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:: ‘Denúncia’

AS ONGs SÃO TÃO BOAZINHAS!

É claro como água mas nem todos entendem.
A demarcação de terras indígenas serviu para que os índios as vendessem para empresas estrangeiras.
A FUNAI, recentemente reestruturada por Bolsonaro, até agora detectou 36 contratos de venda totalizando uma área DO TAMANHO DO ESTADO DA BAHIA.
Sim ! O Brasil perdeu uma área do tamanho do estado da Bahia porque os índios que receberam terras as VENDERAM para empresas estrangeiras. Uma das propriedades foi vendida pelos índios por 120 milhões de Dólares a uma empresa irlandesa.
Agora você entende porque o cacique Raoni foi falar com Macron, presidente da França ?
Agora você entende porque Bolsonaro mandou parar com a farra de demarcações tão defendida pelas esquerdas?
As esquerdas não são boazinhas com os índios. Apenas fazem intermediação imobiliária, vendendo a Amazônia para estrangeiros.
Bom dia !
Já é hora de acordar !

Áureo Alessandri

http://g1.globo.com/natureza/noticia/2012/03/funai-considera-nulas-vendas-de-terra-indigena-para-estrangeiros.html

DILMA ENTREGOU A AMAZÔNIA. E AGORA? DILMA PRECISA EXPLICAR AO BRASIL! ===>>> 19/10/2014

O PIOR dos motivos, que coloca os escândalos do  mensalão e Petrobrás como irrelevantes:  Dilma não retificou a OIT/ONU 169 até 24/07/2014  permitindo que a ONU futuramente divida a Amazônia em 216 Estados independentes do Brasil, podendo o povo residente no local e entorno  ser expulso, e perder sua nacionalidade:  http://mudancaedivergencia.blogspot.com.br/2014/05/o-brasil-corre-o-risco-de-perder-metade.html

O referido Decreto que internacionaliza a nossa Amazônia, foi assinado pelo Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, cujo prazo esgotou-se há poucos meses, e ninguém sabe da definição da  Presidenta Dilma.

Depois de ver a imagem das nossas riquezas que serão entregues de mão beijada à especulação e exploração internacional, clique aqui para ler o Decreto 5051/2004.

mapaROsolo

 

PRESTADORES DO SUS EM PALPOS DE ARANHA!

As denúncias e reclamações dos prestadores do SUS, não param de chegar ao blog.

Eles (os prestadores) já estão de pires na mão, atrasos de pagamentos, corte de cotas, quem quiser que aceite, o sistema é bruto mesmo.

Essa mentirada da saúde pública precisa acabar…

Aranha papa tudo…

Pedro Tavares envolvido em escândalo na cidade de Ibititá

Deputado é acusado de manter advogado Afonso Mendonça como funcionário fantasma no gabinete.

Nesta sexta-feira (24), a cidade de Ibititá foi surpreendida com a informação de que o advogado Afonso Mendonça, que disputou a Prefeitura em 2016 pelo PMDB, é nomeado secretário parlamentar no gabinete do deputado estadual Pedro Tavares, cargo com 40 horas semanais, mesmo assim mantém escritório e atua na Região de Irecê. A nomeação foi publicada no dia 30 de março deste ano e o salário é de R$ 3.800. De acordo com o site Cultura & Realidade, Afonso Mendonça disse que está “buscando local para instalar escritório externo na cidade de Irecê, tendo sido nomeado para tomar as providências devidas para esse fim”. Em Ibititá, o caso está sendo tratado como imoralidade e fraude contra a Administração Pública. Segundo a mesma fonte, o deputado estadual não se manifestou sobre o funcionário fantasma. Nas últimas eleições, como comprova a foto de campanha, Afonso apoiou Adolfo Viana e Pedro Tavares.

Fonte: Cultura & Realidade http://www.culturaerealidade.com.br/noticia/apos-53-dias-de-nomeado-o-secretario-parlamentar-afonso-mendonca-nao-conseguiu-um-local-para-escritorio-em-irece-5141

AUDITORIA FISCAL DO TRABALHO RESGATA 10 VENEZUELANOS SUBMETIDOS A CONDIÇÕES ANÁLOGAS À DE ESCRAVO

Auditores-Fiscais do Trabalho, lotados na GRTb de Ilhéus, resgataram no início manhã desta quinta-feira santa (dia 18/04/2019) 10 trabalhadores venezuelanos submetidos à condição análoga à de escravo.

