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:: ‘Codeba’

A CODEBA E A DRAGAGEM DO PORTO DE ILHÉUS

Fomos informados que as cargas começam a aparecer.

900 mil toneladas de manganês.

Prospecção de uma exportação de madeira certificada, ainda pelo Porto de Ilhéus.

O que falta para a dragagem do calado, força política?

 

Equipamento tem diversificado atividades, uma das apostas é no turismo (Foto: Divulgação/ Codeba)

 

NOVAMENTE A NOVELA DA DRAGAGEM DO PORTO DE ILHÉUS.

Porto de Ilhéus vai ampliar o calado e ter capacidade para atrair navios maiores

Equipamento tem diversificado atividades, uma das apostas é no turismo (Foto: Divulgação/ Codeba)

Maior profundidade: obra de dragagem irá aumentar sua competitividade na atração de novas cargas e diversificação da atividade portuária

Na terra de Jorge Amado, do cacau e do chocolate, ainda lá no século XX, o desenvolvimento veio pelo mar, quando um velho atracadouro deu lugar em 1920 para a construção de um porto capaz de escoar toda a produção cacaueira local para o mundo. Porto que hoje – quase cem anos depois – quer aprofundar não só sua área de influência, mas também sua posição enquanto hub logístico. Para isso, o equipamento vai aumentar o seu calado (profundidade) de 8 metros para 11,5 metros, o que vai permitir que o porto atraque navios maiores, que devem atender às demandas de cruzeiros turísticos e de graneleiros de grande porte.

A realização da dragagem para o aprofundamento significa investimentos na ordem de R$ 90 milhões. Segundo o diretor do Instituto Nacional de Pesquisa Hidroviária do Departamento de Gestão e Modernização Portuária (SNPTA), Domênico Acetta, a obra de dragagem (remoção de assoreamento) tem como principal objetivo incrementar as atividades portuárias em Ilhéus, sobretudo na operação futura como braço do Porto Sul e da Ferrovia de Integração Leste-Oeste (Fiol), ambas estruturas em fase de implementação.

“Você cria um ambiente bom para o porto em diversos segmentos. Quando o governo fala para o mercado que vai  melhorar e aprofundar o Porto de Ilhéus e se resolve o gargalo da insegurança,  abre oportunidade para puxar os empresários para cá e movimentar estas parcerias”, destaca o especialista. 

Se antes o Porto de Ilhéus vivia vinculado à atividade cacaueira, após o declínio da era desta cultura,  ele passou a responder pela movimentação de grãos, minérios e abriu seu cais também para receber turistas. Para fomentar a competitividade logística do porto, o plano de dragagem prevê também a construção de uma via portuária.  

“Demos a ideia de fazer esta avenida paralela. A praia está em colapso.  A gente amplia a praia e atrás dessa praia podemos fazer o acesso portuário sair da cidade de Ilhéus. Os caminhões não vão mais precisar entrar”, explica Acetta.

Hub integrado

Outra perspectiva estratégica para o Porto de Ilhéus está no suporte à construção do Porto Sul, pela mineradora Bahia Mineração (Bamin), como pontua o diretor de projetos da empresa, Alberto Vieira. “Hoje, nós estamos com um calado de 9 metros que possibilita a atracação de navios pequenos, de 30 a 40 mil toneladas. Para ganharmos mais eficiência, precisamos ter navios maiores atracando em Ilhéus. Somando porto e ferrovia, nós vamos ter um hub logístico de extrema importância para a Bahia”, afirma o executivo.

Um dos braços da integração do sistema logístico formado pelo Porto Sul e pela Fiol, o Porto de Ilhéus vai receber os insumos e principais equipamentos para o desenvolvimento do Porto Sul.“O Porto de Ilhéus tem uma posição estratégica para suportar as exportações e importações que dependem principalmente da Fiol, que já tem 70% da sua fase de execução concluída. Ganharemos aí eficiência e redução de custos de logística em geral”. 

O projeto da Bamin pretende produzir até 20 milhões de toneladas de minério de ferro ao ano, em Caetité, e escoar essa produção pelo complexo Fiol – Porto Sul.   Só nesta fase, de construção do Porto Sul, serão investidos R$ 101 milhões no Porto de Ilhéus para apoio logístico às obras do Porto Sul.   

Quando a operação da Bamin começar, a Bahia vai ser o 3º maior produtor de minério de ferro do país. “A região de Ilhéus vai crescer hoje quase cem vezes em comparação com o que exporta  hoje pelo Porto de Ilhéus.  Mineração sem logística não existe”, acrescenta Vieira.  

O Seminário Portfólio de Investimentos nos Portos da Bahia – Oportunidades de Outorgas foi uma realização do CORREIO e Codeba, com o patrocínio da J. Macêdo e UItracargo, apoio institucional da Braskem e apoio da Fieb, Usuport, Associação Comercial da Bahia e Contermas. 

