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:: ‘Especulações’

ARTICULAÇÕES PARA SALVAR A SAÚDE PÚBLICA DE ILHÉUS!

Movimentações soteropolitanas, dão conta do esforço para manter a Secretária de Saúde mais um tempo em Ilhéus.

Seriam até as coisas melhorarem. 

Ou piorarem, sabe-se lá…

A Secretária tem muitos apoios, ainda…

COSME ARAÚJO PAVIMENTA SUA PRÉ-CANDIDATURA À ALBA

Com a legenda partidária garantida, ficha limpa e carisma, o defensor Cosme Araújo vai caminhando e somando os apoios deles, daqueles que decidem, o eleitor!

Cosme Araújo gastando sola de sapato.

EM ILHÉUS VAI SER ELETRIZANTE A DISPUTA POR UMA CADEIRA NA ALBA.

Temos os candidatos a reeleição.

Agora começam a chegar os nativos ilheenses, que pleiteiam sua oportunidade de servir.

Até o momento batalham na pré-campanha arregimentando forças e apoios, Cosme Araujo, Luiz Uaquim, e algumas novidades ainda não confirmadas.

Mural do plenário da ALBA

 

CACÁ COLCHÕES A CAMINHO DA CÂMARA FEDERAL

Segundo o site http://www.politicosdosuldabahia.com.br/v1/  são fortes os indicativos dessa pré-candidatura.

Os espaços já estão sendo abertos com a disposição do Federal Roberto Brito, sair para Estadual.

Carlos Machado (Cacá Colchões).

NA POLÍTICA O ÓBVIO PODE DEMORAR UM POUCO.

Em time que está ganhando não se mexe, é do futebol mas serve para a política também.

A chapa majoritária na Bahia, para as próximas eleições não deverá sofrer atropelos. Algumas escaramuças daqui e dali, mas no fim Ângelo Coronel deve ser o companheiro de Jaques Wagner ao Senado da República, e Lídice da Mata vai tentar seu retorno a Câmara Federal.

Walter Pinheiro é do time, sabe jogar o jogo.

No desfile de pré-candidatos, mais de 20 nomes querem disputar o Planalto

Desde 1989 não há tantos nomes colocados para a disputa pela Presidência   

POR JULIANA CASTRO Fonte: O GLOBO

Número de pré-candidatos ao Planalto alcança marca histórica – O GLOBO                                          

RIO — A oito meses das eleições presidenciais, mais de duas dezenas de pré-candidatos já colocaram o bloco na rua sonhando com o Palácio do Planalto. O desfile de nomes é variado, retrato de um cenário de indefinição semelhante à disputa de 1989, quando 22 candidatos participaram da corrida eleitoral. O pleito de outubro pode ter nas urnas representantes dos mais variados estilos: além dos políticos tradicionais, estão se mobilizando apresentadores de TV, banqueiros, um líder sem-teto, um cabo bombeiro e até um cirurgião plástico exótico.

O bloco dos novatos, formado por aqueles que nunca concorreram ao Executivo, tem como mais inusitado representante o médico Dr. Robert Rey, mais conhecido como Dr. Hollywood devido às cirurgias plásticas que já fez em diversas celebridades. Ele anunciou a intenção de ser candidato caso consiga refundar o Prona, partido que lançou o folclórico Enéas Carneiro à Presidência nos anos 1990. Na semana passada, Rey gravou vídeo na página oficial da legenda pregando um Brasil “mais conservador”.

LEIA: Fernando Henrique diz que Luciano Huck tem o ‘estilo’ do PSDB

Sua página no Facebook mistura dicas para dar fim às olheiras e à calvície com ideias, sem qualquer detalhamento programático, para “trazer o sistema americano para escolas brasileiras”. Rey também já defendeu, em entrevista, que o hino nacional toque todo dia de manhã em cadeia nacional de rádio e TV.

Convites à espera de resposta

Propostas excêntricas também estão nos discursos de outros novatos. Repleto de menções a Deus, o discurso do deputado federal Cabo Daciolo, pré-candidato pelo Avante, sai frequentemente em defesa da intervenção militar como uma solução para o país. No ano passado, o bombeiro chegou a defender o fechamento do Congresso Nacional, onde “só tem corruptos”.

