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:: ‘Comércio’

Frente Parlamentar do Setor Produtivo defende reabertura imediata de shopping centers

 

 

O presidente, o vice-presidente e o presidente do Conselho Consultivo da Frente Parlamentar do Setor Produtivo, Agropecuária, Indústria, Comércio e Serviços, os deputados estaduais Eduardo Salles e Tiago Correia e o vice-presidente da FECOMÉRCIO, Kelsor Fernandes, respectivamente, concordam com as entidades representativas de lojistas e shopping centers, que defende o índice de 80% de ocupação dos leitos de UTI para pacientes com COVID-19 para a reabertura imediata dos shopping centers na Bahia. O índice difere dos 75% anunciados nesta terça-feira (7) pelo prefeito de Salvador, ACM Neto, e o governador Rui Costa.

 

O índice de 80% foi o considerado para a reabertura de shopping centers em outros estados. A Frente Parlamentar acredita que os shopping centers têm capacidade de implantar uma série de medidas de segurança para clientes e trabalhadores, como controle de entrada, sinalizações, distanciamento e uso de máscaras e álcool em gel a 70% e o retorno às atividades pode significar a recuperação de até 39.000 postos de trabalho.

 

A Frente Parlamentar usa como exemplo a capital, que tem recebido pacientes do interior e de outros estados, o que aumenta o índice de ocupação de UTIs em Salvador.

 

“É o segmento que está mais preparado para a reabertura imediata. Defendo o retorno de outros setores à medida que apresentarem a garantia das regras estabelecidas pelas autoridades de saúde e punindo quem não cumprir o que está determinado”, diz Eduardo Salles.

 

“Os pacientes do interior terminam mascarando um pouco os verdadeiros números da capital. Reconheço todo o esforço feito pela Prefeitura e o governo estadual, mas acredito que os shopping centers podem ser reabertos imediatamente com todas as medidas de segurança necessárias e os índices atuais de ocupação das UTIs”, justifica o presidente da Frente Parlamentar.

 

Eduardo Salles participou nesta segunda-feira (6) da reunião virtual do Fórum Empresarial da Bahia, presidido por Cláudio Cunha, e tratou da flexibilização e da reabertura da economia baiana com medidas que ofereçam segurança a consumidores e trabalhadores de diversos setores.

 

O deputado defendeu na reunião a utilização do Sistema S para capacitação dos trabalhadores aos protocolos estabelecidos pelas autoridades de saúde com o intuito de diminuir os riscos de contaminação pelo novo coronavírus.

 

“Eu, por exemplo, já fiz a solicitação da capacitação de guias, monitores e condutores turísticos ao secretário estadual de Turismo, Fausto Franco, e de donos e trabalhadores de bares, restaurantes e pousadas para o presidente da FECOMÉRCIO, Carlos Andrade. Esses setores são vitais à economia de municípios baianos”, lembrou o parlamentar.

 

Eduardo Salles sugeriu ainda uma reunião virtual com a participação do vice-governador e secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, João Leão, o secretário estadual de Planejamento, Walter Pinheiro, e o secretário de Planejamento da Prefeitura de Salvador, Luiz Carreira, para que eles participem do debate e sejam elos para a sensibilização do governador Rui Costa e o prefeito da capital, ACM Neto, sobre a importância de estabelecer regras mais flexíveis no protocolo de reabertura da economia no Estado.

 

Uma carta com essas proposições foi assinada por Eduardo Salles, o deputado estadual Tiago Correia e o vice-presidente da FECOMÉRCIO, Kelsor Fernandes, vice-presidente e presidente do Conselho Consultivo da Frente Parlamentar do Setor Produtivo, respectivamente, Edson Piaggio, coordenador na Bahia da ABRASCE (Associação Brasileira de Shopping Centers), Luís Henrique Santos, presidente CDL de Feira de Santana, Antônio Helder Pereira, presidente da CDL de Juazeiro, Alberto Rocha Nunes, presidente CDL Salvador, Clóves Cedraz, presidente da FACEB (Federação das Associações Comerciais e Empresarias da Bahia), Antoine Tawil, da FCDL (Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas), e Carlos Andrade, presidente da FECOMÉRCIO, e encaminhada a João Leão.

