‘Ferrovia’
Governo investe R$ 18 bi em transporte de 24 cidades, diz Dilma
DO VALOR, EM BRASÍLIA
O MAU COSTUME DAS PREFEITURAS CHEGA AO GOVERNO FEDERAL.
Durante manifestação ocorrida no sábado (07), o responsável pelo Consórcio Integração Ilhéus no canteiro de obras em Barra do Rocha, Sr. Reinaldo Magalhães, revelou que a VALEC não repassa a verba para pagamento dos funcionários deste outubro de 2011, o que comprometendo o andamento da obra. Os funcionários já decidiram parar as atividades até solução do problema. Assim as obras podem ser paralisadas a qualquer momento.
Funcionários cruzam os braços e paralisam obras da FIOL em Barra do Rocha
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Funcionários fizeram manifestação no canteiro de obras da FIOL em Barra do Rocha
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VALEC não repassa verba desde outubro/2011, diz responsável pela obra da FIOL em Barra do Rocha
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Fonte: Barra do Rocha News (http://orgulhobarrochense.
A FERROVIA OESTE LESTE GANHA NOVO IMPULSO.
As obras de construção da Ferrovia de Integração Oeste Leste (Fiol), no trecho compreendido entre Caetité e Ilhéus, na Bahia, com extensão de 537 quilômetros, vão ganhar um novo impulso e possibilitar a retomada de novos postos de trabalho com a decisão do Tribunal de Contas da União (TCU), divulgada ontem (10), que revogou a medida cautelar determinando a suspensão da medição e pagamento dos dormentes e acessórios fornecidos pelas empresas contratadas em razão de preços fixados acima do valor de mercado, apenas no lote 5.
A decisão revista pelo TCU recomenda à Valec – Engenharia, Construções e Ferrovias, estatal que administra as obras da Fiol, a renegociação dos preços dos dormentes contratados com base nos novos valores definidos pelo órgão. A Valec tem, agora, 90 dias para informar ao Tribunal o resultado das negociações com as empresas contratadas.
A Valec, que já está negociando com as empresas, estima concluir o primeiro trecho da Fiol, entre Caetité e Ilhéus (lotes de 1 a 4, cujas obras estão em ritmo acelar4ado), no primeiro semestre de 2014. No quinto lote da ferrovia, que compreende o trecho entre Caetité e o oeste baiano, a Valec está refazendo o traçado da linha férrea por recomendação do Ibama – Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, uma vez que o traçado original passa por cavernas nos municípios de Barreiras, São Félix do Coribe, Santa Maria da Vitória e São Desidério. Por conta da alteração, a previsão da Valec é que esse trecho fique pronto no final de 2015.
Uma das principais obras do Programa de Aceleração do Crescimento, do governo federal, a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), que ligará Ilhéus, na Bahia, a Figueirópolis, no estado do Tocantins, terá uma extensão total de 1.527 km, dos quais aproximadamente 1.100 km na Bahia, com investimentos estimados em R$ 6 bilhões, e vai transformar-se no eixo ferroviário horizontal do país.
No litoral sul baiano, no município de Ilhéus, na localidade de Aritaguá, a linha férrea se interligará ao Porto Sul, para onde será escoada toda a produção agrícola do oeste baiano (soja, farelo de soja e milho), além de fertilizantes, combustíveis e minério de ferro.
Impacto positivo – A construção da ferrovia e a sua interligação com o Porto Sul trarão um grande impacto logístico à região oeste da Bahia e aos estados do Norte e Nordeste do País..
Além do escoamento da produção do oeste baiano – a nova fronteira agrícola do País –, da redução dos custos dos insumos e do aumento da competitividade do agronegócio, a linha férrea promoverá a integração do pólo mais desenvolvido e habitado do Estado, ao longo do litoral da Bahia, reduzindo a pressão e o impacto sobre o meio ambiente na área. “Serão criados novos pólos agroindustriais no interior do Estado”, avalia o coordenador da Casa Civil, Álvaro Lemos Britto.