Já a ex-apresentadora de televisão Valéria Monteiro (PMN) tem pregado medidas como licença maternidade de três anos e isenção de Imposto de Renda para quem ganha menos de R$ 3.700. O impacto fiscal das ideias, contudo, não foi calculado pela pré-candidata.

LEIA: Líder do PT critica Fux por cogitar mudança na regra de registros de candidatura

— Esses candidatos não têm visibilidade eleitoral, mas acabam aparecendo com suas atividades um tanto folclóricas. As eleições de 1989 e a de 2018 têm uma relação no que se refere à possibilidade de muitas candidaturas, mas a conjuntura política é muito diferente. No final dos anos 1980, a esperança era muito grande. Agora, há o pessimismo generalizado, as pessoas estão desencantadas com o sistema político — diz o cientista político Paulo Baía, da UFRJ.

Ao contrário de Rey, Daciolo e Valéria, apoiados por partidos nanicos, há ainda os novatos com maior relevância, que permanecem com o futuro indefinido. Caso do apresentador Luciano Huck e do ex-presidente Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa, cortejados pelo PPS e PSB, respectivamente. Embora Huck tenha conversas periódicas com economistas liberais, seu discurso de forte apelo social tem potencial de crescimento em segmentos lulistas, apontam institutos de pesquisa. Já Barbosa mantém-se em silêncio sobre o que seriam seus projetos presidenciais, mas sua plataforma, apontam os socialistas, estaria focada na sua trajetória pública de combate à corrupção.

LEIA: Sem Lula, nome mais forte do PT é Jaques Wagner, avalia presidente do Senado

Guilherme Boulos, que estuda a filiação ao PSOL, fecha a lista de novatos em dúvida. Embora não admita, a candidatura do líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) está diretamente relacionada ao futuro político do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Boulos dividiria votos da esquerda com a deputada estadual no Rio Grande do Sul Manuela D’Ávila (PCdoB).

— Não tem um candidato competitivo no cenário eleitoral, e isso estimula o lançamento de várias pré-candidaturas. Quando existe este nome, os partidos menores tendem a ser atraídos pela coalizão. Tem que ter tempo de TV para haver um bom desempenho — explica Fernando Antonio Azevedo, cientista político da Universidade Federal de São Carlos (Ufscar).

O bloco dos indefinidos também contempla nomes da base do governo, como o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles (PSD), o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), e o presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro (PSC). Os três sonham em ser o nome que unificaria o centro político para acabar com a polarização entre Lula e o deputado Jair Bolsonaro, em negociações para migrar para o PSL. No mesmo espectro político, também apresentam-se João Amoêdo (Novo), com carreira ligada ao mercado financeiro, e o senador Álvaro Dias (Podemos).

LEIA: Alckmin traça cenário sem Lula e diz: situação é muito favorável se tivermos juízo

Estão no páreo ainda os veteranos que já concorreram à Presidência em outras ocasiões: a ex-senadora Marina Silva (Rede), que disputou pelo PV em 2010 e pelo PSB em 2014; o governador Geraldo Alckmin, candidato em 2006 pelo PSDB; o ex-governador do Ceará Ciro Gomes (PDT), que concorreu em 1998 e 2002; e o senador Cristovam Buarque, que disputou em 2006.

A campanha também terá velhos conhecidos do eleitorado como Eymael (PSDC), dono do jingle chiclete “Ey-Ey-Eymael, um democrata cristão”, e Levy Fidelix, autor do controverso projeto do “aerotrem”. Sem contar o ex-presidente Fernando Collor (PTC), que, em discurso na semana passada, disse estar “diante da retomada de uma missão”. Slogan esse que, aliás, já aparece na foto de capa de sua página no Facebook.

Leia mais: https://oglobo.globo.com/brasil/no-desfile-de-pre-candidatos-mais-de-20-nomes-querem-disputar-planalto-22392703#ixzz56zhjcLxy 

CHEGANDO A HORA DE SABER QUEM TRABALHA, E QUEM VIVE DE MIMIMI

Pé na estrada

ESPERANDO DA ARQUIBANCADA O JOGO COMEÇAR

Estou tentando assistir a um jogo, na última cadeira da arquibancada..

