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:: ‘Comércio’

Lojista poderá registrar recebíveis de cartão a partir desta segunda

Banco Central confirmou data após dois adiamentos

Publicado em 06/06/2021 – 08:36 Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Cartões de crédito

Depois de dois adiamentos, o Banco Central (BC) confirmou que, a partir desta segunda-feira (7), começará a funcionar o registro centralizado das receitas de lojistas com as vendas realizadas por cartão.

Segundo a instituição financeira, a medida deve beneficiar principalmente micro e pequenas empresas, que poderão ter acesso a créditos com juros mais baixos ao oferecerem parte do que têm a receber aos bancos.

Em nota, o BC informou que a medida aumentará a concorrência entre as instituições financeiras, permitindo a redução do spread bancário – diferença entre as taxas pagas pelas instituições para captarem recursos e as taxas cobradas dos clientes.

O comerciante poderá dividir as agendas de recebíveis, em lotes de dezenas ou centenas de transações, e negociar com várias instituições financeiras ao mesmo tempo, até conseguir o melhor empréstimo.

Os recebíveis valem tanto para as vendas com cartão de crédito e de débito. Como as empresas credenciadoras vão registrar essas transações, os comerciantes poderão conseguir empréstimos ao oferecer os recebíveis para cobrir eventuais inadimplências ou até revender as receitas que têm direito a receber nas vendas com maquininhas.

Atualmente, existem três empresas autorizadas a atuar como credenciadoras de recebíveis no país: CIP, Cerc e Tag. As companhias, no entanto, alegaram dificuldades na montagem dos sistemas e pediram ao Banco Central os adiamentos da entrada em vigor do registro.

Inicialmente prevista para 3 de novembro do ano passado, a data havia passado para 17 de fevereiro e foi novamente adiada para 7 de junho, data confirmada pelo BC.

Por causa do segundo adiamento, o BC multou uma das companhias em R$ 30 milhões e obrigou a empresa a assinar um termo de compromisso em que prometia resolver as dificuldades tecnológicas até o início de junho.

A autarquia estima que os recebíveis de cartões têm potencial para movimentar até R$ 1,8 trilhão por ano, dos quais R$ 1 trilhão correspondem às transações com cartões de crédito e R$ 800 bilhões ao fluxo com cartão de débito.

O novo sistema também deve aumentar a segurança para as instituições financeiras. Atualmente, um mesmo recebível pode ser dado como garantia para mais de um banco. Com o registro centralizado, isso não será mais possível.

Edição: Aécio Amado

Confiança dos empresários do comércio cai 1,5% em março

É a quarta queda do indicador, revela pesquisa da CNC

O Índice de Confiança dos Empresários do Comércio (Icec) recuou 1,5% na passagem de fevereiro para março deste ano, segundo dados divulgados hoje (22), no Rio de Janeiro, pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). É a quarta queda consecutiva do indicador, que atingiu 103,6 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos.

Na comparação com março de 2020, o recuo chegou a 19,3%, a 12ª queda consecutiva neste tipo de comparação.

“A implementação de medidas restritivas e indefinições sobre o novo auxílio emergencial respondem por essa desconfiança do setor. A dependência do varejo presencial ainda é grande, apesar dos avanços na digitalização. Esperamos que haja uma agilidade em relação à vacinação, que é o mais urgente no momento. Mas precisamos também de salvaguardas econômicas e sociais”, disse o presidente da CNC, José Roberto Tadros, em nota.

Situação da economia

Na comparação com fevereiro deste ano, a queda do indicador foi puxada principalmente pela confiança dos empresários no momento atual, que cedeu 4,1%. A avaliação sobre a situação atual da economia, por exemplo, caiu 4,8%.

A expectativa dos empresários em relação aos próximos meses teve retração de 0,4%. Já a intenção de investimentos perdeu 0,9% em relação a fevereiro. A intenção de investir na empresa recuou 2,3%.

