‘Economia’

A CHINA VAI QUEBRAR A ECONOMIA MUNDIAL.

EUROPEUS EM AUTO-DESTRUIÇÃO.

Europeus em auto-destruição

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Kuing Yamang

A sociedade européia está em vias de se auto-destruir. O seu modelo social é muito exigente em meios financeiros. Mas ao mesmo tempo, os europeus não querem trabalhar. Só três coisas lhes interessam: lazer/entretenimento, ecologia e futebol na TV! Vivem, portanto, bem acima dos seus meios, porque é preciso pagar estes sonhos de miúdos…

Os seus industriais deslocalizam-se porque não estão disponíveis para suportar o custo de trabalho na Europa, os seus impostos e taxas para financiar a sua assistência generalizada.

Portanto endividam-se, vivem a crédito. Mas os seus filhos não poderão pagar ‘a conta’.

Os europeus destruíram, assim, a sua qualidade de vida empobrecendo. Votam orçamentos sempre deficitários. Estão asfixiados pela dívida e não poderão honrá-la.

Mas, para além de se endividar, têm outro vício: os seus governos ‘sangram’ os contribuintes. A Europa detém o recorde mundial da pressão fiscal. É um verdadeiro ‘inferno fiscal’ para aqueles que criam riqueza.

Não compreenderam que não se produz riqueza dividindo e partilhando mas sim trabalhando. Porque quanto mais se reparte esta riqueza limitada menos há para cada um. Aqueles que produzem e criam empregos são punidos por impostos e taxas e aqueles que não trabalham são encorajados por ajudas. É uma inversão de valores.

Portanto o seu sistema é perverso e vai implodir por esgotamento e sufocação. A deslocalização da sua capacidade produtiva provoca o abaixamento do seu nível de vida e o aumento do… da China!

Dentro em pouco, ‘nós’ (chineses) iremos ultrapassá-los. Eles tornar-se-ão os nossos pobres. Dar-lhes-emos sacos de arroz…

Existe um outro cancro na Europa: existem funcionários a mais, um emprego em cada cinco. Estes funcionários são sedentos de dinheiro público, são de uma grande ineficácia e querem trabalhar o menos possível e apesar das inúmeras vantagens e direitos sociais,estão muitas vezes em greve. Mas os decisores acham que vale mais um funcionário ineficaz do que um desempregado…

Os europeus vão diretos a um muro e a alta velocidade…

Kuing Yamang é professor de economia. Chinês, viveu na França.

EXPLODIU A GUERRA DO PRÉ-SAL!!!

Ao lado do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, Jaques Wagner lidera a mobilização do Nordeste pela divisão dos royalties do Petróleo, enquanto seu colega do Rio, Sérgio Cabral, mobiliza uma multidão em defesa dessa riqueza; quem vence a parada?11 do 11 de 2011 às 10:50

Por Bruna Cavalcanti_Pernambuco 247

O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, voltou a afirmar esta semana que a retirada de recursos dos estados e municípios produtores de petróleo vai contra a Lei de Responsabilidade Fiscal. Enquanto isso, Jaques Wagner (Bahia) e Eduardo Campos (Pernambuco) se unem para defender o Nordeste na partilha dos royalties do pré-sal.

Campos defendeu veementemente o direito da região em participar da distribuição dos royalties: “O Nordeste não aceita que as regras continuem as mesmas”. Wagner, por sua vez, defendeu que a distribuição dos recursos deve levar em consideração o desenvolvimento humano dos estados. A lógica seria a seguinte: quem é menos desenvolvido, ganharia mais.

Os argumentos de cada lado crescem, dificultando a conclusão de quem ganhará esta disputa. Cabral defende que os produtores têm direito adquirido sobre royalties dos campos de petróleo já licitados. Um manifesto levou ontem cerca de 150 mil pessoas às ruas do centro da capital carioca, organizado pelo governo do Estado e por prefeituras de municípios produtores de petróleo, que não só liberaram seus funcionários como garantiram transporte grátis para garantir maior participação dos munícipes.

Nordeste unido

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VICE DA BAMIN PARTICIPA DE AUDIÊNCIA NA ASSEMBLÉIA.

Comissão do Porto Sul na Assembléia Legislativa da Bahia.

