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:: ‘Blogosfera’

CÂMARA DE ILHÉUS FAZ NOVO CONTRATO COM EMPRESA INVESTIGADA NA OPERAÇÃO XAVIER

https://www.pimenta.blog.br/2021/02/06/camara-de-ilheus-faz-novo-contrato-com-empresa-investigada-na-operacao-xavier/

Montagem site PIMENTA

Alunas da Faculdade Madre Thaís produzem TCC na USP

Ensino Superior 

Enquanto realizavam o estágio no Departamento de Parasitologia do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP), as alunas do Curso de Biomedicina da Faculdade Madre Thaís (FMT-Ilhéus) Camila Araújo Valério e Vanessa Maria Nascimento Chalup desenvolveram os seus Trabalhos de Conclusão de Curso.

Camila Araújo Valério defendeu o trabalho com o título “O impacto da pandemia de Covid-19 em pacientes pediátricos: um olhar comparativo sobre 15 vírus respiratórios na cidade de São Paulo”. O objetivo do estudo foi avaliar o impacto da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS-CoV-2) nas crianças e como sua circulação influenciou ao estado de alerta que por consequência interferiu a disseminação de outros vírus frequentemente diagnosticados nos meses analisados. Foram amostras da ala pediátrica de seis hospitais onde foram classificados os sintomas de crianças entre: Infecções das Vias Aéreas Superiores, Síndrome Gripal, Síndrome Respiratória Aguda Grave, Manifestações gástricas, Manifestações atípicas e Assintomáticas. As amostras foram extraídas e, posteriormente, avaliadas pela técnica de RT-PCR (Reação em Cadeia da Polimerase após Transcrição Reversa) para confirmação, identificação e distinção de qual vírus promoveu infecção no período de março a agosto de 2020, uma vez que, prioritariamente, prejudique as vias respiratórias o SARS-CoV-2 poderia ser confundido com outros vírus circulantes.

Camila observou que a maioria dos sintomas dos casos em pacientes em idade escolar foram leves, enquanto casos mais severos ou com sintomas gástricos e atípicos ocorreram com menor frequência. Comparando-se dados coletados no ano de 2019, notificou-se uma diminuição no número de casos positivos dos vírus respiratórios durante o período da quarentena e mesmo após a flexibilização das medidas de isolamento social, enquanto o vírus causador da Covid-19 manteve-se particularmente estável. Demonstrando que o aumento das medidas de prevenção motivadas pelo SARS-CoV-2, consequentemente, suscitou uma menor disseminação dos vírus de comum circulação em pacientes pediátricos.

Já Vanessa Maria Chalup, também do curso de Biologia da FMT-Ilhéus, pesquisou sobre a “Incidência de vírus respiratórios sazonais brasileiros durante a pandemia do SARS-CoV-2: uma análise das co-infecções”. A discente cita a literatura de (THOMAZELLI et al., 2007) justificando que as viroses emergentes vêm tomando o interesse de estudiosos, cientistas e pesquisadores, em virtude do impacto na saúde pública e socioeconômica, aumento da morbi-mortalidade, além da condição de confinamento causada em pandemias. E ainda na análise em questão, os vírus respiratórios emergentes provocam infecções respiratórias agudas (IRAs) que são  as causas mais comuns de morbidade e mortalidade entre pacientes pediátricos  no mundo todo, sendo responsáveis por aproximadamente 30% de todos os óbitos infantis nos países em desenvolvimento, observadas nos cinco primeiros anos de vida. Embora raramente constituam causa de morte em países industrializados, as IRAs produzem grandes custos diretos e indiretos com assistência à saúde.

De acordo com Vanessa Chalup “no Brasil, os vírus respiratórios sazonais são, em sua maioria, agentes das doenças respiratórias agudas, principalmente as pneumonias, sendo a causa mais frequente de óbitos em menores de cinco anos e são responsáveis por doença grave nos maiores de 60 anos (Façanha; Pinheiro, 2004). Com epidemias regulares e semanas epidemiológicas definidas, são pesquisados e diagnosticados, há mais de 30 anos, no laboratório de virologia clínica e molecular do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB-II ) da Universidade de São Paulo (USP) 15 vírus respiratórios, sendo eles: vírus sincicial respiratório (RSV), metapneumovirus (HMPV), adenovírus (AdV), influenza A e B (IA e IB), parainfluenza (PIV-1, -2, -3 e -4), coronavírus sazonais (CoV-NL63, -229E, -HKU1 and -OC43), rhinovírus (RV) e enterovírus (EV)”.

