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:: ‘China’

“Bolsonaro abandona postura de aversão à China e estreita relações com Pequim

Leonardo Desideri, especial para a Gazeta do Povo Brasília[26/08/2019] [16:08]

(Osaka – Japão, 28/06/2019) Presidente da República, Jair Bolsonaro, durante recepção ao Presidente da República Popular da China, senhor Xi Jinping.rFoto: Alan Santos / PR

Bolsonaro encontra presidente chinês Xi Jinping durante o encontro do G-20, em junho, no Japão: presidente brasileiro irá para a China em breve.| Foto: Alan Santos/PR
Os governos de Brasil e China celebraram em 15 de agosto os 45 anos do reatamento das relações diplomáticas entre os dois países, promovido pelo presidente Ernesto Geisel em 1974. Desde 2009, os chineses são os maiores importadores de produtos brasileiros no mundo, e as relações comerciais entre os dois só cresceram desde então.

Declarações do presidente Jair Bolsonaro em 2018 e sua afinidade com o presidente norte-americano Donald Trump sinalizavam que essa tendência poderia mudar. “A China não está comprando no Brasil, está comprando o Brasil”, disse Bolsonaro em diversas entrevistas, causando temor sobre o possível impacto de sua política externa no comércio Brasil-China.

Os primeiros oito meses de seu governo têm mostrado uma realidade completamente oposta à que se temia: Brasil e China estão estreitando relações diplomáticas e econômicas, num movimento que mostra como a interdependência comercial dos dois países põe qualquer rivalidade ideológica em segundo plano.

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“O fato de Bolsonaro ter adotado uma postura tão ‘antichina’ durante a campanha e não ter feito nada como presidente para se afastar dos chineses mostra a influência da China no Brasil. Elege-se um presidente que quer se afastar, mas os interesses econômicos são tão poderosos que nem assim há mudança”, afirma Oliver Stuenkel, professor de Relação Internacionais da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

O Itamaraty diz que as relações sino-brasileiras hoje são caracterizadas por “interesse recíproco no aprofundamento do diálogo”. Como exemplo desse interesse, o órgão cita “o intenso calendário de troca de visitas de alto nível”, destacando a ida do presidente Jair Bolsonaro à China prevista para este ano e a vinda do líder chinês Xi Jinping ao Brasil, programada para novembro, por ocasião da 11ª Cúpula do Brics (bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).

Em relação à parceria comercial, uma das evidências de que o Brasil tem estreitado seu vínculo com os chineses é o provável aumento na quantidade de frigoríficos que terão certificação para exportar para a China. “Isso é uma maneira de medir a relevância brasileira na China”, diz Stuenkel. Segundo a agência Reuters, a China estuda liberar a importação de carnes de 30 frigoríficos brasileiros, o que significaria um crescimento considerável na quantidade de carnes exportadas pelo Brasil aos chineses.

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De acordo com o Ministério da Economia, a carne é o quinto produto mais exportado para a China pelo Brasil, atrás apenas da soja, dos óleos brutos de petróleo, do minério de ferro e da celulose. Além de fortes parceiros comerciais, Brasil e China colaboram em projetos bilaterais em áreas como espaço, nanotecnologia e energias renováveis.

Para Stuenkel, a dependência do Brasil em relação à China é uma realidade consumada e que cresce a cada ano. “A questão com a China não é se o Brasil vai ou não ser dependente dela, mas como vai gerenciar essa dependência”, afirma. “Qualquer presidente que entra vivencia, independente do que quiser fazer, uma intensificação dessa relação.”

Dentro de alguns meses, um novo elemento poderá tornar o vínculo entre os dois países ainda mais forte: a tecnologia de redes 5G. É bastante provável que o Brasil adote o 5G desenvolvido pela empresa chinesa Huawei, o que, aliás, deverá contrariar os norte-americanos, que têm feito campanha contra a adoção da tecnologia da China pelos outros países.

