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Com eficiência orçamentária, Valec mantém ritmo das obras da Ferrovia de Integração Oeste-Leste – Fiol

 

O Governo Federal, por meio do Ministério da Infraestrutura (MInfra), determinou como projeto prioritário a construção da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), empreendimento executado pela Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A., empresa pública vinculada ao MInfra. A Fiol ligará o futuro porto de Ilhéus/BA a Figueirópolis/TO, ponto em que se conectará à Ferrovia Norte-Sul.

No mês passado, o presidente Jair Bolsonaro esteve no canteiro de obras da Fiol prestigiando a assinatura do convênio celebrado entre a Valec e o Exército para a atuação da corporação nas obras do lote 6 da ferrovia. Diante de um cenário desafiador de restrição orçamentária, o presidente deixou uma mensagem clara aos gestores públicos: “nós temos um grande compromisso, que é fazer com que as obras aconteçam com menos recursos e criatividade para tirar o país da situação complicada que ainda se encontra.

Para cumprir esse compromisso, a Valec tem se empenhado em reduzir gastos administrativos e realocado esses recursos nas obras da Fiol (saiba mais aqui). Estas, seguem em ritmo consistente e, mesmo com a pandemia causada pelo novo coronavírus, apresentam um bom avanço físico, gerando aproximadamente 1240 empregos diretos e 2400 indiretos. Com a parceria firmada entre a estatal e o Exército e a chegada de todo o contingente destacado para a obra, a expectativa de geração de empregos é de 1700 diretos e 3400 indiretos. 

A atuação da Valec proporciona à sociedade alavancagem da economia por meio do investimento público direto, fomentando desenvolvimento e empregos, mesmo diante da grave crise econômica que o país enfrenta, acirrada pela pandemia. O grande desafio do momento está em superar a escassez orçamentária e tornar possível a subconcessão da Fiol II (trecho de Caetité/BA a Barreiras/BA) até 2022, que atualmente tem aproximadamente 44% de avanço físico. A subconcessão da Fiol I (trecho de Ilhéus/BA a Caetité/BA) deve acontecer ainda este ano, de acordo com o planejamento do MInfra. A empreitada demanda um esforço da Valec, que conta com o apoio do ministério supervisor para a alocação de recursos suficientes, que permitirão o desenvolvimento do empreendimento e atingimento dos objetivos estabelecidos.

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Valec e Ministério da Infraestrutura vistoriam obras da Ferrovia Norte-Sul – FNS

Principal eixo estruturante do modal ferroviário, a ferrovia que integra o Brasil encontra-se em fase de finalização

 

Acompanhado pelo secretário Nacional de Transporte Terrestre Marcello da Costa, o diretor de Negócios da Valec, Jefferson Cheriegate, percorrerá, até a próxima sexta-feira (09), trechos de uma das maiores obras do setor ferroviário do país, a Ferrovia Norte-Sul (FNS), que vai do Maranhão até São Paulo.

O objetivo da visita é fazer o acompanhamento de todas as ações das obras remanescentes que estão sendo realizadas pelo Rumo, subconcessionária que venceu o leilão do trecho de 1.539 km em 2019. A previsão de finalização das obras é para 2021.  

Sobre a FNS
A FNS foi um dos maiores investimentos históricos da infraestrutura brasileira e representa um divisor do modal ferroviário. A Valec atuou desde os estudos de viabilidade, elaboração do projeto até a construção de 2.259 km dessa ferrovia estruturante que corta o Brasil. Mesmo após a subconcessão desse importante ativo, a empresa pública atua no monitoramento, faz vistorias como a que acontece esta semana e é responsável pela realização do maior Plantio Compensatório da América do Sul. Ao todo, estão sendo plantadas mais de 4 milhões de mudas para a recuperação do Cerrado brasileiro em toda a extensão da Norte-Sul.

Cheriegate destacou a importância da conclusão desta obra de infraestrutura. “Estamos reencontrando esta obra que a Valec construiu e entregou para a iniciativa privada com 93% de execução física”. Já Marcello da Costa enfatizou a importância da finalização da FNS para o ano que vem. “A conclusão da Ferrovia Norte-Sul é uma grande conquista para a logística nacional”.