Ela enfoca que em 2020, com a circulação do SARS-CoV-2 concomitantemente com os vírus respiratórios sazonais sobretudo RSV, AdV e RV que são de maior incidência nesta população, ficou a dúvida de qual seria a gravidade da infecção pelo SARS-CoV-2 co-infectado com outros vírus respiratórios sazonais brasileiros, uma vez que o SARS-CoV-2 entrou no País pelo Estado de São Paulo e exatamente no início da sazonalidade do RSV e outros vírus.

A discente conclui apontando A gravidade das co-infecções por vírus respiratório, já foi descrito e bem estudado, entretanto não há consenso na literatura se a codetecção viral em hospitalizados com doenças respiratórias inferiores está associada a um aumento de gravidade da doença (SLY; Jones, 2011).

Para a professora e mestra Ana Paula Ady de Oliveira, coordenadora do Colegiado do Curso em Bacharelado Ciência Biológica da Faculdade Madre Thaís “o bom ensino que oferecemos aliado às boas oportunidades fazem com que os nossos alunos possam se destacar em qualquer lugar. No caso específico, Camila e Vanessa, são excelentes alunas e merecem essa grande oportunidade,” conclui a coordenadora.

ASSIM NÃO É O QUE PARECE – BLOGOSFERA E IMPRENSA.

UM PRESENTE DE MALÃO PARA OS QUERIDOS PONTALENSES

Exclusivo. Praça São João Batista (Pontal) pode receber estação elevatória de esgoto

Praça São João Batista. Foto: Blog do Gusmão/arquivo.

Segundo informações do vice-prefeito de Ilhéus, José Nazal, o poder executivo municipal, por meio da secretaria de meio ambiente, autorizou a construção de uma estação elevatória de esgoto na Praça São João Batista, no bairro Pontal. Após insistentes pedidos da Embasa, a PMI liberou a obra que poderá ser iniciada ainda neste ano. Nazal revela ter dito “não” à empresa de água e saneamento quando foi secretário de desenvolvimento sustentável (de janeiro de 2017 a abril de 2018).

Segundo Nazal, a prefeitura percebeu que o equipamento será mal recebido pelos moradores do Pontal e, por isso, suspendeu momentaneamente a autorização que poderá ser liberada numa data conveniente.

A comunidade do Pontal utiliza a Praça São João Batista como área de lazer. Ao longo de muitos anos os pontalenses têm demonstrado forte senso de pertencimento com o espaço público que abriga lojas de alimentação (lanches), quadra poliesportiva e eventos da Igreja Católica.

UM FATO BASTANTE INTRIGANTE. (BLOGOSFERA) ===>>> 19/07/2013

INTEGRANTE DO REÚNE ILHÉUS GERENCIA RÁDIO QUE NÃO CONCEDE VALES-TRANSPORTES AOS FUNCIONÁRIOS

PostDateIcon 18/jul/2013 . 15:43 | PostAuthorIcon Autor: Editor Blog do Gusmão.

 

Maurício Galvão: gerente da Rádio Bahiana.

Diretores e membros da Força Sindical Regional Sul decidirão, nessa tarde, se haverá paralisação na Rádio Bahiana de Ilhéus. A emissora pode sair do ar a partir das 5 horas dessa sexta-feira (19). De acordo com Elias Reis, presidente do sindicato dos radialistas ilheenses, o ato é pelo cumprimento da legislação trabalhista.

A Rádio Bahiana é comandada por dois políticos: o secretário de relações institucionais, Jailson Nascimento, e o sindicalista Bebeto Galvão. Quem gerencia é Maurício Galvão, filho de Bebeto e um dos integrantes mais ativos do movimento Reúne Ilhéus.

