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:: ‘Destaque4’

Fies: estudantes inadimplentes podem renegociar dívidas no dia 7

Mais de 51% dos estudantes com financiamento estão inadimplentes  

Publicado em 02/03/2022 – 20:25 Por Agência Brasil – Brasília
Atualizado em 02/03/2022 – 20:39

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Cerca de 1 milhão de estudantes já podem renegociar as dívidas com o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) a partir do dia 7 de março. Segundo o Ministério da Educação, o total de inadimplentes, ou seja, com mais de 90 dias de atraso no pagamento alcança 51,7% dos estudantes com financiamento e soma R$ 9 bilhões em prestações não pagas.

Para os estudantes que possuem dívidas com 90 a 360 dias de atraso, o desconto é de 12% no saldo devedor, isenção de juros e multas e parcelamento em até 150 vezes.

Para a inadimplência de mais de 360 dias, o desconto chega a 86,5% no saldo devedor. Caso o estudante seja inscrito no CadÚnico ou beneficiário do Auxílio Emergencial, o desconto será de 92%. O saldo dessa dívida poderá ser parcelado em até dez vezes.

Como negociar

O Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, agentes financeiros do Fies, são os responsáveis pela renegociação das dívidas. Para ter o nome retirado dos cadastros restritivos de crédito, os beneficiários deverão pagar o valor da entrada no ato da renegociação, correspondente à primeira parcela. 

O valor mínimo da prestação é R$ 200. A operação poderá ser realizada integralmente nos canais de atendimento disponibilizados pelos agentes financeiros.

Caixa 

Cerca de 800 mil estudantes com contrato realizado pela Caixa Econômica estão inadimplentes, com dívida média de R$ 35 mil. Esses estudantes poderão realizar a renegociação de seus contratos de forma 100% digital. O interessado pode consultar o site da Caixa para verificar se pode ou não pedir a renegociação de acordo com as regras estabelecidas.

Após confirmar o enquadramento nas regras e simular a renegociação, os interessados gerarão o boleto para pagamento da primeira parcela ou, caso optem pela quitação de uma só vez, da parcela única. 

Para mais informações, os estudantes poderão acessar o endereço www.caixa.gov.br/fies ou ligar no 0800 726 0101.

Banco do Brasil

No Banco do Brasil, mais de 500 mil estudantes poderão renegociar parcelas do Fies em atraso, de forma digital, no aplicativo do banco.

Para aderir à renegociação pelo canal mobile, basta acessar a opção Soluções de Dívidas e clicar em Renegociação Fies. Por meio da solução, o estudante poderá verificar se faz parte do público-alvo, as opções disponíveis para liquidação ou parcelamento da dívida, os descontos concedidos, assim como os valores da entrada e demais parcelas.

Além do mobile, a contratação também poderá ser realizada em qualquer agência do BB, com as mesmas condições. 

Os clientes podem obter mais informações pelo App BB, portal www.bb.com.br, WhatsApp (61-4004-0001) e Central de Atendimento BB (0800-729-0001).

Matéria alterada às 20h38 para correção de informação. Ao contrário do publicado anteriormente, renegociação só estará disponível a partir do dia 7 de março.

Edição: Fábio Massalli

 

Inflação desacelera para todas as faixas de renda em janeiro, diz Ipea

Grupo de alimentos e bebidas foi o principal foco da inflação

Publicado em 15/02/2022 – 11:58 Por Ana Cristina Campos – Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro

Economia, Moeda Real, Dinheiro. Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

O Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda aponta para uma nova desaceleração inflacionária para todas as faixas de renda. As famílias de renda alta registraram a menor taxa de inflação no período (0,34%). O segmento que apresentou a maior inflação em janeiro deste ano foi o das famílias com renda muito baixa (0,63%).

Os dados de janeiro foram divulgados hoje (15) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

“Na comparação com janeiro do ano passado, houve alta da inflação para todas as faixas, sendo que o impacto foi maior para classe de renda mais baixa, cuja inflação em janeiro deste ano (0,63%) foi o triplo da apontada em janeiro de 2021 (0,21%)”, comparou a pesquisadora do Ipea Maria Andreia Lameiras, autora do indicador mensal.

No acumulado em 12 meses, as famílias de renda média baixa tiveram a maior alta inflacionária, uma taxa de 10,8%, um pouco superior à registrada pela faixa de renda muito baixa (10,5%) e acima da faixa de renda alta (9,6%).

Segundo o Ipea, em janeiro, na análise dos dados desagregados, enquanto todos os grupos de bens e serviços pressionaram a inflação das duas classes de renda mais baixas, o grupo transporte trouxe alívio inflacionário para as demais faixas.

