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:: ‘Casos & Causos’

FÁBULAS DE ESOPO OU CONTOS DA CAROCHINHA?

Era uma vez, num lugar do interior da Bahia, onde a história política sempre aprontava surpresas, fala-se agora que o Visconde das Pedrinhas, vai se unir com seu arqui rival o Tenente Cumalazarte, para, juntos tomarem o poder do Capitão Zebedeu, que teve a ousadia de se apossar do Vilarejo das Taboqueiras.

CASOS & CAUSOS – JOÃO ‘GENTILEZA’

Praia da Catedral.

Pense num cara grosso, mais grosso que cano de passar cocô, assim era João ‘Gentileza’, para alguns Ministro da Educação.

Rude, grosso, mal educado, ignorante, o nosso João era cheio de folclores.

Trabalhava no bar dos Bancarios, quando ainda era na hoje Casa de Jorge Amado. Depois continuou por algum tempo quando os Bancarios (Clube) foi transferido para suas novas instalações, onde hoje é o Ilhéus Iate Clube. Depois criou o famoso Caranguejo do João, na Avenida 2 de Julho.

Mas o nosso João tinha uma habilidade incomum com a bola, matava no peito, colocava na nuca, embaixadinha com os dois pé, um de cada vez, de joelho, de cabeça, fazia misérias com a bola.

Durante o horário de verão, tinha o famoso baba do outeiro, só jogava gente boa de bola, o baba era geralmente 5h. ou  5 e meia da tarde  dependendo da maré que ia ate pertinho da Catedral (foto, clique e amplie). O nosso João estava por alí no aquecimento, fazendo misérias com a pelota, botaram olho nas habilidades dele e Zequinha Onça o escolheu de prima.

Rapaz, quando esticaram a primeira bola pro nosso ‘Gentileza’ ele mostrou que não sabia nada de futebol, tropeçou na bola, escorregou e se destabacou na areia dura, se ralando todo. Foi expulso do baba na mesma hora, quase embaixo de porrada.

Este preâmbulo todo é pra dizer que estão escolhendo um baba, cheio de João ‘Gentileza’.

HISTORINHAS DE UMA CIDADE SUL BAIANA.

Era uma vez….

Uma cidade no sul da Bahia, onde tinha uma órgão cheio de traquinagens.

A moça dos pagamentos, fazia os processos e entregava ao pagador, este colocava os processos embaixo do braço para analisar.

De noite se reunia com seu mestre e seu criador, para fazer o ‘sorteio’ de quem ia receber.

CURUCA – O INFAME.

Pense num daqueles personagens sórdidos, criados por Nelson Rodrigues, assim era Curuca – O infame.

Quando sóbrio, o que era raro, sempre servil e subserviente, era capaz de lavar as calçolas da patroa.

Quando estava bêbado, o que era a rotina, virava o capeta.

Aproveitado-se do seu físico avantajado, não respeitava ninguém, xingava qualquer um, não tinha consideração nem com seus protetores, era o cão chupando manga.

Uma das suas lambanças históricas, passo a contar:

Bêbado, escornado na calçada, cachorro lambendo a boca, veio um ladrão e deu um bacujelo nos seus bolsos, não encontrando nada.

Abusado como ele só, murmurou sacaneando o ladrão:

– Abestalhado, o dinheiro está no sapato.

O ladrão escutou, voltou, roubou o sapato, o dinheiro, as meias, mijou em cima dele, e deu-lhe um soco no olho pra deixar de ser safado.

contador free

nao basta

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