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:: ‘Desonestidade’

AINDA SOBRE OS RESCALDOS, DA ROUBALHEIRA DA COPA DO MUNDO.

Quando a FIFA no seu caderno de exigências pedia 8 sedes para a Copa do Mundo no Brasil,  FHC (ops) digo Lula se apressou em enxertar mais 4.

O Deputado Romário, que é do ramo bradou, vai ser a maior roubalheira.

Não deu outra, até hoje pipocam os escândalos.

Romário de olho na mutreta...

Romário de olho na mutreta…

Mas o apedeuta, junto com outros, queriam se lambuzar.

As Olimpíadas vem aí, vai ter mais….

O apedeuta ajeitando a vida de seu time....

O apedeuta, junto com a Odebrecht, ajeitando a vida de seu time….

FHC BATE DURO: Dilma usa tática de quem rouba – e depois grita ‘pega ladrão”.

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“Segue abaixo, resposta às declarações da Presidente Dilma, feitas esta manhã, lançando indevidamente sobre mim responsabilidades pelo escândalo da Petrobras.

Até agora, salvo lamentar o caráter de tsunami que a corrupção tomou no caso do “Petrolão”, não adiantei opiniões sobre culpados ou responsáveis, à espera do resultado das investigações e do pronunciamento da Justiça. Uma vez que a própria Presidente entrou na campanha de propaganda defensiva, aceitando a tática infamante da velha anedota do punguista que mete a mão no bolso da vitima, rouba e sai gritando “pega ladrão”!”, sou forçado a reagir.

1. O delator a quem a Presidente se referiu foi explícito em suas declarações à Justiça. Disse que a propina recebida antes de 2004 foi obtida em acordo direto entre ele e seu corruptor; somente a partir do governo Lula a corrupção, diz ele, se tornou sistemática. Como alguém sério pode responsabilizar meu governo pela conduta imprópria individual de um funcionário se nenhuma denúncia foi feita na época?

2. do mesmo modo, a delação do empreiteiro da Setal Engenharia reafirma que o cartel só se efetivou a partir do governo Lula.

3. no caso do “Petrolão” não se trata de desvios de conduta individuais de funcionários da Petrobras, nem são eles, empregados, em sua maioria, os responsáveis. Trata-se de um processo sistemático que envolve os governos da Presidente Dilma (que ademais foi presidente do Conselho de Administração da empresa e Ministra de Minas e Energia) e do ex- presidente Lula. Foram eles ou seus representantes na Petrobras que nomearam os diretores da empresa ora acusados de, em conluio com empreiteiras e, no caso do PT, com o tesoureiro do partido, de desviar recursos em benefício próprio ou para cofres partidários.

4. diante disso, a Excelentíssima Presidente da Republica deveria ter mais cuidado. Em vez de tentar encobrir suas responsabilidades, jogando-as sobre mim, que nada tenho a ver com o caso, ela deveria fazer um exame de consciência. Poderia começar reconhecendo que foi no mínimo descuidada ao aprovar a compra da refinaria de Pasadena e aguardar com maior serenidade que se apurem as acusações que pesam sobre o seu governo e de seu antecessor.”

COMEÇARAM A CHEGAR AS CONTAS DE LUZ, COM A BANDEIRA VERMELHA DO PT.

Nada mais apropriado  para estigmatizar um desgoverno, incompetente, mentiroso e corrupto.

Tudo começou com ele.

Tudo começou com ele.

A CIRANDA MUSICAL FUNCIONOU. 08-03-2012 Memória – Que tempo bom, não volta mais…….

Músico ilheense, lastimável.

Como esse blog  já havia previsto, os músicos ilheenses receberam o veredicto.

Vão receber a sua mixaria do carnaval em 4 vezes, e quem reclamar , não vai tocar no São João.

Está decretado !!!

ROLANDO NO FACEBOOK – VEJA PARA ONDE VAI O DINHEIRO DAS ESCOLAS E HOSPITAIS.


Maria do Rosário autorizou repasse de 546 mil reais para a ONG de Leonardo Sakamoto chamada ONG Repórter Brasil.

