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:: ‘Desonestidade’

PF deflagra nova fase de investigações contra fraudes no auxílio emergencial

Foram bloqueados mais de R$ 170 mil por determinação da Justiça

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quinta-feira (4), mais uma etapa de ação repressiva a fraudes no recebimento do auxílio emergencial do Governo Federal.

São cumpridos 28 mandados de busca e apreensão e sete mandados de sequestro de bens nos estados do Amazonas, Bahia, Goiás, Mato Grosso, Paraná, Rondônia, Maranhão e São Paulo. Ao todo, foram bloqueados mais de R$ 170 mil por determinação da Justiça.

A Operação Quarta Parcela é conduzida pela PF em parceria com o Ministério Público Federal, Caixa Econômica, Ministério da Cidadania, Receita Federal, Controladoria Geral da União e Tribunal de Contas da União.

Estaleiro “vitrine” do projeto de desenvolvimento de Lula segue a caminho da falência

Controladores do Estaleiro Atlântico Sul são acusados pelos credores da dívida de R$2 bilhões de ocultar patrimônio para fraudar sua recuperação judicial

Decisão do juiz Eduardo Burichel, de Ipojuca (PE), aponta indícios da estratégia do EAS de driblar credores e evitar o pagamento de dívidas.

O EAS deve ao BNDES cerca de R$1 bilhão e estaria sando a controlada Consunav, também sob recuperação judicial, para manter caixa mínimo.

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Credores desconfiam de uma jogada do estaleiro, para tentar empurrar a empresa para investidores estrangeiros, dos EUA e Oriente Médio

Identificação de fraudes em benefício gera economia de R$ 4,5 bilhões

CGU rastreia 2,7 bilhões de irregularidades no auxílio emergencial

Publicado em 05/02/2021 – 15:13 Por Claudia Felczak – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Saque do auxílio emergencial

O cruzamento de dados dos beneficiários do auxílio emergencial permitiu que a Controladoria-Geral da União (CGU) rastreasse 2,7 bilhões de cadastros que não tinham direito ao recurso. O cancelamento de benefícios indevidos trouxe uma economia de R$ 4,5 bi aos cofres públicos.

Os dados foram repassados pelo ministro da CGU, Wagner Rosário, em entrevista ao programa Brasil em Pauta.

Esta não foi a única ação realizada pela CGU para combater a corrupção durante a pandemia. Foram quase 50 operações destinadas à verificação de desvios de recursos no combate à covid-19 , além da criação de um painel para verificação de preços dos insumos usados no combate ao coronavírus.

Na entrevista, Wagner Rosário mostrará ainda o que a CGU está fazendo para combater a corrupção no serviço público.

A íntegra da entrevista pode ser acompanhada no próximo domingo (7), às 22h, na TV Brasil.

Edição: Nádia Franco

DO MENSALÃO AO MENSALINHO – VIVA A CORRUPÇÃO! ===>>> 29/07/2020

Do mensalão, alguns já foram extirpados da vida pública.

Do mensalinho? Operadores, beneficiários e cúmplices, continuam saltitantes e serelepes na ativa!

Mensalinho é uma atividade política?!…

Governo vai dar um ‘basta’ em jogar dinheiro fora para bancar estatais deficitárias

Salários acima do teto e da iniciativa privada consomem 88% das receitas de 697 empresas estatais

O governo vai mesmo decretar um “basta!” no vazamento interminável de recursos do Tesouro Nacional para bancar 697 empresas estatais, quase todas imprestáveis. Dados oficiais aos quais teve acesso o líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR), mostram que 88% das receitas das estatais são consumidos em salários, vantagens e penduricalhos que beneficiam funcionários e diretores. Do total, “sobram” só 12% para custeio, despesas e investimentos essenciais às empresas. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Espantoso, segundo Ricardo Barros, é também o fato de os salários pagos nas estatais serem bem maiores que os de mercado.

Outra característica que explica a decadência de quase todas as estatais é que nenhuma delas se submete e todas extrapolam o teto do servidor.

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Interpretação malandra da Lei considera que salários nas estatais são pagos com “receita própria”, por isso não se sujeitam às regras do teto.

A malandragem para driblar o teto consagra uma apropriação indébita: a estatal e suas receitas são dos donos, o povo, e não dos empregados.

FANFARRONICE MODE ON!

“SE O PACIENTE TEM TODOS OS SINTOMAS, JÁ TRATAMOS COMO COVID-19”, AFIRMA COORDENADOR DO CENTRO COVID-19 DE ILHÉUS.

“ Não criamos um protocolo. Se o paciente tiver com todos os sintomas já entra na estatística como paciente com Coronavírus”, acrescentou.

Médico André Cezário

https://www.otabuleiro.com.br/blog/se-o-paciente-tem-todos-os-sintomas-ja-tratamos-como-covid-19-afirma-coordenador-do-centro-covid-19-de-ilheus

Ecad terá que explicar à Secretaria de Cultura cobrança oportunista por ‘lives’

Suspeita é que a entidade que arrecada bilhões tenha avançado além de suas competências

A manobra do Ecad para faturar em dobro com o sucesso das “lives” na pandemia chamou atenção da Secretaria de Cultura, que vai notificar a entidade a explicar o embasamento legal utilizado para fazer a cobrança, considerada abusiva, bem como os critérios que definem os percentuais cobrados. Como não há lei que defina a classificação das lives, a suspeita é que a entidade tenha avançado além de suas competências. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O ofício tem origem no Departamento de Registro, Acompanhamento e Fiscalização, criado após a CPI do Ecad para ficar de olho na entidade.

