WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia

:: ‘Chocolate’

O TREM DO CHOCOLATE

Trem do chocolate…..na Suíça!

EM ITAJUIPE-BA A IMPÉRIO DO CACAU AGUARDA A SUA VISITA.

Investidores e ou pretendentes a parcerias, agende sua visita pelo email:

imperiodocacau2007@gmail.com

Ou pelo telefone (073) 99108-2380

Veja a fábrica clicando no link abaixo:

projeto-imperio-do-cacau

 

Banner Império do Cacau

CHOCOLATES PELO BRASIL AFORA

NEGÓCIOS

O doce sabor do sucesso

Grupo CRM, que engloba as marcas Kopenhagen e Brasil Cacau, chega a um faturamento bilionário com diversificação de produtos e ampliação do portfólio para incluir a venda de cafés

 

Foto: Claudio Gatti

Renata Vichi: A ceo Da Kopenhagen comemora o faturamento de R$ 1,5 Bilhão (Crédito: Claudio Gatti)

Dizem que o chocolate pode melhorar o estado de ânimo de qualquer pessoa e até gerar sensação de felicidade e bem estar, levando a tristeza para longe. Talvez tenha sido por isso que Celso Ricardo de Moraes resolveu trocar produtos farmacêuticos como Maracugina a Apracur do Laboratório Virtus, do qual era proprietário, pelos chocolates. Em vez de oferecer alívio, o empresário investiu no prazer.

O Grupo CRM, que engloba as marcas Kopenhagen e Brasil Cacau, comandado hoje por sua filha, Renata Moraes Vichi, chegou a um faturamento de R$ 1,5 bilhão e uma rede de 730 lojas, em 2018. Agora, a empresa aposta em novos ingredientes para manter o ciclo de crescimento: os cafés e a reformulação de produtos clássicos. Em julho deste ano, o grupo entrou no mercado de cápsulas de espresso. O produto – um pacote com dez unidades compatível com todas as máquinas do mercado, incluindo a Nespresso da Nestlé – é encontrado em todas as lojas Kopenhagen. Em três meses, a empresa vendeu 1,5 milhão de cápsulas e alcançou um resultado de R$ 29,8 milhões. A demanda acima do esperado obrigou a companhia a subir a produção em 30%. “A gente errou feio nas previsões inicias”, diz Renata. “Não imaginávamos que existia toda essa demanda.” Segundo ela, a oferta de cápsulas de café é bastante atrativa entre jovens de 25 a 34 anos, faixa que a marca tem se esforçado para levar para dentro das lojas. Esse público representava apenas 19% dos clientes, em 2015. Hoje, é 23%.

Outro caminho encontrado para rejuvenescer a Kopenhagen foi a criação do “Keep Kop”, em referência ao pôster “Keep Calm and Carry On”, que tomou conta das redes sociais há alguns anos.

É uma linha vendida em saquinhos de 100 gramas – como snacks – a um preço mais acessível, que gira em torno de R$ 19,90. Os produtos vão de pipoca coberta com chocolate a um crocante de caramelo com flor de sal. Essa adaptação aos novos hábitos do consumidor também se refletiu na linha infantil de chocolates. O Lingato, lançado em 2015, é uma versão menor e com confeitos coloridos do tradicional Língua de Gato. Outros doces clássicos da marca ganharam roupagem nova e, hoje, esse portfólio já é responsável por R$ 8 milhões do faturamento do grupo. Seguindo a tendência, em agosto deste ano, o Língua de Gato ganhou recheio e o Nhá Benta, novos sabores (maracujá e avelã). O lançamento fez a venda desses produtos aumentar 70% relação ao ano passado. No entanto, os clássicos da empresa (Nhá Benta na versão com marshmellow, Lajotinha, Língua de Gato e Chumbinho) representam mais da metade do faturamento.

