‘Pop & Cultura’

O DOIÁ, SALVE IEMANJÁ, SALVE AS ÁGUAS DE CAIÁ.

‘PURA COMÉDIA’ – TEATRAL, E NÃO MUNICIPAL.

 “Pura comédia” no Teatro Municipal de Ilhéus neste fim de semana

A Cia Casa Aberta de Teatro (CCAT) estreia o espetáculo “Pura Comédia” nesta sexta e sábado (3 e 4), no Teatro Municipal de Ilhéus, às 20h. Haverá também a gravação do primeiro DVD do grupo. O elenco da CCAT promete ao público uma noite de gargalhadas, como diz o slogan da peça “Quem não rir, não paga!”

O espetáculo é formado por sete esquetes que fazem inteligentes críticas à sociedade, além de revelar um humor escondido em várias situações do cotidiano. O texto de “Pura Comédia” é assinado por Guimarães Neto, que é também diretor do espetáculo. O palco é dividido entre cinco atores da CCAT: Ruy Penalva (prêmio de melhor ator no Festival Firmino Rocha, em 2010), Maurício Lima, Lucas Santana, Germano Lopes e Decco Rocha. O elenco se desdobra em mais de 10 personagens, levando a platéia a uma verdadeira “humorragia”.

Esta é uma realização da CCAT Produções. A equipe produção deste espetáculo é composta também por Eriksson Bastos, Fabiane Ribeiro, Aloísio Soares Lopes, Tacila Mendes, Alexandre Bulhões e Ana Lee.  Os ingressos já estão à venda por R$ 20,00 (meia R$ 10,00), na bilheteria do Teatro Municipal. Visite o site do grupo: http://www.ciacasaabertadeteatro.blogspot.com

MY WAY

FESTIVAL DE COMIDA DE BOTECO. – VILA JUERANA.

Clique e amplie.

MEMÓRIA MUSICAL – ‘SAMBA DO CRIOULO DOIDO’.

ATENÇÃO PARA ESTE NOVO SUCESSO ILHEENSE!

Bira - o dançarino.

O jovem Bira, coreografou uma nova dança -lango lango – e vai ser a sensação do carnaval de Ilhéus.

Soubemos que já existe um convite para apresentação no programa ‘Ídolos’.

MULHERES EM DOMÍNIO PÚBLICO.

Show bonito, simples e de excelente qualidade. Valeu a pena.

“Mulheres em Domínio Público” estréia espetáculo musical em Ilhéus.

Mulheres em Domínio Público - por Ana Lee


No show “Mulheres em Domínio Público – em Cantos da Terra de Jorge”, quatro intérpretes – Brisa Aziz, Cristiane Passos, Geisa Pena e Tacila Mendes – apresentam releituras de antigas cantigas (de domínio público) que embalavam as mulheres nas lavouras, beiras de rio e mares do sul da Bahia.
Serão duas apresentações em Ilhéus, em praça pública. Dias 21 de janeiro, na praça Pedro Matos (do Teatro, Centro) e no dia 22, na praça da Maramata (Pontal), sempre às 18:30h. Haverá também a gravação de um DVD do show e um bate papo com o público após as apresentações.
O trabalho de releitura foi dividido também entre quatro músicos: o diretor musical e violonista Elielton Cabeça, o baixista Davi Mello, o percussionista Marcelo Xacal e o DJ Danley. A direção artística é de Fábio Nascimento. A musicalidade do espetáculo aproveita os recursos sonoros atuais e confere ao espetáculo uma estética que dialoga com o tradicional e o moderno.
A pesquisa de campo/repertório contou com a colaboração de Valderez Teixeira, antiga lavadeira, moradora do Salobrinho e também das marisqueiras, moradoras da Juerana, Dona Maria e Dona Dená. As três são pessoas de forte influência na comunidade em que vivem, sendo, praticamente, símbolos da cultura daqueles lugares.

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GRUPO DE CAPOEIRA BANGALÔ

Capoeira na sua essência.

O GRUPO DE CAPOEIRA BANGALÔ COORDENADO PELO CONTRAMESTRE NAZARENO REALIZA NESTE FIM DE SEMANA UM GRANDE ENCONTRO COM A PARTICIPAÇÂO DE MESTRES BAIANOS. NA OPORTUNIDADE, HAVERÁ BATISMO E TROCA DE CORDAS DE INTEGRANTES DO REFERIDO GRUPO.

