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:: ‘Ferrovia’

Primeira etapa da Ferrovia de Integração Oeste-Leste vai a leilão em 2021

 

Foi publicado hoje (16), no Diário Oficial da União, o Edital de subconcessão da EF-334, a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), ferrovia que, quando finalizada, conectará o futuro porto de Ilhéus à Ferrovia Norte-Sul. De acordo com o edital elaborado pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), o leilão de subconcessão desta que é conhecida como Fiol I, por se tratar da primeira etapa da linha férrea, está previsto para acontecer em 08 de abril de 2021, na B3, em São Paulo/SP.

A Fiol I compreende o trecho ferroviário localizado entre os municípios de Ilhéus/BA e Caetité/BA. A Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A. é a empresa pública responsável pela construção dos 535 km dessa linha férrea, que terá como principal vocação escoar o minério de ferro produzido no interior da Bahia até o porto de Ilhéus. Atualmente, a estatal também realiza as obras da segunda etapa, a Fiol II, que vai de Caetité/BA a Barreiras/BA, região do oeste baiano produtora de grãos. “Nossa missão é entregar a Fiol II viável para a subconcessão até o final de 2022”, afirmou André Kuhn, diretor-presidente da Valec que, ao assumir a condução da estatal, em maio deste ano, firmou com o Ministério da Infraestrutura o compromisso de imprimir maior eficiência a essa importante obra.

Alinhada às diretrizes do Governo Federal, a atual Diretoria Executiva da Valec vem consolidando como premissa estratégica a sinergia entre os setores público e privado. “Como estatal, queremos estar onde somos estritamente necessários. Como ente público, cabe a nós viabilizar grandes projetos de infraestrutura e gerar desenvolvimento às regiões por onde a ferrovia passa. A partir do momento em que temos um ativo valioso, partimos para a subconcessão e disponibilizamos esse ativo à iniciativa privada”, declarou Kuhn.

 Sobre a subconcessão da Fiol I 


O edital publicado hoje, prevê um prazo total de 35 anos, considerando os períodos de construção do trecho residual da ferrovia, que estará prevista em contrato, e sua operação.  Estão previstos investimentos da ordem de R$ 5 bilhões ao longo do prazo, sendo sua maior parte aplicada nos primeiros cinco anos do contrato em obras remanescentes e complementares. Entre elas, estão obras de infraestrutura e superestrutura da linha férrea, pátios de cruzamento e de interligação e obras-de-arte especiais (pontes, viadutos).

A demanda projetada para a ferrovia indica que 18,4 milhões de toneladas já serão transportadas no início da operação, prevista para ocorrer no prazo de cinco anos, chegando a 41,2 milhões de toneladas em 2035. Na composição das cargas predomina o minério de ferro produzido na região de Caetité/BA, sendo complementado em menor escala pela produção agrícola e por carga geral.

No portal da ANTT, já estão disponíveis todas as informações técnicas do certame. A licitação será na modalidade de concorrência com participação internacional, cujo critério de julgamento será o maior valor de outorga fixa, sendo R$ 32,7 milhões o lance mínimo requerido. Além dessa outorga fixa inicial, a empresa vencedora ainda deverá realizar pagamento trimestrais de outorga variável ao longo do prazo do contrato, correspondente a 3,43% da receita operacional bruta da ferrovia.

Fonte: Portal da ANTT 
Imagem: Gondiberto Filho


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Política & Economia: ‘Fiol vai trazer dinheiro que nunca vimos’, diz Tramm

Com ferrovia, royalties pela produção de minério de ferro podem chegar aos R$ 500 bilhões por ano


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Mesmo em um ano difícil, a mineração baiana chegou ao mês de outubro com um crescimento de 63% desde janeiro, segundo dados da Agência Nacional de Mineração (ANM). Quarto maior em produção comercializada, o estado registrou uma movimentação de R$ 4,7 bilhões no período. E, como um sinal de que ainda há muito o que crescer, estão previstos R$ 70 bilhões em novos investimentos no setor nos próximos três anos.

“A Fiol vai trazer toda a produção mineral da Bahia, uma boa parte que só depende mesmo da ferrovia para começar acontecer, diretamente para o porto”, projeta. Segundo Tramm, com a Fiol em operação, a geração de royalties da mineração (Cfem) pela produção de minério de ferro, que hoje é próxima de zero, pode chegar aos R$ 500 milhões por ano.

