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:: ‘Desenvolvimento’

“Novo Parque Industrial e Logístico será decisivo para o desenvolvimento de Ilhéus”, diz prefeito ===>>> 12/01/2016

O equipamento será às margens da rodovia Ilhéus-Itabuna e gerido através de parceria público-privada

O prefeito Jabes Ribeiro, assinou nesta segunda-feira, 11, decreto que desapropria área de 2,7 milhões de metros quadrados localizada às margens da BR-415, entre o bairro do Salobrinho e o hipermercado Atacadão, onde será implantado o novo Distrito Industrial e Logístico do Município. A iniciativa, de acordo com o gestor, “prepara nosso município e região para o futuro, criando uma estrutura capaz de receber grandes empresas, muitas delas que deverão chegar aqui vinculadas a projetos como o Porto Sul e Ferrovia Oeste-Leste”. O ato contou com a presença do presidente da Sudic, órgão do governo da Bahia, Jairo Vaz.

A localização do novo parque industrial, segundo Ribeiro, demonstra a preocupação da administração ilheense com o desenvolvimento regional. “Não cabem mais discussões municipais, bairristas. Ou desenvolve conjuntamente, ou tende a fracassar”. O Parque Industrial e Logístico nasce com área para suportar mais de 300 empresas, “entre indústrias, prestadoras de serviços, comércio”, destacou o vice-prefeito Carlos Machado (Cacá), um dos precursores da ideia, ainda quando ocupava a Secretaria Municipal de Indústria e Comércio (Sedic). O projeto contou com apoio da Sudic na elaboração dos estudos técnicos de viabilidade.

Segundo Cacá, em sua viagem à cidade de Brusque, em Santa Catarina, no ano passado, foi possível perceber a possibilidade de criação e manutenção exitosas de parques industriais multisetoriais, geridos em parceria entre o município e a iniciativa privada, “que abrigam empresas, indústrias, prestadoras de serviços de diversos ramos econômicos, o que amplia o leque de opções a quem quer aqui investir”.

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ZPE, DESENVOLVIMENTO, GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA.

O cenário já está desenhado.

Chegou o momento dos  eventos empresariais saírem dos releases, programas radiofônicos, e tornarem-se realidades.

 

Brasil e banco americano assinam acordo de US$ 1 bi em investimentos

Recursos podem ser aplicados em tecnologia 5G e infraestrutura

Publicado em 20/10/2020 – 14:40 Por Kelly Oliveira e Andreia Verdélio – Repórteres da Agência Brasil – Brasília

O Banco de Exportação e Importação dos Estados Unidos (EximBank) e o governo brasileiro assinaram hoje (20) um acordo para investimentos de até US$ 1 bilhão (R$ 5,6 bilhões) no Brasil.

O Exim e o Ministério da Economia concordam em identificar opções para usar o financiamento do banco americano nas áreas de telecomunicações (incluindo tecnologia 5G, a próxima geração de rede de internet móvel), energia (incluindo nuclear, petróleo e gás e renováveis), infraestrutura, logística, mineração e manufatura (incluindo aeronaves), de acordo com informações da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil.

O Ministro de Estado da Economia, Paulo Guedes, durante a cerimônia de assinatura do memorando, no Itamaraty, em Brasília
O Ministro de Estado da Economia, Paulo Guedes, durante a cerimônia de assinatura do memorando, no Itamaraty, em Brasília – Marcos Correa/PR

Na cerimônia de assinatura do memorando, no Itamaraty, em Brasília, o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que o Brasil está abrindo os horizontes de investimentos. 

“Fizemos um acordo com o Mercosul, que estava parado há oito anos, com a União Europeia, parado há 20 anos, fizemos um acordo com a Área de Livre Comércio Europeia. Começamos negociações com Japão, Coreia do Sul, Canadá e chegamos a um grande acordo com os americanos para facilitar o comércio, convergência de marcos regulatórios e anticorrupção”, disse Guedes.

Ele acrescentou que o acordo com o Exim “vem no momento exato” em que os horizontes de investimentos em infraestrutura, logística, cabotagem, mineração, petróleo e gás natural estão sendo “desbloqueados”. 