PERFIL

História  A história do Porto de Ilhéus está diretamente ligada à cultura cacaueira na região.  Ainda no século XIX, a necessidade de  escoar a produção de cacau levou à construção de um ancoradouro na foz do Rio Cachoeira. Em 17 de maio de 1920, este   ancoradouro se tornou o primeiro Porto de Ilhéus.

Movimentação  O Porto de Ilhéus é o principal exportador de grãos do estado. Também passam por lá, além do cacau;  soja, milho, amêndoas, óxido de magnésio, magnesita, equipamentos para a geração de energia eólica e carga geral. O porto atua ainda na operação turística.  

Eficiência  A capacidade de movimentação do Porto de Ilhéus é de um milhão de toneladas de carga por ano. Em 2018, 44 navios atracaram no terminal, que registrou uma movimentação de 211.477 mil toneladas em contêineres. 

Futuro  O Porto de Ilhéus vai passar por obras de infraestrutura que irão aumentar o seu calado (profundidade) de de 8 metros para 11,5 metros, o que vai permitir que o porto atraque navios maiores.  

Fonte: CORREIO*

POR QUE O PORTO DE ILHÉUS PRECISA SER PRIVATIZADO? (06/03/2013 – MEMÓRIA)

CODEBA

CODEBA

Primeiro de tudo porque é um porto, e por isso tem que funcionar dia e noite, durante todos os dias do ano, gerando empregos, renda e divisas para Ilhéus.

Porém isso só é possível com cargas. E onde elas estão?

Por aí, sendo embarcadas e desembarcadas em outros portos, e não por aqui.

Um exemplo, a Veracel fez de um tudo para exportar pelo Porto de Ilhéus, o Governo do Estado colaborou bastante na época. Mas a CODEBA, que tem 20 anos que não investe no Porto de Ilhéus, não colaborou, como continua não investindo, querendo ver o Porto extinguir-se por inanição.

A Veracel exporta cerca de 1.300 milhões de toneladas/ano, podendo aumentar a sua produção e exportação, se acontecerem situações mais favoráveis. Ela transporta através de balsas, o seu produto até o Porto de Vitória percorrendo 368 milhas náuticas, quando até o Porto de Ilhéus seriam 40 milhas náuticas. E quando é a época da reprodução das baleias jubarte em Abrolhos, tem um desvio de mais 60 milhas até Vitória.

Portanto, volto a afirmar que o Porto tem que dragado, licitado e privatizado, para funcionar como um verdadeiro porto.

NOSSA ILHÉUS SOFRIDA!

Aproveitando a foto abaixo, pergunto:

O que vai ser feito da área tomada do porto, que hoje já está aterrada?

E do elefante branco, em que se transformou o Moinho, depois das manobras para o seu não aproveitamento?

 

Porto de Ilhéus terá dragagem para 12 metros

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É prioridade da Codeba a dragagem de aprofundamento, além da revitalização da estrutura portuária, visando tornar o porto mais competitivo

7011A notícia de que o Porto de Ilhéus está inserido no Plano Nacional de Dragagem (PND2) foi confirmado esta semana por Domenico Accetta, diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Hidroviárias – INPH, unidade de pesquisa da Secretaria de Políticas Portuárias do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil. Ele visitou esta semana o porto e os diretores da Companhia, para já iniciar os estudos e projetos de engenharia para a dragagem de 12 metros.

Segundo o diretor do INPH, dos três portos públicos baianos, o de Ilhéus deve receber mais intervenções do PND. “A partir desse ano se iniciam os estudos, obtenção das licenças junto aos órgãos, até a formação do processo licitatório”. Domenico estima que o Porto de Ilhéus já deve iniciar as obras de dragagem em outubro de 2018.

No PDN2 dez portos públicos já estão em estudo desde dezembro do ano passado, com conclusão prevista para daqui a um ano e meio. Domenico acredita que o PND resolverá os principais entraves dos portos públicos do país, no que se refere a melhoria do acesso aquaviário. “Só pra termos uma ideia, o Porto de Santos tem assoreamento de 6 milhões de metros púbicos por ano, e, se não for feita nenhuma intervenção, o porto fica restrito. Além disso, o Plano permite que os portos atendam a navios de portes maiores”, declarou.

“O Porto de Ilhéus, nos últimos 20 anos, só realizou dragagens de manutenção e, atualmente, os navios estão entrando e saindo com dificuldade porque o profundidade é em torno de nove metros. Então, é prioridade da Codeba a dragagem de aprofundamento, além da revitalização da estrutura portuária, visando tornar o porto mais competitivo”, destacou o presidente da Codeba, Pedro Dantas.