Em visita ao Brasil, segundo o Valor Econômico, Wilbur Ross, secretário de comércio dos Estados Unidos, alertou autoridades do Brasil sobre os riscos do 5G chinês para a privacidade e a segurança nacional. Recentemente, Donald Trump proibiu empresas americanas de negociar com a Huawei, sob a alegação de que os chineses praticam espionagem.

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Stuenkel aposta que, em breve, o Brasil começará a fazer parte do “Belt and Road Initiative” ou “Um Cinturão, Uma Rota”, uma espécie de Plano Marshall global que o governo chinês está preparando para desenvolver economicamente diversos países. A iniciativa, segundo ele, deverá atingir toda a América Latina e promover uma transformação econômica da região, mas, em contrapartida, aumentar nossa dependência dos chineses. “É muito provável que o Brasil, contrariando os alertas dos Estados Unidos, acabe aceitando fazer parte disso”, afirma.

Nos próximos anos, segundo Stuenkel, o Brasil enfrentará impasses na política externa por conta do alinhamento ideológico com os norte-americanos e a parceria comercial com os chineses. “A tendência é a relação [com os EUA] se dificultar. Os Estados Unidos deverão pressionar o Brasil a tomar decisões, o que será muito custoso. Certamente, o desejo do presidente é se alinhar mais aos Estados Unidos, mas o Brasil é muito dependente da China. Isso não ocorre só no Brasil. Estamos entrando numa espécie de nova Guerra Fria, e o processo de navegar essa realidade vai ser muito complexo.””
Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/republica/bolsonaro-estreita-relacoes-com-china-pequim/
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Por que 9 dias na China me deixaram apavorado…

Cliquem no link abaixo, e entendam o motivo do pavor… 

https://www.linkedin.com/pulse/porque-9-dias-na-china-me-deixaram-apavorado-lucas-marques/ 

Em artigo, André Gustavo Stumph compara várias épocas da China

Transitando entre o capitalismo e o comunismo, a China é um espanto


AG André Gustavo Stumph*

postado em 26/06/2019 16:11

A China vive o dilema de estar entre o capitalismo e o comunismo
(foto: AFP/ Nicolas Asfouri)

Conheci Pequim no mês passado. Fiquei lá por duas semanas. Com mais de 20 milhões de habitantes, para onde se olha a paisagem, é impressionante. Prédios enormes, de estilos variados, avenidas largas, trânsito ao mesmo tempo caótico e organizado, segurança absoluta, um guarda em cada esquina, cidade limpa, arborizada, cheia de canteiros, inclusive de rosas. Não há mendigos, pedintes ou coisa parecida. Transportes pessoal e coletivo impecáveis. Metrô, ônibus elétricos, articulados, além de Ferrari, Tesla, Rolls Royce e tudo que há de melhor no mundo passeia pela cidade. As pessoas são vestidas normalmente. Simpáticas, alimentadas. Vida noturna, do pouco que conheci, rivaliza com qualquer cidade do Ocidente. Enfim, a China com seu capitalismo comunista é um espanto.

Impossível não se lembrar do ocorrido há 45 anos. Na qualidade de repórter, assisti, em Brasília, à solenidade de restabelecimento de relações diplomáticas entre Brasil e China, em 1974. O ministro de Relações Exteriores era Azeredo da Silveira, o Silveirinha, seu assessor de imprensa era Luís Felipe Lampreia, os dois já falecidos. Naquela época, o produto interno do Brasil tinha valor superior ao da China. Hoje, não há comparação. Os chineses já são a segunda economia do mundo, na frente de Alemanha e Japão. Devem alcançar o primeiro lugar dentro de no máximo 20 anos, para desespero dos norte-americanos. O Brasil parou.