“O Congresso está aprovando passo a passo cada uma dessas regras de modernização do marco de investimentos e estamos trabalhando com os americanos nos organismos internacionais”, ressaltou.

OCDE

Também presente na cerimônia, o presidente Jair Bolsonaro falou sobre a satisfação em receber a comitiva do embaixador Robert O’Brien, conselheiro de Segurança Nacional dos Estados Unidos, e agradeceu o apoio do presidente Donald Trump para a adesão do Brasil à Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE).

A OCDE reúne os países mais industrializados do mundo e estabelece parâmetros conjuntos de regras econômicas e legislativas para os seus membros. Atualmente, o grupo conta com 36 países-membros, a maioria da Europa. 

Da América Latina, apenas o Chile e o México estão no grupo. Para ingressar como membro, o Brasil deve cumprir uma série de requisitos, em um processo que leve, em média, três anos.

Bolsonaro disse ainda que espera comparecer à posse para o segundo mandato de Trump, caso ele seja reeleito, nas eleições que acontecem em novembro nos Estados Unidos. “Não interfiro, mas do coração e pelo respeito que tenho ao povo americano e pelo trabalho e consideração que Trump teve para conosco, [é] que manifesto dessa forma nesse momento”, disse o presidente.

Edição: Kleber Sampaio

PESCA INDUSTRIAL, UMA ATIVIDADE ECONÔMICA NÃO EXPLORADA ===>>> 26/09/2018

Ilhéus é privilegiada com 84 km de costa, ficando distante apenas 6 milhas náuticas da plataforma continental. Onde a profundidade desce abruptamente para 4.000 metros.

É onde existe uma profusão de peixes de linha, de alta qualidade e preço.

Algumas imagens para ilustrar a atividade.

Carta náutica editada e ampliada

Peixe Meca (espadarte) ainda filhote

Iguaria que o americano adora, 80 reais o kilo.

 

Entidades apoiam ministro e dizem que burocracia com bandeira ambiental devasta.

Setor produtivo apoia ações de Ricardo Salles por legislação para desenvolvimento sustentável

“No meio ambiente, a burocracia também devasta”. Com este argumento central, entidades de setores produtivos do campo, da indústria, do comércio, turismo e da construção civil, entre outras, condenaram a agenda burocrática que utiliza a bandeira ambiental como instrumento para o travamento ideológico e irrazoável de atividades econômicas cumpridoras das leis e essenciais ao desenvolvimento do País.

Por meio de nota, as entidades concluem que tal agenda afasta investimentos e subtrai empregos, gerando pobreza em vez de respeito ao meio ambiente. E reafirmam seu compromisso com a preservação do meio ambiente e o desenvolvimento sustentável, condenando os infratores que, além de causarem prejuízos ambientais e à imagem do País, praticam concorrência desleal às empresas regulares e responsáveis.

“As ações do Ministério do Meio Ambiente, na defesa da legislação e dos interesses ambientais com sensibilidade ao desenvolvimento do País de forma sustentável e legítima, contam com o nosso total apoio”, conclui a nota publicada como anúncio nos meios de comunicação.

Notícias Relacionadas

A manifestação de apoio ao ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, ocorre depois de entidades ligadas à proteção ambiental e em defesa da transparência repudiaram a fala do titular da pasta na reunião ministerial de 22 de abril, quando o ministro defendeu “passar a boiada”, alterando regras infralegais, enquanto a imprensa se concentra no noticiário sobre a pandemia de covid-19.

Onze locais têm alta na produção industrial em fevereiro, diz IBGE

Houve retração na Bahia, Amazonas, Rio de Janeiro e São Paulo

Publicado em 08/04/2020 – 10:03 Por Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro

Agencia Brasil

A produção industrial cresceu em onze dos quinze locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na passagem de janeiro para fevereiro deste ano. As maiores altas foram observadas no Pará (7,2%), Espírito Santo (5,9%) e Pernambuco (4,5%).

