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:: ‘Brasil’

Bolsonaro no Twitter comenta empréstimos do BNDES

Publicado em 18/01/2019 – 09:03

Por Heloisa Cristaldo – Repórter da Agência Brasil  Brasília

(Brasília – DF, 15/01/2019) Presidente da República, Jair Bolsonaro durante Reunião do Conselho de Governo.
Foto: Alan Santos/PR

O presidente Jair Bolsonaro divulgou hoje (18) na sua conta pessoal do Twitter link do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) que identifica os 11 países que usaram recursos do banco e as razões para esse empréstimo.“Ainda vamos bem mais a fundo! BNDES divulga interessante link identificando os países que usaram os recursos financeiros do Brasil e os motivos dos empréstimos. Tire suas conclusões, escreveu na rede social.A página do BNDES apresenta o detalhamento de contratos com Angola, Argentina, Costa Rica, Cuba, Equador, Gana, Guatemala, Honduras, México, Moçambique, Paraguai, Peru, República Dominicana, Venezuela. Segundo o banco, o país ou empresa importadora assume a responsabilidade de pagar o financiamento ao BNDES, com juros, em dólar ou euro. Por isso, os contratos de financiamento à exportação envolvem três partes: a empresa brasileira exportadora, o importador e o BNDES.Durante a campanha eleitoral Bolsonaro, afirmou que iria “abrir a caixa preta do BNDES e de outros órgãos”. No início deste mês, o presidente foi às redes sociais reafirmar o compromisso de “revelar ao povo brasileiro o que feito com seu dinheiro nos últimos anos” e disse que muitos contratos seriam revistos.

Empréstimos

Segundo o BNDES, o órgão financia exportações de engenharia brasileira para obras no exterior desde 1998. Os recursos do BNDES envolvidos nessas transações são sempre liberados no Brasil, em reais, para a empresa brasileira exportadora.

Edição: Valéria Aguiar

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Bolsonaro faz terceira reunião ministerial em duas semanas

Publicado em 15/01/2019 – 07:11

Por Agência Brasil  Brasília

Em duas semanas de governo, o presidente Jair Bolsonaro faz hoje (15) a terceira reunião ministerial. Será a primeira após a confirmação dos nomes para a liderança do governo na Câmara, o deputado federal Major Victor Hugo (PSL-GO), e do porta-voz, general Otávio Santana do Rêgo Barros.A reunião do Conselho de Ministros ocorre horas antes da cerimônia de assinatura do decreto que flexibiliza a posse de armas, segundo a Casa Civil. O texto regulamentará a posse de armas de fogo no país, uma das principais promessas de campanha do presidente da República.

O decreto refere-se exclusivamente à posse de armas. O porte de arma de fogo, ou seja, o direito de andar com a arma na rua ou no carro, não será incluído no texto. A previsão é que seja facilitada a obtenção de licença para manter armas em casa.

Os detalhes do decreto, entretanto, não foram divulgados pela Casa Civil. A expectativa é que conceda 10 anos de prazo para renovação do registro de arma de fogo.

Fraudes

É aguardada para esta semana a edição da medida provisória (MP) que pretende reduzir de R$ 17 bilhões a R$ 20 bilhões as perdas na seguridade social até dezembro. Após reuniões no Palácio do Planalto, o secretário especial da Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, afirmou que há mais de 2 milhões de benefícios que devem ser auditados pela Receita Federal.

Segundo Marinho, são benefícios que têm indícios de ilicitude e devem passar por um mutirão de investigação. “Há relatórios de ações anteriores, inclusive convalidados pelo TCU [Tribunal de Contas da União], que demonstram uma incidência de 16% a 30% de fraudes nesse tipo de benefício”.

Liderança

Ontem (14), Bolsonaro confirmou, por meio de sua conta no Twitter, a escolha do deputado federal Major Vitor Hugo (PSL-GO), de 41 anos, para ocupar a liderança do governo na Câmara.

É o primeiro mandato do parlamentar, que tem dito aos mais próximos que seu ingresso na vida política foi incentivado pelo presidente da República.

Porta-voz

O general Otávio Santana do Rêgo Barros será o porta-voz da Presidência da República, segundo a Secretaria de Governo. O militar era o chefe do Centro de Comunicação Social do Exército, cargo que ocupava desde 2014.

Como chefe do centro, Rêgo Barros foi um dos principais assessores do então comandante do Exército, general Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, que deixou o posto na semana passada e vai integrar a equipe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), a convite do presidente.

