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:: ‘Espaço do Leitor’

O ASSOREAMENTO DA BAÍA DO PONTAL EM ILHÉUS

Vídeo postado por uma leitora preocupada.

Interesses familiares prejudicam os pré-candidatos a vereadores do PSB

Um pré-candidato a vereador do PSB revelou que 18 dos 28 candidatos do grupo estão totalmente insatisfeito com o rumo da campanha proporcional do partido.

De acordo com a nossa fonte, a estrutura do partido e os cargos Governo Marão estão alinhados para eleger o filho de Bebeto Galvão e o filho de Jailson Nascimento, respectivamente Maurício Galvão e Fabrício Nascimento.

Os pré-candidatos do PSB estão revoltados e insatisfeitos com a direção do partido. Tanto Bebeto quanto Jailson estão defendendo apenas seus interesses familiares. A jogada é eleger os filhos e usar os pré-candidatos como escada.

Valderico pensa em jogar a toalha. ACM Neto segura.

O pré-candidato a prefeito , Valderico Reis, não está aguentando a pressão em relação a sua candidatura.

Mesmo com a rádio Gabriela FM citando seu nome diversas vezes ao dia, a candidatura do mocinho não emplacou.

Há alguns dias o rapaz teve um encontro com a ACM Neto e confidenciou que queria desistir do pleito, mas o prefeito de Salvador tem planos para Ilhéus e segurou a onda do menino.

Diante da alta aceitação de Rui Costa em Ilhéus, ACM precisará construir uma base forte na cidade. A desistência de Valderico Reis enfraqueceria o grupo do DEM

Cacá avança e Marão pensa em desistir

 

Uma fonte ligada ao prefeito Mário Alexandre afirmou que o clima está tenso no grupo da ex-deputada Ângela Souza.

Uma recente pesquisa de consumo interno, guardada a sete chaves, feita por eles, mostrou o crescimento do candidato da oposição, Cacá Colchões. Sem saída e com alto índice de rejeição, Marão pensa em desistir.

Via WhatsApp

REGIÃO CACAUEIRA – DE POBRE REGIÃO RICA A FUTURA RICA REGIÃO RICA

A região cacaueira, polo econômico tradicional da Bahia, construída com o esforço dos coronéis do cacau, dos trabalhadores e suas famílias, outrora definida pelo saudoso sociólogo e professor Salem Rachid Asmar, como “pobre região rica” contribuiu decisivamente para economia baiana, por quase um século. Com o surgimento da vassoura de bruxa e a consequente decadência da lavoura cacaueira, na segunda metade da  década de 80, a produção caiu de 400 mil toneladas/ano de cacau, quando atingiu o pico, para 80 mil toneladas/ano causando um verdadeiro caos para produtores e trabalhadores, trazendo serias consequências econômicas e sociais para todos que aqui habitavam, transformando a região numa pobre região pobre.  A importância econômica, da região, era de tal ordem que o Governador do Estado definia a data de pagamento, do funcionalismo público estadual, de acordo com a previsão da chegado dos navios para embarque de cacau no porto de Ilhéus. Para se ter uma ideia do peso econômico, a região chegou a contribuir com 67% da arrecadação do Estado.

Os recursos gerados pelos produtores e pelo labor dos trabalhadores contribuiu para a Bahia financiar grande parte da infraestrutura viária do Estado, para ajudar na construção da capital Salvador, do centro industrial de aratu, além de financiar os primeiros passos da implantação do polo petroquímico de Camaçari e até mesmo para construir a praça e o altar  onde o papa João Paulo II celebrou missa  nos alagados, quando da sua visita a Bahia, além contribuição decisiva para o financiamento de ações na área de saúde e educação (inclusive profissionalizante), entre tantas outras ações do governo do estado que foram financiadas com recursos oriundos da região cacaueira.

Ao longo do século XX, as contrapartidas dos governos estadual e federal foram muito pequenos em comparação com os bilhões de reais gerados para a economia baiana nessa região. Pode-se afirmar ainda, que ao longo daquele século a região deixou de receber a atenção, dos governos estadual e federal, a altura da sua importância econômica para Bahia e para o Brasil. O descaso com a região  deu origem a iniciativas de criar-se o Estado de Santa Cruz, dividindo o Estado da Bahia, através dos projetos que tramitaram na câmara dos deputados, inicialmente do saudoso deputado Henrique Cardoso e em seguida do Deputado Fernando Gomes, ambos rejeitados, na mesma ocasião  da criação do Estado de Tocantins, Mato Grosso do Sul entre outros.