ASCOM – Deputado Estadual Eduardo Salles

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Bolsonaro vai com empresários ao STF para pedir retomada da economia

Paulo Guedes fala em risco de desabastecimento

Publicado em 07/05/2020 – 16:25 Por Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil – Brasília

O presidente Jair Bolsonaro e um grupo de ministros e empresários foram hoje (7) ao Supremo Tribunal Federal (STF) para falar com o presidente da Corte, ministro Dias Toffoli, sobre a economia do país e a importância de flexibilizar a abertura do comércio, em meio às restrições das atividades e ao isolamento social causados pela pandemia do novo coronavírus.

De acordo com o presidente executivo do Instituto Aço Brasil e coordenador da Coalizão Indústria, Marco Polo de Mello Lopes, os industriais estão enfrentando uma crise profunda de demanda ocasionada pelo fechamento do comércio. “Se pudesse resumir e fazer uma caracterização, a indústria está na UTI e, para sair, precisa que ocorram as flexibilizações, de maneira que roda volte a rodar”, disse, após o encontro com Toffoli.

Segundo Lopes, no mês de abril, houve queda de 50% nas vendas, em relação a março, e a indústria, de maneira geral, está operando com 60% de ociosidade. Ele explicou ainda que aqueles que estão operando seguem todos os protocolos de segurança e que isso pode ser estendido a outras atividades para que haja essa flexibilização.

Autoridades de saúde orientam a população e os governos a adotarem as medidas de isolamento e distanciamento social como forma de prevenção à disseminação do novo coronavírus. Como ainda não há vacina nem remédios comprovado cientificamente contra a covid-19, a orientação visa frear a transmissão do vírus para evitar que os sistemas de saúde fiquem sobrecarregados e consigam atender todos as pessoas que venham a ficar doentes. 

Colapso

De acordo com o ministro da Economia, Paulo Guedes, apesar dos programas do governo de crédito e auxílio, para proteção da renda das pessoas por três meses, talvez a indústria não consiga se manter com essa ociosidade e baixa demanda e a economia entre em colapso antes. “O alerta é importante. Embora haja proteção, o povo tenha o dinheiro na mão, daqui a 30 dias pode ser que comece a faltar nas prateleiras e desorganizar a produção brasileira e entrar em sistema de, não só de colapso economia, de desorganização social”, disse.

Marco Polo e industriais de vários setores se reuniram com Bolsonaro no Palácio do Planalto e foram caminhando até o prédio do STF, do outro lado da Praça dos Três Poderes. Além de Paulo Guedes, os ministros da Defesa, Fernando Azevedo, da Casa Civil, Walter Braga Netto, e da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, acompanharam o grupo.

Reunião com Braga Netto, Ministro-Chefe da Casa Civil da Presidência da República; Paulo Guedes, Ministro de Estado da Economia; Dias Toffoli, Presidente do Supremo Tribunal Federal; e grupo de empresários.
Presidente Jair Bolsonaro, ministros e grupo de empresários caminham até o STF – MARCOS CORREA/Presidência da República

Para o presidente Bolsonaro, não há mais espaço para postergar e é preciso fazer uma abertura gradual e responsável das atividades. “A nossa união [entre os Três Poderes], a coragem que nós temos para enfrentar esse problema, é que pode evitar que o país mergulhe numa crise econômica de que dificilmente poderá sair”, disse, argumentando que as decisões, bem-intencionadas e calcadas na lei, devem ser tomadas mesmo que haja críticas.

STF

Para o presidente do STF, o que os empresários trazem é a necessidade de um planejamento organizado de retomada e crescimento da economia, que, segundo ele, deve ser coordenado pelo Executivo e dialogado com governadores e prefeitos, com o empresariado e os trabalhadores.

“As pessoas estão saindo às ruas porque já está se chegando a situação que as pessoas querem sair, mas tem que ter essa saída de maneira coordenada. E é fundamental uma coordenação com estados e municípios. Nós temos uma Constituição que garante competências específicas para os entes da federação e foi isso que o Supremo tem decidido”, disse Toffoli.

