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:: ‘Bolsa Família’

Bolsa Família: frequência escolar deve ser enviada até quinta-feira

Benefício está condicionado à presença mínima mensal de alunos

Publicado em 23/06/2019 – 09:14

Por Ludmilla Souza – Repórter da Agência Brasil  São Paulo

Secretarias municipais de educação de todo o país devem enviar o registro de frequência escolar de beneficiários do Programa Bolsa Família ao Ministério da Educação até a próxima quinta-feira (27). As informações são referentes aos meses de abril e maio deste ano.

O benefício do programa está condicionado à presença mínima mensal de 85% nas aulas para alunos de 6 a 15 anos e de 75% para jovens entre 16 e 17 anos.

“Pedimos que os registros sejam feitos ao longo do período para que o sistema não fique sobrecarregado na última hora e gere dificuldades”, alerta a coordenadora geral de Acompanhamento da Inclusão Social da Secretaria de Modalidades Especializadas de Educação, Simone Medeiros.

Segundo ela, o acompanhamento é feito cinco vezes ao ano. No primeiro período de 2019, de fevereiro a março, o percentual de cumprimento de frequência do público acompanhado foi de 95,16%. “Esse levantamento é uma importante referência para a formulação de políticas públicas de fomento à permanência e à progressão escolar”.

O esforço conjunto do governo federal, das administrações estaduais e das prefeituras envolve uma rede de aproximadamente 56 mil profissionais de educação, mobilizados ao longo de cinco períodos bimestrais em mais de 140 mil escolas.

A partir do levantamento, também são identificados os motivos que levaram à baixa frequência escolar dos alunos. As informações são consideradas ferramenta fundamental para o desenvolvimento de ações de combate ao abandono e à evasão escolar. Os dados são mantidos no Cadastro Único, que permite a identificação dos estudantes, o monitoramento de sua frequência e o recebimento do benefício do Programa Bolsa Família.

Edição: Paula Laboissière

ESPECULAÇÕES SOBRE O PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA.

Comenta-se na capital Federal, que o Programa Bolsa Família deve mudar de nome, fazendo um recadastramento geral.

Pronto, será o bastante para corrigir as fraudes com uma maior vigilância, e assim economizar dinheiro para ampliar o numero dos que realmente precisam do programa, e pagar com sobra uma 13ª cota. 

Cartão do Programa Bolsa Família.

Bolsonaro faz o certo ao atingir o coração do PT

O novo Antagonista: mais afiado, mais ágil, mais exclusivo


Os petistas passaram a campanha eleitoral espalhando a mentira de que Jair Bolsonaro, se eleito, acabaria com o Bolsa Família, apesar de ele dizer o contrário.

O décimo-terceiro do Bolsa Família  era uma promessa de campanha de Bolsonaro, e ele agora está cumprindo.

O cadastro tem de ser continuamente fiscalizado, para evitar fraudes, as contrapartidas têm de ser cumpridas, como a manutenção de filhos na escola, e tem de ter porta de saída — programas de capacitação profissional para inserimento no mercado de trabalho são fundamentais.

Bolsonaro faz o certo ao fortalecer  o Bolsa Família — e, assim, tirar o programa da esfera clientelista do PT e atingir o coração do partido.

BOLSA FAMÍLIA – SERVIÇO DE UTILIDADE PÚBLICA

Bolsa Família

Clique no link azul abaixo, e veja se seu nome ou de algum conhecido ainda está no programa.

Assistência Social

8442 – Transferência de Renda Diretamente às Famílias em Condição de Pobreza e Extrema Pobreza (Lei nº 10.836, de 2004)

Bolsa Família 26.316.968,00

QUANDO A JUSTIÇA TARDA, MAS NÃO FALHA!

Lembram daquelas traquinagens feitas no desgoverno passado?

Clique aqui.

Explodiram logo agora. Que azar!

Bolsa-Família

Bolsa-Família

PREFEITURA DE ILHÉUS PASSANDO UM PENTE FINO NO BOLSA FAMÍLIA.

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BOLSA FAMÍLIA EM ILHÉUS – PORTAL DA TRANSPARÊNCIA.

Clique na imagem, navegue de várias formas, talvez encontre conhecidos.

Site do Portal da Transparência do Governo Federal

Site do Portal da Transparência do Governo Federal

 

DILMA E O PT, É QUEM VÃO ACABAR O ‘BOLSA FAMÍLIA’!

ruibolsa

A PRESIDENTA DILMA, AINDA PODE ACABAR COM O ‘BOLSA FAMÍLIA’ NA HORA QUE QUISER!

28 DE MAIO DE 2014

PT vota contra melhorias no Bolsa Família propostas por Aécio Neves

Pela proposta aprovada, é garantido o pagamento do benefício por mais 6 meses quando os chefes de família conseguirem emprego com carteira assinada. A medida visa estimular o emprego formal.

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Apesar de ser um dos maiores programas de transferência de renda e renda mínima do mundo, o Bolsa Família ainda necessita de alguns ajustes para corrigir distorções que ocorrem em sua logística. Um dos principais dizia respeito ao receio que seus beneficiários possuem de entrar na formalidade. O medo é o de, com o aumento da renda, trocar o benefício por um emprego que corre o risco de durar apenas alguns meses. Buscando corrigir esta distorção, o senador Aécio Neves apresentou na Comissão de Assuntos Sociais do Senado um projeto que visa garantir o pagamento do benefício por mais seis meses quando os chefes de família conseguirem emprego com carteira assinada. Uma segunda mudança diz respeito à exigência da revisão da lista dos beneficiários a cada dois anos. A proposta foi aprovada nesta quarta-feira por 10 a 9.

O texto ainda será analisado pela Comissão de Direitos Humanos, onde é terminativo. A proposta foi aprovada com votação apertada e com alteração feita pela relatora, senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO), para garantir que os seis meses fossem um prazo adicional e não que acabassem entrando na soma do prazo de dois anos.

O PT, em uma atitude completamente oposta ao discurso pró-Bolsa Família que costuma manter junto aos eleitores, votou contra. Representaram o partido os senadores Humberto Costa (PT-PE), Paulo Paim (PT-AC), Angelo Portela (PT-RR) e Ana Rita (PT-ES). Completaram os nove votos contrários à proposta os senadores João Durval (PDT-BA), Vanessa Graziottin (PCdoB-AM), Vital do Rêgo (PMDB-PB), João Alberto (PMDB-MA) e Armando Monteiro Neto (PTB-PE). A justificativa dada pelos petistas reclamava um suposto incômodo que “muitos” sentiriam com o ganho de renda dos beneficiários, mas isso não conseguiu convencer a maioria.

Estímulo ao emprego formal

O senador Aécio Neves justificou sua proposta dizendo ser a favor de que os beneficiários do Bolsa Família busquem a formalidade em seus empregos. E vê nos ajustes aprovados uma garantia de os mais pobres poderão assinar a carteira de trabalho com mais segurança.

Nós aprimoramos o Bolsa Família, estamos estimulando a formalidade. O cidadão que encontrava emprego que vá além do teto para receber o Bolsa Família poderá receber também por seis meses o Bolsa Família para que seja estimulado para a formalidade. O incrível, o inaceitável, é que o PT não quer nenhum avanço em um programa tão importante como esse porque prefere ter um programa para chamar de seu.”, disse o senador à reportagem d’O Globo.

(grifos nossos)

E as críticas à postura do PT não pararam por aí. O senador mineiro lembrou do uso eleitoral que o Partido dos Trabalhadores costuma fazer do programa.

O discurso do PT de defesa dos pobres é incoerente com a sua prática, porque hoje votou contra os beneficiários do Bolsa Família apenas para utilizar esse programa como instrumento na campanha eleitoral. Felizmente, tivemos a sensatez do Senado e muitos beneficiários estarão estimulados para ir para a formalidade. Vamos à CDH e lá esperamos repetir esse placar.”

(grifos nossos)

O jornalista Reinaldo Azevedo lembrou em seu blog que o Bolsa Família não é uma criação do governo no Lula ou do PT, mas um aprimoramento de programas já existentes no governo FHC.

Não custa lembrar que o programa NÃO FOI CRIADO POR LULA, E É FÁCIL PROVÁ-LO. O Bolsa Família é uma reunião de benefícios de ações que estavam em curso no governo FHC. Por meio de um decreto, Lula os juntou num só e lhes deu um novo nome. No dia 20 de outubro de 2003, o então presidente enviou uma MP ao Congresso. (…) Ele não criou nada. Os programas no governo FHC atingiam cinco milhões de famílias. E nem entraram na propaganda eleitoral tucana de 2002 porque o PSDB não fazia exploração eleitoreira dos benefícios. E lembro, para arrematar, o que já publiquei aqui: Lula era contra programas de bolsa porque considerava que eles deixavam o povo preguiçoso.

(grifos do próprio jornalista)

Em outro projeto de lei, o senador Aécio Neves busca incorporar o Bolsa Família à Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS). Desta forma, o programa passaria a ter recursos garantidos pelo Fundo Nacional de Assistência Social, tornando-o uma política de estado que não correria riscos a depender de quem vença a eleição. O governo, por motivos óbvios, já retirou a votação de pautamais de uma vez.

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