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	<title>O SARRAFO &#187; Economia</title>
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		<title>A CHINA VAI QUEBRAR A ECONOMIA MUNDIAL.</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Dec 2011 19:23:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O Sarrafo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A china vai quebrar a economia mundial1 View more presentations from O Sarrafo Sarrafo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="width:425px" id="__ss_10692337"><strong style="display:block;margin:12px 0 4px"><a href="http://www.slideshare.net/Osarrafo/a-china-vai-quebrar-a-economia-mundial1-10692337" title="A china vai quebrar a economia mundial1">A china vai quebrar a economia mundial1</a></strong><object id="__sse10692337" width="425" height="355"><param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=achinavaiquebraraeconomiamundial1-111226123843-phpapp01&#038;stripped_title=a-china-vai-quebrar-a-economia-mundial1-10692337&#038;userName=Osarrafo" /><param name="allowFullScreen" value="true"/><param name="allowScriptAccess" value="always"/><param name="wmode" value="transparent"/><embed name="__sse10692337" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=achinavaiquebraraeconomiamundial1-111226123843-phpapp01&#038;stripped_title=a-china-vai-quebrar-a-economia-mundial1-10692337&#038;userName=Osarrafo" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" wmode="transparent" width="425" height="355"></embed></object></p>
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		<title>EUROPEUS EM AUTO-DESTRUIÇÃO.</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Nov 2011 22:17:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O Sarrafo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Sarrafo]]></category>

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		<description><![CDATA[Europeus em auto-destruição Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net Por Kuing Yamang A sociedade européia está em vias de se auto-destruir. O seu modelo social é muito exigente em meios financeiros. Mas ao mesmo tempo, os europeus não querem trabalhar. Só três coisas lhes interessam: lazer/entretenimento, ecologia e futebol na TV! Vivem, portanto, bem acima dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3><span style="color: #000000;"><strong><a href="http://www.alertatotal.net/2011/11/europeus-em-auto-destruicao.html" target="_blank"><span style="color: #000000;">Europeus em auto-destruição</span></a></strong></span></h3>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Artigo no Alerta Total – <a href="http://www.alertatotal.net/" target="_blank"><span style="color: #000000;">www.alertatotal.net</span></a></strong></span><br />
<span style="color: #000000;"><strong> Por Kuing Yamang</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>A sociedade européia está em vias de se auto-destruir. O seu modelo social é muito exigente em meios financeiros. Mas ao mesmo tempo, os europeus não querem trabalhar. Só três coisas lhes interessam: lazer/entretenimento, ecologia e futebol na TV! Vivem, portanto, bem acima dos seus meios, porque é preciso pagar estes sonhos de miúdos&#8230;</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Os seus industriais deslocalizam-se porque não estão disponíveis para suportar o custo de trabalho na Europa, os seus impostos e taxas para financiar a sua assistência generalizada.</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Portanto endividam-se, vivem a crédito. Mas os seus filhos não poderão pagar &#8216;a conta&#8217;.</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Os europeus destruíram, assim, a sua qualidade de vida empobrecendo. Votam orçamentos sempre deficitários. Estão asfixiados pela dívida e não poderão honrá-la.</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Mas, para além de se endividar, têm outro vício: os seus governos &#8216;sangram&#8217; os contribuintes. A Europa detém o recorde mundial da pressão fiscal. É um verdadeiro &#8216;inferno fiscal&#8217; para aqueles que criam riqueza.</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Não compreenderam que não se produz riqueza dividindo e partilhando mas sim trabalhando. Porque quanto mais se reparte esta riqueza limitada menos há para cada um. Aqueles que produzem e criam empregos são punidos por impostos e taxas e aqueles que não trabalham são encorajados por ajudas. É uma inversão de valores.</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Portanto o seu sistema é perverso e vai implodir por esgotamento e sufocação. A deslocalização da sua capacidade produtiva provoca o abaixamento do seu nível de vida e o aumento do&#8230; da China!</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Dentro em pouco, &#8216;nós&#8217; (chineses) iremos ultrapassá-los. Eles tornar-se-ão os nossos pobres. Dar-lhes-emos sacos de arroz&#8230;</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Existe um outro cancro na Europa: existem funcionários a mais, um emprego em cada cinco. Estes funcionários são sedentos de dinheiro público, são de uma grande ineficácia e querem trabalhar o menos possível e apesar das inúmeras vantagens e direitos sociais,estão muitas vezes em greve. Mas os decisores acham que vale mais um funcionário ineficaz do que um desempregado&#8230;</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Os europeus vão diretos a um muro e a alta velocidade&#8230;</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Kuing Yamang é professor de economia. Chinês, viveu na França.</strong></span></p>
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		<title>EXPLODIU A GUERRA DO PRÉ-SAL!!!</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Nov 2011 18:26:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O Sarrafo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ao lado do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, Jaques Wagner lidera a mobilização do Nordeste pela divisão dos royalties do Petróleo, enquanto seu colega do Rio, Sérgio Cabral, mobiliza uma multidão em defesa dessa riqueza; quem vence a parada?11 do 11 de 2011 às 10:50 Por Bruna Cavalcanti_Pernambuco 247 O governador do Rio de Janeiro, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3><span style="color: #000000;"><strong>Ao lado do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, Jaques Wagner lidera a mobilização do Nordeste pela divisão dos royalties do Petróleo, enquanto seu colega do Rio, Sérgio Cabral, mobiliza uma multidão em defesa dessa riqueza; quem vence a parada?11 do 11 de 2011 às 10:50</strong></span></h3>
<h3><span style="color: #000000;"><strong>Por Bruna Cavalcanti_Pernambuco 247</strong></span></h3>
<h3><span style="color: #000000;"><strong>O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, voltou a afirmar esta semana que a retirada de recursos dos estados e municípios produtores de petróleo vai contra a Lei de Responsabilidade Fiscal. Enquanto isso, Jaques Wagner (Bahia) e Eduardo Campos (Pernambuco) se unem para defender o Nordeste na partilha dos royalties do pré-sal.</strong></span></h3>
<h3><span style="color: #000000;"><strong>Campos defendeu veementemente o direito da região em participar da distribuição dos royalties: “O Nordeste não aceita que as regras continuem as mesmas”. Wagner, por sua vez, defendeu que a distribuição dos recursos deve levar em consideração o desenvolvimento humano dos estados. A lógica seria a seguinte: quem é menos desenvolvido, ganharia mais.</strong></span></h3>
<h3><span style="color: #000000;"><strong>Os argumentos de cada lado crescem, dificultando a conclusão de quem ganhará esta disputa. Cabral defende que os produtores têm direito adquirido sobre royalties dos campos de petróleo já licitados. Um manifesto levou ontem cerca de 150 mil pessoas às ruas do centro da capital carioca, organizado pelo governo do Estado e por prefeituras de municípios produtores de petróleo, que não só liberaram seus funcionários como garantiram transporte grátis para garantir maior participação dos munícipes.</strong></span></h3>
<h3><span style="color: #000000;"><strong>Nordeste unido</strong></span></h3>
