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:: ‘Energia Solar’

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Câmara aprova regras de incentivo à geração de energia solar e eólica

ENERGIA DISTRIBUÍDA

Haverá transição para cobrança pelo uso dos sistemas de distribuição

Deputado Silas Câmara (Republicanos-AM), autor do projeto – Foto: Agência Câmara.

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (18) projeto que estabelece uma transição para a cobrança de encargos e tarifas de uso dos sistemas de distribuição por parte dos micro e minigeradores de energia elétrica. A proposta, de autoria do deputado Silas Câmara (Republicanos-AM), será enviada ao Senado.

substitutivo do relator, deputado Lafayette de Andrada (Republicanos-MG), que foi aprovado, prevê que até 2045 os micro e minigeradores já existentes pagarão os componentes da tarifa somente sobre a diferença, se positiva, entre o consumido e o gerado de forma alternativa e injetado na rede de distribuição, como ocorre hoje.

A deputada Bia Kicis (PSL-DF) comemorou. Segundo ela, a medida “vai democratizar e popularizar o uso da energia solar”. A parlamentar entende que a energia sustentável vai estimular a geração de emprego e recursos.

A regra valerá ainda para consumidores que pedirem acesso à distribuidora, por meio do Sistema de Compensação de Energia Elétrica (SCEE), em até 12 meses da publicação da futura lei.

Para contar com o benefício, esses novos geradores terão prazos para iniciar a injeção de energia no sistema, contados do parecer favorável da distribuidora:

  • 120 dias para microgeradores;
  • 12 meses para minigeradores de fonte solar; e
  • 30 meses para minigeradores das demais fontes.

O texto define como microgeradores aqueles que geram até 75 kW de energia de fontes alternativas (fotovoltaico, eólico, biomassa e outros) em suas unidades consumidoras (em telhados, terrenos baldios, condomínios, sítios); enquanto minigeradores são aqueles que geram mais de 75 kW até 5 mil kW. A partir de 2045, esse limite passa para 3 mil kW nessa definição. :: LEIA MAIS »

Caminhos da Reportagem deste domingo trata da energia solar no Brasil

Programa Um Lugar ao Sol, Energia Solar vai ao ar às 20h

Publicado em 08/08/2021 – 09:44 Por EBC – Brasília  

As fontes de energia não renováveis, como o petróleo, o carvão mineral, o gás natural e a energia nuclear, apesar de serem encontradas na natureza em grandes quantidades, uma vez esgotadas, não podem mais ser regeneradas. Enquanto isso, as fontes renováveis são inesgotáveis. Entre elas, estão a hídrica, proveniente da água dos rios; a eólica, do vento; a biomassa, da matéria orgânica; e também aquela que vem do sol, a energia solar. 

O Brasil tem aumentado o uso do sol para esta finalidade; e a energia solar é o tema do Caminhos da Reportagem deste domingo (8). Em 2017, o país ocupava a 26ª posição no ranking mundial de países que mais usam a tecnologia. Em 2019, pulou para a 16ª posição. “Reino Unido, Alemanha e Japão são três países que estão no top 10. Eles têm na média a metade do recurso solar que o Brasil tem”, afirma Rodrigo Sauaia, presidente da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar). 

De acordo com Rafael Amaral Shayani, professor do Departamento de Engenharia Elétrica da Universidade de Brasília, a quantidade de energia que o sol fornece para a terra é 10 mil vezes maior do que a quantidade que a gente utiliza. Ou seja, se utilizarmos apenas uma pequena fração, ele diz, conseguimos abastecer o mundo inteiro. 

Um segmento de mercado que cresce no Brasil é a chamada geração distribuída solar fotovoltaica, que são os telhados solares, o uso da energia solar junto das residências, de pequenos comércios, de empresas de uma forma geral, como uma padaria, uma farmácia ou um açougue, por exemplo. A energia elétrica é gerada junto do local onde os consumidores a utilizam. 