Os trabalhadores prestavam serviços em um galpão onde funcionava oficina mecânica, localizado na Rodovia BR-415 – entre Itabuna e Ibicaraí -, que dava manutenção aos equipamentos de parque de diversões.

Os nove homens e uma mulher resgatados foram aliciados no país de origem com a proposta de emprego pelos empregadores, um casal formado por um brasileiro e um polonês, o que caracteriza tráfico internacional de pessoas. Eles chegaram ao Brasil em janeiro de 2019, tendo ingressado regularmente, com passagem fornecida pelos empregadores. Além desse custo com a viagem, era descontado mensalmente da remuneração dos empregados valores referentes a alimentação, alojamento, televisão e internet, o que representava 2/3 da remuneração a que os trabalhadores tinham direito.

Após os descontos efetuados pelos empregadores, os trabalhadores enviavam parcela da remuneração restante para suas famílias na Venezuela, restando-lhes apenas o valor médio de R$ 100,00 (cem reais), cada um, durante todo o mês.

Os trabalhadores não tinham registro formal do vínculo empregatício, permaneciam alojados em instalações precárias no próprio galpão da oficina, com camas improvisadas, cujas roupas de cama, ventilação e conforto térmico eram precárias. O banheiro utilizado pelos empregados era improvisado com paredes de zinco, não oferecia privacidade aos usuários, não dispunha de condições sanitárias e de conforto adequadas e sua fossa, inclusive, estava em vias de transbordamento, exalando forte mau cheiro. Um dos trabalhadores, inclusive, adquiriu sarna em decorrência das condições precárias a que era submetido. Tanto no alojamento, como no banheiro foram identificadas instalações elétricas com fiações desprotegidas, gerando o risco de choque elétrico aos usuários. A alimentação dos trabalhadores se restringia a panqueca de farinha de trigo, arroz, frango e ovos. Todo esse conjunto de fatores caracterizou a degradância das condições de trabalho.

A ação contou com a participação da Polícia Federal (PF) e da Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS). A Polícia Federal prendeu em flagrante o casal de empregadores, os quais responderão na Justiça pelo crime de redução de trabalhador à condição análoga à de escravo, tipificado no Código Penal.

Os trabalhadores resgatados estão sendo acolhidos pela Coordenação de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas e Combate ao Trabalho Escravo (CETP) da SJDHDS e pela Prefeitura de Itabuna, a qual está fornecendo hospedagem e alimentação e suporte para emissão de documentos.

A Auditoria Fiscal do Trabalho, juntamente com a Polícia Federal, está realizando os trâmites necessários à regularização documental dos venezuelanos para permanência no país. Pela Auditoria-Fiscal do Trabalho, está sendo levantada o valor das verbas rescisórias, a emissão de Carteira de Trabalho e Previdência Social e emissão das guias de Seguro Desemprego. Ao final dos procedimentos, os resgatados estarão aptos a trabalhar de forma regular no país.

A DESASTROSA GESTÃO DA SAÚDE EM ILHÉUS, SUCATEIA O SAMU! ===>>>02-10-2017

Falta de recursos já sabemos que não é, gestão desastrosa e caótica sim. A culpa toda é da Secretaria Municipal de Saúde.

E a Secretária quer ser a Diretora do Novo Hospital Costa do Cacau. Imaginem só?

Gambiarras na rede hidráulica, samuzeiros (assim eles gostam de ser chamados), comendo ovo frito no fogo de chão improvisado, a cozinha é só um detalhe.

Cadê as quentinhas de quase 17 reais? (Diário Oficial)?

Mais grave ainda, ambulâncias com pneus carecas na dianteira, suporte de macas quebrados, não encaixam.

Com as portas amaradas de ataduras, corre-se o risco da maca com paciente e atendentes serem jogados no meio da rua. Num caso típico de pior a emenda do que o soneto.

Não só o Ministério Público deve ser acionado, a Câmara de Vereadores através de sua Comissão de Saúde, se é que tem? O Conselho Municipal de Saúde, e a tão falada Sociedade Civil Organizada.