Para explorar ainda mais o poder dos seus doces tradicionais, a Kopenhagen criou o Projeto “Revival”, em comemoração aos 90 anos da marca. Assim, diversos produtos que haviam saído de linha – como a batatinha de marzipã, o Jelly Garden e o Bombom Avelã – voltaram às lojas. O primeiro é um doce de amêndoa em formato de bolinha e coberto com chocolate amargo, que foi o primeiro sucesso da marca, enquanto o Jelly Garden são geleias cobertas com chocolate. Já os clássicos não descontinuados, como o Lajotinha, receberam embalagens iguais às de 1941, quando o bombom foi lançado. Além de todas essas novidades, Renata contou à DINHEIRO que quer transformar algumas das lojas da rede em uma espécie de pâtisserie. Algumas unidades poderão ter, no cardápio, uma calda de avelã diferenciada, por exemplo.

Atenta às mudanças nos hábitos de consumo, com a clientela sempre em busca de alimentos mais saudáveis e com menos açúcares, a executiva também criou novos doces em versões sem lactose, diet e com 70% cacau. Além disso, em breve a Kopenhagen ganha uma linha de produtos funcionais, como barras de proteínas, por exemplo. “É um movimento ainda pequeno no nosso mercado, mas temos que acompanhar as tendências”, diz Renata que ressalta, no entanto, que os clientes que entram nas lojas não estão nada preocupados com as calorias que consomem. “É um momento de prazer”, diz. Ainda assim, ela ressalta que o Nhá Benta – carro-chefe da Kopenhagen – tem apenas 90 calorias.

Nhá benta em produção: clássico da empresa agora vem nos sabores maracujá e avelã (Crédito:Claudio Gatti)

Para colocar todos os planos em prática, o Grupo estima um investimento de R$ 60 milhões para o próximo ano, sendo R$ 10 milhões para a reforma das lojas e R$ 50 milhões em publicidade.

marketing Renata Moraes Vichi conhece o poder da persuasão. Desde que assumiu a vice-presidência do Grupo, em 2004, a verba de marketing aumentou 600%. Formada em administração e publicidade, a empresária levou a empresa de um faturamento de R$ 38 milhões para R$ 1,5 bilhão. O segredo, diz ela, foi dar capilaridade ao negócio e reforçar o conceito da marca. Quando foi adquirida pela família, em 1996, a Kopenhagem já tinha 70 anos de mercado. Dois anos depois da aquisição, Renata, então com 16 anos, começou a trabalhar na empresa, como estagiária. “Eu não sou herdeira. Sou sucessora. E não foi uma sucessão imposta. Essa era a minha vontade”, destaca ela.

A empresária ainda aumentou o portfólio do grupo com a criação da Brasil Cacau, em 2009. Para suportar a produção, que hoje totaliza aproximadamente 6 mil toneladas de chocolate por ano, o grupo transferiu, em 2011, a fábrica de Tamboré, em São Paulo, para um espaço de 33 mil metros quadrados em Extrema, Minas Gerais, a 109 km de distância da capital paulista. A Brasil Cacau tem 380 lojas e é a principal concorrente da Cacau Show, do empresário Alexandre Costa, que teve um faturamento de R$ 3,3 bilhões em 2017. Para o próximo ano, quando a Brasil Cacau completará uma década, estão programadas a abertura de mais 80 unidades, enquanto a Kopenhagem ganhará outras 40 lojas.

Em 2014, a empresária também iniciou uma joint-venture com a marca suíça Lindt. Ela e o pai possuem, juntos, 49% da operação da marca no Brasil. Uma possível abertura de capital do Grupo CRM não é descartada, mas não é o foco da empresa no momento. O que Renata Moraes Vichi deseja agora é que seus chocolates continuem agradando o paladar dos brasileiros.