Nossa equipe de reportagem visitou um prédio em um bairro de Brasília para conhecer a experiência dos moradores com essa tecnologia. O síndico, Geová Parente, justifica a decisão de usar placas fotovoltaicas no condomínio com dois argumentos: energia limpa é melhor para o meio ambiente, e ainda significa economia em dinheiro para os moradores. “A vantagem de você gerar a sua própria energia é que, em primeiro lugar, você não está agredindo o meio ambiente. Em segundo, você tem a garantia de que terá aquela energia por um bom tempo”.  

O programa exibido na TV Brasil ainda vai mostrar o Cine Solar, um cinema movido à luz do sol. Em um veículo adaptado com placas fotovoltaicas, o projeto percorre cidades Brasil afora para levar arte a comunidades indígenas e quilombolas, por exemplo. E por falar em viagem, outra experiência que vamos conhecer é a do Aeroporto de Brasília, que construiu uma unidade de usina fotovoltaica para produção de energia de fonte solar para abastecer parte do consumo do terminal aéreo.

A questão da energia elétrica implica em desafios no Brasil. A analista de conservação do WWF-Brasil Alessandra Mathyas lembra que o país ainda não tem 100% de acesso à energia. Na Região Norte, mais de 1 milhão de pessoas vivem em comunidades isoladas, rurais, ribeirinhas, terras indígenas, “que não estão conectadas à rede de eletricidade e que precisam, como todos nós, ter acesso urgente à energia de qualidade. Isso não é um favor, isso é um direito”. O WWF-Brasil, em parceria com o ICMBio e parceiros locais, instalou pequenos sistemas de energia solar fotovoltaica em comunidades extrativistas isoladas na Amazônia.

O programa Caminhos da Reportagem, da TV Brasil, vai ao ar aos domingos, às 20h. Ele é reprisado nas segundas-feiras, às 14h30.

Clique aqui para saber como sintonizar a emissora em canais abertos, em TV por assinatura e por parabólica.

Ficha técnica do programa
Reportagem: Claiton Freita
Produção: Amanda Cieglinski, Claiton Freitas, Natália Neves e Suzana Guimarães
Imagens: André Rodrigo Pacheco
Apoio às imagens: Sandro Tebaldi.e Sigmar Gonçalves
Auxílio técnico; Alexandre Souza
Apoio ao auxílio técnico: Carlos Júnior, Marcelo Vasconcelos, Jairom Rio Branco
Edição de texto: Suzana Guimarães e Flávia Lima
Edição de imagens: André Eustáquio e Jerson Portela

Edição: Denise Griesinger

Aneel participa de festa do lobby contra energia solar

Coluna de Claudio Humberto – Diario do poder

Na Aneel, “agência reguladora” de energia que mais parece órgão de defesa dos interesses das bilionárias distribuidoras de energia, a turma nem disfarça mais. O diretor-geral da Aneel, André Pepitoni, divulgou em seu Instagram, todo pimpão, foto ao lado de um, digamos, representante das distribuidoras, recebendo “convite” para a festa em agosto do setor que tenta liquidar a energia solar no Brasil, com ajuda da própria Aneel.

Eles merecem

A assessoria de Pepitoni nega que ele será homenageado na festa dos distribuidores. A Aneel bem que “merece”, dada sua dedicação à causa.

Lobby poderoso

O ex-senador Cassio Cunha Lima (PB) e o ex-presidente do TCU José Múcio estão entre os figurões contratados para defender distribuidoras.

Armação em curso

A aliança distribuidoras/Aneel tramam “taxar o Sol” e a cobrança abusiva pelo uso de postes e cabos, tudo para inviabilizar energia solar no País.

Poder sem Pudor

O Fusca é o mesmo

Remexendo uns papéis, certa vez, o então senador Cristovam Buarque (PDT-DF) encontrou o recorte de uma coluna de Danuza Leão, de 1993, noticiando uma visita de Lula a Brasília, tendo sido recebido no aeroporto por ele, ex-reitor da UnB, que o depois o levou a compromissos em seu Fusquinha. O ex-ministro da Educação do governo petista, que ainda tem o carro, acha que o ex-operário mudou muito: “Lula já não aceita carona em fusquinhas…”

Pista do mau humor

A Imazon, que ontem divulgou relatório sobre “destruição da Amazônia”, era uma das ONGs “de elite” com acesso fácil a dinheiro público. Só em 2018, a Imazon recebeu R$25,6 milhões. A fonte secou no atual governo.