O vice-presidente executivo da Bahia Mineração, Clovis Torres, voltou à Assembléia Legislativa para informar os deputados sobre o andamento do projeto Pedra de Ferro, que produzirá 19,5 milhões de toneladas por ano na cidade de Caetité, sudoeste da Bahia, e exportará essa produção por um terminal privativo em Ilhéus, sul do Estado.

Torres participou de audiência na Comissão Especial do Complexo Intermodal Porto Sul, que é presidida pela deputada Ivana Bastos (PMDB). A sessão contou também com as presenças dos parlamentares Ângela Sousa (PSC), Augusto Castro (PSDB), Maria Del Carmen (PT) e do líder do governo,  Zé Neto (PT).

Torres abordou os investimentos de US$ 1,8 bilhão na implantação da mina e da unidade de beneficiamento de minério de ferro em Caetité, assim como do terminal marítimo em Ilhéus.  Também comentou sobre a iniciativa de capacitar mão-de-obra na região, com o programa Mina de Talentos. A ideia, segundo o vice-presidente, é formar trabalhadores para que pelo menos 60% do pessoal que atuará no  Pedra de Ferro seja residente nas próprias regiões onde o empreendimento será implantado.

“É uma empresa que chega com um novo conceito, com responsabilidade social e ambiental, e que certamente contribuirá de modo significativo para o desenvolvimento de nosso Estado”, declarou durante a audiência a deputada Ângela. A presidente da Comissão, Ivana Braga, citou a estrutura de captação de água industrial instalada pela Bahia Mineração na região de Malhada.  “O projeto foi aproveitado pela Codevasf para  implementar um sistema de suprimento de água para a população daquela região, que sofre com a escassez desse recurso”, observou a peemedebista.

O projeto Porto Sul, do qual a Bamin é a empresa-âncora, também foi saudado pelo líder Zé Neto como uma importante ação do Governo da Bahia. “É um projeto estratégico para o nosso Estado e que, se não fosse a parceria com a Bamin, não poderia ser viabilizado”, enfatizou.

SÃO PAULO JÁ NÃO É O ESTADO MAIS RICO DO PAÍS.

Clique aqui, e saiba por que.

NÃO SE PODE NEGAR A INTELIGÊNCIA ÁCIDA DE DELFIM NETO.

A urna sempre corrige

Delfim Netto5 de abril de 2011 às 17:56h


Ao salvar os desonestos das finanças internacionais, Obama feriu metas básicas da economia de mercado: dar dignidade ao lucro honesto e punir as ineficiências. Por Antonio Delfim Netto

A economia de mercado não foi inventada. Ela é produto de um processo que começou há 150 mil anos, quando os homens abandonaram a África para ocupar o resto da Terra. Sendo um processo, foi encontrando mecanismos flexíveis para satisfazer os objetivos sempre mutáveis dos homens. Esses, lentamente, transcenderam às suas necessidades materiais. É esse caminho da “humanização” do homem, a rigor explorado apenas nos últimos 300 anos, que permitiu sextuplicar a população mundial; que aumentou em mais de sete vezes a disponibilidade per capita de bens e serviços; e aumentou (graças à ciência e à tecnologia) sua expectativa de vida ao nascer, de 35 para 70 anos.

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JOSIAS GOMES REÚNE-SE COM LIDERANÇAS DE RIO DE ENGENHO ILHEUS.

 

Deputado josias Gomes e lideranças do Rio de Engenho.

Josias Gomes reúne-se com lideranças de Rio de Engenho, e encaminha reivindicações.

O deputado Josias Gomes, do PT da Bahia,  reuniu-se, agora, no final da manhã deste domingo, 03, com lideranças Associação dos Moradores e Agricultores do Rio do Engenho e adjacências (Amarea). Rio do Engenho é um dos principais pontos turísticos do município de Ilhéus, na região cacaueira, com diversos sítios históricos e arqueológicos.

No encontro com as lideranças da Amorea, Josias recebeu uma série de reivindicações, que pretende encaminhar junto ao poder público. Os pequenos agricultores querem a melhoria da estrada Banco da Vitória-Maria Jape-Rio do Engenho-Santo Antônio, com cascalhamento e rebaixamento de duas ladeiras . Também reivindicam a construção de uma agroindústria para beneficiar a produção de frutas.

