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:: ‘Espaço do Leitor’

ESPORTES E TURISMO NAÚTICO -Espaço do leitor

Jorge Lango Menezes

Mais uma vez existe a tentativa de Induzir/Conduzir a divisão do Turismo Náutico. A nossa cidade apesar de vir sendo cobrada para esse forte desenvolvimento e geração de empregos e renda, coloca como Turismo Náutico em Ilhéus o Turismo que traz o visitante através dos navios de passageiros.

Mas esquece de incluir que o Turismo Náutico é aquele que traz o Navegador que demanda a nossa extensa Costa, 92 quilômetros de Praias com suas pequenas e médias embarcações, as quais cruzam Ilhéus o ano inteiro, e não adentram a nossa Baía do Pontal, Enseadas e Rios, por motivo de não termos “Nenhuma” estrutura para recebê-los, os abrigando em nossa baía para abastecimentos de combustíveis, água, rancho, manutenções ou qualquer outra atividade como visitar nossas belezas.

Esse é o Turismo Náutico propriamente dito que é fazer com que o navegador se interesse por Ilhéus e suas belezas naturais, mas sabendo que terão aqui a Estrutura de Atracadouro e Píer para poder se atender das necessidades que coloquei acima. Geralmente esses navegadores tem uma condição financeira agradável, a qual tendo um local abrigado e com as belezas naturais nossas, permaneceriam mais tempo em nossa cidade. Portanto esse é o Turismo Náutico que se espera.

Os navios de cruzeiro que aportam Ilhéus são Sazonais e diminuem a cada ano, e acontecem entre Dezembro e Março, então seria sim de bom alvitre a atenção melhor para essa fatia de mercado que é uma Mina de Dinheiro  haja vista em viagens e fotos, observamos em outros locais notando-se a quantidade assustadora de embarcações as quais me referi. Os projetos já foram apresentados pela entidade Satélite, mas carece de atenção e cobrança as autoridades políticas que elegemos e não sabemos cobrar.

Agora colocar na mídia dizendo que o Turismo Náutico é o de Cruzeiros Sazonais, é simplesmente querer induzir o Ilheense a pensar erroneamente. Bom dia a todos!

MARÃO ABANDONA A POPULAÇÃO, SÓ PENSA EM ELEIÇÃO! -Espaço do leitor

Boa tarde!
Venho mais uma vez pedir o apoio das mídias de comunicação! Como havia dito, na Rua Jerusalém loteamento São Caetano, bairro Hernani Sá passa uma nascente e por conta disso é preciso manilhar o local! Nós moradores nos reunimos e fizemos uma vaquinha pra conseguir comprar as manilhas, como podem ver nas fotos ????????????????, porém estamos aguardando a mais de três semanas a prefeitura vir executar o serviço e até agora nada, nem uma posição foi nos dada! E ainda pra piorar nossa situação o local por onde as manilhas iriam passar foi fechado!!! E estamos com muito medo desse período de chuvas que se aproxima, pq com esse local fechado a água não vai ter por onde passar e com isso nossas casas serão totalmente alagadas!!!! Já sofremos muito com esses períodos de chuva pq a água da nascente se junta com a água da chuva e há alagamentos!!! Nós moradores já perdemos diversos móveis por conta das enchentes, estamos preocupadíssimos com esse problema pq se já enchia com um lugar pra água passar, mesmo que não seja adequado, imaginem vcs sem lugar pra água passar e sem o manilhamento feito!! Temos filhos pequenos, animais, móveis e não temos o que fazer pra parar a água da chuva, como iremos sair para trabalhar sem nos preocupar e deixar nossos filhos em casa, nossa família, em períodos críticos de chuva?
Pelo amor de Deus nos ajudem a resolver esse problema ????????
Segue as fotos da nascente, dos alagamentos que tivemos, das manilhas que compramos e tbm do local que fecharam!!
Que as autoridades da nossa cidade nos ajude a resolver isso, um problema simples para eles porém muito complicado e importante para nós moradores!
Grato!!