Em meados do mês passado, o STF decidiu que estados e municípios podem tomar as medidas que acharem necessárias para combater o novo coronavírus, como isolamento social, fechamento do comércio e outras restrições. Ontem (6), o plenário da Corte também decidiu que os governos locais também não precisam do aval do governo federal para estabelecer medidas restritivas de locomoção intermunicipal e interestadual durante o período da pandemia do novo coronavírus.

As decisões dizem respeito a julgamento de ações que questionam um decreto e a Medida Provisória (MP) 926/2020, editados pelo presidente e em tramitação no Congresso, que garantem ao governo federal a competência sobre serviços essenciais, entre os quais a circulação interestadual e intermunicipal.

Bolsonaro disse hoje que vai incluir mais categorias no decreto que trata dos serviços essenciais, como a construção civil. “Para que cada vez mais rápido nós possamos voltar a atividade normal, caso contrário, depois da UTI é o cemitério e não queremos isso para o nosso Brasil”, disse.

Já estão incluídos, entre outros, os setores de assistência à saúde, telecomunicações, call centers, serviços funerários, serviços postais, lotéricas, imprensa e locação de veículos.

Matéria ampliada às 16h56.

Edição: Aline Leal

Brasil trabalha para cumprir requisitos de entrada na OCDE, diz Bolsonaro

EUA manifestam apoio à entrada do Brasil na organização

O presidente Jair Bolsonaro disse hoje (15) que o Brasil está bastante adiantado para cumprir os requisitos de entrada na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). O governo dos Estados Unidos (EUA) informou ontem (14) que pretende indicar o Brasil como o próximo país a ingressar como membro pleno da OCDE, grupo que reúne 36 países, a maioria da Europa e América do Norte.

“A notícia foi muito bem-vinda. Vinha trabalhando há meses em cima disso, de forma reservada obviamente. Houve o anúncio [dos EUA], são mais de 100 requisitos para ser aceito, estamos bastante adiantados, inclusive na frente da Argentina. E as vantagens do Brasil são muitas, equivalem ao nosso país entrar na primeira divisão”, disse Bolsonaro ao deixar o Palácio da Alvorada na manhã desta quarta-feira.

Para o presidente brasileiro, além de contar com o apoio dos Estados Unidos, o Brasil também vem vencendo as resistências de outros países e mostrando que é um país viável.

Em nota, a embaixada dos Estados Unidos em Brasília afirma que a decisão de priorizar a candidatura do Brasil agora, como próximo país a iniciar o processo, é uma evolução natural do compromisso, como reafirmado pelo secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, e pelo presidente Donald Trump, em outubro de 2019. Naquela ocasião, entretanto, o secretário de Estado enviou um documento ao secretário-geral da OCDE, Angel Gurria, manifestando apoio à entrada da Argentina e da Romênia na organização.

“O governo brasileiro está trabalhando para alinhar suas políticas econômicas com as normas da OCDE, priorizando a adesão à organização para reforçar as reformas econômicas”, diz a nota. “A OCDE é uma organização baseada em consenso, e qualquer decisão de convidar países para iniciar o processo de adesão precisará ser tomada por todos os 36 países-membros”, acrescenta.

A OCDE reúne os países mais industrializados do mundo e estabelece parâmetros conjuntos de regras econômicas e legislativas para os seus membros. (ABr)

Estados Unidos decidem priorizar o ingresso do Brasil na OCDE

Decisão do presidente Donald Trump foi anunciada pela embaixada dos Estados Unidos

Após comunicar ao presidente Jair Bolsonaro, o governo dos Estados Unidos, por meio de sua embaixada em Brasília, divulgou uma nota confirmando a decisão do presidente Donald Trump de apoiar a entrada do Brasil na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

A OCDE é o grupo de países mais desenvolvidos do mundo, favorecendo o Brasil no contexto do comércio mundial.

“Os Estados Unidos querem que o Brasil seja o próximo país a iniciar o processo de acessão à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE)”, afirmou a embaixada.