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Referência em engenharia ferroviária no Brasil, Valec participa de evento internacional de infraestrutura

 

Nesta terça-feira (17), a Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A. participa do 13º Global Strategic Infrastructure Leadership Forum, evento 100% online promovido pela CG/LA, empresa sediada em Washington D.C. especializada em estratégias de investimentos em infraestrutura.

A estatal foi convidada para apresentar os projetos da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), ferrovia que está sendo construída no interior da Bahia e que futuramente chegará até o Porto Sul de Ilhéus/BA, e da Ferrovia de Integração do Centro-Oeste (Fico), que ainda não está em construção, mas para a qual a Valec já confeccionou o Projeto Básico e está prestes a obter licença ambiental para implantação. Falará em nome da área de Projetos da empresa o gerente de Projetos, Ramon Silva.

Em sua apresentação, Silva enfatizará a importância estratégica das ferrovias estruturantes do Brasil, dentre as quais se destacam a Fiol e a Fico. Sobre esta última, o Ministério da Infraestrutura planeja que ela seja construída com recursos privados, por meio da antecipação das outorgas de outras ferrovias. A integração entre os setores público e privado, neste caso, acontece pelo fato de que a Valec atuou nas fases preliminares de projeto básico e licenciamento ambiental, viabilizando o empreendimento para o parceiro privado investir.

Outra modalidade de parceria entre a Valec e o setor privado acontecerá com a subconcessão da Fiol, uma ferrovia que foi projetada e construída pela estatal e cuja primeira etapa deverá ser levada a leilão ainda este ano. Assim como aconteceu com a Ferrovia Norte-Sul, a empresa pública disponibiliza ao mercado um ativo praticamente pronto.

Para Ramon Silva, “representar a Valec em um evento internacional sobre infraestrutura é a concretização de um trabalho que vem sendo feito ao longo dos anos e tem contribuído consideravelmente para o desenvolvimento da infraestrutura ferroviária nacional”.

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“Nosso compromisso é fazer obras com menos recursos e criatividade”, afirmou o presidente Bolsonaro em cerimônia na Fiol

(São Desidério – BA, 11/09/2020) Presidente da República, Jair Bolsonaro acompanhado das autoridades presentes caminha sobre a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL).
Foto: Alan Santos/PR

 

O desenvolvimento da infraestrutura ferroviária do país entrou hoje (11) em nova fase, ainda mais promissora, com a assinatura do Termo de Execução Continuada (TED) celebrado entre a Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A. e o Exército Brasileiro para a construção de 18 km do lote 6 da Ferrovia de Integração Oeste-Leste, na Bahia (saiba mais). A cerimônia de assinatura do convênio aconteceu no canteiro de obras da Fiol que fica próximo a São Desidério/BA.

Marcado pela presença do presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, do ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Feitas, dos generais de Exército Marco Antonio Gomes e Arruda, parlamentares, autoridades e parceiros do setor ferroviário, o evento deixou evidente a confiança do Governo Federal na eficiência da corporação. “O Exército é povo, o Exército é Brasil. O que me fez ser presidente foi acreditar neste povo maravilhoso. É inenarrável o orgulho de estar à frente de uma nação com um quadro de autoridades dispostas a mudar a cara do Brasil”, disse o presidente Bolsonaro.

Também admirador da importância histórica da corporação, o ministro Tarcísio, que havia anunciado o convênio hoje concretizado no mês de maio, em visita às obras da ferrovia, afirmou que “o Exército nunca nos faltou e tem feito grandes obras. A Fiol é uma das principais obras de infraestrutura do país. Não tenho dúvidas de que teremos sucesso neste empreendimento, pois o governo do presidente Bolsonaro é um governo de entrega.

Ciente da importância histórica e efetiva da celebração da TED para o setor ferroviário, o presidente da Valec, André Kuhn, enalteceu o apoio que a empresa pública vem recebendo do Governo Federal, por meio de seu Ministério da Infraestrutura, e acrescentou “como militar da reserva, posso afirmar que o Exército Brasileiro irá colocar um selo de qualidade nas obras da Ferrovia de Integração Oeste-Leste”.

