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:: ‘Enem’

Presidente do Inep é exonerada; assume o cargo professor da FGV

Publicado em 14/01/2019 – 18:11

Por Mariana Tokarnia – Repórter da Agência Brasil  Brasília

A presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Maria Inês Fini, foi exonerada do cargo hoje (14). O novo presidente será Marcus Vinicius Rodrigues, professor da Fundação Getulio Vargas (FGV). Também foram exonerados diretores e secretários do Ministério da Educação (MEC) e autarquias.

O governo já havia anunciado que Maria Inês não permaneceria no cargo. O seu nome chegou a ser ventilado para chefiar o Ministério da Educação (MEC). Mas questões da prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018, que é de responsabilidade do Inep, desagradaram o presidente Jair Bolsonaro, que defendeu que o exame deve cobrar “conhecimentos úteis”.

O economista Murilo Resende Ferreira, ex-integrante do Movimento Brasil Livre (MBL) de Goiás, será o responsável pelo Enem.

Além de Maria Inês, foram exoneradas também do Inep nesta segunda-feira (14) a diretora de Estudos Educacionais, Alvana Maria Bof; a diretora de Gestão e Planejamento, Eunice Oliveira; e a diretora de Avaliação da Educação Básica, Luana Bergmann.

Foram exonerados ainda secretários e diretores do MEC, diretores do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e o presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Abilio Afonso Baeta Neves.

Edição: Fernando Fraga

Cacá Colchões propõe mudanças no sistema de ingresso  para UESC e UFSB

 

Cacá Colchões

O pré-candidato a deputado estadual, Cacá Colchões, definiu algumas de suas propostas como representante da região na Assembleia Legislativa. A modificação na forma de ingresso nas universidades públicas do sistema vestibular para o Exame Nacional do Ensino Médio – Enem, fez com que a concorrência aumentasse e, com isso, estudantes de diversas partes do Brasil concorram às vagas ofertadas por nossas universidades.

Somente como exemplo, no curso de medicina da UESC, no último ano, ingressaram 40 alunos, sendo que apenas três são oriundos da região. “Os alunos se formam numa universidade de excelência, mas ao receber o diploma voltam para sua região de origem” – destacou Cacá. Vale salientar que a maior parte das universidades federais e estaduais do país já usam o Enem como único processo seletivo.

Nesse sentido, o pré-candidato pretende propor à UESC – Universidade Estadual de Santa Cruz – e a UFSB – Universidade Federal do Sul da Bahia – a implantação do Sistema de Cotas Regionais, em que o aluno receberá bônus de “20%” sobre a nota do ENEM. Dessa forma, candidatos que cursaram o ensino médio em escolas com distância de até 150 km do Campus da UESC e UFSB, possuirão uma “vantagem” em relação aos demais.   “Esta é uma forma das universidades regionais atuarem decisivamente na formação dos nossos jovens e consequentemente da nossa região”, acrescentou o candidato, lembrando que esse sistema proposto “já é uma realidade em muitas universidades do país”.

Sete universidades dão bônus a candidatos de medicina que estudaram em escolas da região

No Sisu, instituições também reservam vagas a quem concluiu o ensino médio em zonas próximas aos campi. MEC afirma que prática é permitida.

Por Luiza Tenente, G1

 

Candidato tem bônus de 20% na Unipampa se tiver estudado em região próxima à universidade. (Foto: Reprodução/Sisu)

Nas outras duas (Universidade Federal do Oeste da Bahia e Escola Superior de Ciências da Saúde, em Brasília), são reservadas vagas exclusivamente para este grupo de candidatos. As mesmas regras valem para outros cursos dessas instituições – o G1 fez o recorte pelos de medicina por essa ser a carreira mais disputada.

De acordo com o Ministério da Educação (MEC), as universidades têm autonomia para oferecer o benefício. No entanto, a prática já gerou polêmica no Sisu 2016, quando foi acusada de ferir o princípio de isonomia ao favorecer aqueles que estudaram em determinada região. O Ministério Público Federal (MPF) em Uberlândia, em Minas Gerais, entrou com uma ação em setembro de 2016 para impedir universidades de adotarem critério de inclusão regional.

As instituições de ensino, por outro lado, alegam que há um grande número de candidatos de outras regiões que abandonam o curso posteriormente, por residirem a mais de 100 km dos campi, deixando vagas ociosas. Também informam que o objetivo é estimular o acesso da população da região ao ensino superior. A Ufal é uma delas: afirma, no edital, que tem a intenção de promover a inclusão dos habitantes do interior alagoano nas universidades.

A Unipampa aumentou a abrangência das cotas regionais neste mês: os benefícios foram estendidos de 16 municípios do Rio Grande do Sul para 44. Quem cursou o ensino médio no sudoeste e no sudeste do estado pode receber 20% de bônus na nota no Enem, sem o direito de acumular a outras cotas. :: LEIA MAIS »

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