Nossa decisão de priorizar a candidatura do Brasil, agora, como próximo país a iniciar o processo é uma evolução natural do nosso compromisso, como reafirmado pelo secretário de Estado [Mike Pompeo] e pelo presidente Trump em outubro de 2019”, disse ele.

Com isso, o Brasil passa a ser a prioridade do governo norte-americano para aderir à OCDE e não a Argentina ou a Romênia, conforme Pompeo divulgara antes.

O chanceler comemorou a boa nova no Twitter.

COMERCIANTES DO CENTRO DE ILHÉUS APREENSIVOS COM AS MUDANÇAS DO TRANSITO

Precisamente das ruas Tiradentes e Bento Berilo.

Inúmeros estabelecimentos comerciais estão apreensivos quanto aos efeitos que as mudanças irão fazer no dia a dia dos seus estabelecimentos.

Curiosidade acerca do posicionamento das entidades da classe patronal, a saber, ACI, CDL, e Sincomércio.

Rua Bento Berilo

‘O Brasil mudou’, proclama Bolsonaro diante dos presidentes do Brics

Processo de mudanças destravou reformas estruturais paradas há décadas, diz o presidente

As reformas em curso tornarão o ambiente de negócios no Brasil mais atrativo, disse hoje (13) o presidente Jair Bolsonaro. Ele discursou na cerimônia de encerramento do Fórum Empresarial do Brics, grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, acompanhado dos demais chefes de Estado e de Governo do grupo. “O Brasil mudou”, disse Jair Bolsonaro durante seu discurso.

Segundo o presidente, o Brasil iniciou um processo de mudanças que destravou reformas estruturais paradas há décadas. “O Brasil ainda tem um caminho a percorrer. Novas reformas se apresentam para nós para que possamos ter a certeza de que ambiente de negócios no Brasil se torne cada vez mais atrativo. Brasil um dos poucos países com mercados das mais diversas oportunidades para oferecer a todos”, discursou Bolsonaro.

O presidente também citou a isenção de vistos para turistas e homens de negócios chineses e indianos como fator que vai reforçar os negócios entre os países do Brics. “Nossas medidas de aproximação se mostram realidade a partir do momento que temos aberto isenções de visto para homens que venham fazer turismo e negócios no Brasil”, declarou.

Desde junho, o governo brasileiro deixou de exigir vistos para turistas dos Estados Unidos, do Canadá, da Austrália e do Japão que venham ao Brasil. No fim do mês passado, em viagem à Ásia, Bolsonaro anunciou que pretende estender a isenção para a Índia e a China, com os indianos sendo os primeiros beneficiados.

Bolsonaro citou o potencial econômico do Brasil em diversos setores. “É de conhecimento do mundo todo o nosso potencial que vem do campo, bem como nossas riquezas minerais, um grande potencial turístico e um povo que cada vez mais se demonstra interessado em contribuir e cooperar com Brasil”, declarou.

Ao encerrar o discurso, o presidente disse que caberá às empresas brasileiras aprofundar a integração entre os países do Brics. “Os empresários hoje presentes alimentam esperança grande no novo governo. Queremos sim, ampliar e facilitar cada vez mais o ambiente de negócios. As oportunidades são muitas. O Brasil nunca esteve num patamar como o nosso momento”, concluiu.

Brasil negocia acordo de livre-comércio com a China, revela Paulo Guedes

Tratativas estão em curso e foram citadas por ocasião do encontro entre Bolsonaro e Jinping em Brasília

O Brasil busca negociar um acordo de livre-comércio também com a China, segundo revelou o ministro Paulo Guedes Economia) nesta quarta-feira (13), quando o presidente Jair Bolsonaro recebia o líder chinês Xi Jinping no Palácio do Itamaraty, em Brasília.

“Estamos conversando com a China sobre a possibilidade de considerarmos uma ‘free trade area’ [área de livre comércio]. Estamos buscando um alto nível de integração. É uma decisão. Queremos nos integrar às cadeias globais, perdemos tempo demais, temos pressa”, disse Guedes durante um seminário do banco dos Brics, em Brasília.

