‘Exportação’
O POVO QUER O PORTO SUL, SIM.
85,9% APOIAM PORTO SUL EM ILHÉUS, DIZ PESQUISA
15/jun/2010 . 12:14 | Autor: Seu Pimenta
Ilhéus receberá investimentos bilionários.
Uma pesquisa da Sócio-Estatística à qual o Pimentateve acesso aponta que 85,9% dos ilheenses apoiam a implantação do Complexo Intermodal Porto Sul e 13,2% se posicionam contra o projeto. O complexo prevê investimentos de até R$ 4 bilhões e dotará o município sul-baiano de novos porto e aeroporto e uma ferrovia na zona norte.
Apenas 1% não sabem ou não responderam à pergunta sobre o complexo intermodal. Os dados contrariam afirmação de que a cidade estaria “dividida” em relação ao complexo intermodal. O levantamento da Sócio-Estatística foi feito entre os dias 1º e 4 de maio e 963 pessoas foram ouvidas, contratado pelo município. A margem de erro é de 3%.
A pesquisa também aferiu o que, no entendimento do ilheense, o Complexo Porto Sul trará de positivo. 63,5% citaram “mais empregos” e 15,6% mais desenvolvimento para a cidade e para o sul da Bahia. 20,1% não responderam e 0,3% acreditam que favorece o turismo, percentual idêntico aos que acreditam em atração de mais recursos para a cidade.
A pesquisa ainda quis saber os aspectos negativos do Complexo Porto Sul. 28,7% citaram desmatamento, 4,9% a poluição e 55,4% não souberam responder.
PORTO SUL
A principal oposição ao projeto parte de um grupo de ambientalistas estrangeiros, além de investidores que possuem projetos hoteleiros na zona norte de Ilhéus, onde serão construídos porto, aeroporto e ferrovia, além de retroárea para escoar produção da Bahia Mineração. A empresa tenta obter licença ambiental para construir terminal portuário privado na zona norte, ao custo estimado de R$ 800 milhões.
A maior parte dos investimentos no complexo intermodal é da União, que prevê cerca de R$ 6 bilhões para construir ferrovia de 1,5 mil quilômetros, ligando o Centro-Oeste ao Nordeste do Brasil, aeroporto internacional e porto público.
SEM PERIGO DE ‘ABRAÇO’ A ZPE.
A partir da próxima semana terão início em Ilhéus os serviços para a construção da Zona de Processamento de Exportação (ZPE). A garantia foi dada na manhã desta quinta-feira, dia 29, pelo presidente da empresa ZPE Bahia Ltda, Otávio Pimentel, ao receber das mãos do prefeito Newton Lima o certificado de licenciamento ambiental aprovado por unanimidade pelo Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente (Condema), faltando agora apenas o alvará de construção, que deve ser entregue até a segunda-feira.
Ao fazer a entrega da licença ambiental, Newton Lima parabenizou todos os presentes por considerar que presenciavam um momento histórico para o município, que, depois de 21 anos de luta e perseverança, finalmente agora assiste a ZPE se tornar uma realidade. Segundo ele, foi fundamental o apoio do Condema, Secretaria de Meio Ambiente e de demais órgãos que entenderam a importância deste empreendimento, que solidifica a economia de inúmeros países europeus e asiáticos.
Na oportunidade, Otávio Pimentel adiantou que, como determina o certificado do Condema, as obras serão iniciadas de imediato, “e já a partir da próxima semana começaremos o processo de limpeza o terreno, assim como de identificação e marcação das árvores nativas para que sejam preservadas; e em seguida, vamos partir para as obras de drenagem, entre outros serviços”, afirmou.
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ZPE DE ILHÉUS APROVADA PELO CONDEMA.
Sem a interferência dos ‘ambientalistas profissionais’ e do MPF querendo aparecer, a coisa começa a fluir. Texto copiado do JBO, como se segue:
O Conselho Municipal do meio Ambiente (Condema) de Ilhéus aprovou por unanimidade na noite desta terça-feira (20), durante sessão extraordinária, o projeto de implantação da primeira etapa da Zona de Processamento de Exportação (ZPE) de Ilhéus. Com isso, o município dá um importante passo para o início da implantação do projeto.
A ZPE de Ilhéus foi criada pelo decreto n° 97.703, de 28.04.1989, mas por diversos problemas, a exemplo da não instalação do alfandegamento, terminou sendo esquecida por um período de 20 anos. Somente em 06 de abril de 2009, através do Decreto n° 6.814, o presidente da República, Luís Inácio Lula da Silva, regulamentou a Lei 11.508 que dispõe sobre o regime tributário cambial e administrativo das ZPEs.
As ZPEs definem-se como distritos industriais incentivados, e as empresas que ali decidirem se instalar contarão com o benefício da suspensão de impostos e liberdade cambial, além de procedimentos administrativos simplificados. Da sua produção total, 80%, obrigatoriamente terá como destino o mercado externo, e os 20% devem ser comercializados no mercado doméstico, pagando-se neste caso integralmente os impostos que são cobrados nas importações.
Na última segunda-feira (19) o Condema já tinha dado sinais claros de que a aprovação aconteceria. A Câmara Técnica se reuniu para discutir e elaborar o parecer indicando as condicionantes que serão incluídas na licença a ser expedida após deliberação do plenário. Este é mais um importante passo que Ilhéus dará para garantir a implantação da ZPE, cuja primeira etapa ficará localizada numa área de 8.8 hectares, no Km 8 da rodovia Ilhéus/Uruçuca, na zona norte da cidade.
Porto Sul tem audiência pública e representa investimento de R$ 4 bi
O Complexo Porto Sul, em Ilhéus, começa a deixar de ser projeto para tornar-se realidade com a realização nesta quinta-feira (15 de abril), em Ilhéus, de audiência pública convocada pelo IBAMA para analisar o processo de licenciamento ambiental do Terminal Portuário da Ponta da Tulha de uso privativo da Bahia Mineração. O terminal privado faz parte do Complexo Porto Sul que envolve a Ferrovia da Integração Oeste-Leste, o novo Porto com dois terminais – um público e outro privado – o novo Aeroporto Internacional de Ilhéus, uma área industrial nas imediações da BR-101, novos acessos rodoviários e o Gasoduto Sudeste-Nordeste, que foi inaugurado no dia 26 de março.
Iniciativa do Governo do Estado da Bahia, por meio das secretarias da Indústria, Comércio e Mineração; Planejamento; Infraestrutura; Meio Ambiente e Recursos Hídricos, o Porto Sul será construído numa área de 1.771 hectares, na localidade de Ponta da Tulha, no sentido Ilhéus-Itacaré. O empreendimento, que movimentará recursos estimados em R$ 4 bilhões, deverá reforçar a dinâmica local de produtividade e eficiência, agilizando o escoamento de produtos como minério, grãos e cargas conteinerizadas.
PORTO SUL, JÁ !
O Movimento PRÓ ILHÉUS – MOPI, Coordenado por Ed Ferreira, Gerson Marques, Rildo Mota e um significante número de empresários preocupados com o futuro de Ilhéus, colocou a campanha na rua – PORTO SUL JÁ.
Havia no ar uma cobrança à sociedade regional e principalmente de Ilhéus por não haver nenhuma reação para se contra por à minoria barulhenta dos contras. Até parecia que a grande massa de Ilhéus estava contra, até surgir à campanha. A adesão foi espontânea, hoje as pessoas manifestam esperança só em saber que o município começa a sinalizar uma possibilidade de aumentar o número de empregos, não só do Porto e Ferrovia, mais das diversas empresas que serão atraídas para esta região.
A sociedade Ilheense resolveu se organizar e partir para defender os seus interesses, afinal cansou de perder. O complexo intermodal Porto Sul chega no momento em que a região passa em uma das suas piores crises que é o final do ciclo econômico do cacau, sinalizando como uma redenção para este povo tão sofrido. Cansados de vêem seus filhos partindo para outras regiões em busca de oportunidades. Por esta razão estamos convocando a todos aqueles que desejam visualizar um futuro melhor para si, seus filhos e seus netos que participe da audiência pública que será realizada no centro de Convenções de Ilhéus, na próxima quinta feira a partir das 18:00.
VÁ E MOSTRE QUE ILHÉUS MERECE ESTA OPORTUNIDADE.
Ed Ferreira
MOVIMENTO PRÓ ILHÉUS
É NISTO QUE PRECISAMOS FOCAR NOSSOS OBJETIVOS.
Ferrovia de Integração Oeste-Leste
| Ferrovia Oeste-Leste | Trechos | Carga Potencial |
A Ferrovia de Integração Oeste-Leste dinamizará o escoamento da produção do estado da Bahia e servirá de ligação dessa região com outros polos do país, por intermédio de conexão com a Ferrovia Norte-Sul. Incluída entre as prioridades do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), a Ferrovia de Integração Oeste-Leste terá 1.490km de extensão e envolverá investimentos estimados em R$6 bilhões até 2012.
A ferrovia ligará as cidades de Ilhéus, Caetité e Barreiras – no estado da Bahia – a Figueirópolis, no estado do Tocantins, formando um corredor de transporte que otimizará a operação do Porto de Ponta da Tulha e ainda abrirá nova alternativa de logística para portos no norte do país atendidos pela Ferrovia Norte-Sul e Estrada de Ferro Carajás.

| Entre as vantagens previstas com a construção da Ferrovia de Integração Oeste-Leste para o estado da Bahia estão a redução de custos do transporte de insumos e produtos diversos, o aumento da competitividade dos produtos do agronegócio e a possibilidade de implantação de novos polos agroindustriais e de exploração de minérios, aproveitando sua conexão com a malha ferroviária nacional.Por outro lado, a ferrovia promoverá a dinamização das economias locais, alavancando novos empreendimentos na região, com aumento da arrecadação de impostos, além de geração de cerca de 30 mil empregos diretos. A ferrovia deve fomentar ainda mais o desenvolvimento agrícola da região oeste do estado, cuja previsão é de uma produção de 6,7 milhões de toneladas em 2015. Os principais produtos a ser transportados são soja, farelo de soja e milho, além de fertilizantes, combustíveis e minério de ferro. | ![]() |
É POR ISTO QUE PRECISAMOS DO COMPLEXO INTERMODAL.
Brasil se torna o terceiro maior exportador agrícola
O Brasil ultrapassou o Canadá e se tornou o terceiro maior exportador de produtos agrícolas do mundo. Na última década, o País já havia deixado para trás Austrália e China. Hoje, apenas Estados Unidos e União Européia vendem mais alimentos no planeta que os agricultores e pecuaristas brasileiros. Dados da Organização Mundial de Comércio (OMC), divulgados este ano, apontam que o Brasil exportou US$ 61,4 bilhões em produtos agropecuários em 2008, comparado com US$ 54 bilhões do Canadá. Em 2007, os canadenses mantinham estreita vantagem, com vendas de US$ 48,7 bilhões, ante US$ 48,3 bilhões do Brasil. Informações da Agência Estado.