Outro fator importante para o desenvolvimento das regiões afastadas dos grandes centros urbanos e industriais, segundo ele, é que a Fiol ligará o Tocantins a outras regiões do país por meio da interligação com a Ferrovia Norte-Sul.
Reformulação de trechos da Oeste-Leste já está em andamento, garante ministro.
Foto: Divulgação
SENADOR PINHEIRO, FINALMENTE COLOCOU O DEDO NA FERIDA.
SENADOR DIZ QUE HÁ INTERESSES CONTRÁRIOS À FERROVIA OESTE-LESTE
O senador Walter Pinheiro (PT-BA) usou a tribuna nesta terça (6) para criticar a decisão do Tribunal de Contas da União (TCU), de paralisar as obras da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol) por considerar o projeto “desatualizado”.
Para o senador baiano, existem grandes interesses contrários à obra e apontou a existência de grupos que tramam contra a construção da ferrovia que integrará os estados de Goiás, Tocantins e Bahia, desembocando em Ilhéus. Ele vê, ainda, o TCU extrapolando as suas funções, quando, “de órgão fiscalizador passa a ser legislador, passa a ser órgão do Executivo.
Pinheiro demonstrou irritação porque essa nova paralisação ocorre dias após o Ibama ter liberado a obra. E ironiza:
- A obra acabou de ser autorizada para retomar e já desatualizou? Tão rápido assim? Então, ela não está de trem, ela está de avião, de tão veloz.
A promessa do senador é de que cobrará, pessoalmente, explicações do Ministério dos Transportes sobre o que, de fato, ficou desatualizado no projeto a ponto de levar o TCU a tomar tal decisão.
AS OBRAS DA FERROVIA VOLTAM AOS TRILHOS.
Para o desespero do gueto do atraso, e dos inimigos de Ilhéus e região, as obras da FIOL são retomadas.
Leiam no JBO.
IBAMA E VALEC ASSINAM TERMO PARA RETOMAR OBRAS DA OESTE-LESTE
Postado por Editor em 9 de agosto de 2011 – 17:38 - O Tabuleiro
Um termo de compromisso, assinado nesta terça-feira (9), entre a Valec – Engenharia, Construções e Ferrovias e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) vai assegurar a restauração da licença de instalação para execução das obras da Ferrovia Oeste-Leste na Bahia.
O documento, que garante a efetivação dos Planos Básicos Ambientais (PBAs), foi apresentado durante reunião, segunda-feira (8), em Brasília, solicitada pela secretária da Casa Civil do Governo da Bahia, Eva Chiavon, com a participação da ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, do presidente do Ibama, Curt Trennepohl, e do coordenador de Licenciamento e Logística do Ibama, Eugênio Pio.
O cumprimento do programa é de responsabilidade da Valec e das empresas executoras, sendo a Casa Civil/BA responsável pelo seu monitoramento. O ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, se comprometeu com a secretária Eva Chiavon em assegurar a retomada das obras.
GOVERNO EMITE ESCRITURA E VALEC INDENIZA POSSEIROS NA BAHIA.
Publicado: 27/07/2011 06:25
Ascom Seagri/CDA
As 100 primeiras famílias de posseiros dos municípios de Jequié, Brumado, Caetité, Ibiassucê e Tanhaçu, que ocupam terras no traçado da Ferrovia de Integração Oeste-Leste, (Fiol), estão indenizadas pela Valec pelas áreas que serão desapropriadas para implantação da ferrovia. Para garantir que os posseiros sejam indenizados tanto pelas benfeitorias como pela terra, o governo estadual reconheceu o direito de posse, emitindo as escrituras. Essa solução foi encontrada depois que o assunto foi debatido com a Procuradoria Geral do Estado, Coordenação de Desenvolvimento Agrário da Secretaria da Agricultura, (CDA), e com a Valec Construção, Engenharia e Ferrovia, (Valec). De acordo com a advogada da Valec, Cecília Cafezeiro, todo processo está sendo realizado com forte conotação social.
