, uso de máscaras, higienização dos refeitórios, a fim de garantir a segurança dos trabalhadores para que as obras de infraestrutura não parem durante esta pandemia.

Planejamos trazer o Exército para atuar junto à Valec e dar um impulso às obras da Fiol, a fim de finalizá-la até 2022.”Ao longo do dia, a comitiva visitou a fábrica de dormentes, que são peças de concreto sobre as quais os trilhos são fixados, e inspecionou trechos prontos da ferrovia a bordo de um auto de linha. A respeito do trecho visitado, o diretor-presidente da Valec, André Kuhn, afirmou que “a obra está sendo muito bem executada, há um controle de qualidade que deve ser destacado. Vamos trabalhar para que a obra continue nesse ritmo, de tal forma que possamos entregar o empreendimento à sociedade da melhor forma possível”.O diretor-presidente da Valec, juntamente com as equipes técnicas da estatal e da secretaria Nacional de Transportes Terrestres do MInfra continuarão a visita às obras da Fiol até a próxima quarta-feira.


Texto: Ana Caichiolo
Imagens:Aescom/MInfra

FOTOS DA ANTIGA ESTRADA DE FERRO DE ILHÉUS.

FONTE: http://vfco.brazilia.jor.br/ferrovias/EdReijnders/EdReijndersIlheus.shtml

VALEC apresenta missão e visão de futuro à CTLOG

A CTLOG é uma câmara temática em funcionamento no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) desde 2005, composta por representantes de 63 órgãos e entidades dos setores privado e público. Tem como objetivo central agregar áreas da economia ligadas ao agronegócio responsáveis por toda a cadeia produtiva, incluindo transporte, armazenamento até a exportação das commodities brasileiras. Nesse contexto, a partir desta que foi 71ª reunião da Câmara, a VALEC passa a participar como convidada permanente das reuniões, tendo em vista sua atuação como braço governamental responsável pela viabilização da infraestrutura ferroviária nacional.

ctlog 2

Olhar voltado para o mercado

Castello iniciou sua fala registrando a satisfação em ser convidado para participar da reunião do CTLOG e poder apresentar a nova visão da VALEC na construção de melhores caminhos para a infraestrutura brasileira. “A nossa empresa existe para ser relevante para a sociedade. Temos uma posição central na infraestrutura, pois nos relacionamos dentro e fora do Governo Federal. Queremos aprofundar nosso relacionamento com o mercado apresentando os nossos ativos, que são de grande importância para a cadeia produtiva. ”

Dentre as funções da VALEC, Castello destacou que não se trata somente da construção de ferrovias, mas que a empresa tem conhecimento aprofundado e atua na elaboração de estudos, projetos, presta suporte no monitoramento e fiscalização da ferrovia e faixa de domínio e oferece ao mercado um ativo fundamental na cadeia produtiva, que são as áreas de pátios multimodais, fundamentais para o ciclo de escoamento da produção nacional.

“Hoje, enxergamos uma janela de oportunidades, pois existem recursos para investimento no setor produtivo e nos ativos de infraestrutura. Cabe à VALEC conhecer a fundo a demanda e, estar aqui neste fórum, é uma excelente oportunidade de ouvir os usuários, os fornecedores de serviços, o setor produtivo e conhecer a visão agregada do setor de logística. A VALEC quer conversar com os participantes do mercado. Nossa missão é transformar a VALEC em uma empresa com foco na entrega de ativos ferroviários para a sociedade”, encerrou Castello Branco.


Confira aqui a apresentação da VALEC na 71ª reunião da CTLOG

TEXTO: Ana Caichiolo

Imagem: Laura Almeida

A Ferrovia de Integração Oeste-Leste

 

Com aproximadamente 1527 km de extensão, a Ferrovia de Integração Oeste Leste-FIOL ligará o futuro porto de Ilhéus (no litoral baiano) a Figueirópolis (em Tocantins), ponto em que se conectará com a Ferrovia Norte Sul.