O Ecad já fechou gordos acordos com plataformas populares como YouTube, Facebook, Spotify etc e recebe milhões pelo uso das músicas.

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A manobra consiste em cobrar, segundo o Ecad, 5% do valor bruto dos patrocínios das lives, como acontece em shows com público pagante.

PRECISA MANDAR FAZER MAIS CARIMBOS.

Vem mais uma leva de médicos zumba por aí…

Setor público impõe sacrifícios, mas não abre mão dos seus privilégios

Poder público faz o setor privado pagar a conta da crise, mas não quer nem ouvir falar em sua ‘cota de sacrifícios’

Representado pelos Três Poderes, o setor público cria leis e decretos e só comunica ao setor privado, que o sustenta, quanto vai custar a crise em empregos suprimidos e empresas quebradas. Inventam suspensão de contrato, põem 25 milhões de pessoas na fila do seguro-desemprego, pintam e bordam. Quanto a eles, muitos marajás, fingem-se de mortos. Nem um grama de sacrifício, nada. Continuam com salários integrais, regalias, mordomias, penduricalhos, jatinhos da FAB e carros oficiais à disposição. O Brasil gastou R$928 bilhões com servidores só em 2019.

Marajás unidos jamais serão vencidos: chefes dos poderes que têm mais marajás, Dias Toffoli (STF) e Rodrigo Maia (Câmara) têm um pacto contra a redução.

Câmara e Senado fecharam na gaveta (e jogaram a chave fora) projetos prevendo a redução ou a suspensão dos salários dos parlamentares.

Toffoli prometeu a representantes de procuradores e juízes, dias atrás, que a grana de suas excelências não será reduzida. Quanto ao País…

A pelegada das chamadas “carreiras de Estado” já se posicionou contra a redução de salários. Cinicamente, acham que “não precisa”.

Domínio das distribuidoras no setor de combustíveis é desafio para Bolsonaro

Distribuidores ganharam tanto poder nos governos do PT que impuseram importação de etanol dos EUA no auge da safra do Nordeste

O governo Bolsonaro precisa decidir, e logo, o que fazer do estratégico setor de combustíveis, antes que os distribuidores dominem tudo. E eles não são flor que se cheire: foram o epicentro de escândalos de fraude fiscal, suborno e combustíveis adulterados. Beneficiados por resoluções pra lá de suspeitas da agência reguladora ANP, os distribuidores ganharam tanto poder nos governos do PT que até impuseram a importação de etanol norte-americano no auge da safra do Nordeste, impondo graves prejuízos aos produtores da região. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Donos de usinas no Sudeste, distribuidores fazem o governo importar etanol na sua entressafra para fragilizar produtores de outras regiões.

Muito capitalizados, os distribuidores/atravessadores querem também controlar, além da produção, também a distribuição, inclusive do gás.

Os distribuidores, com o suporte de capital estrangeiro, também agem para estabelecer domínio completo até na logística de transportes.

Ousados, eles arrancaram do governo Dilma o leilão de terminais da Petrobras, afinal abortado por ameaça de operação policial.

Senado esconde mais de R$ 600 mil em gastos com reformas no Portal da Transparência

Além da churrasqueira do presidente Davi Alcolumbre, gabinete da senadora Soraya Thronicke teve duas reformas

O Senado omite do próprio Portal da Transparência R$603 mil em gastos para atender o capricho de senadores com reformas em seus gabinetes e apartamentos funcionais. A começar pelo próprio presidente, Davi Alcolumbre (DEM-AP), cujos gastos com a reforma na churrasqueira da residência oficial que ocupa e em seu gabinete, estas no valor de R$15.273,83, foram mantidas nas sombras das gavetas. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Obras pagas e não lançadas no Portal da Transparência somam quase R$100 mil, sem contar R$500 mil empenhados e não lançados.

Foram duas reformas em seis meses no gabinete da senadora Soraya Thronicke (PSL-MS). A primeira de R$12.944, a outra de R$43.550.

A primeira reforma de Soraya Thronicke incluiu substituição do forro de gesso, que teve de ser demolido novamente na segunda reforma.

Os serviços incluem demolição de paredes, pisos e granitos, instalação de roda banca, dutos, rodapés de granito, armários, mesas etc.

‘Cartório’ do DPVAT lucrou R$5 bilhões com o seguro obrigatório em 11 anos

Seguro obrigatório não ‘beneficiava pobres’ e sim os seus proprietários bilionários

Cerca de 30,6 milhões de pessoas declararam imposto este ano, mas o DPVAT se gaba da clientela cativa de 65 milhões de donos de veículos.

Para revogar a MP, o STF alegou que o DPVAT tem “função social”. Lorota. Quem ganha é um pequeno grupo de empresários bilionários.

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A decisão é outra mostra que os Poderes são independentes, mas Legislativo e Executivo só exercem seu poder se o Judiciário permitir.

O cartório alega que “devolve” 45% do que arrecada para o SUS, mas omite a parte que o brasileiro já paga impostos para custear a Saúde.

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