 Quando chove ficamos nessa situação????????????????
 Já perdemos móveis. Já foi passado a situação para o Sr. Átila coordenador da infraestrutura. Mas até agora não veio resolver. Estamos preocupado agora começa época de chuvas fortes. Ajude nós por favor sei que a voz de vcs vai longe e faz valer apena.
 Hernane Sá
 Loteamento são Caetano
 Rua Jerusalém
 Altura do número 102
 CEP 45656-658
Ilhéus

O PODER MUDOU DE MÃO – Espaço do leitor

Foto WhatsApp
Sabem o que aconteceu no Brasil?
Ah! Ainda não acordaram.
O poder está mudando de mãos…
O poder econômico está no agronegócio que representa 40% do PIB!
A indústria?
Meros 14,5!
O petróleo?
Caminha para o seu funeral!
Imagina que apenas em uma região de Minas, a mais pobre, o Norte de Minas, até 2022, 70% de um projeto de geração de energia solar estará concluído e corresponderá à geração de meia Itaipu!!!
É de uma única empresa, a “Solatio”, sem dinheiro público.
Já imaginou?
Cadê a poderosa Petrobras?
Cadê o petróleo?
O poder mudou de mãos! Acordem!
Mesmo com a pandemia o agro continua crescendo!
Hoje, é responsável pelas reservas internacionais, pela exportação crescente!!!
Cadê o poder dos sindicatos?
Cadê o poder da mídia tradicional?
Cadê o MST?
Cadê a bossa nova?
O Brasil que está crescendo não é socialista, não!
Não está nem no Rio nem em São Paulo. Está no agro.
A música que dominou, é a sertaneja! Não é a bossa nova, não!
Vejam como a viola sertaneja faz sucesso!
Como muitos artistas que representam o campo estão ricos!
Vejam os festivais de viola sertaneja!
Escutem os grandes violeiros!
Este poder do campo dominou o país financeiramente e culturalmente.
O sucessor de Bolsonaro será provavelmente um conservador!
Da bancada ruralista!
Da evangélica… ou da bala…
Este poder do campo foi criado por um general estrategista, Geisel, que criou a Embrapa.
A maior empresa de pesquisa de agricultura tropical.
A Embrapa é pura tecnologia em seus 41 centros de pesquisa… cheios de PHDs.
O poder é tecnológico.
Tecnologia pura!
O Brasil mudou mesmo!
Nada de socialismo!
Não existe fazendeiro socialista, não!
Andam de jatinho mas escutam Chitãozinho e Xororó, Bruna Viola, Tião Carreiro, Adriana Farias, Zezé di Camargo e Luciano, Marcus Biancardini, violeiro com nome de tenor italiano, mas, capiau de Goiânia…
Vejam a cara de rainha da Ministra da Agricultura!
A rainha Tereza Cristina!
Agrônoma!
Felicidade só!
Vejam o programa ferroviário que está sendo implantado para exportar soja e milho!
Veja a abundância de investimentos no setor.
Já somos o maior produtor de soja do mundo… já somos o maior exportador de alimento do planeta e estamos apenas começando.
A mídia tradicional, os sindicatos, os partidos socialistas, o petróleo combustível já se foram!
Já pensou a fruticultura no Nordeste, após a transposição do São Francisco?
A combinação água e energia solar produzida localmente, sem depender de Itaipu, de Furnas…
Novos polos produtivos vão nascer, produzindo ovinos, caprinos, peixes… uvas, vinhos… e muito forró para mostrar que a cultura nordestina é alegre e riquíssima!!!
Os nordestinos que foram escravizados durante anos pela esquerda agora estão sendo cuidados pelo governo federal!
Vão colorir o Brasil com sua arte Naif, suas rendas lindas e seus trançados de palha cheios de arte!
Acordem!!!
O poder mudou de mãos!!!

SITUAÇÃO DO BAIRRO DO PONTAL – ZONA SUL DE ILHÉUS

Clique abaixo:

PONTAL DE PRAIA A ESGOTO

PESPECTIVA DO LITORAL CENTRAL DE ILHÉUS.

Meu amigo. Eu previ esta praia há mais de 8 anos. Ela vai ficar ligada a Praia Soares Lopes e na mesma linha de Costa do Morro de Pernambuco. Vou te enviar o trabalho.

Contribuição do leitor José Rezende Mendonça.

 

O ASSOREAMENTO DA BAÍA DO PONTAL EM ILHÉUS

Vídeo postado por uma leitora preocupada.

Interesses familiares prejudicam os pré-candidatos a vereadores do PSB

Um pré-candidato a vereador do PSB revelou que 18 dos 28 candidatos do grupo estão totalmente insatisfeito com o rumo da campanha proporcional do partido.

De acordo com a nossa fonte, a estrutura do partido e os cargos Governo Marão estão alinhados para eleger o filho de Bebeto Galvão e o filho de Jailson Nascimento, respectivamente Maurício Galvão e Fabrício Nascimento.

Os pré-candidatos do PSB estão revoltados e insatisfeitos com a direção do partido. Tanto Bebeto quanto Jailson estão defendendo apenas seus interesses familiares. A jogada é eleger os filhos e usar os pré-candidatos como escada.