Também apresentaram resultados positivos Mato Grosso (3,8%), Rio Grande do Sul (3,1%), Paraná (2,1%), Santa Catarina (1,4%), Minas Gerais (1,1%), Ceará (1%) e Goiás (0,3%), além do Nordeste (0,4%), a única região analisada na pesquisa.

Quatro estados tiveram queda na produção: Bahia (-3,2%), Amazonas (-2,2%), Rio de Janeiro (-1%) e São Paulo (-0,4%).

A pesquisa divulgada hoje (8) pelo IBGE refere-se a dados anteriores às medidas de isolamento social impostas pela pandemia do novo coronavírus, adotadas apenas a partir de meados de março.

Outras comparações

Na comparação com fevereiro de 2019, dez dos 15 locais pesquisados tiveram alta, com destaque para Pernambuco (12,3%) e Rio de Janeiro (9,7%). Dos cinco locais em queda, os recuos mais intensos foram em Minas Gerais (-6,3%) e Espírito Santo (-4,5%).

No acumulado do ano, nove dos locais tiveram alta, entre eles, mais uma vez, Rio de Janeiro (9,7%) e Pernambuco (7,6%). Por outro lado, Espírito Santo (-13,5%) e Minas Gerais (-10,4%) também lideraram as quedas registradas em seis locais.

Edição: Kleber Sampaio

Japoneses de olho em nós

Inovações em agritech, TI, fintech e logística despertam a vontade de investimentos de empresários do Japão no Brasil

De acordo com o Banco Central (BC), o Japão ocupa a 9ª posição no ranking de principais países investidores no Brasil, principalmente nos segmentos de fabricação e montagem de veículos, reboques e carrocerias, artigos de borracha e plástico, além de produtos alimentícios e bebidas. Mas os investimentos podem sofrer um incremento em breve. As companhias daquele país, que já atuam por aqui, estão de olho nas boas oportunidades junto as empresas inovadoras, em especial startups. Chama a atenção deles, aquelas dos setores de agritech (22%), tecnologia da informação (13%), fintech e logística (ambas com 9% cada).

Japão Brasil

 

Os dados integram um relatório do Grupo de Estudos das Empresas Japonesas sobre Inovação no Brasil criado em maio último pela Japan External Trade Organization (JETRO) em parceria com as empresas que integram o Grupo de Trabalho de Inovação da Câmara de Comércio e Indústria Japonesa no Brasil, que reúne 35 empresas que atuam no país. Além das quatro áreas citadas, os nipônicos têm interesse nos setores de mobilidade, health tech e infraestrutura (todos com 6%). Outros, como biotecnologia, marketing, retailtech e security (com 3%) também são mencionados.

A boa notícia para os brasileiros é que 26% dos japoneses querem inovar a partir dos novos modelos de negócios das startups, e outros 17% objetivam investir e até adquirir companhias ou atuar no co-desenvolvimento de produtos e serviços com empresas recém-criadas e rentáveis. “Há interesse das companhias do Japão em ampliar os negócios a partir das subsidiárias que conhecem bem o mercado local, mas outras nações têm recebido prioritariamente os investimentos, embora reconheçam a importância brasileira”, argumenta Atsushi Okubo, diretor-presidente da JETRO no Brasil.

Frente Parlamentar pretende fazer ponte entre o setor produtivo e os poderes Executivo e Legislativo para gerar empregos

Os 62 membros dos conselhos Parlamentar, Consultivo e Jurídico da Frente Parlamentar do Setor Produtivo: Agropecuária, Indústria, Comércio e Serviços tomaram posse na manhã desta segunda-feira (30) durante cerimônia ocorrida na Assembleia Legislativa da Bahia.

Autor da proposta e empossado como presidente da Frente Parlamentar, o deputado estadual Eduardo Salles deixou claro em seu discurso que o objetivo principal é retirar os entraves que atrapalham o crescimento dos setores da agropecuária, indústria, comércio e serviços para a criação de emprego na Bahia.

“Apoiar o setor produtivo é a receita correta para promover o crescimento e o desenvolvimento social. Não acredito em país forte sem um setor produtivo forte”, disse o parlamentar.