“Com a nossa Fiol começando a funcionar razoavelmente, nem precisa funcionar 100%, a Bahia vai ter uma contribuição em torno de R$ 500 milhões. É um dinheiro que nós nunca vimos antes. Hoje é zero porque nós não temos logística. Não se transporta minério para exportação em kombis”, ressalta.

Ele acredita que a situação trará um enorme impacto positivo para os municípios por onde a ferrovia irá passar no futuro.

Ele lembra que o processo de análise da licitação para conceder à iniciativa privada o trecho entre Ilheus e Caetité foi “bastante longo”.

“Chegou ao ponto nos últimos meses até de contestar o modelo de sistema ferroviário, dizendo que estava se gerando um monopólio”, lembra. Para ele, é necessário discutir isso nos âmbitos corretos. “Esse trecho que estamos falando sobre a necessidade de licitar está 74% concluída. Estão esperando o que, o trilho pegar ferrugem?”, questiona.  Segundo estimativa divulgada pelo Ministério da Infraestrutura, a licitação do primeiro trecho da Fiol deve render aproximadamente R$ 3,3 bilhões aos cofres públicos.

Para Tramm a demora para se chegar a uma solução no caso da Fiol é algo inexplicável.  “Essa obra não é só para a mineração. O nosso algodão, que é um dos melhores que existem, sai de São Desidério para o Porto de Santos ao custo de US$ 100 (por tonelada). Com a Fiol funcionando, esse custo cai para US$ 20”, calcula. “Quem ganha é o Brasil, que vai conseguir concorrer melhor no mercado externo”, acrescenta.

“A mineração está presente em tudo. Não existe um setor da atividade econômica em que ela não esteja presente. Estamos fazendo uma live agora usando o celular, que está cheio de produtos minerais, desde a capa de plástico, passando pelas partes metálicas e até na tela de vidro que você tem”, exemplifica. “Nossos óculos são produtos minerais, a casa onde a gente mora tem a base de pedra, colunas feitas com ferro, tudo isso é mineral”.

A Bahia tem 47 minérios identificados. É líder na produção de diamantes, magnesita, talco, dentre outros. Segunda maior em níquel, terceira maior em cobre e rochas ornamentais. Desde 2017, a produção estadual cresce a taxas entre 20% e 30%, de acordo com dados do Sindicato das Mineradoras da Bahia (Sindimiba).  “Nós sempre lembramos da história de que o ouro é produzido em Minas Gerais, mas na realidade hoje nós somos grande produtores”, destaca.

Atualmente, a mineração gera quase 20 mil empregos diretos no estado, afirma o presidente da CBPM. Aproximadamente 75% das vagas são ocupadas por trabalhadores baianos, de acordo com o Sindimiba. “A geração de empregos diretos é muito importante, mas o impacto da atividade vai além disso, porque a atividade fomenta o setor de serviços”, explica. Ele lembra ainda que a remuneração média do setor é duas vezes maior que a das indústrias e da construção e chega a três vezes o que é pago no comércio.

“Quando uma empresa chega num rincão, ela é uma revolução para o município porque ela compra. O comércio se movimenta. Se tem dois mil funcionários, esse pessoal está consumindo onde? Naquela cidade. Mexe com tudo”, acredita. “Como a atividade paga um pouco mais, isso gera mais consumo, o que é fundamental para melhorar as condições de vida das pessoas”, afirma.

Para Antonio Tramm, o setor mineral precisa aprender a “vender mais a sua utilidade”, mostrando o impacto da contribuição que paga e o impacto dela para os municípios. Mas não apenas isso. Sem mineração, os confortos da vida moderna seriam apenas sonhos.

Valec realiza visita técnica ao canteiro de obras do Exército, na Fiol

 

Esta semana, de hoje (18) a sexta-feira, equipe de dirigentes, engenheiros e empregados da Valec realiza visita técnica às obras da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), na Bahia. O propósito da comitiva é percorrer os lotes de 5 a 7 da Fiol para se certificar de que a meta de entregar a etapa II da ferrovia, ao final de 2022, será cumprida.