Pé no poder

O ex-ministro Mandetta mantém um pé no Palácio do Planalto, apesar do pé no traseiro que tomou: Henrique Marques Pinto, que ele nomeou assessor, dá cartas como secretário adjunto da Secretaria de Governo.

Errando alvos

Bolsonaro faz a delícia de veículos de comunicação que o criticam, repercutindo suas publicações, e agora levanta a bola do vice-presidente da Câmara, como se não houvesse adversários mais relevantes.

O sem-inquérito

Perseguido por facção criminosa nas eleições de 2020, o deputado Capitão Wagner (Pros-CE) ainda aguarda abertura de inquérito sobre o fato, pela Secretaria de Segurança do Ceará. Sentado, senão vai cansar.

Frase do dia

Tudo fizeram

Presidente Jair Bolsonaro acusando a cúpula da CPI e irmão de Renan por vacinas “a qualquer preço”

Ditadura decadente

Para ver a “excelência” dos hospitais e a vida dos cubanos sem comida e emprego é preciso ver no Netflix o documentário “Cuba e o cameraman”. A história de um cinegrafista simpático ao regime que volta ao país várias vezes, por 45 anos, seguindo alguns personagens. É de cortar coração.

E os checadores?

O presidente Bolsonaro deixou o hospital, em São Paulo, usando máscara, ao lado de seguranças. Parou para entrevistas, e aí retirou a máscara. Manchete: “Sem máscara, Bolsonaro fala após ter alta.”

Queda acentuada

A média móvel diária mundial de óbitos relacionados à Covid-19 (7,8 mil) está caindo desde o início de maio, quando mais de 14 mil pessoas perdiam a vida para o vírus, todos os dias.

Corrupto de lá

Após a prisão do ex-presidente Jacob Zuma, protestos violentos foram registrados nas maiores cidades da África do Sul, provocando a morte, até agora, de quase 120 pessoas e a prisão de mais de 2 mil.

Pensando bem…

…indignados com os R$5,7 bilhões para financiar campanha eleitoral, eleitores agora só veem cifrão na menina dos olhos dos políticos.

Risco de apagão não muda apoio da Aneel para aniquilar geração solar

Aneel e seus “parças” querem taxar entre 28% e 57% a energia gerada e injetada na rede pelo sistema solar, que ajudaria a evitar apagões

Há cada vez mais evidências de que o lobby contra a energia solar objetiva manter o Brasil dependente das termelétricas, caras e sujas.

O lobby das termelétricas pendurou “jabuti” na MP da privatização da Eletrobrás, tentando obrigar o governo a sustentá-los por mais 15 anos.

A alegação é que a energia solar é “subsidiada”. Alegação cínica para quem defende interesses das subsidiadíssimas termelétricas.

Termelétricas apareceram no apagão do governo FHC, mas deveriam ser desativadas em cinco anos. Mas ficaram ricas e “influentes”.

Lobby faz a Câmara votar projeto que pode inviabilizar geração de energia solar

Apesar da pandemia e da pior crise hídrica em 92 anos, que ameaça o Brasil com novo apagão, lobby fala mais forte

Apesar da pandemia e da pior crise hídrica em 92 anos, que ameaça o Brasil com novo apagão, fala mais forte na Câmara o lobby das empresas bilionárias de geração de energia, sobretudo termelétricas, e a agência reguladora Aneel, onde mandam, para fazer os deputados votarem nesta terça-feira (8) ou amanhã o projeto que estabelece quase a “taxação do sol”, inviabilizando a geração de energia solar no País. Tudo isso para que o Brasil permaneça dependente da geração suja e cara das termelétricas. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O lobby para que o governo não invista e nem deixe investir em energia limpa e renovável garante mais de R$20 bilhões anuais às termelétricas.

