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:: ‘CPI’

A CPI DO FIM DO MUNDO!

Como se não bastasse a execração pública pela qual passa a tal CPI.

O Senador baiano, Otto Alencar PSD-Ba, parece que entrou nos holofotes para ‘melar o jogo’.

Senador Otto Alencar é denunciado no Conselho Federal como “falso ortopedista”

Parlamentar que debocha e desrespeita depoentes não tem registro da especialização que anuncia

Representação impetrada no Conselho Federal de Medicina por seis médicos de diferentes Estados contra o senador Otto Alencar, da CPI do Circo da Pandemia, faz gravíssimas acusações.

Senador Otto Alencar (PSD-BA) integra CPI Covid – Foto: Reprodução/Youtube

Denuncia Alencar de exercício ilegal da medicina quando se declara “ortopedista”, sem qualquer registro profissional.

E o acusa de ferir vários dispositivos do Código de Ética Médica ao tentar desmoralizar a colega Nise Yamagushi de forma ultrajante durante depoimento na CPI.

https://ndmais.com.br/politica-brasileira/senador-otto-alencar-e-denunciado-no-conselho-federal-como-falso-ortopedista/

FHC agora defende CPI, mas seu governo fez o diabo para impedir investigações

FHC entrou para a História como um profissional em manobras pouco republicanas para impedir CPIs que investigassem seu governo

Ele pensava muito diferente quando foi presidente e entrou para a História como um profissional em manobras muito pouco republicanas para impedir a instalação de CPIs que investigassem seus governos. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Há 20 anos, em maio de 2001, o governo FHC foi acusado a pressionar e até chantagear deputados a retirar apoio à CPI da Corrupção.

A “operação abafa” da CPI da Corrupção foi “comandada diretamente” pelo ex-presidente, segundo denunciou os jornais que hoje o bajulam.

À época, senadores como Eduardo Dutra e Heloísa Helena acusaram o governo FHC de comprar o sepultamento da CPI com verbas públicas.

O PT pediu, em 1996, a CPI do Sistema de Vigilância da Amazônia (Sivam). Demorou 5 anos para ser instalada… e acabou em pizza, claro.

QUANDO OS POLÍTICOS NÃO RESPEITAM A MEDICINA.

Os médicos e os profissionais de saúde, precisam levantar a cabeça e se livrarem do jugo de determinados tipos de políticos.

A população brasileira precisa dos médicos e dos profissionais de saúde.

Os políticos são descartáveis, as eleições servem para isso.

 

Senadores não estavam interessados em ouvir, mas em linchar Yamaguchi

Não a deixaram falar, expor suas razões, e isso é um velho truque para não correr riscos de perder o debate

A CPI da Pandemia foi outra vez palco de humilhações a uma mulher sob silêncio constrangedor da lacrolândia, que só protesta quando a vítima de tratamento indigno é de esquerda.

Ficou claro que a CPI não queria ouvir a médica Nise Yamaguchi, queria submetê-la a linchamento. Não a deixaram falar, expor suas razões, suas convicções.

Não permitir que o outro lado exponha seu pensamento, por meio de interrupções, é um velho truque para não correr riscos de perder o debate. Deu certo. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

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O jeito calmo e didático da médica incomodou o presidente da CPI, que a interrompeu para recomendar que ninguém acreditasse no que ela dizia.

Otto Alencar tentou desqualificar os mais de 40 anos de experiência da médica, sem permitir que ela sequer respondesse às perguntas.

Para o cientista político Paulo Kramer, o tratamento foi indigno e provou que “o feminismo não passa de um puxadinho vagabundo da esquerda”.

CPI da Pandemia ignora fraude milionária na compra de respiradores

300 respiradores comprados por governadores do PT e pelo filho do relator custaram R$49 milhões com pagamento antecipado, mas nunca foram entregues

O caso também enrola os petistas Camilo Santana (CE), Fátima Bezerra (RN) e Rui Costa (BA), que é coordenador do Consórcio do Nordeste.

Os senadores Styvenson Valentim (Cid-RN), Eduardo Girão (Pode-CE) e Rodrigo Cunha (PSDB-AL) cobraram, sem sucesso, o calote milionário.

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Segundo Styvenson, o ofício também foi enviado ao Ministério da Justiça “para que criminosos sejam presos e punidos”, certamente não pela CPI.

Não faltam escândalos pelo Brasil se CPI quiser realmente investigar

Só a PF realizou ao menos 75 operações para investigar suspeitas de irregularidades envolvendo contratos no valor de R$ 2,14 bilhões

Em reunião secreta, a CPI acertou detalhes das convocações e deixou de fora políticos alvos da PF e incluiu outros que não são investigados.