“Vamos estreitar a relação da Assembleia com quem gera emprego, importar experiências exitosas de outros estados, entender o que emperra o avanço das atividades produtivas e desestimula o empreendedorismo para termos uma legislação moderna, fazer uma ponte com os governos federal, estadual e municipais por meio de sugestões construídas neste Fórum, ser uma ponte entre os dois poderes e a iniciativa privada e subsidiar os deputados federais e senadores baianos para, caso seja necessário, propor modificações na legislação federal”, explica Eduardo Salles.

O vice-presidente é o deputado estadual Tiago Correia acredita que a instalação da Frente Parlamentar vai acontecer no momento correto. “Vivemos uma crise econômica que precisa de resposta e essa Casa não poderia ficar de fora do debate e da proposição de respostas à geração de empregos à população”, afirmou. Outros 28 deputados estaduais compõem o Conselho Parlamentar.

O vice-governador e secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, João Leão, garantiu que o governo estadual será parceiro da Frente Parlamentar. “Trabalharemos em conjunto para permitir que consigamos fortalecer a economia baiana e gerar milhares de emprego nos quatro cantos do Estado”.

Kelsor Fernandes, vice-presidente da FECOMÉRCIO, vai presidir o Conselho Consultivo, que conta ainda com a participação de presidentes da Associação Comercial da Bahia, CDL, FCDL, FIEB, FAEB, SEBRAE, ADEMI, Fórum do Turismo, ADEMI, ABQUIM, ASDAB, DESENBAHIA e os superintendentes regionais do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Banco do Nordeste do Brasil.

O Conselho Jurídico será composto por advogados de instituições que compõem o Conselho Consultivo.

ASCOM – Deputado Estadual Eduardo Salles

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MP da liberdade econômica é sancionada; veja os principais pontos

Lei entra em vigor na data da publicação, ainda nesta sexta-feira

Publicado em 20/09/2019 – 17:32

Por Pedro Rafael Vilela – Repórter da Agência Brasil  Brasília

Entre as principais mudanças, a lei flexibiliza regras trabalhistas, como dispensa de registro de ponto para empresas com até 20 empregados, e elimina alvarás para atividades consideradas de baixo risco. O texto também separa o patrimônio dos sócios de empresas das dívidas de uma pessoa jurídica e proíbe que bens de empresas de um mesmo grupo sejam usados para quitar débitos de uma empresa.

Em relação ao texto final aprovado pelo Congresso, houve quatro vetos presidenciais. Um deles, que foi negociado com o próprio Parlamento, eliminou o dispositivo que permitia aprovação automática de licenças ambientais.

O governo vetou um item da MP, alterado pelos parlamentares durante a tramitação, que flexibiliza testes de novos produtos ou serviços. Na justificativa do veto, o presidente argumentou que a redação, tal como veio do Legislativo, “permitiria o uso de cobaias humanas sem qualquer protocolo de proteção, o que viola não só a Constituição mas os tratados internacionais para testes de novos produtos”.

Outro dispositivo vetado permitia a criação de um regime de tributação fora do direito tributário. O veto foi solicitado pelo Ministério da Economia, segundo o Palácio do Planalto. Foi vetado ainda o dispositivo que previa a entrada em vigor da nova lei em 90 dias. Com isso, a MP da Liberdade Econômica já entra em vigor a partir da publicação no Diário Oficial da União (DOU), que ocorrerá em edição extra nesta sexta-feira.

“Essa Medida Provisória, segundo estudos da Secretaria de Política Econômica, pode gerar, no prazo de dez anos, 3,7 milhões de empregos e mais de 7% de crescimento da economia. São números muito expressivos e necessários para o nosso país”, afirmou o secretário especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital, Paulo Uebel.

Citando um jargão repetido pelo presidente Jair Bolsonaro, Uebel afirmou que a medida permite que “o estado saia do cangote das empresas” e fomente o cenário de empreendedorismo no país. O secretário citou ainda outras medidas previstos na nova lei, como o fim da validade de algumas certidões, como a de óbito, e a Carteira de Trabalho Digital.