De volta a obras ferroviárias após mais de 20 anos, o Batalhão Ferroviário atuará em parceria com a Valec para acelerar o andamento das obras no lote 6 da Fiol, que fica próximo a Correntina/BA. O comandante Militar do Nordeste, Gen. Gomes declarou, durante a cerimônia, que “a sempre incansável força ferroviária do Exército vem hoje resgatar sua gloriosa trajetória. Podemos mais uma vez cooperar para o desenvolvimento do Brasil”. O Gen. Arruda apresentou os agradecimentos da corporação pela oportunidade de voltar a atuar em obras ferroviárias. “Nossos sinceros agradecimentos pela confiança. Esta parceria simboliza o retorno da corporação nas obras ferroviárias. A tropa empregada se compromete a cumprir bem sua missão.

Ao final da cerimônia, o presidente da República enfatizou a necessidade de se fazer mais com menos: “nós temos um grande compromisso, que é fazer com que as obras aconteçam com menos recursos e criatividade para tirar o país da situação complicada que ainda se encontra.” E encerrou com “um grande abraço a todos da Valec e a todos que estão trabalhando nas obras da Fiol.


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Na Bahia, Governo Federal formaliza parceria com o Exército para construção de trecho da FIOL

Evento no município de São Desidério/BA inclui visita técnica do ministro Tarcísio de Freitas às obras da Ferrovia de Integração Oeste-Leste 

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, participa nesta sexta-feira (11), em São Desidério/BA, da assinatura de termo de parceria entre a Valec e o Exército Brasileiro para a construção de um trecho da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL). A solenidade está prevista para às 10h, no Lote 7 da FIOL. A agenda inclui visita técnica às obras da ferrovia localizadas no município do oeste baiano. Está prevista a participação do presidente da República, Jair Messias Bolsonaro.

A partir da formalização da parceria com a Valec, o Exército vai atuar na construção de 18 km do Lote 6 da FIOL, próximo a Correntina/BA. É a primeira vez, desde 1990, que um batalhão de engenharia assume uma obra de ferrovia. De acordo com a Valec, a previsão é de que o novo trecho fique pronto em 2022.

Serviço:

Assinatura de parceria entre Valec e Exército – Visita a obras da FIOL
Endereço: Lote 7 da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL) – km 534
Data: 11 de setembro de 2020
Horário: 10h

Credenciamento:

https://www.gov.br/planalto/pt-br/acompanhe-o-planalto/area-de-imprensa/credenciamento-de-imprensa/avisos-de-credenciamento/visita-presidencial-as-obras-da-ferrovia-de-integracao-oeste-leste-fiol

100 dias de Gestão | Engenharia Ferroviária desenvolvida pela Valec engloba inovação e multidisciplinaridade

 

A estruturação de projetos de alta precisão e a construção de ferrovias modernas e confiáveis dentro de critérios de engenharia e sustentabilidade são alguns dos principais desafios da Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A., todos eles sob o guarda-chuva da Diretoria de Engenharia (Diren) da empresa pública.

Atualmente, compete à Valec a construção da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), que ligará o interior da Bahia ao porto de Ilhéus. Antes disso, a empresa construiu 2.259 km da Ferrovia Norte-Sul, hoje toda subconcedida à iniciativa privada, estudou a viabilidade e projetou outros muitos quilômetros de potenciais ferrovias, como é o caso da Fico (Ferrovia de Integração do Centro-Oeste). Para a Fico, a Valec elaborou o projeto básico e obteve o licenciamento ambiental, o que permitirá sua construção por meio do investimento privado obtido com a antecipação das outorgas proposta pelo Ministério da Infraestrutura (MInfra).