Apesar do grupo alimentos e bebidas ser o principal foco da inflação para todas as classes, o impacto segue mais intenso para as famílias da faixa muito baixa (com renda domiciliar menor que R$ 1.808,79). Mesmo diante das deflações da energia (-1,1%), do gás de botijão (-0,73%) e da gasolina (-1,1%), os reajustes dos aluguéis (1,5%) e das tarifas de ônibus urbano (0,22%), intermunicipal (0,56%) e interestadual (1,6%) resultaram em impactos inflacionários para as famílias de menor renda, nos grupos de habitação e transporte.

No caso das famílias da faixa mais alta (com renda domiciliar maior que R$ 17.764,49), o aumento dos serviços de recreação, como pacote turístico (2,7%), hospedagem (2,0%) e cinema (1,9%) foram os principais responsáveis pela contribuição positiva exercida pelo grupo despesas pessoais, em janeiro deste ano.

De acordo com o estudo, a queda dos combustíveis – gasolina (-1,1%) e etanol (-2,8%) –, das passagens aéreas (-18,4%) e do transporte por aplicativo (-18%) fez com que o grupo transportes trouxesse alívio inflacionário para a faixa de renda mais alta.

A alta menos intensa no preço das hortaliças e verduras (3,1%), frutas (2,7%) e do café (0,32%) em 2021, a deflação das carnes (-0,32%), do vestuário (-0,07%) e, sobretudo, da energia elétrica (-5,6%) explicam o desempenho mais favorável da inflação para as famílias de renda muito baixa.

Edição: Maria Claudia

Água do São Francisco segue para o Rio Grande do Norte após chegar ao Sertão da Paraíba

Barragem de Boa Vista é a maior do gênero de todo o Projeto São Francisco, com capacidade de armazenamento de 260 milhões de metros cúbicos (Foto: André Neiva/MDR)

A Barragem de Boa Vista, localizada em São José de Piranhas, no Sertão Paraíba, teve as comportas abertas para liberação da água do Rio São Francisco. A estrutura é a maior do gênero de toda a transposição, com capacidade de armazenamento de 260 milhões de metros cúbicos.

“O Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), investiu R$ 270 milhões na barragem, que tem 900 metros de extensão e faz parte do Eixo Norte do Projeto de Integração do Rio São Francisco”, disse o governo.

Com a abertura das comportas em Boa Vista, a Barragem de Caiçara encheu, liberando água para a Barragem Engenheiro Avidos, em Cajazeiras (PB), que atenderá 61,4 mil pessoas. Na sequência, as águas do Velho Chico seguem para o Rio Grande do Norte, com previsão de chegada no próximo dia 9.

“Essas águas vão permitir que milhares de pessoas possam ter a tão sonhada segurança hídrica. Água tratada na torneira, água à disposição para se gerar emprego e oportunidade, para se diminuir a pressão sobre o sistema de saúde pública. É a formalização do compromisso do presidente Bolsonaro para emancipar as populações nordestinas”, destaca o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho.

O último trecho de canal do Projeto São Francisco, entre os reservatórios Caiçara e Engenheiro Avidos, foi inaugurado em outubro de 2021, em evento com a presença do presidente Jair Bolsonaro. Com isso, após 13 anos desde o início do empreendimento, as obras físicas necessárias para garantir o caminho das águas dos dois eixos (Leste e Norte) estão concluídas.

AS ÁGUAS QUE CHEGAM AO NORDESTE SÃO DA TRANSPOSIÇÃO DO RIO SÃO FRANCISCO.

PESQUISADOR ILHEENSE ESMIÚÇA OS IMPACTOS DA NOVA PONTE, E EXPLICA ORIGENS DO ASSOREAMENTO DA BAÍA DO PONTAL

Fonte: ilheus.com.br

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Baía do Pontal – Av 2 de Julho – Outeiro de São Sebastião – Morro de Pernambuco – Nova Ponte Jorge Amado – Av. Lomanto Junior Foto: Marcelo Silveira

A questão do avanço do assoreamento da Baía do Pontal, foi um dos principais assuntos que compuseram a pauta de reunião entre o presidente da Bahia Pesca, Marcelo Oliveira, pescadores e produtores da região.

Em visita ao Terminal Pesqueiro de Ilhéus na última segunda-feira (04), ele ouviu dos donos de embarcação que, com a construção da nova ponte, as embarcações estão com dificuldades de entrar no Terminal, devido ao banco de areia que se forma. A categoria cobrou a realização urgente da dragagem da areia, e recebeu a resposta do presidente da Bahia Pesca, afirmando que “soluções viáveis estão sendo buscadas”.

