WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia

:: ‘Comércio’

Empresas não alimentícias também buscam espaço no mercado árabe

Executivos dizem que entrar no mercado árabe pode ser difícil

Publicado em 06/10/2021 – 12:18 Por Vitor Abdala – Enviado especial a Dubai (Emirados Árabes) * – Dubai

Estandes de empresas brasileiras na Beauty World Middle East, maior feira de produtos cosméticos do oriente médio.

Os alimentos são o principal item da pauta exportadora brasileira para os países árabes, mas há espaço também para outros produtos nesse mercado consumidor. De ferramentas a produtos de beleza, empresas do Brasil buscam vender suas mercadorias para o Oriente Médio e nações próximas, usando como base os Emirados Árabes Unidos.

Uma delas é a Tramontina, empresa de utensílios e ferramentas gaúcha com escritórios em mais de 15 países. A empresa, que vende seus produtos no país desde a década de 1990, montou um centro de distribuição próprio nos Emirados Árabes em 2013 e acabou de inaugurar uma nova instalação, no complexo industrial de Dubai.

O mercado do Oriente Médio, que também inclui o subcontinente indiano, responde por 7% a 10% das exportações da empresa. Aproximadamente 1,2 mil produtos são vendidos pela empresa gaúcha no mercado árabe e sul asiático, entre eles talheres, panelas, ferramentas de construção e móveis.

Alguns produtos fazem sucesso, como a faca de cortar tomates, que é curva como uma cimitarra árabe; um martelo que tem mais de 100 mil unidades vendidas por ano apenas para uma rede atacadista da Arábia Saudita; e uma pá que tem vendas anuais de 350 mil unidades para esse mesmo revendedor.

Segundo um dos executivos da empresa, baseado em Dubai, entrar no mercado árabe com um produto que não seja alimento ou alguma commodity (bem primário com cotação internacional) pode ser difícil. “O Brasil não é conhecido aqui pelo desenvolvimento tecnológico. Quando você vem com um produto manufaturado, em vez de uma commodity, é diferente. Então, uma coisa que nos ajuda muito a concretizar relacionamentos com esses grupos [árabes] é levar um pessoal para o Brasil, para conhecer as fábricas”, explica Paulo Feyh.

Eduardo Cansan, outro executivo da empresa, diz que é preciso que o Brasil trabalhe melhor sua imagem no exterior, para facilitar a negociação de seus produtos em países estrangeiros. “O Brasil não consegue mostrar quem realmente é. Nós [da Tramontina] sofremos também. Somos bem vistos, mas é sempre um produto brasileiro. O europeu chega aqui e tem mais facilidade, só porque tem um Made in Germany [feito na Alemanha] ou Made in Italy. A imagem do Brasil tem que ser mais bem trabalhada”, defende.

A Weg, especializada na fabricação de motores e outros tipos de máquinas, investiu na instalação de um escritório comercial também em Dubai. No segmento de cosméticos e perfumaria, a Boticário buscou uma estratégia de varejo próprio e hoje conta com quatro lojas no país árabe, além de vendas online.

Há ainda empresas que não fincaram o pé nos Emirados, mas já vendem seus produtos para importantes distribuidores do país, como a Brazilian Secrets Hair, a Sweet Hair e a Embelleze.

De olho no mercado árabe, cerca de 30 empresas brasileiras de produtos de beleza e cosméticos participam do Beautyworld Middleast, principal feira do segmento no Oriente Médio que foi aberta ontem (5) e se encerra amanhã (7).

“O Brasil é reconhecido principalmente por seus produtos capilares. Mas temos empresas de diversas categorias que buscam o mercado não só dos Emirados Árabes. Muitos vêm aqui buscar os distribuidores que atendem a toda a região. Todos eles vão procurar os grandes distribuidores, porque são eles que vão fazer com que os produtos cheguem nos pontos de venda”, diz a gerente de Negócios Internacionais da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec), Gueisa Silverio“Mas esse é um mercado bem exigente e cada um dos países se comporta de uma determinada maneira”.