Valderico pensa em jogar a toalha. ACM Neto segura.

O pré-candidato a prefeito , Valderico Reis, não está aguentando a pressão em relação a sua candidatura.

Mesmo com a rádio Gabriela FM citando seu nome diversas vezes ao dia, a candidatura do mocinho não emplacou.

Há alguns dias o rapaz teve um encontro com a ACM Neto e confidenciou que queria desistir do pleito, mas o prefeito de Salvador tem planos para Ilhéus e segurou a onda do menino.

Diante da alta aceitação de Rui Costa em Ilhéus, ACM precisará construir uma base forte na cidade. A desistência de Valderico Reis enfraqueceria o grupo do DEM

Cacá avança e Marão pensa em desistir

 

Uma fonte ligada ao prefeito Mário Alexandre afirmou que o clima está tenso no grupo da ex-deputada Ângela Souza.

Uma recente pesquisa de consumo interno, guardada a sete chaves, feita por eles, mostrou o crescimento do candidato da oposição, Cacá Colchões. Sem saída e com alto índice de rejeição, Marão pensa em desistir.

Via WhatsApp

REGIÃO CACAUEIRA – DE POBRE REGIÃO RICA A FUTURA RICA REGIÃO RICA

A região cacaueira, polo econômico tradicional da Bahia, construída com o esforço dos coronéis do cacau, dos trabalhadores e suas famílias, outrora definida pelo saudoso sociólogo e professor Salem Rachid Asmar, como “pobre região rica” contribuiu decisivamente para economia baiana, por quase um século. Com o surgimento da vassoura de bruxa e a consequente decadência da lavoura cacaueira, na segunda metade da  década de 80, a produção caiu de 400 mil toneladas/ano de cacau, quando atingiu o pico, para 80 mil toneladas/ano causando um verdadeiro caos para produtores e trabalhadores, trazendo serias consequências econômicas e sociais para todos que aqui habitavam, transformando a região numa pobre região pobre.  A importância econômica, da região, era de tal ordem que o Governador do Estado definia a data de pagamento, do funcionalismo público estadual, de acordo com a previsão da chegado dos navios para embarque de cacau no porto de Ilhéus. Para se ter uma ideia do peso econômico, a região chegou a contribuir com 67% da arrecadação do Estado.

Os recursos gerados pelos produtores e pelo labor dos trabalhadores contribuiu para a Bahia financiar grande parte da infraestrutura viária do Estado, para ajudar na construção da capital Salvador, do centro industrial de aratu, além de financiar os primeiros passos da implantação do polo petroquímico de Camaçari e até mesmo para construir a praça e o altar  onde o papa João Paulo II celebrou missa  nos alagados, quando da sua visita a Bahia, além contribuição decisiva para o financiamento de ações na área de saúde e educação (inclusive profissionalizante), entre tantas outras ações do governo do estado que foram financiadas com recursos oriundos da região cacaueira.

Ao longo do século XX, as contrapartidas dos governos estadual e federal foram muito pequenos em comparação com os bilhões de reais gerados para a economia baiana nessa região. Pode-se afirmar ainda, que ao longo daquele século a região deixou de receber a atenção, dos governos estadual e federal, a altura da sua importância econômica para Bahia e para o Brasil. O descaso com a região  deu origem a iniciativas de criar-se o Estado de Santa Cruz, dividindo o Estado da Bahia, através dos projetos que tramitaram na câmara dos deputados, inicialmente do saudoso deputado Henrique Cardoso e em seguida do Deputado Fernando Gomes, ambos rejeitados, na mesma ocasião  da criação do Estado de Tocantins, Mato Grosso do Sul entre outros.