O Porto de Ilhéus além de apresentar uma boa estrutura de atracação e operação portuária, tem uma posição estratégica para atendimento da demanda, das regiões sul e oeste do estado, bem como norte de Minas Gerais. Os investimentos promoverão a retomada nas exportações de minério de ferro, das operações de trigo em grãos. “O porto possui condições para receber uma variedade de carga de projeto, graneis sólidos e carga geral, e manter sua movimentação apesar da sazonalidade ou da variação de demanda de alguma mercadoria”, ressaltou Dantas.

Fonte: Ascom – Codeba

Eduardo Salles vai marcar audiência com ministro dos Portos para tentar resolver avanço da maré em Ilhéus

Deputado Eduardo Salles e José Rebouças, Presidente da CODEBA.

Deputado Eduardo Salles e José Rebouças, Presidente da CODEBA.

Marcar audiência com o ministro da Secretaria dos Portos, Helder Barbalho, é a próxima missão do deputado estadual Eduardo Salles na tentativa de resolver o problema do avanço da maré, que tem prejudicado os moradores dos bairros de São Miguel, Barra Norte e São Domingos, em Ilhéus.

A decisão de Eduardo Salles marcar audiência com o ministro veio depois da reunião que o parlamentar teve com o presidente da CODEBA (Companhia de Docas da Bahia), José Muniz Rebouças, quando foi informado que não houve nenhum avanço na elaboração de um planejamento de obras para resolver o problema. Em função do avanço da maré, o MPF (Ministério Público Federal) já entrou com Ação Civil Pública contra a União.

O MPF afirma que a construção do Porto de Ilhéus alterou o fluxo natural de sedimentos marinhos do litoral do município, gerando assoreamento ao sul do Porto e derrocamento ao norte. 

Rebouças explicou ao parlamentar que é necessário realizar estudo com um software europeu para determinar como resolver o problema. “Até o momento o programa não foi adquirido”, explicou o presidente da CODEBA.

“A água está invadindo as ruas e causando prejuízos a moradores e comerciantes. A União tem a obrigação de resolver o problema. E eu vou atrás desta resolução”, garante Eduardo Salles.

“O risco é que a faixa do continente é muito estreita e o mar pode se juntar ao rio. Caso isso ocorra, será necessário construir uma ponte extensa para manter a ligação da rodovia que liga Ilhéus a Itacaré”, esclareceu o parlamentar.

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Acordo garante manutenção de 1.000 empregos em Itagibá e região

 

Fotos: Ascom

Fotos: Ascom

Depois de meses de expectativa e preocupação, cerca de 1.000 trabalhadores que têm seus postos de trabalhos ligados de forma direta e indireta à Mineradora Mirabela, instalada no município de Itagibá, podem dormir com tranquilidade. “É um dia histórico para a região. A perda desses empregos seria uma catástrofe”, disse o deputado estadual Eduardo Salles, presente à audiência que ocorreu nesta segunda-feira (21) com parlamentares, o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Jorge Hereda, e sindicalistas.

Os deputados estaduais Fabíola Mansur, Fabrício Falcão e Euclides Fernandes, além de representante dos deputados federais Bebeto Galvão e Daividson Magalhães, que não puderam comparecer por compromisso assumidos em Brasília, também participaram da reunião.

A empresa concordou com a proposta do governo do estado sobre a devolução dos créditos tributários. “O governador é um dos grandes responsáveis por esse acordo sair. Além da Mirabela. Todos cederam e conseguimos, dentro da responsabilidade, garantir a manutenção das atividades”, explicou o secretário.

Eduardo Salles acompanhou desde o início as negociações para evitar o fechamento da empresa. “A crise no preço das commodities fez despencar o valor do níquel. A Mirabela estava com dificuldade para equacionar os custos”, acrescentou o deputado.

No último dia 17, em audiência com o presidente da CODEBA (Companhia de Docas da Bahia), José Rebouças, Eduardo Salles mediou acordo para a Mirabela realizar o embarque de níquel agora em março e voltar a ter benefício para utilizar o porto de Ilhéus.

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A CODEBA, O MOINHO E A CIDADE DE ILHÉUS. ===>>> 07-12-2011

Fotos Carlos Mascarenhas, montagem R2CPRESS.

Não entendo por que as praias aterradas passaram para as mãos da CODEBA, mas isso é outro assunto.

O fato é, que depois de expulsar os pescadores que abrigavam seus barcos atrás do ‘espigãozinho’, a CODEBA nada fez com a área.

E agora me chega a notícia que no próximo ano, 2012, acaba o comodato do terreno onde se encontra o Moinho da BUNGE.

Fica no ar a pergunta:

– Vai ser mais um ‘elefante branco’ em Ilhéus, que vai se transformar em abrigo de moradores de rua, como hoje é a Biblioteca Municipal?

 

EM ILHÉUS, ATÉ ESPAÇO INÚTIL É CRIADO NO MAR.

