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:: ‘Denúncia’

DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS.

Vazamento no Golfo do México: cadê o Greenpeace?

Rio, 1/jun/10 – “Mais óleo está vazando agora no Golfo do que em qualquer outro momento de nossa história. Este é sem dúvidas o maior desastre ambiental já enfrentado pelos Estados Unidos”, afirmou a desolada conselheira de energia da Casa Branca, Carol Browner, sobre o catastrófico vazamento de petróleo da plataforma Deepwater Horizon, operada pela British Petroleum (BP), no Golfo do México.

Um mês e meio após a explosão da plataforma, que causou a morte de 11 trabalhadores, cerca de 12 mil barris de petróleo jorram diariamente no oceano.

Em tal quadro, se avolumam as críticas, dentro e fora dos EUA, contra a atuação da BP e do próprio governo estadunidense. Dentre essas vozes, contudo, não se ouve uma das mais estridentes em casos parecidos: a do Greenpeace.

Por exemplo, em janeiro de 2000 houve um acidente com o oleoduto da Refinaria Duque de Caxias (Reduc) que ocasionou um lamentável vazamento de 1,2 milhão de litros de óleo na baía de Guanabara. Ato contínuo, o Greenpeace desencadeou uma intensa campanha internacional contra a Petrobras que chegou, mesmo, a afetar os papéis da estatal em Wall Street. Entre outras medidas, o Greenpeace e caterva exigiam a “remoção da Reduc daquela região” e o Ministério Público chegou ao extremo de anunciar a intenção de interditar o refinaria, alheio ao fato dela ser responsável, na época, pela produção de 80% dos lubrificantes e 100% do querosene de aviação consumidos no País, além de abastecer 700 mil residências com gás natural.

Uma das interpretações para essa postura infame de dois pesos e duas medidas da ONG é o “pedigree” das empresas envolvidas: de um lado, uma estatal de país em desenvolvimento; do outro, uma jóia da Coroa Britânica, uma das ex-Sete Irmãs que formataram a geopolítica do petróleo desde os primórdios da sua exploração. Outras interpretações nos remetem diretamente ao advento do próprio ambientalismo que se entrelaça com poderosas personalidades do Establishment britânico, onde a BP sempre ocupou posição de destaque. Seja como for, a pergunta que persiste na lambança da BP no Golfo do México é: cadê o Greenpeace?

Notas:

[1]Vazamento já é o pior desastre ambiental dos EUA, CarbonoBrasil, 31/05/2010

BRADESCO, O TEMPO E A MEMÓRIA.

Há 50 anos atrás, a antiga agencia do Banco do Brasil, funcionava onde hoje é o Sindicato Rural, tinha 2 caixas, Sr. Jair e o Sr. Almir Freitas, era o bastante para aquela época.

Hoje, precisamente as 15 horas, o Bradesco, agencia 3519, onde era o antigo Baneb, funcionava com os mesmos 2 caixas, sem contar com o caixa dos idosos.

Um acinte, um escárnio, para mais de uma centena de pessoas que se aglomeravam dentro da agencia.

A POPULAÇÃO ACORDOU TARDE DEMAIS.

http://www.youtube.com/watch?v=0l36c0eQSQA

jorgepnogueira — 20 de agosto de 2007 — REVOLTA POPULAR PELA CRIAÇÃO DA RESEX EM CANAVIEIRAS NA BAHIA. O POVO SAIU AS RUAS PARA PROTESTAR, CONTRA A TRAIÇÃO AO SEU PROGRESSO E DESENVOLVIMENTO, DENUNCIANDO O PROCESSO FRAUDULENTO DE SUA CRIAÇÃO.

O QUE HÁ DE ESPECIAL EM CORONEL JOÃO SÁ?

Publicada: 21/05/2010 01:06| Atualizada: 21/05/2010 01:03

Evandro Matos

A passagem do atual deputado federal Geddel Vieira Lima (PMDB) pelo Ministério da Integração Nacional continua rendendo polêmica, principalmente, depois dos estragos causados pelas chuvas no Rio de Janeiro, quando vieram à tona as denúncias de que a maior parte dos recursos da pasta foi destinada à Bahia. Segundo dados da Ong Contas Abertas, dos R$555 milhões transferidos do ministério aos municípios do país em 2009, 45,9% foram para as prefeituras baianas, especialmente as administradas pelo PMDB.

Dentro desse contexto, dois municípios baianos se destacam pelo volume de recursos recebidos. Um deles é Salvador, que recebeu R$ 113 milhões, quase 15 vezes mais que todos os municípios do Estado de São Paulo receberam juntos no ano passado. O outro é Coronel João Sá, localizado na região Nordeste da Bahia, com 21 mil habitantes. Mas qual a justificativa para a liberação de R$70,1 para a cidade? O próprio ministério responde: “para a construção de uma barragem no povoado de Gaspareno, localizado a 18 km da sede, que vai beneficiar a população de outros seis municípios da região”.

O prefeito da cidade, Carlinhos Sobral (PMDB), fez questão de explicar com detalhes como e onde os recursos foram liberados. “São três projetos diferentes: um para a construção de uma barragem, no valor de R$ 100 milhões, outro para serviços de macrodrenagem e pavimentação, e o outro para a construção do mercado municipal, no valor de R$ 500 mil cada um”, disse.

ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DA BAHIA OU CAVERNA DO ALI BABÁ?

O noticiário está sendo farto, quebra de sigilo bancario, fiscal e telefonico de deputados estaduais, agora 20 pegos pela Malha Fina do Imposto de Renda.

Se chegarem as doações filantrópicas de 2007, aí sim, vai ser uma festa.

Conta-se que ínclito participante dessa festa, montou uma instituição fantasma, exatamente no bairro de Mussurunga em Salvador, para receber uma doação de 100 mil reais. Porém o rachuncho da verba se deu da seguinte maneira, 80 mil para o doador, 20 mil para quem cedeu nome para a traquinagem, e para quem ‘emporcalhou’ as mãos, montando a papelada, nadica de nada.

O focinhudo guardou mágoa, e de vez em quando, em momentos de tristeza e arrependimento, dá com a língua nos dentes, ou melhor no focinho.

MAIS UMA INSTITUIÇÃO ‘AMBIENTALISTA’ FANTASMA.

65 LECTS – Lagoa Encantada Cidadania e Turismo Sustentável – Ilhéus

A Lagoa Encantada Cidadania e Turismo Sustentável (Lects) é uma entidade sem fins lucrativos que mantém intercâmbio cultural com estudantes franceses dos cursos de engenharia e meio ambiente. Formada por empresários, produtores rurais e comunidade, a entidade desenvolveu projeto de captação e adução da água, orienta a comunidade na formação de planos e ações para fomentar o turismo na localidade, além de ajudar no destino de resíduos sólidos usados como adubo. Os integrantes do projeto são Nicolas Maillot (fazenda Vitória) e Jailson Costa dos Santos-Joca (da Lects).

A fazenda vitória foi vendida para o grupo do Txai e os projetos que os franceses tentaram realizar fracassaram, na verdade eles vieram curtir a natureza e relaxaaaar.Não mais existe é uma tremenda farsa esta lista.

Ed Ferreira.

contador free

nao basta

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