Na comparação com março de 2020, também foi observada uma queda de confiança maior em relação ao momento atual (-32,3%) do que ao futuro (-13,5%). A intenção de investimentos caiu 14,4%. (ABr)

Semana do Consumidor começa oficialmente hoje em todo o país

Idec recomenda cuidado nas compras

Publicado em 15/03/2021 – 06:30 Por André Richter – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Comércio eletrônico, Cartão de Crédito

Nesta Semana do Consumidor, que começa nesta segunda-feira (15), as lojas virtuais estão com promoções de até 80% e parcelamentos em 12 vezes. Contudo, é preciso tomar cuidado para não cair em ofertas enganosas e ter prejuízo financeiro com a compra dos produtos. 

A Semana do Consumidor foi criada pelo comércio para tentar aumentar as vendas em função do Dia Internacional do Consumidor, que é comemorado hoje. No Brasil, apesar de diversas conquistas, como o Código de Defesa do Consumidor (CDC), que completou 30 anos no ano passado, muitos consumidores ainda precisam recorrer à Justiça para obter ressarcimento de compras malsucedidas. 

Em comemoração aos 30 anos do CDC, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) reuniu os principais pontos do código, que podem ser úteis para orientar o consumidor na hora da compra. 

Informações claras sobre a compra – A oferta e a apresentação dos produtos e serviços devem ter informações claras e precisas sobre preço, forma de pagamento, garantia e prazos de validade.

Publicidade enganosa é crime – Quem promover publicidade que sabe ser enganosa ou abusiva pode ser condenado a pena de três meses a um ano de detenção e multa.

Direito ao arrependimento – O consumidor pode desistir da compra dentro do prazo de sete dias após o recebimento do produto ou serviço, sempre que a compra ocorrer fora do estabelecimento (internet, telefone).

Atraso na entrega – Caso o produto não seja entregue, o comprar pode cobrar a entrega do item, aceitar outro produto equivalente ou rescindir o contrato e receber o dinheiro de volta. 

Prazo de reclamação – O CDC estabeleceu um prazo de vigência para reclamações de defeitos: 30 dias para fornecimento de serviços e produtos não duráveis e 90 dias para serviços e produtos duráveis. 

Troca de produtos – As empresas são responsáveis pela qualidade dos produtos. Se o problema não for resolvido em até 30 dias, o consumidor pode pedir a troca por outro produto da mesma espécie, restituição do valor pago ou abatimento proporcional do preço. 

Peças de reposição – Quando uma empresa deixa de produzir ou importar um produto, a oferta de peças de reposição deve ser mantida pelo prazo de vida útil do produto. 

Recall – As empresas são obrigadas a comunicar às autoridades e ao público sobre peças que apresentem perigo ao consumidor durante período de venda no mercado, além de providenciar o conserto gratuitamente. 

Edição: Graça Adjuto

EXLUSIVO: FUNDOS IMOBILIÁRIOS LIGADOS A SHOPPINGS PELO BRASIL PERDEM RECEITA COM PANDEMIA

https://bahiaeconomica.com.br/wp/2021/03/09/exlusivo-fundos-imobiliarios-lgados-a-shoppings-pelo-brasil-perdem-receita-com-pandemia/


admin  9 Março, 2021 
Por: João Paulo Almeida Fonte    Bahia Economica

Um levantamento exclusivo feito pelo portal Bahia Econômica apontou que vários fundos imobiliários ligados a shoppings pelo Brasil estão dando prejuízos aos seus investidores devido ao fechamento dos setores em vários lugares do Brasil. Ontem, dia 08 de março, o tradicional Fundo de shoppings VISC 11 anunciou em sua pagina oficial uma redução de aproximadamente 20% da sua receita o que significa que os dividendos pagos pelo papel podem sofrer drásticas quedas. O fundo está ligado na Bahia ao Shopping Paralela, que também está sendo afetado pela pandemia e teve suas ações suspensas devido ao aumento abrupto dos casos de coronavirus na Bahia.

Segundo o comunicado os imóveis que tiveram seus horários afetados foram : Iguatemi Fortaleza, que representa aproximadamente 11% da receita imobiliária esperada do Fundo: atividades não essenciais temporariamente suspensas desde o dia 05 de março de 2021 até 18 de março de 2021. e Minas Shopping, que representa aproximadamente 8% da receita imobiliária esperada do Fundo: atividades não essenciais temporariamente suspensas por tempo indeterminado a partir do dia 06 de março de 2021. Os demais shoppings do portfólio do Fundo seguem em funcionamento, atendendo às limitações estabelecidas pelas autoridades locais e seguindo as orientações dos órgãos competentes, que visam preservar a saúde e o bem-estar de todos os clientes, lojistas, colaboradores e parceiros.