* O repórter Vitor Abdala e o fotógrafo Marcelo Camargo viajaram a convite da Apex-Brasil.

Edição: Fernando Fraga

Empresas têm novas regras para indicar redução no volume dos produtos

Medida vale para mercadorias como refrigerantes e produtos de limpeza

Publicado em 30/09/2021 – 17:01 Por Agência Brasil – Brasília

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

O Ministério da Justiça e Segurança Pública estabeleceu novas regras para que as empresas informem aos consumidores, de forma clara e transparente, eventuais reduções da quantidade de produtos embalados.

Portaria 392 foi publicada no Diário Oficial da União de hoje (30) e amplia de três para seis meses o tempo mínimo durante o qual os fabricantes devem, obrigatoriamente, informar qualquer mudança quantitativa nos produtos que comercializam, independentemente da alteração afetar o preço.

De acordo com o texto, eventuais mudanças deverão estar sinalizadas na parte da frente da embalagem, com letras legíveis e grandes, em negrito e em cor contrastante com o fundo do rótulo.

A medida se aplica a itens como, por exemplo, biscoitos, refrigerantes, produtos de higiene pessoal e limpeza, dentre outros adquiridos em estabelecimentos físicos. Além disso, os efeitos da portaria se aplicam também a produtos comercializados por meios eletrônicos.

Em nota, o ministério informou que o objetivo da mudança é minimizar o risco de o produto ser ofertado ao consumidor, simultaneamente, em duas versões, uma delas sem a devida declaração de alteração. De acordo com a pasta, com o passar dos anos e com a vulnerabilidade informacional, os consumidores se habituam com os padrões de quantidades e as alterações podem ser imperceptíveis, induzindo ao erro na decisão de compra.

Os fornecedores terão 180 dias para se adequarem às novas regras. Os que descumprirem as determinações estarão sujeitos a sanções como multas, apreensão dos produtos, proibição de fabricação, cassação de licença do estabelecimento ou de atividade, dentre outras.

Edição: Aline Leal

Comércio cresce 1,2% em julho e atinge patamar recorde, diz IBGE

Trata-se da quarta alta consecutiva do indicador

Publicado em 10/09/2021 – 09:39 Por Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Tânia Rêgo/Agência Brasil

O volume de vendas do comércio varejista brasileiro cresceu 1,2% em julho deste ano, na comparação com o mês anterior. Essa foi a quarta alta consecutiva do indicador, que atingiu patamar recorde da série histórica da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), iniciada em 2000.

O comércio também teve altas de 5,7% na comparação com julho de 2020; de 1,1% na média móvel trimestral; de 6,6% no acumulado do ano e de 5,9% no acumulado de 12 meses. Os dados foram divulgados hoje (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A receita nominal também apresentou altas: de 2,2% na comparação com junho deste ano; de 1,5% na média móvel trimestral; de 19,7% em relação a julho de 2020; de 18,6% no acumulado do ano e de 15,7% no acumulado de 12 meses.

Setores

A alta de 1,2% no volume de vendas foi puxada por cinco das oito atividades pesquisadas: Outros artigos de uso pessoal e doméstico (19,1%); Tecidos, vestuário e calçados (2,8%); Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (0,6%); Supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,2%) e Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,1%).

Por outro lado, três segmentos tiveram recuo no volume de vendas de junho para julho: Livros, jornais, revistas e papelaria (-5,2%); Móveis e eletrodomésticos (-1,4%) e Combustíveis e lubrificantes (-0,3%).

Varejo ampliado

No varejo ampliado, que também inclui materiais de construção e veículos, a alta de junho para julho foi de 1,1% no volume de vendas. O setor de Veículos, motos, partes e peças subiu 0,2% entre junho e julho, enquanto Material de construção recuou 2,3%.

O varejo ampliado teve altas de 0,7% na média móvel trimestral; de 7,1% na comparação com julho de 2020; de 11,4% no acumulado do ano e de 8,4% no acumulado de 12 meses.