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Edição: Renata Giraldi e Graça Adjuto

Governo terá conselho para analisar demarcações de terras indígenas

Propostas são avaliadas por quatro ministérios

Publicado em 09/01/2019 – 10:55

Por Gilberto Costa – Repórter da Agência Brasil  Brasília

O governo iniciou a revisão da política de demarcações de terras indígenas. A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Tereza Cristina, se reuniu com os ministros Augusto Heleno (Segurança Insitucional), Ricardo Salles (Meio Ambiente) e Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos).

Eles trataram sobre a criação – por meio de decreto presidencial – de conselho interministerial que vai analisar demarcação fundiária em caso de terra indígena por meio de decreto presidencial.

A reunião foi ontem (8) à tarde. De acordo com a Fundação Nacional do Índio, atualmente existem 462 terras indígenas regularizadas em todo o país.

Essas áreas totalizam mais de 1 milhão de quilômetros quadrados (maior que a área do estado de Mato Grosso) e equivalem a de 12,2% do território nacional. Pouco mais de 50% das áreas estão localizadas na Amazônia Legal (54%).

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) defende que o governo adote novos critérios para a demarcação de terras indígenas. Há relatos de que as atuais normas geram insegurança jurídica por causa do marco temporal de reconhecimento de terras como remanescentes de indígenas e das condicionantes estabelecidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em 2009, no julgamento da demarcação da terra indígena Raposa Serra do Sol, ao noroeste de Roraima.

Conforme o Artigo 21º da Medida Provisória 870/2019, de 1º de janeiro, sobre a organização básica dos órgãos da Presidência da República e dos ministérios, compete ao Mapa “reforma agrária, regularização fundiária de áreas rurais, Amazônia Legal, terras indígenas e quilombolas”.

Para o Conselho Indigenista Missionário (Cimi), ligado à Igreja Católica, o ideal é manter a demarcação de terras indígenas da Funai, sem transferência da atribuição para o Ministério da Agricultura, preservando o Artigo 6º da Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), subscrito pelo Brasil.

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Edição: Kleber Sampaio

Ministros apresentam ações a serem implantadas no início do governo

Jair Bolsonaro coordenou a segunda reunião ministerial desde a posse

(Brasília – DF, 08/01/2019) Presidente da República, Jair Bolsonaro durante reunião do Conselho de Governo.
Foto: Alan Santos/PR

Publicado em 08/01/2019 – 12:52

Por Ana Cristina Campos, Carolina Gonçalves e Gilberto Costa – Repórteres da Agência Brasil  Brasília

Na segunda reunião ministerial desde que tomou posse, na semana passada, o presidente Jair Bolsonaro ouviu hoje (8) cada um dos auxiliares sobre os planos para os primeiros meses de governo. Os ministros apresentaram, de forma sucinta, um panorama sobre cada área e as ações que irão implementar a partir de agora.

O ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno, disse que o primeiro escalão não tratou sobre detalhes da reforma da Previdência, mas informou que o texto continua em estudo. A tendência, segundo ele, é que o governo escolha as melhores formas de fazer com que a mudança legislativa ocorra.

“Continua aquela teoria de que as idades têm que ser viáveis para ter possibilidade de [o texto] ser aprovado”, disse.

O encontro durou cerca de três horas e foi realizado na Sala de Reuniões do 3º andar do Palácio do Planalto. De acordo com o general, o grupo deu continuidade ao trabalho feito há cinco dias, no primeiro encontro ministerial.

*Texto alterado às 12h57 para corrigir o local da reunião

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Edição: Juliana Andrade

A FARSA INDIGENISTA NO BRASIL


AMANHÃ, DIA 10, DIPLOMAÇÃO DO PRESIDENTE ELEITO PELO POVO BRASILEIRO!


ESTÁ TUDO MAPEADO, NINGUÉM É MENINO.

Recursos minerais do Brasil (Ilustrativo)

Via WhatsApp

Vcs sabem pq o Bolsonaro diz que Roraima deveria ser o estado mais rico do Brasil???
Sabem pq o PT transformou o local em uma reserva indígena?
A maior reserva de petróleo do mundo é da Venezuela e o maior poço de petróleo da Venezuela a Santa Elena é na divisa com Roraima. A parte da Venezuela representa 30% só dessa bacia de petróleo e 70% está no Brasil.
E a segunda está na serra da neblina divisa com o Amazonas.
Porque Roraima é o estado mais rico do Brasil. O nióbio, esse minério raro, 95% está no Brasil.
O nióbio é transportado ilegalmente para a Venezuela depois via Cuba para chegar à China e Rússia
Agora entenderam pq o BNDES financiou a construção do Porto de Mariel em Cuba ?
A maior bacia de gás do mundo está em Moçambique com 80 TF e a segunda maior do mundo está no Paraná divisa com o Paraguai com 70 TF. Essa bacia representa o fornecimento de gás para todos os países da Europa por 100 anos. Estranhamento em 2012 a Dilma decretou área de proteção ambiental toda a área do Paraná.
Só para terem uma noção essa bacia do Paraná e a que foi descoberta no Rio de Janeiro seria equivalente a toda a produção de gás do Planeta inteiro.

Nós trabalhando como burros de carga para pagar uma carga tributária absurda, sem direito a nenhum serviço razoável e o PT enriquecendo os outros países.

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POR UNANIMIDADE, JOÃO MARTINS É ELEITO PRESIDENTE DA CNA

Pela primeira vez na história, 27 Federações votaram unidas para eleger um presidente da entidade

João Martins da Silva Junior

Brasília (19/09/2017) – Com o apoio das 27 Federações do país, João Martins da Silva Junior foi eleito nesta terça (19) para presidir a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) para os próximos quatro anos. Pela primeira vez na história, uma chapa recebeu os votos de todas as Federações que integram o Sistema.

Em sua primeira manifestação após a eleição, João Martins agradeceu emocionado o apoio do Conselho de Representantes pela votação unânime, pediu um setor cada vez mais unido na defesa do produtor rural e falou dos desafios que a nova Diretoria terá pela frente.

“Esse resultado mostra que a nossa classe está unida na defesa dos interesses da agropecuária brasileira. Mostra também como é grande a responsabilidade da nova Diretoria. O momento difícil que estamos vivendo no sindicalismo nos dará mais garra para contornar os problemas e encontrar as soluções”.

O presidente eleito da CNA disse que um dos desafios da Diretoria eleita será incentivar a contribuição sindical voluntária. “Nossa atividade precisa, como nunca, de uma CNA forte, organizada, preparada para os novos tempos. O nosso Sistema precisa ser renovado, transformado. Precisa ser vanguarda na prestação de serviços ao produtor, que sentirá a necessidade de fazer parte dele”.

João Martins falou sobre a importância da representação classista para o desenvolvimento do agro. “Eu convoco os integrantes do Sistema CNA para que participem daquilo que sempre defendi nesta casa: uma Diretoria maior, colegiada, na qual cada um assuma sua cota de trabalho e responsabilidade. Devemos fazer desta casa a grande trincheira de defesa do produtor rural brasileiro”.

Na chapa única liderada por João Martins também foram eleitos os seis Vice-Presidentes que irão compor a Diretoria da CNA e seis integrantes do Conselho Fiscal, três titulares e três suplentes.

O processo eletivo realizado na sede da Confederação foi conduzido por uma Comissão Eleitoral comandada pelo presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas, e composta também pelo vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Laércio José de Oliveira, e pelo presidente da Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados (ABRAFRUTAS), Luiz Roberto Maldonado Barcelos.

FAEB – No comando da CNA desde 2015, João Martins tem uma trajetória profissional de mais de 50 anos ligada à atividade pecuária e às entidades classistas. Atualmente preside também a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado da Bahia (FAEB) e é acionista e presidente da Agropecuária João Martins S/A.

Diretoria da CNA

A composição da Diretoria e do Conselho Fiscal da CNA para o período 2017/2021 ficou da seguinte forma:

Diretoria

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EM HOMENAGEM A PÁTRIA!

Banda dos Fuzileiros Navais

Governo conhece ferramentas chinesas de tecnologia da informação

A comitiva do Governo da Bahia conheceu na tarde deste sábado, na China, (madrugada em Salvador), a sede da empresa Huawei, em Pequim. Na ocasião, foi apresentada ao governador Rui Costa os produtos da empresa em diversas áreas, como Segurança, Educação e Saúde. 

A Huawei é uma fornecedora global de soluções de tecnologia da informação e comunicação (TIC). Os produtos da empresa são usados em mais de 170 países e regiões, atendendo a mais de um terço da população mundial. A Huawei possui 16 Centros de Pesquisa e Desenvolvimento instalados em todo o mundo.

“Conhecemos os produtos de ponta da empresa para avaliarmos de que forma podemos usar na Bahia, em atividades como telemedicina, monitoramento de ruas e nas escolas estaduais”, explicou o governador. 

Acompanharam o governador os secretários estaduais Walter Pinheiro (Educação), Jaques Wagner (Desenvolvimento Econômico), Bruno Dauster (Casa Civil) e Fábio Vilas-Boas (Saúde).

O GARGALO DOS PORTOS BRASILEIROS!


O Brasil está alimentando mais de um bilhão de pessoas!

Luis Dufaur (*)

A produção de grãos do Brasil é superior a uma tonelada por habitante.

