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:: ‘Codeba’

CODEBA abre licitação para obra de dragagem no Porto de Ilhéus

 

CODEBA abre licitação para obra de dragagem no Porto de Ilhéus

 

A Companhia das Docas do Estado da Bahia (CODEBA) realizará no dia 11 de março, licitação, na modalidade pregão eletrônico, para execução da dragagem de manutenção do Porto Organizado de Ilhéus. O edital foi publicado no Diário Oficial da União (DOU), dia 17 de fevereiro. A obra vai restabelecer o calado de 10 metros do porto, permitindo a atracação de navios maiores, incrementando a logística portuária da região, bem como beneficiando a operação de navios de cruzeiro na Costa do Cacau. A última manutenção do calado do Porto de Ilhéus foi realizada em 2014. Informações pelos telefones (71) 3320-1192, 3320-1217 ou 3320-1250, pelo endereço eletrônico pregao@codeba.com.br e no link: http://www.codeba.com.br/eficiente/sites/portalcodeba/pt-br/site.php?secao=licitacoes_new&numg_licitacao=60

CODEBA – ORGANIZANDO PARA PRIVATIZAÇÃO

http://www.codeba.com.br/eficiente/repositorio/PDZ/ilheus/12953.pdf 

Na Bahia, representantes do Governo Federal visitam FIOL, Porto Sul e Porto de Ilhéus

Integrantes de MInfra, PPI, Valec, ANTT e EPL fazem acompanhamento das principais obras da infraestrutura federal no estado

Publicado em 19/01/2021 19h14

 

Entre os dias 19 e 21 de janeiro, integrantes do Governo Federal percorrerão o trecho I da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL) e as obras do Porto-Sul, bem como a área do Porto do Ilhéus. Eles também irão participar de rodadas de conversas com empresários do setor produtivo da região.

Para o coordenador-geral de Projetos Ferroviários do MInfra, Thiago Alvarenga, a agenda é uma oportunidade para avaliar obras importantes do ministério que estão a todo vapor no estado. “O volume de investimentos privados e a preocupação com o cronograma de execução demonstram que o setor privado acredita na FIOL. O projeto será bem-sucedido e trará desenvolvimento para a região e pra logística nacional”, enfatizou Thiago.

De terça a quinta-feira, a comitiva visitará a Companhia de Docas da Bahia (Codeba), os lotes de 1 a 3 da FIOL, as obras do Porto Sul e empresas produtoras de minério, commodity com forte vocação na região. “O grupo multidisciplinar que integra a comitiva desta visita técnica entende que, somente a partir do fortalecimento da intermodalidade e do fomento a parcerias entre os setores público e privado levaremos a infraestrutura nacional aos níveis de que o país precisa para se desenvolver ainda mais”, declarou o diretor-presidente da Valec, André Kuhn.

FIOL II – A segunda etapa da Ferrovia de Integração Oeste-Leste, denominada FIOL II, segue em obras no interior baiano. O trecho de 485,4 km, que vai de Caetité a Barreiras, está sendo construído pela Valec, gerando aproximadamente 1 mil empregos diretos e 2 mil indiretos. Em setembro de 2020, foi firmada parceria entre a Valec e o Exército para que a corporação atue nas obras de parte do lote 6 da ferrovia (aproximadamente 18 km), trazendo maior celeridade às obras. A meta da estatal é viabilizar a subconcessão da FIOL II ao entregar a obra com aproximadamente 80% de avanço físico até o final de 2022.

*Com informações da Assessoria de Comunicação Social da Valec

Assessoria Especial de Comunicação
Ministério da Infraestrutura

Infraestrutura, Trânsito e Transportes

Concessões de aeroportos, rodovias, portos e ferrovias entram no PPI

Trinta e cinco projetos da pasta podem ser incluídos no PPI

Publicado em 02/12/2020 – 20:20 Por André Richter – Repórter da Agência Brasil – Brasília

O Ministério da Infraestrutura informou hoje (2) que 35 projetos da pasta foram qualificados para inclusão no Programa de Parcerias e Investimentos (PPI). Entre os projetos estão relicitações de ferrovias, rodovias, e a desestatização de portos e aeroportos. De acordo com o ministério, os projetos podem render R$ 6,4 bilhões em investimentos até o fim de 2022, além de 100 mil empregos. A inclusão foi anunciada mais cedo durante a 14ª reunião do conselho do PPI. 