Há aproximadamente 100 dias, a Valec passou a ter uma nova administração, com metas arrojadas que começaram a ser cumpridas de imediato. Nesse período, a Diren aumentou o ritmo de construção da Fiol 2, promoveu a assinatura do Termo de Execução Descentralizada (TED) com o Exército para as obras de parte do lote 6 da ferrovia, desenvolveu aplicativo para a execução da inventariança da Fiol 1, parte integrante do processo de subconcessão desse trecho da ferrovia. Paralelamente, trabalhou na reorganização do setor, implementando maior rigor na análise dos contratos e no atendimento aos órgãos de controle. Nesse quesito, obteve conquistas importantes, como o atendimento pleno às demandas do IBAMA para a Licença de Instalação da Fico, bem como a aprovação pelo TCU dos projetos desse importante empreendimento.

No campo da inovação, foi desenvolvido o Sistema de Gestão de Informações da Diren (SIDE Valec), integrando informações de Meio Ambiente, Desapropriação, Obras e Projetos. Para o diretor de Engenharia, Washington Lüke, “o desenvolvimento do SIDE em tão pouco tempo é um reflexo do novo momento que vivemos na empresa. Estamos motivados, pois sabemos aonde e como devemos chegar”, declarou. Lüke, que é representante da ISO para assuntos do BIM (Building Information Modeling) no Brasil, está promovendo, juntamente com sua equipe de Projetos, tratativas com o SENAI para Acordo de Cooperação para implementação do BIM na Valec. “Somos uma empresa pública com alta capacitação técnica e aprendemos a desenvolver inovações e soluções tecnológicas de alto nível a custos baixos ou inexistentes”, finalizou o diretor.

Nesse período de 100 dias, uma entrega importante para a sociedade foi a doação do Horto Florestal e criação do Parque Municipal Arara Azul, no município de Imperatriz (MA), localizado no Tramo Norte da Ferrovia Norte Sul (FNS), subconcedido à empresa FNS S.A. São 31,8704 ha de área, margeando o pátio ferroviário pertencente à Valec. A doação, além de ser pautada por interesses sociais, poupará a Valec dos trabalhos, custos administrativos e manutenção do terreno, uma vez que não existem planos futuros de utilização da área. Isso representa economia aos cofres públicos. O parque será utilizado como local de lazer para a população local e visitantes.

Evento 100 dias de Gestão 
O evento oficial de 100 dias de Gestão da atual Diretoria Executiva da Valec acontecerá na próxima semana, no auditório da empresa, e será transmitido ao vivo nas plataformas online. A divulgação será feita nas redes sociais da Valec.

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Ministro da Infraestrutura diz que Brasil vive revolução ferroviária

Decisão do TCU vai permitir implantação de investimento cruzado

Publicado em 30/07/2020 – 21:28 Por André Richter – Repórter da Agência Brasil – Brasília

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, disse hoje (30) que uma revolução ferroviária está em curso no Brasil. O ministro participou no início da noite de uma transmissão ao vivo nas redes sociais com o presidente Jair Bolsonaro e falou sobre o trabalho da pasta para aumentar o número de ferrovias em todo o país. 

Segundo o ministro, uma decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) vai permitir, pela primeira vez, a implantação do modelo de investimento cruzado, no qual trechos de ferrovias serão construídos pela iniciativa privada, sem custos para o governo. 

Tarcísio Freitas explicou que a decisão permitiu a renovação antecipada dos contratos de concessão de estradas de ferro operadas pela mineradora Vale. Pelo novo modelo, a empresa vai construir ferrovias para o governo em vez de pegar a outorga. Quando a ferrovia estiver pronta, o trecho construído será licitado, gerando uma nova outorga. 

De acordo com o ministro, o modelo vai permitir R$ 17 bilhões de investimentos privados em ferrovias, vai beneficiar 55 municípios com obras e gerar 65 mil empregos. Entre as obras previstas estão as ferrovias do trecho entre Cariacica-Anchieta, no Espírito Santo, a ferrovia de integração do Centro-Oeste, que vai ligar o Vale do Araguaia, no Mato Grosso, à Ferrovia Norte-Sul, permitindo o escoamento de 10 a 15 toneladas de grãos. 

“Tem uma revolução ferroviária em curso, presidente. Nós vamos dobrar a participação do modo ferroviário na matriz de transportes”, disse o ministro. 