O lote 6, que fica próximo à cidade de Correntina/BA, conta agora com a participação do Exército, após a celebração de convênio entre a corporação e a Valec, em setembro deste ano (saiba mais). “Já neste mês de novembro, o Destacamento Guará mobilizou 53 trabalhadores, 18 equipamentos, 17 viaturas, iniciou supressão vegetal e preparação do terreno onde será implantado canteiro de obras para dar início às obras de infraestrutura dos 18 km de ferrovias que serão construídos a partir da nossa parceria que, tudo indica, será um sucesso”, relatou Eloy Angelo Palma Filho, superintendente de Construção da Valec.

Infraestrutura ferroviária e geração de empregos 


Obra prioritária para o Governo Federal, a Fiol estabelecerá uma alternativa mais econômica aos fluxos de carga de longa distância de minério e da produção agrícola da região. Ao ligar o futuro porto de Ilhéus, no litoral baiano, a Figueirópolis, em Tocantins, será conectada à Ferrovia Norte-Sul, incrementando a malha ferroviária brasileira. No último dia 11, o TCU autorizou a publicação do edital para licitação da etapa I da Fiol, que liga Ilhéus a Caetité/BA. O certame deverá acontecer no primeiro trimestre de 2021 (saiba mais).

Hoje, a construção da etapa II da ferrovia, que percorre o trecho entre Caetité e Barreiras/BA, gera mais de 1000 empregos diretos e 2000 indiretos no interior da Bahia. A meta do Ministério da Infraestrutura é de que esse trecho seja entregue pela Valec até o final de 2022 com aproximadamente 80% de avanço físico.

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TCU autoriza licitação do trecho I da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol)

Em breve, o trecho de 537 km entre Caetité e Ilhéus/BA será operado por parceiro privado

 

Nessa quarta-feira (11), o Tribunal de Contas da União (TCU) autorizou a publicação de edital para a licitação do trecho I da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), trecho de 537 km construído pela estatal Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A., que liga Caetité a Ilhéus, na Bahia.

O plenário da corte de contas aprovou, por unanimidade, a proposta do relator, ministro Aroldo Cedraz, e estipulou como condição para a realização do certame que o Governo Federal, por meio do Ministério da Infraestrutura, garanta que a concessionária terá meios de implantar infraestrutura portuária independente dos demais terminais do Porto Sul, de Ilhéus. Além disso, a empresa vencedora do certame terá que concluir as obras da estrada de ferro, que será entregue pela Valec com aproximadamente 75% de avanço físico concluído.

De acordo com o planejamento do ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, o edital deve ser publicado ainda este ano e o leilão acontecerá no primeiro trimestre de 2021. Para André Kuhn, diretor-presidente da Valec, a autorização do TCU é uma excelente notícia para o setor. “O Governo Federal nos deu a incumbência de alavancar a infraestrutura ferroviária do Brasil e a subconcessão do trecho II da Fiol vai permitir isso. A Valec está empenhada em avançar nas obras do segundo trecho da ferrovia, que vai de Caetité a Barreiras, para entregarmos a obra com aproximadamente 80% de avanço físico ao final de 2022”, afirmou Kuhn.

 Sobre a Fiol 


Com aproximadamente 1.527 km de extensão, considerando o trecho III, cujos estudos de viabilidade foram realizados pela Valec, a Fiol ligará o futuro porto de Ilhéus a Figueirópolis (em Tocantins), ponto em que se conectará com a Ferrovia Norte-Sul.

Fiol I: O trecho da Fiol entre Ilhéus e Caetité tem 537,2 km de extensão. Agora com a autorização pelo TCU, o planejamento do Ministério da Infraestrutura é de que o trecho seja subconcedido ainda em 2021.

Fiol II: O trecho da Fiol entre Caetité e Barreiras tem 485,4 km de extensão e está sendo construído pela Valec, gerando aproximadamente 1 mil empregos diretos. No último mês de setembro, foi firmada parceria entre a Valec e o Exército para que a corporação atue nas obras de parte do lote 6 da ferrovia (aproximadamente 18 km), trazendo maior celeridade às obras.

Fiol III: Para este trecho, a Valec realizou estudos de viabilidade técnica, econômica e ambiental. Quando construído, ligará Barreiras/BA a Figueirópolis/TO, onde acontecerá a conexão com a FNS.

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DESTRAVANDO A FIOL – FERROVIA OESTE-LESTE NA BAHIA.

Ministro do TCU diz que ‘o processo da Fiol é prioritário’

Baiano Aroldo Cedraz responde pedidos de celeridade em análise sobre licitação


Em momentos como o que vivemos, o jornalismo sério ganha ainda mais relevância. Precisamos um do outro para atravessar essa tempestade. Se puder, apoie nosso trabalho e assine o Jornal Correio por apenas R$ 5,94/mês.