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ARTHUR MAIA QUER UM FIM NO IMPASSE DA FERROVIA
Foto: Divulgação

Arthur Maia apela para que Ibama dê uma chance à Valec
Em contato com o Bahia Notícias nesta terça-feira (19), o deputado federal Arthur Maia (PDMB), líder da frente parlamentar que acompanha as obras da Ferrovia Oeste-Leste e Porto Sul, afirmou estar preocupado com a determinação do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama) que suspende as obras da Ferrovia por irregularidades na supervisão ambiental. “Fiz um apelo para o presidente do Ibama e da Valec [empresa responsável pela gestão da obra] para que se chegue a um acordo. Pedi que o Ibama estabeleça um prazo mínimo à Valec para que ela elabore um relatório e, enquanto isso, as obras não sejam suspensas”, assegurou. O congressista explica que só no município de Brumado mais de 1.200 pessoas trabalham na Oeste-Leste e uma paralisação das obras seria prejudicial para a região. Maia também garantiu que conversará com a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, para que ela tente agilizar esse processo. Na quarta (20), às 14h30, a Valec e o Ibama se reunirão com a intenção de pôr um fim no impasse.
E WAGNER VAI TRABALHANDO PELA FIOL – FERROVIA DE INTEGRAÇÃO OESTE-LESTE.
PASSOS ENCONTRA WAGNER PARA DISCUTIR FERROVIA
Foto: Divulgação

Wagner, Passos e Eva Chiavon discutem suspensão de obras da Ferrovia Oeste-Leste
O ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, recebeu o governador da Bahia, Jaques Wagner, nesta terça-feira (19), para discutir futuras intervenções na infraestrutura viária do estado e, principalmente, a suspensão das obras da Ferrovia Oeste-Leste pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Renováveis (Ibama). O ministro afirmou que a Valec – empresa vinculada à sua pasta em Brumado – já enviou ao Ibama nova documentação para que sejam elucidadas as dúvidas que levaram o órgão a determinar a paralisação e garantiu que “tudo vai ser esclarecido o mais rápido possível e não vai ficar nenhuma dúvida sem resposta”. Paulo Sérgio também afirmou que técnicos da Valec e do Ministério dos Transportes estiveram no Ibama e acreditam que, com os novos documentos, será possível revogar a medida. Segundo ele, a decisão é apenas temporária e não significa o embargo da obra, mas uma posição de cautela do Ibama para evitar danos futuros. Também participou da reunião a chefe da Casa Civil baiana, Eva Chiavon.
CAVALO DE BATALHA OU ESPECULAÇÕES DO FIM DO MUNDO?
É no que estão querendo transformar a ida de Clóvis Torres, ex-Bamin, para seu antigo emprego na Vale do Rio Doce.
Não existem amores no mundo dos negócios, existem salários.
Quando a VALE foi doada a iniciativa privada por FHC, (um negócio até hoje não bem explicado) foi com essa estratégia, criar o MONOPÓLIO das ferrovias e mineração no Brasil, e isto estava acontecendo sob a penugem dos tucanos.
Com o Governo LULA isto começou a mudar, devagar, mas começou.
A vinda da Bamin, o fortalecimento da Votorantim, a criação da Fiol, foi justamente para quebrar este pretenso monopólio.
No Governo Dilma, as coisas tendem a acelerar. Ela já conseguiu trocar o Presidente da VALE. Clique aqui.
Não tomem como surpresa a VALE voltar a ser uma estatal.
O TRANSPORTE FERROVIARIO VAI SER DEMOCRATIZADO.