Preocupados com o processo natural de desova dos peixes, eles querem a construção da escada da piracema, para a subida dos peixes, no rio. Enfim, a transformação da Amorea em entidade de utilidade publica.

“Vou continuar com esses encontros que reúnem sempre aqueles que sentem diretamente as necessidades do dia a dia, e suas dificuldades, sempre buscando solucionar as questões levantadas pelos companheiros, junto aos órgãos competentes”, afirmou o parlamentar petista.

Na opinião do produtor Ronaldo Santana, entusiasta da potencialidade da região, e de seus encantos turísticos, a reunião “foi ótima, já que o deputado ouviu as reivindicações de lideranças de Maria Jape, Rio do Engenho, Barro Branco, todas elas voltadas a potencializar a capacidade produtiva da região, especialmente com relação ao desenvolvimento do turismo e ao beneficiamento e escoamento da produção”.

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CHINESES VÃO INVESTIR R$4 BILHÕES NO BENEFICIAMENTO DE SOJA NA BAHIA.

Complexo Intermodal Porto Sul atrai novos investimentos para o Estado

Sábado, 19 de março de 2011

Grupo chinês vai investir R$ 4 bilhões no beneficiamento de soja na Bahia: Grupo chinês anuncia investimentos na Bahia

Créditos: Carol Garcia / Agecom/BA -Depois de dois anos de estudos de viabilidade econômica, o grupo chinês Chongqing vai se instalar na Bahia e anunciou investimentos de R$ 4 bilhões no município de Barreiras, a 880 quilômetros de Salvador, no Oeste baiano. Ontem (18/03/11), em Salvador, a comitiva chinesa esteve reunida com representantes do governo estadual. No encontro, realizado na sala de reuniões da Agência de Fomento do Estado da Bahia (Desenbahia), o secretário da Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária, Eduardo Salles, representou o governador Jaques Wagner.

Na oportunidade, Salles reiterou a disponibilidade do Estado em dar condições para que o Chongqing inicie a construção da indústria de beneficiamento de soja. “Vocês escolheram a melhor região do Brasil para realizar o empreendimento. Temos ali os maiores índices de produção do mundo. São mais de 1 milhão de hectares de área plantada de soja”.

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HOTELEIROS QUE NÃO ENXERGAM PELO RETROVISOR.

Classe C já troca casa de parente por hotel, diz executivo da Accor

Nova classe média é ‘bola da vez’ também no setor hoteleiro.

Maior rede de hotéis no país prevê inaugurar 16 novas unidades em 2011.

Darlan Alvarenga Do G1, em São Paulo

Accor  Gilles Gonzales
Gilles Gonzales, diretor da Accor América Latina.
(Foto: Darlan Alvarenga/G1)

A classe C é a bola da vez também no setor hoteleiro. Investimentos em hotéis econômicos, com diária média de R$ 100, são a aposta da francesa Accor, maior rede de hotelaria do Brasil, para mudar o velho hábito de se hospedar em casas de parentes ou amigos durante viagens.

“As pessoas estão viajando cada vez mais e a expectativa da classe média é sempre por algo melhor. Então é preciso oferecer o que eles procuram: mais conforto, qualidade e preços justos”, afirma Gilles Gonzales, diretor de Desenvolvimento Accor América Latina. “Hoje a classe C já tem renda suficiente para se hospedar num hotel, e o hábito de ficar em casa de parente já está mudando”.

A rede, que reúne as marcas Sofitel, Pullman, Novotel, Mercure, Ibis e Formule 1, administra hoje 144 unidades no país e prevê inaugurar 16 novos hotéis no Brasil em 2011. O plano é chegar a 224 até 2015, sendo a maioria hotéis de custo baixo e serviços enxutos. O foco é a expansão das duas marcas econômicas da rede: Ibis e Formule 1.

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É PRECISO COMPREENDER QUE O TEMPO DA ESBÓRNIA, PASSOU.

Aquele tempo de tomar dinheiro e não pagar, está acabando

Não me venham com aquele velho e manjado ‘chavão’, que a lavoura cacaueira desenvolveu a região. Desenvolveu sim, uma parte, mas numa fragilidade tão grande, que quando veio a ‘vassoura de bruxa’, deixou todo mundo de pires na mão, com as calças rasgadas e a bunda de fora.

Eu assisti a tudo.

Leia mais no JBO.