O campo está com uma densa neblina, os times estão atrapalhados, tanto o executivo quanto o legislativo, há controvérsias de ambas as partes. Por enquanto só calçando as chuteiras, notícias dos vestiários

Blogueiro tentando ver o jogo.

QUEM CALA, CONSENTE!

Depois de 24 horas sem uma confirmação ou desmentido oficial, podemos admitir ser verídica a notícia da candidatura de Bebeto, a Deputado Estadual.

Bebeto foto: Sergio Francês

ESTA É A TURMA DE ACM NETO!

Vai quem quer…

 

 

PP-BA nega articulação pró-ACM Neto: ‘Caminho natural é reeleição de Rui e Leão’

Quinta, 30 de Novembro de 2017 – 12:00

PP-BA nega articulação pró-ACM Neto: ‘Caminho natural é reeleição de Rui e Leão’

por Fernando Duarte Fonte: Bahia Notícias

Jabes Ribeiro | Foto: Reprodução/ Ilhéus 24h

O secretário-geral do PP na Bahia, Jabes Ribeiro, negou que existam articulações que possam eventualmente deslocar o partido da base aliada do governador Rui Costa (PT) para o arco de alianças do prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), tendo em vista as eleições de 2018 (veja aqui). “Estamos tranquilos. Estamos trabalhando para consolidar a reeleição de Rui e João Leão. Nosso esforço é para ampliar a bancada federal e a bancada estadual”, assegurou o ex-prefeito de Ilhéus. A hipótese de uma intervenção no PP nacional no diretório estadual, diante das negociações para que o PP assumisse o Ministério das Cidades com Alexandre Baldy, também foi rechaçada por Ribeiro. “Nós estamos absolutamente alinhados com a Executiva nacional, com o presidente Ciro Nogueira. Todas as decisões estão totalmente alinhadas. Se não há possibilidade de intervenção, imagina uma articulação do Rodrigo Maia, por mais que seja uma figura importante no cenário nacional, do DEM? O presidente Ciro Nogueira tem uma aliança com o PT no estado dele. As alianças estaduais obedecem as peculiaridades de cada estado. O PP tem o vice-governador da Bahia. Temos uma aliança com o governador Rui Costa, como tínhamos com o governador Jaques Wagner”, ponderou o secretário-geral da legenda, que relatou falar em nome dele e também do vice-governador, João Leão, que preside o PP na Bahia. “O partido tem uma aliança com o governo [Michel] Temer, mas isso não interfere em nada no estado. O caminho natural é apoiar a reeleição de Rui, com João Leão como vice”, assegurou Ribeiro.

O TEMPO É UMA ETERNIDADE PARA QUEM NÃO TEM O QUE DIZER!

Marina afirma que vai decidir ‘em breve’ sobre candidatura à Presidência

por Célia Bretas Tahan | Estadão Conteúdo

Foto: Elza Fiúza/ Agência Brasil

A ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva (Rede), candidata à Presidência em 2010 e 2014, afirmou na sexta-feira (24), em Palmas, que ainda analisa se vale a pena disputar eleição em 2018, sabendo que os prováveis concorrentes terão mais tempo, dinheiro e estrutura para a campanha. “Nosso tempo é de 12 segundos”, disse Marina, afirmando que decidirá “em breve” sobre o assunto. Marina esteve em Palmas para participar do lançamento da candidatura ao governo do Tocantins do ex-juiz Márlon Reis, um dos idealizadores da Lei da Ficha Limpa, pela Rede. Em coletiva, tanto Marina quanto Reis deixaram aberta a possibilidade de firmarem alianças com outros partidos, com a ressalva de que as composições não seriam “fisiológicas”. O ex-juiz ressaltou que descarta qualquer acordo com envolvidos em casos de corrupção. “Mesmo porque seria incoerente.” Ao comentar a pesquisa Barômetro Político Estadão-Ipsos, que mostrou 60% de aprovação ao apresentador de TV Luciano Huck, Marina disse que haverá muitas mudanças até a definição final sobre quem será ou não candidato. “O mais importante é que não aconteça o mesmo que em 2014, quando quem ganhou foi a fraude, com dinheiro roubado da Petrobrás, Caixa Econômica e Banco do Brasil.”

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nao basta

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