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:: ‘Escândalo’

DE SANDÁLIAS? CADÊ O EPI DO TRABALHADOR?

Cadê o Sindicato?

Governo eminentemente presepeiro… 

Fure o pé que Marão dá um atestado…..

EM ILHÉUS, OS CARENTES E DESASSISTIDOS DO TEMPO DE ALEGRIA.

Os transeuntes, nativos ou visitantes, são obrigados a se deparar com este cenário dantesco, oriundo da nódoa social do descaso e abandono das autoridades constitucionais.

Notem que é bem no centro nevrálgico da cidade, Praça J.J. Seabra, a praça de 2 poderes. Não é num bairro de periferia, escondido dos olhos de todos.

NOVA PIRÂMIDE OFERECE VÁRIAS FORMAS DE GANHOS EM ITABUNA

Dinheiro na mão é vendaval…

Depois de aparecer em rede nacional pelos esquemas de pirâmides financeiras com a D9 e Tips Clube (Relembre Aqui), eis que aparece uma nova oferta de dinheiro fácil em Itabuna. Trata-se da Dreams Place International. Estima-se que muita gente já tenha se cadastrado e aderido a nova febre e já esteja na mira de investigações.

Similar as demais, ela se apresenta como uma empresa formada por um grupo de investidores e gestores financeiros do segmento tradicional que possuem vasta experiência em operações no mercado financeiro e “cryptomoedas”, com o gancho de revolucionar e transformar a forma de empreender.

Como vantagens, a nova empresa oferece várias formas de ganho que vai de indicação direta, com 8% do investimento de cada afiliado no ato da adesão e a indireta, com 3% da indicação indireta até o 3 nível.

Além das indicações, a empresa oferece também divisão de lucro, sendo 1% ao dia do seu investimento, em 100 dias uteis, ganho residual de 70% e ganho binário de 30 até 42% de binário referente a sua perna menor. Por fim, um bônus Pool com 2% da pontuação global e um Plano de Crescimento.

AEROPORTOZINHO CHINFRIM!

Evito de ir ao Aeroporto de Ilhéus, pra não me aborrecer ou passar vergonha.

Porém, tem hora que é inevitável.

Ontem mesmo fiquei observando, como uma cidade que quer ser turística, tem uma estação de passageiros naquela situação?

Se alguém puder responder, agradeço…

Foto: UOL

CGU: irregularidades causam prejuízo de 682 milhões

Escândalo nos Transportes

Auditoria do órgão constatou problemas em contratos e licitações do ministério, do Dnit e da Valec. Escândalo motivou faxina no governo e derrubou ministro

Adriana Caitano e Gabriel Castro
Equipe designada por Jorge Hage analisou 17 processos de licitações e contratos e constatou 66 irregularidades

Equipe designada por Jorge Hage analisou 17 processos de licitações e contratos e constatou 66 irregularidades(Roberto Barroso/ABr/VEJA)

A Controladoria-Geral da União (CGU) divulgou nesta quinta-feira parte do relatório sobre a auditoria feita, por orientação da presidente Dilma Rousseff, no Ministério dos Transportes, no Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (Dnit) e na Valec. A análise foi feita após reportagem de VEJA que revelou um esquema de superfaturamento, cobrança de propina e direcionamento irregular de licitações na pasta. Os auditores encontraram 66 irregularidades em todos os 17 contratos e concorrências analisados que provocaram prejuízo de 682 milhões de reais aos cofres públicos – correspondente a 13% do total de 5,1 bilhões fiscalizados. O relatório completo será divulgado nesta sexta.

“A partir dos casos descritos, é possível constatar a precariedade dos projetos de engenharia e o modo como essas deficiências contribuem para a geração de superestimativas nos orçamentos de referência da própria Administração, daí para o sobrepreço nos contratos, e como, por fim, podem levar, ao superfaturamento das obras, com prejuízo aos cofres públicos”, detalha o relatório.

Aumento de custos – A auditoria apontou também que há diversos projetos antigos no Dnit que acabam passando por licitação de forma defasada, o que provoca a necessidade de mudanças posteriores nos contratos, aumentando os custos da obra. O texto exemplifica o caso com três empreendimentos que receberam aditivos contratuais 25% acima do limite legal – em um deles, o custo aumentou em 73,7%.

A análise da CGU confirma as irregularidades na contratação da Tech Mix, empresa que fornece pessoal ao Dnit. O site de VEJA mostrou que a escolha da companhia se deu em um processo repleto de fraudes: “No caso das constatações relacionadas à Empresa Tech Mix, os resultados dos exames realizados demonstraram que o contrato em tela contém diversas impropriedades e irregularidades. O procedimento licitatório ocorreu de forma conturbada, a começar pela escolha da modalidade de pregão”, diz o documento da Controladoria Geral da União.