Chocolate de impacto


Dengo chega ao mercado com proposta social

Uma nova marca de chocolates despontou no mercado em 2017. Ela se chama Dengo e, apesar de ser um nome ainda pouco conhecido, seu idealizador é Guilherme Leal, sócio da Natura, uma das maiores empresas de cosméticos do Brasil. O empresário tem o ideal da transformação social como um dos objetivos. O cacau usado pela Dengo, por exemplo, é comprado apenas de pequenos produtores do sul da Bahia, forma que o empresário encontrou para transformar a realidade da região cacaueira que apresenta um dos piores IDHs do país.

Foto: Divulgação

A Dengo paga até 125% acima do valor do mercado pelo cacau desses produtores, mas tem uma exigência: a qualidade impecável da amêndoa. Isso é garantido por meio de uma minuciosa análise do fruto e do seu alto teor de fermentação – processo pelo qual ele precisa passar para retirar impurezas e acidez. Assim como a Natura, a marca valoriza os ingredientes brasileiros. Os chocolates da Dengo são feitos com cacau e açúcar orgânicos, sem gordura hidrogenada e com recheios de castanha, amendoim, banana e cupuaçu. “A gente não sabe o tamanho que a empresa vai ter, mas a gente sabe o tamanho do impacto que vai causar”, diz o CEO da Dengo, Estevan Sartoreli. A rede começou com apenas sete produtores e hoje tem 126. O cacau produzido por eles é suficiente, por enquanto, para abastecer as seis lojas da marca: cinco em São Paulo (Morumbi Shopping , Shooping JK Iguatemi, Iguatemi Alphaville, Iguatemi Campinas e Pátio Higienópolis) e uma no Rio de Janeiro (Village Mall), além das vendas online. O preço dos produtos varia de R$ 4,80 (barra de 20 gramas) a R$ 60 (mix de sabores de 300 gramas).

INDUSTRIA MOAGEIRA E FÁBRICA DE CHOCOLATE EM ITAJUIPE-BAHIA

TURISTANDO EM GRAMADO-RS.

Filha e netas ‘turistando’ em Gramado, Rio Grande do Sul.

Em cada esquina chocolate, o ano todo.

Cacau Gramado

  

A nova mina de ouro do dono da Natura: chocolate e café ===>>> 08-03-2018

O empresário Guilherme Leal, sócio-fundador da Natura, vai tentar repetir a fórmula que deu origem a uma das maiores empresas de cosméticos do país. Desta vez, a ideia é inovar no mercado de chocolates e cafés especiais.
A entrada no novo ramo foi em junho de 2017 e agora a nova marca, a Dengo, abriu sua segunda loja no shopping JK Iguatemi, um dos mais nobres em São Paulo. A primeira loja-piloto funciona no Morumbi Shopping, também na capital paulista.
Leal é o investidor do projeto, que tem outros dois sócios, entre eles o idealizador do empreendimento, o engenheiro de produção Estevan Sartoreli, que por 12 anos também trabalhou na Natura.
Seguindo, aparentemente, o mesmo caminho que consolidou a Natura, a Dengo busca aproximar pequenos e médios produtores do consumidor final, gerando impacto social e retorno direto para estes produtores, por meio do compartilhamento de parte dos lucros com eles e suas famílias. “É possível fazer diferente e criar modelos sustentáveis que compartilham valor em sua cadeia”, afirma Sartoreli.

O primeiro passo foi encontrar os produtores das melhores amêndoas de cacau. Foi criado o Centro de Inovação do Cacau na Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), entre Ilhéus e Itabuna, na Bahia. Atualmente, a rede integrada já é formada por 120 produtores. Todas as amêndoas são avaliadas neste centro, que chega a rejeitar cerca de 40% da matéria-prima que lá chega. O preço pago pela qualidade superior das amêndoas é significativo. Segundo Sartoreli, a Dengo chega a pagar 70% a mais pelo quilo de cacau.