O ministro Aroldo Cedraz, do Tribunal de Contas da União (TCU), enviou esta semana um ofício às quase 20 entidades representativas e empresas que lhe pediam informações sobre o andamento do processo relacionado à Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol). Ainda não é um parecer sobre o processo de licitação – que está há quase um ano no tribunal – mas o ministro, que é baiano, avisou os interessados na maior obra de infraestrutura da Bahia no Século XXI que o assunto é “considerado prioritário” e será incluído “com a urgência” na pauta para votação.

Levando-se em conta apenas projetos já conhecidos, a expectativa é que a ferrovia movimente anualmente 70 milhões de toneladas de produtos, sendo 50 milhões apenas de minério de ferro. Só o mineral, deverá representar a criação de 30 mil empregos no interior baiano e uma arrecadação de CFEM, os royalties minerais, da ordem de R$ 500 milhões por ano. O problema é que sem ferrovia e porto isso continuará sempre como um potencial a ser explorado. 

“Asseguro que é certo que a Ferrovia de Integração Oeste-Leste, quando concluída, terá papel relevante na economia baiana e, ao conectar-se à Ferrovia Norte-Sul, na economia nacional”, dez o ministro Aroldo Cedraz, em resposta a um dos pedidos de informação. “Sua missão, além de possibilitar a redução de custos no escoamento de cargas com destino ao Porto-Sul, revelará seu papel social por se tornar fonte de mão de obra em uma região carente de recursos”, complementa. 

Aroldo Cedraz explica que a unidade técnica sentiu a necessidade de se realizar diversas diligências à Agência Nacional de Transportes Terrestre (ANTT) e ao Ministério da Infraestrutura e detalhou algumas idas e vindas do processo. Segundo ele, em junho deste ano, a unidade técnica pediu esclarecimentos ao governo federal, recebendo as respostas um mês depois. “O conteúdo das respostas encaminhadas, entretanto, ensejou outras dúvidas e, em 22/7/2020, novas diligências foram encaminhadas aos órgãos competentes”, conta. Segundo o ministro, o relatório final, “com mais 130 páginas” foi encaminhado ao gabinete dele no dia 28/9/2020.

O ministro do TCU diz ainda que esteve com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, no dia 8 deste mês e com o diretor interino da ANTT no dia 16. “Esclareço que, desde que o processo chegou a este gabinete, ele vem sendo considerado prioritário e será, com a urgência que a matéria requer, incluído na pauta para votação”, destaca. 

O vice-governador e secretário de Desenvolvimento da Bahia, João Leão, destaca a importância da obra para o estado. “Esta é uma importante obra não só para potencializar a economia e a interconectividade das atividades econômicas do estado da Bahia, mas também é relevante para o país”, ressalta. 

“A Fiol, pronta, vai impulsionar o transporte de minério de ferro da Bamin e de outras mineradoras”, aponta. Ele lembra do trabalho que o governo está tocando, através da Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM), de novas jazidas minerais na região por onde a ferrovia irá passar. O vice-governador acrescenta ainda que a obra será importante para outras atividades econômicas, além da mineração. 

“Ajudará no transporte de soja, milho e algodão, produzidos no Oeste baiano, vai incrementar a pauta de novas riquezas do Sudoeste da Bahia e transformar Guanambi e Caetité em grandes metrópoles, como ocorreu com Parauapebas, devido à ferrovia de Carajá”, projeta. 

O presidente da CBPM, Antonio Carlos Tramm, que tem liderado uma mobilização a favor da Fiol, destaca o potencial que a oferta da infraestrutura terá na transformação econômica do interior baiano. “Esse não é o projeto de uma empresa ou mesmo do governo estadual, é uma estrada de transformação que vai mexer diretamente com mais de 40 municípios baianos, fora outros que já estão se estruturando para fomentar negócios a partir da Fiol”, destaca Tramm.  Um exemplo da diferença que a obra trará pode ser percebido no caso do algodão. Hoje os produtores baianos gastam em torno de US$ 100 para colocar uma tonelada d produto em um navio em Santos. Com a Fiol, este custo cai para US$ 20, diz. 