A empresa não apresentou registros que comprovam a situação regular de trabalhadores cedidos ao Dnit, o que sugere o emprego de funcionários-fantasma.O relatório da CGU diz ainda que denúncias sobre o contrato, feitas por outras empresas, não foram investigadas adequadamente.

Investigação – De acordo com a CGU, foram abertos sete processos administrativos disciplinares, uma sindicância patrimonial e outra Investigativa envolvendo mais de trinta servidores e ex-dirigentes do Dnit, da Valec e do Ministério dos Transportes. O relatório completo será divulgado nesta sexta-feira.

O escândalo foi o responsável pela queda do ex-ministro dos Transportes Alfredo Nascimento, senador e presidente do PR, e pela faxina política iniciada pela presidente Dilma. O caso irritou os parlamentares do PR, que decidiram abandonar a base de apoio ao governo no Congresso, declarando independência. Nesta semana, eles ameaçaram assinar o requerimento para criar a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Corrupção, defendida pela oposição, caso o relatório da CGU fosse prejudicial aos integrantes do partido, que dominavam os cargos nos Transportes.

Reação – O ex-ministros dos Transportes Alfredo Nascimento, em cuja gestão ocorreu a maior parte das irregularidades, emitiu uma nota em que defende a continuidade das investigações e afirma que o relatório da CGU não esclarece as dúvidas sobre o caso.  “O senador Alfredo Nascimento (PR-AM) avalia que as conclusões hoje apresentadas não esclarecem o suposto envolvimento de integrantes da equipe que liderou em sua última gestão na alegada prática de irregularidades no âmbito do Ministério dos Transportes”, diz o texto. A nota conclui:  “Alfredo Nascimento aguarda e mantém sua determinação de ver as suspeitas veiculadas pela imprensa, sem a apresentação de provas, esclarecidas de modo cabal pelos órgãos de investigação”.

A VEJA JÁ PUBLICA ALGUNS NOMES DO ESCÂNDALO ‘PETROBRAS’!

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Capa da Revista VEJA.

Atualizado às 4h42.

Preso em março pela Polícia Federal, sob a acusação de participar de um mega esquema de lavagem de dinheiro comandado pelo doleiro Alberto Youssef, o ex-diretor de Abastecimento e Refino da Petrobras Paulo Roberto Costa aceitou recentemente os termos de um acordo de delação premiada – e começou a falar.

No prédio da PF em Curitiba, ele vem sendo interrogado por delegados e procuradores. Os depoimentos são registrados em vídeo — na metade da semana passada, já havia pelo menos 42 horas de gravação. Paulo Roberto acusa uma verdadeira constelação de participar do esquema de corrupção.

Entre eles estão os presidentes da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), além do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão (PMDB-MA). Do Senado,  Ciro Nogueira (PI), presidente nacional do PP, e Romero Jucá (PMDB-RR), o eterno líder de qualquer governo. Já no grupo de deputados figuram o petista Cândido Vaccarezza (SP) e João Pizzolatti (SC), um dos mais ativos integrantes da bancada do PP na casa. O ex-ministro das Cidades e ex-deputado Mario Negromonte, também do PP, é outro citado por Paulo Roberto como destinatário da propina. Da lista de três “governadores” citados pelo ex-diretor, todos os políticos são de estados onde a Petrobras tem grandes projetos em curso: Sérgio Cabral (PMDB), ex-governador do Rio, Roseana Sarney (PMDB), atual governadora do Maranhão, e Eduardo Campos (PSB), ex-governador de Pernambuco e ex-candidato à Presidência da República morto no mês passado em um acidente aéreo.

Paulo Roberto também esmiúça a lógica que predominava na assinatura dos contratos bilionários da Petrobras – admitindo, pela primeira vez, que as empreiteiras contratadas pela companhia tinham, obrigatoriamente, que contribuir para um caixa paralelo cujo destino final eram partidos e políticos de diferentes partidos da base aliada do governo.

Sobre o PT, ele afirmou que o operador encarregado de fazer a ponte com o esquema era o tesoureiro nacional do partido, João Vaccari Neto, cujo nome já havia aparecidao nas investigações como personagem de negócios suspeitos do doleiro Alberto Youssef. 

Conheça, nesta edição de VEJA, outros detalhes dos depoimentos que podem jogar o governo no centro de um escândalo de corrupção de proporções semelhantes às do mensalão. 

Para ler a continuação dessa reportagem compre a edição desta semana de VEJA no IBA, no tablet ou nas bancas.

DRENO CAMARADA – OBRA QUE SAIU RÁPIDO DO PAPEL…..

Mais rápido que a duplicação da BR 415.

Mais rápido do que o Gasene.

Já funciona a pleno vapor, o Dreno Camarada Unidirecional Ilhéus =====>Itabuna.