As receitas foram desenvolvidas pela chocolatière Luciana Lobo, sem adição de essências ou aromas e nenhum tipo de gordura hidrogenada, apenas a manteiga do cacau. O açúcar também vai em quantidades moderadas e, quando necessário, é orgânico. “Mais cacau e menos açúcar é a nossa bandeira”, afirma Lobo.
No portfólio estão as tradicionais barras de chocolate vendidas em seis variações de teor de cacau, de 36% a 75%, além de uma versão sem açúcar. Todas as barras possuem a origem especificada em sua embalagem, com fotos e informações sobre seus produtores. Os bombons são recheados com frutas brasileiras, como cupuaçu, jabuticaba, caju, cajá, e algumas opções sazonais, também cultivadas por estes produtores. Há também as chamadas “quebra-quebras”, grandes placas de chocolate com recheios como banana ou abacaxi com coco, vendidas a granel. Há ainda as pepitas, amêndoas de cacau torradas e drageadas, com coberturas variadas. Os preços dos produtos variam, mas em média o quilo do chocolate sai por R$ 200.
A base das receitas ainda é preparada em Schwyz, cidade suíça onde foram produzidos os primeiros chocolates da marca. O maquinário necessário para que a produção seja feita inteiramente no Brasil, no entanto, já foi comprado.
Além dos chocolates, a Dengo também trabalha com cafés, no mesmo esquema de fortalecimento de produtores locais. Os cafés são produzidos em Minas Gerais e em São Paulo e correspondem, atualmente, a 20% da receita da empresa, cujo valor não é revelado. Os cafés são comercializados em grãos ou moídos, em embalagens de 250g.
O cacau também é utilizado na receita de cervejas, desenvolvida pela Dengo e produzida pela Ashby Cervejaria, em Amparo (SP), e de chás, estes produzidos pela própria empresa com cascas das amêndoas de cacau. Todos os produtos podem ser encontrados no site da loja e é possível, inclusive, escolhê-los de acordo com seus produtores. As entregas são feitas para todo Brasil.

Planos de expansão :: LEIA MAIS »

MOAGEIRA DE CACAU PRONTA PARA PRODUZIR CHOCOLATE

 

Mercado do Cacau

projeto-imperio-do-cacau

ASSIM O CHOCOLATE DE ORIGEM NÃO PODE SER PRODUZIDO.

16 Março 2018  Fonte: A Região

Fiscalização atrasa cacau no porto

Depois da mudança nas regras de fiscalização sanitária para a importação de cacau, no início deste ano, as indústrias processadoras estão com dificuldade para receber cargas já desembarcadas.

Há 20 dias, 15 mil toneladas importados de Gana estão “armazenadas” em caminhões no porto de Ilhéus, aguardando análise laboratorial, segundo a Associação da Indústria Processadora de Cacau (AIPC). Antes, o procedimento não era exigido.

No fim do ano passado, a Secretaria de Defesa Vegetal do Ministério da Agricultura alterou a análise de risco de pragas do cacau importado de Gana, Costa do Marfim e Indonésia, com regras de controle mais rígidas.

O objetivo é dar segurança sanitária à cadeia do cacau, para que a indústria possa importar da Costa do Marfim, após uma suspensão de 6 anos. Mas a mudança também está afetando os desembarques de Gana.

A nova análise de risco prevê que fiscais do ministério coletem amostras para análise. O único laboratório credenciado para esses testes fica no Rio Grande do Sul, distante do polo industrial baiano. Também passou a ser obrigatório o acompanhamento de fiscais no transporte da carga às indústrias e na incineração das sacarias pelas empresas.

Segundo Eduardo Bastos, presidente da AIPC, as indústrias já previam que os novos procedimentos aumentariam a burocracia. O problema é que, como a safra temporã nacional foi baixa, as empresas estão com pouca disponibilidade de cacau.

Nos desembarques de cacau em Ilhéus já foram flagrados cacau mofado, contaminado e até o corpo de um viajante clandestino da África.