As poucas ações desenvolvidas pelo governo federal e estadual ficaram muito aquém da contribuição da região para Bahia e para o Brasil. A exemplo da CEPLAC Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira, criada em 1957  pelo governo federal,  que desenvolveu as ações  financiadas com 10% da produção do cacau, ou seja  os produtores além de pagar todos impostos ainda tinham que contribuir com 10% de sua produção, talvez no brasil tenha sido a única lavoura que tenha auto financiado a estrutura para o seu desenvolvimento. Se não fosse a Ceplac, que deixou um grande legado para a região, em diversas áreas, como da infraestrutura viária, inclusive com forte participação na construção do porto do malhado, na educação nos seus diversos níveis, inclusive na criação da Universidade Santa Cruz, na infraestrutura da saúde, entre tantas outras. Com certeza se não tivéssemos a CEPLAC a região estaria muito pior. Também para não ser injustos temos que lembrar de iniciativas como a do ICB, Instituto de Cacau da Bahia que teve atuação na área da comercialização do cacau e nas ações de manutenção de infraestrutura viária na região. Com a tentativa da descentralização econômica encontramos a criação do distrito industrial e ações de saneamento pela embasa em ilhéus. O passar do tempo nos mostra que a maioria dos governadores da Bahia, com raras exceções, levaram os recursos da região e poucos tiveram a iniciativa de devolver algumas migalhas para essa região que teve contribuição significativa na história da economia da Bahia e do Brasil. Hoje felizmente presenciamos alguns investimentos importantes do governo do estado, leia-se do governador Rui Costa. Entre eles destacamos o hospital Costa do Cacau em Ilhéus, barragem de Itapé, para abastecer de água a cidade de Itabuna e outros municípios, uma importante e bela ponte, com função regional, facilitando a ligação da BA 001 (sul/norte) ligando zona sul ao centro da cidade em Ilhéus, a ser liberada para o trafego sem inauguração devido a pandemia do corona vírus, e outros investimentos para região e municípios do sul da Bahia.  Outrora, não podemos esquecer, Ilhéus também recebeu do governo Federal e Estadual, o Hospital Regional, governador Luiz Viana filho e em 1966 a ponte Ilhéus pontal, governador Lomanto Junior. Temos que agradecer e aplaudir a iniciativa desses benfeitores, por colocar na agenda dos programas do governo do Estado ações que contemplem o resgate da dívida com a região cacaueira com esses investimentos e outros que estão sendo anunciados, como a FIOL-Ferrovia Oeste Leste, porto sul, a duplicação da estrada Ilhéus Itabuna, entre outros previstos. Esses investimentos embora sejam alguns milhões de reais, pela importância histórica da economia da região, poderiam ser entendidos como “uma devolução em migalhas”, dos bilhões de reais que a Bahia e o brasil receberam, da “pobre região rica”, ao longo de quase um século.

Para chegar-se a uma compensação, que poderá vir a ser  compatível, sugere-se a inciativa de criar a região metropolitana do sul da Bahia e também a elaboração um plano de ação voltado para exploração dos potenciais da região nos diversos setores, criando-se um novo ciclo de desenvolvimento. Esse planejamento deve contemplar o potencial da região nos diversos setores como: turismo; serviços; minério (leia-se petróleo e gás); indústria e agroindústria. Nesse último, agroindústria, considerando-se as terras testadas e aprovadas a mais de um século como próprias para cultura da lavoura cacaueira, deverá contemplar acesso a terra, recursos para financiamento, assistência técnica na produção do cacau e do chocolate, passando pela preservação ambiental, apoio na comercialização, inclusive com abertura de novos mercados, e um forte trabalho de conscientização, voltado para implementar uma nova mentalidade envolvendo os produtores no sentido que fiquem comprometidos com esse novo ciclo do cacau/chocolate. Seria uma mesma cultura com emprego de tecnologia intensiva e verticalização da produção para agregar valores. Dessa forma teríamos a geração de emprego e renda, e poderíamos vislumbrar a região desenvolvida com sustentabilidade que, por certo, voltaria a sua posição de destaque na economia baiana de onde jamais deveria ter saído, transformando-se numa “RICA REGIÃO RICA”

Por fim temos que  aplaudir e render nossas homenagens ao governador Rui Costa e demais lideranças políticas por colocarem  Ilhéus e a  região cacaueira  nos programas de governo do estado ao tempo em que esperamos que essas ações sejam permanentes e ampliadas objetivando que o POLO DO CACAU CHOCOLATE seja inserido em programas permanentes do governo do Estado e Federal de forma que a região venha consolidar esse  polo,  a exemplo do polo  da uva no Rio Grande do Sul entre tantos outros existentes nesse grande Brasil.

Em 24.05.2020

Paulo Simões machado

Economista e Especialista em Desenvolvimento Urbano e Gestão de Cidades

 

 

VAI TER FESTA NA INAUGURAÇÃO DO ‘PUXADINHO’?

Continua a todo vapor, a obra que dizem foi embargada.

O ilheense é um inocente contumaz…

Foto enviada via WhatsApp

ESPAÇO DO LEITOR – ESTRADA PARA BANCO CENTRAL

Bom dia. Lamentável o abandono do interior de Ilhéus. Sem estradas, sem saúde, professores sem apoio da secretaria de educação. Passa a impressão que Ilhéus e apenas uma cidade e não um Município. Vereadores passando informações mentirosa , de fatos não existentes como a estrada de Banco Central que há quatro anos não é recuperada, chega de engano , estamos cansados de hipocrisia Renildo café.

 

contador free
nao basta

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