<h3><span style="color: #000000;"><strong><span id="more-37036"></span>No Nordeste, durante reunião do Conselho Deliberativo da Sudene, realizada nesta quinta-feira, os governadores afinavam o discurso em defesa do direito da região por uma fatia dos recursos dos royalties do petróleo. Rápido no discurso, Eduardo Campos não perdeu tempo e se pronunciou sobre as manifestações que tentam barrar, na Câmara dos Deputados, a nova lei que define uma mudança no projeto de distribuição dos recursos. Ele afirmou torcer por uma negociação entre a presidência da República e os governadores do Rio de Janeiro e do Espirito Santo. “O Nordeste não aceita que as regras continuem as mesmas. Esperamos que o diálogo seja possível e que essa questão não seja judicializada, porque se isso acontecer, não saberemos quando e nem como esse assunto será resolvido”, verbalizou Eduardo.</strong></span></h3>
<h3><span style="color: #000000;"><strong>A maioria tinha o mesmo tom conciliador de Campos, mas alguns, como o governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), adotaram um discurso mais radical. “Defendo inclusive a distribuição (dos royalties) inversamente proporcional ao Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Acho que Deus não pensou em capixabas ou paulistas ou nos cariocas, mas sim em todos os brasileiros”, afirmou Wagner. Tanto Eduardo quanto Wagner fizeram questão de ressaltar, no entanto, que os recursos que já fazem parte dos orçamentos dos estados produtores, como Rio de Janeiro, Espiríto Santo e São Paulo, devem ser preservados.</strong></span></h3>
<h3><span style="color: #000000;"><strong>O governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB), afirmou que a questão deve ser votada na Câmara dos Deputados, mesmo que não haja um acordo comum em torno deste assunto. “O petróleo é um produto nacional e não estadual. É inadmissível que uma cidade do Rio de Janeiro, por exemplo, receba mais que todos os Estados ditos não produtores”, afirmou Coutinho.</strong></span></h3>
<h3><span style="color: #000000;"><strong>Para o governador do Piauí, Wilson Martins (PSB), a inclusão do Nordeste nessa divisão é algo que tem de ser trabalhada por todos os governadores nordestinos de forma rigorosa. “Se a gente não bater firme nessas questões do pré-sal, vamos ficar mais uma vez chupando dedo: vendo o trem passar e nos vendo fora dele de novo”, finalizou Martins.</strong></span></h3>
<h3><span style="color: #000000;"><strong>Minas na parada</strong></span></h3>
<h3><span style="color: #000000;"><strong>Até mesmo o secretário de Estado de Desenvolvimento dos Vales do Mucuri, Jequitinhonha e do Norte de Minas Gerais, Gil Vicente, que representou o governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia (PSDB), defendeu a legitimidade da reivindicação: “Minas também faz coro com o Nordeste.” Com a nova legislação, que já foi aprovada no Senado, a parcela dos royalties do petróleo, que cabe aos estados produtores, seria redistribuída entre todos os estados da Federação. O polêmico projeto deve ser votado em 15 dias pela Câmara dos Deputados.</strong></span></h3>
<h3><span style="color: #000000;"><strong>No Rio de Janeiro, Sérgio Cabral disse estar confiante no trabalho dos parlamentares que, segundo previu, entenderão a situação do Estado na hora de analisar o projeto. Cabral lembrou que outros Estados também têm vantagens tributárias próprias. “Nós não queremos discutir nada que já esteja contratado e que seja de direito dos demais Estados da Federação. O Rio de Janeiro é um estado essencialmente democrático. Só que nós não vamos aceitar que peguem recursos do nosso povo. Não vamos aceitar que avancem sobre receitas já garantidas.”</strong></span></h3>
<p><a href="http://www.bahia247.com.br/pt/bahia247/outros/3648/Wagner-versus-Cabral-Nordeste-versus-Sudeste.htm" rel="nofollow">http://www.bahia247.com.br/pt/bahia247/outros/3648/Wagner-versus-Cabral-Nordeste-versus-Sudeste.htm</a></p>
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		<title>VICE DA BAMIN PARTICIPA DE AUDIÊNCIA NA ASSEMBLÉIA.</title>
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		<pubDate>Thu, 19 May 2011 00:53:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O Sarrafo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O vice-presidente executivo da Bahia Mineração, Clovis Torres, voltou à Assembléia Legislativa para informar os deputados sobre o andamento do projeto Pedra de Ferro, que produzirá 19,5 milhões de toneladas por ano na cidade de Caetité, sudoeste da Bahia, e exportará essa produção por um terminal privativo em Ilhéus, sul do Estado. Torres participou de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_29209" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.osarrafo.com.br/v1/wp-content/uploads/Comisso-do-Porto-Sul-Dep.-ngela-Sousa-Dep.-Ivana-Bastos-e-Clvis-Torres.jpg" rel="lightbox[29208]"><img class="size-medium wp-image-29209" title="Comisso do Porto Sul - Dep. ngela Sousa, Dep. Ivana Bastos e Clvis Torres" src="http://www.osarrafo.com.br/v1/wp-content/uploads/Comisso-do-Porto-Sul-Dep.-ngela-Sousa-Dep.-Ivana-Bastos-e-Clvis-Torres-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Comissão do Porto Sul na Assembléia Legislativa da Bahia.</p></div>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>O vice-presidente executivo da Bahia Mineração, Clovis Torres, voltou à Assembléia Legislativa para informar os deputados sobre o andamento do projeto Pedra de Ferro, que produzirá 19,5 milhões de toneladas por ano na cidade de Caetité, sudoeste da Bahia, e exportará essa produção por um terminal privativo em Ilhéus, sul do Estado.</strong></span></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Torres participou de audiência na Comissão Especial do Complexo Intermodal Porto Sul, que é presidida pela deputada Ivana Bastos (PMDB). A sessão contou também com as presenças dos parlamentares Ângela Sousa (PSC), Augusto Castro (PSDB), Maria Del Carmen (PT) e do líder do governo,  Zé Neto (PT).</strong></span></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Torres abordou os investimentos de US$ 1,8 bilhão na implantação da mina e da unidade de beneficiamento de minério de ferro em Caetité, assim como do terminal marítimo em Ilhéus.  Também comentou sobre a iniciativa de capacitar mão-de-obra na região, com o programa Mina de Talentos. A ideia, segundo o vice-presidente, é formar trabalhadores para que pelo menos 60% do pessoal que atuará no  Pedra de Ferro seja residente nas próprias regiões onde o empreendimento será implantado.</strong></span></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>“É uma empresa que chega com um novo conceito, com responsabilidade social e ambiental, e que certamente contribuirá de modo significativo para o desenvolvimento de nosso Estado”, declarou durante a audiência a deputada Ângela. A presidente da Comissão, Ivana Braga, citou a estrutura de captação de água industrial instalada pela Bahia Mineração na região de Malhada.  “O projeto foi aproveitado pela Codevasf para  implementar um sistema de suprimento de água para a população daquela região, que sofre com a escassez desse recurso”, observou a peemedebista.</strong></span></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>O projeto Porto Sul, do qual a Bamin é a empresa-âncora, também foi saudado pelo líder Zé Neto como uma importante ação do Governo da Bahia. “É um projeto estratégico para o nosso Estado e que, se não fosse a parceria com a Bamin, não poderia ser viabilizado”, enfatizou.</strong></span></h3>
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		<title>SÃO PAULO JÁ NÃO É O ESTADO MAIS RICO DO PAÍS.</title>