Maior fabricante do mundo cria chocolate naturalmente cor-de-rosa

por Bom Gourmet, com colaboração de Amanda Lüder 

O quarto tipo de chocolate foi descoberto pela suíça Barry Callebout e não é colorido artificialmente; grãos de cacau utilizados na fabricação são brasileiros

Publicado em 07/09/2017 às 18Hrs

Compartilhe

 

O chocolate Ruby é naturalmente cor-de-rosa, sem adição de corantes. Foto: Divulgação.

Depois do chocolate amargo, ao leite e branco, chegou um quarto tipo de chocolate: o Ruby. A maior fabricante de chocolate e de produtos de cacau do mundo, Barry Callebout, fez uma descoberta inédita. O chocolate Ruby é naturalmente cor-de-rosa, feito por meio de um processamento que libera a cor e o sabor naturais do grão de cacau. 

O chocolate cor-de-rosa tem um sabor intenso, que não é semelhante ao amargo, aodoce ou ao leite. O sabor é suavemente parecido ao de frutas vermelhas, mesmo sem nenhuma delas ser adicionada.

Segundo o site ameicano Bloomberg, esse novo tipo de chocolate é estudado pela empresa suíça há 13 anos. O site também afirma que os grãos de cacau usados para fabricar o chocolate são do Brasil, Equador e Costa do Marfim. O chocolate ainda não está à venda. A previsão é que chegue às prateleiras em alguns países entre 6 e 18 meses.

A descoberta do Ruby

 

O chocolate Ruby foi lançado no dia 5 de setembro em um evento na China. Foto: Divulgação.

criação do chocolate Ruby se deu após diversas pesquisas com consumidores no Reino Unido, na China, no Japão e nos Estados Unidos. Os estudos apontaram que o novo tipo de chocolate atende às necessidades do novo tipo de consumidor: os millenials, pessoas nascidas entre os anos 1980 e 2000. A novidade foi revelada em um evento exclusivo em Xangai, na China, no dia 5 de setembro.

Hershey e Gourmand Alimentos fecham parceria

A Hershey e a Gourmand Alimentos firmaram parceria para trazer ao mercado brasileiro novos chocolates e produtos exclusivos, diferentes dos já comercializados no país. As novidades chegam às prateleiras em abril com promessa de entrar para o portfólio da importadora como uma das principais linhas no segmento de chocolates e confeitos.

Foto: divulgação.

Com base em pesquisas que apontavam a carência do consumidor brasileiro – principalmente o público viajante – por produtos Hershey vendidos apenas no exterior, a empresa fez uma seleção com várias importadoras durante meses, a fim de introduzir no mercado nacional sua linha de produtos diferenciados. “Nossa expectativa é que as marcas Hershey’s e Reese´s ganhem distribuição em todo o país para conseguirmos mais presença nas prateleiras, com mais alternativa e mais variedades para o consumidor”, afirma Marcel Sacco, diretor geral da Hershey para o Brasil e América do Sul.

A gama de lançamentos Hershey é composta por snacks, confeitos, caramelos, barras de cereais, chocolate sem açúcar, tortinhas e mini tortinhas Reese’s, caldas para sorvetes, entre outros. “Todos são diferentes dos itens já vendidos no Brasil e nenhum deles têm concorrentes locais que ofereçam aos consumidores o mesmo tipo de experiência em relação ao sabor e qualidade”, afirma Marcel, que prevê sucesso para a nova linha de produtos premium.

Já a Gourmand comemora a escolha: “Sermos selecionados entre tantas importadoras, é motivo de felicidade e orgulho. Tudo isso graças à nossa expertise no setor de importação de alimentos e à abrangência na distribuição para supermercadistas de todo o país”, diz Sydney Bratt, diretor da Gourmand Alimentos. A empresa pretende aumentar consideravelmente o volume de vendas a partir de abril.

SHOPPING DO CHOCOLATE DE ORIGEM, UMA OPORTUNIDADE DESPERDIÇADA!