Edição: Denise Griesinger

Pequenos negócios lideram geração de empregos em julho

Setor de serviços foi o que teve maior expansão entre micro e pequenas

Publicado em 06/09/2021 – 13:04 Por Pedro Rafael Vilela – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Comércio na SAARA (Sociedade de Amigos das Adjacências da Rua da Alfândega), centro da cidade. Comércio não essencial está autorizado a reabrir a partir de hoje (9) na cidade do Rio de Janeiro depois de duas semanas fechados devido à pandemia de Covid-19.

Do saldo total de 316.580 novas contratações feitas em julho, pouco mais de 72%, o que dá 229.368 empregos formais, foram gerados por micro e pequenas empresas. Os dados são do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), com base nas estatísticas do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), atualizadas mensalmente pelo Ministério do Trabalho e Previdência.

Entre as médias e grandes empresas, o saldo de empregos gerados em julho foi de 73.694 vagas, o que representa 23,3% do total. No mesmo período, a administração pública realizou 712 contratações (0,22%).

O Sebrae considera como microempresa aquela que tem até 9 empregados, no caso dos setores agropecuário, de comércio e serviços. Na indústria, as micro empresas são aquelas com até 19 empregados. Já as pequenas empresas são aquelas que possuem entre 20 e 99 empregados, no caso setor industrial; ou de 10 a 49 empregados, no caso dos setores de agropecuária, comércio e serviços.    

No acumulado de 2021, os dados do novo Caged mostram que já foram criados no Brasil mais de 1,8 milhão de postos de trabalhos formais. As micro e pequenas empresas foram responsáveis por 1,3 milhão (70%) dessas vagas, enquanto as médias e grandes empresas geraram por pouco mais de 413 mil (22%). Para se ter uma ideia, em 2020, o saldo formal na geração de empregos foi negativo para os pequenos negócios, com o fechamento de 679 mil vagas. 

Serviços se recuperam

O setor de serviços, que foi um dos mais atingidos pela pandemia de covid-19, tem mostrado sinais de recuperação e foi o segmento que mais realizou novas contratações em julho.

De acordo com levantamento feito pelo Sebrae, das mais de 229 mil novas vagas criadas pelas micro e pequenas empresas nesse período, 94,2 mil foram do setor de serviços, o que corresponde a 42% dos novos postos de trabalho criados pelos pequenos negócios.

Para o Sebrae, o resultado confirma uma tendência que já havia sido verificada na última Sondagem das Micro e Pequenas Empresas, realizada mensalmente pela entidade em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Entre os fatores que impulsionam o setor, estão o aumento da vacinação e a redução dos casos  de covid-19.

Além do segmento de serviços, todos os outros setores da economia entre micro e pequenas empresas apresentaram resultados positivos na criação de emprego. O comércio foi responsável por 65,8 mil novos postos de trabalho, seguido pela indústria da transformação (36,5 mil), construção civil (26,2 mil) e agropecuária (4 mil). 

Edição: Lílian Beraldo

Pequenos negócios respondem por 72% dos empregos gerados no país

Em 12 meses, foram mais de duas mil vagas, diz o Sebrae

Publicado em 03/08/2021 – 06:11 Por Agência Brasil – Brasília

Comércio na SAARA (Sociedade de Amigos das Adjacências da Rua da Alfândega), centro da cidade. Comércio não essencial está autorizado a reabrir a partir de hoje (9) na cidade do Rio de Janeiro depois de duas semanas fechados devido à pandemia de Covid-19.

Os pequenos negócios apresentaram um saldo positivo de 2.094.812 empregos com carteira assinada, o que significa 71,8% das vagas criadas no país. Número quase três vezes superior ao das médias e grandes que contrataram, entre julho de 2020 e julho de 2021, 717.029 trabalhadores, segundo levantamento do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia.

Apenas em junho de 2021, as micro e pequenas empresas (MPE) apresentaram 871.197 admissões contra 654.801 desligamentos, resultando em um saldo positivo de 216.396 empregos gerados. 

