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:: ‘Empregos’

Brasil precisa capacitar 10,5 milhões de trabalhadores até 2023

Profissões ligadas à tecnologia terão maior crescimento

Publicado em 30/09/2019 – 06:05

Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil  Brasília

O Brasil precisará qualificar 10,5 milhões de trabalhadores industriais até 2023 para suprir a demanda de profissões ligadas à tecnologia. A conclusão consta do Mapa do Trabalho Industrial 2019–2023, lançado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) para orientar a oferta de cursos da instituição nos próximos anos.

Segundo o levantamento, a maior parte desses 10,5 milhões de profissionais ligados à indústria precisará passar por cursos de reciclagem ou de aperfeiçoamento, tanto para dar conta da modernização de postos existentes como para repor vagas existentes de trabalhadores que se aposentarão ou se desligarão dos serviços. O estudo, no entanto, detectou o potencial de criação de 33.453 vagas relacionadas às mudanças tecnológicas.

Em números absolutos, as maiores gerações de emprego ocorrerão nas ocupações de instaladores e reparadores de linhas e cabos elétricos, telefônicos e de comunicação de dados (14.367), operadores de máquinas de usinagem (5.356) e técnicos mecânicos na manutenção de máquinas, sistemas e instrumentos (3.560). Essas funções exigem nível técnico ou qualificação de mais de 200 horas.

Em taxas percentuais, o maior crescimento no número de empregados nos próximos quatro anos deverá beneficiar o mercado de condutores de processos robotizados (22,9%), de nível superior. Em seguida, vêm técnicos em mecânica veicular (19,9%) e mais duas ocupações de nível superior: engenheiros ambientais e afins (19,4%) e pesquisadores de engenharia e tecnologia (17,9%). Os desempenhos são superiores à estimativa de 8,5% de crescimento dos empregos na indústria entre 2019 e 2023.

Transversalidade

Em relação à necessidade total de capacitação de trabalhadores (empregados atuais e novos), o Senai constatou que as funções transversais, que permitem ao profissional trabalhar em indústrias de qualquer área exigirão a maior demanda de formação profissional. Dos 10,5 milhões de trabalhadores que precisam ser qualificados, 1,7 milhão atuam nessa categoria, que abrange profissionais de pesquisa e desenvolvimento, técnicos de controle da produção e desenhistas industriais, entre outras carreiras.

As demais ocupações que demandarão formação profissional nos próximos anos são metalmecânica (1,6 milhão), construção (1,3 milhão), logística e transporte (1,2 milhão), alimentos (754 mil), informática (528 mil), eletroeletrônica (405 mil) e energia e telecomunicações (359 mil). Embora essas funções se caracterizem por conhecimentos de base industrial, esses trabalhadores podem atuar tanto na indústria quanto em outros setores.

Apenas nos empregos de nível superior, as áreas que mais precisarão de profissionais qualificados até 2023 são informática (368 mil), gestão (254,8 mil), construção (81 mil), metalmecânica (56,4 mil) e produção (40,3 mil). No nível técnico, as demandas se concentram nos segmentos de logística e transporte (495,2 mil), metalmecânica (217,7 mil), energia e telecomunicações (181,4 mil), eletroeletrônica (160,4 mil), informática (160 mil) e construção (120,9 mil).

Edição: Graça Adjuto

Estou Me Guardando Para Quando o Carnaval Chegar

Mulheres no universo das máquinas pesadas na construção e mineração

Segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatístia (IBGE), quatro milhões de mulheres entraram no mercado de trabalho nos últimos quatro anos. Mas não para por aí: conquistando cada vez mais espaço em mercados de trabalho que anteriormente era exclusividade do sexo masculino, as mulheres tem mostrado que a máxima “Lugar de mulher é onde ela quiser” nunca foi tão verdadeira. Na construção civil, por exemplo, mesmo que timidamente, a participação de mulheres cresceu em 65%, de 2002 a 2012, de acordo com o Ministério do Trabalho e da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS). A porcentagem se aplica, inclusive, ao mundo das máquinas pesadas, no qual a força da representatividade feminina tem sido fundamental para quebrar os estereótipos de gênero que estão tão imbricados na nossa sociedade.