Talvez por se tratar de uma ideia avançada, inteligente, empreendedora, não tenha sido bem assimilada pelos chocolateiros.

Um cenário bem pior seria o interesse das grandes chocolateiras do Brasil, transformarem o espaço em um outlet, para atacadistas, varejistas, e consumidores de doces e chocolates.

Elas não perdem oportunidades de abocanhar mais mercados consumidores.

A CEPLAC UM PONTO FORA DA CURVA.

Proposta de edital para apoio a lavoura cacaueira é tema de reuniãosdr

Representantes da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb) estiveram reunidos, nesta quarta-feira (04), no Centro Administrativo da Bahia, para discutir investimentos, através de um edital, em pesquisas que visem o desenvolvimento da lavoura cacaueira.

De acordo com o chefe de gabinete da SDR, Jeandro Ribeiro, a proposta é conceber um edital que promova a inovação tecnológica da região do cacau para o fabrico do chocolate. “É preciso promover o desenvolvimento científico e a inovação tecnológica para a melhoria do cacau, tanto com tecnologias de pós-colheita, quanto de produção de chocolate. A ideia é que tenhamos equipamentos, máquinas e utensílios voltados para este fim”.

A proposta do edital é financiar projetos de pesquisa em instituições de Ensino Superior – IES ou Centros de Pesquisas e tecnológico, públicos ou privados, localizados no estado da Bahia, que visem desenvolver soluções inovadoras. O desenvolvimento de inovações tecnológicas que assegurem a viabilidade econômica do cacau, como mecanização de práticas agrícolas e um sistema de produção que assegure o aumento da produtividade com a melhoria na eficiência dos processos, foi um dos assuntos discutidos.

O Brasil alcançou o segundo lugar na produção mundial de cacau, sendo a Bahia líder com 86,58% do total, e o mercado vem se caracterizando pela maior presença de consumidores conscientes, que exigem um cacau de qualidade, seja no valor alimentar do chocolate, na inexistência de agentes contaminantes do fruto ou na utilização de processos produtivos ambientalmente sustentáveis. “É necessária a realização de pesquisas com o propósito de transferir competências para os produtores, considerando seus desafios e oportunidades”, disse.

Para o diretor de inovação da Fapesb Lázaro Cunha, as atividades de popularização da ciência no meio rural geram possibilidades para os jovens se manterem no campo. “A possibilidade da Fapesb e a SDR trabalharem juntas nos dá a possibilidade de realizar um trabalho estruturante. Vamos utilizar os conhecimentos da Fundação para ajudar no desenvolvimento rural do estado”.

Estiveram presentes também o titular da Coordenação de Pesquisa, Inovação e Extensão (Cepex), José Tosato, e a coordenadora de Apoio a Tecnologias Sociais e Ambientais da FapesbTalita Assis.  

Na França, Rui diz que Bahia quer ser referência no Brasil para produção de chocolate finos

Rui Costa, governador da Bahia, é entrevistado por Patrícia França do jornal A Tarde. Fotos Mateus Pereira/GOVBA

Rui Costa, governador da Bahia

O governador Rui Costa chegou nesta quarta-feira (26) a Paris. Seu primeiro compromisso foi um almoço com empresários da cadeia do cacau e do chocolate do Brasil que estão na capital francesa para participar do 22º Salon du Chocolat, maior evento do mundial do setor. Durante a reunião foram discutidas ações relacionadas ao desenvolvimento da cadeia. Em seguida, o governador Rui Costa participou de um encontro com representantes dos trades turísticos baiano e francês, na Embaixada do Brasil na França.

No encontro com os empresários da cadeia do cacau e do chocolate, Rui reforçou que é preciso agregar mais valor ao produto feito tanto por grandes cacauicultores como por agricultores familiares.