Quem lê os absurdos contra a direita que Sakamoto posta nem imagina que o grande negócio que ele possui, e que recebe dinheiro do Governo Federal com aprovação de Maria do Rosário.

Só em 2013, a ONG Repórter Brasil recebeu R$ 1.293.475,92 entre “convênios e doações”.

Quem lê as coisas de Sakamoto e acha que ele defende a esquerda a toa, é melhor dar uma olhada na movimentação financeira dele antes.

Link da movimentação da ONG em 2013: http://reporterbrasil.org.br/balanco2014_2013.pdf

Dados do convênio: https://contas.tcu.gov.br/adp/Web/busca/results.jsp?query=cpf%3A25746301817&sort=uid&dir=desc&pos=0&detalhe=s&queryOriginal=cpf%3A25746301817

Convênio da ONG: https://www.convenios.gov.br/siconv/EditarDadosProposta/DetalharPropostaDownloadAnexoConvenio.do?idArquivo=4339927

http://lucianoayan.com/2014/12/07/sakamoto-e-a-ong-reporter-brasil-o-bolivarianismo-dissimulado-como-um-grande-negocio/

SEASP recebe denúncias de fraudes na seleção de beneficiados no programa Minha casa, minha vida.

É assim em todo o Brasil…

 

SEMPRE TEM UMA DESCULPA ESFARRAPADA, QUE NÃO SERVE PRA NADA!

Quase R$ 1 bi em máquina da transposição do São Francisco estão mal armazenados, diz TCU

Quase R$ 1 bi em máquina da transposição do São Francisco estão mal armazenados, diz TCU

Foto: Agência Câmara

Fonte: Bahia Notícias.

Uma inspeção do Tribunal de Contas da União (TCU) constatou que quase R$ 1 bilhão em equipamentos da transposição do Rio São Francisco estão armazenados de forma imprópria e podem ser danificados antes mesmo de começar a funcionar. De acordo com a Folha de S. Paulo, válvulas, bombas, tubos e comportas estão no chão ou em locais sem proteção, o que permite que animais como ratos e insetos façam ninhos em materiais que custaram aos cofres públicos mais de R$ 10 milhões. Fiscalizações anteriores do TCU já haviam apontado sobrepreço no projeto, que em 2007 foi orçado em R$ 4,5 bilhões mas já custa quase R$ 8 bilhões. Alguns equipamentos foram comprados há cerca de cinco anos, já que a conclusão da obra estava prevista para 2010. Contudo, como o contrato não previa que as construtoras fossem responsáveis pelos cuidados com as ferramentas, elas foram colocadas nos canteiros de obras. Segundo o relatório do tribunal, as condições de armazenamento não obedecem os manuais dos fabricantes. “Destacam-se equipamentos dispostos diretamente sobre o solo e em local aberto, quando deveriam ser armazenados cobertos e a uma distância mínima do chão; falta de precauções contra ações de insetos e animais roedores, bem como contra excrementos de aves”, diz o texto. O ministro responsável pelo caso, Raimuno Carreiro, determinou que o Ministério da Integração Nacional – responsável pela transposição – resolva o problema em 60 dias e que seja garantido que os produtos “estarão na garantia quando começarem a funcionar”. O Ministério da Integração Nacional disse que não poderia se manifestar porque não foi notificado oficialmente pelo TCU.

Lula irrita-se com a Lava-Jato, mas deveria estar preso por causa do escândalo da Petroquímica Triunfo

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Face lenhosa – Evitando aparecer publicamente desde a Operação Porto Seguro, que em novembro de 2012 flagrou sua amante, Rosemary Nóvoa Noronha, em um esquema criminoso de venda de pareceres de órgãos federais, o lobista Luiz Inácio da Silva deu mostras de seu incômodo com o escândalo conhecido como “Petrolão”. Ao deixar a sede brasileira da Usina de Itaipu, em Foz do Iguaçu (PR), nesta quinta-feira (20), Lula foi questionado por jornalistas sobre a Operação Lava-Jato e, visivelmente contrariado, sugeriu que ao grupo de profissionais de comunicação para “falar com a Polícia Federal”.