Durante a transmissão, o ministro da Infraestrutura também disse que a previsão da pasta é construir mais 4 mil quilômetros de ferrovias pelo país, chegando a 32 mil quilômetros finalizados. Entre as obras citadas pelo ministro está o trecho da Ferrovia Norte-Sul, que vai ligar o Porto de Itaqui (MA) ao Porto de Santos e terá R$ 2,8 bilhões de investimento. 

Edição: Fábio Massalli

Fabricação própria de materiais barateia e agiliza a obra da ferrovia

Imagem: Whalles Zarur (Ascom/Valec)

A construção da Fiol 2, trecho da Ferrovia de Integração Oeste-Leste que vai de Caetité a Barreiras, na Bahia, segue em ritmo acelerado, com aproximadamente 2000 trabalhadores diretos e indiretos. Parte do desempenho positivo das obras da Fiol se deve à produção em larga escala de insumos e materiais utilizados em grande volume na infra e na superestrutura da linha férrea, produção essa feita nos canteiros de obra da própria ferrovia.

No processo de composição do orçamento de uma obra de grande vulto, como é o caso da Fiol, optou-se pela fabricação própria de dormentes, aduelas e por internalizar o processo de fabricação de brita em pedreiras localizadas ao longo da ferrovia. Isso reduziu o custo total da obra e trouxe maior agilidade à construção.

Para se ter uma ideia do volume necessário de dormentes de concreto, sobre os quais são assentados os trilhos, o espaçamento entre os dormentes é de 60 cm. Para cada quilômetro de ferrovia, são necessários, portanto, algo em torno de 1666 dormentes. Somente no lote 7 da Fiol 2, por exemplo, que tem extensão de 148 km, serão utilizados mais de 240 mil dormentes de concreto, que estão sendo fabricados no canteiro próximo a São Desidério, no interior baiano.

Sobre os dormentes

Dormentes são as peças retangulares colocadas transversalmente à via férrea e sobre as quais ou trilhos assentam e são fixados. Na Fiol, assim como na Ferrovia Norte-Sul, que foi construída pela Valec e subconcessionada à iniciativa privada, estão sendo utilizados dormentes de concreto. Trata-se de uma alternativa aos dormentes de madeira, que vêm sendo substituídos por questões de sustentabilidade ambiental e por serem de fácil deterioração. Os dormentes também podem ser produzidos de outros materiais, como aço e polímeros. Fonte: Brasil Ferroviário

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“Trabalhamos para que o Exército esteja na frente de obras da Fiol já em agosto”, afirma diretor de Engenharia da Valec


Imagem: Whalles Zarur Ascom/Valec

A parceria entre a Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A. e o Exército Brasileiro na Fiol está próxima de ser concluída. Esta semana, de 29/06 a 1º/07, em visita técnica ao canteiro de obras do lote 6 da ferrovia, próximo a Correntina/BA, uma comitiva formada por diretores e técnicos da estatal e integrantes do Batalhão Ferroviário do Exército fez um reconhecimento aprofundado do status de construção do lote em questão. O próximo passo é elaborar o orçamento para a execução do Termo de Execução Descentralizada (TED), instrumento que permitirá o convênio entre os dois órgãos.

Exercito na fiol 1
Imagem: Whalles Zarur Ascom/Valec

Os diretores de Engenharia e de Negócios da Valec, Washington Lüke e Jeferson Cheriegate, integraram a comitiva. De acordo com Lüke, o Ministério da Infraestrutura, pasta supervisora da estatal, tem grandes expectativas na concretização da parceria. “Trabalhamos para que o Exército esteja na frente de obras da Fiol já em agosto”, afirmou. Cheriegate participou da visita técnica com uma perspectiva de novos negócios. A viagem incluiu uma ida à ponte sobre o Rio São Francisco, a maior da América Latina, e à fábrica de dormentes da Valec. “Para nós, é fundamental conhecer de perto os ativos que irão compor nosso portfólio comercial, por meio do qual planejamos gerar receitas e maior autonomia à empresa”.