Breve, detalhes escabrosos do que passa por esse dreno.

 

Figura ilustrativa.

Figura ilustrativa.

 

ONDE SE GANHA O PÃO, NÃO SE COME A CARNE….

Rosemary Noronha fez chantagem contra o governo Dilma

Dizendo-se abandonada, a ex-chefe do escritório da Presidência da República queria ajuda — e conseguiu

Robson Bonin
Rosemary Noronha

Rosemary Noronha

A discrição nunca foi uma característica da personalidade da ex­-chefe do gabinete da Presidência da República em São Paulo Rosemary Noronha. Quando servia ao ex-presidente Lula em Brasília, ela era temida. Em nome da intimidade com o “chefe”, como às vezes também se referia a ele, Rose fazia valer suas vontades mesmo que isso significasse afrontar superiores ou humilhar subordinados. Nos eventos palacianos, a assessora dos cabelos vermelhos e dos vestidos e óculos sempre exuberantes colecionou tantos inimigos — a primeira-da­ma não a suportava — que acabou sendo transferida para São Paulo. Mas caiu para cima. Encarregada de comandar o gabinete de Lula de 2009 a 2012, Rose viveu dias de soberana e reinou até ser apanhada pela Polícia Federal ajudando uma quadrilha que vendia facilidades no governo. Ela usava a intimidade que tinha com Lula para abrir as portas de gabinetes restritos na Esplanada. Em troca, recebia pequenos agrados, inclusive em dinheiro. Foi demitida, banida do serviço público e indiciada por crimes de formação de quadrilha e corrupção. Um ano e meio após esse turbilhão de desgraças, no entanto, a fase ruim parece ter ficado no passado. Para que isso acontecesse, porém, Rosemary chegou ao extremo de ameaçar envolver o governo no escândalo.

Em 2013, no auge das investigações, quando ainda lutava para provar sua inocência, a ex-se­cretária Rosemary procurou ajuda entre os antigos companheiros do PT — inclusive Lula, o mais íntimo deles. Desempregada, precisando de dinheiro para pagar bons advogados e com medo da prisão, ela desconfiou que seria abandonada. Lula não atendia suas ligações. O ex-ministro José Dirceu, às vésperas da fase final do julgamento do mensalão, estava empenhado em salvar a própria pele e disse que não podia fazer nada. No Palácio do Planalto, a ordem era aprofundar as investigações. Em busca de amparo, Rose concluiu que a única maneira de chamar a atenção dos antigos parceiros era ameaçar envolver figuras importantes do governo no escândalo. Mensagens de celular trocadas pela ex-secretária com pessoas próximas mostram como foi tramada a reação. Magoada com o PT por ter permitido que a Casa Civil aprofundasse as investigações sobre suas traficâncias, Rose destila ódio contra a então ministra Gleisi Hoffmann. Em uma conversa com um amigo, em abril do ano passado, desabafa: “Tão chamando a ministra da Casa Civil de Judas!!! Ela bem que merece!!!”. O interlocutor assente: “Ela vazou a porcaria toda. Vamos em frente”. Rose acreditava que o próprio Palácio do Planalto estava por trás das revelações sobre o desfecho da sindicância — “a porcaria toda” — que apontava, entre outras irregularidades, o seu enriquecimento ilícito no cargo.

Com o fundo do poço cada vez mais próximo, Rosemary decidiu arrastar para dentro do escândalo figuras centrais do Planalto e, se possível, a própria presidente Dilma Rousseff. A estratégia consistia em constranger os antigos colegas de governo pressionando-os a depor no processo que tramitava na Controladoria-Geral da União. “Quero colocar o Beto e a Erenice Guerra”, diz Rose em uma mensagem. “Você quer estremecer o chão deles?”, questiona o interlocutor. “Sim”, confirma Rose. “Porque vai bombar. Gilberto Carvalho também?”, indaga. “O.k.”, devolve ela. As autoridades que deveriam “estremecer” não foram escolhidas por acaso. Atual chefe de gabinete da presidente Dilma Rousseff, Beto Vasconcelos era na ocasião o número 2 da Casa Civil. Ao lado da ex-ministra Erenice Guerra, ele servira a Dilma no Planalto durante anos. Rose os conhecia como a palma da mão e sabia que eles tinham plena consciência do seu temperamento explosivo. A conclusão da conversa no celular, resumida pelo interlocutor, revela as reais intenções da ex-secretária: “Vai rolar muito stress… Vão bater na porta da Dilma. Vão ficar assustados”.