Nas negociações com o prefeito de Ilhéus, sobre o transporte coletivo, Maurício Galvão exige o abatimento do valor da passagem e documentos relacionados. Inteligente, utiliza discurso bem encadeado e excelente oratória. Por outro lado, segundo funcionários da Rádio Bahiana, a emissora que ele gerencia não concede vales-transportes e atrasa constantemente os salários.

Comentário do blog do Gusmão.

Este espaço é favorável à pauta do Reúne Ilhéus. Também repudiamos a forma como o prefeito de Ilhéus trata o movimento, sem diálogo e com autoritarismo. Jabes dá a entender que prefere o silêncio dos empresários, do que o grito das ruas.

Nessa postagem, apenas questionamos um discurso, que segundo os radialistas, está bem distante da prática.

Atualizado às 16h53min.

Não conseguimos entrar em contato com Maurício Galvão. Ligamos para o número de final 2131.

Clique em leia mais para ler o comunicado oficial do Sindicato dos Radialistas.

Leia mais »

Com fim do imposto sindical, projeto de Bebeto propõe outra forma de contribuição ===>>> 15/10/2017

Sábado, 14 de Outubro de 2017 – 14:00

Fonte: Bahia Notícias

Foto: Agência Câmara

Já sem esperança de que o governo federal proponha alguma alternativa para o fim do imposto sindical, centrais que defendem a obrigatoriedade apoiam agora um novo projeto de lei que cria outra forma de contribuição. O texto, de autoria do deputado federal Bebeto (PSB-BA), já está na Câmara. Segundo informações do blog Painel, da Folha de S. Paulo, com aprovação de assembleias de cada categoria, a taxa prevista seria cobrada a todos os trabalhadores, sejam eles sindicalizados ou não. No entanto, a falta de apoio do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), representa um entrave para o trâmite da matéria na Casa. Diante disso, de acordo com a publicação, sindicalistas organizam manifestações contra a reforma trabalhista para 10 de novembro – data às vésperas da entrada das novas regras em vigor.

BEBETO APRESENTOU A MAIS COMPLETA ANÁLISE DO GOVERNO MARÃO.

´Na verdade, o prefeito de Ilhéus é o governador Rui Costa´, ironiza Bebeto

O ex-deputado federal Adalberto Galvão, o Bebeto, iniciou sua trajetória política na segunda metade da década de 70, no MR8, organização que tinha uma célula em Ilhéus. O Movimento Revolucionário 8 de Outubro foi um movimento político de extrema-esquerda marxista que participou da luta armada contra a ditadura militar brasileira.

A falta de liberdade era a marca da época. A missão às escondidas era articular silenciosamente os partidos de esquerda para, mesmo sob o forte olhar da ditadura, pudesse criar condições para cooptar militantes e organizar a base estudantil visando uma contestação ao regime pela luta.

Em 78, Bebeto ingressou no PCdoB, onde recebeu a tarefa de continuar a luta organizativa no campo estudantil, ainda sob forte vigilância da ditadura. Foi da direção da União Estadual dos Estudantes, representando a posição do partido, até chegar os anos 80, quando participou do processo da luta democrática, de contestação do “sindicalismo pelego”, como intitula, até então, comandado pelos militares.

A escolha à época pelo PCdoB até hoje é justificada. “A luta sindical era quem mais incorporava a capacidade de contradição com o capitalismo, abrindo frestas de liberdade no campo do trabalho para melhorar as condições de vida da classe trabalhadora. Era luta por emprego, salário e liberdade”, assegura.

Também lhe coube a tarefa de organizar a ação sindical na região, em especial, nas fábricas de cacau para arregimentar militantes e organizar a retomada do sindicato. Bebeto era funcionário da então poderosa Barreto de Araújo. Estrategicamente conseguiu uma mudança de posto que foi fundamental na organização dos trabalhadores. Saiu do setor administrativo e foi trabalhar na produção da indústria.