LULA CIDADÃO DO MUNDO.

Económico com Lusa
03/12/10 15:05
Brasil fará o

O Brasil irá fazer o “esforço que estiver ao seu alcance” para ajudar Portugal a sair mais rápido da crise, garantiu hoje Lula da Silva.


“Nós iremos fazer o esforço que estiver ao nosso alcance para ajudar Portugal a sair mais rápido desta crise”, disse Lula da Silva, num encontro com a imprensa estrangeira, ao defender que este é o “momento dos países emergentes”.

Questionado pela imprensa estrangeira sobre o papel do Brasil no diálogo da América do Sul com Espanha e Portugal à margem da cimeira que começa hoje na Argentina, Lula da Silva declarou ser um momento de “orgulho” para as nações latino-americanas.

“Ao mesmo tempo, é uma reunião em que participamos orgulhosos. Argentina, Brasil, Uruguai, por exemplo. Todas as economias da América do Sul estão a crescer”, garantiu.

O chefe de Estado brasileiro considerou a crise enfrentada pelos países europeus como “passageira”.

“Portugal e Espanha, embora estejam a viver um momento adverso nas suas economias, são dois países que têm uma estrutura do ponto de vista social estável. Não há possibilidade de imaginarmos Portugal e Espanha voltarem a ser países pobres como eram há 30 anos. São dois países que conquistaram uma estatura de países pequenos, mas com status social avançado”, admitiu o Presidente.

Segundo Lula da Silva, “esta crise é passageira”, mas alertou que a Europa “tem que tomar cuidado, os países mais ricos devem ajudar os países menores”.

Sobre a cimeira em Mar del Plata, na Argentina, Lula da Silva afirmou que Portugal e Espanha “devem estar muito felizes por ver que na América do Sul há um crescimento extraordinário entre todos os países”.

Segundo o Presidente, este “é o momento dos países emergentes, na medida em que todos nós estamos a fortalecer nosso mercado interno”.

Lula da Silva referiu ainda o maior espaço que existe para investimentos de empresas portuguesas e espanholas no Brasil.

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SECRETARIA DE AGRICULTURA – BAHIA PESCA.

Indústrias pesqueiras desejam investir na Bahia

O aumento da produção de pescado na Bahia (57% em quatro anos) e seu potencial de crescimento têm despertado o interesse de empresários de diversas partes do mundo em investir no estado. Para atrair estes empreendimentos, dirigentes da Bahia Pesca (empresa vinculada à Secretaria de Agricultura do Estado da Bahia – Seagri) estiveram na Feira Internacional de Pesca e Aquicultura, realizada em Itajaí (SC), e fizeram contatos com os gestores de indústrias, estaleiros e comerciantes.

Entre as empresas que declararam o desejo de atuar na Bahia estão o estaleiro argentino SPI; algumas das maiores indústrias do Brasil, como a Femepe, Viltalmar e a Leardini (que já está em entendimento com o Governo da Bahia para a implantação de uma unidade no estado); além da paulista Escamaforte e da paranaense Alevinus.

“Em conjunto com o Sindicato das Indústrias da Pesca de Itajaí e Região (Sindipi) nos comprometemos a receber, em janeiro, uma delegação de empresários catarinenses, na Bahia. Assim eles poderão ver pessoalmente as oportunidades existentes”, afirma o presidente da Bahia Pesca, Isaac Albagli. O Sindipi tem mais de 260 associados. “O trabalho feito pela Bahia Pesca na aqüicultura não tem igual no Brasil ou na América do Sul”, afirmou o presidente do Sindicato, Dario Vitali.

Estaleiro argentino

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COMO É IMPORTANTE UMA FERROVIA.

Problemas estruturais tiram competitividade do agronegócio

Transportar o algodão do oeste da Bahia é um dos maiores problemas hoje para os produtores do estado

Os números são auto-explicativos e traduzem a falta de infraestrutura e logística do Brasil para atender à demanda do setor de agronegócios: para transportar o algodão do oeste da Bahia até o porto de Santos, os empresários pagam US$ 0,08 por libra-peso (unidade-padrão utilizada pelo mercado) por tonelada. De Santos até Xangai, na China, Paquistão ou a Indonésia, o preço por tonelada cai para US$ 0,04.