As poucas ações desenvolvidas pelo governo federal e estadual ficaram muito aquém da contribuição da região para Bahia e para o Brasil. A exemplo da CEPLAC Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira, criada em 1957  pelo governo federal,  que desenvolveu as ações  financiadas com 10% da produção do cacau, ou seja  os produtores além de pagar todos impostos ainda tinham que contribuir com 10% de sua produção, talvez no brasil tenha sido a única lavoura que tenha auto financiado a estrutura para o seu desenvolvimento. Se não fosse a Ceplac, que deixou um grande legado para a região, em diversas áreas, como da infraestrutura viária, inclusive com forte participação na construção do porto do malhado, na educação nos seus diversos níveis, inclusive na criação da Universidade Santa Cruz, na infraestrutura da saúde, entre tantas outras. Com certeza se não tivéssemos a CEPLAC a região estaria muito pior. Também para não ser injustos temos que lembrar de iniciativas como a do ICB, Instituto de Cacau da Bahia que teve atuação na área da comercialização do cacau e nas ações de manutenção de infraestrutura viária na região. Com a tentativa da descentralização econômica encontramos a criação do distrito industrial e ações de saneamento pela embasa em ilhéus. O passar do tempo nos mostra que a maioria dos governadores da Bahia, com raras exceções, levaram os recursos da região e poucos tiveram a iniciativa de devolver algumas migalhas para essa região que teve contribuição significativa na história da economia da Bahia e do Brasil. Hoje felizmente presenciamos alguns investimentos importantes do governo do estado, leia-se do governador Rui Costa. Entre eles destacamos o hospital Costa do Cacau em Ilhéus, barragem de Itapé, para abastecer de água a cidade de Itabuna e outros municípios, uma importante e bela ponte, com função regional, facilitando a ligação da BA 001 (sul/norte) ligando zona sul ao centro da cidade em Ilhéus, a ser liberada para o trafego sem inauguração devido a pandemia do corona vírus, e outros investimentos para região e municípios do sul da Bahia.  Outrora, não podemos esquecer, Ilhéus também recebeu do governo Federal e Estadual, o Hospital Regional, governador Luiz Viana filho e em 1966 a ponte Ilhéus pontal, governador Lomanto Junior. Temos que agradecer e aplaudir a iniciativa desses benfeitores, por colocar na agenda dos programas do governo do Estado ações que contemplem o resgate da dívida com a região cacaueira com esses investimentos e outros que estão sendo anunciados, como a FIOL-Ferrovia Oeste Leste, porto sul, a duplicação da estrada Ilhéus Itabuna, entre outros previstos. Esses investimentos embora sejam alguns milhões de reais, pela importância histórica da economia da região, poderiam ser entendidos como “uma devolução em migalhas”, dos bilhões de reais que a Bahia e o brasil receberam, da “pobre região rica”, ao longo de quase um século.

Para chegar-se a uma compensação, que poderá vir a ser  compatível, sugere-se a inciativa de criar a região metropolitana do sul da Bahia e também a elaboração um plano de ação voltado para exploração dos potenciais da região nos diversos setores, criando-se um novo ciclo de desenvolvimento. Esse planejamento deve contemplar o potencial da região nos diversos setores como: turismo; serviços; minério (leia-se petróleo e gás); indústria e agroindústria. Nesse último, agroindústria, considerando-se as terras testadas e aprovadas a mais de um século como próprias para cultura da lavoura cacaueira, deverá contemplar acesso a terra, recursos para financiamento, assistência técnica na produção do cacau e do chocolate, passando pela preservação ambiental, apoio na comercialização, inclusive com abertura de novos mercados, e um forte trabalho de conscientização, voltado para implementar uma nova mentalidade envolvendo os produtores no sentido que fiquem comprometidos com esse novo ciclo do cacau/chocolate. Seria uma mesma cultura com emprego de tecnologia intensiva e verticalização da produção para agregar valores. Dessa forma teríamos a geração de emprego e renda, e poderíamos vislumbrar a região desenvolvida com sustentabilidade que, por certo, voltaria a sua posição de destaque na economia baiana de onde jamais deveria ter saído, transformando-se numa “RICA REGIÃO RICA”

Por fim temos que  aplaudir e render nossas homenagens ao governador Rui Costa e demais lideranças políticas por colocarem  Ilhéus e a  região cacaueira  nos programas de governo do estado ao tempo em que esperamos que essas ações sejam permanentes e ampliadas objetivando que o POLO DO CACAU CHOCOLATE seja inserido em programas permanentes do governo do Estado e Federal de forma que a região venha consolidar esse  polo,  a exemplo do polo  da uva no Rio Grande do Sul entre tantos outros existentes nesse grande Brasil.

Em 24.05.2020

Paulo Simões machado

Economista e Especialista em Desenvolvimento Urbano e Gestão de Cidades

 

 

VAI TER FESTA NA INAUGURAÇÃO DO ‘PUXADINHO’?

Continua a todo vapor, a obra que dizem foi embargada.

O ilheense é um inocente contumaz…

Foto enviada via WhatsApp

ESPAÇO DO LEITOR – ESTRADA PARA BANCO CENTRAL

Bom dia. Lamentável o abandono do interior de Ilhéus. Sem estradas, sem saúde, professores sem apoio da secretaria de educação. Passa a impressão que Ilhéus e apenas uma cidade e não um Município. Vereadores passando informações mentirosa , de fatos não existentes como a estrada de Banco Central que há quatro anos não é recuperada, chega de engano , estamos cansados de hipocrisia Renildo café.