No setor de aeroportos, a intenção é conceder à iniciativa privada 16 terminais de passageiros. Entre os aeroportos que podem ser privatizados estão o Santos Dumont, no Rio de Janeiro, e Congonhas, em São Paulo. 

No setor de portos, está prevista a desestatização da Companhia Docas da Bahia (Codeba), responsável pela administração dos portos de Salvador, Aratu e Ilhéus, a Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa) e a Companhia Docas de São Paulo (Codesp), que opera nos portos de Santos e São Sebastião. Também estão na lista os terminais públicos nos portos de Vila do Conde (PA), Suape (PE), Maceió, Santos (SP) e Pelotas (RS). 

No setor de rodovias será realizada a relicitação da concessão da BR-163, no Mato Grosso do Sul. O leilão deve ser realizado em 2022. Também estão previstos leilões para trechos das rodovias BR-153 e BR-080, localizados em Goiás e em Tocantins. 

No setor ferroviário, está prevista a relicitação da Malha Oeste, entre Mato Grosso do Sul e São Paulo, e a renovação da concessão da Malha Sul. 

Criado em 2016, o Conselho do PPI se reúne três vezes ao ano. Na reunião de hoje, a última de 2020, foi apresentado um balanço do que foi realizado neste ano. Foram 18 leilões e projetos, e mais 11 estão agendados até o fim de dezembro, entre eles o leilão dos parques nacionais e a liquidação do Centro Nacional de Tecnologia Eletrônica Avançada, empresa pública que atua no segmento de semicondutores.

Edição: Liliane Farias

BNDES vai iniciar estudos para privatização da Companhia Docas da Bahia

Por Reuters

 

BNDES vai iniciar estudos para privatização da Companhia Docas da Bahia — Foto: Reprodução/JN

O ministro não deu detalhes sobre o processo de desestatização da Codeba durante o seminário, que tratou de competitividade do setor de infraestrutura, mas afirmou que o banco aceitou fazer a estruturação do projeto de privatização da companhia.

A expectativa da pasta é que a primeira privatização de porto do país, a Companhia Docas do Espírito Santo, ocorra no próximo ano, junto com uma leva de outros projetos de infraestrutura com os quais o governo espera contratar investimentos da ordem de R$ 100 bilhões, algo que inclui também aeroportos, rodovias e ferrovias.

Freitas afirmou que se reuniu nesta quinta-feira (19) com investidores estrangeiros interessados no projeto de construção da Ferrogrão e que o encontro foi “excelente”, mas não deu detalhes.

O projeto da ferrovia de mais de 900 quilômetros, projetada para levar produtos agrícolas do Centro-Oeste até os canais de exportação ao norte do país, enfrenta questionamentos do Ministério Público Federal e organizações da sociedade civil.

“Hoje de manhã tivemos uma conversa excelente com investidores estrangeiros sobre a Ferrogrão, que é um projeto extremamente desafiador”, disse o ministro. “Criamos alguns mecanismos financeiros para mitigação de risco que tornam o projeto financiável e atrativo”, afirmou, se referindo aos riscos de eventuais frustração de demanda, aumento de custos ambientais e necessidade de adequação de investimentos.

O ministro aproveitou a ocasião para criticar o processo que extinguiu a concessão da Linha Amarela, via expressa do Rio de Janeiro que era operada por concessionária da Invepar. Uma liminar que determinou a extinção do contrato e a retomada do ativo pela prefeitura do Rio foi concedida em setembro, pelo ministro do STJ, Humberto Martins.

“Temos a tradição de respeito a contrato, apesar do que ocorre hoje na Linha Amarela, que obviamente tem uma repercussão negativa”, disse Freitas. “O investidor estrangeiro, porém, está sabendo separar as instâncias…O que temos hoje nas concessões federais é completamente diferente”, acrescentou o ministro, afirmando que confia no “bom senso do judiciário…esperamos que prevaleça o contrato”.

O ministro afirmou ainda que os reequilíbrios dos contratos de concessão aeroportuária “já estão quase prontos”, depois que o setor de turismo foi um dos mais atingidos pela pandemia.

PORTO DO MALHADO – SITUAÇÃO E FUTURA PRIVATIZAÇÃO. ===>>> 16/08/2020

Clique aqui, e tenha acesso a todas informações detalhadas.

ANTIGO PORTO DE ILHÉUS ===>>> 05/03/2020

Cais e armazéns foram construídos pelo Governo Federal.

Esta área e o moinho, estão sob o controle federal da Codeba, e estão incluídas na privatização.

Quem ganhar, leva tudo…

Clique aqui, e tenha acesso a todas informações detalhadas.ip

Antigo porto de Ilhéus.

UM COVIL ABANDONADO PELO PODER PÚBLICO.

Observe para que está servindo o antigo Armazém número 04 da Codeba, em frente a Delegacia de Polícia de Ilhéus.

 

POR QUE O PORTO DE ILHÉUS PRECISA SER PRIVATIZADO? (06/03/2013 – MEMÓRIA)

CODEBA

CODEBA

Primeiro de tudo porque é um porto, e por isso tem que funcionar dia e noite, durante todos os dias do ano, gerando empregos, renda e divisas para Ilhéus.

Porém isso só é possível com cargas. E onde elas estão?

Por aí, sendo embarcadas e desembarcadas em outros portos, e não por aqui.

Um exemplo, a Veracel fez de um tudo para exportar pelo Porto de Ilhéus, o Governo do Estado colaborou bastante na época. Mas a CODEBA, que tem 20 anos que não investe no Porto de Ilhéus, não colaborou, como continua não investindo, querendo ver o Porto extinguir-se por inanição.

A Veracel exporta cerca de 1.300 milhões de toneladas/ano, podendo aumentar a sua produção e exportação, se acontecerem situações mais favoráveis. Ela transporta através de balsas, o seu produto até o Porto de Vitória percorrendo 368 milhas náuticas, quando até o Porto de Ilhéus seriam 40 milhas náuticas. E quando é a época da reprodução das baleias jubarte em Abrolhos, tem um desvio de mais 60 milhas até Vitória.

Portanto, volto a afirmar que o Porto tem que dragado, licitado e privatizado, para funcionar como um verdadeiro porto.

A CODEBA E A SUA INVASÃO ‘PRAIEIRA’. ====>>> 16/03/2012

Para lembranças dos mais velhos.

Foto bem antiga de nossa Ilhéus. Área de praia entre o Clube Social e os Bancários Atlético Clube que foi aterrada.

Vemos que um enrocamento de pedras foi transformado em rua, que hoje é a frente do Ilhéus Iate Clube, rua oficial que é reconhecida pelo seu CEP Nacional.

Além disso uma grande parte da área aterrada e que a Codeba diz que é dona, não sei, está sob Legislação de Alfandegamento Internacional, portanto com regras próprias.

Reparem nesta outra foto, mais ampliada, a existência de uma praça, construída pela Prefeitura Municipal de Ilhéus, atrás do Clube Social de Ilhéus, que também foi engolida.

 

A CODEBA, O MOINHO E A CIDADE DE ILHÉUS. ===>>> 07-12-2011

Fotos Carlos Mascarenhas, montagem R2CPRESS.

Não entendo por que as praias aterradas passaram para as mãos da CODEBA, mas isso é outro assunto.

O fato é, que depois de expulsar os pescadores que abrigavam seus barcos atrás do ‘espigãozinho’, a CODEBA nada fez com a área.

E agora me chega a notícia que no próximo ano, 2012, acaba o comodato do terreno onde se encontra o Moinho da BUNGE.

Fica no ar a pergunta:

– Vai ser mais um ‘elefante branco’ em Ilhéus, que vai se transformar em abrigo de moradores de rua, como hoje é a Biblioteca Municipal?

 

A CODEBA E A DRAGAGEM DO PORTO DE ILHÉUS

Fomos informados que as cargas começam a aparecer.

900 mil toneladas de manganês.

Prospecção de uma exportação de madeira certificada, ainda pelo Porto de Ilhéus.

O que falta para a dragagem do calado, força política?

 

Equipamento tem diversificado atividades, uma das apostas é no turismo (Foto: Divulgação/ Codeba)

 

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