INICIANDO A PROGRAMAÇÃO, ACONTECERÁ NESTA SEXTA- FEIRA DIA 13, À NOITE,A RODA DE RECEPÇÃO AOS CONVIDADOS DE SALVADOR, VITÓRIA DA CONQUISTA E DA REGIÃO CACAUEIRA. SÁBADO ÀS 18 HORAS HAVERÁ OFICINA DE CAPOEIRA MINISTRADA POR MESTRES. E NO DOMINGO A PARTIR DE 09 HORAS RODA DE CAPOEIRA COM CONVIDADOS.
SEGUNDO ODORICO, COORDENADOR DE COMUNICAÇÃO, O ENCONTRO SERÁ REALIZADO NO CLUBE DA AVENIDA ITABUNA À RUA ESMERALDO SÁ VIEIRA, ANTIGA 31 DE MARÇO. O FINAL DO EVENTO SERÁ UM GRANDE SAMBA DE RODA COM GALEGUINHO DE ITACARÉ NA PERCUSSÃO.

ALEGRIA PEDRO, O TREM JÁ VEM!

BRENA E LAÍS NO HAPPY HOUR DO IATE CLUBE.

Brena Gonçalves e Laís Marques.

Hoje, das 18 as 21 horas, happy hour no Ilhéus Iate Clube.

Brena Gonçalves e Laís Marques vão estar fazendo um som da melhor qualidade.

A MULHER DO LOBISOMEM.

          A Mulher do Lobisomem é o título do segundo livro do jornalista Daniel Thame, que será lançado no próximo dia 8 de dezembro, na Livraria Nobel (Shopping Jequitibá/Itabuna). Autor de Vassoura, que já está em sua quarta reimpressão e conta a saga das pessoas do Sul da Bahia que sofreram com o impacto da vassoura de bruxa na lavoura de cacau, Daniel Thame desta vez publica uma série de contos que tem como foco central o universo feminino, em textos que falam de romance, sexo, poesia, crítica social, violência, e uma boa dose de humor e ironia fina, em textos objetivos que são marca de um estilo que o jornalista transpôs para a literatura.

            O conto A Mulher do Lobisomem, que deu origem a um quadro especialmente pintado pelo grapiuna Waldomiro de Deus, considerado um dos maiores primitivistas do Brasil, é um exemplo desse estilo. É a história de um homem que se apaixona por uma linda mulher e de repente se descobre lobisomem, sem se dar conta que o amor será seu prazer e sua perdição, tendo a lua cheia como testemunha nem tão inocente assim. “Como o amor, a história do lobisomem e sua paixão é real e irreal ao mesmo tempo porque transcende os limites do que é físico e o que é transcendental, do que é fugaz e do que é eterno”, diz o jornalista, que prefere os contos curtos e não abre mão de finais sempre surpreendentes.

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BRENA GONÇALVES E LAÍS MARQUES – UM SUCESSO.

A apresentação das meninas, Brena e Laís, ontem no Ilhéus Iate Clube, foi coroada de um sucesso espetacular entre os presentes.

Mostrando perfeito domínio dos instrumentos, com carisma, voz e repertório eclético e vasto, dominaram e encantaram os associados.

Outras apresentações já estão agendadas para os almoços de domingo.

Brena Gonçalves e Laís Marques.

 

SAMBA DO CRIOULO DOIDO.

BRENA ENCERRA PROJETO SEXTA DO MPB, NA URBIS.

Brena Gonçalves

Com uma brilhante apresentação da cantora Brena, aconteceu na última sexta-feira na Praça de alimentação da Urbis, o encerramento da 1ª etapa do projeto Sexta do MPB.
O projeto foi iniciado no mês de agosto e teve como objetivo a valorização dos músicos locais e a promoção da campanha de solidariedade em prol da menina Gracielle.

As apresentações dos músicos acorriam todas as sextas-feiras a partir das 20 horas. Participaram do projeto os músicos: Tito Moreno, Robson Carvalho, Alexandro, Xuxu e Ézio.

Além de moradores e visitantes, também estiveram presente no encerramento do projeto, os pais da menina Gracielle e o Sr. Alberto Bichara, representante da secretaria de turismo do município de Ilhéus, que elogiou o evento e garantiu que na próxima etapa a SETUR, se fará presente.