Chega de descaso com a população…

 

A FARRA DOS PLANOS DE SAÚDE E AS SAFADEZAS DO SUS

DEPARTAMENTO NACIONAL DE AUDITORIA DO SUS – DENASUS

Louvável a atuação do Governo Federal com os Planos de Saúde.

Mas é oportuno lembrar, que essas facilidades existem por conta das mazelas do SUS, desonestidade, roubalheira, aparelhamento, e tantas outras safadezas.

Em Ilhéus vamos ficar livres disso, pois a Auditoria de numero 4259, feita pelo DENASUS em outubro de 2018, que não teve ainda nenhuma repercussão, levantou TUDO que aconteceu e acontece na nossa aprazível cidade.

E O REGIONAL HEIN?

Continua fechado e vazio.

Porém a folha de pagamento cheia.

O pessoal criando mato e matando cobras.

Paciência…

Criando mato

Matando cobras

 

HOSPITAL-REGIONAL

ACABARAM COM O CABIDE DE EMPREGOS!

O destruído Estádio Mário Pessoa, poderia muito bem ceder o espaço para um Shopping Center…

PASSAGEIROS DOS NAVIOS COMEÇAM A RECLAMAR EM ILHÉUS

Visitando a antiga Princesa do Sul que busca a redenção, tive 2 desagradáveis surpresas quais sejam:

1 – ao solicitar uma corrida num táxi da Praça da Prefeitura para o Porto ouvi do taxista que ele não poderia me deixar na área interna do Porto por não ter credencial para acessar tal área. Pensemos bem no que já dizia Otávio Mangabeira: “pense num absurdo e na Bahia já houve precedente”…. Ouvi que o táxi só poderia me deixar no portão do Porto e eu seria obrigado a fazer cooper até o navio! Como sou idoso e gordo fui obrigado a procurar um CREDENCIADO (Jair, veja aí!).

2 – Uma idosa parceira de viagem (a maioria de turista que quer deixar dinheiro na cidade é idosa) me falou que o ônibus cobrou 50,00 (CONCOENTA REAIS) pelo percurso Porto/Centro, cerca de 2km! Turista explorado não volta! Jair, veja aí!

PRESIDENTE DA ADEFI É DENUNCIADO POR ESTELIONATO

José da Cruz da Silva, vulgo “zé sem pernas”, presidente da Associação dos Deficientes Físicos de Ilhéus(ADEFI), foi denunciado nesta segunda feira(26), na delegacia de polícia de furtos e roubos, pela prática de estelionato pela senhora Maria Sônia Marques dos Santos, 57 anos, que reside na Morada do Porto, Banco da Vitória. A mesma registrou queixa sob o BO nº18-006897, que tem a frente a Bela Rita de Cássia Ribeiro de Oliveira. A vítima, relatou no plantão, que o “zé sem pernas” lhe tomou dinheiro para confeccionar um passe livre intermunicipal, já que o mesmo é membro do Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência(COEDE), e tem uma certa “primazia” de adquirir esse benefício naquele colegiado. Dona Maria Sônia disse ainda, que ficou sem fazer os exames que faria na capital, de uma trombose, devido o dinheiro pago ao senhor José Cruz, que garantiu que ela iria de “graça” com o passe livre. “Isso já tem quase um ano e nada desse passe. Toda vez que eu cobro dele, ele me fala que demora mesmo. Eu coloquei vários créditos no celular dele e recarreguei cartuchos de sua impressora”, relatou dona Sônia como é conhecida no condomínio Morada do Porto. “Ele sempre vai à Salvador com o seu acompanhante, Victor Kruschewsky Montargil da Secretaria de Desenvolvimento Social de Ilhéus(SDS), que também está envolvido nessa trama de roubo”. Declarou ela indignada.

NOTA: O senhor José Cruz da Silva, além de presidente da ADEFI, membro suplente do COEDE, é também membro titular do Conselho Municipal dos Transportes de Ilhéus e funcionário da Secretaria de Desenvolvimento Social (SDS), lotado no setor de Benefícios Sociais.