Outros fundos que apresentaram baixa ontem foram o HMOC11 e o HSML11 ambos ligados a shoppings. Segundo o comunicado do HMOC11 a pandemia causa instabilidade nas operações como consequência da piora dos indicadores do Covid. Prevendo o início do ano mais desafiador, fizemos retenções de resultado nos últimos meses de 2020, no entanto as restrições foram além das nossas premissas e, portanto, decidimos aumentar momentaneamente a retenção de lucros no Fundo. Assim, terminamos o período com R$ 4.203.659 acumulados ou R$ 0,27 centavos a cota. Como antecipado e de certa forma uma regra de mercado, a inadimplência tende a aumentar nos primeiros meses do ano, potencializado em 2021 pela pandemia, quando há o vencimento do faturamento maior dos aluguéis relacionados ao mês de Dezembro. No entanto, esperamos a convergência durante o ano aos valores previstos em orçamento.

O setor do comércio na Bahia apresentou uma perda de R$ 7.359.812 bilhões de reais na comparação do ano de 2019 com o ano de 2020. Os dados foram apresentados durante a coletiva de imprensa, organizada pela Fecomércio-BA, para apresentar as perspectivas da economia do Brasil no ano de 2021. No ano o setor apresentou uma queda de 6,7% com 102,5 bilhões de faturamento. Em relação às vendas do natal o setor apresentou uma queda de 3,5% na comparação com o as vendas de natal de 2019. As expectativas para o setor eram de uma alta de mais de 2%, não cumprida devido à pandemia. Segundo a Fecomércio, o ano de 2020 foi o pior da série histórica que se iniciou em 2011. Uma queda real de 26% em relação ao melhor ano do setor que foi em 2014. O setor do comércio na Bahia já vem se deteriorando desde de 2015 e a pandemia só acelerou esse processo.

Foto: divulgação

 

“ FOMOS APUNHALADOS PELAS COSTAS ONTEM ”, AFIRMA PRESIDENTE DA CDL SOBRE PRORROGAÇÃO DE DECRETO DE RUI

Por: Redação O Tabuleiro
Dia 01/03/2021 10h32

“Como o comércio se planeja? Como o comerciário compra suas mercadorias? Não podemos pagar esse pato” , indignou-se Anselmo.

Quase um ano após a primeira medida restritiva de fechamento de estabelecimentos comerciais por conta da disseminação do novo coronavírus,   na noite do último domingo o governador Rui Costa pegou comerciantes de surpresa, e publicou decreto permitindo apenas os chamados serviços essenciais.“Ontem recebemos esse golpe”, lamentou o presidente da CDL ( Câmara de Dirigentes Lojistas ) de Ilhéus , Anselmo Clemente, durante entrevista ao programa O Tabuleiro, Ilhéus FM 105.9. na manhã desta segunda-feira. 

Acompanhado do gestor de negócios da entidade, Paulo Moreira, Clemente informou que nesta segunda-feira irá se reunir com os comerciantes locais para planejarem como irão se comportar diante desta situação. “Não podemos sair atirando. Fomos apunhalados pelas costas ontem.Como o comércio se planeja? Como o comerciário compra suas mercadorias? Não podemos pagar esse pato” , indignou-se Anselmo. 

Paulo citou os bancos que sempre tem pessoas aglomeradas e os cuidados de segurança sanitárias não são cumpridos.   “ O comércio está sendo punido !”, disse Paulo e apelou “ Comerciante, junte a nós “. Clique e ouça na íntegra a entrevista com os dirigentes da CDL. 

O LOCKDOWN E A FALÊNCIA DO COMÉRCIO DE ILHÉUS.

Isso não é de hoje. As imagens e os fatos falam por si só!

Lojas fechando as portas ou sem fregueses.

A população só tem recursos para compra de alimentação ou medicamentos, isso enquanto durar o Auxilio Emergencial do Governo Federal. 

O presidente da CDL de Itabuna, já botou a boca no trombone.

 

Shopping x loja de rua: em qual ponto apostar?

Shopping x loja de rua: em qual ponto apostar?


Custos de ocupação que batem em 20% do faturamento têm levado marcas a repensarem locais e modelos de loja, como o Rei do Mate (acima). Mas é preciso avaliar os prós e contras antes de trocar


  Por Karina Lignelli 07 de Maio de 2019 às 08:00  | Repórter lignelli@dcomercio.com.br


Até que ponto vale a pena fechar uma loja no shopping e ir para a rua? Não é de hoje que muitos lojistas, em especial os donos de lojas satélite (de 180 m2 de área de vendas, em média), estão insatisfeitos com os altos custos de manter uma operação num centro de compras. A recuperação do varejo em marcha lenta e o elevado nível de desemprego também não têm ajudado muito a reverter essa situação.

Em números atuais, somando apenas aluguel, condomínio e fundo de promoção, esse pequeno ou médio lojista destina, em média, de 15% a 20% do faturamento mensal para cobrir esses custos. É o que estima a GS&BGH Real Estate, braço da consultoria GS&MD especializada no mercado imobiliário de shoppings e varejo em geral.

LEIA MAIS:Os shopping centers podem virar centros de distribuição?

A questão tem se mostrado tão proibitiva que cerca de 70 marcas, a maioria de vestuário e calçados, criaram, em março passado, uma associação própria – a Ablos (Associação Brasileira de Lojas Satélites) – para negociar diretamente com os donos dos empreendimentos na tentativa de equilibrar essa equação.

Algumas até já consideram fechar lojas em shoppings e migrar para a rua para cortar custos, conforme reportagem recente publicada pelo jornal o Estado de São Paulo. Mesmo que isso implique num fluxo menor de pessoas.

E não é para menos: de acordo com a Ablos, enquanto as satélites desembolsam dois dígitos de seu faturamento para custear somente essas despesas de ocupação, as lojas-âncora, ou seja, grandes redes varejistas do tipo Renner e C&A, citando apenas as mais conhecidas, destinam apenas 3% a 5% das vendas para o mesmo fim.

Por essa lógica, por terem mais gastos com propaganda, estoque e funcionários – e o encargo de atrair o maior fluxo de pessoas -, convencionou-se, no passado, de forma não-oficial, que as grandes pagariam menos pelo custo de ocupação.

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Campos Neto diz que Pix reduzirá custos para as empresas

Novo sistema entrará em funcionamento em 16 de novembro deste ano

Publicado em 09/09/2020 – 14:36 Por Kelly Oliveira – Repórter da Agência Brasil – Brasília

O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, afirmou hoje (9) que o novo sistema de pagamentos instantâneos, o Pix, vai reduzir os custos para as empresas e proporcionará mais eficiência no fluxo de caixa. Campos Neto participou da abertura do seminário virtual Conexão Pix.

“É muito importante entender essa mudança que estamos passando e como isso tem sido intensificado pela crise, pela pandemia. A gente vê o número de pagamentos digitais crescendo. Há um movimento de inovação que se acelerou em várias áreas”, afirmou.

Segundo Campos Neto, o custo operacional para as empresas será reduzido e terão facilidade no recebimento de pagamentos e redução de gastos com transporte de dinheiro. “É um instrumento que faz com que a gestão de fluxo de caixa atinja um novo patamar de eficiência. Menos custos significa mais margem [de lucro] para quem está de um lado e menos preço para quem está no outro”, destacou.

O Pix entrará em funcionamento em 16 de novembro deste ano. As transações com a nova ferramenta, que funcionará 24 horas por dia, poderão ser feitas por meio de QR Code (versão avançada do código de barras lida pela câmera do celular) ou com base na chave cadastrada.

Edição: Valéria Aguiar

Frente Parlamentar do Setor Produtivo defende reabertura imediata de shopping centers

 

 

O presidente, o vice-presidente e o presidente do Conselho Consultivo da Frente Parlamentar do Setor Produtivo, Agropecuária, Indústria, Comércio e Serviços, os deputados estaduais Eduardo Salles e Tiago Correia e o vice-presidente da FECOMÉRCIO, Kelsor Fernandes, respectivamente, concordam com as entidades representativas de lojistas e shopping centers, que defende o índice de 80% de ocupação dos leitos de UTI para pacientes com COVID-19 para a reabertura imediata dos shopping centers na Bahia. O índice difere dos 75% anunciados nesta terça-feira (7) pelo prefeito de Salvador, ACM Neto, e o governador Rui Costa.

 

O índice de 80% foi o considerado para a reabertura de shopping centers em outros estados. A Frente Parlamentar acredita que os shopping centers têm capacidade de implantar uma série de medidas de segurança para clientes e trabalhadores, como controle de entrada, sinalizações, distanciamento e uso de máscaras e álcool em gel a 70% e o retorno às atividades pode significar a recuperação de até 39.000 postos de trabalho.

 

A Frente Parlamentar usa como exemplo a capital, que tem recebido pacientes do interior e de outros estados, o que aumenta o índice de ocupação de UTIs em Salvador.

 

“É o segmento que está mais preparado para a reabertura imediata. Defendo o retorno de outros setores à medida que apresentarem a garantia das regras estabelecidas pelas autoridades de saúde e punindo quem não cumprir o que está determinado”, diz Eduardo Salles.

 

“Os pacientes do interior terminam mascarando um pouco os verdadeiros números da capital. Reconheço todo o esforço feito pela Prefeitura e o governo estadual, mas acredito que os shopping centers podem ser reabertos imediatamente com todas as medidas de segurança necessárias e os índices atuais de ocupação das UTIs”, justifica o presidente da Frente Parlamentar.

 

Eduardo Salles participou nesta segunda-feira (6) da reunião virtual do Fórum Empresarial da Bahia, presidido por Cláudio Cunha, e tratou da flexibilização e da reabertura da economia baiana com medidas que ofereçam segurança a consumidores e trabalhadores de diversos setores.

 

O deputado defendeu na reunião a utilização do Sistema S para capacitação dos trabalhadores aos protocolos estabelecidos pelas autoridades de saúde com o intuito de diminuir os riscos de contaminação pelo novo coronavírus.

 

“Eu, por exemplo, já fiz a solicitação da capacitação de guias, monitores e condutores turísticos ao secretário estadual de Turismo, Fausto Franco, e de donos e trabalhadores de bares, restaurantes e pousadas para o presidente da FECOMÉRCIO, Carlos Andrade. Esses setores são vitais à economia de municípios baianos”, lembrou o parlamentar.

 

Eduardo Salles sugeriu ainda uma reunião virtual com a participação do vice-governador e secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, João Leão, o secretário estadual de Planejamento, Walter Pinheiro, e o secretário de Planejamento da Prefeitura de Salvador, Luiz Carreira, para que eles participem do debate e sejam elos para a sensibilização do governador Rui Costa e o prefeito da capital, ACM Neto, sobre a importância de estabelecer regras mais flexíveis no protocolo de reabertura da economia no Estado.

 

Uma carta com essas proposições foi assinada por Eduardo Salles, o deputado estadual Tiago Correia e o vice-presidente da FECOMÉRCIO, Kelsor Fernandes, vice-presidente e presidente do Conselho Consultivo da Frente Parlamentar do Setor Produtivo, respectivamente, Edson Piaggio, coordenador na Bahia da ABRASCE (Associação Brasileira de Shopping Centers), Luís Henrique Santos, presidente CDL de Feira de Santana, Antônio Helder Pereira, presidente da CDL de Juazeiro, Alberto Rocha Nunes, presidente CDL Salvador, Clóves Cedraz, presidente da FACEB (Federação das Associações Comerciais e Empresarias da Bahia), Antoine Tawil, da FCDL (Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas), e Carlos Andrade, presidente da FECOMÉRCIO, e encaminhada a João Leão.

ASCOM – Deputado Estadual Eduardo Salles

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Bolsonaro vai com empresários ao STF para pedir retomada da economia

Paulo Guedes fala em risco de desabastecimento

Publicado em 07/05/2020 – 16:25 Por Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil – Brasília

O presidente Jair Bolsonaro e um grupo de ministros e empresários foram hoje (7) ao Supremo Tribunal Federal (STF) para falar com o presidente da Corte, ministro Dias Toffoli, sobre a economia do país e a importância de flexibilizar a abertura do comércio, em meio às restrições das atividades e ao isolamento social causados pela pandemia do novo coronavírus.

De acordo com o presidente executivo do Instituto Aço Brasil e coordenador da Coalizão Indústria, Marco Polo de Mello Lopes, os industriais estão enfrentando uma crise profunda de demanda ocasionada pelo fechamento do comércio. “Se pudesse resumir e fazer uma caracterização, a indústria está na UTI e, para sair, precisa que ocorram as flexibilizações, de maneira que roda volte a rodar”, disse, após o encontro com Toffoli.

Segundo Lopes, no mês de abril, houve queda de 50% nas vendas, em relação a março, e a indústria, de maneira geral, está operando com 60% de ociosidade. Ele explicou ainda que aqueles que estão operando seguem todos os protocolos de segurança e que isso pode ser estendido a outras atividades para que haja essa flexibilização.

Autoridades de saúde orientam a população e os governos a adotarem as medidas de isolamento e distanciamento social como forma de prevenção à disseminação do novo coronavírus. Como ainda não há vacina nem remédios comprovado cientificamente contra a covid-19, a orientação visa frear a transmissão do vírus para evitar que os sistemas de saúde fiquem sobrecarregados e consigam atender todos as pessoas que venham a ficar doentes. 

Colapso

De acordo com o ministro da Economia, Paulo Guedes, apesar dos programas do governo de crédito e auxílio, para proteção da renda das pessoas por três meses, talvez a indústria não consiga se manter com essa ociosidade e baixa demanda e a economia entre em colapso antes. “O alerta é importante. Embora haja proteção, o povo tenha o dinheiro na mão, daqui a 30 dias pode ser que comece a faltar nas prateleiras e desorganizar a produção brasileira e entrar em sistema de, não só de colapso economia, de desorganização social”, disse.

Marco Polo e industriais de vários setores se reuniram com Bolsonaro no Palácio do Planalto e foram caminhando até o prédio do STF, do outro lado da Praça dos Três Poderes. Além de Paulo Guedes, os ministros da Defesa, Fernando Azevedo, da Casa Civil, Walter Braga Netto, e da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, acompanharam o grupo.

Reunião com Braga Netto, Ministro-Chefe da Casa Civil da Presidência da República; Paulo Guedes, Ministro de Estado da Economia; Dias Toffoli, Presidente do Supremo Tribunal Federal; e grupo de empresários.
Presidente Jair Bolsonaro, ministros e grupo de empresários caminham até o STF – MARCOS CORREA/Presidência da República

Para o presidente Bolsonaro, não há mais espaço para postergar e é preciso fazer uma abertura gradual e responsável das atividades. “A nossa união [entre os Três Poderes], a coragem que nós temos para enfrentar esse problema, é que pode evitar que o país mergulhe numa crise econômica de que dificilmente poderá sair”, disse, argumentando que as decisões, bem-intencionadas e calcadas na lei, devem ser tomadas mesmo que haja críticas.

STF

Para o presidente do STF, o que os empresários trazem é a necessidade de um planejamento organizado de retomada e crescimento da economia, que, segundo ele, deve ser coordenado pelo Executivo e dialogado com governadores e prefeitos, com o empresariado e os trabalhadores.

“As pessoas estão saindo às ruas porque já está se chegando a situação que as pessoas querem sair, mas tem que ter essa saída de maneira coordenada. E é fundamental uma coordenação com estados e municípios. Nós temos uma Constituição que garante competências específicas para os entes da federação e foi isso que o Supremo tem decidido”, disse Toffoli.

Em meados do mês passado, o STF decidiu que estados e municípios podem tomar as medidas que acharem necessárias para combater o novo coronavírus, como isolamento social, fechamento do comércio e outras restrições. Ontem (6), o plenário da Corte também decidiu que os governos locais também não precisam do aval do governo federal para estabelecer medidas restritivas de locomoção intermunicipal e interestadual durante o período da pandemia do novo coronavírus.

