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:: ‘CEPLAC’

LUTANDO PELA CEPLAC COMO SE DEVE!

“Foi Assim: Memórias de 20 estudantes que passaram pela EMARC no período de 1969/1971”.

Os ex-alunos da EMARC, Fernando Berti Sanjuan e José Rezende Mendonça, lançarão o livro “Foi Assim: Memórias de 20 estudantes que passaram pela EMARC no período de 1969/1971”.

No livro constarão depoimentos de ex-diretores, ex-professores, de ex-alunos, memórias e relatos do dia-a-dia da EMARC com fotografias de acervo.

A ATEFFA participou do patrocínio para a edição do livro, que já está no prelo, aos cuidados da Via Litterarum Editora.

O livro será lançado na reunião de comemoração dos 50 anos de ingresso da turma de técnicos agrícolas da EMARC/1969-1971, que ocorrerá nos dias 6 e 7 de setembro, em São Jorge dos Ilhéus.

Fernando Sanjuan e José Rezende

RÉQUIEM PARA A INANIÇÃO DA CEPLAC.

Tive orgulho em trabalhar 11 anos nessa instituição. Tudo funcionava bem.

Deixei-a em 1985, e não faziam mais concursos há um bom tempo.

Em várias visitas posteriores, fui notando o esvaziamento da mesma no seu patrimônio mais importante, os funcionários. 

Corredores vazios, laboratórios e áreas administrativas também.

Dos funcionários restantes, mais de 50%  contam com tempo de aposentadoria, segundo informações já vão faze-la.

O que vai ser da CEPLAC?

Deixo a pergunta no ar…

A CEPLAC e sua lágrima….

Postagem de Bolsonaro falando da CEPLAC há pouco.

Atualmente, 90% da produção nacional do cacau está concentrada nos estados da Bahia e do Pará. O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), via Ministro Gustavo Canuto e a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac) identificaram o potencial dessas regiões e disponibilizam apoio técnico para estruturar a cadeia produtiva local por meio do Programa Rotas de Integração Nacional.

No Brasil, o cultivo concentra-se, principalmente, em dois polos: Litoral Sul da Bahia, que abrange 26 municípios na Mata Atlântica; e Transamazônica, englobando 11 cidades paraenses na região da Floresta Amazônica. Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, o País é o 7º maior exportador do produto no mundo. A agregação de valor do cacau supera 2.000% desde a amêndoa até o chocolate e a cadeia produtiva movimenta R$ 20 bilhões no território nacional.

O objetivo do MDR é impulsionar a produção em sistemas agroflorestais (SAFs) e contribuir com a produção de riqueza – bens e serviços – e sustentabilidade das regiões. A atividade gera emprego, especialmente na agricultura familiar e extrativista em regiões de baixa renda. As Rotas de Integração Nacional são estratégia fundamental da Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR) e contribuem com o desenvolvimento e inclusão socioeconômica de municípios menos desenvolvidos. As Rotas atuam na estruturação produtiva e na integração econômica das regiões. Com isso, ampliamos nossa participação nos mercados nacionais e internacionais de produção, consumo e investimento.

As Rotas promovem capacitações; possibilitam acordos de cooperação com universidades para difusão de conhecimento e tecnologias; contribui com a organização dos agricultores familiares, empresários e órgãos públicos e privados de fomento ao desenvolvimento. É fundamental disponibilizarmos esse planejamento e mão de obra capacitada no campo, na indústria e serviços.

O cacau paraense possui alto índice teor de manteiga e o iguala ao padrão do mercado internacional, diferencia-se, principalmente, pelo fato de o cacau amazônico estar em seu bioma de origem e na linha do Equador.

O cacau é uma grande alavanca no desenvolvimento do Pará e uma alternativa para desenvolver a Amazônia de forma sustentável, já que seu cultivo pode recuperar áreas degradadas. É uma forma, também, de reduzir o êxodo rural, uma vez que é uma cultura perene e mantém as pessoas durante bastante tempo nesta tradição.

A sustentabilidade no cultivo do fruto é graças ao sistema de plantio denominado Cabruca – 65% sol e 35% sombra das plantas, o que garante a utilização de árvores e replantio. Dessa forma, não é necessário fazer nenhum tipo de desmatamento e, ainda, promove a recuperação e reflorestamento de áreas degradadas.

MEDIDA PROVISÓRIA Nº 870, DE 1º DE JANEIRO DE 2019 – Diário Oficial da União

https://mail.google.com/mail/u/0?ui=2&ik=d1b0802bba&attid=0.1&permmsgid=msg-f:1621593692379807325&th=16810edf244ffe5d&view=att&disp=inline&realattid=16810b5e4b6135791e51

 

MP 870 DETERMINA RETORNO DA CEPLAC COMO ÓRGÃO SINGULAR AUTÔNOMO


ENVIADA EM: 02/01/2019 00:30HS
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Contrariando as expectativas de um possível rebaixamento de classificação no MAPA, foi publicada hoje 01/01/2019 MP 870, onde determina o retorno CEPLAC como órgão singular autônomo. Todos os componentes da atual gestão da entidade, desempenharam papel fundamental para tomada de decisão dos governantes, destacando o diretor Geral Juvenal Maynard.

A medida faz parte dos primeiros atos do governo Bolsonaro que apresenta um forte propósito em fortalecer o setor.

FONTE: mercadodocacau

O POLVO CACAUEIRO

Luiz Ferreira da Silva

Pesquisador aposentado da CEPLAC

luizferreira1937@gmil.com

O polvo é um molusco marinho que possui oito braços e, como são usados na locomoção, caracteriza-se como octópodes.

Na atual situação de debacle em que se encontra a região do cacau, até se pode fazer uma correspondência com a apreciada guloseima, haja vista tantos problemas que lhe afeta, discriminados em 8 pernas que vem travando a economia do cacau:

  1. CEPLAC fragilizada, não mais atendendo aos produtores como fazia anos atrás;

  2. Produtor endividado, com seu patrimônio hipotecado e, logicamente, sem condições de investir em suas roças;

  3. Vassoura-de-bruxa “varrendo” os cacauais, necessitando de práticas integradas de controle e material genético tolerante;

  4. Falta de lideranças, substituídas por uma “ruma” de associações que pouco se entendem e não possuem um norte fixo pragmático, batendo recordes de reuniões infrutíferas per capta;

  5. Lavouras velhas necessitadas de replantação, constituindo meio de cultura favorável aos “vassoureiros” (roças infestadas com o mal);

  6. Ministério da Agricultura inapto e inepto, preocupado mais em penduricalhos, numa fobia de mudança estrutural, sem saber o que fazer com a CEPLAC;

  7. Políticos baianos de muita conversa e pouca ação, sem compromisso com a região e despreparados no tema, desde o Governo ACM, e finalmente;

  8. A crise brasileira com o déficit das contas públicas beirando os 150 bilhões de reais, numa luta titânica de sobrevivência fiscal, sem muito gás para socorrer a lavoura do cacau baiano.

Dessa forma, através desse fictício polvo vegetal se expressa a realidade da região sul baiana – caótica e de difícil solução – que, a cada ano, se agrava, podendo alcançar um nível “one way” (sem retorno), haja vista que a atual crise é bem mais complexa que as anteriores. Hoje, as ventosas daqueles tentáculos estão mais profundas e com mais força de fixação.

É preciso se contextualizar o processo avançado de degradação da lavoura cacaueira num processo contínuo, seja pelo envelhecimento das plantações, seja pela falta de investimentos tecnológicos. Pelo outro lado, não há nenhuma política pública para reverter o atual cenário, que passa pela solução das dívidas dos produtores.

 As informações (Bahia Rural), fim de 2017, dão conta da queda vertiginosa da produção e redução da produtividade média das plantações. Isso significa não só a perda da hegemonia baiana, pois o Estado do Pará deve assumir a liderança nacional do cacau, mas também a inviabilidade do cultivo, mercê de uma produtividade aquém de 30 arrobas por hectare.

A região ainda não se apercebeu de tal gravidade. Espero que, como se trata de uma região banhada pelo oceano, a figura do polvo com seus olhos abertos, possa lhe servir de alerta. (Maceió, AL, 18-12-2018)

 

Ordem de Juvenal detona crise na Ceplac ===>>> 08-02-2017

 Fonte: Jornal A REGIÃO

protesto-ceplac

Com funcionários revoltados com o despejo do Centro de Extensão da Ceplac. Eles se uniram a produtores de cacau, lideranças classistas e sindicais num protesto em frente ao prédio do Centro de Extensão para iniciar um movimento em defesa da integridade da Ceplac.

O grupo quer “proteger a imagem e os patrimônios físico, moral, científico e cultural da Ceplac que ora se vêem ameaçados e denegridos por atitudes, gestos e ações do diretor da instituição Juvenal Maynart Cunha”. O alvo do protesto foi o Despacho Nº 03184.00032/2016-68.

Expedido por Maynart sem discussão, ele ordena a desocupação em 30 dias do prédio do Centro de Extensão Rural da Ceplac – CENEX para ser ocupado pela Universidade Federal do Sul da Bahia – UFSB. O jornal A Região já tinha alertado para a decisão há duas semanas.

Os servidores reclamam que não houve nenhuma chance de diálogo ou discussão do assunto com Maynart. Dirigentes regionais da própria Ceplac e entidades do funcionalismo tentaram o diálogo com o diretor e esbarraram numa posição inflexível, de ser “ponto de honra” o despejo.

As entidades alertam que os serviços do Centro de Extensão não podem ser adaptados com facilidade em outro local, especialmente no CEPEC, para onde querem transferi-los. A própria direção do CEPEC afirma, em nota oficial, que isto é impossível.

Ameaçados :: LEIA MAIS »

UMA INSTITUIÇÃO CHAMADA CEPLAC – RETROSPECTIVA

ceplac

DO TEMPO QUE A CEPLAC AINDA NÃO ERA PALANQUE POLÍTICO!

Tudo funcionava como um relógio, tinha Orçamento próprio, gerado pelo Fundo de Retenção de 10%. 

Duas patrulhas mecânicas, rasgando, e conservando estradas vicinais por toda a região.

Pesquisadores correndo o mundo, estudando melhorias do solo, e genética dos frutos (cacau).

Os políticos eram bem recebidos, como ‘visitas’.

Então, a politicagem entrou pelo portão principal, era o começo do debacle. No seu rastro veio a Vassoura de Bruxa.

Nem vou me alongar, o resto vocês estão cansados de saber…

A CEPLAC e sua lágrima….

Ministério da Agricultura publica portaria que autoriza criação de GT para discutir revitalização da CEPLAC

Reunião ampla no Ministério da Agricultura.

Foi publicada na edição desta sexta-feira (2), do Diário Oficial da União, a portaria do Ministério da Agricultura que autoriza a formação de GT (Grupo de Trabalho) para discutir o processo de reestruturação da Ceplac (Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira).  A previsão é que o relatório final dos trabalhos seja apresentado no prazo de 90 dias, contados a partir da data de publicação da portaria.

A proposta de criação do grupo para estudar a situação da instituição foi apresentada durante reunião no dia 23 de maio, em Brasília, ao secretário-executivo Eumar Novacki, por uma comissão composta pelo deputado estadual e presidente da Comissão de Agricultura da ALBA (Assembleia Legislativa da Bahia), Eduardo Salles, juntamente com o vice-governador da Bahia, João Leão, o deputado federal Davidson Magalhães, o deputado estadual Gika Lopes, e uma comissão de funcionários da Ceplac.

“Este é o primeiro passo rumo à construção de uma nova Ceplac. Na audiência com Eumar Novacki, ressaltamos a importância desse grupo de trabalho para que sejam compreendidas as necessidades da instituição e quais soluções podem ser adotadas a curto, médio e longo prazo”, ressalta Eduardo Salles.

De acordo com a portaria, o GT será formado por seis membros: coordenador-geral de Desenvolvimento Institucional; representante da Coordenação-Geral de Desenvolvimento Institucional; representante da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária; representante da Secretaria de Mobilidade Social, do produtor rural e do Cooperativismo; representante da Secretaria de Política Agrícola; e representante do Departamento da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira. :: LEIA MAIS »

Ministério da Agricultura criará comissão para discutir revitalização da Ceplac

Reunião no Ministério da Agricultura

O projeto de revitalização da Ceplac (Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira) e a situação da produção do cacau no país foram temas de duas audiências realizadas em Brasília na última terça-feira (23), e que contaram com a participação do deputado estadual e presidente da Comissão de Agricultura da ALBA (Assembleia Legislativa da Bahia), Eduardo Salles.

Em reunião com o ministro em exercício da Agricultura, Eumar Novacki, o parlamentar, juntamente com o vice-governador da Bahia, João Leão, o deputado federal Davidson Magalhães, o deputado estadual Gika Lopes, e uma comissão de funcionários da Ceplac discutiram o futuro da instituição e a necessidade de medidas urgentes para preservar o trabalho que vem sendo realizado nos seis estados de atuação: Bahia, Espírito Santo, Pará Rondônia, Amazonas e Mato Grosso.

O grupo sugeriu ao ministro que seja criada uma Comissão para estudar a situação da Ceplac e a proposta foi aceita.  Eumar Novacki garantiu a publicação da portaria com a nomeação dos membros que formarão a Comissão já em 5 de junho, dia Internacional do Cacau.  “Esse é um compromisso que o ministério está assumindo com vocês, de formar a comissão e avaliar quais ações podem ser adotadas”, garantiu o ministro interino.

Eduardo Salles aproveitou a ocasião para agradecer a visita de Novacki à Ceplac, em setembro do ano  passado, quando estiveram juntos, e exaltou a importância do órgão.”A Ceplac não é simplesmente uma pesquisadora ou extensionista de cacau, é uma agência de desenvolvimento regional e se tornou referência para toda uma região. Além disso, hoje, nós (o Brasil) somos  um dos maiores produtores do mundo de graviola, graças a Ceplac, porque essa fruticultura foi desenvolvida e estimulada pela instituição”, ressaltou o parlamentar.

O vice-governador e secretário de Planejamento da Bahia, João Leão, também destacou a contribuição da Ceplac para o estado. “A Ceplac era uma das grandes alavancas da Bahia, pois a partir dela se introduziu diversas culturas no estado. Hoje, a situação é preocupante, pois a instituição está abandonada e temos a obrigação de encontrar uma solução”, destacou.

MANIFESTO PELA REVITALIZAÇÃO :: LEIA MAIS »

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