Turismo e chocolate

Na Embaixada brasileira, que vem dando suporte às ações do Governo da Bahia na França, o enfoque foi a divulgação do Destino Bahia, com destaque para a Costa do Cacau. Durante o evento, o governador concedeu uma entrevista à Rádio França Internacional (RFI). Os temas abordados foram os setores cacau e turismo, principais destaques da viagem de Rui.

Ele ressaltou que na Bahia, turismo e chocolate formam um casamento perfeito. “Falar de cacau na Bahia é falar da história, do processo de desenvolvimento e urbanização da região sul do nosso estado. Estamos aqui para apoiar esse produto tão importante para a economia baiana que já sustentou o estado e hoje se recupera. Nossa meta é verticalizar a cadeia produtiva do cacau, com produção de chocolate fino”, disse à emissora francesa.

Antes do encontro de Rui com o trade, o Governo do Estado promoveu, na Embaixada, uma capacitação para cerca de 40 operadoras francesas sobre as atrações do turismo na Bahia, em especial da Costa do Cacau. O objetivo é atrair um público cada vez maior de franceses que já formam um dos principais grupos turistas a visitar todos os anos o estado.

 

IGUALZINHO AO CHOCOLATE DE GRAMADO-RS.

Grupo Chaves: nova estratégia para voltar ao mercado do chocolate

Por /

O Grupo Chaves, liderado pelo empresário Helenilson Chaves, está voltando ao mercado do helenilsonChocolate com uma nova estratégia, que adota o Cacau de Origem como base na formulação do produto. Recentemente o empresário concedeu a seguinte entrevista.

O Grupo Chaves está voltando ao mercado do chocolate?

Após algumas cicatrizes fechadas, com mais experiência e com uma maturidade estratégica bem definida, acreditamos que chegou a hora de voltarmos sim para o segmento de chocolate, através da produção de cacau de origem, plantado, manuseado e colhido nas nossas fazendas.

Quais seriam essas cicatrizes fechadas?

Porque já participamos deste mercado, com a marca Duffy, produzindo chocolates em nossa indústria localizada em Salvador. Partimos para uma competição direta com os grandes do setor e estrategicamente isso foi um erro. Sofremos muito e perdemos muito dinheiro para introduzir a marca no mercado, chegando a fazer marca própria para Carrefour, Dia %, dentre outras, mas mesmo assim não conseguimos viabilizar o negócio, pois este segmento é de escala e baixíssimas margens. Mas agora, viramos a página, aprendemos e estamos preparados.

O Chocolate será comercializado em lojas franqueadas ou mercados?

Estamos estudando, mas acreditamos que optaremos pelas franquias. Dependerá muito da variedade de produtos.

 Em qual das fazendas do Grupo esse Cacau de Origem será produzido?

A fazenda na qual iniciaremos os estudos, análise, produção, manuseio e colheita do Cacau de Origem será a fazenda Lagoa Pequena, localizada no município de Ilhéus. Bem conhecida, pois há alguns anos foi filmada ali a novela da Globo, Renascer.

Quem vai estar à frente do projeto?

Temos uma equipe técnica na Chaves Agrícola que tem um excelente domínio e conhecimento sobre a produção de cacau, entretanto, o conhecimento das técnicas para cultivo e produção do Cacau de Origem, ainda vamos aprofundar o conhecimento, especializando nossa equipe das fazendas Lagoa Pequena, de Ilhéus; Cachoeira, de Itamaraju; Barra do Cedro, de Floresta Azul, pois queremos ter o Cacau Origem Bahia de cada extremo da nossa região.

Qual sua impressão sobre o 8º Festival Internacional do Chocolate recentemente realizado?

O Festival é uma realidade, uma transformação cultural, um caminho para a evolução, sem falar na atitude empreendedora que é de grande valia para nossa região. Parabéns aos idealizadores, em especial ao jovem Marco Lessa.



anuncie aqui

nao basta

Webtiva.com // webdesign da Bahia
fevereiro 2019
D S T Q Q S S
« jan    
 12
3456789
10111213141516
17181920212223
2425262728  


WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia