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:: ‘Exército Brasileiro’

A BAHIA TEM UM BATALHÃO DE ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO.

Fica na cidade de Barreiras.

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O EXÉRCITO BRASILEIRO TEM CONDIÇÃO DE RECUPERAR AS ESTRADAS DA BAHIA.

 

Valec realiza visita técnica ao canteiro de obras do Exército, na Fiol

 

Esta semana, de hoje (18) a sexta-feira, equipe de dirigentes, engenheiros e empregados da Valec realiza visita técnica às obras da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), na Bahia. O propósito da comitiva é percorrer os lotes de 5 a 7 da Fiol para se certificar de que a meta de entregar a etapa II da ferrovia, ao final de 2022, será cumprida.

O lote 6, que fica próximo à cidade de Correntina/BA, conta agora com a participação do Exército, após a celebração de convênio entre a corporação e a Valec, em setembro deste ano (saiba mais). “Já neste mês de novembro, o Destacamento Guará mobilizou 53 trabalhadores, 18 equipamentos, 17 viaturas, iniciou supressão vegetal e preparação do terreno onde será implantado canteiro de obras para dar início às obras de infraestrutura dos 18 km de ferrovias que serão construídos a partir da nossa parceria que, tudo indica, será um sucesso”, relatou Eloy Angelo Palma Filho, superintendente de Construção da Valec.

Infraestrutura ferroviária e geração de empregos 


Obra prioritária para o Governo Federal, a Fiol estabelecerá uma alternativa mais econômica aos fluxos de carga de longa distância de minério e da produção agrícola da região. Ao ligar o futuro porto de Ilhéus, no litoral baiano, a Figueirópolis, em Tocantins, será conectada à Ferrovia Norte-Sul, incrementando a malha ferroviária brasileira. No último dia 11, o TCU autorizou a publicação do edital para licitação da etapa I da Fiol, que liga Ilhéus a Caetité/BA. O certame deverá acontecer no primeiro trimestre de 2021 (saiba mais).

Hoje, a construção da etapa II da ferrovia, que percorre o trecho entre Caetité e Barreiras/BA, gera mais de 1000 empregos diretos e 2000 indiretos no interior da Bahia. A meta do Ministério da Infraestrutura é de que esse trecho seja entregue pela Valec até o final de 2022 com aproximadamente 80% de avanço físico.

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“Trabalhamos para que o Exército esteja na frente de obras da Fiol já em agosto”, afirma diretor de Engenharia da Valec


Imagem: Whalles Zarur Ascom/Valec

A parceria entre a Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A. e o Exército Brasileiro na Fiol está próxima de ser concluída. Esta semana, de 29/06 a 1º/07, em visita técnica ao canteiro de obras do lote 6 da ferrovia, próximo a Correntina/BA, uma comitiva formada por diretores e técnicos da estatal e integrantes do Batalhão Ferroviário do Exército fez um reconhecimento aprofundado do status de construção do lote em questão. O próximo passo é elaborar o orçamento para a execução do Termo de Execução Descentralizada (TED), instrumento que permitirá o convênio entre os dois órgãos.

Exercito na fiol 1
Imagem: Whalles Zarur Ascom/Valec

Os diretores de Engenharia e de Negócios da Valec, Washington Lüke e Jeferson Cheriegate, integraram a comitiva. De acordo com Lüke, o Ministério da Infraestrutura, pasta supervisora da estatal, tem grandes expectativas na concretização da parceria. “Trabalhamos para que o Exército esteja na frente de obras da Fiol já em agosto”, afirmou. Cheriegate participou da visita técnica com uma perspectiva de novos negócios. A viagem incluiu uma ida à ponte sobre o Rio São Francisco, a maior da América Latina, e à fábrica de dormentes da Valec. “Para nós, é fundamental conhecer de perto os ativos que irão compor nosso portfólio comercial, por meio do qual planejamos gerar receitas e maior autonomia à empresa”.

Fiol segue gerando empregos
Em torno de 1000 trabalhadores atuam nas frentes de obra da Ferrovia de Integração Oeste-Leste, no interior baiano. Medidas de segurança e distanciamento social foram adotadas neste período de pandemia causada pelo novo coronavírus. A ordem do Governo do Brasil e do Ministério da Infraestrutura e aliar saúde, emprego e a manutenção das obras de infraestrutura de transportes do país.

Exercito na fiol 2
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VALEC E EXÉRCITO FIRMAM PRAZO PARA INICIAR PARTICIPAÇÃO NAS OBRAS DA FIOL

Com a parceria, o Exército voltará a fazer parte da construção de uma grande ferrovia no Brasil após 25 anos. Militares assumirão trecho entre Correntina e Santa Maria, na Bahia

 

Dando seguimento às tratativas com o Exército para início da participação nas obras da Ferrovia de Integração Oeste Leste (Fiol), foi realizada, nesta quarta-feira (27), no Quartel General do Exército, em Brasília, reunião para alinhar a estratégia e estabelecer o cronograma de trabalho. A expectativa é que o contrato da parceria seja assinado em até 60 dias e que a obra seja retomada já no início de agosto.

Durante o encontro, foi definido que a corporação assumirá o trecho 1 do Lote 6, que fica entre as cidades de Correntina e Santa Maria (BA). Nesta primeira fase, o Batalhão de Engenharia do Exército deverá executar aproximadamente 20 quilômetros da obra. Com a parceria, o Exército voltará a fazer parta da construção de uma grande ferrovia no Brasil após 25 anos. A última participação da corporação ocorreu na construção da Ferroeste, entre os anos de 1993 a 1995.

Para o chefe do Departamento de Engenharia e Construção do Exército, general Claudio Coscia Moura, a participação da instituição na Fiol será essencial para a infraestrutura do país. “Tenho certeza de que essa será uma grande parceria, além de muito importante para o fortalecimento da tropa na participação de obras ferroviárias. Estamos ansiosos para contribuir com o desenvolvimento do Brasil”, ratificou.

De acordo com o diretor-presidente da Valec, Andre Kuhn, a entrada do Exército dará ainda um novo ritmo à execução dos trabalhos, além de ajudar na capacitação da tropa de Engenharia. “Essa participação será essencial para o cumprimento das metas de conclusão da Fiol”, pontuou.

 

O secretário nacional de Transportes Terrestres, Marcello da Costa, ressaltou o empenho do ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, em fazer com que as obras sejam retomadas com a maior brevidade. “A decisão já foi tomada, e faremos todo o possível para agilizar o início. O Ministério e a Valec estão empenhados em viabilizar esse processo”, ressaltou.

Na próxima segunda-feira, 1º de junho, haverá nova reunião entre as equipes técnicas da Valec e do Exército para dar continuidade à discussão sobre o detalhamento do projeto e o plano de execução das obras.

Viagem à Fiol – Em visita ao canteiro de obras na semana passada, Tarcísio de Freitas anunciou que o Exército iria assumir parte das obras da Fiol. O ministro visitou trechos do empreendimento junto ao secretário Executivo da pasta, Marcelo Sampaio, e o diretor-presidente da Valec Engenharia, André Kuhn, acompanhado por técnicos das instituições.

Texto e imagens: Ascom

CAUTELA, ÁGUA BENTA E CALDO DE GALINHA, NÃO FAZEM MAL A NINGUÉM.

O Jipe, o soldado e o cabo, já estão agoniados…

ILHÉUS TAMBÉM TEM SEU GENERAL

General de Divisão Luis  Henrique Moura Barreto, estudou muito para alcançar o Generalato.

Difícil era ele atravessar a Avenida Soares Lopes, para bater um ‘babinha’ com a turma, só queria saber de estudar.

Comandou a 6ª Região Militar na Bahia, agora na reserva, dedica-se a dar cursos, aulas e palestras nos círculos militares.

Novo comandante do exército alerta: “Estamos de olho! Bolivarianismo não dá certo no Brasil”

07/06/2016 Fonte: Diário do Brasil

Fim da baderna

Fim da baderna

O clima de tensão no país é crescente e o governo interino pretende apaziguar os ânimos exaltados

O general Sérgio Etchegoyen faz parte de uma ala do Exército Brasileiro que está de olho nos movimentos sociais representantes da esquerda brasileira.

Etchegoyen foi nomeado pelo presidente em exercício Michel Temer e tem a responsabilidade sobre o  Plano de Defesa Nacional, além de comandar o setor de Inteligência da ABIN (Agência Brasileira de Inteligência).

Monitoramento de movimentos de esquerda

De acordo com o militar, “o crime de terrorismo ainda não obteve uma regulação, para que não atingisse os movimentos sociais, porém, é necessário manter a coesão social e impedir aqueles que saiam da legitimidade em seus atos”, declarou o general.

O comando do Gabinete de Segurança Institucional terá como missão realizar um levantamento preciso dos movimentos de esquerda.

De acordo com o novo ministro-general Sérgio Etchegoyen, “o bolivarianismo somente dá certo em países como Venezuela, devido ao baixo nível de suas Forças Armadas”, enfatizou.

“No Brasil existe um modelo de convívio entre governo, Forças Armadas e sociedade. As Forças Armadas não representam nenhum risco ou ameaça à sociedade brasileira e, dessa forma, irão continuar”, declarou o general Etchegoyen.

COMO FUNCIONA UM EXÉRCITO DE VERDADE.

ACADEMIA MILITAR DAS AGULHAS NEGRAS – FORMATURA DA TURMA DE 2013.

É bom se preparar. O tranco vai ser Forte – por Gen Paulo Chagas

SEMPRE EM TREINAMENTO, PARA SE PRECISO ENTRAR EM AÇÃO!

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