Apenas a operação SOS, que investigou a administração de hospitais de campanha no PA, GO e SP, esmiúça contratos de R$500 milhões

Não foram convocados os governadores de Goiás e São Paulo, apesar dos valores, enquanto o do DF, que não é alvo, terá de ir à CPI.

A maioria das 67 operações foi realizada no ano passado, quando os repasses eram bem maiores. Em 2021, foram oito operações.

VÍDEO: Braga diz que não faltou verba para combate à pandemia no Amazonas

Senador da “tropa de choque” da oposição da CPI responsabiliza “governador do Estado, prefeito de Manaus”. Veja o vídeo

O senador Eduardo Braga (MDB-AM) cometeu ‘sincericídio’ durante a sessão da CPI da Pandemia, nesta quinta-feira (20), em bate-boca com o presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM). Em vídeo amplamente divulgado na redes sociais, o amazonense admite que “não faltou dinheiro não!” na crise da pandemia no estado do Amazonas, em discussão com o conterrâneo Omar Aziz. Veja o vídeo abaixo:

Aziz interrompe e pergunta “e de quem é?”. Braga não hesita: “do governador do estado, do prefeito de Manaus, da saúde pública”. O presidente da CPI então responde: “Fala do prefeito, fala…”. O atual governador do Amazonas é Wilson Lima (PSC) e o prefeito de Manaus, David Almeida (Avante), que assumiu o cargo em janeiro de 2021. Até dezembro, o prefeito era Arthur Virgílio (PSDB).

Durante o bate-boca, os dois senadores estavam cercados pelos colegas Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Humberto Costa (PT-PE), Otto Alencar (PSD-BA) e Renan Calheiros (MDB-AL), relator da CPI, todos integrantes do núcleo duro da oposição ao governo na comissão.

A curiosidade é que tanto Braga, quanto Aziz já foram governadores do Amazonas e são considerados pré-candidatos ao cargo novamente em 2022, assim como o ex-ministro Eduardo Pazuello, depoente do dia na comissão parlamentar de inquérito.

CPI da Pandemia exibe mais ‘lacrações’ que indagações aos depoentes

Senadora definiu distorção em uma frase: “não estou nem interessada na resposta dele (Pazuello)”

Encerrando de forma constrangedora a sessão desta quinta-feira (20) da CPI da Pandemia, a senadora Mara Gabrilli (PSDB-SP) mostrou por que depoimentos servem apenas de pretexto para que os senadores façam “lacração” e não indagações: “Eu não estou nem interessada na resposta dele”, disse ela após concluir a própria lacração, formulando juízo de valor sobre o tema da CPI e do ex-ministro Eduardo Pazuello. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Líder do DEM no Senado, Marcos Rogério (RO) definiu a inutilidade dos depoimentos: “O relator iniciou a CPI com o relatório debaixo do braço”.

Em sua lacração, Zenaide Maia (Pros-RN) mostrou que crê em duendes. Disse que a covid matou 6 mil na China, país de 1,5 bilhão de habitantes.

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Longe das câmeras, lacradores se revelam: vídeo mostra Eduardo Braga (MDB) disse que não faltou dinheiro e culpou o governo do Amazonas.

Pesquisa nacional: maioria acha que CPI da Pandemia é só um jogo político eleitoral

É o que acham 43,6% dos brasileiros, enquanto 19,8% acreditam em punição para culpados

Levantamento nacional realizado pelo Paraná Pesquisas indica que a maior parte dos entrevistados avalia que a CPI da Pandemia “é só um jogo político eleitoral, que não vai dar em nada”.

Enquanto 43,6% pensam dessa maneira, apenas 19,8% consideram que a comissão de inquérito do Senado “vai ajudar a punir os culpados pelas falhas nos serviços públicos que levam a mortes na pandemia”.

Como a CPI tem recebido ampla cobertura dos meios de comunicação, a grande maioria dos entrevistados (65,7%) já “ouviu falar” na comissão, mas mais de um terço deles, 34,3%, nunca ouviram falar.

O levantamento do Paraná Pesquisas foi realizado entre os dias 12 e 17 de maio em 196 municípios de todos os estados e no Distrito Federal, tendo sido entrevistados 2.140 eleitores.

CPI: Pazuello diz que não foi orientado a indicar tratamento precoce

Ex-ministro da Saúde foi o oitavo a prestar depoimento no Senado

Publicado em 19/05/2021 – 13:30 Por Karine Melo – Repórter da Agência Brasil – Brasília

EDILSON RODRIGUES/AGENCIA SENADO

O ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello negou nesta quarta-feira (19), em depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia do Senado, que tenha assumido a pasta sob a condição de seguir ordens do presidente da República, Jair Bolsonaro, de recomendar o chamado “tratamento precoce” para a covid-19, que inclui medicamentos sem comprovação científica como a hidroxicloroquina. “Em hipótese alguma. O presidente nunca me deu ordens diretas para nada”, garantiu.