A organização do evento ficou por conta da Associação de Moradores do Bairro Hernani Sá (Urbis) e Associação dos Comerciantes da Praça da Urbis.

Grupo Pro-Urbis

ILHÉUS TEVE A PRIMEIRA BIBLIOTECA DA BAHIA, E HOJE…

Na sua coluna publicada no Jornal A Tarde de 24.09.2011, com o título de “A primeira biblioteca da Bahia”, o antropólogo Luiz Mott, professor titular de Antropologia da UFBA, informa que “salvo erro, tenho o privilégio de ter descoberto no arquivo da Inquisição de Lisboa a primeira biblioteca particular da Bahia, quiçá do Brasil, datada de 1574, propriedade de Rafael Olivi, italiano de Florença morador na Fazenda São João, no termo de Ilhéus. Foi acusado ao Santo Ofício de ter dito uma série de proposições heréticas, do tipo “a religião fora inventada para sujeitar os povos e os milagres dos santos não passavam de artes mágicas”. Ao ser preso pelo vigário e alcaide de Ilhéus, encontraram 27 livros em sua fazenda! Entre eles obras religiosas como o Breviário, A Vida de Nosso Senhor Jesus Cristo, no Tesouro dos Pobres; obras literárias, como Viagi Fallida, Rime de Monsenhor Pero Lobo Pirotichiria, Comédia de Sacrifícios e, sobretudo, livros científicos: La Nova Ciencia, de Nicoló Tertaglia, Aristóteles, Libelus de Tactus, Discorsi de Nicoló (Machiavel), Josefus Judaico e outros.”

Vale acrescentar que Luiz Carlos Villalta, no seu artigo Bibliotecas Privadas e Práticas de Leitura no Brasil Colonial, quando fala de estudos quantitativos da posse de livros no Brasil colônia, assim se refere a Rafael Olivi e à sua biblioteca “O maior proprietário de livros no século XVI, foi provavelmente Rafael Olivi, italiano estabelecido em Ilhéus, no atual estado da Bahia, dono de 27 volumes.”

Termina assim o oportuno artigo do Antropólogo Luiz Mott: “Estes livros de Rafael Olivi constituem a primeira biblioteca particular que se tem notícia em toda a história do Brasil. Biblioteca diversificada e atualizadíssima, incluindo obras recentemente editadas, como o livro do matemático Tartaglia, falecido em 1557. No século XVI, sobretudo no selvagem Brasil, livros eram raridades caríssimas, daí a importância dessa coleção. Onde foram parar tais preciosidades? O bibliófilo italiano felizmente foi absolvido pela Inquisição. Deo gratias

Pois é meus amigos, em 1574 a nossa Ilhéus já tinha uma biblioteca, a primeira da Bahia e talvez até do Brasil, e o maior proprietário de livros no século XVI. Hoje passados 437 anos, a única biblioteca que tínhamos foi destruída pela incúria dos nossos governantes.

Já que o poder público não faz, talvez a sociedade organizada de Ilhéus deva chamar para si esta responsabilidade. Dentro desta ótica, estou propondo aqui que comecemos, imediatamente, uma grande campanha para criarmos uma moderna Biblioteca Pública na nossa cidade, contando inclusive com uma Seção de Multimeios, onde possamos guardar um acervo audiovisual com partituras, filmes, gravações sonoras, fotografias e etc. Com certeza teremos muita gente para nos ajudar.

Proponho inclusive que a nossa blogosfera, com seu grande poder de penetração em todas as classes sociais, e os nossos órgãos de imprensa abracem está campanha, e que uma das nossas Agências de Publicidade trabalhem o assunto, criando um slogan, convocando todos para a criação da nossa Biblioteca, para que todos os blogs, jornais, revistas e outros meios de comunicação, passem a divulgar nas suas páginas esta campanha que com certeza será vitoriosa.