Em um breve discurso, Jair Bolsonaro disse que a aprovação da MP é um primeiro passo para desburocratizar os serviços públicos no país. “Vai ajudar e muito a nossa economia”, destacou. “Tenho falado com o Paulo Guedes, com o Paulo Uebel também. Nós devemos estudar um projeto, não o Meu Primeiro Emprego, mas o Minha Primeira Empresa. (…) Nós queremos é dar meios para que as pessoas se encorajem, tenham confiança, uma garantia jurídica de que o negócio, se der errado lá na frente, ele desiste e vai levar sua vida normalmente, e não fugir da Justiça para não ser preso”, acrescentou.

O presidente criticou grupos de esquerda que, segundo ele, defendem direitos, mas não deveres. Ele elogiou a reforma trabalhista aprovada no governo de Michel Temer. “Alguns criticam, no passado a reforma da CLT, dizendo que ela não resolveu os problemas. Se não fosse ela, feita no governo Temer, o Brasil estaria em situação muito mais difícil do que está hoje. E eu vejo a esquerda potencializando a questão de direitos: tudo é direito, quase nada de deveres”, afirmou.

Na noite de hoje, Bolsonaro tuitou sobre a sanção e escreveu, no Twitter, que o “Estado deve deixar de atrapalhar quem produz”.

Jair M. Bolsonaro

?@jairbolsonaro

SANÇÃO DA MP DA LIBERDADE ECONÔMICA: Estado deve deixar de atrapalhar quem produz! @tvbrasilgov

Vídeo incorporado

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Entenda as principais mudanças na MP:

Registro de ponto

– Registro dos horários de entrada e saída do trabalho passa a ser obrigatório somente para empresas com mais de 20 funcionários. Antes, a legislação previa esta obrigação para empresas com mínimo de dez empregados
– Trabalho fora do estabelecimento deverá ser registrado
– Permissão de registro de ponto por exceção, por meio do qual o trabalhador anota apenas os horários que não coincidam com os regulares. Prática deverá ser autorizada por meio de acordo individual ou coletivo

Alvará e licenças

– Atividades de baixo risco, como a maioria dos pequenos comércios, não exigirão mais alvará de funcionamento
– Poder Executivo definirá atividades de baixo risco na ausência de regras estaduais, distritais ou municipais
– Governo vetou item que dispensava de licenças para atividades de baixo risco que abrangem questões ambientais

Fim do e-Social

– O Sistema de Escrituração Digital de Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (e-Social), que unifica o envio de dados de trabalhadores e de empregadores, será substituído por um sistema mais simples, de informações digitais de obrigações previdenciárias e trabalhistas

Carteira de trabalho eletrônica

– Emissão de novas carteiras de Trabalho pela Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia ocorrerá “preferencialmente” em meio eletrônico, com o número do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) como identificação única do empregado. As carteiras continuarão a ser impressas em papel, apenas em caráter excepcional
– A partir da admissão do trabalhador, os empregadores terão cinco dias úteis para fazer as anotações na Carteira de Trabalho. Após o registro dos dados, o trabalhador tem até 48 horas para ter acesso às informações inseridas.

Documentos públicos digitais

– Documentos públicos digitalizados terão o mesmo valor jurídico e probatório do documento original

Abuso regulatório

– A MP cria a figura do abuso regulatório, para impedir que o Poder Público edite regras que afetem a “exploração da atividade econômica” ou prejudiquem a concorrência. Entre as situações que configurem a prática estão:

  • Criação de reservas de mercado para favorecer um grupo econômico

  • Criação de barreiras à entrada de competidores nacionais ou estrangeiros em um mercado

  • Exigência de especificações técnicas desnecessárias para determinada atividade

  • Criação de demanda artificial ou forçada de produtos e serviços, inclusive “cartórios, registros ou cadastros”

  • Barreiras à livre formação de sociedades empresariais ou de atividades não proibidas por lei federal

