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:: ‘Destaque5’

14º salário para aposentados do INSS é aprovado na Comissão de Finanças e Tributação

CÂMARA DOS DEPUTADOS

Proposta prevê pagamento do 14º salário para esse público até 2023. O texto já foi aprovado na Comissão de Seguridade Social.

13/10/2021 15:30:02

Pexels

A Comissão de Finanças e Tributação aprovou o projeto de lei que prevê o pagamento do 14º salário para beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) em caráter excepcional até 2023.

O relator da matéria na comissão, deputado Fábio Mitidieri (PSD-SE), e os deputados favoráveis à proposta defendem que o abono é necessário para cobrir os gastos de fim de ano dos segurados da Previdência Social. Isso porque, em 2020 e 2021, houve antecipação do 13º salário em razão da pandemia de Covid-19.

A proposta já havia sido aprovada na Comissão de Seguridade Social e Família da Casa no dia 23 de setembro.

Na Comissão de Finanças, o texto recebeu uma emenda saneadora que determina que a implementação da lei “fica condicionada à existência de dotação orçamentária prévia suficiente para a cobertura das despesas”.

No seu relatório, Mitidieri argumentou que os segurados do INSS “infelizmente são pessoas que, em sua maioria, já não tem capacidade laboral para poder recompor seu sustento por meio de trabalho e que veem sua capacidade de consumo ser reduzida todos os meses pela chegada da inflação”.

“Nesse contexto, o presente Projeto de Lei visa exatamente proporcionar um benefício temporário para esse grupo tão fragilizado da população”, justificou.

Agora, a proposta precisa ser votada pelos integrantes da comissão para seguir à Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania.

Se passar pelos dois colegiados, seguirá direto para apreciação do Senado.

Se aprovado, o projeto irá para sanção do presidente Jair Bolsonaro. Caso haja vetos, o Congresso pode derrubá-los total ou parcialmente.

ILHÉUS:  MÉDICOS DECLARAM QUE NÃO QUEREM MAIS TRABALHAR  PARA O MUNICÍPIO.

Quinze médicos enviaram carta endereçada  ao Secretário de Saúde do Município solicitando que retirem seus nomes da lista de vários plantões de atendimento na cidade. Tal atitude, se dá em razão da falta de pagamentos pelos serviços prestados.

Agora, juntamente com o lixo, o  transporte, a medicina também dá sinais claros de que a cidade está desgovernada totalmente.

Isso deixa evidenciado, a falto de comando na  terra de São Jorge.

Enquanto essa baderna acontece, o prefeito sorrir, abraça todas as pessoas,  e pede votos para sua esposa como se nada estivesse acontecendo. O povo se lascando nas  filas dos hospitais, nas ruas cheia de lixo, nos ônibus lotados, nos distritos abandonados e o prefeito como sempre junto com sua equipe, alardeia que a cidade está a mil maravilhas.

Tudo isso é mais uma prova inequívoca do descompromisso da turma de Marâo, muita gente que nem mora na cidade, cabos eleitorais em outros municipios, e os que moram em Ilhéus, parte deles sem experiência alguma de gestão pública, além do descompromisso total com o dever de trabalhar por uma cidade melhor. Em síntese, o prefeito é um brincalhão e a sua turma não é uma equipe, e sim, um bando desordenado e que só está no governo por outros motivos.

Texto e Redação Luke Rei

Leiam a carta dos médicos abaixo..

À
Secretaria de Saúde do Município de Ilhéus
C/c ao Ministério Público do Estado da Bahia
Assunto: Exclusão da escala do regime de plantões dos serviços de urgência