O assunto vem ganhando destaque nas redes sociais. Isso, como consequência da manifestação de segmentos específicos da sociedade organizada, chamando a atenção para a aceleração do processo de assoreamento da Baía do Pontal, em Ilhéus.

Isso, como consequência direta das intervenções humanas na natureza local, acarretando na concentração anormal de areia e sedimentos na baía, causando com isso a gradativa e preocupante diminuição da profundidade de suas simbólicas águas.

Ante isso, muitos ilheenses estão se questionando: Será que a Baía do Pontal está secando?

Para entender a situação, e tentar responder essa questão, o site Ilhéus 24H conversou com o ilheense Cezar Augusto Teixeira Falcão Filho (36 anos), Geógrafo, graduado na Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), Especialista em Gestão Costeira pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), Mestre em Sistemas Aquáticos Tropicais pela UESC, e doutorando em Geologia pela UFBA.

Atualmente Cezar estuda os impactos da construção da nova ponte na dinâmica costeira da Praia da Avenida, e na qualidade da água. O assunto é o tema da sua tese de doutorado, que está prestes a defender.

Com uma íntima relação familiar com o mar, o pesquisador é filho de um dos ilheenses pioneiros do surfe na Bahia, de quem herdou o nome, e o amor incondicional pelo surfe, as ondas e a Natureza.

A CAUSA – Cezar faz questão de destacar que o principal causador desse assoreamento da baía, é a construção do Porto do Malhado, inaugurado no começo da década de 70. A nova ponte, frisa, apenas acelerou o processo.

Ele afirma que com a construção do espigão, acabou servindo com uma “armadilha de sedimentos”, deixando a água mais rasa na praia da Avenida, à medida que a faixa de areia ia aumentando. Ou seja, aponta Cesar, “em lugares que na década de 60 tomava-se banho de mar, hoje em dia tem dois metros de areia. E com a profundidade da água é a mesma coisa”.

O Porto do Malhado é um suporte inesgotável de areia, que as ondas vão espalhando pela baía. Somando-se a outro banco de areia, presente no Morro de Pernambuco. Ali, as ondas jogam a areia para dentro da Bahia, contribuindo com o assoreamento”, explica.

ANTES DO PORTO –  O pesquisador ilheense afirma que, antes da construção do Porto, toda a região da Praia da Avenida sofria com erosão. Isso, explica, porque o processo de urbanização local, ocupou a faixa costeira. A avenida Soares Lopes, cita como exemplo, foi toda construída sobre a areia da praia, por sobre dunas. Por isso, destaca, quando a maré enchia, a água batia e molhava toda a pista.

“Quando construíram o porto, o espigão agiu como uma espécie de barreira, concentrando areia trazida pela chamada ‘corrente longitudinal’, que corre paralela à praia. Essa corrente é induzida por ondas, que incidem com um certo ângulo, que, em relação a faixa costeira, forma um vetor que direciona a corrente.

Essa corrente foi a responsável pelo transporte de sedimentos que se acumularam na Praia da Avenida, acarretando no avanço da areia, ou, no recuo do mar”.

O ASSOREAMENTO – Para tentar explicar o processo de assoreamento da baía, Cezar Filho usa de um exemplo figurado. “Imaginemos um copo cheio de água, faltando dois dedos para encher, e começamos a colocar açúcar. Chega uma hora que esse açúcar começa a se acumular. O açúcar vai se concentrando no fundo do copo, e, quanto maior a quantidade, vai acarretando no aumentando o nível de água. É isso o que acontece na baía”.

O pesquisador explica que, em termos práticos, quanto mais sedimentos há no estuário, e segue entrando o mesmo volume de água, a consequência é que, chegará um momento em que essa maré vai superar o nível anterior, e começar a inundar regiões mais baixas, a exemplo da zona central de Ilhéus.

Tal situação já vem acontecendo em alguns períodos do ano. Cesar afirma que quando junta a maré cheia, a água da chuva e a ação do vento, acarretam nos cada vez mais constantes alagamentos do Centro. “Até peixe nadando já foi visto”, recorda.

Ele alerta que com o passar do tempo, entre 10 e 20 anos, a tendência é que os alagamentos fiquem cada vez mais recorrentes, e áreas a exemplo da avenida Dois de Julho, o Calçadão da Marquês de Paranaguá, e adjacências, serão constantemente acometidos por alagamento.

O IMPACTO DA NOVA PONTE – Como informamos acima, os impactos da construção da nova ponte, é tema da tese de doutorado do pesquisador ilheense. Ante isso, aponta, com a obra, acarretou no afunilamento da água, como se pegássemos uma mangueira,  obstruíssemos parte do furo por onde sai a água. Como consequência, o líquido sai com muito mais pressão.

Cesar explica que é justamente isso que a nova ponte está causando na baía: o aumento da velocidade da maré, pelo afunilamento da desembocadura da água entre a praia do Cristo e o Morro de Pernambuco.

“A consequência é o aumento da capacidade que a água tem em transportar mais sedimentos. Caso a água corra mais, ela tem a possibilidade de trazer mais sedimentos para dentro da baía. Isso acelera o transporte. A quantidade de sedimentos que viria em um determinado período de tempo, praticamente dobra de volume. Essa é a consequência da construção da nova ponte”, relata.

A DRAGAGEM – Questionado pela reportagem se a retirada de areia da baía, no processo denominado de dragagem seria a solução, Cesar Filho afirma que de fato é uma solução positiva, e, até então, a mais viável.

Porém, destaca que o trabalho deve ser contínuo, e feito com certa periodicidade, que só mesmo um estudo mais aprofundado poderia precisar.

Estudo realizado por:

Cezar Augusto Teixeira Falcão Filho (36 anos), Geógrafo, graduado na Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), Especialista em Gestão Costeira pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), Mestre em Sistemas Aquáticos Tropicais pela UESC, e doutorando em Geologia pela UFBA.

MOVIMENTOS ‘FORA’, NÃO FUNCIONAM! ===>>> 05/07/2021

Fora FHC, não funcionou. Ficou 2 mandatos.

Fora TEMER, também não. Terminou tranquilamente seu mandato.

Fora BOLSONARO, vamos ver o que vai acontecer?

A BIBLIOTECA PÚBLICA DE ILHÉUS. ===>>> 28/05/2020

Toda vez que é requalificada, fica bonita e dinâmica.

Depois, vem um estrupício de qualquer desgoverno e acaba com tudo.

 

Leilões de infraestrutura captaram R$ 30 bilhões em 2021, diz ministro

Arrecadação ainda maior é aguardada para segundo semestre

Publicado em 30/06/2021 – 19:12 Por Agência Brasil – Brasília
Atualizado em 30/06/2021 – 19:57

Ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, participa do programa A Voz do Brasil

O Brasil já garantiu R$ 30 bilhões em investimentos, é o que revela o balanço do primeiro semestre de 2021 feito pelo Ministério da Infraestrutura. A informação será publicada em um caderno detalhado ainda nesta semana, e foi adiantada pelo ministro Tarcísio de Gomes Freitas durante entrevista ao programa A Voz do Brasil.

Apenas em abril deste ano, informa o ministro, foram leiloados 22 aeroportos, uma ferrovia e cinco terminais portuários, o que significa mais R$ 30 bilhões em investimentos somados aos R$ 30 já arrecadados. No total, 70 ativos públicos foram leiloados durante o governo do presidente Jair Bolsonaro, com mais de R$ 80 bilhões captados.

“A gente tem caminhado muito na direção de atrair o investimento privado. [Isso] é fundamental em um cenário de restrição fiscal para atingirmos o nosso objetivo, que é diminuir o gap [buraco, fenda] de infraestrutura”, disse o ministro.

Tarcísio Freitas informou também que as maiores concessões públicas ainda não foram feitas, e que a captação de investimentos crescerá consideravelmente no segundo semestre de 2021. Entre os exemplos, a rodovia Presidente Dutra – via de ligação entre Rio de Janeiro e São Paulo -, que deve também reduzir a quantidade de pedágios e tarifas para usuários.

O Porto de Santos e a BR-381 Minas, além dos aeroportos de Congonhas e Santos Dumont, também estão na lista de leilões que serão feitos no segundo semestre.

Assista na íntegra:

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

Risco de apagão e conta mais cara são frutos do investimento em termelétricas

Desde 2006 as termelétricas passaram de 13,5% para 24,5% da matriz brasileira, e hidrelétrica caiu de 84,1% para 61%

Especialistas da apontam como principal fator para situação atual, o investimento em termelétricas. Segundo estudo da ABRAPCH, as térmicas passaram, entre 2006 e 2019, de 13,5% para 24,5% da matriz energética brasileira, confirmando o aumento do investimento nessa modalidade em detrimento das hidrelétricas, que respondiam por 84,1% em 2006 e caíram para 61% este ano. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Além da alta na capacidade instalada, as termelétricas recebem mesmo sem ser acionadas. São bilhões pagos só para ficarem de “sobreaviso”.

Notícias Relacionadas

Entre 2013 e 2015, o governo Dilma investiu R$88,4 bilhões em fontes renováveis, mas despejou R$108,3 bilhões em fontes fósseis poluentes.

Entre os anos 2016 e 2018, o governo Temer mudou um pouco o cenário e investiu R$78,7 bilhões nas renováveis e R$76,3 bilhões em fósseis.

Jair Bolsonaro, o “demônio do meio ambiente”, segundo ONGs, investiu R$43,4 bilhões na geração de energia em 2019: 60% em fonte renovável

Operação da PF combate fraudes contra benefícios emergenciais

As ações estão sendo realizadas em oito estados

Publicado em 17/06/2021 – 10:11 Por Agência Brasil – Brasília

Operação Aventura

A Polícia Federal (PF) deflagrou hoje (17) mais uma fase da Operação Sexta Parcela, em continuidade aos trabalhos de combate às fraudes contra benefícios emergenciais. Nesta quinta-feira, as ações ocorrem nos estados da Bahia, do Maranhão, de Mato Grosso, Minas Gerais, do Paraná, de Rondônia, Roraima e São Paulo.

De acordo com a PF, as investigações são resultados da Estratégia Integrada de Atuação contra as Fraudes ao Auxílio Emergencial, da qual participam também o Ministério Público Federal, o Ministério da Cidadania, a Caixa, Receita Federal, a Controladoria-Geral da União e o Tribunal de Contas da União.

O trabalho conjunto tem por objetivo a identificação de fraudes massivas e a desarticulação de organizações criminosas, com a responsabilização de seus integrantes, além de recuperar os valores para o erário.

Segundo a PF, já foram realizadas 98 operações policiais no combate às fraudes aos benefícios emergenciais, com a expedição de mais de 380 mandados de busca e de 50 de prisão.

Edição: Aécio Amado

Auxílio-emergencial deve ser prorrogado e poderá passar dos R$500

Decisão foi estimulada pelos sinais de recuperação da economia, com recordes de arrecadação

A decisão foi estimulada pelos sinais de recuperação da economia, com recordes de arrecadação.

O desejo do presidente é que o maior valor do auxílio emergencial, hoje R$375, passe no mínimo R$500, podendo chegar àqueles R$600 pagos em 2020. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Notícias Relacionadas

O ministro Paulo Guedes (Economia) admitiu estender o auxílio durante evento virtual, nesta quinta (27), mas não citou alteração nos valores.

Com orçamento limitado, Bolsonaro admitiu a redução de valores, mas um ministro com gabinete no Planalto diz que ele “nunca se conformou”.

As consequências políticas do aumento do auxílio, mas para valores que façam a diferença, entusiasmam a equipe econômica.

A expectativa é que os indicadores de popularidade do presidente e de aprovação do seu governo voltem a subir substancialmente.

Infraestrutura prevê R$260 bilhões em investimento privado até o fim de 2022

Ministro diz que montante é quase 40 vezes o orçamento da pasta

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, disse hoje (14) que as concessões de ativos públicos à iniciativa privada deverão render ao país cerca de R$ 260 bilhões em investimentos em infraestrutura até o final de 2022. De acordo com Freitas, o montante é aproximadamente 40 vezes o orçamento do ministério. 

“Nós teremos alguns leilões de grande porte ainda no ano de 2021 e vamos fazer leilões importantes em 2022, e R$ 260 bilhões significam 40 vezes o orçamento disponível no Ministério da Infraestrutura. Então, não dá para comparar. Nós não temos outro caminho para alavancar a infraestrutura”, destacou no Abdib Fórum 2021, evento virtual da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib).

Segundo o ministro, os impactos econômicos desse processo não serão imediatos, mas farão do país “um grande canteiro de obras” dentro de alguns anos. “A repercussão econômica demora um pouquinho para vir, porque a gente está falando de contrato de concessão, que tem uma fase inicial de serviços, é o tempo de elaboração de projeto, obtenção de licença, sobretudo obtenção de funding [captação de recursos] no mercado”, disse.

“Mas a gente pode projetar que em 2024, 2025 e 2026, o Brasil vai se tornar um grande canteiro de obras”, reforçou.

Entre os projetos citados pelo ministro Tarcísio de Freitas que deverão ocorrer até lá, destacam-se a concessão do Porto de Santos, do Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, e do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo.(ABr)

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