Cazaquistão paga R$ 3,5 bi por ferrovia na BA
Contrato é piloto de modelo segundo o qual várias empresas podem usar uma linha
DIMMI AMORA
DE BRASÍLIA
A mineradora ENRC, do Cazaquistão, vai comprar 25% da capacidade de transporte da Fiol (Ferrovia Oeste-Leste), na Bahia, por R$ 3,5 bilhões. O contrato, o primeiro no novo modelo que o governo quer implantar em ferrovias, é de 15 anos, renováveis por mais 15 anos.
A Fiol liga as cidades de Ilhéus a Barreiras e teve a obra iniciada neste ano. Deve ficar pronta em 2013.
A ENRC, dona da Bahia Mineração desde o ano passado, vai investir outros R$ 300 milhões para comprar equipamento ferroviário próprio para levar 20 milhões de toneladas de minério ao ano da cidade de Caetité ao porto em Ilhéus, onde terá um terminal próprio para exportação.
Pelo acordo, a ENRC vai pagar R$ 11,92 por tonelada de minério, num contrato chamado “take or pay” (mesmo se não usar, terá que pagar). O valor é pouco mais de 1/3 do que as mineradoras pagam hoje às concessionárias, mas a ENRC terá todos os custos para fazer o transporte (máquina, combustível, pessoal etc).
O contrato é o piloto do novo modelo que a presidente Dilma Rousseff mandou elaborar para ferrovias no país.
Ela mesma deverá assinar o acordo em agosto. No novo modelo, a Valec, empresa pública de construção e operação de ferrovias, vai construir e conservar as linhas.
A estatal poderá vender o direito de outra companhia transportar cargas pelas linhas. Essas companhias terão seu próprio equipamento (trens e vagões).
No modelo atual, a linha é concedida para uma empresa transportar carga com seu próprio equipamento, buscando clientes no mercado. A avaliação do governo é que esse modelo concentra carga em poucos tipos (grãos e minério), prejudicando o desenvolvimento do país.
Desde 2010 há disputa entre o governo e concessionários, que não aceitam as tentativas do Estado de permitir que outros operadores usem as vias. Até 20 de julho, o governo deverá soltar resolução em que regula esse direito a usuários de transporte.
As concessionárias prometem ir à Justiça, alegando quebra de contrato e que o novo modelo é uma tentativa de reestatização do setor.
MODELO
O diretor da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), Bernardo Figueiredo, disse que o contrato com a ENRC serviu como um modelo e vai balizar regras para outros trechos de ferrovias em construção, como a Norte-Sul (trechos Tocantins a Goiás e Goiás a São Paulo).
Segundo ele, produtores agrícolas já estão procurando o governo interessados na compra de espaço nas vias em construção e em projeto.
Figueiredo disse ainda que a ferrovia vai servir como indutor de desenvolvimento do oeste da Bahia. E, por isso, os preço de frete para algumas áreas serão subsidiados, o que, afirmou, não é o caso dessa operação com a ENRC.
SÓ OS ‘TAPADOS’ DE ILHÉUS ACHAM QUE A FERROVIA É PARA TRANSPORTAR O MINÉRIO DA BAMIN.
Audiência Pública defende construção imediata da Ferrovia Oeste-Leste
A audiência aconteceu na manhã da última sexta-feira (27), no município de Guanambi
Redação CORREIO
Na primeira audiência pública sobre a Ferrovia de Integração Oeste-Leste, promovida pela Comissão Especial do Complexo Intermodal da Ferrovia de Integração Oeste-Leste/Porto Sul, realizada na manhã da última sexta-feira (27), no município de Guanambi, a defesa da imediata construção da Ferrovia como projeto estratégico para a transformação social e econômica dos municípios que serão cortados pela obra foi o ponto comum nos discursos das autoridades das esferas municipais, estaduais e federais presentes.
Também compartilharam da mesma opinião, os representantes de empresas envolvidas com o projeto e das 32 entidades com atuação na região Sudoeste que compareceram ao auditório da Câmara de Vereadores, num disputado evento, com cerca de 350 pessoas.