Admissões

Esse montante equivale a 70% do total de empregos no território nacional. Já as médias e grandes empresas (MGE) fizeram 663.993 admissões contra 596.048 desligamentos, com saldo positivo de 67.945 empregos, o que equivale a 21,9% do total gerado no país.

Ainda de acordo com Sebrae, o segmento de serviços, um dos mais afetados pela pandemia de covid-19, foi o que mais gerou empregos. Em junho, essas empresas criaram 87,2 mil novas vagas, seguidas pelas do comércio com 63,2 mil, indústria da transformação com 30,9 mil, construção civil com 26,4 mil e agropecuária com 5,9 mil. Todos os setores das MPE apresentaram resultado positivo, diferentemente do que ocorreu nas MGE, que fecharam cerca de seis mil vagas na construção civil.

Edição: Kleber Sampaio

Lojista poderá registrar recebíveis de cartão a partir desta segunda

Banco Central confirmou data após dois adiamentos

Publicado em 06/06/2021 – 08:36 Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Cartões de crédito

Depois de dois adiamentos, o Banco Central (BC) confirmou que, a partir desta segunda-feira (7), começará a funcionar o registro centralizado das receitas de lojistas com as vendas realizadas por cartão.

Segundo a instituição financeira, a medida deve beneficiar principalmente micro e pequenas empresas, que poderão ter acesso a créditos com juros mais baixos ao oferecerem parte do que têm a receber aos bancos.

Em nota, o BC informou que a medida aumentará a concorrência entre as instituições financeiras, permitindo a redução do spread bancário – diferença entre as taxas pagas pelas instituições para captarem recursos e as taxas cobradas dos clientes.

O comerciante poderá dividir as agendas de recebíveis, em lotes de dezenas ou centenas de transações, e negociar com várias instituições financeiras ao mesmo tempo, até conseguir o melhor empréstimo.

Os recebíveis valem tanto para as vendas com cartão de crédito e de débito. Como as empresas credenciadoras vão registrar essas transações, os comerciantes poderão conseguir empréstimos ao oferecer os recebíveis para cobrir eventuais inadimplências ou até revender as receitas que têm direito a receber nas vendas com maquininhas.

Atualmente, existem três empresas autorizadas a atuar como credenciadoras de recebíveis no país: CIP, Cerc e Tag. As companhias, no entanto, alegaram dificuldades na montagem dos sistemas e pediram ao Banco Central os adiamentos da entrada em vigor do registro.

Inicialmente prevista para 3 de novembro do ano passado, a data havia passado para 17 de fevereiro e foi novamente adiada para 7 de junho, data confirmada pelo BC.

Por causa do segundo adiamento, o BC multou uma das companhias em R$ 30 milhões e obrigou a empresa a assinar um termo de compromisso em que prometia resolver as dificuldades tecnológicas até o início de junho.

A autarquia estima que os recebíveis de cartões têm potencial para movimentar até R$ 1,8 trilhão por ano, dos quais R$ 1 trilhão correspondem às transações com cartões de crédito e R$ 800 bilhões ao fluxo com cartão de débito.

O novo sistema também deve aumentar a segurança para as instituições financeiras. Atualmente, um mesmo recebível pode ser dado como garantia para mais de um banco. Com o registro centralizado, isso não será mais possível.

Edição: Aécio Amado

Confiança dos empresários do comércio cai 1,5% em março

É a quarta queda do indicador, revela pesquisa da CNC

O Índice de Confiança dos Empresários do Comércio (Icec) recuou 1,5% na passagem de fevereiro para março deste ano, segundo dados divulgados hoje (22), no Rio de Janeiro, pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). É a quarta queda consecutiva do indicador, que atingiu 103,6 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos.

Na comparação com março de 2020, o recuo chegou a 19,3%, a 12ª queda consecutiva neste tipo de comparação.

