‘Eleições’
MENOS DONA MARINA, MUITO MENOS.
Dona Marina acha que vai pra algum lugar, junto com Guilherme Leal.
Acorda Marina Silva, o buraco é mais embaixo..
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NOTÍCIAS DAS ELEIÇÕES.
Candidatos a deputado federal do PMDB não apresentam informações de bens no site do TSE
Além do partido, os candidatos do PMDB a deputado federal têm em comum a frase “Nenhum bem declarado” na ficha de registro de candidaturas divulgada no site do Tribunal Superior Eleitoral. Curiosamente, a informação não consta na página eletrônica dos 23 postulantes à Câmara Federal pelo partido do movimento democrático brasileiro baiano. Na lista, políticos como o próprio presidente estadual do partido e irmão do candidato a governador, Geddel, Lúcio Vieira Lima, além de Genebaldo Correia, Colbert Martins, Marcelo Guimarães e Severiano Alves.
TALVEZ DISPUTEM AS ELEIÇÕES, PORÉM ‘PENDURADOS’.
08/07/2010 - 08h29
Político “ficha-suja” deve conseguir disputar eleição
FLÁVIO FERREIRA
DE SÃO PAULO
Brechas na legislação eleitoral devem permitir que políticos “fichas-sujas” disputem a eleição deste ano e sejam votados normalmente, avaliam procuradores eleitorais e entidades que apoiam a Lei da Ficha Limpa.
Para especialistas, a tendência é que as punições aos “fichas-sujas” só ocorram após a votação ou mesmo depois da posse dos eleitos.
Segundo o calendário eleitoral, o Ministério Público e os partidos políticos já podem pedir a impugnação dos registros de políticos “fichas-sujas” à Justiça Eleitoral.
Após o início dos processos, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) terá até 19 de agosto para decidir sobre as impugnações, segundo a lei.
Porém mesmo os “fichas-sujas” impugnados pela Justiça Eleitoral poderão recorrer ao STF (Supremo Tribunal Federal) para conseguir liminares que os autorizem a participar do pleito.
O procurador-regional eleitoral de São Paulo, Pedro Barbosa, afirma que essa possibilidade ficou assegurada com a entrada em vigor do artigo 16-A da lei 9.504, criado pela minirreforma eleitoral do ano passado.
A regra prevê que “o candidato cujo registro esteja sub judice poderá efetuar todos os atos relativos à campanha eleitoral, inclusive utilizar o horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão e ter seu nome mantido na urna eletrônica enquanto estiver sob essa condição”.
Barbosa diz que a permissão “vai exigir do Judiciário e do Ministério Público muita rapidez no tratamento da matéria” e “vai promover uma guerra jurídica sobre a questão”. Segundo a assessoria do TSE, o artigo 16-A tornou regra uma interpretação recorrente em julgamentos do tribunal.
Integrantes do MCCE (Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral), um dos promotores da “Campanha Ficha Limpa”, também admitem que dificilmente os “fichas-sujas” deixarão de participar das eleições.
Segundo um dos membros do comitê do MCCE, o juiz eleitoral Márlon Reis, o artigo 16-A até pode ter sua validade questionada nos tribunais, mas a legislação relativa aos recursos judiciais no país permite aos “fichas-sujas” buscarem liminares e serem votados em outubro.
Reis diz esperar que decisões finais do STF sobre o tema ocorram pelo menos antes da posse dos eleitos, uma vez que a Lei da Ficha Limpa estabelece prioridade no julgamento dessas causas.
Para o juiz, candidatos “fichas-sujas” amparados por liminares carregarão “um peso extra” nas campanhas e essa condição poderá causar prejuízos eleitorais a eles.
‘FICHA SUJA’ – UM PROBLEMÃO.
Maldita hora, para uns, o aparecimento dessa tal de ‘Ficha Suja’.
Tem candidato que vai ter a sua homologação, no fio da navalha.
Não vão botar grana na campanha, e ficar no meio do caminho, amargando um prejuízo.
E os ‘grupelhos’ e os ‘couro de rato’ que acompanham esse tipo de candidato.
Vão mamar o que, e aonde?
COPA DO MUNDO ELEITORAL.
Um clássico está sendo disputado, e se tornou bastante interessante depois da derrota do Brasil.
É a disputa dos ‘Fichas Sujas’ contra os ‘Fichas Limpas’.
O eleitor deve tomar cuidado, pois se votar num ‘Ficha suja’, pode estar jogando seu voto no lixo.
O QUE É UM TRACKING?
O Datafolha e os trackings nas campanhas
Enviado por luisnassif, sex, 02/07/2010 – 10:21
Tracking é um monitoramento diário feito para sondar movimentos voláteis de opinião pública. No caso das campanhas, são pesquisas telefônicas, que não tem nem o mesmo rigor nem a mesma abrangência das pesquisas de campo. Mas servem para antecipar tendências.
A pesquisa do Datafolha foi precedida de notas informando que os trackings do PSDB haviam apontado reversão súbita na tendência de queda de Serra.
A campanha da Dilma também tem os seus trackings. O de ontem mostrava a distância abrindo para 10 pontos em favor de Dilma – o oposto do PSDB. Instituto Sensus e Vox Populi são taxativos em apontar tendência irreversível de abertura da distância entre Dilma e Serra – inclusive em pesquisas qualitativas. No dia a dia é possível perceber a corrosão da candidatura Serra até nas conversas com setores historicamente anti-dilmistas – como o mercado financeiro.
A JUSTIÇA ELEITORAL TAMBÉM QUER HOLOFOTES.
TSE “verticaliza” a propaganda na TV e depois volta atrás.
Dois dias após adotar uma decisão que impediria a maioria dos candidatos a governador e senador de usar em suas propagandas as imagens dos candidatos à Presidência e do próprio Lula, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) decidiu ontem congelar a medida e rediscuti-la no início de agosto.
O presidente da corte, ministro Ricardo Lewandowski, afirmou que o tema precisa de uma “segunda reflexão” por se tratar de questão “extremamente complexa”.A decisão de terça, tomada em resposta a uma consulta do PPS, determinava uma espécie de verticalização na propaganda eleitoral.
Exemplo: um candidato a governador do PT que tivesse em sua coligação um partido comprometido com outra candidatura presidencial que não a do PT ficaria impedido de usar em sua propaganda a imagem de Dilma Rousseff (PT) ou de Lula.
Em outro caso, um candidato a governador do PSDB que abrigasse em sua chapa um partido com candidato presidencial que não o tucano ficaria impedido de usar em sua propaganda a imagem de José Serra (PSDB).
A verticalização nas eleições foi instituída no pleito de 2002 pela Justiça, mas acabou derrubada em 2006 pelo Congresso.
Ela tinha como princípio obrigar a coerência nas alianças ao proibir partidos adversários na disputa nacional de se coligar nos Estados.A decisão de terça do TSE provocou imediata reação nos partidos, que devem se encontrar com Lewandowski na próxima semana.
Alguns dos candidatos cujas convenções explicitaram a chance de alterações nas alianças até segunda (prazo final de registro das candidaturas na Justiça) avaliam a possibilidade de se livrar de certas uniões, especialmente com pequenos partidos.
No lado petista, os principais candidatos a governador têm pautado as campanhas pela associação a Lula.Aloizio Mercadante (SP), por exemplo, não poderia usar Lula ou Dilma porque sua coligação inclui o PSDC e o PRTB, que lançaram candidatos à Presidência.Os tucanos também teriam problemas. Geraldo Alckmin (SP) tem o PHS, que lançou candidato à Presidência, em sua coligação.
PESQUISA ‘FANTASMA’.
Eu conhecia funcionário fantasma, e fantasmas de outros tipos, mas pesquisa fantasma, é a primeira vez.
Notícias chegadas de Salvador, dão conta que não houve essa tal pesquisa, e que foi um factóide sonhador, plantado pela oposição ao Governo, tentando desestabilizar o processo, e de quebra encher o desfile de 2 de julho, esvaziado pelo jogo do Brasil contra a Holanda, pela Copa do Mundo.
O efeito Serra de fazer trapalhadas está chegando na Bahia.
AS ENCRUZILHADAS DA POLÍTICA.
O PSC numa atitude bastante pragmática, desembarcou da candidatura de José Serra, e em seguida correu para os braços da candidatura Dilma Rousseff.
Até aí tudo bem, mas como fica a situação na Bahia?
Geddel vai liberar o partido aliado por conta do ‘compromisso’ do presidente Eliel Santana.
Vai valer a verticalização, ou a executiva nacional vai intervir na estadual?
A coisa não é tão simples como parece.
CUIDADO COM AS LIDERANÇAS FAJUTAS.
Estão se aproximando as eleições.
E o mercado de lideranças se agita, mas é preciso muito cuidado com os ‘couro de ratos’, que se dizem lideranças.
Principalmente aquelas que pedem dinheiro para consertar o carro de som, enquanto o mesmo está em outro bairro, trabalhando para outro candidato.
Aquelas que todo final de semana chegam com uma ‘espetada’, hora é o botijão de gás que acabou, hora é uma ajuda para o ‘chupa molho’ e fazer intera da feira.
Tem também as que prometem trabalhar nas ‘igrejas’, prometem 19 e só apresentam em 1, assim mesmo vazia de eleitores e fiéis.
Pior são os que pegam assessorias de vereador, mamam o seu dindin e ainda criam usura em cima dos colegas.
Quando perdem a mamata, saem atirando, a espera de encontrar outro incauto que lhe dê boa vida.
COMEÇOU O VALE TUDO.
Vai chegando a hora da campanha política, é nessa hora que os ‘políticos’ sem rumo, sem ética e sem noção, aproveitam para fazer os mais esdrúxulos, os mais espúrios conchavos e conluios.
Vejam esta no Blog do Gusmão.
CARTA FORA DO BARALHO.
Vocês já notaram, que em qualquer análise ou pesquisa, feita por blog, jornal ou qualquer orgão de mídia, Geddel é sempre tratado como uma carta fora do baralho?
Pois é.
Quem manda ser fanfarrão e mentiroso.
Quem manda prometer o que não pode dar.
Cadê a cobertura da Avenida Amélia Amado em Itabuna, na Bahia?
Todos os prefeitos, que foram iludidos com o ‘ouro de tolo’, já estão pulando fora dessa barca furada.
O VÍCIO DO CACHIMBO, DEIXA A BOCA TORTA.
Acostumado com todas as benesses dos governos anteriores, o deputado Heraldo, tinha sempre reeleições garantidas.
Agora a fonte secou, fica vociferando e cacarejando na Assembléia, sem resultado nenhum. De benesses, só dar ‘dormida’ a vereadores do interior quando vão à capital.
Está cada vez mais longe a sua reeleição.
UM OLHO NO PADRE, E O OUTRO NA MISSA.
Já sou bastante escaldado nessas escaramuças do meio político.
Se querem saber a verdade, não acredito que exista vandalismo com os outdoors da Deputada Ângela Sousa, acho uma maneira infantil de se fazer de vitima, num momento fragil da sua tragetória política.
Ví muito disso perto das eleições, tão longe assim é a primeira vez.
Quantos outdoors foram danificados? Cade as fotos? Em quais locais estavam os oudoors?
O mal do sabido é pensar que todo mundo é besta.