Senhor Secretário,

Vimos, por meio deste instrumento, solicitar que os 15 nomes abaixo
assinados sejam retirados da escala de serviços de urgência do município de
Ilhéus, quais sejam, SAMU, Pronto atendimento, COVID, UPAs e PAS, a partir
do dia 01/10/2021.
Posicionamo-nos desta forma em decorrência dos atrasos constantes no
pagamento dos vencimentos desde julho do corrente ano, bem como pela falta
de previsão no pagamento das competências desde então.
A equipe médica é qualificada e comprometida com a boa prática da
medicina, no entanto o próprio sustento está sendo ameaçado diante do atual
quadro em que os profissionais encontram-se há aproximadamente 90 dias
corridos sem receber o seu respectivo pagamento e sem qualquer previsão
para tal, por parte do Poder Público Municipal. Salientamos que a ausência de
informação, vinda da coordenação e administração municipais, causa ainda
maior insegurança ao quadro já instável vivenciado pela classe médica
envolvida em tais atividades no município.
Esperamos que tais débitos atrasados sejam pagos aos profissionais
envolvidos e que assim, as atividades habituais possam retornar para garantir o
atendimento aos munícipes da cidade.
Destacamos não tratar-se de paralisação ou greve de profissionais de
saúde, mas tão somente da retirada de seus nomes da escala de serviços até
a regularização dos pagamentos, lembrando não haver entre o município e os
médicos qualquer vínculo formal ou contratual, que pudesse configurar tal
retirada de nomes da escala, como greve ou paralisação.
Assim, ratificamos que a equipe médica cumprirá somente a escala de
plantão ora existente, prevista para o mês de setembro de 2021, retornando,
caso seja do interesse deste município, com o pagamento dos vencimentos
atrasados aos profissionais envolvidos, que frisamos, trabalharam dignamente
DocuSign Envelope ID: F2E57D08-D0DA-4E7B-80E0-7EB91792E79B
e não foram remunerados pelos serviços prestados, tornado insustentável a
relação ora existente.
Em tempo, aguardamos um posicionamento da Secretaria de Saúde do
Município de Ilhéus, evitando maiores consequências aos munícipes e
resgatando o mínimo respeito à classe médica que tanto se dedica e trabalha
em prol da manutenção e melhora da saúde dos cidadãos de Ilhéus.
Ilhéus – BA, 24 de setembro de 2021.
Seguem as 15 assinaturas em ordem alfabética:


CÉSAR HENRIQUE SANTOS CAIRO


CLARA NASCIMENTO PASSOS SILVA


DAIANE DOS SANTOS SANTOS


DÉBORA ZOLET BONETA


FLAVIANE DA SILVA DO ESPÍRITO SANTO


GUILHERME MARTINS PEREIRA ALVES


LAYSE H N ALMEIDA


LUDMILLA PIRES VIEIRA


RAFAELA RODRIGUES DO NASCIMENTO


RAFAEL BARBOSA CARNEIRO


ROMERITO S. A. DUARTE


THAINAN LOPES SEARA


THIAGO BARROSO CASSAR DA SILVA


THOMAS FONTES VELOSO


VIVIANE CUNHA SOUSA

Ministro diz que dispõe de R$ 7 bi para investir em mobilidade urbana

Semana da Mobilidade começa hoje e vai até sexta-feira

Publicado em 20/09/2021 – 10:53 Por Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Movimento no Viaduto do Chá durante a quarentena. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

O ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, disse hoje (20) que o governo dispõe de R$ 7 bilhões em recursos a serem investidos em mobilidade urbana, e que, nesse setor, é o transporte público o “vetor mais importante”, enquanto alternativa de deslocamento de pessoas. A afirmação foi feita durante a abertura online da Semana da Mobilidade, que vai até sexta-feira (24). A expectativa é de que ao longo da semana sejam anunciadas também medidas de estímulo ao desenvolvimento de projetos de infraestrutura cicloviária.

“Temos mais de R$ 7 bilhões em investimentos, mas em função da pandemia houve dificuldade muito grande de manutenção dos serviços de transporte nas cidades de médio e grande porte, uma vez que diminuiu o fluxo de pessoas, afetando o equilíbrio econômico e financeiro das concessões espalhadas pelo país”, disse Marinho.

Em sua fala, o ministro lembrou que a questão da mobilidade é transversal, abrangendo não apenas deslocamento das pessoas, mas também investimentos na infraestrutura das cidades, em inovação, em tecnologia, bem como na busca de transporte mais baratos e seguros, “de viés públicos ou autônomos, como é o caso das ciclovias”, disse ele ao destacar a necessidade de parcerias cada vez maiores entre estados municípios e governo federal.