O geólogo João Carlos Cavalcanti, presidente da Companhia Vale do Paramirim (CVP), foi um dos empresários a enviar o ofício para o ministro do TCU. “Demonstrei tecnicamente que a demora em promover o leilão cria um prejuízo enorme para a Bahia”, diz. Segundo ele, só os projetos em curso da CVP podem colocar até 30 milhões de toneladas de carga na Fiol. 

Em videoconferência, parlamentares conhecem benefícios da FIOL para logística nacional

A fim de dar maior celeridade às obras da Ferrovia de Integração Oeste Leste (FIOL), com maior injeção de recursos, a diretoria da Valec se reuniu com a Frente Parlamentar de Logística e Infraestrutura (Frenlogi) e representantes do Instituto Brasil Logística (IBL).

No encontro, promovido por videoconferência, foram apresentados detalhes sobre o andamento do empreendimento e as necessidades orçamentárias para a conclusão das duas primeiras etapas da ferrovia.

O diretor-presidente da Valec, André Kuhn, destacou aspectos importantes da FIOL para a economia regional e nacional, como geração de empregos diretos e indiretos, redução do custo logístico, redução de acidentes, entre outros benefícios.

Kuhn lembrou que a meta da atual gestão é preparar A FIOL 1 para concessão e concluir a FIOL 2 até o final de 2022. “É um volume enorme de obras a serem executadas. São R$ 13.9 bilhões de investimento nos três trechos. E para isso, nosso pleito aqui hoje e pedir apoio do Parlamento, bem como da Frenlogi, a viabilização de emendas parlamentares destinadas a construção da ferrovia ”, enfatizou.  

No encontro, os parlamentares e assessores também tiveram conhecimento dos recursos necessários para levar a FIOL 2 a leilão, que chega a R$ 1.7 bilhão. Essa etapa é onde estão centrados os esforços da diretoria no momento, já que o trecho conta com 39% de obras concluídas. “Nossa meta é viabilizar a logística. A sociedade não pode esperar mais, o que puder ser feito para antecipar a execução, vai ser bom para o país, produtores e pagadores de impostos”, concluiu o diretor-presidente. 

Também contribuíram com informações e esclarecimentos o diretor de Finanças e Administração, Marcio Medeiros, de Engenharia, Washington Luke, e de Negócios, Jeferson Cheriegate. 

FIOL em Números

A fim de esclarecer ao Parlamento a grandiosidade da ferrovia para logística do país, a Assessoria de Comunicação (ASCOM) da Valec preparou um material gráfico em que apresenta a FIOL em números. 

No material físico, que será entregue às bancadas parlamentares em momento oportuno, podem ser encontradas, por exemplo, informações de toda extensão da FIOL, que chega a quase 1500 quilômetros.

Outro dado importante destacado é o de que a construção da ferrovia vai gerar em torno de 18 mil empregos diretos e indiretos, redução de até 73% no frete médio da tonelada por quilômetro, além de 523 acidentes a menos envolvendo caminhões.

 

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Tarcísio de Freitas quer recursos para concluir ferrovia na Bahia

Por
 O Brasilianista –
 10 de Maio de 2020


Foto: Wilson Dias/Agência Brasil
O ministro da Infraestrutura já definiu uma tarefa para a nova estatal do ministério, a Infra S.A., fusão da Valec e da EPL: a construção do segundo trecho da Ferrovia Oeste-Leste (Fiol), entre Caetité e Barreiras (BA). Seu avanço é uma das apostas de Tarcísio de Freitas no Plano Pró-Brasil. Ele pediu suplementação orçamentária de R$ 480 milhões, até 2022, exclusivamente para obras no setor. O grosso disso, caso confirmados os recursos adicionais, iria para a construção desse segundo trecho. 

A ferrovia foi concebida para transformar o interior da Bahia em um novo corredor ferroviário de exportação. Por ela seriam escoados minério de ferro, da mina localizada na região de Caetité, e grãos, colhidos na fronteira agrícola do oeste baiano, na região de Barreiras, até o Porto de Ilhéus, no sul do estado.Projetada no governo do PT, a obra deveria ter sido entregue até julho de 2013, mas não foi concluída. Encontra-se pronto o trecho entre Ilhéus e Caetité, em processo de concessão.

Em novembro, o ministro aprovou o plano de outorga apresentado pela ANTT e autorizou a concessão. O governo pretende fazer o certame ainda este ano e já mandou os estudos de viabilidade para o TCU.Segundo o Valor,Tarcísio de Freitas disse que há um investidor fortemente interessado em assumir a concessão.Mesmo sem revelar o nome, informou que esse investidor, consultado após a pandemia do coronavírus, confirmou sua disposição de entrar no leilão.

A concessão se limita, no momento, ao trecho pronto, entre Caetité e Ilhéus. Para o restante da ferrovia, conforme foi projetada, não haveria interesse de investidores. O ministro quer executar o trecho entre Caetité e Barreiras, com 485 quilômetros.  Um desafio já está superado: a ponte de 2,9 quilômetros sobre o rio São Francisco, considerada a ponte ferroviária mais extensa da América Latina, já está pronta, mas sem uso.
A obra tem três lotes diferentes em construção, dois dos quais estão com canteiros abertos e operários no local. O terceiro trecho da Fiol, com 500 quilômetros, entre Barreiras e Figueirópolis (TO), no entroncamento com a Ferrovia Norte-Sul, precisa de atualização do projeto de engenharia.

VALEC participa de reunião da Frente Parlamentar de Infraestrutura e Logística

 

A VALEC participou na noite desta segunda-feira (7) da 2ª Reunião da Frente Parlamentar Mista de Infraestrutura e Logística (Frenlogi), realizada na Sede da Confederação Nacional dos Transportes, em Brasília.A reunião também contou com a participação de representantes do Ministério da Infraestrutura, Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), deputados e senadores.O diretor de Engenharia da VALEC, José Luis Vianna Ferreira, afirmou que a equipe da Estatal está à disposição dos parlamentares para tratar dos temas que envolvam ferrovias, projetos e obras.

Presidida pelo senador Wellington Fagundes, a Frenlogi é composta por 31 senadores e 193 deputados. O grupo tem como foco de atuação impulsionar projetos de lei relacionados com o setor de transportes.

José Luis Vianna destacou a relevância do ano de 2019 para a VALEC ao mencionar a subconcessão do trecho da Ferrovia Norte-Sul (FNS), assinada pelo Governo Federal com a Rumo em julho, uma ação estratégica para o desenvolvimento da logística e da infraestrutura ferroviária do país.

Ele afirmou aos presentes que a VALEC continua com o firme propósito de entregar em breve mais um trecho para subconcessão pelo Ministério da Infraestrutura e ANTT, que é o trecho da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL), entre Ilhéus e Caetité, na Bahia.

A VALEC também segue atuando na construção da FIOL 2 (Caetité/BA – Barreiras/BA) e na revisão dos projetos da FIOL 3 (Barreiras/BA – Figueirópolis/TO) e da FICO – Ferrovia de Integração Centro-Oeste.


Texto: Danielle Ribeiro/GGCOM
Fotos: VALEC

Em segundo dia de estágio, militares do Exército visitam obras da FIOL na Bahia

O Exército possui dois Batalhões Ferroviários de Engenharia com capacidade de operar no modal ferroviário. O grupo que está participando do estágio é ligado ao Departamento de Engenharia e Construção e ao Sistema de Obras de Cooperação do Exército.Ao longo desta quarta-feira (4) as atividades incluíram a visita a uma fábrica de dormentes, a execução de obra de arte corrente, observação de drenagem de plataforma e assentamento de dormentes com utilização de pórtico rolante sobre trilhos.O estágio tem por objetivo proporcionar uma atualização sobre as novas técnicas e métodos de planejamento e execução de obras ferroviárias, capacitando-os a atuarem como disseminadores do conhecimento entre os batalhões de engenharia, que trabalham na execução direta de obras de infraestrutura, em parcerias com outros órgãos da administração pública.

 

OLHA O PORTO SUL AÍ GENTE…

A Fiol já está dentro do município de Ilhéus, gerando empregos em Banco Central e na vizinha Uruçuca.

Embora os empreendimentos tenham sofrido ataques perniciosos de ambientalistas de oportunidades, o Porto Sul está chegando.

OBRAS DA FIOL LOTE 1 A TODO VAPOR!

Informações chegadas ao blog O SARRAFO, dão conta que o Lote 1 da Ferrovia Oeste Leste (FIOL), as obras estão a pleno vapor.

Ônibus saindo de Uruçuca e do distrito de Banco Central, levam trabalhadores para a obra.

Em breve publicaremos fotos do andamento das obras.

Foto ilustrativa colhida da FIOL

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