Mulheres & Maquinas pesadas

 

Quem sabe bem disso é a sócia da Trakmaq – distribuidor das escavadeiras Link-Belt no Vale do Paraíba (SP) –, Eloá Garcia de S. Cazzolato. Responsável pelos setores administrativo e financeiro da empresa, ela começou a trabalhar neste mercado aos 17 anos, mas desde criança já conhecia o setor de equipamentos pesados, por ser o ramo de negócio da família. “A minha percepção é de que a participação de mulheres neste ramo é muito importante. Geralmente somos mais detalhistas e organizadas. Percebo que, por isso, a maioria de nossos clientes gostam de ter uma mulher auxiliando”, diz.

Quanto aos desafios encontrados na área, Eloá destaca que o maior deles é o machismo, pois alguns homens ainda enxergam as mulheres apenas como donas de casas e mães. “Mas percebo que cada vez mais a valorização das mulheres está aumentando e melhorando. Estamos nos impondo mais, mostrando nossas visões, inovando, enfim, cada vez mais ganhando o nosso espaço e respeito”, complementa.

Outra figura que também tem mostrado ao que veio é a coordenadora de Marketing América Latina da Link-Belt, Lúcia Guariglia. Atuando neste setor desde 2008, ela conta que nada a deixa mais realizada do que calçar suas botinas e ir à campo apertar a mão de um novo cliente. Para Lúcia, a presença de mulheres dentro do universo das escavadeiras significa força e conquista. “Tudo faz parte de uma evolução e conquista das mulheres em diversos setores, mas este, em específico, é de se ter muito orgulho. Especialmente por mulheres que vemos operando equipamentos ou comandando obras por aí”, diz. Lúcia destaca que, na própria Link-Belt, o time feminino representa mais de 30% dos colaboradores, estando à frente de departamentos como Recursos Humanos, Comércio Exterior, Vendas Internas, Marketing e Financeiro.

Quem concorda com a visão de que as mulheres estão avançando neste mercado é a diretora Comercial e de Relações Internacionais da Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração (Sobratema), Arlete Vieira, que atua na entidade desde 2001. A executiva destaca que o número de profissionais mulheres no segmento vem crescendo a cada dia. “O principal diferencial da presença de mulheres no setor é que elas são muito mais cuidadosas ao, por exemplo, manusear os equipamentos”, acrescenta. Quanto aos desafios encontrados no caminho, ela destaca que nem sempre uma mulher é ouvida em uma mesa repleta de homens, durante uma reunião de um projeto a ser implementado. “Por isso, é importante trabalhar fortemente para se conquistar um espaço e, dessa maneira, tentar se impor”, finaliza.

A CRISE DE EMPREGOS NO BRASIL.

Entenda um pouco mais clicando aqui.

VAGAS DE EMPREGO NA BAHIA – ADZUNA

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CACÁ COLCHÕES PROPÕE CRIAR FINANCIAMENTO QUE BENEFICIARÁ MOTOTAXISTAS

Cacá Colchões

Após ter seu nome confirmado como candidato a deputado estadual pelo partido Progressistas, Cacá Colchões apresentou mais uma de suas propostas. O candidato vai propor à Secretaria da Fazenda Estadual e ao Desenbahia, banco de fomento ligado ao governo do estado, a criação do Programa Promoto, nos mesmos moldes do Protáxi – Programa de Renovação da Frota de Táxis do Estado da Bahia. A ideia, segundo Cacá, é que os mototaxistas de toda Bahia obtenham os mesmos benefícios dos taxistas, seja no subsídio ao ICMS, como nos financiamentos bancários.

Se forem aplicados os mesmos descontos e juros para aquisição de táxis, uma moto que hoje custa R$ 7.000,00 (sete mil reais) terá seu preço reduzido para pouco mais de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) e com os juros de 1,25% ao mês, praticados pelo Desenbahia, com prazo de pagamento em 60 meses, as prestações não passariam de R$ 100,00 (cem reais). Cacá considera que a valorização da categoria dos mototaxistas é de grande importância, “a renovação da frota traz mais segurança aos usuários, além de aliviar o bolso do trabalhador”. 

O candidato pelo PP também destacou que é sua intenção dialogar com as prefeituras, no sentido de conscientizar para regularização desse serviço, o que permitirá ao pequeno empreendedor ser beneficiado pelo Promoto. “Temos um grande número de mototaxistas na Bahia, a crise econômica e o consequente desemprego têm levado muitos pais de família para a atividade, que por ser autônoma não depende de muita burocracia”. 