Antes de viajar, li o espetacular trabalho de Henry Kissinger, Sobre a China, editora Objetiva. Quem quiser estudar o Império do Meio deve começar por brilhante estudo sobre a personalidade do chinês, a maneira de agir e dos objetivos de seu governo. O país possui o maior exército do mundo (2,5 milhões de soldados), mas não é beligerante. Gosta de projetar seu poder. E, nos últimos 20 séculos, em apenas dois deixou de figurar como a maior economia do planeta. Precisamente nos séculos 19 e 20, quando se abriu para os estrangeiros. Obra interessante também é O homem que amava a China, de Simon Winchester, Companhia das Letras, que trata da fantástica história de Joseph Needham, excêntrico cientista inglês que desvendou os mistérios do Oriente. Produziu obra notável, de sete volumes, Ciência e civilização na China, publicada por Cambridge University Press.

Tanto Kissinger quanto Needham insistem em que tudo o que se chamou de moderno depois do fim da Idade Média no Ocidente já existia na China há séculos. O ábaco, uma máquina de calcular, é coisa de 2 mil anos atrás. Pólvora, bússola, instrumentos de navegação são conhecidos naquelas bandas há muito tempo. Aliás, os chineses iniciaram as grandes navegações. No século 15, chegaram à África. Alguns historiadores sustentam que eles alcançaram a costa oeste do atual Estados Unidos. Projetar um futuro radioso é a tarefa do presidente da China, o poderoso Xi Jinping. Ele estima que, até 2040, não haverá um chinês pobre. É por essa razão que eles lançaram um programa chamado Belt and Road — cuja melhor tradução seria a nova rota da seda.

O projeto é investir pesadamente em obras de infraestrutura, portos, ferrovias e rodovias, para alavancar monumental corrente de comércio cujo epicentro venha a ser a China. Ou seja, ligar a Europa à Ásia. E o resto do mundo, por gravidade. O Brasil entra nessa operação como fornecedor de alimentos e matéria-prima. E também como importador. A China tem 21% da população mundial. Sua receita é crescer sempre, sem perturbação social. Seria perder tempo. É fundamental criar empregos e lutar contra a poluição (em Pequim, as pessoas usam máscaras). O regime político é de partido único, que implica jornal único e pensamento único. Tudo isso, passado, presente e futuro, fazem da China o grande enigma dos nossos tempos. Aqui, nesta desolada esquina do mundo, nos resta observar de muito longe (são 23 horas de voo) o fenômeno.

* Jornalista 

Vice-ministro chinês é eleito novo diretor-geral da FAO

Qu Dongyu vai substituir o brasileiro José Graziano

Publicado em 23/06/2019 – 11:02

Por Alex Rodrigues – Repórter da Agência Brasil  Brasília

O vice-ministro de Agricultura e Assuntos Rurais da China, Qu Dongyu, foi eleito hoje (23) o novo diretor-geral da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). Dongyu recebeu 108 dos 191 votos e venceu, já no primeiro turno, os candidatos da França, Catherine Geslain-Lanéelle, e da Geórgia, David Kirvalidze.

Nascido em 1963, Dongyu vai substituir o brasileiro José Graziano que, desde 2012, comandava a organização por dois mandatos sucessivos. Defensor de maior alinhamento das políticas da FAO com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030, o chinês contou com o apoio de países como Brasil, Argentina e Uruguai. Ele será o nono diretor-geral desde que a organização foi fundada. Seu mandato terá início em 1º de agosto de 2019, com previsão de término em 31 de julho de 2023.

Brasil

Na última sexta-feira (21), após se reunir com Dongyu em Roma, onde acontece a 41ª conferência da FAO, a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Brasil, Tereza Cristina, se comprometeu a trabalhar para convencer os representantes de outros países a votarem no então candidato chinês.

“Só se ganha uma eleição quando se conta o último voto. Vamos trabalhar juntos”, disse a ministra na ocasião. Para o Brasil, contou a favor de Dongyu sua defesa do uso de tecnologia para fortalecer a agricultura e a promessa de, se eleito, garantir maior apoio da FAO aos estados membros. O chinês prometeu ainda criar programas específicos para mulheres e jovens agricultores.

A FAO

Criada em 1945, a FAO atua como uma organização intergovernamental na qual os 194 países-membros, mais a Comunidade Europeia como bloco único, discutem e estabelecem normas internacionais, negociando acordos e promovendo iniciativas estratégicas de modernização das atividades agrícolas, florestais e pesqueiras com o objetivo de erradicar a fome no mundo e garantir a segurança alimentar.