Até agora a unica coisa feita neste cercadinho, foi expulsar os pescadores do lugar.

Esperar encher o espaço com a evaporação da água ou a lama com areia das esporádicas dragagens, vai demorar, e demorar muito.

E segundo um engenheiro que conhece do riscado, vai ficar um piso fraco, não confiável.

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Codeba vai lançar edital para volta do Moinho Ilhéus

 

A reativação do Moinho de Ilhéus poderá proporcionar a produção de 360 toneladas por dia e 110 emprego direto – Foto Roberto Santos

A reativação do Moinho de Ilhéus poderá proporcionar a produção de 360 toneladas por dia e 110 emprego direto – Foto Roberto Santos

O presidente da Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba), José Muniz Rebouças o prefeito Jabes Ribeiro anunciam no próximo domingo (28), o lançamento do edital para o arrendamento da área e instalações do antigo Moinho Ilhéus, desativado em 2005. A expectativa é de que o lançamento do edital ocorra nos próximos dois meses, atraindo o interesse de empresas interessadas em recolocar em funcionamento o antigo moinho.

“Posso assegurar que pelo menos três empresas já demonstraram interesse em participar da disputa. Acreditamos que Ilhéus voltará a ter o seu moinho, gerando empregos e contribuindo para o fortalecimento da economia da região”, avalia o presidente da Codeba.

O Moinho Ilhéus ocupa 11 mil metros quadrados da área incluída na poligonal do Porto do Malhado. Há 10 anos, quando a Bunge Alimentos,  empresa responsável pela sua operação, decidiu paralisar as suas atividades,  o terreno e as instalações foram reincorporadas a administração da CODEBA. Em 2014 o então ministro da Secretaria Especial dos Portos, César Borges, autorizou a empresa a iniciar gestões em conjunto com a Prefeitura do Município, no sentido de reativar o moinho. Recentemente, o atual ministro, Edinho Araújo, autorizou a elaboração do edital para o arrendamento.

A paralisação das atividades do moinho representou um impacto negativo para a economia de Ilhéus e de toda a região Sul. Uma das principais conseqüências foi o fechamento de cerca de 500 postos diretos e indiretos de trabalho. No auge da sua operação, o antigo Moinho Ilhéus chegou a processar 360 toneladas/dia. O retorno das suas atividades representa o investimento estimado em R$ 23 milhões.

O edital a ser lançado pela Codeba vai incluir no arrendamento, seis silos para armazenamento do trigo. A previsão é de que, após a publicação do edital, o processo licitatório seja concluído no máximo em 60 dias. Dessa forma, até outubro a nova operadora do Moinho Ilhéus deverá assinar o contrato para o início das suas atividades. 

“A SEP e a Codeba atuam, a partir da gestão portuária, como indutoras do processo de desenvolvimento e nesse contexto, a retomada das operações do Moinho Ilhéus cumpre uma finalidade estratégica como contribuição ao fortalecimento da economia ilheense”, ressaltou o presidente da Codeba.

Ascom/Codeba 71-3320-1270 71-88302022

ANTAQ autoriza aumento das tarifas

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A Agência Nacional dos Transportes Aquaviários (ANTAQ), determinou o reajuste das tarifas dos portos públicos do país, que entra em vigor nesta sexta-feira (15/05). O reajuste foi estabelecido em índices diferenciados, tendo como referência a data do último aumento concedido para cada porto. No caso da Bahia, onde o último ajuste de preços ocorreu em 2009, o índice para os portos administrados pela CODEBA (Salvador, Aratu-Candeias e Ilhéus) é de 20,7%, menos da metade da inflação dos últimos seis anos, que foi de 41,2%. Ascom/Codeba

Dragagem de Manutenção do Porto de Ilhéus.

 

A Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba) está iniciando nesta sexta-feira (14), a dragagem de manutenção no Porto de Ilhéus, licenciada pelo IBAMA  para retirada de 160.000m³ de sedimentos que serão  dispostos em área do aterro hidráulico do próprio Porto.

A necessidade da dragagem de manutenção justifica-se pelo deslocamento de sedimentos de sul para norte nesta região de Ilhéus, sul da Bahia, que causa o acúmulo de sedimentos na área do Porto. Em função disso é necessária a realização de dragagens periódicas, para manter as profundidades de projeto do leito marinho do Porto.

A área a ser dragada compreende o canal de acesso ao porto, bacia de evolução e berços de atracação e tem por  objetivo alcançar a profundidade original, em torno de 10 metros.

Desta forma, vai melhorar a acessibilidade das embarcações do Porto e ampliar a capacidade de carga dos navios, além de dar maior segurança à navegação.

Ela será executada pela Ster Engenharia Ltda, com recursos próprios da ordem de R$5 milhões, e sua  conclusão está prevista para o mês de abril.

Ascom – Codeba

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