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:: ‘DPVAT’

Farra bilionária do DPVAT coloca STF e Rodrigo Maia em saia justa

Supremo e Maia impediram a extinção do DPVAT, que produziu um escândalo de R$2,25 bilhões

A decisão que condena a seguradora Líder a devolver R$2,25 bilhões em gastos com dinheiro do seguro obrigatório DPVAT com festinhas e etc, meteu em saia justa o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, o Supremo Tribunal Federal (STF) e o partido Rede, que se uniram em defesa desse “cartório” só para impor derrota política a Jair Bolsonaro.

O presidente extinguiu o DPVAT através de medida provisória, mas o Rede acionou o STF, que, é claro, como sempre, atendeu o partido e anulou a MP.

Na Câmara, Rodrigo Maia impediu até mesmo a discussão sobre a MP. Que vexame. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

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Uma investigação Superintendência de Seguros Privados (Susep) descobriu que a Líder desviou R$2,25 bilhões arrecadados com DPVAT.

A seguradora Líder garante que “não tolera práticas irregulares” e informou que sua defesa “será protocolada em 30 dias”.

A MP tramitou durante cinco meses na Câmara, sem que Rodrigo Maia sequer instalasse a comissão que a analisaria, até matá-la por inanição.

O STF também entrou na onda de derrotar o governo para “preservar” o cartório e, a pedido do Rede, condicionou a extinção a lei complementar.

Seguradora Líder esconde arrecadação e gastos em balanço do DPVAT

Documento traz detalhes 353 mil indenizações, mas traz nenhum dado sobre valores

O relatório 2019 da Seguradora Líder, “dona” informal dos bilhões do DPVAT, contém estatísticas, detalhes de 353 mil indenizações pagas ano passado, dados sobre vítimas e acidentes etc. Entretanto, apesar de tratar da quantidade de pagamentos feitos por invalidez permanente e reembolsos de despesas médicas, os valores dessas indenizações pagas não podem ser encontrados no relatório de 31 páginas. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Nos últimos 10 anos, o DPVAT faturou R$65,1 bilhões sem dar direito ao cliente de escolher uma seguradora para contratar o serviço.

A arrecadação do DPVAT cresceu a níveis siderais durante governo Lula e até 2016, na era Dilma. Aí começou o declínio.

As motocicletas estão envolvidas em 50,7% das indenizações por morte e incríveis 82,5% dos pagamentos por invalidez permanente.

DPVAT era caro para dar lucro às seguradoras e queda de 85% no valor não afetou serviço

Valor caiu de R$ 105,65 para R$ 16,21 em apenas três anos, sem prejuízo para os segurados

O seguro obrigatório para veículos (DPVAT) garantiu lucros bilionários às seguradoras integrantes do seleto grupo “Líder” durante décadas e o valor era alto tão somente para esse fim. Prova disso é que a queda de 85% no valor pago pelo consumidor em apenas três anos não causou grandes estragos, mas bastou surgir a ideia de acabar com o “imposto” que, da noite para o dia, se tornou a coisa mais importante do mundo. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Entre 2016 e 2018, no governo Temer, o valor para carros caiu de R$105,65 para R$45,72 e das motos caiu de R$292,01 para R$185,50.

Ano passado, primeiro do governo Bolsonaro, o valor foi de R$ 16,21 e R$ 84,58 para carros e motos, respectivamente. E não se ouviu um pio.

Depois do valor do DPVAT cair 84,7% (carros) e 71,1% (motos), veio a ideia de acabar de vez com a boquinha, mas as seguradoras gritaram.

Para este ano, os valores seriam R$5,21 para carros e R$12,25 para motos, mas uma decisão do STF vetou a redução. A AGU vai recorrer.

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