“Lá era o centro nevrálgico da contradição de classe em função da produção realizada, da expropriação praticada pelo capital em relação ao trabalho realizado por milhares de trabalhadores”, afirma. Paralelo a esta ação mais localizada, começou a circular por todas as indústrias moageiras da região. A meta era articular nas fábricas a retomada do sindicato, que estava sob a tutela do regime militar. Em 82, a primeira vitória: o sindicato avançou e passou a operar através de uma junta governativa. Bebeto organizou a primeira greve dos trabalhadores na indústria do cacau, em 1984. Um momento histórico na região.

Em 1992 foi o primeiro comunista a conquistar um mandato de vereador em Ilhéus. Não conseguiu se reeleger em 96. “Mas olhei pra frente”, afirma. Foi Assessor da Secretaria de Relações Institucionais da Prefeitura de Ilhéus, no governo do então prefeito Jabes Ribeiro. Em seguida voltou ao movimento sindical, deixou o PCdoB e se dedicou à tarefa de organizar a Força Sindical na Bahia. Foi diretor da CUT estadual, contemporâneo do hoje senador Jaques Wagner. Em 2010 ensaiou um voo mais alto: ser deputado estadual. “Sim, isso mesmo. A ideia era (ser) candidato a deputado estadual”, mas o partido alterou o status da candidatura para federal. Teve que desconstruir bases, desfazer acordos e terminou na quinta suplência da Bahia na Câmara Federal. Em 2014, dobrou a votação anterior com mais de 97 mil votos, elegendo-se deputado federal. Quatro anos depois, optou por não tentar a reeleição. E tem que justificar essa decisão por onde passa até hoje.

“Para a composição da chapa majoritária alguns tiveram que fazer sacrifícios pela necessidade de consequências diretas na composição das chapas, um esforço de tentar pacificar o nosso campo político. Apelos foram feitos, demoramos 60 dias para debater, realizei plenárias e decidi abrir mão. Fizemos um ajuste que, novamente, faria. A luta política é maior que o cargo que eventualmente você representa”, justifica a decisão.

Candidato derrotado a prefeito de Ilhéus em 2016, Bebeto atribui o insucesso a uma decisão que tomou em Brasília. Antes do impeachment da presidente Dilma Rousseff, Bebeto assegura que convergiam 50 por cento de intenção de voto à sua candidatura em Ilhéus. Ao votar contra o impeachment, teria perdido musculatura eleitoral. “Minha história é pequena, mas só eu posso falar por ela. Veio o desafio do impeachment, que tinha como escopo criminalizar Dilma sem nenhuma base institucional. Imputaram a ela uma responsabilidade não albergada pela Constituição. Uma responsabilidade política e não de infração político-administrativa. Disse ao partido que não votaria (a favor da saída) porque não havia crime ali praticado. Havia a possibilidade de votar e se votasse estaria convergindo com parte do sentimento da população de Ilhéus. Eu fiz a pesquisa. Eu preferi me perfilar contra, para zelar por minha história e sabendo que o desdobramento do impeachment poderia ser fatal para a minha candidatura”, se explica.

Agora, Bebeto anuncia sua pré-candidatura a prefeito de Ilhéus pelo PSB. Nesta entrevista exclusiva concedida ao jornalista Maurício Maron, ele fala da sua decisão, do momento político nacional, faz fortes críticas ao prefeito Mário Alexandre e diz como pretende governar Ilhéus, caso seja o escolhido da população, ano que vem.

Abaixo, leia a entrevista. É esclarecedora sob vários aspectos.

—————————– :: LEIA MAIS »

Marão pode ser afastado por suspeita de crime de responsabilidade

Obtidos com exclusividade pelo Ilhéus Comércio, documentos indicam que o prefeito pode ter violado a legislação que disciplina as finanças e o orçamento públicos, ao usar milhões de reais para o combate do novo coronavírus, supostamente, sem decretar a abertura de créditos extraordinários. Esse suposto crime de responsabilidade pode afastá-lo da prefeitura, caso a Justiça aceite eventual denúncia contra o gestor.

 

 

O prefeito Mário Alexandre. Foto: SECOM.

Leia matéria completa clicando aqui

MARÃO NÃO ESTÁ OBEDECENDO A CARTILHA.

Pode, sem querer é claro, estar prejudicando uma pretensa candidatura.

“Tentamos identificar as razões pelas quais está havendo esse surto e ficou claro que está havendo um descumprimento coletivo do distanciamento, fechamento de estabelecimento. Não há respeito em Ilhéus, principalmente, e pedimos para que seja reforçado, se não vai sair do controle. Os prefeitos não estão conseguindo se impor”, reclamou.

https://www.bahianoticias.com.br/noticia/247004-vilas-boas-se-diz-preocupado-com-quebra-do-isolamento-em-salvador-e-no-sul-da-bahia.html

Secretário de Saúde do Estado da Bahia – Fábio Vilas Boas. Foto: Paulo Fróes/GOVBA

O PREFEITO CHAMA OS SKATISTAS DE NOEIROS.

Estou movimentando um lugar que só tinha escuridão e noieiro, diz Mário

Mário AlexandreArquivo/Secom

O prefeito de Ilhéus, Mário Alexandre, justificou hoje (03) – ou tentou justificar – a construção de um imóvel da iniciativa privada na praia da avenida Soares Lopes, considerando a cessão “uma espécie parecida com o modelo de uma Parceria Público Privada, mas que não chega a ser uma PPP”. Essa foi a primeira vez que ele se pronunciou publicamente sobre a polêmica. De acordo com o prefeito não há motivo para as críticas que o futuro empreendimento está passando. “Ele (o empresário) recuperou uma pista antiga de skate na área. Estou movimentando um lugar que só tinha escuridão, onde só tinha (sic) noieiro (usuários de drogas)”, justificou.

A explicação foi dada durante entrevista à emissora de rádio Ilhéus FM. O apresentador Vila Nova então questionou se a cessão não deveria ter ocorrido através de um processo licitatório, já que poderia ter algum outro empresário interessado no projeto. Mário respondeu que não necessariamente. “Trata-se de uma Cessão Precária. Ele está construindo mas ali não é dele. No dia que não estiver dando certo, o município vai lá e toma”, afirmou. Pelo documento a que o Jornal Bahia Online teve acesso, a cessão do espaço é de dez anos.

O prefeito falou em parcerias da iniciativa privada e o governo municipal. Para justificar o que considera “assunto de rede social com críticas de pessoas que até nem se identificam”, anunciou que a empresa de Transportes Rota vai recuperar o histórico prédio onde funciona a Biblioteca Municipal, antiga Escola General Osório, na praça Castro Alves. Também lembrou que o grupo Canabrava recuperou a quadra poliesportiva de Olivença. 

Só não explicou o porquê da diferença no procedimento. O Canabrava, por exemplo, não teve direito a nenhum espaço público em função da “PPP” na quadra. Assim como a Rota também não terá quando reformada a biblioteca. Por que então, um empresário (escolhido pelo governo) que já está instalado ao lado da polêmica obra terá direito a utilizar por dez anos um espaço público privilegiado, pelo fato de ter recuperado uma pista de skate?

Entenda a polêmica clicando aquiaqui e aqui.

GOVERNO FAZ EVENTO DE CONCLUSÃO DE OBRA QUE NEM INICIOU

Em ano de eleição você vê de tudo, a mais recente aconteceu no dia de hoje no bairro de nossa senhora da Vitória, o Governo Municipal fez um Evento com convidados para assinatura de conclusão de uma obra que sequer INICIOU.

A atual gestão gasta mais de 3 milhões de reais com publicidade, se tivesse realmente trabalhando não precisaria gastar pois o trabalho por si só já faria a propaganda.

Assinaturas simbólicas são realizadas para poder passar uma impressão de que o trabalho está andando, enquanto isso o Bairro nossa senhora da Vitória continua na lama e esgoto a céu aberto

 Alguém está vendo alguma coisa concluída aqui ? Eu não. 

A HORA QUE O ‘NEGRO DAMIÃO’ FAZ FALTA ! ===>>> 01/06/2016

negrodamiaonegro-smiling

contador free

nao basta

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