O lobby pretende que se cobre muito caro pelo uso da rede de postes e fios que levam energia ao consumidor, inviabilizando o setor na prática.

O lobby contra a energia solar é liderado por figuras como Cassio Cunha Lima e, segundo o ex-senador, até o ex-presidente do TCU José Múcio.

Manifestantes pedem por ampliação de rede de energia sustentável no país

O pedido do grupo é a aprovação do PL 5829/19, marco legal da distribuição de energia solar

O PL é de autoria do deputado Silas Câmara (Republicanos-AM), que além de prever a distribuição de energia solar, também determina quotas e tarifas para o uso dos sistemas de transmissão aos microgeradores de energia elétrica.

Os manifestante devem sair da frente do Congresso Nacional em direção ao Clube da Associação dos Empregados da Eletronorte (ASEEL) por volta das 9h. Os slogans usados pelo grupo de requerentes são “Brasil, diga sim à energia solar” e “Livre e bem distribuída”.

Privatização da Eletrobras é necessária para consumidor, diz ministro

Bento Albuquerque deu entrevista no Brasil em Pauta

Publicado em 17/05/2021 – 23:50 Por Agência Brasil – Brasília

O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, participa do programa Sem Censura, na TV Brasil

O ministro das Minas e Energia, Bento Albuquerque, disse que a privatização da Eletrobras é essencial, necessária para o consumidor brasileiro e principalmente para a redução das tarifas de energia elétrica. O ministro foi entrevistado nesta segunda-feira (17) no programa Brasil em Pauta, da TV Brasil, e falou também sobre tarifa de luz, petróleo, combustíveis, agências reguladoras e até sobre sua atuação como comandante de submarino quando ainda estava na ativa na Marinha do Brasil.

“A capitalização da Eletrobras vai permitir que metade da outorga dela vá para aquele parte da tarifa de energia elétrica que são os tributos, os subsídios e também a parte que engloba toda a parte tributária. Isso vai ser muito benéfico para o consumidor e a Eletrobras vai poder fazer os investimentos que hoje ela não tem capacidade de fazer”, disse o ministro.

Tarifa de luz

Albuquerque explicou que nos últimos sete anos o Brasil está abaixo da média de chuvas histórica e, com isso, se tem usado as usinas termoelétricas, o que tende a tornar a energia mais cara, mas garante a segurança energética do país. Mesmo assim, o ministro disse que não deve haver um grande aumento nas tarifas.

“O custo da energia aumentou. Isso não significa que a tarifa vá aumentar na mesma proporção. Nós temos adotado medidas desde março de 2020, quando a pandemia foi oficialmente decretada, e conseguimos com medidas bem elaboradas, com ajuda do Congresso Nacional, que as tarifas não crescessem no ano de 2020, como também no ano de 2021, e estamos trabalhando para que no ano de 2022 ocorra da mesma forma. Nos dois últimos anos, 2019 e 2020, as tarifas cresceram em média 5% somados os dois anos”, valor abaixo da inflação acumulada no período, destadou. 

O ministro foi enfático ao dizer que o governo não segura tarifas e respeita contratos. “Todas as distribuidoras têm contratos com os consumidores e esses contratos para nós é segurança jurídica. O que nós estamos fazendo é diminuindo encargos da conta de luz. A geração propriamente dita corresponde a 34% da conta de luz, agora os encargos, subsídios e impostos correspondem a 40%, 45% dessa tarifa e é nisso que estamos trabalhando junto com o Congresso Nacional para que o consumidor continue tendo bons serviços e a preços mais justos e a preços que ele possa efetivamente pagar.”

Novas matrizes

A energia baseada em usinas hidrelétricas atualmente representam 60% da matriz energética do país. “Daqui a 10 anos elas representarão 49%. A nossa matriz, que é uma matriz muito limpa, renovável, ela continua se expandindo, mas evidentemente que com novas fontes energéticas, se ajustando de acordo com a evolução tecnológica”.