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		<pubDate>Wed, 11 May 2011 01:19:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O Sarrafo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Clique aqui, e saiba por que.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><strong><a href="http://www.osarrafo.com.br/v1/wp-content/uploads/sao_paulo.gif" rel="lightbox[28863]"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-28866" title="sao_paulo" src="http://www.osarrafo.com.br/v1/wp-content/uploads/sao_paulo-150x150.gif" alt="" width="150" height="150" /></a>Clique <a href="http://www.conversaafiada.com.br/economia/2011/05/04/sp-nao-e-o-estado-mais-rico-era-e-a-a-grande-obra-tucana/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;">aqui</span></a>, e saiba por que.</strong></span></h2>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>NÃO SE PODE NEGAR A INTELIGÊNCIA ÁCIDA DE DELFIM NETO.</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Apr 2011 22:39:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O Sarrafo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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		<description><![CDATA[A urna sempre corrige Delfim Netto5 de abril de 2011 às 17:56h Ao salvar os desonestos das finanças internacionais, Obama feriu metas básicas da economia de mercado: dar dignidade ao lucro honesto e punir as ineficiências. Por Antonio Delfim Netto A economia de mercado não foi inventada. Ela é produto de um processo que começou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1><span style="font-family: Tahoma;">A urna sempre corrige</span></h1>
<h1><span style="color: #000000; font-family: Tahoma; font-size: small;">Delfim Netto</span><span style="color: #000000; font-family: Tahoma; font-size: small;">5 de abril de 2011 às 17:56h</span></h1>
<div><span style="font-family: Tahoma; font-size: medium;"><img title="A urna sempre corrige" src="http://www.cartacapital.com.br/wp-content/uploads/2011/04/ObamaDelfim.jpg" alt="" width="520" height="367" /></span></div>
<div>
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><a href="http://www.cartacapital.com.br/wp-content/uploads/2011/04/ObamaDelfim.jpg" target="_blank" rel="lightbox[27368]"><br />
</a> <span style="font-family: Tahoma; font-size: medium;">Ao salvar os desonestos das finanças  internacionais, Obama feriu metas básicas da economia de mercado: dar  dignidade ao lucro honesto e punir as ineficiências. Por Antonio Delfim  Netto</span></strong></span></div>
</div>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><span style="font-family: Tahoma; font-size: medium;">A economia de mercado  não foi inventada. Ela é produto de um processo que começou há 150 mil  anos, quando os homens abandonaram a África para ocupar o resto da  Terra. Sendo um processo, foi encontrando mecanismos flexíveis para  satisfazer os objetivos sempre mutáveis dos homens. Esses, lentamente,  transcenderam às suas necessidades materiais. É esse caminho da  “humanização” do homem, a rigor explorado apenas nos últimos 300 anos,  que permitiu sextuplicar a população mundial; que aumentou em mais de  sete vezes a disponibilidade per capita de bens e serviços; e aumentou  (graças à ciência e à tecnologia) sua expectativa de vida ao nascer, de  35 para 70 anos.</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><span style="font-family: Tahoma; font-size: medium;"><span id="more-27368"></span>É claro que essa  organização está longe de ser plenamente satisfatória, mesmo porque,  sendo um processo, a cada momento criam-se novas “necessidades”: a  civilização sempre exige mais civilização… Ela está longe de ser  perfeita e terminada, mas todas as opções construídas por cérebros  peregrinos que imaginaram construir a “sociedade perfeita”, habitada  pelo “homem perfeito”, fracassaram miseravelmente. O século XX é um  cemitério dessas aventuras. O século XXI promete mais alguns cadáveres…</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><span style="font-family: Tahoma; font-size: medium;">Os economistas estão  sempre atentos a relações entre eventos e, quando as encontram, inventam  histórias para “explicá-las”. Uma história que tem sobrevivido desde  Adam Smith (que esclarece bem o caso da Holanda e da Inglaterra) é que  aquela “economia de mercado” só aparece e se desenvolve quando a  sociedade aceita e dá dignidade à atividade exercida pelos que têm  iniciativa e os benefícios de suas “inovações” podem ser apropriados por  eles. Isso, obviamente, exige um Estado Indutor com mãos leves e  amigável com relação a eles.</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><span style="font-family: Tahoma; font-size: medium;">Certamente, isso explica  melhor do que as “funções de produção” o fenomenal desenvolvimento da  China a partir de 1978 e da Índia a partir de 1991. Os fatores de  produção (terra, mão de obra e capital) e as funções de produção  inventadas pelos economistas já estavam lá em estado latente há dezenas  de anos e a produtividade total dos fatores, medida estatisticamente,  era muito próxima de zero. O que faltava era um Estado Indutor que: 1.  Respeitasse e dignificasse a atividade do setor privado. 2. Libertasse o  “espírito animal” dos empresários para utilizar e dar mais  oportunidades de progresso à mão de obra. 3. Garantisse que cada um  poderia se apropriar dos benefícios de sua iniciativa.</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><span style="font-family: Tahoma; font-size: medium;">O mesmo fenômeno talvez  se repita na República Russa, onde o governo promete remover o “entulho”  que sobrou depois da queda da URSS, quando a transferência da atividade  estatal para o setor privado foi entregue aos feudos do velho Partido  Comunista. Houve, até agora, simples transferência da ineficiência  estatal para uma cleptocracia, que destruiu até os setores tecnológicos  de ponta do país. Diante da necessidade imposta pelo resultado das  eleições de 2012, Vladimir Putin apela para uma reabilitação moral da  atividade econômica privada. A nova “meta” é dar dignidade ao lucro  honestamente obtido e libertar o espírito empreendedor pela ampliação da  competição; privatizar 50 bilhões de dólares de ativos (inativos) que  estão nas mãos do Estado (vender até mesmo os hotéis e times de  futebol); cortar as asas dos oligopólios (que estão ainda nas mãos de  velhos companheiros da KGB); estimular a abertura de novos investimentos  diminuindo a burocracia; diminuir a dependência do setor energético,  com fontes alternativas ao petróleo; proteger com tarifas e estimular,  com subsídios, os setores automotivos e aeroespacial, a agricultura e  diversificar a exportação de petróleo.</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><span style="font-family: Tahoma; font-size: medium;">Para quem ainda tem  dúvida de que é fundamental o respeito à dignidade da atividade  industrial de bens e serviços (que nada tem a ver com os predadores  financeiros), basta observar os movimentos de Barack Obama também diante  da ameaça das urnas, buscando apressadamente a reaproximação com o  setor real da economia americana. Seu maior erro foi a pirueta inicial  para agradar os democratas: salvar os desonestos do sistema financeiro  internacional que produziram a crise, sob as vistas complacentes das  autoridades monetárias, à custa de 17 milhões de desempregados que  ganhavam a vida honestamente. Como os EUA já deviam saber, a URNA  corrige o excesso do falso tecnicismo econômico. Às vezes com algum  atraso, mas antes tarde…</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><span style="font-family: Tahoma; font-size: medium;"><em>Foto: Valery Hache/AFP</em></span></strong></span></p>
<div><span style="font-family: Tahoma; font-size: medium;"><img src="http://1.gravatar.com/avatar/fd4b7cbe4505d4a32b3d9fe5054dc43f?s=50&amp;d=http://1.gravatar.com/avatar/ad516503a11cd5ca435acc9bb6523536?s%3D50&amp;r=G" alt="" width="50" height="50" /> </span></div>
<h4><span style="font-family: Tahoma; font-size: medium;">Delfim Netto é economista, formado pela USP e professor de Economia, foi ministro de Estado e deputado federal.</span></h4>
]]></content:encoded>
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		<title>JOSIAS GOMES REÚNE-SE COM LIDERANÇAS DE RIO DE ENGENHO ILHEUS.</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Apr 2011 21:53:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O Sarrafo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