Cidadão comum desde que desocupou o Palácio do Planalto, Lula tem o direito de manter-se em silêncio quando quiser, mas pode e deve ser cobrado reiteradamente acerca de escândalos de corrupção que aconteceram com o seu explícito consentimento. De igual modo o ex-presidente tem a prerrogativa de se esquivar de perguntas de jornalistas, mas não pode alegar que desconhecia o carrossel de corrupção que girava em algumas diretorias da Petrobras.

Por ocasião da eclosão do Mensalão do PT, que por preguiça da oposição não resultou no impeachment de Lula, o então presidente da República cedeu à pressão dos partidos da chamada base aliada e concordou com a instalação do esquema na estatal. Tanto é assim, que o outrora deputado federal José Janene (PP-PR), morto em 2010 e que ficou conhecido como “Xeique do Mensalão”, foi quem comandou, ao lado do doleiro Alberto Youssef, o assalto aos cofres da Petrobras. Isso porque era preciso substituir o Mensalão do PT por plano que garantisse a compra de parlamentares.

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Salão de beleza português onde ferries foram comprados também se negociam aviões

Duas empresas funcionam no mesmo endereço do salão de cabeleireiros da sogra de um dos sócios

Da Redação (redacao@correio24horas.com.br)
05/11/2014 06:47:00Atualizado em 05/11/2014 07:02:52

Fachada de prédio onde funciona empresa que vendeu ferries gregos (Foto: Paula Cosme Pinto/Arquivo Correio)

No mesmo endereço de onde saíram as negociações para a venda de dois ferries gregos ao governo do estado da Bahia — número 10 da Rua Dom Afonso de Noronha, na Grande Lisboa, em Portugal — também é possível negociar aviões. Isso entre um corte e outro de cabelo, já que no mesmo local funciona um salão de beleza. Dois sócios da empresa portuguesa Happyfrontier Importação e Exportação Lda.  (João Carlos Palmeirão de Melo e Helder José Veras Nunes Barata) criaram uma nova empresa no dia 22 de maio deste ano, a Red Frontier Lda.

A criação da sociedade ocorreu no mesmo dia em que a Happyfrontier recebeu de armadores gregos o segundo dos dois ferries que em seguida foram vendidos ao governo da Bahia (o primeiro foi comprado pela Happyfrontier no dia 2 de maio) e que aqui foram rebatizados de Dorival Caymmi e Zumbi dos Palmares, ambos já em operação na travessia Salvador-Itaparica.

O CORREIO localizou, ontem, a documentação do Ministério da Justiça de Portugal que formaliza a sociedade Red Frontier, que já nasceu tendo como atividade a comercialização, importação e exportação de navios, agenciamento de embarcações e  aeronaves, além de outros serviços relacionados a transportes — diferente da Happyfrontier, que inicialmente vendia eletrodomésticos e mobiliários e que teve o objeto alterado em abril, seis meses depois de vender os ferries para a Bahia. As duas empresas funcionam no mesmo endereço do salão de cabeleireiros da sogra de um dos sócios — João Carlos Palmeirão de Melo.

A transação, realizada após um processo licitatório, está sendo investigada pelo Ministério Público Estadual (MPE), que também recebeu denúncia de superfaturamento — os ferries foram comprados pela Happyfrontier por 12 milhões de euros e vendidos por 18 milhões, acrescidos o transporte e treinamento da tripulação. O capital social da Happyfrontier é de 15 mil euros.

A Procuradoria-Geral de Justiça solicitou ao Grupo de Atuação Especial de Defesa do Patrimônio Público e da Moralidade Administrativa (Gepam), que iniciou a apuração, uma cópia de toda a documentação que está sendo analisada. Por se tratar de denúncia de improbidade em secretaria estadual, pode ser de atribuição da Procuradoria de Justiça essa apuração.

O MPE, através de sua assessoria de comunicação, informou que a documentação solicitada chegou, na segunda-feira à noite, para análise e que só deve voltar a se pronunciar sobre o caso após essa análise. A Secretaria de Infraestrutura do Estado (Seinfra), procurada ontem, informou que não recebeu do Ministério Público nenhuma recomendação ou documentação relacionada à compra das embarcações.