Pazuello acrescentou que foi nomeado por Bolsonaro para “fazer as coisas andarem o mais rápido possível” e que a missão era “trocar a roda do carro com o carro andando”. Sobre sua experiência para assumir o ministério, Pazuello lembrou as funções que exerceu ao longo da carreira, entre elas, o comando de hospitais de campanha, como na Operação Acolhida, na fronteira com a Venezuela. “Sobre gestão e liderança, acho que nem preciso responder. É como responder se a chuva molha. Todo militar tem isso”, disse.

Aos senadores, o general avaliou ser apto para o comando da pasta da Saúde por ter – assim como outros ministros não médicos que ocuparam o posto – capacidade de ouvir, sensibilidade para a tomada de decisão rápida.

Imunidade de rebanho

Ao falar da tese da “imunidade de rebanho”, o ex-ministro Pazuello reconheceu que ela “é real”, mas disse que não pode ser usada como única estratégia para imunizar a população. “Que se tem uma imunidade a partir de várias pessoas, não há dúvida, mas como não se sabe o grau de força desses anticorpos, e por quanto tempo ele fica no organismo, não se pode estar apoiado apenas nesta tese. Tem que partir para a imunização com vacina”, afirmou. O ex-ministro disse que sua opinião sobre o assunto não foi formada por conselhos do deputado federal Osmar Terra, um dos defensores da tese. Também negou que o presidente Jair Bolsonaro tenha determinado que seguisse essa estratégia.

OMS

Sobre os motivos que levaram o governo brasileiro a não seguir orientações dadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), Pazuello disse que a OMS, assim como a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), não impõe condições ao governo brasileiro. “Nossa decisão é plena, não somos obrigados a seguir nenhum tipo de orientação de OMS, de ONU, de lugar nenhum. Somos soberanos.”

Para o ex-ministro, as posições da OMS eram claras, mas não contínuas, pelo próprio desconhecimento da organização sobre a pandemia. “A OMS nos dava uma posição, mas cabia a nós escolher o que seguir”, acrescentou.

Pazuello minimizou manifestações do governo federal sobre medidas não farmacológicas, como isolamento social e disse que como ministro sempre defendeu medidas protetivas.

“Sempre me posicionei da mesma forma: [favoravelmente] a medidas preventivas, incluindo o distanciamento social necessário em cada situação”, destacou. Pazuello acrescentou que durante a sua gestão sempre ressaltou a importância de medidas como uso de máscaras e lavagem das mãos.

Pfizer

Na contramão das declarações do CEO da Pfizer, Carlos Murillo, e do ex-secretário de Comunicação da Presidência, Fabio Wajngarten, que à CPI disseram que o governo brasileiro ficou dois meses sem dar retorno à farmacêutica sobre proposta feita para aquisição de vacinas, o ex-ministro da Saúde disse que vai entregar documentos ao colegiado que, segundo ele, provam que houve respostas à empresa americana.

“Como assim não houve respostas? Nós tivemos 20 respostas à Pfizer”, destacou Pazuello. O general detalhou aos senadores que os contatos com a farmacêutica começaram ainda em 2020 e que o preço e a quantidade de doses oferecidas pela empresa, por exemplo, estiveram entre os entraves para a negociação.

O ex-ministro disse ainda que passou setembro e outubro de 2020 analisando o contrato da farmacêutica e ressaltou que o Ministério da Saúde nunca fechou as portas e sempre quis comprar a vacina da Pfizer.

Investimentos

À CPI, o ex-ministro da Saúde avaliou que “nunca se investiu tanto em saúde no Brasil”. Segundo ele, o legado deixado pelos investimentos feitos pelo governo federal em estados e municípios proporcionará, de forma definitiva, uma melhora na estrutura em saúde ofertada pelos governos locais.

Pazuello disse que, em 2020, o Ministério da Saúde repassou aos demais entes da federação R$ 115 bilhões. O ex-ministro informou que foram liberados mais de R$ 500 bilhões, no total, às mais diversas ações relacionadas ao combate à pandemia. 

Ao relacionar as ações tomadas enquanto chefiou a pasta, Pazuello falou sobre campanhas de orientação contra a propagação do vírus. Segundo o general, foram 11 campanhas e 271 vídeos institucionais, sobre a capacidade de testagem e a criação de programas federais, como bancos genéticos para monitorar novas variantes do vírus.

Comissão Parlamentar de Inquérito da Pandemia (CPIPANDEMIA) realiza oitiva do ex-ministro da Saúde. O objetivo é obter respostas sobre a conduta do ex-ministro nos dez meses em que esteve à frente do ministério, em pontos como postura
Comissão Parlamentar de Inquérito da Pandemia (CPIPANDEMIA) realiza oitiva do ex-ministro da Saúde. O objetivo é obter respostas sobre a conduta do ex-ministro nos dez meses em que esteve à frente do ministério, em pontos como postura – Edilson Rodrigues/Agência Senado

STF

Pazuello lembrou que, embora a União disponibilize recursos para que estados e municípios executem as ações de saúde, a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de abril de 2020 – que garantiu aos governadores a tomada de decisões sobre medidas contra o coronavírus – limitou essas medidas. “Não há possibilidade de o Ministério da Saúde interferir na execução das ações sem usurpar competências dos estados e municípios. Isso seria possível no caso de intervenção federal em algum estado. O gestor pleno do SUS [Sistema Único de Saúde] é o secretário municipal de Saúde”, lembrou.

Sobre a relação com estados e municípios, Eduardo Pazuello destacou que a primeira medida foi desenvolver uma ferramenta de análise de riscos e que à época já havia uma nota técnica que foi distribuída a todos os prefeitos. “Tomada a decisão, o ministério apoiava em todos os itens pedidos por prefeitos e governadores”, explicou.

Habeas corpus

Mesmo amparado por um habeas corpus, concedido na semana passada pelo ministro Ricardo Lewandowski, do STF, que lhe assegura o direito de permanecer em silêncio e não se incriminar em casos referentes à atuação dele à frente do ministério, o ex-ministro afirmou que vai responder a todas as perguntas dos senadores. Pazuello é o oitavo nome a prestar depoimento à CPI e o último a ocupar o cargo de ministro da Saúde a ser ouvido pelo colegiado.

Edição: Bruna Saniele

Artigo de Araújo no ‘Diário do Poder’, citado por Aziz na CPI, não critica China. Leia

Artigo analisou livreto de Slavoj Žižek, teórico marxista que prega infecção do “vírus ideológico”

O presidente da CPI da Pandemia, senador Omar Aziz (PSD-AM), citou um artigo do ex-chanceler Ernesto Araújo no Diário do Poder para advertir o embaixador que ele se encontra sob juramento e não pode faltar à verdade, quando afirma que não fez declarações contra a China.

Em resposta, Araújo explicou a Aziz que seu artigo “Chegou o comunavírus”, publicado em 22 de abril do ano passado, ao contrário do que sugere seu título, não se referia à China. Era uma análise do livreto “Virus”, de Slavoj Žižek, um dos principais teóricos marxistas da atualidade, publicado na Itália.

Clique aqui para ler o artigo de Ernesto Araújo para o Diário do Poder, mencionado pelo senador Omar Aziz. Nesse artigo, Araújo explica que Žižek “revela aquilo que os marxistas há trinta anos escondem: o globalismo substitui o socialismo como estágio preparatório ao comunismo”, escreveu ele.

“A pandemia do coronavírus representa, para ele, uma imensa oportunidade de construir uma ordem mundial sem nações e sem liberdade”, analisou o diplomata.

No texto para o DP, Ernesto Araújo escreveu que “o Coronavírus nos faz despertar novamente para o pesadelo comunista” e anuncia: “chegou o Comunavírus”.

O ex-chanceler citou em seu artigo alguns trechos do livreto de Žižek, que ele classifica de “obra-prima de naïveté canalha, que entrega sem disfarce o jogo comunista-globalista de apropriação da pandemia”.

No livreto criticado por Araújo, Žižek afirma: “Tomara que se propague um vírus ideológico diferente e muito mais benéfico, e só temos a torcer para que ele nos infecte.”

Ernesto se refere à China, em seu artigo, mas não critica aquele país, apenas o situa no livreto que analisou:

Žižek tem uma atitude ambígua em relação à China. Admira o que considera o êxito chinês no controle social, mas ao mesmo tempo não parece querer identificar a sua própria concepção de comunismo com o regime chinês, talvez porque o comunismo, ao final das contas, exige o fim do Estado, enquanto a China representa o modelo de Estado forte que o comunismo visa a superar. Esse não-Estado, esse grau zero do Estado que corresponde ao grau máximo do poder, Žižek vai buscá-lo nos organismos internacionais, que permitiriam, no que parece ser a sua visão, o exercício totalitário sem um ente totalizante, um ultrapoder rígido mas difuso, exercido em nome da “solidariedade” e portanto inatacável – pois quem ousaria posicionar-se contra a solidariedade? “Solidariedade” é mais um conceito nobre e digno que a esquerda pretende sequestrar e perverter, corromper por dentro, para servir aos seus propósitos liberticidas. Já fizeram ou tentaram fazer o mesmo com os conceitos de justiça, tolerância, direitos humanos, com o próprio conceito de liberdade.”

contador free


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