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		<description><![CDATA[&#160; Josias Gomes reúne-se com lideranças de Rio de Engenho, e encaminha reivindicações. O deputado Josias Gomes, do PT da Bahia,  reuniu-se, agora, no final da manhã deste domingo, 03, com lideranças Associação dos Moradores e Agricultores do Rio do Engenho e adjacências (Amarea). Rio do Engenho é um dos principais pontos turísticos do município [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<div id="attachment_26982" class="wp-caption aligncenter" style="width: 434px"><a href="http://www.osarrafo.com.br/v1/wp-content/uploads/foto-Rio-de-Engenho1.jpg" rel="lightbox[26981]"><img class="size-full wp-image-26982" title="foto Rio de Engenho1" src="http://www.osarrafo.com.br/v1/wp-content/uploads/foto-Rio-de-Engenho1.jpg" alt="" width="424" height="318" /></a><p class="wp-caption-text">Deputado josias Gomes e lideranças do Rio de Engenho.</p></div>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Josias Gomes reúne-se com lideranças de Rio de Engenho, e encaminha reivindicações.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>O deputado Josias Gomes, do PT da Bahia,  reuniu-se, agora, no final da manhã deste domingo, 03, com lideranças Associação dos Moradores e Agricultores do Rio do Engenho e adjacências (Amarea). Rio do Engenho é um dos principais pontos turísticos do município de Ilhéus, na região cacaueira, com diversos sítios históricos e arqueológicos.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>No encontro com as lideranças da Amorea, Josias recebeu uma série de reivindicações, que pretende encaminhar junto ao poder público. Os pequenos agricultores querem a melhoria da estrada Banco da Vitória-Maria Jape-Rio do Engenho-Santo Antônio, com cascalhamento e rebaixamento de duas ladeiras . Também reivindicam a construção de uma agroindústria para beneficiar a produção de frutas.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Preocupados com o processo natural de desova dos peixes, eles querem a construção da escada da piracema, para a subida dos peixes, no rio. Enfim, a transformação da Amorea em entidade de utilidade publica.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>“Vou continuar com esses encontros que reúnem sempre aqueles que sentem diretamente as necessidades do dia a dia, e suas dificuldades, sempre buscando solucionar as questões levantadas pelos companheiros, junto aos órgãos competentes”, afirmou o parlamentar petista.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Na opinião do produtor Ronaldo Santana, entusiasta da potencialidade da região, e de seus encantos turísticos, a reunião “foi ótima, já que o deputado ouviu as reivindicações de lideranças de Maria Jape, Rio do Engenho, Barro Branco, todas elas voltadas a potencializar a capacidade produtiva da região, especialmente com relação ao desenvolvimento do turismo e ao beneficiamento e escoamento da produção”.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong><span id="more-26981"></span>Santana destacou a produção de cacau, cupuaçu, graviola, açaí, banana, palmito de pupunha, na parte agrícola, e a existência de uma grande preocupação local com o chamado turismo ambiental.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Segundo o site da Ceplac, atualmente o Rio do Engenho é um dos principais pontos turísticos da cidade de Ilhéus. Além de possuir paisagem cênica, este povoado possui grande importância cultural devido à presença de monumentos construídos antes de 1550, tombados pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN. Este patrimônio é constituído pelas ruínas do engenho de Sant’Ana, um dos primeiros engenhos de cana-de-açúcar no Brasil, e pela capela de N. Sra. de Santana, a terceira capela rural mais antiga do país.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Existem vários passeios a barco que percorrem o Rio de Engenho. Estes passeios possibilitam uma bela visão dos ecossistemas estuários, em especial do manguezal, com sua rica fauna e flora. Os roteiros turísticos incluem as opções de trilhas, visitas a fazendas típicas da região, aos manguezais e restaurantes com comidas tradicionais.</strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><strong> </strong></span></p>
<p><strong></p>
<div id="attachment_26983" class="wp-caption aligncenter" style="width: 570px"><a href="http://www.osarrafo.com.br/v1/wp-content/uploads/foto-Rio-de-Engenho-2.jpg" rel="lightbox[26981]"><img class="size-full wp-image-26983 " title="foto Rio de Engenho 2" src="http://www.osarrafo.com.br/v1/wp-content/uploads/foto-Rio-de-Engenho-2.jpg" alt="" width="560" height="420" /></a><p class="wp-caption-text">Josias falando aos moradores da comunidade.</p></div>
<p></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>CHINESES VÃO INVESTIR R$4 BILHÕES NO BENEFICIAMENTO DE SOJA NA BAHIA.</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Mar 2011 08:57:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O Sarrafo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Complexo Intermodal]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Progresso]]></category>
		<category><![CDATA[Utilidade Publica]]></category>

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		<description><![CDATA[Complexo Intermodal Porto Sul atrai novos investimentos para o Estado Sábado, 19 de março de 2011 Grupo chinês vai investir R$ 4 bilhões no beneficiamento de soja na Bahia: Grupo chinês anuncia investimentos na Bahia Créditos: Carol Garcia / Agecom/BA -Depois de dois anos de estudos de viabilidade econômica, o grupo chinês Chongqing vai se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Complexo Intermodal Porto Sul atrai novos investimentos para o Estado</strong></span></h3>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Sábado, 19 de março de 2011</strong></span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Grupo chinês vai investir R$ 4 bilhões no beneficiamento de soja na Bahia: Grupo chinês anuncia investimentos na Bahia</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Créditos: Carol Garcia / Agecom/BA -Depois de dois anos de estudos de viabilidade econômica, o grupo chinês Chongqing vai se instalar na Bahia e anunciou investimentos de R$ 4 bilhões no município de Barreiras, a 880 quilômetros de Salvador, no Oeste baiano. Ontem (18/03/11), em Salvador, a comitiva chinesa esteve reunida com representantes do governo estadual. No encontro, realizado na sala de reuniões da Agência de Fomento do Estado da Bahia (Desenbahia), o secretário da Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária, Eduardo Salles, representou o governador Jaques Wagner.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Na oportunidade, Salles reiterou a disponibilidade do Estado em dar condições para que o Chongqing inicie a construção da indústria de beneficiamento de soja. &#8220;Vocês escolheram a melhor região do Brasil para realizar o empreendimento. Temos ali os maiores índices de produção do mundo. São mais de 1 milhão de hectares de área plantada de soja&#8221;.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span id="more-26337"></span> <strong>Segundo o secretário, em 2010, a Bahia ampliou a relação com a China, inclusive com a instalação de um escritório naquele país. &#8220;Nos últimos anos, realizamos várias visitas à China, com a intenção de estimular esse comércio bilateral&#8221;.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Em 11 de abril de 2011, o governador Jaques Wagner acompanha a presidente Dilma Rousseff em viagem oficial à China. &#8220;Será uma oportunidade para assinarmos o protocolo de intenções. O governador se prontificou em encontrar com os representantes do grupo durante a viagem&#8221;, explicou o secretário.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> <strong>Os itens que vão compor o protocolo de intenções serão ajustados pelo superintendente de Indústria e Mineração, Paulo Guimarães, da Secretaria da Indústria, Comércio e Mineração da Bahia (Sicm), e pelo subgerente-geral do Chongqing, Wang Jianjun.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> <strong>&#8220;O próximo passo será a apresentação, por parte da empresa, no formato padrão do Estado, dos dados efetivos do projeto, como o número de empregos gerados, para que possamos montar o protocolo. O tipo de incentivo fiscal que eles têm direito por lei já está definido. Para que eles tenham direito à redução de impostos na importação de equipamentos, é preciso a assinatura do protocolo&#8221;, disse o representante da Sicm.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> <strong>O presidente do Chongqing, Hu Julie, afirmou que já esteve reunido com o governador em duas ocasiões. &#8220;Com o apoio das secretarias estaduais e da Prefeitura de Barreiras, nosso projeto está andando muito bem&#8221;.