Nos últimos dois anos, o Brasil realizou diversos leilões de geração de energia e, desses leilões, 85% foram de energia renovável, como eólica, solar, biomassa. “Nós estamos transformando a nossa matriz que já é a mais limpa do mundo, para que ela continue limpa e seja renovável e sustentável.”

O ministro também falou sobre o futuro da energia nuclear no Brasil. O Plano Nacional de Energia de 30 anos prevê uma expansão de 10 gigaWatts na geração nuclear no país para manter o equilíbrio da matriz energética. Segundo Albuquerque, a energia nuclear vai ser essencial. “A energia nuclear está na agenda dos maiores países do mundo e também da transição energética que o mundo está vivendo para uma economia de baixo carbono.”

Assista a integra do programa na TV Brasil

Edição: Fábio Massalli

Lobby contra a energia solar reúne os poderosos do setor de energia

Carteira de clientes de consultoria controlada pelo banco BTG Pactual inclui 13 distribuidoras e a Abradee, entidade hostil à energia solar limpa e barata

Na pressão estão entidades de suposta defesa dos consumidores, como Idec, e consumidores de energia, Anace (ligada à Comerc) e Abrace.

Até uma certa Confederação dos Conselhos de Consumidores é contra energia solar. Todos os conselhos são sustentados por concessionárias.

Notícias Relacionadas

Nc Energia (Neoenergia), as ONGs Abraceel e Abrademp, Enel e Cpfl Soluções a Comercializadora Energisa também estão nesse esquema.

Lobby contra a expansão da energia solar sofre derrota no TCU

Ministro Aroldo Cedraz suspende efeitos de decisão anterior do TCU e Aneel fica impedida de anular estímulos à geração solar

Seria um retrocesso ao desenvolvimento do País e de suas políticas públicas ceder à pressão das distribuidoras em prejuízo da sociedade.

As poderosas distribuidoras pressionam para cobrança abusiva até pelos postes e fios, daqueles que, de boa fé, investiram em energia solar.

Notícias Relacionadas

O recurso foi apresentado ao TCU pela Associação Brasileira de Geração Distribuída (ABGD) e duas ONGs ligadas ao setor.

STF avalia decisão do TCU celebrada por lobistas contra energia solar

TCU determinou que a Aneel acabe com os incentivos do sistema de compensação para quem investe em energia solar

A decisão do TCU foi celebrada pelo lobby das distribuidoras de energia que tentam destruir a energia solar. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O TCU não poderia dar ordens de viés regulatório à Aneel, segundo a entidade. O relator do caso, no STF, é o ministro Ricardo Lewandowski.

Notícias Relacionadas

A ABGD está confiante que o STF concederá a liminar, permitindo que prossiga o processo do Marco Legal da Geração Distribuída na Câmara.

A intenção da ABGD, segundo seu presidente Carlos Evangelista, é que o processo do Marco Legal não sofra interferências externas ao setor.

Lobby bilionário de distribuidoras ameaça uso de energia solar no Brasil

Após estimular pessoas, empresas e órgãos públicos a investirem em energia solar, Aneel é pressionada a recuar

O bilionário lobby das distribuidoras de energia (empresas que emitem a conta de luz) tenta acabar com as regras definidas pela Aneel, agência reguladora, destinadas a estimular a utilização da energia solar no Brasil, inclusive residencial.

As distribuidoras nunca se conformaram com a criação de facilidades para consumidores instalarem painéis de energia fotovoltaica. Sistemas que geram energia, reduzem o valor da conta de luz em até 90%, e ainda permitem a independência em relação às distribuidoras. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Em razão do poder financeiro, as distribuidoras se associaram a ONGs, até de “defesa do consumidor”, para pressionar pelo fim da energia solar.

Notícias Relacionadas

O lobby prejudica milhares de pessoas, empresas, prefeituras, governos, tribunais de Contas e até o STJ, todos atraídos por resoluções da Aneel.

As distribuidoras exercem forte influência nas decisões da Aneel, como revelaram operações recentes da Polícia Federal.

A tentativa é acabar com a chamada “geração distribuída”, taxando abusivamente postes e cabos que levam energia aos consumidores.

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