Carlos da Silva Mascarenhas      

carlos.consultic@gmail.com

CARTA ABERTA À SOCIEDADE ILHEENSE

CONSELHO MUNICIPAL DE CULTURA DE ILHÉUS

Lei nº 3.539

 CARTA ABERTA À SOCIEDADE ILHEENSE

O Conselho Municipal de Cultura vem informar a toda a sociedade ilheense, que está desde o mês de maio deste ano desenvolvendo inúmeras ações para que seja cumprida a Lei 3.454 de 14 de novembro de 2009, regulamentada pelo Decreto 090/2010, que criou o Fundo Municipal de Cultura, reservando no mínimo 5% (Cinco Por Cento) dos impostos municipais: ISSQN e IPTU para o financiamento de projetos em diversas áreas culturais. Com o Fundo, será dado o primeiro passo para tornar possível a realidade de uma economia da cultura em nossa cidade, gerando oportunidades para artistas locais, de diversas linguagens, e um maior número de atividades artístico-cultural para os ilheenses.

Após reunião da comissão do Conselho Municipal com o Prefeito Newton Lima e com os representantes da secretaria de Finanças, Planejamento, e da Fundação Cultural, realizada em junho passado, foi negociado um repasse no valor de R$ 100.000,00 (Cem Mil Reais) até o final do exercício de 2011. Valor que, apesar de estar bem abaixo do previsto por lei, foi aceito como forma de iniciar o processo de editais e visando uma nova negociação para o exercício de 2012. Para nossa surpresa a Secretaria de Finanças Jorge Bahia não atendeu ao deliberado e reduziu a proposta do repasse em 75% (Setenta e Cinco Por Cento) do valor acordado, inviabilizando o processo de abertura dos editais, previsto para ser divulgado na Conferência Municipal de Cultura entre os dias 24 e 25 deste mês.

Apesar das inúmeras tentativas de nova negociação do percentual a ser repassada pela prefeitura, não foi concedida pauta à comissão do Conselho deliberada para este fim na agenda do prefeito e nem do secretário de Finanças. Sabe-se do imenso potencial de Ilhéus, mundialmente conhecida justamente pela sua cultura, portanto não podemos deixar de mencionar o descaso do Poder Público, mediante o ato da Secretaria de Finança, diante desse importante passo a ser dado. Os representantes do Conselho Municipal de Cultura sentem-se na obrigação de socializar esta questão de vital importância para o interesse público, que conta com o decisivo apoio dos artistas, gestores, produtores, instituições culturais e todas as pessoas da sociedade civil que entendem a cultura como um fator primordial para o desenvolvimento humano.

Dessa forma, exigimos por parte do Poder Público, a execução da lei, assim como o cumprimento do repasse inicialmente acordado entre o Conselho de Cultura e o Executivo Municipal.

Comissão de Mobilização e Acompanhamento da Execução da Lei do Fundo Municipal de Cultura

A HISTÓRIA DA INTERNET.

TONGA DA MIRONGA DO CABULETÊ.

Ano de 1970. Vinícius e Toquinho voltam da Itália onde haviam acabado de inaugurar a parceria com o disco “A Arca de Noé”, fruto de um velho livro que o poetinha fizera para seu filho Pedro, quando este ainda era menino.

Encontram o Brasil em pleno “milagre econômico”. A censura em alta, a Bossa em baixa.

Opositores ao regime pagando com a liberdade e a vida o preço de seus ideais.

O poeta é visto como comunista pela cegueira militar e ultrapassado pela intelectualidade militante, que pejorativa e injustamente classifica sua música de easy música. No teatro Castro Alves, em Salvador, é apresentada ao Brasil a nova parceria.

Vinícius está casado com a atriz baiana Gesse Gessy, uma das maiores paixões de sua vida, que o aproximaria do candomblé, apresentando-o à Mãe Menininha do Gantois. Sentindo a angústia do companheiro, Gesse o diverte, ensinando-lhe xingamentos em Nagô, entre eles “tonga da mironga do cabuletê”, que significa “o pêlo do c.. da mãe”.O mote anal e seu sentimento em relação aos homens de verde oliva inspiram o poeta.

Com Toquinho, Vinícius compõe a canção para apresentá-la no Teatro Castro Alves.

Era a oportunidade de xingar os militares sem que eles compreendessem a ofensa.

E o poeta ainda se divertia com tudo isso:  “Te garanto que na Escola Superior de Guerra não tem um milico que saiba falar nagô”.

WILSON SIMONAL E ZIMBO TRIO – POUT POURRI ANTOLÓGICO DA MPB.

Simona, como ele gostava ser chamado no meio artístico.

 

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