Fiol segue gerando empregos
Em torno de 1000 trabalhadores atuam nas frentes de obra da Ferrovia de Integração Oeste-Leste, no interior baiano. Medidas de segurança e distanciamento social foram adotadas neste período de pandemia causada pelo novo coronavírus. A ordem do Governo do Brasil e do Ministério da Infraestrutura e aliar saúde, emprego e a manutenção das obras de infraestrutura de transportes do país.

Exercito na fiol 2
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Olhar voltado ao mercado e integridade na gestão pública definem nova condução da Valec

Imagem Whalles Zarur (Ascom/Valec)

O diretor-presidente da Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A., André Kuhn, participou ontem (23) do Webinar Nos Trilhos, encontro promovido pela Revista Ferroviária voltado aos participantes e interessados pelo setor ferroviário.

Kuhn destacou como principal atividade hoje da empresa a construção da Fiol 2 e disponibilização desse ativo de infraestrutura para subconcessão até 2022. “A fim de dar agilidade ao processo, estamos firmando parceria com o Exército no lote 6 da ferrovia. A partir do momento em que o Exército entra em um empreendimento, temos uma relação ganha/ganha para o Brasil.”

Perguntado sobre o presente e o futuro da Valec, o diretor-presidente reconheceu que a empresa passou por um período difícil de definições em 2019, mas que hoje passa por um redesenho positivo, que trará mais confiança para seu corpo funcional e, consequentemente, mais retorno para a sociedade. “Estamos nos reestruturando para a futura junção com a EPL e, a partir dessa junção, criação de uma nova empresa, a Infra S.A., que deverá ampliar nossas frentes de atuação na infraestrutura brasileira”.

Os participantes do Webinar também perguntaram sobre os pátios multimodais presentes ao longo da Ferrovia Norte-Sul, construída pela Valec e hoje subconcedida à iniciativa privada. André Kuhn esclareceu que, de fato, os terminais permanecem sob a gestão da Valec e que a exploração comercial desses empreendimentos é fonte de recursos para a União. “Nós estamos trabalhando na concessão dos pátios e nossa meta é incrementar consideravelmente os ganhos a partir dessas concessões”.

No encerramento de sua participação no Webinar Nos Trilhos, o diretor-presidente da Valec reafirmou seu compromisso em tornar a empresa referência para o Brasil não só em sua atividade fim, mas como ente da administração pública federal. Nesse contexto, mencionou a adesão ao programa Radar Anticorrupção do Ministério da Infraestrutura, que ganhou reforço esta semana com a visita in loco da equipe ministerial. De acordo com Kuhn, “os resultados da análise feita pelo time da subsecretaria de Conformidade e Integridade do MInfra trarão diagnósticos e apontamentos importantes para o aprimoramento da conduta e integridade da Valec.”

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O papel da Valec na emissão de títulos verdes

 

A certificação de títulos verdes para investimentos em ativos de infraestrutura de transportes está se tornando realidade no Brasil. O programa, focado inicialmente em ferrovias, é fruto de um memorando de entendimento assinado pelo ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, no final de 2019, que abriu caminhos para tratativas com a Climate Bond Initiative (CBI), organização inglesa especializada em selos verdes, visando à certificação para captação de recursos para investimentos em projetos mais sustentáveis.

Após conversas com a CBI, o Ministério da Infraestrutura concluiu que o objeto a ser certificado será o Programa de Novas Concessões Ferroviárias. Para isso, é preciso demonstrar o alinhamento do Programa com a Política Nacional de Transportes e com o Planejamento Logístico Nacional de longo prazo. Na sequência, será necessário apresentar as principais características técnicas de cada um dos empreendimentos. Nesse contexto, entra o papel da Valec, empresa pública vinculada ao MInfra cuja função social é construir e explorar a infraestrutura ferroviária: elaborar caderno técnico com as informações necessárias para a certificação, como, por exemplo, o coeficiente de emissão de CO2 das ferrovias, a quantidade de frete de combustíveis fósseis estimada e as ações de adequação às mudanças do clima.