Objetivos

  • Estabelecer alternativas mais econômicas para os fluxos de carga de longa distância;
  • Favorecer a multimodalidade;
  • Interligar a malha ferroviária brasileira;
  • Propor nova alternativa logística para o escoamento da produção agrícola e de mineração por meio do terminal portuário de Ilhéus/BA; e
  • Incentivar investimentos, para incrementar a produção e induzir a processos produtivos modernos.

Benefícios

  • Reduzir os custos de transporte de grãos, álcool e minérios destinados aos mercados internos e externos;
  • Aumentar a produção agroindustrial da região, motivada por melhores condições de acesso aos mercados nacional e internacional;
  • Interligar os estados de Tocantins, Maranhão, Goiás e Bahia aos portos de Ilhéus/BA e Itaqui/MA, o que proporcionará melhor desempenho econômico de toda a malha ferroviária;
  • Incentivar os investimentos, a modernização e a produção;
  • Melhorar a renda e a distribuição da riqueza nacional;
  • Reduzir a emissão de poluentes;
  • Reduzir o número de acidentes em rodovias.

Tabela de Estados e municípios influenciados diretamente pela ferroviaEstados e municípios influenciados diretamente pela ferrovia

Governo prevê investimento de R$30 bi em ferrovias nos próximos 5 anos

Publicado em 06/02/2020 – 22:50

Por Léo Rodrigues – Repórter da Agência Brasil  Rio de Janeiro

O Ministério de Infraestrutura prevê investimentos de R$ 30 bilhões para ampliar a malha ferroviária do país. Os recursos seriam obtidos por meio de concessões. Informações foram detalhadas pelo ministro Tarcísio Gomes de Freitas, que participou hoje do 1º Fórum de Desenvolvimento Sustentável da Costa Verde, realizado na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), na cidade de Seropédica (RJ).“Vamos investir R$ 30 bilhões em ferrovias nos próximos 5 ou 6 anos”, disse. O primeiro contrato de concessão foi assinado no ano passado e envolve a Ferrovia Norte-Sul, no trecho entre Porto Nacional (TO) e Estrela D’Oeste (SP).
Para este ano, são previsas as concessões da Ferrovia de Integração Oeste-Leste, que ligará Ilhéus (BA) a Figueirópolis (TO), e a Ferrogrão, projeto com origem em Cuiabá (MT) e término em Santarém (PA).O governo planeja ainda trabalhar por uma mudança legislativa que permita o regime de autorização. Trata-se de um modelo em que o investidor tem mais liberdade do que no regime de concessão. “Hoje não é possível nós operarmos com autorização nas ferrovias. No setor portuário, nós já fazemos isso. As autorizações abrem uma nova porta. Vale para aquele investidor que quer tomar o risco de engenharia, para que possa empreender e ter a propriedade da ferrovia, ter o benefício da perpetuidade, a liberdade para definir sua tarifa. Isso é importante para quem assume risco de longo prazo e proporciona novos investimentos ferroviários no Brasil”, disse Tarcísio.

Segundo um estudo de 2018 da Fundação Dom Cabral, a malha rodoviária é utilizada para o escoamento de 75% da produção no país. As ferrovias respondem por 5,4%. Os impactos causados pela greve dos caminhoneiros de 2018 expôs a dependência do país do transporte rodoviário e gerou um debate público sobre a necessidade de se ampliar a malha ferroviária .

Tarcísio disse que o Ministério da Infraestrutura tem conversado com todos os setores em busca de melhorias coletivas. No caso dos caminhoneiros, ele destacou ter abarcado algumas demandas nos projetos de concessões de novas rodovias como a Rodovia Presidente Dutra, conhecida popularmente como Via Dutra, que liga o Rio de Janeiro à São Paulo.

“Eu tenho 70 grupos de Whatsapp de caminhoneiros para vocês terem uma ideia. E eu costumo responder todas as questões. Dá um trabalho danado, mas é importante porque isso muda um ponto de vista, às vezes segura uma greve”, disse.

Edição: Fábio Massalli

FERROVIAS PARA A INTEGRAÇÃO NACIONAL

Nossas ferrovias. Fonte: Diario do Poder

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