“A implementação de medidas restritivas e indefinições sobre o novo auxílio emergencial respondem por essa desconfiança do setor. A dependência do varejo presencial ainda é grande, apesar dos avanços na digitalização. Esperamos que haja uma agilidade em relação à vacinação, que é o mais urgente no momento. Mas precisamos também de salvaguardas econômicas e sociais”, disse o presidente da CNC, José Roberto Tadros, em nota.

Situação da economia

Na comparação com fevereiro deste ano, a queda do indicador foi puxada principalmente pela confiança dos empresários no momento atual, que cedeu 4,1%. A avaliação sobre a situação atual da economia, por exemplo, caiu 4,8%.

A expectativa dos empresários em relação aos próximos meses teve retração de 0,4%. Já a intenção de investimentos perdeu 0,9% em relação a fevereiro. A intenção de investir na empresa recuou 2,3%.

Na comparação com março de 2020, também foi observada uma queda de confiança maior em relação ao momento atual (-32,3%) do que ao futuro (-13,5%). A intenção de investimentos caiu 14,4%. (ABr)

Semana do Consumidor começa oficialmente hoje em todo o país

Idec recomenda cuidado nas compras

Publicado em 15/03/2021 – 06:30 Por André Richter – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Comércio eletrônico, Cartão de Crédito

Nesta Semana do Consumidor, que começa nesta segunda-feira (15), as lojas virtuais estão com promoções de até 80% e parcelamentos em 12 vezes. Contudo, é preciso tomar cuidado para não cair em ofertas enganosas e ter prejuízo financeiro com a compra dos produtos. 

A Semana do Consumidor foi criada pelo comércio para tentar aumentar as vendas em função do Dia Internacional do Consumidor, que é comemorado hoje. No Brasil, apesar de diversas conquistas, como o Código de Defesa do Consumidor (CDC), que completou 30 anos no ano passado, muitos consumidores ainda precisam recorrer à Justiça para obter ressarcimento de compras malsucedidas. 

Em comemoração aos 30 anos do CDC, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) reuniu os principais pontos do código, que podem ser úteis para orientar o consumidor na hora da compra. 

Informações claras sobre a compra – A oferta e a apresentação dos produtos e serviços devem ter informações claras e precisas sobre preço, forma de pagamento, garantia e prazos de validade.

Publicidade enganosa é crime – Quem promover publicidade que sabe ser enganosa ou abusiva pode ser condenado a pena de três meses a um ano de detenção e multa.

Direito ao arrependimento – O consumidor pode desistir da compra dentro do prazo de sete dias após o recebimento do produto ou serviço, sempre que a compra ocorrer fora do estabelecimento (internet, telefone).

Atraso na entrega – Caso o produto não seja entregue, o comprar pode cobrar a entrega do item, aceitar outro produto equivalente ou rescindir o contrato e receber o dinheiro de volta. 

Prazo de reclamação – O CDC estabeleceu um prazo de vigência para reclamações de defeitos: 30 dias para fornecimento de serviços e produtos não duráveis e 90 dias para serviços e produtos duráveis. 

Troca de produtos – As empresas são responsáveis pela qualidade dos produtos. Se o problema não for resolvido em até 30 dias, o consumidor pode pedir a troca por outro produto da mesma espécie, restituição do valor pago ou abatimento proporcional do preço. 

Peças de reposição – Quando uma empresa deixa de produzir ou importar um produto, a oferta de peças de reposição deve ser mantida pelo prazo de vida útil do produto. 

Recall – As empresas são obrigadas a comunicar às autoridades e ao público sobre peças que apresentem perigo ao consumidor durante período de venda no mercado, além de providenciar o conserto gratuitamente. 