Cacá Colchões considera essa proposta muito relevante, pois a estimativa é de que mais de 50 mil pequenos empresários dependem dessa atividade na Bahia, e “com esse estímulo, a categoria terá melhores condições de trabalho”, concluiu.

TRABALHADOR TREINADO É MELHOR QUE TRABALHADOR ACIDENTADO

FAZER CURSOS PARA CONCURSOS É MUITO BOM, MAS ESTAR TREINADO PARA ASSUMIR UM EMPREGO É MUITO MELHOR.

Segurança do Trabalho.

Curso de Segurança em Trabalho em Altura-NR35

Todo empregador deve promover programa de capacitação dos trabalhadores à realização de trabalho em altura

Curso Básico ou formação da NR10 – Carga horária: 40 horas

Curso de reciclagem da NR10 – Carga horária: 08 horas

Curso Supervisor de Espaço Confinado-NR33 – Carga horária: 40horas

Curso Observador/Vigia/autorizados -NR33 –  Carga horária: 16 horas

Curso de Segurança em Caldeira e Vasos de Pressão-NR13 – Carga horária: 40horas

Curso para membros da CIPA – Carga horária: 20 horas – Para grupo de 08 a 12 pessoas

Curso de Segurança em Maquinas e Equipamentos-NR12 – Carga horária: 08 horas

Curso de Segurança em Líquidos e Inflamáveis NR20 –  Carga horária: 16 horas

Curso de Segurança de Movimentação de Cargas-NR11 – Carga horária: 16 horas

Elaboramos o PPRA de sua empresa

Trabalhador treinado é melhor que trabalhador acidentado

DEMITIDO POR CONTA DAQUELA FOTO NO FACEBOOK

Demitido…!

Sempre é bom alertarmos sobre os cuidados que devemos tomar, ao tornar público informações (e opiniões) pessoais.

A exposição nas redes sociais está em alta, existe um certo consenso na vida moderna em que ter opinião sobre tudo e, principalmente, revelar essa opinião para o mundo é um comportamento natural, ideal, passível até de ser admirado, basta vermos o sucesso que pessoas comuns fazem no Youtube com vídeos onde expõem suas opiniões na rede.

Vale lembrar que essa midiatização do eu, ou seja, a exposição pessoal na rede, funciona como um termômetro de caráter. Lembre-se, você é o que você compartilha, e será julgado por isso.

Se você é daqueles que critica tudo e todos, saiba que quem sofre a crítica também é uma pessoa e pode se ofender com isso. Além do alvo de sua crítica, a sociedade julgará você pelo teor dela, haverá quem concorde e haverá quem discorde. Criticar o governo, políticos, esportistas, pessoas midiáticas é um comportamento comum nas redes, mas quando o assunto envolve empresas ou seu ambiente de trabalho, pode ocasionar um problema.

Vale lembrar alguns casos de pessoas que foram demitidas por publicações nas redes sociais:

“O brasileiro Allan Goldman, que trabalhava na Chiaroscuro Studios, empresa que presta serviços de ilustração para as gigantes dos quadrinhos Marvel e DC Comics foi demitido após fazer comentários sobre o caso da jovem de 16 anos que foi estuprada no Rio de Janeiro. Em post em seu Facebook, o ilustrador escreveu: “O que acontece se os 30 estupradores da menina alegarem que são mulheres? Segundo a ideologia de gênero dos esquerdistas, uma pessoa é o que sente, e sua biologia não importa”. (Fonte: Estadão)”

Outro caso, de demissão por justa causa, aconteceu por conta de algumas fotos publicadas no Facebook.

“No Ceará, um cozinheiro de uma empresa de turismo foi demitido por justa causa. Segundo seu empregador, ele faltava ao trabalho muitas vezes injustificadamente e apresentava atestados médicos duvidosos. Inconformado com a demissão, o cozinheiro entrou com uma ação na Justiça do Trabalho.

Ao avaliar a questão, a juíza Kaline Lewinter, da vara do Trabalho de Eusébio/CE, deparou-se com um tipo de prova cada vez mais comum; fotos postadas no Facebook. De acordo com a empresa de turismo, durante o período em que o empregado estava afastado em licença médica, ele frequentava festas e eventos, o que seria comprovado pelas fotos postadas em seu perfil na rede social. As provas foram suficientes para convencer a juíza, que decidiu em favor do empregador e manteve a demissão por justa causa. “Nas datas ali compreendidas, o reclamante [o cozinheiro], na realidade, participava de eventos festivos, com o consumo, inclusive, de bebida alcoólica”. (Fonte: Estadão)”

É cada vez mais comum, juízes condenar funcionário a pagar indenização para os empregadores por ofensas e comentários de insatisfação publicados nas redes sociais, conforme artigo da Débora Pinho para o site Consultor Jurídico.

O Fire.me é uma ferramenta (aplicativo) do Twitter que auxilia empregadores a consultarem o que os funcionários andam falando sobre a empresa nas redes.

 

A parte boa da história é que ter um comportamento adequado nas redes sociais pode trazer benefícios na vida pessoal e profissional. É possível alavancar carreiras, criar oportunidades para conhecer novas pessoas  ampliando assim a rede de relacionamentos, porém todo cuidado é pouco, pois o inverso é verdadeiro. A utilização das redes pode denegrir a imagem das pessoas, atrapalhar a carreira e em casos extremos até parar no tribunal por conta de difamação, injúria ou casos semelhantes. Vale pensar o que você quer passar para o mundo quando publica nas redes sociais. 

Descubra quais os cursos técnicos mais valorizados

Descubra quais são os 10 cursos técnicos mais valorizados no mercado de trabalho!

Uma pesquisa da Consultoria ManpowerGroup concluiu que os cargos técnicos e de profissionais com habilidades técnicas específicas são os postos que as empresas mais têm dificuldades para preencher hoje no Brasil.

A qualificação técnica é considerada o grande gargalo e, ao mesmo tempo, é uma das possibilidades de aumentar a produtividade e a qualificação da mão-de-obra no País. Os cursos técnicos oferecem habilidades práticas e teóricas com o objetivo de preparar o aluno para o mercado de trabalho. 

São válidos como cursos de ensino médio e escolhidos como caminho para a qualificação profissional porque aumentam as chances do aluno conseguir um emprego. Entre os fatores que vêm influenciando os alunos a acumular certificados técnicos com o diploma de curso superior é, justamente, a alta empregabilidade.

Confira os 10 cursos técnicos mais promissores!

Os 10 cursos técnicos mais valorizados

Para elaborar o ranking dos 10 cursos técnicos mais valorizados e promissores a consultoria ManpowerGoup utilizou critérios como: salários iniciais,  baixa oferta de profissionais no setor, novos mercados e a demanda por profissionais naquela área, entre outros. 

1) Técnico em Meio Ambiente

Esta formação tem muitas oportunidades nas áreas de construção e indústria, além de óleo e gás. O salário médio inicial está em torno de R$ 3,5 mil.

2) Técnico em Redes de Computadores

O mercado de Tecnologia da Informação (TI) está aquecido e precisa de pessoal qualificado para cuidar da parte de infraestrutura. O salário inicial para esses profissionais gira em torno de R$ 3 mil.

3) Desenvolvedor Mobile

Quem busca a área tem a propósito de desenvolver novas plataformas de comunicação para empresas e organizações. As áreas de TI e telecomunicações estão recebendo muitos investimentos com a chegada da internet 4G e do aumento do poder de compra da população. O salário pode chegar a R$ 5 mil.

4) Técnico em Comércio Exterior

Quem for trabalhar na área vai estar muito ligado à negociação de insumos e ao mercado externo, com foco em diminuir o preço final do produto ou da prestação de serviços. O mercado globalizado garante o aumento de procura por este profissional. O salário inicial pode chegar a R$ 3,5 mil.

5) Técnico em Geoprocessamento

Esta profissão tem um mercado aquecido nas áreas de petróleo e gás. Os técnicos atuam na análise de todo o terreno onde a empresa está instalada. Em tempos de pré-sal, estes profissionais estão bastante valorizados. O salário médio inicial é de R$ 4 mil.

6) Técnico em Mecânica

Esse técnico trabalha na fabricação, montagem e na instalação de máquinas e equipamentos, podendo atuar em indústrias das variadas, que fabricam de alimentos a tecidos. Se a indústria cresce, eles têm emprego quase garantido, porque as máquinas continuam em funcionamento e sempre precisam de manutenção. O salário médio é de R$ 2.200.

7) Técnico em Eletrotécnica

Este profissional trabalha na avaliação de projetos e esquemas de instalações, desenvolvendo estudos e projetos de eletricidade. Há oportunidades não apenas no campo industrial, mas também no ramo de sistemas de distribuição e armazenamento de energia. Como o País passa por uma expansão no setor de energia, há vagas nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. O salário médio inicial é de R$ 1.700.

8) Técnico em Segurança do Trabalho

Trata-se de um profissional que realiza inspeções para impedir situações de risco e elabora projetos para evitar acidentes. Nos últimos anos, esses técnicos ganharam importância por conta do grande contingente de obras na construção civil. É também requisitado em quase todos os setores da economia, pois são necessários em qualquer empresa que reúna grande número de trabalhadores. O salário médio inicial é de R$ 1.900.

9) Técnico em Construção Civil

Também conhecido como técnico em edificações, esse profissional coordena a ação construtiva junto ao engenheiro. A construção civil ainda carece desses profissionais, que atuam no meio de campo, cuidando do planejamento da obra. O salário médio inicial é de R$ 2.200.

10) Técnico em Logística

Essa profissão que tem como meta planejar, programar e coordenar as operações de transporte e distribuição de uma empresa. É um técnico muito valorizado porque a logística é um grande gargalo na distribuição de tudo o que é comercializado no país. Esses profissionais atuam também com o mercado internacional. O salário médio inicial é R$ 2.100.

Cursos técnicos e tecnológicos são a mesma coisa?

Não. O curso técnico é de nível médio, enquanto o curso tecnológico é de nível superior. Também chamada de curso de tecnólogo, ou curso superiores de tecnologia, essa graduação dura 2 ou 3 anos e tem alta empregabilidade. Por isso, se você quiser valorizar ainda mais o seu passe no mercado de trabalho, invista em um curso de tecnólogo.

Existem cursos superiores de tecnologia em todas as áreas da lista de cursos técnicos mais valorizados, desde de desenvolvimento de sistemas até logística!

Confira algumas instituições autorizadas pelo MEC a oferecer cursos tecnológicos:

Veja também:

Técnico e Tecnólogo: qual a melhor opção?

Curso técnico é apontado como solução para busca de emprego durante a crise

Curso técnico

A que afeta o país nos últimos anos provocou um aumento expressivo do desemprego. Em 2015, o Brasil perdeu 1,55 milhão de empregos. Em 2016, o saldo negativo foi de 1,3 milhão de vagas. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). De janeiro a julho de 2017, numa leve recuperação, foram gerados 112.580 empregos no país. Neste cenário, em que as vagas começam a aparecer novamente, fazer um curso técnico pode representar a diferença para conseguir um novo emprego. Diversos fatores fazem com que os cursos técnicos tenham um alto índice de empregabilidade. Diferentes de outros mercados mais desenvolvidos e maduros, onde o ensino técnico é a opção da maioria dos jovens que pensam em uma carreira, no Brasil, essa cultura está ainda em crescimento. Por isso, o maior potencial de empregabilidade de quem faz um curso técnico começa pela carência do mercado por este perfil profissional. Além disso, os cursos técnicos têm uma duração mais curta e são mais direcionados para as necessidades práticas do mercado de trabalho. Outro diferencial dos cursos técnicos é que eles abrem um leque de opções de atuação prática para os seus estudantes. “Quem faz um curso técnico, sai preparado tanto para buscar um emprego no setor público, quanto no privado. Quem se prepara para concursos públicos, por exemplo, pode encontrar em um curso técnico o conhecimento que faltava para atingir o objetivo”, explica Anderson Braga, sócio mantenedor CETTPS, instituição referência no ensino técnico localizada em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador. Existem muitas opções no mercado de cursos técnicos que podem preparar um profissional para iniciar a trajetória no mercado de trabalho ou ajudar na qualificação para conseguir um salário melhor ou e permitir uma virada na carreira e voltar para o mercado de trabalho mais rápido.

Mercado de trabalho: 61% das empresas brasileiras têm dificuldade para contratar profissionais na área técnica

Ensino técnico

Há vagas com bons salários para profissões técnicas, mas faltam trabalhadores qualificados. Mesmo com a redução do número de empregos no Brasil nos últimos anos, ainda há uma grande demanda por profissionais qualificados. Segundo a pesquisa Escassez de Talentos, feita pela empresa multinacional de seleção e recrutamento Manpower Group, o Brasil é o 4º país com maior dificuldade para preencher vagas de trabalho e os profissionais mais difíceis de encontrar são os de nível técnico. Segundo a pesquisa, 61% das empresas brasileiras relataram ter dificuldades para preencher as oportunidades abertas. O país só ficou atrás do Japão (83%), Peru (68%) e Hong Kong (65%). A média mundial foi de 38%. “Muitas profissões técnicas têm média salarial maior do que ocupações de nível superior no país”, explica Anderson Braga, sócio mantenedor do curso CETTPS, em Camaçari. Em alguns cargos, os trabalhadores podem receber até R$ 6 mil reais, enquanto a média do salário de enfermeiros e nutricionistas, por exemplo, é de R$ 4,6 mil. Mas mesmo com bons salários, faltam profissionais qualificados para ocupar as vagas que já estão abertas.

Eduardo Salles busca segurança jurídica para produtores de camarão da Bahia

Deputado Estadual EDUARDO SALLES e Secretário GERALDO REIS

O deputado estadual e presidente da Comissão de Agricultura da ALBA (Assembleia Legislativa da Bahia), Eduardo Salles, participou de audiência com o secretário de Meio Ambiente, Geraldo Reis, nesta terça-feira (1º), e discutiu a situação dos produtores de camarão da Bahia. O parlamentar defende que os produtores precisam ter segurança jurídica para realizar a atividade de carcinicultura (criação de camarão), pois trabalham com licença ambiental concedida por meio de liminar da justiça estadual desde 2007.

“Essa semana recebi um telefonema de produtores de Canavieiras que me procuraram para falar sobre uma operação que estava sendo realizada no município pelo Inema, Ibama e ICMBIO, que resultou na apreensão de equipamentos, embargo de cultivos de camarão e aplicação de multas altíssimas. Conversei com o secretário para que possamos encontrar uma solução para este problema”, explica Eduardo Salles.

O deputado, que participa de evento pelo aniversário de emancipação política de Una com o governador Rui Costa, nesta quarta-feira (2), garantiu que irá abordar a questão com o chefe do executivo. “Vou pedir a sensibilidade do nosso governador para que possamos acelerar este processo e garantir os empregos gerados”, afirma.

As licenças ambientais dos produtores de camarão deixaram de ser renovadas pelo Inema a partir de 2007, pois uma decisão judicial da 6ª Vara Federal de Salvador, determinou que todas as fazendas produtoras do crustaceo, inclusive as que já se encontravam instaladas, há muitos anos, realizassem estudo de impacto ambiental (EIA/RIMA). Além disso, a Secretaria de Meio Ambiente, naquela ocasião, alterou o decreto 14.024/2012 e incluiu na norma estadual as exigências contidas na decisão judicial.

Em 2015, oito anos depois, e em virtude das inúmeras cobranças formuladas pelos produtores, a Procuradoria Geral do Estado, conseguiu suspender os efeitos da decisão, no Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em Brasília. Mas, apesar da decisão , o Inema ainda cobra que as fazendas instaladas apresentem estudo de impacto ambiental.

Na tentativa de reverter esta situação, a Bahia Pesca e a Secretaria de Agricultura apresentaram ao Governador Rui Costa uma minuta de Decreto para Licenciamento da Carcinicultura, alterando o Decreto 14024, o qual impõe a elaboração de EIA-RIMA para empreendimentos instalados há mais de 35 anos.

“A minuta está sendo analisada pela Casa Civil e o Inema e tem o apoio do vice-governador, João Leão, neste processo. Precisamos dar encaminhamento o mais breve possível. Na Bahia, hoje, existem cerca de 200 produtores que trabalham com licença concedida por meio de liminar. Ao longo dos anos, dezenas de fazendas foram fechadas, com centenas de postos de trabalho eliminados e queda significativa na produção de camarão”, esclarece Salles.

POTENCIAL DE PRODUÇÃO DA BAHIA  :: LEIA MAIS »

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