Saiba mais

Edição: Paula Laboissière

China pretende ampliar investimentos no Brasil

Internacional

Chineses querem conhecer projetos de privatização

Publicado em 27/04/2019 – 18:47

Por José Romildo – Repórter da Agência Brasil  Brasília

Brasília: O embaixador da China, Yang Wanming, durante o Fórum de Think Tanks China-Brasil. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O evento, realizado na Embaixada da China, em Brasília, discutiu as oportunidades de negócios existentes no Brasil, que podem ser integrados à Nova Rota da Seda, programa de investimentos chineses previsto para as próximas três décadas. O programa engloba financiamentos de centenas de bilhões de dólares.

Brasília: O embaixador da China, Yang Wanming, durante o Fórum de Think Tanks China-Brasil. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O embaixador da China, Yang Wanming, no Fórum de Think Tanks China-Brasil – Marcelo Camargo/Agência Brasil

O embaixador Yang Wanming disse estar muito otimista com o futuro das relações de seu país com o Brasil, e ressaltou que a visita do presidente Jair Bolsonaro à China, prevista para este ano, dará mais motivos para o fortalecimento das relações entre  os governos chinês e brasileiro.

De acordo com o embaixador, os empresários chineses terão oportunidade de conhecer melhor as oportunidades de investimentos no próximo dia 9 de maio, quando se reunirão com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, para tomar conhecimento sobre os planos de privatização e licitação de projetos de transportes a serem realizados pelo governo brasileiro.

Wanming lembrou que as relações entre Brasil e China já duram 45 anos. Os dois países, segundo ele, podem celebrar grandes avanços nos planos político, econômico, cultural e esportivo. “Em 2018, o volume de trocas comerciais entre China e Brasil superou US$ 100 bilhões”, disse.

Participaram do fórum empresários, representantes do governo e acadêmicos dos dois países.

Edição: Maria Claudia

Conab: aumento das exportações de soja pode afetar mercado interno

Os produtores brasileiros de soja devem encontrar bom mercado para comercialização de sua colheita. As exportações nos dois primeiros meses de 2019 chegaram a 8,24 milhões de toneladas, segundo a Secretaria de Comércio Exterior. Comparado com o mesmo período nos dois últimos anos, quando as vendas brasileiras para o exterior ficaram próximas a 4,4 milhões de toneladas, os embarques praticamente dobraram.

Soja no navio

 

“O principal destino da oleaginosa continua sendo a China. Do total vendido, cerca de 7 milhões foram enviadas apenas para o país asiático”, afirma o analista de mercado da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Leonardo Amazonas. “Mesmo com o comprometimento chinês de comprar mais 10 milhões de toneladas da oleaginosa norte-americana, a procura pelo produto brasileiro continua intensa”, garante.

Amazonas ressalta que, caso ocorra uma nova operação entre os dois países, poderá ser realizada apenas a partir da próxima safra americana (2019/2020). Além disso, o técnico indica que as exportações dos EUA para a China, na safra 2018/2019, permanecem menores que o registrado nas últimas seis safras.

“Para se ter uma ideia, em 2017 a China adquiriu cerca de 31 milhões de toneladas de soja dos Estados Unidos, e apenas 8,36 milhões em 2018. Com a trégua entre os dois países em dezembro do ano passado, a aquisição chinesa poderia voltar a crescer, porém, ainda que cheguem a um patamar de 20 milhões de toneladas em 2019, seria um quantitativo abaixo do normal”, reforça o analista.

De acordo com dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (Usda), neste ano a China deve importar 88 milhões de toneladas de soja. Confirmando-se que 20 milhões de toneladas do produto virão do mercado norte-americano, o país asiático ainda importaria 68 milhões de toneladas do Brasil e outros países. “Estima-se que, caso não haja um acordo no conflito entre os dois países, o Brasil poderá chegar a um valor de exportação para a China próximo a 59 milhões de toneladas em 2019”, pondera Amazonas. “Este índice é menor que o exportado no ano de 2018, de 68 milhões de toneladas, mas ainda seria maior que o valor de 2017, que foi de 53,79 milhões de toneladas”.