Edição: Graça Adjuto

EXLUSIVO: FUNDOS IMOBILIÁRIOS LIGADOS A SHOPPINGS PELO BRASIL PERDEM RECEITA COM PANDEMIA

https://bahiaeconomica.com.br/wp/2021/03/09/exlusivo-fundos-imobiliarios-lgados-a-shoppings-pelo-brasil-perdem-receita-com-pandemia/


admin  9 Março, 2021 
Por: João Paulo Almeida Fonte    Bahia Economica

Um levantamento exclusivo feito pelo portal Bahia Econômica apontou que vários fundos imobiliários ligados a shoppings pelo Brasil estão dando prejuízos aos seus investidores devido ao fechamento dos setores em vários lugares do Brasil. Ontem, dia 08 de março, o tradicional Fundo de shoppings VISC 11 anunciou em sua pagina oficial uma redução de aproximadamente 20% da sua receita o que significa que os dividendos pagos pelo papel podem sofrer drásticas quedas. O fundo está ligado na Bahia ao Shopping Paralela, que também está sendo afetado pela pandemia e teve suas ações suspensas devido ao aumento abrupto dos casos de coronavirus na Bahia.

Segundo o comunicado os imóveis que tiveram seus horários afetados foram : Iguatemi Fortaleza, que representa aproximadamente 11% da receita imobiliária esperada do Fundo: atividades não essenciais temporariamente suspensas desde o dia 05 de março de 2021 até 18 de março de 2021. e Minas Shopping, que representa aproximadamente 8% da receita imobiliária esperada do Fundo: atividades não essenciais temporariamente suspensas por tempo indeterminado a partir do dia 06 de março de 2021. Os demais shoppings do portfólio do Fundo seguem em funcionamento, atendendo às limitações estabelecidas pelas autoridades locais e seguindo as orientações dos órgãos competentes, que visam preservar a saúde e o bem-estar de todos os clientes, lojistas, colaboradores e parceiros.

Outros fundos que apresentaram baixa ontem foram o HMOC11 e o HSML11 ambos ligados a shoppings. Segundo o comunicado do HMOC11 a pandemia causa instabilidade nas operações como consequência da piora dos indicadores do Covid. Prevendo o início do ano mais desafiador, fizemos retenções de resultado nos últimos meses de 2020, no entanto as restrições foram além das nossas premissas e, portanto, decidimos aumentar momentaneamente a retenção de lucros no Fundo. Assim, terminamos o período com R$ 4.203.659 acumulados ou R$ 0,27 centavos a cota. Como antecipado e de certa forma uma regra de mercado, a inadimplência tende a aumentar nos primeiros meses do ano, potencializado em 2021 pela pandemia, quando há o vencimento do faturamento maior dos aluguéis relacionados ao mês de Dezembro. No entanto, esperamos a convergência durante o ano aos valores previstos em orçamento.

O setor do comércio na Bahia apresentou uma perda de R$ 7.359.812 bilhões de reais na comparação do ano de 2019 com o ano de 2020. Os dados foram apresentados durante a coletiva de imprensa, organizada pela Fecomércio-BA, para apresentar as perspectivas da economia do Brasil no ano de 2021. No ano o setor apresentou uma queda de 6,7% com 102,5 bilhões de faturamento. Em relação às vendas do natal o setor apresentou uma queda de 3,5% na comparação com o as vendas de natal de 2019. As expectativas para o setor eram de uma alta de mais de 2%, não cumprida devido à pandemia. Segundo a Fecomércio, o ano de 2020 foi o pior da série histórica que se iniciou em 2011. Uma queda real de 26% em relação ao melhor ano do setor que foi em 2014. O setor do comércio na Bahia já vem se deteriorando desde de 2015 e a pandemia só acelerou esse processo.

Foto: divulgação

 

“ FOMOS APUNHALADOS PELAS COSTAS ONTEM ”, AFIRMA PRESIDENTE DA CDL SOBRE PRORROGAÇÃO DE DECRETO DE RUI

Por: Redação O Tabuleiro
Dia 01/03/2021 10h32

“Como o comércio se planeja? Como o comerciário compra suas mercadorias? Não podemos pagar esse pato” , indignou-se Anselmo.