“Ainda assim, somos muito competitivos, mas não sabemos até quando, porque os problemas estruturais são muito grandes”, disse Walter Horita, presidente da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba ).

A economista Amaryllis Romano, da Tendências Consultoria, disse que a falta de investimentos públicos em setores essenciais “emperra o desenvolvimento do país”.

Transportar o algodão do oeste é um dos maiores problemas hoje para os produtores “Temos muitos projetos, mas as obras não saem do papel ou andam lentamente. Sem planejamento estratégico o Brasil perde receita e os empresários, rentabilidade e competitividade”, acrescentou a economista.

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OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS

BRASIL PRA FRENTE, DILMA PRESIDENTE…

Enquanto isso, o programa econômico dele é … privatizar !

Para que ninguém diga que este Conversa Afiada faz propaganda para a Dilma e reproduz texto de um órgão oficial, o IBGE, segue-se o epitáfio do Serra, segundo uma newsletter “expressa” do Bradesco, nesta manhã:

Mercado de trabalho segue bastante aquecido

- Diante de mais uma divulgação de dados favoráveis no mercado de trabalho, mantemos nossa avaliação de que o consumo das famílias deve se sustentar em ritmo forte até o final deste ano. A taxa de desemprego de setembro atingiu novo recorde de baixa, ao mesmo tempo em que os indicadores de rendimento do trabalho e massa mantiveram a trajetória de aceleração, verificada há alguns meses.

- A taxa de desemprego atingiu 6,2% em setembro, de acordo com a Pesquisa Mensal de Emprego (PME), divulgada hoje pelo IBGE. Esse resultado surpreendeu positivamente nossas expectativas (6,4%) e as do mercado (6,5%), lembrando que, em agosto, a taxa havia sido 0,5 p.p. superior àquela divulgada hoje. Assim, em comparação com o mesmo mês do ano passado, a taxa de desemprego é menor em 1,5 ponto percentual e representa o patamar mais baixo da série histórica, iniciada em 2002. Em termos dessazonalizados pelo DEPEC-Bradesco, a desocupação de setembro ficou também em 6,3%, abaixo do registrado em agosto (6,6%).

- Contribuindo para mais uma redução do desemprego, observamos aceleração do ritmo de crescimento da população ocupada, em relação ao mesmo mês do ano passado, que passou de 3,2% em agosto para 3,5% em setembro. Vale também destacar o crescimento interanual de 8,6% do número de trabalhadores com carteira assinada. A população economicamente ativa (PEA), por sua vez, continuou avançando, com alta de 1,9% em relação a setembro do ano passado, após crescimento de 1,7% em agosto, nesta base de comparação.

- Por fim, destacamos novamente o desempenho da renda do trabalhador: o rendimento médio habitual chegou a R$ 1.499,00, o que representa expansão interanual de 6,2% em termos reais, acelerando ante agosto (5,5%). Dentre suas categorias, serviços domésticos e comércio apresentaram as maiores altas, de 9,6% e de 7,8% na base de comparação interanual, respectivamente. A massa salarial, na mesma direção, registrou alta de 10,1% ante setembro do ano passado, alta ainda mais forte do que no mês anterior (8,8%).

Octavio de Barros

Diretor de Pesquisas e Estudos Econômicos – BRADESCO

Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos

NOTÍCIAS DO PORTO SUL.

Crédito JBO.

Três empresas chinesas manifestaram interesse em participar da concorrência de concessão do porto público do Complexo Logístico Intermodal Porto Sul. As interessadas são os complexos portuários Rizhao Port e Quingdão Port e a do setor de mineração, Xinwen Mining Group Co., sócia do Grupo Votorantim. O objetivo é que os complexos e companhia formem um grupo para participar do processo licitatório.

De acordo com o secretário Extraordinário da Indústria Naval e Portuária, Roberto Benjamin, que liderou, na semana passada, uma missão empresarial à China, o grupo entrará com a proposta assim que as regras da disputa licitatória forem divulgadas pela Secretaria Especial dos Portos e Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).

Além do interesse na concessão do Porto Sul, a Xinwen Mining, por meio do Grupo Votorantim, também vai utilizar a estrutura do Complexo Logístico Intermodal Porto Sul (Clips) para a exportação de minério de ferro. “Isso significa investimento, geração de emprego e renda. E, também, arrecadação de impostos para o governo em todos os seus níveis: federal, estadual e municipal”, afirmou Benjamin.

Outro objetivo da Xinwen é implantar na Bahia uma unidade de pelotização, indústria responsável por transformar minério bruto em concentrado, que dará maior valor agregado para o mineral explorado no Estado. A previsão é que a pelotizadora entre em operação em três anos.

O diretor do Grupo Votorantim, Haroldo Fleischfresser, afirma que os chineses têm muito interesse no porto público de Ilhéus porque vai dinamizar as exportações dos seus produtos. “Acreditamos que essa visita possa representar um primeiro passo na contribuição que a China poderá fazer no desenvolvimento do Porto Sul”.

Visita aos portos – A delegação baiana conheceu, também, os maiores portos do país e conferiu de perto toda tecnologia aplicada pelos chineses no setor. Entre os portos visitados estavam os administrados pela empresa Rizhao Port na cidade de Rizhão, na Costa Leste da província de Shandong. Lá participaram de uma palestra sobre a construção e a operação do complexo de portos.

Outro complexo portuário conhecido pela delegação foi Quingdão Port, localizado também na Província de Shandong. Um dos destaques deste porto é a sala de comando. Por meio dela, é possível controlar em tempo real toda operação portuária do complexo.

Por último, os visitantes tiveram acesso ao maior porto de contêineres da China, localizado em Xangai e que até 2020 deverá ser o maior do planeta. O porto de águas profundas de Yangshan está situado em uma ilha no Mar da China Oriental e unido ao continente por uma ponte de 27.5 quilômetros de comprimento, que se eleva sobre as águas, tem um calado de 16 metros, uma profundidade que permite receber os maiores navios do mundo.

SERRA ELEITO, QUEBRARIA O PAÍS OUTRA VEZ.

Editor do VALOR, principal jornal económico do país, diz que promessas de Serra “arruinariam as contas públicas de uma vez por todas”

…mas insinua que é só campanha e que promessas do tucano não seriam para valer

O que esperar de Dilma e Serra

Cristiano Romero – VALOR

A campanha presidencial foi marcada, até agora, pela ausência de debate em torno de questões concretas. Os candidatos temem se posicionar sobre temas considerados impopulares, como reforma da Previdência, privatizações e controle de gastos. Parte desse temor resulta da falsa ideia de que defender essas bandeiras tira voto. Na disputa do segundo turno, a tendência é que Dilma Rousseff e José Serra sejam confrontados com assuntos que passaram ao largo da campanha.

Como os dois candidatos não expuseram claramente o que pretendem fazer a partir de 1º de janeiro, resta aos observadores avaliar o que eles disseram sobre os vários temas no passado. Melhor ainda é ver o que fizeram.

No primeiro mandato do presidente Lula, Dilma disputou o modelo macroeconômico baseado na geração de superávits primários nas contas públicas, no regime de metas para inflação e no sistema de câmbio flutuante. Em 2003, chegou a sugerir a adoção de um rumo alternativo, mas, provocada por Lula, nunca apresentou uma proposta. Ascendendo ao posto de ministra da Casa Civil em 2005, tornou-se mais pragmática, passando a conviver melhor com o modelo vigente. Mesmo em conversas reservadas, quando pôde expor com mais liberdade suas opiniões, defendeu o tripé de política econômica, inclusive, a autonomia operacional do Banco Central (BC).

Seja quem vencer, política fiscal deve voltar a ser a âncora

Questionada certa vez sobre as inamovíveis críticas do PT ao tripé, a então ministra concedeu: “O partido tem o direito de criticar”. Foi o reconhecimento de que, apesar do sucesso do governo Lula, seu partido jamais vai se conciliar com o ideário econômico herdado de Fernando Henrique Cardoso.

Há na sociedade, entretanto, dúvidas quanto ao compromisso firme da candidata com o modelo consagrado por Lula. Não se deve nunca descartar a possibilidade de um presidente eleito, com todo o poder que o cargo encerra no regime presidencialista brasileiro, escolher as políticas que considera mais adequadas para seu governo. Os sinais dados por Dilma não autorizam, porém, a expectativa de ruptura.

Antes mesmo do início da campanha oficial, a candidata anunciou que, se for eleita, reduzirá a dívida líquida do setor público para 30% do Produto Interno Bruto (PIB) até 2014 – em agosto, essa dívida estava em 41,4% do PIB. Dilma acredita que, se fazer isso, criará as condições para a taxa de juros brasileira convergir para padrões internacionais.

Para atingir a meta anunciada, União, Estados e municípios terão que apertar o cinto, produzindo, nos próximos quatro anos, superávit primário em torno de 3,3% a 3,5% do PIB ao ano. O compromisso com redução da dívida, em vez de com uma meta de superávit primário, é politicamente mais palatável, embora, na prática, produza o mesmo resultado. Para chegar lá, o governo terá que segurar os gastos correntes, principalmente, as despesas com pessoal, que saíram do controle no segundo mandato de Lula.

Há razões para acreditar na promessa de Dilma? Novamente, é preciso recorrer aos sinais, mais do que ao discurso. Quando se observa o núcleo da campanha petista, o que se vê é um triunvirato de políticos da ala moderada do PT – Antônio Palocci, José Eduardo Dutra e José Eduardo Cardozo. Palocci dispensa apresentações; Dutra é uma liderança de fora de São Paulo que, quando passou pelo Senado, se notabilizou pela moderação; Cardozo é um expoente da tendência “Mensagem ao Partido”, que, depois do mensalão, chegou a defender a refundação do PT.

O candidato José Serra critica desde sempre não o tripé da política econômica, mas a sua execução, particularmente, no governo Lula. Acha que o BC erra para cima na condução da política de juros e que isso ajuda a distorcer o câmbio, valorizando excessivamente o real, o que, por sua vez, prejudica a competitividade da indústria nacional. É um crítico ácido também da gastança promovida em Brasília, outro elemento que, em última instância, leva a juros altos e câmbio apreciado.

A exemplo do PT, Serra defende, portanto, a mudança do tripé de política econômica? Não se pode fazer essa afirmação. Sua trajetória em São Paulo mostra que ele é um gestor austero. Em seus três anos de gestão, controlou a evolução dos gastos correntes, liberando recursos para aumentar a capacidade de investimento em infraestrutura – num dado momento, São Paulo, quando comparados apenas os orçamentos fiscais (sem incluir a estatais), investiu mais do que o governo federal com o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

O segredo de Serra pode estar justamente na área fiscal. O tripé prescinde do equilíbrio entre as políticas. Uma política fiscal mais restrita cria espaço para a queda dos juros e a desvalorização do real. O candidato tucano reiterou que manterá o modelo, logo, a mudança real que ele pretende fazer está na área fiscal. Se produzir um ajuste além do que vem sugerindo sua oponente na disputa presidencial, Serra teria condições de colocar juros e câmbio nos lugares certos. É esta a expectativa de seus apoiadores.

Na campanha, no entanto, Serra tem feito promessas, como o aumento do salário mínimo para R$ 600, o reajuste de 10% para aposentados, a restauração da aposentadoria integral dos funcionários e a concessão de 13º salário aos beneficiários do Bolsa Família, que, ao fim e ao cabo, arruinariam as contas públicas de uma vez por todas. Essas promessas foram feitas no calor da campanha e contradizem tudo o que o candidato sempre defendeu. Só podem ser entendidas nesse contexto.

Cristiano Romero é editor-executivo e escreve às quartas-feiras.

E-mail cristiano.romero@valor.com.b

É A FERROVIA QUE VAI CHEGANDO.

A Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A. abriu nesta quinta-feira (16) as propostas comerciais enviadas pelos consórcios que disputam a execução das obras e serviços de engenharia do primeiro trecho da Ferrovia Oeste Leste, com extensão de mil quilômetros ligando Ilhéus a Barreiras, na Bahia. Agora técnicos da empresa pública, ligada ao Ministério dos Transportes, passam a analisar as ofertas das concorrentes para cada trecho.

Na semana passada, em visita a Salvador, onde participou de um seminário da Federação das Indústrias do Estado da Bahia, o presidente da Valec, José Francisco das Neves, disse que a ordem de serviços para o início das obras seja assinada até o final de setembro. O trecho da ferrovia ligando Ilhéus a Barreiras custará R$ 4,5 bilhões, com previsão de entrega para 2012.

Sobre o início dos trabalhos nos canteiros de obras, Francisco das Neves que não vai demorar. “Acredito que a licença para o início da construção será concedida, pois a Valec tem atendido todas as exigências ambientais feitas pelo Ibama. Com a licença em mãos e a ordem de serviço assinada pelo presidente, podemos colocar as máquinas para funcionar”, completou José Francisco.

A ferrovia formará um corredor de transporte que vai otimizar a operação do Porto de Ponta da Tulha, instalado em Ilhéus, e ainda abrirá nova alternativa de logística para portos no norte do país atendidos pela Ferrovia Norte-Sul e Estrada de Ferro Carajás.

JBO.

EXCELENTE NICHO DE NEGÓCIOS.

Taí uma oportunidade para empresários de visão, o Complexo Intermodal, com seu Aeroporto Internacional, pode transformar Ilhéus no centro de distribuição do comércio eletrônico para todo o Norte/Nordeste do Brasil.

Economia


Logística ameaça crescimento do comércio eletrônico


O forte crescimento do comércio eletrônico no país passou de motivo de comemoração das lojas virtuais brasileiras a foco de preocupações dos empresários. O modelo de negócios extremamente dependente da logística se esforça para driblar a falta de preparação das transportadoras para atender o aumento da demanda e pode enfrentar problemas no natal, época em que as compras batem recordes.

A avaliação é do gerente-geral de operações e e-commerce do Magazine Luiza, Ronaldo Magalhães. “O Brasil não está preparado para atender a demanda. Nossa logística não está preparada”, afirmou nesta sexta-feira (20), em congresso promovido pela Associação Nacional de Jornais, no Rio. Garantiu que a maioria das transportadoras é pequena e ainda pouco profissionalizada.

O professor do Ibmec-RJ, Ruy Quintaes, disse que o problema ocorre porque o setor de transporte de cargas é pouco atrativo no Brasil. “Não é incompetência nem falta de vontade de investir. Mas as transportadoras enfrentam problemas de violência e infraestrutura.”

Assegura que o problema ocorre tanto em estradas como aeroportos. “O governo tem aplicado poucos recursos nessa área, desestimulando o investimento das empresas. A falta de segurança e a infraestrutura deficiente trazem outro entrave, o alto preço dos seguros. No natal, haverá problema muito grave”. Informações do O Estado de S. Paulo.

ONDE O PROGRESSO CHEGA, TODO MUNDO DÁ RISADA.

REUNIÃO DE NEWTON LIMA E ROBERTO BENJAMIM: FOTO JOSÉ NAZAL

Em Salvador, Newton trata de vários assuntos importantes para Ilhéus.

Cumprindo longa agenda em Salvador, o prefeito de Ilhéus, Newton Lima, participou na manhã de ontem (9), de uma importante reunião a convite dos diretores da empresa Rio Tinto Alcan. A empresa anunciou que ainda neste semestre irão realizar uma pesquisa no município com a finalidade de obter informações precisas sobre a situação sócio-econômica e territorial, pois, com o advento da ferrovia Oeste/Leste e do Porto Sul, eles pretendem promover investimentos a partir de 2012.

Mineradora anglo-australiana, a Rio Tinto Alcan já garantiu investimentos de US$ 4 bilhões na Bahia com o objetivo de explorar a bauxita, definido esse investimento inicial na implantação de uma refinaria de alumínio no município de Amargosa, gerando cerca de 600 empregos diretos e com uma produção estimada em 1,8 milhões de toneladas/ano, somente na primeira etapa. A decisão de investir na Bahia deve-se ao fato da descoberta de uma grande reserva de bauxita em uma faixa entre os municípios de Jaguaquara e Vitória da Conquista.

Já na parte da tarde, o prefeito Newton Lima participou de uma reunião com o secretário Extraordinário da Indústria Naval e Portuária, Roberto Benjamim, além do presidente da Companhia Docas do Estado da Bahia (Codeba), José Muniz Rebouças, e com o presidente da Sudic, Nilton Cruz, para tratar de assuntos relacionados com a revitalização do antigo porto e a ampliação da área do Porto de Ilhéus. Existe um planejamento do Governo do Estado para criação de marinas a cada 30 milhas no litoral baiano, e há interesse em aproveitar o espaço portuário da enseada do Pontal, na zona Sul da cidade. O município de Ilhéus apresentará proposta à Secretaria Nacional de Portos e à Codeba.

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