Desconsideração da personalidade jurídica

– Proibição de cobrança de bens de outra empresa do mesmo grupo econômico para saldar dívidas de uma empresa
– Patrimônio de sócios, associados, instituidores ou administradores de uma empresa será separado do patrimônio da empresa em caso de falência ou execução de dívidas
– Somente em casos de intenção clara de fraude, sócios poderão ter patrimônio pessoal usado para indenizações

Negócios jurídicos

– Partes de um negócio poderão definir livremente a interpretação de acordo entre eles, mesmo que diferentes das regras previstas em lei

Súmulas tributárias

– Comitê do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais da Receita Federal (Carf) e da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) terá poder para editar súmulas para vincular os atos normativos dos dois órgãos

Fundos de investimento

– MP define regras para o registro, a elaboração de regulamentos e os pedidos de insolvência de fundos de investimentos

Extinção do Fundo Soberano

– Fim do Fundo Soberano, antiga poupança formada com parte do superávit primário de 2008, que está zerado desde maio de 2018
Matéria atualizada às 21h32 para acréscimo do Twitter do presidente Jair Bolsonaro

Edição: Denise Griesinger

 Tags: MP DA LIBERDADE ECÔNOMIAMICRO E PEQUENAS EMPRESAS

Grupo CeimBra quer trazer um megacomplexo comercial e residencial para Itabuna

07/08/2019 | Assessoria de Comunicação

Foto da reunião.

Com a proposta de implantar em Itabuna um megacomplexo comercial e residencial que trará para cidade um novo conceito em Shopping Center, o Diretor de Novos Negócios do Grupo paulista CeimBra, Cel. PM Sodré Francisco Santos, apresentou o projeto na manhã desta quarta-feira (07) ao vice-prefeito Fernando Vita. A reunião foi acompanhada pelo Procurador do Município, Luiz Fernando Guarnieri, e pelos Secretários Jorge Vasconcelos (Sustentabilidade Econômica e Meio Ambiente), e Dinailson Oliveira (Administração).

O Grupo CeimBra tem como proposta administrar os maiores e melhores centros comerciais através de franquias, indústrias e prestação e serviços, usando tecnologia e práticas sustentáveis. De acordo com o representante do Grupo CeimBra, a proposta é implantar em uma área de 160 hectares, com características rurais – já escolhida nas imediações da BR-101, sentido Itabuna/Itajuípe -, um amplo complexo que abrigará múltiplos shoppings centers através de gestão própria e permanente.

Ao receber a notícia de que o empreendimento irá gerar cerca de 4.650 empregos diretos, o vice-prefeito Fernando Vita se mostrou muito satisfeito com a proposta para o município de Itabuna. “O entusiasmo é tão grande deste empreendedor que contagia. A Prefeitura de Itabuna está de braços abertos para empreendedores visionários. O que pudermos ajudar, iremos fazer”, destacou.

De acordo com o Cel. PM Sodré Santos, a proposta é proporcionar o desenvolvimento econômico local e regional através de vários complexos em uma área de 270 mil metros de área construída e um investimento de cerca de R$ 900 milhões. “O primeiro será o Aguiashop que ocupará uma área de 150 mil metros, com 600 lojas. O Segundo será o Agroshop, um novo conceito de Polo de Agronegócio”, anuncia o Diretor do Grupo CeimBra.

O outro complexo a ser implantado é o Construcenter, que contará com hospital, escola, conjunto residencial, centro de convenções, hotel, cinema, entre outros atrativos. “Foram quatro anos de planejamento para chegarmos até aqui. Itabuna é uma das 150 cidades selecionadas através de pesquisa para receber este empreendimento. Em São Paulo, por exemplo, Votorantim, Americana e Piracicaba já estão numa fase mais adiantada”, informa Cel. PM Sodré Santos.

https://www.ceimbra.com.br/

Estou Me Guardando Para Quando o Carnaval Chegar

Por que 9 dias na China me deixaram apavorado…

Cliquem no link abaixo, e entendam o motivo do pavor… 

https://www.linkedin.com/pulse/porque-9-dias-na-china-me-deixaram-apavorado-lucas-marques/ 

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