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Para o empresário chinês, os projetos contemplam várias áreas do agronegócio, como o processamento (beneficiamento) de alimentos, armazenagem de grãos e logística. &#8220;Para atingir nossa meta, construiremos um polo industrial em Barreiras com capacidade de esmagar 1,5 milhão de toneladas, refinar 300 mil toneladas e armazenar 400 mil toneladas de grãos&#8221;.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Durante a reunião, a prefeita de Barreiras, Jusmari Oliveira, confirmou a doação de um terreno para construção do complexo industrial. &#8220;Estamos disponibilizando uma área de 100 hectares fora da zona industrial de Barreiras. Escolhemos um local que não ficasse totalmente fora da cidade, mas também próximo da ferrovia. Nossa ideia é fazer dessa nova área um novo distrito industrial de Barreiras&#8221;.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>COMPLEXO INTERMODAL PORTO SUL</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> <strong>Indagado pelos executivos chineses sobre a logística para o escoamento dos produtos, o secretário da Indústria Naval e Portuária da Bahia, Carlos Costa, falou do empenho do Estado para viabilizar o Complexo Intermodal Porto Sul, que inclui a Ferrovia Oeste-Leste. &#8220;O Estado está preocupado com o desenvolvimento do Oeste baiano. Estamos trabalhando para implantar a primeira etapa da estrada de ferro que liga a região&#8221;.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>A prefeita de Barreiras declarou que o projeto vai contemplar os pequenos produtores rurais. &#8220;Esse empreendimento muda totalmente a realidade econômica e social da nossa região. Os agricultores poderão ampliar suas áreas de produção, uma vez que o grupo vai investir recursos em financiamento de produção e garantir a comercialização&#8221;.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Segundo ela, inicialmente, serão gerados 300 empregos diretos, e quando estiver em pleno funcionamento, dentro de dois anos, poderá chegar a mil empregos diretos.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>&#8220;É um investimento que atrai outros. Onde a China investe, outros países também querem investir. Com a notícia que demos do investimento do Chongqing no Brasil, fomos procurados pelo Royal Group, dos Emirados Árabes. O Brasil tem buscado investimentos chineses, e a Bahia sai na frente com esse investimento de tamanha envergadura&#8221;, ressaltou Jusmari. O presidente da Desenbahia, Alberto Petitinga, também participou da reunião.</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> <strong>FONTE Agência de Comunicação da Bahia</strong></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>HOTELEIROS QUE NÃO ENXERGAM PELO RETROVISOR.</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Jan 2011 18:00:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O Sarrafo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Informação]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Classe C já troca casa de parente por hotel, diz executivo da Accor Nova classe média é &#8216;bola da vez&#8217; também no setor hoteleiro. Maior rede de hotéis no país prevê inaugurar 16 novas unidades em 2011. Darlan Alvarenga Do G1, em São Paulo Gilles Gonzales, diretor da Accor América Latina. (Foto: Darlan Alvarenga/G1) A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h5></h5>
<h2><span style="color: #000000;">Classe C já troca casa de parente por hotel, diz executivo da Accor</span></h2>
<h2><span style="color: #000000;">Nova classe média é &#8216;bola da vez&#8217; também no setor hoteleiro.<br />
</span></h2>
<h3><span style="color: #000000;">Maior rede de hotéis no país prevê inaugurar 16 novas unidades em 2011.</span></h3>
<div>
<div>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Darlan Alvarenga Do G1, em São Paulo</strong></span></p>
</div>
<div><span style="color: #000000;"><strong><a title="Imprimir" href="http://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/2011/01/classe-c-ja-troca-casa-de-parente-por-hotel-diz-executivo-da-accor.html#"><br />
</a></strong></span></div>
</div>
<div style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><strong><img class="aligncenter" title="Accor  Gilles Gonzales" src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2011/01/10/accor400.jpg" alt="Accor  Gilles Gonzales" width="240" height="320" /></strong><strong> </strong></span></div>
<div style="text-align: center;"><span style="color: #000000;"><strong>Gilles Gonzales, diretor da Accor América Latina.<br />
(Foto: Darlan Alvarenga/G1)</strong></span></div>
<p><span style="color: #000000;"><strong>A classe C é a bola da vez também no setor hoteleiro. Investimentos em hotéis econômicos, com diária média de R$ 100, são a aposta da francesa Accor, maior rede de hotelaria do Brasil, para mudar o velho hábito de se hospedar em casas de parentes ou amigos durante viagens.</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>“As pessoas estão viajando cada vez mais e a expectativa da classe média é sempre por algo melhor. Então é preciso oferecer o que eles procuram: mais conforto, qualidade e preços justos”, afirma Gilles Gonzales, diretor de Desenvolvimento Accor América Latina. “Hoje a classe C já tem renda suficiente para se hospedar num hotel, e o hábito de ficar em casa de parente já está mudando”.</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>A rede, que reúne as marcas Sofitel, Pullman, Novotel, Mercure, Ibis e Formule 1, administra hoje 144 unidades no país e prevê inaugurar 16 novos hotéis no Brasil em 2011. O plano é chegar a 224 até 2015, sendo a maioria hotéis de custo baixo e serviços enxutos. O foco é a expansão das duas marcas econômicas da rede: Ibis e Formule 1.</strong></span><strong> </strong></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong><span id="more-23143"></span>A bandeira Ibis tem hoje 53 hotéis em funcionamento no país e outros 43 com contrato assinado para a construção. Para a marca Formule 1, a expectativa é abrir 100 novas unidades até 2018 com o lançamento de franquias para cidades secundárias, de 100 mil a 500 mil habitantes.</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>A projeção que o Brasil ganhou no exterior depois de conquistar o direito de sediar a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016 tem ajudado a aumentar o movimento de turistas no país e a atrair novos investimentos. Só no Rio de Janeiro, a Accor tem hoje 7 empreendimentos em construção, num total de R$ 172 milhões em investimentos.</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>A Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH) estima que nos últimos dois anos a taxa de crescimento no setor foi de cerca de 15% para hotelaria de rede ou de hotéis administrados por redes e bandeiras, e de 6 a 8% por ano na hotelaria independente. Segundo a entidade, o setor reúne cerca de 27.500 meios de hospedagem, entre hotéis, pousadas, flats, albergues e alojamentos, e movimenta cerca de R$ 24,8 bilhões por ano.</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Grupo vai abrir mais hotéis no Brasil do que na China e na Índia</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>O Brasil é a prioridade da Accor na América Latina, onde a rede está presente em 8 países, com cerca de 165 hotéis. “Nosso plano até 2015 é multiplicar por dois nossa plataforma na América Latina e chegar a 308 hotéis. E a participação do Brasil nessa expansão chega a 80%”, diz Gonzales.</strong></span><strong> </strong></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Em 2010, dos 12 empreendimentos inaugurados na América Latina, 8 foram no Brasil. Para 2011, das 18 novas unidades previstas na região, 16 são no Brasil. O número inaugurações da rede no país será maior que na China e Índia, onde a previsão de abertura é, respectivamente, 15 e 13 novos hotéis. Não por acaso São Paulo e Xangai foram os destinos escolhidos para a primeira viagem para fora da Europa do novo presidente global da Accor, Denis Hennequin, que chega essa semana ao Brasil.</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>De acordo com Gilles Gonzales, o que mais tem pesado na aceleração do plano de expansão da rede no país é o crescimento da demanda interna e a ascensão da classe C. “Nos últimos anos, mais de 25 milhões de brasileiros entraram na classe C. Para os próximos 5 anos, as previsões são que mais 25 milhões entrarão”, diz.</strong></span></p>