Marinho destacou que a partir da década de 1950 o Brasil deu início a uma mudança que acabou por mudar o perfil do país, com suas populações rurais se deslocando cada vez mais na direção das cidades, o que implicou em aumento das demandas de deslocamento.

“O transporte público é, sem dúvida, o vetor mais importante nesse processo de mudanças, aliado ao fato da necessidade de trabalharmos a questão do meio ambiente e da sustentabilidade”, disse o ministro.

Nesse sentido, o ministro acrescentou que as discussões promovidas ao longo da semana buscarão “alternativas de transporte ligado a vias de bicicletas; aos corredores de circulação de transporte; aos ônibus movidos a gás; aos ônibus elétricos, metrôs de superfícies, VRTs, BRTs; a intervenções nas áreas urbanas, no sentido de permitir maior fluidez no tráfico; e às cidades inteligentes, que permitem gestão racional e saudável do trânsito das cidades por meio de câmeras e aplicativos”.

Ao final da cerimônia de abertura, Marinho assinou alguns atos ministeriais relativos à implementação do programa Avançar Cidades, de apoio financeiro a municípios com mais de 100 mil habitantes, nas cidades de Goiânia (GO) e de Almirante Tamandaré (PR), e relativos à concessão de linhas para transporte sobre trilhos em São Paulo.

Fórum consultivo

Um decreto publicado hoje (20) pelo presidente Jair Bolsonaro no Diário Oficial da União criou o Fórum Consultivo sobre Mobilidade Urbana, vinculado ao Ministério do Desenvolvimento Regional.

O novo fórum é composto por 12 integrantes, incluindo representantes do ministério da Economia, do Fórum Nacional de Prefeitos, da Confederação Nacional de Secretários de Transportes, entre outros. O órgão ficará sob a alçada da Secretaria Nacional de Desenvolvimento Regional e Urbano.

Matéria ampliada às 12h para inclusão do segundo parágrafo.

Edição: Denise Griesinger

Comércio cresce 1,2% em julho e atinge patamar recorde, diz IBGE

Trata-se da quarta alta consecutiva do indicador

Publicado em 10/09/2021 – 09:39 Por Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Tânia Rêgo/Agência Brasil

O volume de vendas do comércio varejista brasileiro cresceu 1,2% em julho deste ano, na comparação com o mês anterior. Essa foi a quarta alta consecutiva do indicador, que atingiu patamar recorde da série histórica da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), iniciada em 2000.

O comércio também teve altas de 5,7% na comparação com julho de 2020; de 1,1% na média móvel trimestral; de 6,6% no acumulado do ano e de 5,9% no acumulado de 12 meses. Os dados foram divulgados hoje (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A receita nominal também apresentou altas: de 2,2% na comparação com junho deste ano; de 1,5% na média móvel trimestral; de 19,7% em relação a julho de 2020; de 18,6% no acumulado do ano e de 15,7% no acumulado de 12 meses.

Setores

A alta de 1,2% no volume de vendas foi puxada por cinco das oito atividades pesquisadas: Outros artigos de uso pessoal e doméstico (19,1%); Tecidos, vestuário e calçados (2,8%); Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (0,6%); Supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,2%) e Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,1%).

Por outro lado, três segmentos tiveram recuo no volume de vendas de junho para julho: Livros, jornais, revistas e papelaria (-5,2%); Móveis e eletrodomésticos (-1,4%) e Combustíveis e lubrificantes (-0,3%).

Varejo ampliado

No varejo ampliado, que também inclui materiais de construção e veículos, a alta de junho para julho foi de 1,1% no volume de vendas. O setor de Veículos, motos, partes e peças subiu 0,2% entre junho e julho, enquanto Material de construção recuou 2,3%.

O varejo ampliado teve altas de 0,7% na média móvel trimestral; de 7,1% na comparação com julho de 2020; de 11,4% no acumulado do ano e de 8,4% no acumulado de 12 meses.

Edição: Denise Griesinger

O PODER MUDOU DE MÃO – Espaço do leitor

Foto WhatsApp
Sabem o que aconteceu no Brasil?
Ah! Ainda não acordaram.
O poder está mudando de mãos…
O poder econômico está no agronegócio que representa 40% do PIB!
A indústria?
Meros 14,5!
O petróleo?
Caminha para o seu funeral!
Imagina que apenas em uma região de Minas, a mais pobre, o Norte de Minas, até 2022, 70% de um projeto de geração de energia solar estará concluído e corresponderá à geração de meia Itaipu!!!
É de uma única empresa, a “Solatio”, sem dinheiro público.
Já imaginou?
Cadê a poderosa Petrobras?
Cadê o petróleo?
O poder mudou de mãos! Acordem!
Mesmo com a pandemia o agro continua crescendo!
Hoje, é responsável pelas reservas internacionais, pela exportação crescente!!!
Cadê o poder dos sindicatos?
Cadê o poder da mídia tradicional?
Cadê o MST?
Cadê a bossa nova?
O Brasil que está crescendo não é socialista, não!
Não está nem no Rio nem em São Paulo. Está no agro.
A música que dominou, é a sertaneja! Não é a bossa nova, não!
Vejam como a viola sertaneja faz sucesso!
Como muitos artistas que representam o campo estão ricos!
Vejam os festivais de viola sertaneja!
Escutem os grandes violeiros!
Este poder do campo dominou o país financeiramente e culturalmente.
O sucessor de Bolsonaro será provavelmente um conservador!
Da bancada ruralista!
Da evangélica… ou da bala…
Este poder do campo foi criado por um general estrategista, Geisel, que criou a Embrapa.
A maior empresa de pesquisa de agricultura tropical.
A Embrapa é pura tecnologia em seus 41 centros de pesquisa… cheios de PHDs.
O poder é tecnológico.
Tecnologia pura!
O Brasil mudou mesmo!
Nada de socialismo!
Não existe fazendeiro socialista, não!
Andam de jatinho mas escutam Chitãozinho e Xororó, Bruna Viola, Tião Carreiro, Adriana Farias, Zezé di Camargo e Luciano, Marcus Biancardini, violeiro com nome de tenor italiano, mas, capiau de Goiânia…
Vejam a cara de rainha da Ministra da Agricultura!
A rainha Tereza Cristina!
Agrônoma!
Felicidade só!
Vejam o programa ferroviário que está sendo implantado para exportar soja e milho!
Veja a abundância de investimentos no setor.
Já somos o maior produtor de soja do mundo… já somos o maior exportador de alimento do planeta e estamos apenas começando.
A mídia tradicional, os sindicatos, os partidos socialistas, o petróleo combustível já se foram!
Já pensou a fruticultura no Nordeste, após a transposição do São Francisco?
A combinação água e energia solar produzida localmente, sem depender de Itaipu, de Furnas…
Novos polos produtivos vão nascer, produzindo ovinos, caprinos, peixes… uvas, vinhos… e muito forró para mostrar que a cultura nordestina é alegre e riquíssima!!!
Os nordestinos que foram escravizados durante anos pela esquerda agora estão sendo cuidados pelo governo federal!
Vão colorir o Brasil com sua arte Naif, suas rendas lindas e seus trançados de palha cheios de arte!
Acordem!!!
O poder mudou de mãos!!!

Pesquisa nacional: maioria acha que CPI da Pandemia é só um jogo político eleitoral

É o que acham 43,6% dos brasileiros, enquanto 19,8% acreditam em punição para culpados

Levantamento nacional realizado pelo Paraná Pesquisas indica que a maior parte dos entrevistados avalia que a CPI da Pandemia “é só um jogo político eleitoral, que não vai dar em nada”.

Enquanto 43,6% pensam dessa maneira, apenas 19,8% consideram que a comissão de inquérito do Senado “vai ajudar a punir os culpados pelas falhas nos serviços públicos que levam a mortes na pandemia”.

Como a CPI tem recebido ampla cobertura dos meios de comunicação, a grande maioria dos entrevistados (65,7%) já “ouviu falar” na comissão, mas mais de um terço deles, 34,3%, nunca ouviram falar.

O levantamento do Paraná Pesquisas foi realizado entre os dias 12 e 17 de maio em 196 municípios de todos os estados e no Distrito Federal, tendo sido entrevistados 2.140 eleitores.

ILHÉUS ESTÁ PRESTES A GANHAR UMA NOVA ORLA CENTRAL.

Fotos enviadas por leitores, via WhatsApp em 10/05/2021.

Surfistas informam que a bancada de areia, na 2ª arrebentação, na maré baixa a água fica na altura do joelho.

Os ambientalista fazem ‘boca de siri’.

A Câmara de Vereadores nem tchum!

A  Prefeitura continua requalificando pinturas de escadarias.

“MÃOS QUE RECICLAM”

Catadores de Vitória da Conquista e outros 16 municípios baianos contam com apoio de Defensores Públicos no programa “Mãos que Reciclam”

Pensar na segurança dos trabalhadores que atuam com reciclagem tem sido um ponto de atenção da Associação das Defensoras e Defensores Públicos do Estado da Bahia (ADEP-BA).

Lançado em 2016, o programa “Mãos que Reciclam” é desenvolvido em 17 municípios baianos e visa garantir a dignidade dos catadores e catadoras que atuam em condições precárias. Iniciado em Vitória da Conquista, o projeto deu origem em 2019 ao Núcleo de Gestão Ambiental da Defensoria Pública Da Bahia (NUGAM), que já realizou ações em  Itapetinga, Amargosa, Barreiras, Itabuna, Ilhéus, Camaçari, Salvador, Jacobina, Juazeiro, Senhor do Bonfim, Alagoinhas, Feira de Santana, Porto Seguro, Eunápolis, Teixeira de Freitas e Jequié.

De acordo com a Defensora Pública Kaliany Gonzaga, coordenadora do NUGAM, a  criação do projeto se deu pela constatação de que mesmo os catadores tendo inúmeros direitos assegurados pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS, Lei n° 12.305/2010), eles exerciam seu trabalho diário em condição insalubre e desprotegida. “Havia uma inexistência de eficientes sistemas municipais de coleta seletiva ou de logística reversa, além do descumprimento da legislação ambiental por parte dos diversos geradores de resíduos”, explica a defensora.

O Mãos que Reciclam é composto, em sua maioria, por mães (57%), o que permite a manutenção da economia familiar. Entre as ações desenvolvidas pelo programa destacam-se a busca ativa de catadoras e catadores em seu local de trabalho ou residência, pois a maioria deles não trabalham em Cooperativas ou Associações; distribuição de cestas básicas e equipamentos de proteção individual (EPI’s); criação de ecoponto nas cidades de Vitória da Conquista e Itapetinga;  realização de cursos de capacitação e de estímulo ao associativismo.

 

Sobre a ADEP-BA

Fundada em 1985, a  Associação das Defensoras e Defensores Públicos do Estado da Bahia (ADEP-BA)  atua na luta pela manutenção e ampliação das garantias e prerrogativas da carreira da categoria. Além de servir ao Defensor, a entidade busca divulgar o trabalho do defensor junto aos grupos vulneráveis e vulnerabilizados de toda a Bahia. A atual gestão (biênio 2020/2022) está sob o comando de Igor Raphael de Novaes Santos e sua chapa “Diálogo e força para um novo tempo.”

Assessoria de imprensa
Juliana Rodrigues
Jornalista – 5467/BA
(71) 9.9254.4764

No Brasil, a situação se inverteu e o que é bom passou a ser escondido

Pela primeira vez, desde 2007, o Brasil terá superávit no balanço de pagamentos, mas a mídia ignorou a boa notícia

Pela primeira vez desde 2007, de acordo com o Banco Central, em 2021 o Brasil deve registrar superávit no balanço de pagamentos, fechando o ano em cerca de US$70 bilhões, bem acima dos US$53 bilhões inicialmente previstos.

Mas o fato foi sonegado pelos principais meios de comunicação. É bom demais para ser divulgado. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Em 1994, antes de uma entrevista, Ricúpero confessou: “Eu não tenho escrúpulos; o que é bom a gente fatura, o que é ruim a gente esconde.”

Apesar dos efeitos negativos da pandemia sobre a atividade econômica, o desempenho do agronegócio, de novo, literalmente, salvou a Pátria.

Em março, o saldo positivo do agronegócio chegou a US$ 10,2 bilhões e ainda permitiu a obtenção do melhor resultado já havido em doze meses.

Covid-19: Ministério da Saúde autoriza mais 411 leitos de UTI

Leitos serão distribuídos por 13 estados e custarão R$ 19,7 milhões

Publicado em 20/04/2021 – 17:40 Por Jonas Valente – Brasília

Hospital de campanha

O Ministério da Saúde autorizou mais 411 leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI) para tratamento de covid-19. Serão repassados R$ 19,7 milhões mensais para custear essas estruturas de atendimento.

Os novos leitos serão implantados em 13 estados: Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

A autorização é a nova modalidade de apoio financeiro dada pelo Ministério da Saúde, que substituiu a habilitação de leitos. O governo federal arca com parte das despesas. Agora o pagamento não é mais antecipado, mas sim mensal.

De acordo com o Ministério da Saúde, em 2021 já foram autorizados mais de 18 mil leitos para o tratamento de pacientes com covid-19. Pesquisa da Confederação Nacional dos Municípios divulgada no dia 9 de abril indicava 760 cidades com fila de espera para leitos de UTI exclusivos para o tratamento de covid-19.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

Em carta a Biden, Bolsonaro promete fim do desmatamento ilegal

Para alcançar meta de desmatamento zero, Bolsonaro diz que o país precisará de “recursos vultuosos” e quer contar com o apoio dos EUA

O presidente Jair Bolsonaro se comprometeu a acabar com o desmatamento ilegal até 2030. Em carta enviada ontem (14) ao presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, Bolsonaro reconheceu o aumento das taxas de desmatamento a partir de 2012 e afirmou que o Estado e a sociedade precisam aperfeiçoar o combate a este crime ambiental.

“Queremos reafirmar neste ato, em inequívoco apoio aos esforços empreendidos por V. Excelência, o nosso compromisso em eliminar o desmatamento ilegal no Brasil até 2030”, escreveu Bolsonaro.

Para alcançar essa meta de desmatamento zero, Bolsonaro diz que o país precisará de “recursos vultuosos e políticas públicas abrangentes”. Segundo ele, nesse âmbito, o Brasil quer contar com apoio de governos, setor privado, sociedade civil e comunidade internacional, incluindo os entes dos Estados Unidos: “Como nós, os americanos saberão apreciar que as principais causas da degradação ambiental radicam na pobreza e na falta de oportunidades, e que portanto trabalhar pela preservação ambiental passa, também, pela promoção do desenvolvimento econômico”.

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Para o presidente, é preciso criar alternativas econômicas que reduzam o apelo das atividades ilegais e dar condições para que os 25 milhões de brasileiros que vivem na Amazônia possam prosperar materialmente por seus próprios esforços. Nesse sentido, segundo ele, não é possível combater o desmatamento apenas com medidas de fiscalização ou “jamais alcançaremos resultados duradouros no domínio ambiental”, escreveu o presidente.

Na carta a Biden, além de definir metas e compromissos, Bolsonaro apontou as iniciativas realizadas pelo Brasil para a preservação do meio ambiente, como projetos nas áreas de bioeconomia, regularização fundiária, zoneamento ecológico-econômico e pagamento por serviços ambientais.

O presidente afirmou que quer ouvir também as entidades do terceiro setor, indígenas e comunidades tradicionais e repetiu a necessidade de ajuda financeira. “Ao sublinhar a ambição das metas que assumimos, vejo-me na contingência de salientar, uma vez mais, a necessidade de obter o adequado apoio da comunidade internacional, na escala, volume e velocidade compatíveis com a magnitude e a urgência dos desafios a serem enfrentados”, escreveu.

No dia 22 de abril, Bolsonaro participa da Cúpula de Líderes sobre o Clima, evento organizado pelo presidente americano. A Biden, ele assegurou seu engajamento na busca de “compromissos e resultados ambiciosos” e destacou o esforço em intensificar as “excelentes relações” entre Brasil e Estados Unidos.

Outro compromisso mais recente, citado por Bolsonaro, é a nova meta do Brasil no Acordo de Paris, a chamada Contribuição Nacional Determinada (NDC, da sigla em inglês) que prevê a neutralidade nas emissões de gases do efeito estufa até 2060. “Adotamos metas absolutas de redução de emissões que superam as de muitos países desenvolvidos, que, entretanto, carregam muito maior responsabilidade pela mudança do clima”, escreveu na carta.

Covid-19: um terço dos sobreviventes tem distúrbios, mostra estudo

Problemas neurológicos ou mentais foram observados por pesquisadores

Publicado em 07/04/2021 – 08:33 Por Kate Kelland – Repórter da Reuters – Londres

Estudo com mais de 230 mil pacientes, a maioria deles norte-americanos, mostrou que um, em cada três sobreviventes da covid-19, foi diagnosticado com distúrbio cerebral ou psiquiátrico dentro de seis meses, indicando que a pandemia pode levar a uma onda de problemas mentais e neurológicos, afirmaram cientistas nessa terça-feira (6).

Os pesquisadores que conduziram a análise disseram que não está claro como o vírus está ligado a condições psiquiátricas como a ansiedade e a depressão, mas que esses são os diagnósticos mais comuns entre os 14 distúrbios que foram considerados. 

Casos de derrame, demência e outros distúrbios neurológicos após a covid-19 são mais raros, segundo os pesquisadores, mas ainda assim são significativos, especialmente em pacientes que tiveram quadros graves da doença.

“Nossos resultados indicam que doenças cerebrais e distúrbios psiquiátricos são mais comuns após a covid-19 do que após a gripe ou outras infecções respiratórias”, disse Max Taquet, psiquiatra da Universidade britânica de Oxford, um dos coautores do trabalho.

O estudo não pôde determinar os mecanismos biológicos ou psicológicos envolvidos, afirmou Taquet, mas pesquisas urgentes são necessárias para identificá-los “com uma visão para prevenir e tratá-los”.

Especialistas de saúde estão cada vez mais preocupados com evidências de riscos mais altos de distúrbios neurológicos e mentais entre sobreviventes da covid-19. Um estudo anterior, feito pelos mesmos pesquisadores, concluiu no ano passado que 20% dos sobreviventes da covid-19 foram diagnosticados com algum problema psiquiátrico dentro de um período de três meses.

O novo estudo, publicado na revista Lancet Psychiatry, analisou registros de saúde de 236.379 pacientes, a maioria nos Estados Unidos, e concluiu que 34% deles foram diagnosticados com doenças psiquiátricas ou neurológicas em seis meses. 

Os distúrbios são significativamente mais comuns em pacientes da covid-19 do que em grupos de comparação com pessoas que se recuperaram da gripe ou de outras infecções respiratórias no mesmo período de tempo, disseram os cientistas, sugerindo que a covid-19 tenha impacto específico. 

A ansiedade, com 17%, e distúrbios de humor, com 14%, são os mais comuns, e não parecem estar relacionados ao fato de a infecção ter sido leve ou grave no paciente. 

Entre os que foram internados em unidades de tratamento intensivo com quadro grave de covid-19, no entanto, 7% apresentaram derrame dentro de seis meses, e cerca de 2% foram diagnosticados com demência.

“Embora os riscos individuais para a maioria dos distúrbios tenha sido pequeno, o efeito por toda a população pode ser substancial”, disse Paul Harrison, professor de psiquiatria de Oxford que também participou do estudo.

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