 

Ilusionismo ou Fake News

Luiz Henrique Uaquim – Foto: Google

As promessas de campanha sempre foram usadas na busca dos votos em véspera de eleição. Prometem o possível e o impossível, onde a impunidade pelo não cumprimento é a base do discurso ilusionista. Por aqui, vamos rever a ladainha da nova BR 415, novo aeroporto, a história do Parque tecnológico, a reativação do moinho, a geração de milhões de empregos , etc; tudo que não fizeram em 30 anos de oportunidades . Já os serviços básicos, como saúde pública, segurança, boa educação e bons colégios, saneamento básico, contenções de encostas, geração de empregos e outros, sequer são mencionados.
O turismo abandonado , a agricultura e a pesca desassistidas e a política inconsequente sobre o lixo, por exemplo, refletem a real competência da administração e cobram um novo posicionamento do eleitorado .
Há razões de sobra para mudarmos o rumo de nossa cidade .
Essas são nossas convicções
Luiz Uaquim

E A POPULAÇÃO ESTÁ MUITO ATENTA, MESMO.

ILHÉUS NÃO É PARA AMADORES

Luiz Henrique Uaquim – Foto: Google

A falência do estado da Bahia não tem nada a ver com pandemia, mas, com a incompetência administrativa implantada pelo governo petista, assim, os municípios baianos que adotaram os mesmos procedimentos, amargam uma crise sem precedentes, diante das grandes responsabilidades com os serviços públicos básicos, e recorrentes, em sua esmagadora maioria num modelo incompetente de administrar, as prefeituras estão encurraladas por suas folhas de pagamento.

Não sendo capazes de cumprir as suas promessas de campanha, alguns prefeitos se veem assumindo o ônus de suas péssimas administrações, via de regra. Em ILHEUS, que podia ser diferente, um farto potencial turístico foi preterido e relegado a segundo plano. A cultura cacaueira não recebeu qualquer tipo de socorro, e isso não é de hoje, o que a poderia tornar mais uma opção de alavancar a geração de emprego e renda. A incompetência e a ganância de norte a sul, jogaram pelo ralo riquezas incomensuráveis, que bem poderiam ter desenhado uma melhor conjuntura para todos.

Enfim, o viver de repasses e convênios, sem ações de desenvolvimento local, custará caro a todos nós.

Luiz Uaquim

BASTANTE RAZOÁVEL A REFLEXÃO.

A maioria do povo, inclusive, alguns muitos que conheço, os quais, se dizem politizados e formadores de opinião, mas, que só falam sobre política na esfera estadual e, PRINCIPALMENTE, NACIONAL; até mesmo em ano de eleições municipais, onde a grande maioria das pessoas são desinformadas e, deveriam ser incentivadas a refletir sobre a administração municipal e atuação dos demais atores políticos (Vereadores), para, assim, escolher de forma criteriosa, aqueles/as que serão eleitos e irão decidir os destinos do município e do nosso povo, pelos próximos 04 (quatro) longos anos.

Para mim, os mais imbecis, são aqueles/as que, detentores de razoável capacidade crítica, empregam seu tempo e esforços, para desinformar as demais pessoas, alimentando a repulsa pela política e atacando covarde – e, às vezes, debilmente – um governo legitimamente eleito que tem seus erros e acertos.

Não estamos em campanha no terceiro turno para eleições presidenciais, e sim, em período pré-eleitoral para eleições municipais, da qual, espera-se uma verdadeira assepsia/desinfecção através do exercício democrático de escolha através do voto.

É aconselhável, a muitos/as, uma reflexão e mudança de postura, pois, ESTÁ FEIO!!!

Fica a dica.

POR: Fred Oliveira.

Cidadão e pré-candidato a Vereador

AS OBRAS DA PRAÇA CORONEL PESSOA E AFINS! (Via WathsApp)

Estive analisando um áudio de um cidadão em um grupo que de forma sucinta ele deixa claro a inércia do governo municipal em iniciar algumas obras e demorar uma eternidade para sua conclusão mesmo sendo essa obra de pequena monta. E não é que ele está certo. Senão vejamos, ele cita aquela obra na praça Coronel Pessoa onde os comerciantes daquele local sairam de lá no dia 04/12/2019 onde a prefeitura iria devolver a eles uns quiosques que hj a cidade chama de kitnets num prazo de 60 dias no máximo e estamos chegando a 90 dias e a obra está lá sendo levada a passos de tartaruga e o pior sem data de previsão de entrega das kitnets. Nesta mesma obra a praça Cel Pessoa seria revitalizada com a instalação de um chafariz ou uma fonte luminosa no local podem acreditar.
Agora vem o pior, o ponto de ônibus. Fico analisando uma coisa, será que vamos superar o tempo da construção do ponto de ônibus do paredão do São José ??? Enquanto isso o povo fica exposto ao sol e a chuva esperando o seu buzão chegar. Até quando vamos esperar a conclusão de “obra” gigantesca hein Nadão ???
Vejam abaixo após 90 dias decorridos como estão as “kitnets” de Nadão em pleno centro da cidade.
Ajuda aí prefeito, o povo tá sofrendo tomando sol e chuva na cabeça. Alô Nadão!!!
Estão querendo te derrubar viu, fique esperto!!!
Bom dia!

 

 

 

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