Como parte dos trabalhos da Comissão Especial do Complexo Intermodal da Ferrovia de Integração Oeste-Leste/Porto Sul, o encontro foi aberto pela deputada Ivana Bastos, que é a presidente da Comissão. Os representantes da Valec – empresa responsável pela construção – Luis Carlos de Oliveira Machado e Neville Barbosa, apresentaram o projeto, destacando os benefícios que a malha ferroviária trará aos municípios próximos a ela, além de dados sobre investimentos e qualificação e aproveitamento de mão de obra da própria região.
Estiveram presentes à audiência, além de autoridades municipais da região, os deputados federais Maurício Trindade, Daniel Almeida e José Rocha, os deputados estaduais que também compõem a Comissão Especial, Luiz Augusto e José Raimundo, o representante da Casa Civil, Álvaro Lemos, o secretário da Indústria Naval e Portuária, Carlos Costa, o representante da Secretaria de Trabalho, Emprego, Renda e Esporte do Estado, Elias Dourado, o representante da secretaria de Relações Institucionais do Estado, Carlos Neto, e o gerente de relações institucionais da Bahia Mineração (BAMIN), Frederico Souza.
FIOL – CANTEIROS DE OBRAS JÁ SENDO INSTALADOS.
Segue anexo com as fotos do lote 1,2,3 da oeste-leste.
As fotos de 1 a 6 correspondem ao lote 3 -Itanhaçu , onde já esta sendo produzido as galerias de concreto para passagem de animais silvestre e também a montagem dos britadores que certamente entrará em operação em junho desde ano.
Clique aqui, para ver o álbum.
O JOGO COMEÇA A SER JOGADO POR QUEM DECIDE.
FRENTE DE FISCALIZAÇÃO DA OESTE-LESTE É CRIADA
Deputado Arthur Maia será o coordenador da frente de 200 parlamentares
Uma frente parlamentar que irá contar com 200 deputados federais foi criada na tarde desta quarta-feira (6), em Brasília, para fiscalizar as obras da Ferrovia Oeste-Leste e do Porto Sul. A idéia partiu dos congressistas Arthur Maia (PMDB-BA) e Luiz Argôlo (PP-BA), sendo o primeiro o coordenador do grupo. “A frente surge como intermediário político. Promovemos a unificação das bancadas da Bahia, de Tocantins e de Goiás para agilizar sua construção”, explicou Maia. Em seu evento inicial, ficou definido uma reunião na próxima semana com Juquinha das Neves, presidente da empreiteira responsável pelas obras de construção da ferrovia, Valec Engenharia. Em seguida, o grupo convidará o presidente do Ibama, Curt Trennepohl para discutir os entraves com as licenças ambientais, e, por último, o ministro dos Portos, José Leônidas de Menezes Cristino.
DEPUTADO FEDERAL WALDENOR PEREIRA – DE OLHO NA FIOL.
De olho na Ferrovia Oeste-Leste

Interessado no andamento das obras da ferrovia de integração Oeste-leste para a Bahia, que além de favorecer o escoamento da produção do Oeste baiano, beneficiará igualmente as jazidas de minerais das áreas de Caetité e Brumado, o deputado Waldenor visitou na quarta (29), o presidente da Valec-Engenharia, Construções e Ferrovias (empresa pública vinculada ao Ministério dos Transportes), José Francisco das Neves. O deputado considera a ferrovia a maior iniciativa em infraestrutura do Governo Wagner, porque dinamizará o escoamento da produção do estado da Bahia, servirá de ligação dessa região com outros polos do país (por intermédio de conexão com a Ferrovia Norte-Sul) e promoverá a dinamização das economias locais, alavancando novos empreendimentos na região, com aumento da arrecadação de impostos, além de geração de cerca de 30 mil empregos diretos. Incluída entre as prioridades do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), a Oeste-Leste terá 1.527 km de extensão e envolverá investimentos estimados em R$ 7,43 bilhões até 2014.