 

A REALIDADE DA MEDICINA CUBANA. ====>>>> 13-11-2014

 – Dr Eduardo Adnet – Médico (Publicado pelo Conselho Federal de Medicina)

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Carimbos receituário.  Amplie

=> http://medico-psiquiatra.com/principal2/A_Realidade_da_Medicina_Cubana.htm

“Na antiga União Soviética (URSS) existia uma figura no serviço público de saúde denominada “Feldsher”, ou Feldscher em alemão, cujo significado literal era “aparador do campo”. Os Feldsher soviéticos eram profissionais da saúde, formados em “saúde básica”, que intermediavam o acesso do povo à medicina oficial, em especial nas áreas remotas, rurais e periferias soviéticas, sendo uma espécie de práticos de saúde, ou paramédicos como são chamados hoje em dia, e exerciam cuidados básicos em clínica, obstetrícia e cirurgia às populações dessas regiões. 
Sua inspiração e nome derivavam dos Feldscher alemães que surgiram no século XV como operadores de saúde (cirurgiões barbeiros) e com o tempo se espalharam ao longo do que foi o império prussiano e territórios eslavos, compondo a linha de frente também nas forças militares, sendo uma espécie de força militar médica nesses exércitos eslavos e saxões. Em vários países foram adotados como profissionais da linha de frente, atuando sempre nos cuidados básicos e em alguns casos chegando a se especializar em alguma prática específica, como optometria, dentista e otorrinolaringologia. Na Rússia começaram a se popularizar a partir do século XVIII.” (4)

“O sistema cubano de ensino médico reproduziu, a partir do encampamento da Revolução Cubana pela URSS em 1961, esse sistema de formação em saúde. Os médicos cubanos, de verdade, ficam lá em Cuba, em sua maioria. O que Cuba “fabrica” aos milhares, todos os anos, com projetos como a ELAM e demais faculdades, em cursos de 4 anos, não são nada além da versão cubana dos “Feldsher” soviéticos. São paramédicos treinados para atuar em linha de guerra, campos remotos e áreas desprovidas em geral. A diferença é que Cuba “chama” esses Feldsher de “médicos”, inflando artificialmente a sua população de médicos. Com essa jogada, Cuba possui um dos maiores índices de médicos por habitante do planeta. E isso permitiu outra coisa ao regime cubano: Usar esses Feldsher como agentes de propaganda de sua revolução e seus interesses não apenas dentro, mas fora cubano1de seu território. Ao longo de décadas o regime cubano vem fazendo uso do empréstimo de mão-de-obra técnica, paramédica, porém “vendida” como médica, para centenas de países a um custo bilionário que fica todo com o regime cubano. Literalmente, como na URSS, os Feldsher são “servos do povo” (no caso, leia-se “povo” como Partido Comunista de Cuba).” 

Recentemente a presidente Dilma lançou um demagógico e absurdo projeto de “resgate da saúde” do povo brasileiro às custas apenas da presença de “médicos” em locais desprovidos do mesmo, aliás, por culpa do próprio governo.

Ao invés de pegar os médicos nacionais, recém-formados ou interessados, e criar uma carreira pública no SUS e solidificar a presença do médico nesses povoados, ela resolveu importar feldsher cubanos a um preço caríssimo, travestidos de médicos, ao que seu marketing chamou de “Mais Médicos”. Diante da recusa inicial, simulou-se uma seleção de nacionais, dificultada ao extremo pelo governo, para depois chamar os feldsher.

O objetivo aqui é claro: O alinhamento ideológico entre os regimes, o uso de “servos do povo” para fazer propaganda do governo, encher o bolso dos amigos cubanos de dinheiro e evitar a criação de uma carreira pública que poderia ser crítica e demandadora de recursos. Como não podiam se assumir como fedlsher, jogaram um jaleco, os chamaram de médicos e os colocaram para atuar como médicos de verdade.

Por isso as cubanadas não param de crescer. Por isso os erros bizarros, os pânicos diante de pacientes sintomáticos. Os cubanos não são médicos, são feldsher – agentes políticos com treinamento prático em saúde – que vieram ao Brasil cumprir uma agenda política e, segundo alguns, eventualmente até mesmo militar.
São paramédicos. Isso explica as “cubanadas”. Se houvesse decência no Ministério do senhor Padilha, ele retiraria o termo “médico” desse programa, e seria mais honesto. Mas honesto não ganha eleição nesse país.”
Reenvie imediatamente esta mensagem para toda a sua lista, o Brasil agradece.

Fabiane Durão
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