Critérios e metodologia adotados

A Superintendência de Gestão Ambiental e Territorial da Valec atuou em parceria com a Gerência de Meio Ambiente da EPL na elaboração dos critérios a serem adotados. Pela Valec, a condução ficou por conta da Gerência de Monitoramento, liderada pela bióloga Natália Bittencourt, em parceria com a Gerência de Sustentabilidade e Gestão Ambiental, conduzida pelo geólogo Marcello Anastácio. A equipe técnica contou ainda com a engenheira Ambiental Ana Carla Alves e o cientista Ambiental Paulo Miketen. Nos estudos, foram aplicadas três metodologias diferentes para obter dados em diferentes cenários, considerando tonelada útil transportada, quantidade de combustível utilizada. Foi possível também com os dados comparar emissões de CO2 do modal rodoviário com o ferroviário. Essas informações subsidiarão a aprovação dos empreendimentos, já que os dados obtidos demonstram o atendimento aos critérios CBI de certificação. Esses critérios são: (i) Coeficiente de emissão < 25gCO2 por t-km; (ii) Transporte de combustível fóssil < 50% do frete total (t-km); e (iii) Comparação de redução de GEE (mudança do modo rodoviário para o ferroviário).

Captação de recursos

O processo já teve início com as estimativas de emissão calculadas. A expectativa é que, no momento da realização dos leilões de concessão, que o MInfra espera promover até o próximo ano, os ativos já estejam certificados para captação de recursos. Caso a certificação seja exitosa, a Fiol (Ferrovia de Integração Oeste-Leste), a Ferrovia de Integração Centro-Oeste (Fico) e a Ferrogrão serão certificadas pela CBI no Brasil, com investimentos estimados na casa dos R$ 14 bi. Para Marcello Anastácio, o trabalho desenvolvido é motivo de orgulho. “Estamos muito felizes com o resultado e nos sentimos preparados para apoiar as ações de Estado no sentido de colocarmos ferrovias mais verdes no mercado, elevando o Brasil a um patamar de sustentabilidade já muito difundido em outros países desenvolvidos e com infraestrutura ferroviária robusta”, declarou Anastácio. “Aliar sustentabilidade e rentabilidade é uma diretriz muito clara colocada pelo MInfra para a Valec e, com essa certificação, vamos cumprir nossa missão”, encerrou Natália Bittencourt.

Texto: Ana Caichiolo / Marcello Anastácio
Imagem: Sugat/Valec

Valec e MInfra consolidam as novas diretrizes da empresa

SampaioDa esq. para a dir. André Kuhn, Marcelo Sampaio e Marcello da Costa

Em continuidade aos trabalhos de alinhamento entre a Valec e o Ministério da Infraestrutura, estiveram hoje (04), na sede da estatal, o secretário Executivo e o secretário nacional de Transportes Terrestres do MInfra, Marcelo Sampaio e Marcello da Costa.

Sampaio abriu o encontro, que contou com a participação da Diretoria Executiva e dos superintendentes da Valec, reiterando a parceria entre as instituições. “Nosso desafio é trazer a infraestrutura necessária ao país e tenho certeza da capacidade técnica da Valec para isso. Dentre as ações prioritárias, contamos com a empresa para avançarmos com as obras da Fiol 2 até 2022.”

Sampaio 2

Em seguida, os diretores, acompanhados apenas pelos superintendentes, a fim de respeitar medidas sanitárias preventivas, necessárias neste período de pandemia, apresentaram aos secretários do MInfra os grandes números de cada Diretoria. Diretoria de Engenharia, Diretoria de Negócios e Diretoria de Administração e Finanças detalharam estimativas, ações para redução de custos, necessidades orçamentárias, fontes de receitas, propostas de inovações e ações internas de controle e integridade.

O diretor-presidente da Valec, André Kuhn, enfatizou a importância do evento, que demonstra a forma afinada com que a empresa vem trabalhando de acordo com as diretrizes do ministério supervisor. “A proposta da nova administração da Valec é promover maior sinergia entre os setores internos da empresa, entre a empresa e o Ministério da Infraestrutura e, como consequência, ser cada vez mais reconhecida pela sociedade como uma empresa pública que entrega ativos essenciais para o desenvolvimento do país”, finalizou Kuhn.

Texto: Ana Caichiolo 
Imagens: Whalles Zarur

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