Mercado Interno – A análise considera também a questão da demanda interna, uma vez que o aumento de 11% na mistura com o biodiesel, prevista a partir de junho deste ano, pode diminuir a quantidade de grão destinada ao óleo de soja. “Além disto, teremos um aumento na expectativa de exportações de carnes, principalmente para Rússia e China. Isto faz com que o consumo do farelo de soja também aumente em 2019”, destaca o analista. “E a estimativa é de que o Brasil consuma aproximadamente 44 milhões de toneladas de grãos internamente”.

De acordo com o último levantamento da safra de grãos 2018/2019, divulgada pela Conab neste mês, a produção da soja deve ser de 113,5 milhões de toneladas. A quebra de safra brasileira se deve a problemas climáticos enfrentados nos estados que cultivam a oleaginosa, como Paraná, Goiás, Mato Grosso do Sul e na região do Matopiba, principalmente na Bahia.

VICE-GOVERNADOR CONVIDA ALBAGLI PARA INTEGRAR COMITIVA QUE VAI À CHINA

O Vice-Governador e Secretário de Planejamento do Estado, João Leão, convidou o presidente do PR de Ilhéus, Isaac Albagli, a integrar a comitiva que irá à China participar de um Fórum Internacional a se realizar entre os dias 6 e 8 de dezembro na cidade/estado de Tianjin. O tema do encontro versará sobre conectividade terrestre e marítima para o desenvolvimento, objetivando a oportunidade de fortalecer a cooperação em curso entre a Bahia e Tianjin, sobretudo nos setores portuário e de logística. Paralelo a esse encontro, haverá uma rodada de negócios em torno da ZPE de Ilhéus, onde estarão presentes vários empresários interessados no projeto.

O presidente da Associação Brasileira de Zonas de Processamento de Exportação – ABRAZPE, Helson Braga, em correspondência enviada ao Vice Governador, manifestou satisfação com o convite feito a Albagli, destacando que o mesmo “foi um dos pioneiros na luta pela implantação das Zonas de Processamento de Exportação no Brasil, ainda no final dos anos 80, e foi o grande responsável pelas tratativas que levaram à criação da ZPE de Ilhéus.” Braga destacou ainda que Albagli “poderá dar uma contribuição significativa nas conversações a serem mantidas com as autoridades e empresários chineses”.

Atrair indústrias e promover a geração de emprego e renda para Ilhéus e região é o principal objetivo da ZPE (Zona de Processamento de Exportação) no município. Vale ressaltar que a Zona de Processamento foi instituída em 1987, durante a primeira gestão do ex-prefeito de Ilheus, Jabes Ribeiro.

E ASSIM A CHINA VAI AVANÇANDO!

Governo conhece ferramentas chinesas de tecnologia da informação

A comitiva do Governo da Bahia conheceu na tarde deste sábado, na China, (madrugada em Salvador), a sede da empresa Huawei, em Pequim. Na ocasião, foi apresentada ao governador Rui Costa os produtos da empresa em diversas áreas, como Segurança, Educação e Saúde. 

A Huawei é uma fornecedora global de soluções de tecnologia da informação e comunicação (TIC). Os produtos da empresa são usados em mais de 170 países e regiões, atendendo a mais de um terço da população mundial. A Huawei possui 16 Centros de Pesquisa e Desenvolvimento instalados em todo o mundo.

“Conhecemos os produtos de ponta da empresa para avaliarmos de que forma podemos usar na Bahia, em atividades como telemedicina, monitoramento de ruas e nas escolas estaduais”, explicou o governador. 

Acompanharam o governador os secretários estaduais Walter Pinheiro (Educação), Jaques Wagner (Desenvolvimento Econômico), Bruno Dauster (Casa Civil) e Fábio Vilas-Boas (Saúde).

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