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:: ‘Ecologia’

A UESC NÃO É SÓ GREVE, EXCELÊNCIA É UMA DAS CARACTERÍSTICAS!

Abertas inscrições para minicursos do Laboratório de Ecologia

Escalando o topo das árvores: técnicas de acesso

Ensinando as técnicas.

Estão abertas as inscrições para o Minicurso “Escalando o topo das árvores: técnicas de acesso”, que será promovido pelo Laboratório de Ecologia, do Departamento de Ciências Biológicas (DCB), da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC). De acordo com a professora de Ecologia, Talita Fontoura, só serão aceitas inscrições para os dois dias do minicurso. Dia 25 de maio, (segunda feira), com inicio às 8h30min e termino às 16h30min e no dia 30 de maio, (terça-feira), das 8 às 11 horas. Basta o interessado escrever para: < lab_ecologia@uesc.br >, até o dia 24-maio, indicando “minicurso de maio”, idade, escolaridade e se é aluno da UESC. Estão disponíveis vagas para 12 alunos.

A professora Talita explica que “o Laboratório de Ecologia (EcoLab) continua a oferecer minicursos com o objetivo de mostrar como o trabalho do biólogo pode ser encontrado em vários lugares além da atividade mais conhecida que é a sala de aula. Nesta segunda edição, o LabEco vai mostrar como biólogos podem subir no topo das árvores para coletar sementes, observar outras plantas que só sobrevivem no topo das árvores e observar pássaros e insetos.”

“O mais incrível é que as técnicas que são utilizadas para chegar ao topo das árvores, são quase as mesmas técnicas usadas no alpinismo. É uma experiência única conquistar o topo das árvores, tocar orquídeas e gravatás que sobrevivem somente lá em cima,” frisa Talita Fontoura.

Os minicursos serão ministrados por professores da UESC, um mestrando do EcoLab e um técnico, tem como alvo estudantes e o público em geral para ver as diferentes aplicações das atividades do biólogo. “Além disso, poderão experimentar como pode ser um dia de trabalho do biólogo,” conclui a professora.

No alto da árvore.

Medo de extinção de espécies não é proporcionado, mostram resultados de pesquisas

29-03-2017

Luis Dufaur (*)

Philippe Bouchet

A se prestar ouvidos ao catastrofismo ecologista, as espécies vivas vegetais e animais estariam no risco de desaparecer mais cedo ou mais tarde por culpa da intromissão da civilização criada pelos humanos. Nesse contexto, toda medida, até a mais descabelada, para se salvar alguns insetos ou parasitas estaria justificada.

Entretanto, os pesquisadores especializados na classificação dos seres vivos apresentam um panorama muito mais objetivo, e por isso mesmo mais otimista. Eles julgam que no nosso planeta há ainda nada mais e nada menos que entre 8 e 30 milhões de espécies a serem descobertas, havia noticiado “Le Monde”. Agora, recente expedição na selva colombiana anunciou a feliz descoberta de mais cem espécies, notadamente de borboletas.

Em matéria de espécies vivas, o quadro não teria o caráter apocalíptico espalhado pela propaganda ambientalista.

Philippe Bouchet, zoólogo do Museu Nacional de História Nacional (MNHN), França, recorda: “Nos anos 1970, era dominante a ideia de que já tudo tinha sido visto e catalogado. Explorar a biodiversidade era uma ideia que se julgava própria do século XIX, e superada”.

A partir dos anos ‘80 houve uma mudança radical:“Entomologistas que passaram a usar métodos modernos de prospecção emitiram a hipótese de que vários milhões de espécies de insetos viviam na canopeia”, teto de vegetação formado pela folhagem superior das árvores. E se encontrou todo um ecossistema insuspeitado.

Nesse período, enquanto os ambientalistas na moda se exibiam nos congressos e na mídia anunciando a extinção das espécies, os verdadeiros cientistas começaram as explorações de oceanos e fontes hidrotermais, que se revelaram “meios inteiramente novos para a ciência, onde viviam espécies nunca antes vistas!”.

Paralelamente, explicou Bouchet, o acesso a técnicas moleculares, menos caras e mais simples de usar, fez que pudéssemos ver com novos olhos espécies da fauna e da flora que acreditávamos b em conhecias”.

E os esforçados investigadores constataram que estavam diante da perspectiva de rever tudo quanto já havia sido catalogado. Enquanto isso, ignorantes de todo esse trabalho científico, ou fingindo não saber deles, apóstolos do Apocalipse ecológico espalhavam – como Al Gore – livros e filmes prenhes de falsos científicos.

Na condição de chefe de expedição, Philippe Bouchet acompanhou durante quatro meses, em 2006, mais de 150 cientistas à ilha Espírito Santo, no arquipélago de Vanuatu, no sul do Pacífico: eles imergiram no mar, subiram as montanhas, fizeram espeleologia. Obviamente, a grande mídia, devotada em espalhar o pânico sensacionalista do fim das espécies, pouco falou deles.

Uma expedição como essa pode trazer entre “1.000 e 2.000 espécies novas”. Mas, cinco anos depois, apenas uma centena havia sido devidamente catalogada pela falta de especialistas na enorme massa de novas espécies.

Tivessem anunciado a descoberta de uma espécie vítima do “aquecimento global antropogênico” e talvez teriam sido contemplados com polpudas verbas para completar o serviço.

Acresce-se a isso que o desaparecimento ou a falta de coleta de novos exemplares é algo que não espanta em nada os cientistas. É até um fato recorrente na atividade quotidiana.

          ( * ) Luis Dufaur é escritor, jornalista, conferencista de política internacional e colaborador da ABIM


Fonte: Agência Boa Imprensa – (ABIM)

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