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Dirigentes da Petrobras e Dilma serão alvo de ações criminais individuais em NY por causa do “Pasadenagate”

Por Jorge Serrãopasadenagate

Quem levou uma comissão de pelo menos US$ 20 milhões na temerária compra da refinaria Pasadena pela Petrobras? Os nomes dos beneficiados surgem em uma investigação particular promovida por investidores da Petrobras – que preparam uma ação judicial individualizada, na Justiça de Nova York, contra os diretores e conselheiros da empresa que avalizaram a negociata que gerou um prejuízo de US$ 1 bilhão 180 milhões à petroleira estatal de economia mista – um dos símbolos do capimunismo tupiniquim.

A “novidade” das ações criminais individualizadas contra os gestores e conselheiros apavora o governo – acostumado a contar com a costumeira impunidade em ações judiciais genéricas, cujo o alvo impreciso era a União, controladora da Petrobras. Agora, a individualização criminal, principalmente na Justiça norte-americana, que costuma pegar mais pesado em casos de corrupção, se transforma em um problema concreto para a petralhada e seus aliados. Dilma Rousseff, reeleita ou não, pode ser um dos alvos. Lá fora, ela é apenas uma ex-presidente do “Conselhão” da Petrobras…

A ação judicial de responsabilização individual tem respaldo no próprio Estatuto da Petrobras – :: LEIA MAIS »

ROLANDO NO FACEBOOK E NO TWITTER.

rolcu

AGÊNCIA BOA IMPRENSA.

 

23-12-2013

Africanoduto e cubanoduto do PT?

Hélio Dias Viana

Após o escândalo do Mensalão — que estarreceu todo o Brasil e pôs a nu a manobra do governo petista para aparelhar o Estado e eternizar-se no poder —, toda atitude obscura do governo passou a ser vista com desconfiança. Uma delas diz respeito aos empréstimos bilionários concedidos a duas ditaduras comunistas, para serem mantidos sob absoluto sigilo até 2027, segundo o previsto.

Por oportuno, transcrevo aqui o artigo “Segredos bilionários”, que sobre este tema escreveu o jornalista José Casado (“O Globo”, 15-10-13):

 

                

Fidel e Raul Castro (Cuba)                               Robert Mugabe (Zimbabwe)

 

“Os brasileiros estão obrigados a esperar mais 14 anos, ou seja, até 2027 para ter o direito de saber como seu dinheiro foi usado em negócios bilionários e sigilosos com Angola e Cuba.

 

“Pelas estimativas mais conservadoras, o Brasil já deu US$ 6 bilhões em créditos públicos aos governos de Luanda e Havana. Deveriam ser operações comerciais normais, como as realizadas com outros 90 países da África e da América Latina por um agente do Tesouro, o BNDES, que é o principal financiador das exportações brasileiras. No entanto, esses contratos acabaram virando segredo de Estado.

Teodoro Obing (Guiné Eq.) :: LEIA MAIS »

Dilma que se prepare, porque está na fila do escândalo um esquema de cobrança de propina na Agricultura.

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Chamem o ladrão – A presidente Dilma Vana Rousseff, que diante de escândalos de corrupção adotou o silêncio como regra, que se prepare, pois o trenó do Papai Noel pode chegar ao Palácio da Alvorada puxado não pelas fabulosas renas, mas por cavalos com chifres.

Ao substituir a prática do criminoso Mensalão pelo loteamento dos ministérios, o que deu na mesma, o PT abriu a porteira para que os chamados partidos da base aliada indicassem todo tipo de gente para cargos de responsabilidade.

Um escândalo está prestes a estourar no Ministério da Agricultura, reduto exclusivo do PMDB, partido do vice Michel Temer e maior legenda da base de apoio no Congresso Nacional. Em determinada repartição da pasta, um apadrinhado por conhecido político transformou o próprio gabinete em central de arrecadação.

Como se comandasse um mensalão, o abusado tem obrigado alguns dos seus comandados a arrecadarem o máximo que puderem junto às empresas ligadas ao agronegócio que são fiscalizadas pelo órgão. Há empresas pagando com regularidade como forma de evitar problemas e comprometer a continuidade dos negócios.

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A ousadia do cidadão é tamanha, que as sugestões de cobrança de propina acontecem sem qualquer constrangimento e em reuniões no próprio ministério e com vários participantes. Recentemente, alguns servidores pediram demissão para não compactuar com a prática criminosa. O acinte maior fica por conta do valor estipulado como propina: R$ 200 mil mensais de cada empresa.

Esse marginal que se instalou no Ministério da Agricultura por indicação de algum alarife afirma, sem qualquer rubor facial, que a ordem é faturar, pois parte do dinheiro arrecadado é entregue ao padrinho político.

O mais interessante é que a Esplanada dos Ministérios se transformou em inesgotável usina de escândalos, mas a presidente continua afirmando que seu governo é intransigente com casos de corrupção. Resta torcer para que o bom velhinho deixe na janela de Dilma Rousseff um pacote com comprimidos de lucidez, porque do jeito que está não dá mais.

 Link para esta matéria: http://ucho.info/?p=77890

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