As decisões dizem respeito a julgamento de ações que questionam um decreto e a Medida Provisória (MP) 926/2020, editados pelo presidente e em tramitação no Congresso, que garantem ao governo federal a competência sobre serviços essenciais, entre os quais a circulação interestadual e intermunicipal.

Bolsonaro disse hoje que vai incluir mais categorias no decreto que trata dos serviços essenciais, como a construção civil. “Para que cada vez mais rápido nós possamos voltar a atividade normal, caso contrário, depois da UTI é o cemitério e não queremos isso para o nosso Brasil”, disse.

Já estão incluídos, entre outros, os setores de assistência à saúde, telecomunicações, call centers, serviços funerários, serviços postais, lotéricas, imprensa e locação de veículos.

Matéria ampliada às 16h56.

Edição: Aline Leal

Brasil trabalha para cumprir requisitos de entrada na OCDE, diz Bolsonaro

EUA manifestam apoio à entrada do Brasil na organização

O presidente Jair Bolsonaro disse hoje (15) que o Brasil está bastante adiantado para cumprir os requisitos de entrada na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). O governo dos Estados Unidos (EUA) informou ontem (14) que pretende indicar o Brasil como o próximo país a ingressar como membro pleno da OCDE, grupo que reúne 36 países, a maioria da Europa e América do Norte.

“A notícia foi muito bem-vinda. Vinha trabalhando há meses em cima disso, de forma reservada obviamente. Houve o anúncio [dos EUA], são mais de 100 requisitos para ser aceito, estamos bastante adiantados, inclusive na frente da Argentina. E as vantagens do Brasil são muitas, equivalem ao nosso país entrar na primeira divisão”, disse Bolsonaro ao deixar o Palácio da Alvorada na manhã desta quarta-feira.

Para o presidente brasileiro, além de contar com o apoio dos Estados Unidos, o Brasil também vem vencendo as resistências de outros países e mostrando que é um país viável.

Em nota, a embaixada dos Estados Unidos em Brasília afirma que a decisão de priorizar a candidatura do Brasil agora, como próximo país a iniciar o processo, é uma evolução natural do compromisso, como reafirmado pelo secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, e pelo presidente Donald Trump, em outubro de 2019. Naquela ocasião, entretanto, o secretário de Estado enviou um documento ao secretário-geral da OCDE, Angel Gurria, manifestando apoio à entrada da Argentina e da Romênia na organização.

“O governo brasileiro está trabalhando para alinhar suas políticas econômicas com as normas da OCDE, priorizando a adesão à organização para reforçar as reformas econômicas”, diz a nota. “A OCDE é uma organização baseada em consenso, e qualquer decisão de convidar países para iniciar o processo de adesão precisará ser tomada por todos os 36 países-membros”, acrescenta.

A OCDE reúne os países mais industrializados do mundo e estabelece parâmetros conjuntos de regras econômicas e legislativas para os seus membros. (ABr)

Estados Unidos decidem priorizar o ingresso do Brasil na OCDE

Decisão do presidente Donald Trump foi anunciada pela embaixada dos Estados Unidos

Após comunicar ao presidente Jair Bolsonaro, o governo dos Estados Unidos, por meio de sua embaixada em Brasília, divulgou uma nota confirmando a decisão do presidente Donald Trump de apoiar a entrada do Brasil na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

A OCDE é o grupo de países mais desenvolvidos do mundo, favorecendo o Brasil no contexto do comércio mundial.

“Os Estados Unidos querem que o Brasil seja o próximo país a iniciar o processo de acessão à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE)”, afirmou a embaixada.

Nossa decisão de priorizar a candidatura do Brasil, agora, como próximo país a iniciar o processo é uma evolução natural do nosso compromisso, como reafirmado pelo secretário de Estado [Mike Pompeo] e pelo presidente Trump em outubro de 2019”, disse ele.

Com isso, o Brasil passa a ser a prioridade do governo norte-americano para aderir à OCDE e não a Argentina ou a Romênia, conforme Pompeo divulgara antes.

O chanceler comemorou a boa nova no Twitter.

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