Segundo Guedes, no fim de julho, o Brasil iniciou oficialmente as negociações para o fechamento de um acordo comercial com os Estados Unidos, após o Mercosul ter fechado, semanas antes, um acordo de livre comércio com a União Europeia.

Bolsonaro recebeu Jinping no Palácio do Itamaraty, em Brasília. O líder chinês chegou às 11h10 ao prédio onde estão previstas a assinatura de atos e uma declaração conjunta à imprensa.

O encontro entre os dois chefes de Estado ocorre menos de um mês depois de o presidente Jair Bolsonaro visitar a China. Na ocasião, foram assinados acordos e memorandos de entendimento em política, ciência e tecnologia e educação, economia e comércio, energia e agricultura. Agora, os dois países querem aprofundar esse intercâmbio, a confiança política e ampliar a cooperação em diversas áreas.

À noite, de volta a Itamaraty, o governo brasileiro oferecerá um jantar em homenagem aos líderes do bloco, e amanhã (14), também no Ministério das Relações Exteriores, acontecem as sessões plenárias e o almoço de encerramento da cúpula.

Cúpula

Presidida pelo Brasil, a reunião do Brics tem como lema Crescimento Econômico para um Futuro Inovador. Segundo o Itamaraty, serão discutidos, prioritariamente, temas relacionados à ciência, tecnologia e inovação, economia digital, saúde e combate à corrupção e ao terrorismo. Esta é a segunda vez que Brasília sedia a conferência – a primeira vez foi em 2010. Em 2014, o Brasil também organizou a cúpula, que aconteceu em Fortaleza.

ILHÉUS, UMA CIDADE IMINENTEMENTE EMERGENCIAL.

Mais dois decretos de emergência editados nos últimos 15 dias.

O que pensam disso os comerciantes, a Câmara de Vereadores e a CDL?

 

Frente Parlamentar pretende fazer ponte entre o setor produtivo e os poderes Executivo e Legislativo para gerar empregos

Os 62 membros dos conselhos Parlamentar, Consultivo e Jurídico da Frente Parlamentar do Setor Produtivo: Agropecuária, Indústria, Comércio e Serviços tomaram posse na manhã desta segunda-feira (30) durante cerimônia ocorrida na Assembleia Legislativa da Bahia.

Autor da proposta e empossado como presidente da Frente Parlamentar, o deputado estadual Eduardo Salles deixou claro em seu discurso que o objetivo principal é retirar os entraves que atrapalham o crescimento dos setores da agropecuária, indústria, comércio e serviços para a criação de emprego na Bahia.

“Apoiar o setor produtivo é a receita correta para promover o crescimento e o desenvolvimento social. Não acredito em país forte sem um setor produtivo forte”, disse o parlamentar.

“Vamos estreitar a relação da Assembleia com quem gera emprego, importar experiências exitosas de outros estados, entender o que emperra o avanço das atividades produtivas e desestimula o empreendedorismo para termos uma legislação moderna, fazer uma ponte com os governos federal, estadual e municipais por meio de sugestões construídas neste Fórum, ser uma ponte entre os dois poderes e a iniciativa privada e subsidiar os deputados federais e senadores baianos para, caso seja necessário, propor modificações na legislação federal”, explica Eduardo Salles.

O vice-presidente é o deputado estadual Tiago Correia acredita que a instalação da Frente Parlamentar vai acontecer no momento correto. “Vivemos uma crise econômica que precisa de resposta e essa Casa não poderia ficar de fora do debate e da proposição de respostas à geração de empregos à população”, afirmou. Outros 28 deputados estaduais compõem o Conselho Parlamentar.

O vice-governador e secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, João Leão, garantiu que o governo estadual será parceiro da Frente Parlamentar. “Trabalharemos em conjunto para permitir que consigamos fortalecer a economia baiana e gerar milhares de emprego nos quatro cantos do Estado”.

Kelsor Fernandes, vice-presidente da FECOMÉRCIO, vai presidir o Conselho Consultivo, que conta ainda com a participação de presidentes da Associação Comercial da Bahia, CDL, FCDL, FIEB, FAEB, SEBRAE, ADEMI, Fórum do Turismo, ADEMI, ABQUIM, ASDAB, DESENBAHIA e os superintendentes regionais do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Banco do Nordeste do Brasil.

O Conselho Jurídico será composto por advogados de instituições que compõem o Conselho Consultivo.

ASCOM – Deputado Estadual Eduardo Salles

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Conselheiros da Frente Parlamentar do Setor Produtivo tomam posse segunda-feira na Assembleia Legislativa

DEPUTADO ESTADUAL EDUARDO SALLES

Os 62 membros que compõem os conselhos Parlamentar, Consultivo e Jurídico da Frente Parlamentar do Setor Produtivo: Agropecuária, Indústria, Comércio e Serviços tomam posse na segunda-feira (30), a partir das 9h, no plenário da Assembleia Legislativa da Bahia. 

Autor da proposta de criação da Frente Parlamentar, o deputado estadual Eduardo Salles acredita que será uma importante ferramenta para estreitar as relações entre o setor produtivo, responsável pela geração de emprego no Estado, e a Assembleia Legislativa da Bahia. 

“Vamos trabalhar em conjunto com os setores da agropecuária, indústria, comércio e serviços para estudar e propor modificações para modernizar nossa legislação, trazer à Bahia experiências exitosas de outros estados, municiar a bancada de deputados federais e senadores para, se necessário, modificar leis federais e trabalhar como interlocutor junto aos governos municipais, estadual e federal”, explica Eduardo Salles. 

“Nosso objetivo é criar um ambiente favorável à geração de emprego em todo o Estado. Acredito que a Assembleia Legislativa da Bahia, o setor produtivo e o governo estadual unidos podem realizar um trabalho fundamental à economia baiana”, acrescentou o deputado. 

Eduardo Salles será o presidente da Frente Parlamentar, com o deputado estadual Tiago Correia na vice-presidência. Outros 29 deputados comporão o Conselho Parlamentar. 

Kelsor Fernandes, vice-presidente da FECOMÉRCIO, vai presidir o Conselho Consultivo, que conta ainda com a participação de presidentes da Associação Comercial da Bahia, CDL, FCDL, FIEB, FAEB, SEBRAE, ADEMI, Fórum do Turismo, ADEMI, ABQUIM, ASDAB, DESENBAHIA e os superintendentes regionais do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Banco do Nordeste do Brasil. 

O Conselho Jurídico será composto por advogados de instituições que compõem o Conselho Consultivo.

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“Bolsonaro abandona postura de aversão à China e estreita relações com Pequim

Leonardo Desideri, especial para a Gazeta do Povo Brasília[26/08/2019] [16:08]

(Osaka – Japão, 28/06/2019) Presidente da República, Jair Bolsonaro, durante recepção ao Presidente da República Popular da China, senhor Xi Jinping.rFoto: Alan Santos / PR

Bolsonaro encontra presidente chinês Xi Jinping durante o encontro do G-20, em junho, no Japão: presidente brasileiro irá para a China em breve.| Foto: Alan Santos/PR
Os governos de Brasil e China celebraram em 15 de agosto os 45 anos do reatamento das relações diplomáticas entre os dois países, promovido pelo presidente Ernesto Geisel em 1974. Desde 2009, os chineses são os maiores importadores de produtos brasileiros no mundo, e as relações comerciais entre os dois só cresceram desde então.

Declarações do presidente Jair Bolsonaro em 2018 e sua afinidade com o presidente norte-americano Donald Trump sinalizavam que essa tendência poderia mudar. “A China não está comprando no Brasil, está comprando o Brasil”, disse Bolsonaro em diversas entrevistas, causando temor sobre o possível impacto de sua política externa no comércio Brasil-China.

Os primeiros oito meses de seu governo têm mostrado uma realidade completamente oposta à que se temia: Brasil e China estão estreitando relações diplomáticas e econômicas, num movimento que mostra como a interdependência comercial dos dois países põe qualquer rivalidade ideológica em segundo plano.