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		<item>
		<title>É PRECISO COMPREENDER QUE O TEMPO DA ESBÓRNIA, PASSOU.</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Dec 2010 21:27:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O Sarrafo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Aquele tempo de tomar dinheiro e não pagar, está acabando Não me venham com aquele velho e manjado &#8216;chavão&#8217;, que a lavoura cacaueira desenvolveu a região. Desenvolveu sim, uma parte, mas numa fragilidade tão grande, que quando veio a &#8216;vassoura de bruxa&#8217;, deixou todo mundo de pires na mão, com as calças rasgadas e a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3><span style="color: #000000;"><strong>Aquele tempo de tomar dinheiro e não pagar, está acabando</strong></span></h3>
<h3><span style="color: #000000;"><strong>Não me venham com aquele velho e manjado &#8216;chavão&#8217;, que a lavoura cacaueira desenvolveu a região. Desenvolveu sim, uma parte, mas numa fragilidade tão grande, que quando veio a &#8216;vassoura de bruxa&#8217;, deixou todo mundo de pires na mão, com as calças rasgadas e a bunda de fora.</strong></span></h3>
<h3><span style="color: #000000;"><strong>Eu assisti a tudo.</strong></span></h3>
<h3><span style="color: #000000;"><strong>Leia mais no <a href="http://www.jornalbahiaonline.com.br/index.asp?noticia=9865"><span style="color: #0000ff;">JBO</span>.</a><br />
</strong></span></h3>
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		<title>LULA CIDADÃO DO MUNDO.</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Dec 2010 21:21:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O Sarrafo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[Económico com Lusa 03/12/10 15:05 O Brasil irá fazer o &#8220;esforço que estiver ao seu alcance&#8221; para ajudar Portugal a sair mais rápido da crise, garantiu hoje Lula da Silva. &#8220;Nós iremos fazer o esforço que estiver ao nosso alcance para ajudar Portugal a sair mais rápido desta crise&#8221;, disse Lula da Silva, num encontro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Económico com Lusa</em><br />
<em>03/12/10 15:05</em><br />
<img src="http://economico.sapo.pt/public/uploads/articles/foto_foco/lula18_DESTAQUE.jpg" alt="Brasil fará o " /><strong> </strong></p>
<div><strong><span style="font-size: small;">O Brasil irá fazer o &#8220;esforço que estiver ao  seu alcance&#8221; para ajudar Portugal a sair mais rápido da crise, garantiu  hoje Lula da Silva.</span></strong></div>
<p><strong></strong><br />
<strong>&#8220;Nós iremos fazer o esforço que estiver ao nosso alcance para  ajudar Portugal a sair mais rápido desta crise&#8221;, disse Lula da Silva,  num encontro com a imprensa estrangeira, ao defender que este é o  &#8220;momento dos países emergentes&#8221;.</strong><br />
<strong></strong><br />
<strong>Questionado pela imprensa estrangeira sobre o papel do Brasil no  diálogo da América do Sul com Espanha e Portugal à margem da cimeira  que começa hoje na Argentina, Lula da Silva declarou ser um momento de  &#8220;orgulho&#8221; para as nações latino-americanas.</strong><br />
<strong></strong><br />
<strong>&#8220;Ao mesmo tempo, é uma reunião em que participamos orgulhosos.  Argentina, Brasil, Uruguai, por exemplo. Todas as economias da América  do Sul estão a crescer&#8221;, garantiu.</strong><br />
<strong></strong><br />
<strong>O chefe de Estado brasileiro considerou a crise enfrentada pelos países europeus como &#8220;passageira&#8221;.</strong><br />
<strong></strong><br />
<strong>&#8220;Portugal e Espanha, embora estejam a viver um momento adverso  nas suas economias, são dois países que têm uma estrutura do ponto de  vista social estável. Não há possibilidade de imaginarmos Portugal e  Espanha voltarem a ser países pobres como eram há 30 anos. São dois  países que conquistaram uma estatura de países pequenos, mas com status  social avançado&#8221;, admitiu o Presidente.</strong><br />
<strong></strong><br />
<strong>Segundo Lula da Silva, &#8220;esta crise é passageira&#8221;, mas alertou  que a Europa &#8220;tem que tomar cuidado, os países mais ricos devem ajudar  os países menores&#8221;.</strong><br />
<strong></strong><br />
<strong>Sobre a cimeira em Mar del Plata, na Argentina, Lula da Silva  afirmou que Portugal e Espanha &#8220;devem estar muito felizes por ver que na  América do Sul há um crescimento extraordinário entre todos os países&#8221;.</strong><br />
<strong></strong><br />
<strong>Segundo o Presidente, este &#8220;é o momento dos países emergentes,  na medida em que todos nós estamos a fortalecer nosso mercado interno&#8221;.</strong><br />
<strong></strong><br />
<strong>Lula da Silva referiu ainda o maior espaço que existe para investimentos de empresas portuguesas e espanholas no Brasil.</strong><br />
<strong></strong><br />
<strong><span id="more-21250"></span>&#8220;Agora começa a haver investimentos importantes do Brasil em  Portugal também. Estamos a fazer acordo da Portugal Telecom com a OI,  Petrobras e Galp estão a discutir&#8221;, salientou.</strong><br />
<strong></strong><br />
<strong>Segundo Lula da Silva, essas relações são &#8220;extremamente importantes&#8221; para a economia da Europa e do Brasil.</strong><br />
<strong>O Presidente disse ainda que o ministro das Finanças português,  Fernando Teixeira dos Santos, irá ao Brasil para conversar com o seu  homólogo brasileiro, Guido Mantega, para analisar como o Brasil &#8220;pode  ajudar mais no investimento em Portugal&#8221;.</strong><br />
<strong></strong><br />
<strong>Em tom de brincadeira, Lula da Silva referiu que quando fala  sobre crescimento do Brasil nas reuniões do G20, &#8220;ninguém acredita&#8221;.</strong><br />
<strong></strong><br />
<strong>&#8220;Quando eu disse que até 30 de outubro a gente tinha criado 2,4  milhões de empregos formais ninguém acreditou, é tanto emprego, numa  situação em que a Europa está a ter um desemprego muito grande&#8221;.</strong><br />
<strong></strong><br />
<strong>A Cimeira Ibero-Americana também representa um momento  importante, não apenas para Lula da Silva, que se despede das cimeiras,  uma vez que deixa o cargo no final do ano, sucedendo-lhe Dilma Rousseff,  mas para manter os &#8220;laços históricos com Portugal e a outra parte da  América do Sul que tem com Espanha&#8221;.</strong></p>
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		<title>SECRETARIA DE AGRICULTURA &#8211; BAHIA PESCA.</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Dec 2010 15:11:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O Sarrafo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Pesca]]></category>
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		<description><![CDATA[Indústrias pesqueiras desejam investir na Bahia O aumento da produção de pescado na Bahia (57% em quatro anos) e seu potencial de crescimento têm despertado o interesse de empresários de diversas partes do mundo em investir no estado. Para atrair estes empreendimentos, dirigentes da Bahia Pesca (empresa vinculada à Secretaria de Agricultura do Estado da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;"><strong>Indústrias pesqueiras desejam investir na Bahia</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong><em> </em></strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>O aumento da produção de pescado na Bahia (57% em quatro anos) e seu potencial de crescimento têm despertado o interesse de empresários de diversas partes do mundo em investir no estado. Para atrair estes empreendimentos, dirigentes da Bahia Pesca (empresa vinculada à Secretaria de Agricultura do Estado da Bahia – Seagri) estiveram na Feira Internacional de Pesca e Aquicultura, realizada em Itajaí (SC), e fizeram contatos com os gestores de indústrias, estaleiros e comerciantes.</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Entre as empresas que declararam o desejo de atuar na Bahia estão o estaleiro argentino SPI; algumas das maiores indústrias do Brasil, como a Femepe, Viltalmar e a Leardini (que já está em entendimento com o Governo da Bahia para a implantação de uma unidade no estado); além da paulista Escamaforte e da paranaense Alevinus.</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>“Em conjunto com o Sindicato das Indústrias da Pesca de Itajaí e Região (Sindipi) nos comprometemos a receber, em janeiro, uma delegação de empresários catarinenses, na Bahia. Assim eles poderão ver pessoalmente as oportunidades existentes”, afirma o presidente da Bahia Pesca, Isaac Albagli. O Sindipi tem mais de 260 associados. “O trabalho feito pela Bahia Pesca na aqüicultura não tem igual no Brasil ou na América do Sul”, afirmou o presidente do Sindicato, Dario Vitali.</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Estaleiro argentino</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong><span id="more-21246"></span>A construção, na Bahia, de um estaleiro especializado em embarcações de pesca faz parte do conjunto de negócios em formatação. Representantes da <em>Servicios Portuarios Integrados</em> (SPI), da Argentina, visitarão a Bahia em janeiro. A empresa possui unidades em quatro cidades argentinas e planeja a abertura de mais uma, no Brasil. De acordo com o presidente da Bahia Pesca, é grande a chance de o local escolhido ser a Bahia. A SPI é a indústria naval que mais cresce no país andino.</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong> </strong><strong> </strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Produção de tilápias </strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>O lago de sobradinho foi o local escolhido pela empresa Alevinus para a produção de alevinos, engorda e abates de tilápias; produção ração para peixes e construção de tanques-redes. As ações serão desenvolvidas em parceria com a Bahia Pesca. O projeto visa atender aos produtores de tilápia de Sobradinho, Sento Sé e Casa Nova. “A Bahia Pesca doará parte desta produção para os pequenos agricultores familiares da região, dentro do nosso projeto de povoamento de aguadas públicas”, explica Albagli.</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Outra vantagem será a redução no custo da ração. “A alimentação dos animais corresponde a até 70% dos custos de produção. Por enquanto esta ração vem do sul do país, e chega na Bahia com um valor muito alto, por causa do frete”, conta o diretor da Alevinus, Tercílio Nogueira. O empreendimento terá capacidade de produzir mais de dois milhões de alevinos por ano e dez mil toneladas de ração.</strong></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>COMO É IMPORTANTE UMA FERROVIA.</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Nov 2010 20:12:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O Sarrafo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ferrovia]]></category>
		<category><![CDATA[Publicações]]></category>
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		<category><![CDATA[Valec]]></category>

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		<description><![CDATA[Problemas estruturais tiram competitividade do agronegócio Transportar o algodão do oeste da Bahia é um dos maiores problemas hoje para os produtores do estado Os números são auto-explicativos e traduzem a falta de infraestrutura e logística do Brasil para atender à demanda do setor de agronegócios: para transportar o algodão do oeste da Bahia até [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;"><strong>Problemas estruturais tiram competitividade do agronegócio</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Transportar o algodão do oeste da Bahia é um dos maiores problemas hoje para os produtores do estado</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Os números são auto-explicativos e traduzem a falta de infraestrutura e logística do Brasil para atender à demanda do setor de agronegócios: para transportar o algodão do oeste da Bahia até o porto de Santos, os empresários pagam US$ 0,08 por libra-peso (unidade-padrão utilizada pelo mercado) por tonelada. De Santos até Xangai, na China, Paquistão ou a Indonésia, o preço por tonelada cai para US$ 0,04.</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>&#8220;Ainda assim, somos muito competitivos, mas não sabemos até quando, porque os problemas estruturais são muito grandes&#8221;, disse Walter Horita, presidente da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba ).</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>A economista Amaryllis Romano, da Tendências Consultoria, disse que a falta de investimentos públicos em setores essenciais &#8220;emperra o desenvolvimento do país&#8221;.</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Transportar o algodão do oeste é um dos maiores problemas hoje para os produtores &#8220;Temos muitos projetos, mas as obras não saem do papel ou andam lentamente. Sem planejamento estratégico o Brasil perde receita e os empresários, rentabilidade e competitividade&#8221;, acrescentou a economista.</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong><span id="more-21101"></span>Executivo de Relações Institucionais e Competitivas da Suzano Papel e Celulose, Jorge Cajazeira também cobra obras do governo federal. &#8220;Nossas exportações são feitas pelo Espírito Santo porque o </strong><strong>porto de Salvador está muito distante de nossa empresa (a Suzano está em Mucuri, a 985 quilômetros de Salvador) e o porto de Ilhéus está operando no limite de sua capacidade&#8221;, disse.</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>E acrescenta : &#8220;Para complicar ainda mais, o transporte da celulose até o Espírito Santo é feito por caminhões, o que encarece o frete. O ideal seria usar ferrovias&#8221;. Para Walter Horita, uma ferrovia ligando o oeste da Bahia a Salvador seria suficiente para reduzir o preço do frete do algodão de US$ 0,08 para US$ 0,025 de libra-peso por tonelada.</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>&#8220;Existem empresários estrangeiros interessados em investir muito no Brasil. Dinheiro não falta, mas, primeiro, o governo precisa oferecer segurança jurídica para atrair os investimentos&#8221;.</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>O presidente da Aiba criticou os órgãos responsáveis pela concessão de licenças para empreendimentos. &#8220;A licença ambiental é o fantasma dos empresários porque a medida sai do racional e entra no campo ideológico&#8221;.</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Aeroportos Segundo a economista Amaryllis Romano, a falta de infraestrutura no Brasil ganhou repercussão internacional. Ela lembrou que, recentemente, a Associação Internacional de Transporte Aéreo classificou como &#8220;inadequada&#8221; a infraestrutura aeroportuária para atender a grandes eventos. &#8220;O problema é generalizado e o Brasil precisa de solução rápida para não perder o bonde da história&#8221;.</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>O governo da Bahia informou que tem investido em logística e infraestrutra, com obras que vão desde a ampliação, em 40 mil metros quadrados, da área contígua ao porto de Salvador, à pavimentação de rodovias e intervenções em aeroportos.</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>O presidente da Companhia Docas do Estado da Bahia (Codeba), José Rebouças, disse que, com a expansão, o movimento no porto terá um acréscimo de 25%.</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Em relação aos aeroportos, o governo informou que dos 78 terminais administrados pelo Departamento de Infraestrutura de Transportes da Bahia (Derba), ao menos 32 serão beneficiados por melhorias. As obras incluem a restauração total do terminal de passageiros e da pista de pouso e decolagem.</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Novas rotas para escoar a produção</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Outro projeto do governo baiano para melhorar o escoamento de produtos no estado é o Complexo Logístico Intermodal </strong><strong>Porto Sul, um empreendimento que, quando estiver concluído, pretende integrar o sul da Bahia a uma nova rota de desenvolvimento sustentável, estimulando o turismo, gerando empregos, negócios e ativos ambientais para toda região.</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>O Complexo </strong><strong>Porto Sul engloba um terminal portuário público, o novo Aeroporto Internacional de Ilhéus, e o terminal portuário da </strong><strong>Ponta da Tulha, de uso privativo da </strong><strong>Bahia Mineração. Por meio de sua assessoria, o governo da Bahia informou que outra obra que está sendo executada, a reestruturação do sistema de rodovias BA-093, vai provocar um forte impacto econômico na região metropolitana de Salvador, abrindo espaço para novos investimentos e empregos.</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Pelos dados da Secretaria Estadual da Fazenda, o sistema, que compreende nove rodovias, é o caminho para o escoamento de uma produção que corresponde a 60% do PIB baiano. Ainda em relação às obras de infraestrutura, a administração estadual acrescentou que a hidrovia do São Francisco receberá investimentos do PAC 2, que inclui a construção de estaleiros e portos.</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Estão previstos investimentos de R$ 399 milhões até 2014 na hidrovia, que sai de Pirapora e segue até Juazeiro, num total de 1.371 quilômetros. Os recursos serão utilizados principalmente para a implantação de três terminais de carga, dragagem, derrocamento e sinalização. O transporte hidroviário é mais econômico que o rodoviário. Um único comboio hidroviário de seis mil toneladas substitui 150 carretas de 40 toneladas, o que reduz o valor do frete e gera impacto positivo no meio ambiente.</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Ferrovia Oeste Leste ainda é só um sonho</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Anunciada como uma das principais soluções para resolver o gargalo do setor agropecuário, a Ferrovia Oeste-Leste ainda não passa de um sonho, embora o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tenha afirmado que as obras começariam em julho deste ano.</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>No mês passado, o Diário Oficial da União publicou o resultado da licitação do trecho baiano da ferrovia: dividida em sete lotes, a obra será executada por 24 empresas, ao custo de R$ 4,198 bilhões. Pelo projeto, a ferrovia terá uma extensão de 1.527 quilômetros, que sairão de Ilhéus, passando por </strong><strong>Caetité e Barreiras, na Bahia, até Figueirópolis, no sul de Tocantins.</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>&#8220;Somente com um eficiente sistema multimodal de transportes, utilizando rodovias, ferrovias, hidrovias e transportes aéreo, o Brasil conseguirá manter o seu ritmo de crescimento e os empresários não terão de conviver com gargalos em qualquer atividade econômica&#8221;, afirmou o empresário Walter Horita, presidente da Aiba.</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Do total da extensão da ferrovia, 1.003 quilômetros ficam em território baiano, passando por 32 cidades. De acordo com o governo federal, a obra vai gerar 23 mil empregos diretos com investimentos estimados em R$ 6 bilhões até 2012 do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Os principais produtos a serem transportados na ferrovia são a soja, milho, farelo de soja, fertilizantes, combustíveis e minérios. De acordo com o governo do estado, agora, o início das obras está condicionado à emissão da Licença de Implantação por parte do Ibama. &#8220;Vamos ver se realmente esta obra sai do papel porque, até agora, o que vi foi apenas muita propaganda&#8221;, afirmou a economista Amaryllis Romano.</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Com informações Correio da Bahia</strong></span></p>
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		<title>OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Nov 2010 21:20:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O Sarrafo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.osarrafo.com.br/v1/wp-content/uploads/image0012.jpg" rel="lightbox[20767]"><img class="aligncenter size-large wp-image-20771" title="image001" src="http://www.osarrafo.com.br/v1/wp-content/uploads/image0012-456x1024.jpg" alt="" width="456" height="1024" /></a></p>
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		<title>BRASIL PRA FRENTE, DILMA PRESIDENTE&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Oct 2010 17:43:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>O Sarrafo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Utilidade Publica]]></category>

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		<description><![CDATA[Enquanto isso, o programa econômico dele é &#8230; privatizar ! Para que ninguém diga que este Conversa Afiada faz propaganda para a Dilma e reproduz texto de um órgão oficial, o IBGE, segue-se o epitáfio do Serra, segundo uma newsletter “expressa” do Bradesco, nesta manhã: Mercado de trabalho segue bastante aquecido - Diante de mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.osarrafo.com.br/v1/wp-content/uploads/jose-serra_dedo1.jpg" rel="lightbox[19002]"><img class="aligncenter size-full wp-image-19003" title="jose-serra_dedo1" src="http://www.osarrafo.com.br/v1/wp-content/uploads/jose-serra_dedo1.jpg" alt="" width="545" height="239" /></a></p>
<div>
<div id="attachment_16869">
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Enquanto isso, o programa econômico dele é &#8230; privatizar !</strong></span></p>
</div>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Para que ninguém diga que este Conversa Afiada faz propaganda para a Dilma e reproduz texto de um órgão oficial, o  IBGE, segue-se o epitáfio do Serra, segundo uma newsletter “expressa” do  Bradesco, nesta manhã:</strong></span></p>
<h3><span style="color: #000000;"><strong><em>Mercado de trabalho segue bastante aquecido</em></strong></span></h3>
<h3><span style="color: #000000;"><strong><em>- Diante de mais uma divulgação  de dados favoráveis no mercado de trabalho, mantemos nossa avaliação de  que o consumo das famílias deve se sustentar em ritmo forte até o final  deste ano. A taxa de desemprego de setembro atingiu novo recorde de  baixa, ao mesmo tempo em que os indicadores de rendimento do trabalho e  massa mantiveram a trajetória de aceleração, verificada há alguns meses.</em></strong></span></h3>
<h3><span style="color: #000000;"><strong><em>- A taxa de desemprego atingiu 6,2%  em setembro, de acordo com a Pesquisa Mensal de Emprego (PME),  divulgada hoje pelo IBGE. Esse resultado surpreendeu positivamente  nossas expectativas (6,4%) e as do mercado (6,5%), lembrando que, em  agosto, a taxa havia sido 0,5 p.p. superior àquela divulgada hoje.  Assim, em comparação com o mesmo mês do ano passado, a taxa de  desemprego é menor em 1,5 ponto percentual e representa o patamar mais  baixo da série histórica, iniciada em 2002. Em termos dessazonalizados  pelo DEPEC-Bradesco, a desocupação de setembro ficou também em 6,3%,  abaixo do registrado em agosto (6,6%).</em></strong></span></h3>
<h3><span style="color: #000000;"><strong><em>- Contribuindo para mais uma  redução do desemprego, observamos aceleração do ritmo de crescimento da  população ocupada, em relação ao mesmo mês do ano passado, que passou de  3,2% em agosto para 3,5% em setembro. Vale também destacar o  crescimento interanual de 8,6% do número de trabalhadores com carteira  assinada. A população economicamente ativa (PEA), por sua vez, continuou  avançando, com alta de 1,9% em relação a setembro do ano passado, após  crescimento de 1,7% em agosto, nesta base de comparação.</em></strong></span></h3>
<h3><span style="color: #000000;"><strong><em>- Por fim, destacamos novamente o  desempenho da renda do trabalhador: o rendimento médio habitual chegou a  R$ 1.499,00, o que representa expansão interanual de 6,2% em termos  reais, acelerando ante agosto (5,5%). Dentre suas categorias, serviços  domésticos e comércio apresentaram as maiores altas, de 9,6% e de 7,8%  na base de comparação interanual, respectivamente. A massa salarial, na  mesma direção, registrou alta de 10,1% ante setembro do ano passado,  alta ainda mais forte do que no mês anterior (8,8%).</em></strong></span></h3>
<h3><span style="color: #000000;"><strong><em>Octavio de Barros</em></strong></span></h3>
<h3><span style="color: #000000;"><strong><em>Diretor de Pesquisas e Estudos Econômicos – BRADESCO</em></strong></span></h3>
<h3><span style="color: #000000;"><strong><em>Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos </em></strong></span></h3>
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