O Gepam já solicitou a recomendação de que o restante do pagamento à empresa seja suspenso até o fim da apuração. De acordo com o Portal da Transparência já foram realizados três pagamentos, que somam R$ 49,966 milhões — 85% do valor devido. O acordo com a empresa é de que o último pagamento só será realizado após  120 dias de operação, que começou há  um mês.

A denúncia de irregularidades foi feita, inicialmente, pelo jornalista Fernando Conceição, professor da Ufba, em seu blog. O CORREIO foi à sede da Happyfrontier, na Grande Lisboa, quatro vezes e não localizou ninguém no local.

Auditoria revela fraude bilionária com ‘alunos fantasmas’ no Pronatec

Meu aluno, nosso fantasma...

Meu aluno, nosso fantasma…

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Não tem fim>>>

O governo pagou por alunos fantasmas. Ou seja, pessoas que desistiram e continuaram sendo contabilizadas como frequentadoras dos cursos!

Está na mídia nacional – Auditoria inédita da Controladoria-Geral da União (CGU) no Pronatec, uma das vitrines eleitorais de Dilma Rousseff (PT), afirma que não é possível precisar quantos alunos assistem de fato às aulas e como foram gastos os recursos repassados pelo governo federal às escolas.Brasília.

O documento, ao qual o jornal “Folha de S.Paulo” teve acesso, é resultado da primeira fiscalização focada no programa, criado há três anos para formar técnicos, e muito exaltado pela petista.

O relatório, produzido a partir de entrevistas e análise de documentos, foi finalizado em 27 de agosto, depois de manifestação do Ministério da Educação.

Ele aponta descontrole dos gastos públicos porque, diz a CGU, alunos desistentes continuam sendo contabilizados e as instituições podem ser remuneradas por esse grupo que não frequenta mais as aulas, já que não existe processo de prestação de contas nem análise do cumprimento das vagas pactuadas com os ofertantes.

Os auditores analisaram a execução do principal braço do programa, chamado de Bolsa-Formação, por meio do qual a União banca aulas gratuitas de ensino técnico e de qualificação profissional. Ele representa cerca de 40% das mais de 8 milhões de matrículas no Pronatec, a maior parte das vagas é oferecida e custeada diretamente pelo Sistema S (Senai, Senac, Senat e Senar).

‘O aluno desistente continua sendo contabilizado como se estivesse matriculado e a instituição recebe indevidamente o valor da Bolsa-Formação não utilizada’, afirma o relatório da CGU.

Mesmo sem a cobrança, entrega e análise das prestações de contas, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação continuou transferindo recursos para as redes de ensino em 2013 e 2014, que juntos somam mais de R$ 4,5 bilhões”, diz a auditoria da CGU. Em 2011 e 2012, foram distribuídos R$ 1,7 bilhão em bolsas de estudo.

A auditoria diz que os problemas do programa começam pelo Sistec, sistema que gerencia as matrículas. “A rede de ensino não é obrigada a corrigir os dados do Sistec, que vem apresentando falhas desde a sua implementação nem é obrigada a apresentar dados fidedignos”, diz o documento.

A meta de 8 milhões de matrículas do Pronatec foi alcançada em agosto e vem sendo usada como trunfo por Dilma. Neste ano, a presidente já participou de pelo menos 11 formaturas do Pronatec – todas em Estados diferentes.

Segundo a propaganda eleitoral da petista, trata-se do “maior programa profissionalizante do mundo”. Os auditores, porém, dizem que o sistema não permite o registro dos alunos que desistiram do curso. Tal falha impossibilita precisar quantos recebem a formação.

“O Sistec não permite cancelar o registro de alunos desistentes”, diz o relatório da CGU, que sugere a confirmação da matrícula.

Investigação

Suspeitas. No Pará, o reitor do Instituto Federal em 2012 e 12 pessoas são acusadas de desvios. No Paraná, dez servidores do Instituto Federal são investigados por inflar o número de aulas e receber por isso.

Fonte: Informações do Folha de São Paulo via A Tarde

Pronatec vira Roubatec. Descontrole, desvio de bilhões e corrupção desmontam vitrina eleitoreira de Dilma.