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“O fato de Bolsonaro ter adotado uma postura tão ‘antichina’ durante a campanha e não ter feito nada como presidente para se afastar dos chineses mostra a influência da China no Brasil. Elege-se um presidente que quer se afastar, mas os interesses econômicos são tão poderosos que nem assim há mudança”, afirma Oliver Stuenkel, professor de Relação Internacionais da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

O Itamaraty diz que as relações sino-brasileiras hoje são caracterizadas por “interesse recíproco no aprofundamento do diálogo”. Como exemplo desse interesse, o órgão cita “o intenso calendário de troca de visitas de alto nível”, destacando a ida do presidente Jair Bolsonaro à China prevista para este ano e a vinda do líder chinês Xi Jinping ao Brasil, programada para novembro, por ocasião da 11ª Cúpula do Brics (bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).

Em relação à parceria comercial, uma das evidências de que o Brasil tem estreitado seu vínculo com os chineses é o provável aumento na quantidade de frigoríficos que terão certificação para exportar para a China. “Isso é uma maneira de medir a relevância brasileira na China”, diz Stuenkel. Segundo a agência Reuters, a China estuda liberar a importação de carnes de 30 frigoríficos brasileiros, o que significaria um crescimento considerável na quantidade de carnes exportadas pelo Brasil aos chineses.

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De acordo com o Ministério da Economia, a carne é o quinto produto mais exportado para a China pelo Brasil, atrás apenas da soja, dos óleos brutos de petróleo, do minério de ferro e da celulose. Além de fortes parceiros comerciais, Brasil e China colaboram em projetos bilaterais em áreas como espaço, nanotecnologia e energias renováveis.

Para Stuenkel, a dependência do Brasil em relação à China é uma realidade consumada e que cresce a cada ano. “A questão com a China não é se o Brasil vai ou não ser dependente dela, mas como vai gerenciar essa dependência”, afirma. “Qualquer presidente que entra vivencia, independente do que quiser fazer, uma intensificação dessa relação.”

Dentro de alguns meses, um novo elemento poderá tornar o vínculo entre os dois países ainda mais forte: a tecnologia de redes 5G. É bastante provável que o Brasil adote o 5G desenvolvido pela empresa chinesa Huawei, o que, aliás, deverá contrariar os norte-americanos, que têm feito campanha contra a adoção da tecnologia da China pelos outros países.

Em visita ao Brasil, segundo o Valor Econômico, Wilbur Ross, secretário de comércio dos Estados Unidos, alertou autoridades do Brasil sobre os riscos do 5G chinês para a privacidade e a segurança nacional. Recentemente, Donald Trump proibiu empresas americanas de negociar com a Huawei, sob a alegação de que os chineses praticam espionagem.

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Stuenkel aposta que, em breve, o Brasil começará a fazer parte do “Belt and Road Initiative” ou “Um Cinturão, Uma Rota”, uma espécie de Plano Marshall global que o governo chinês está preparando para desenvolver economicamente diversos países. A iniciativa, segundo ele, deverá atingir toda a América Latina e promover uma transformação econômica da região, mas, em contrapartida, aumentar nossa dependência dos chineses. “É muito provável que o Brasil, contrariando os alertas dos Estados Unidos, acabe aceitando fazer parte disso”, afirma.

Nos próximos anos, segundo Stuenkel, o Brasil enfrentará impasses na política externa por conta do alinhamento ideológico com os norte-americanos e a parceria comercial com os chineses. “A tendência é a relação [com os EUA] se dificultar. Os Estados Unidos deverão pressionar o Brasil a tomar decisões, o que será muito custoso. Certamente, o desejo do presidente é se alinhar mais aos Estados Unidos, mas o Brasil é muito dependente da China. Isso não ocorre só no Brasil. Estamos entrando numa espécie de nova Guerra Fria, e o processo de navegar essa realidade vai ser muito complexo.””
Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/republica/bolsonaro-estreita-relacoes-com-china-pequim/
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É LOJA OU BANCO?

“É loja ou banco? Pernambucanas e outras redes entram com tudo nos serviços financeiros”

Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/economia/varejo-contas-digitais-loja-ou-banco/
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Fachada de uma das lojas Pernambucanas , na rua Dr Muricy ,420 .

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