A produção de grãos do Brasil é superior a uma tonelada por habitante (dados finais de 2015), sendo que um resultado abaixo de 250 kg/pessoa/ano significa insegurança alimentar e implica importar alimentos. Em 2014, um país altamente industrializado como a Coreia do Sul importou US$ 27 bilhões em alimentos. Outra grande economia, o Japão, teve que importar US$ 68,9 bilhões. E a gigantesca China flagelada por uma reforma agrária socialista e confiscatória bateu recorde com US$ 105,2 bilhões.

Estes e outros dados impressionantes foram reunidos por Evaristo de Miranda, doutor em Ecologia e Chefe Geral de Monitoramento por Satélite da EMBRAPA (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), e publicados em artigo da “Revista Agro DBO”. Eles desfazem os mitos catastrofistas e miserabilistas do movimento ambientalista-comunista sobre um falso esgotamento dos recursos do planeta, sobre um não menos fantasioso excesso de habitantes acrescidos de uma pregação eclesiástica comunistoide pela redistribuição da terra e aos recursos naturais.

Já se pode definir a missão do Brasil como sendo a de saciar a fome do planeta, diz Evaristo de Miranda com os aplausos dos nutricionistas. A fome será um problema, mas não do Brasil. Só a nossa produção de grãos é suficiente para alimentar quatro vezes a população brasileira ou mais de 850 milhões de pessoas.

Mais de 40 milhões de toneladas de frutas por ano. Foto no CEAGESP.

Além de grãos, o Brasil produz anualmente cerca de 35 milhões de toneladas de tubérculos e raízes(mandioca, batata, inhame, batata-doce, cará, etc.). Comida básica para mais de 100 milhões de pessoas.

Acrescentem-se mais de 40 milhões de toneladas de frutas, entre as quais 7 milhões de toneladas de banana, ou uma banana/habitante/dia. A laranja e outros citros totalizam 19 milhões de toneladas/ano. E cresce todo ano a produção de uva, abacate, goiaba, abacaxi, melancia, maçã, coco…

Hortaliças?: 10 milhões de toneladas por ano, com uma diversidade impressionante, resultado do encontro da biodiversidade nativa com os aportes de verduras, legumes e temperos trazidos por portugueses, espanhóis, italianos, árabes, japoneses, teutônicos. E por aí vai longe.

Cerca de um milhão de toneladas de castanhas, amêndoas, pinhões e nozes, além dos óleos comestíveis, da palma ao girassol, e de uma grande diversidade de palmitos. E se não bastar, 34 milhões de toneladas de açúcar/ano. Por isso, o especialista conclui que a produção vegetal do Brasil já alimenta mais de um bilhão de pessoas em todo o mundo, usando apenas 8% do território nacional.

35,2 bilhões de litros por ano. Gado leiteiro da fazenda Agrindus

E depois vem a produção animal. Em 2015, o País abateu 30,6 milhões bovinos, 39,3 milhões de suínos e quase 6 bilhões de frangos. Quer dizer, produziu cerca de 25 milhões de toneladas de carnes!  Oconsumo médio de carne dos brasileiros é da ordem de 120 kg/habitante/ano ou 2,5 kg por pessoa por semana. Desses, 42 kg/habitante/ano são de carne bovina; 45 kg de frango e 17 kg de suínos, além do consumo de ovinos e caprinos (muito expressivo no Nordeste e no Sul), de coelhos, de outras aves (perus, angolas, codornas…). Há ainda os peixes, camarões e crustáceos (cada vez mais produzidos em fazendas), além de outros animais.

Em matéria de leite, o Brasil produziu 35,2 bilhões de litros (contra 31 bilhões de litros de etanol); 4,1 bilhões de dúzias de ovos e 38,5 milhões de toneladas de mel em 2015. Em 50 anos, observa Evaristo de Miranda, de importador de alimentos o Brasil se tornou uma potência agrícola, o preço dos alimentos caiu pela metade, permitindo à grande maioria da população o acesso a uma alimentação saudável e diversificada, e a erradicação da fome.

CNBB, MST e verdes contra a verdade conhecida enquanto tal.

Essas realizações são também fruto da modernização agrícola. O que teria ocorrido na sociedade sem esse desenvolvimento da agricultura? Certamente, uma sucessão de crises intermináveis.  Portanto, devemos agradecer todos os dias aos agricultores pelo seu esforço de modernização e por tudo que fazem pelo País.  A Nação e suas lideranças devem assumir a promoção e a defesa da agricultura e dos agricultores, com racionalidade e visando ao interesse nacional.

Mas, acrescentamos nós, não é isso o que fazem os ativistas embandeirados de vermelho e símbolos socialistas, ou os pretensos arautos “verdes”.  Nem sequer aqueles órgãos da CNBB criados para subverter a vida nos campos e nas cidades.

( * ) Luis Dufaur é escritor, jornalista, conferencista de política internacional e colaborador da ABIM

Fonte: Agência Boa Imprensa – (ABIM)

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