DOMINGO, 19 DE OUTUBRO DE 2014

Pronatec vira Roubatec. Descontrole, desvio de bilhões e corrupção desmontam vitrina eleitoreira de Dilma.

 ROUBATEC

Auditoria inédita da CGU (Controladoria-Geral da União) no Pronatec, uma das vitrines eleitorais de Dilma Rousseff (PT), afirma que não é possível precisar quantos alunos assistem de fato às aulas e como foram gastos os recursos repassados pelo governo federal às escolas. O documento, ao qual a Folha teve acesso, é resultado da primeira fiscalização focada no programa –criado há três anos para formar técnicos e exaltado pela petista. 

O relatório, produzido a partir de entrevistas e análise de documentos, foi finalizado em 27 de agosto, depois de manifestação do MEC (Ministério da Educação). Ele aponta descontrole dos gastos públicos porque, diz a CGU, alunos desistentes continuam sendo contabilizados –e as instituições podem ser remuneradas por esse grupo que não frequenta mais as aulas, já que “não existe processo de prestação de contas nem análise e aprovação do cumprimento das vagas pactuadas com os ofertantes”. 

Os auditores analisaram a execução do principal braço do programa, chamado de Bolsa-Formação, por meio do qual a União banca aulas gratuitas de ensino técnico e de qualificação profissional. Ele representa cerca de 40% das mais de 8 milhões de matrículas no Pronatec –a maior parte das vagas é oferecida e custeada diretamente pelo Sistema S (Senai, Senac, Senat e Senar). 

“O aluno desistente continua sendo contabilizado como se estivesse matriculado e a instituição recebe indevidamente o valor da Bolsa-Formação não utilizada”, afirma o relatório da CGU. “Mesmo sem a cobrança, entrega e análise das prestações de contas, o FNDE [Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação] continuou transferindo recursos para as redes de ensino em 2013 e 2014, que juntos somam mais de R$ 4,5 bilhões”, diz a auditoria da CGU. Em 2011 e 2012, foram distribuídos R$ 1,7 bilhão em bolsas. O governo federal nega descontrole. 

DADOS FIDEDIGNOS

A auditoria diz que os problemas do programa começam pelo Sistec, sistema que gerencia as matrículas. “A rede de ensino não é obrigada a corrigir os dados do Sistec, que vem apresentando falhas desde a sua implementação, nem é obrigada a apresentar dados fidedignos”, diz o documento. A meta de 8 milhões de matrículas do Pronatec foi alcançada em agosto e vem sendo usada como trunfo por Dilma. Neste ano, a presidente já participou de pelo menos 11 formaturas do Pronatec — todas em Estados diferentes. 

Segundo a propaganda eleitoral da petista, trata-se do “maior programa profissionalizante do mundo”.Os auditores, porém, dizem que o sistema não permite o registro dos alunos que desistiram do curso. Tal falha impossibilita precisar quantos recebem a formação. “O Sistec não permite cancelar o registro de alunos desistentes, considerados aqueles que se matricularam e não compareceram nos cinco primeiros dias letivos de curso”, diz o relatório da CGU. 

As instituições deveriam “reconfirmar a matrícula” após cumprimento de até 25% da carga horária dos cursos de qualificação profissional ou dos quatro primeiros meses dos cursos técnicos. Mas a função não foi criada no sistema até hoje, admite o MEC. A falta de controle criou um ambiente favorável a fraudes, que já vêm sendo identificadas pelo Ministério Público Federal e pelo TCU (Tribunal de Contas da União). 

No Pará, o então reitor do Instituto Federal em 2012 e outras 12 pessoas são acusadas de desvio de recursos –a denúncia foi aceita pela Justiça. No Paraná, dez servidores do Instituto Federal são investigados sob a acusação de inflar o número de aulas e receber por isso. O TCU apura se houve irregularidade em bolsas a servidores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.(Folha de São Paulo)

 

ESTE É O CONTROLE QUE DEVE SER EXERCIDO NOS BANCOS PÚBLICOS.

Chega de maracutaias !!!

Chega de maracutaias !!!

contador free

nao basta

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