Quase um ano após a primeira medida restritiva de fechamento de estabelecimentos comerciais por conta da disseminação do novo coronavírus,   na noite do último domingo o governador Rui Costa pegou comerciantes de surpresa, e publicou decreto permitindo apenas os chamados serviços essenciais.“Ontem recebemos esse golpe”, lamentou o presidente da CDL ( Câmara de Dirigentes Lojistas ) de Ilhéus , Anselmo Clemente, durante entrevista ao programa O Tabuleiro, Ilhéus FM 105.9. na manhã desta segunda-feira. 

Acompanhado do gestor de negócios da entidade, Paulo Moreira, Clemente informou que nesta segunda-feira irá se reunir com os comerciantes locais para planejarem como irão se comportar diante desta situação. “Não podemos sair atirando. Fomos apunhalados pelas costas ontem.Como o comércio se planeja? Como o comerciário compra suas mercadorias? Não podemos pagar esse pato” , indignou-se Anselmo. 

Paulo citou os bancos que sempre tem pessoas aglomeradas e os cuidados de segurança sanitárias não são cumpridos.   “ O comércio está sendo punido !”, disse Paulo e apelou “ Comerciante, junte a nós “. Clique e ouça na íntegra a entrevista com os dirigentes da CDL. 

O LOCKDOWN E A FALÊNCIA DO COMÉRCIO DE ILHÉUS.

Isso não é de hoje. As imagens e os fatos falam por si só!

Lojas fechando as portas ou sem fregueses.

A população só tem recursos para compra de alimentação ou medicamentos, isso enquanto durar o Auxilio Emergencial do Governo Federal. 

O presidente da CDL de Itabuna, já botou a boca no trombone.

 

Shopping x loja de rua: em qual ponto apostar?

Shopping x loja de rua: em qual ponto apostar?


Custos de ocupação que batem em 20% do faturamento têm levado marcas a repensarem locais e modelos de loja, como o Rei do Mate (acima). Mas é preciso avaliar os prós e contras antes de trocar


  Por Karina Lignelli 07 de Maio de 2019 às 08:00  | Repórter lignelli@dcomercio.com.br


Até que ponto vale a pena fechar uma loja no shopping e ir para a rua? Não é de hoje que muitos lojistas, em especial os donos de lojas satélite (de 180 m2 de área de vendas, em média), estão insatisfeitos com os altos custos de manter uma operação num centro de compras. A recuperação do varejo em marcha lenta e o elevado nível de desemprego também não têm ajudado muito a reverter essa situação.

Em números atuais, somando apenas aluguel, condomínio e fundo de promoção, esse pequeno ou médio lojista destina, em média, de 15% a 20% do faturamento mensal para cobrir esses custos. É o que estima a GS&BGH Real Estate, braço da consultoria GS&MD especializada no mercado imobiliário de shoppings e varejo em geral.

LEIA MAIS:Os shopping centers podem virar centros de distribuição?

A questão tem se mostrado tão proibitiva que cerca de 70 marcas, a maioria de vestuário e calçados, criaram, em março passado, uma associação própria – a Ablos (Associação Brasileira de Lojas Satélites) – para negociar diretamente com os donos dos empreendimentos na tentativa de equilibrar essa equação.

Algumas até já consideram fechar lojas em shoppings e migrar para a rua para cortar custos, conforme reportagem recente publicada pelo jornal o Estado de São Paulo. Mesmo que isso implique num fluxo menor de pessoas.

E não é para menos: de acordo com a Ablos, enquanto as satélites desembolsam dois dígitos de seu faturamento para custear somente essas despesas de ocupação, as lojas-âncora, ou seja, grandes redes varejistas do tipo Renner e C&A, citando apenas as mais conhecidas, destinam apenas 3% a 5% das vendas para o mesmo fim.

Por essa lógica, por terem mais gastos com propaganda, estoque e funcionários – e o encargo de atrair o maior fluxo de pessoas -, convencionou-se, no passado, de forma não-oficial, que as grandes pagariam menos pelo custo de ocupação.

:: LEIA MAIS »

contador free
nao basta

Webtiva.com // webdesign da Bahia

outubro 2021
D S T Q Q S S
« set    
 12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930
31  


WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia