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:: ‘Bamin’

BAMIN integra mutirões de limpeza das praias da região de Ilhéus

Fotos: crédito/Divulgação

A BAMIN reconhece a importância do litoral nordestino e acredita que as iniciativas de preservação e cuidados com a natureza são fundamentais hoje e no futuro. Por isso, a Companhia se solidariza com às comunidades nordestinas, sobretudo na região do litoral da Bahia, onde vem atuando junto aos órgãos públicos, para prestar assistência na limpeza das praias atingidas pelas manchas de óleo.
Desde os primeiros indícios de aparecimento do óleo, a BAMIN tem estado à disposição das comunidades e atua auxiliando na mobilização dos voluntários para os mutirões de limpeza e na disponibilização de um trator e caçamba para a retirada do óleo recolhido.
Outra ação importante é o apoio da equipe do Programa de Monitoramento Pesqueiro, que atua como “fiscais” de 17 pontos da praia. Estes monitores fiscalizam as praias e enviam diariamente fotos dos locais para os órgãos públicos competentes, contribuindo com informações sobre o óleo e também com os trabalhos de limpeza.
Também como ação emergencial, a BAMIN disponibilizou para os técnicos do IBAMA e da UESC o espaço do CETRAS – Centro de Atendimento de Animal Silvestres, que fica instalado no Caps – Centro Ambiental Porto Sul, que futuramente será usado pelo Porto Sul. O local receberá animais encontrados nas áreas atingidas pelo óleo e serão cuidados pelos técnicos do IBAMA. O Centro também ganhou grandes tanques para armazenar água e para receber animais como tartarugas marinhas.
Além destas ações, nesta quinta-feira (31), a BAMIN entregou à prefeitura de Ilhéus Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s), carrinhos de mão, pás, luvas, botas, rastelos e baldes para uso dos voluntários e equipe de trabalho na limpeza das praias.

Fotos: crédito/Divulgação

Assessoria de Imprensa – BAMIN
Darana RP
Cândida Silva
(71)99239-3230
(71)3342-3373

BAMIN participa da nova edição da EXPOSIBRAM

 

A EXPOSIBRAM é uma das maiores e mais importantes exposições de mineração da América Latina. Bianual, o evento reúne centenas de empresários, representantes de organizações governamentais e privadas para discutir e apresentar tecnologias e soluções para mineração. Neste ano, o evento é realizado de 9 a 12 de setembro, em Belo Horizonte (MG), pelo Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM).

Sessão Plenária I – O futuro do mercado de commodities minerais e as principais tendências atuais para a mineração-Moderador: Eduardo Jorge Ledsham, Diretor-Presidente, BAMIN. Foto: Netun Lima

 

Eduardo Jorge Ledsham, Diretor-Presidente da BAMIN, mediou a I Plenária da EXPOSIBRAM sobre O futuro do mercado de commodities minerais e as principais tendências atuais para a mineração. Participam também: Paul Fraser Robinson, Diretor, CRU Group, UK – Perspectivas globais das tendências das commodities minerais; Roger Emslie, Diretor de Metais & Consultoria de Mineração, Wood Mackenzie – Visão dos fundamentos da mineração na América Latina dentro do contexto da indústria de mineração global; Barbara Lanhoso de Mattos, Vice-Presidente Senior, Moody’s Latin America.

A exposição tem uma área com mais de 13 mil m² de estandes, nos quais estão representadas as principais mineradoras com atuação global e grandes fornecedores de produtos e serviços. Também são apresentadas as principais tendências em tecnologia, equipamentos, softwares e outros produtos ligados à indústria mineral, além de dados sobre investimentos e gestão.

Em paralelo à exposição, acontece o Congresso Brasileiro de Mineração que atrai a cada edição mais de mil participantes entre especialistas, pesquisadores, estudantes e representantes de empresas.

Mais de 30 países expõe inovações na feira

Nesta edição, a EXPOSIBRAM recebe 30 países e 490 expositores. Enquanto ocorre o evento, mais de 900 pessoas são mobilizadas nos diversos serviços indiretos gerados na cadeia produtiva do evento.

Antes de começar, foram mobilizadas 4500 pessoas para atender nos estandes ao longo dos dias do evento. Para a montagem da estrutura, foram quase 1700 trabalhadores nos seis dias de montagem.

Na edição anterior, realizada em 2017, a EXPOSIBRAM reuniu 45 mil visitantes, mil congressistas, 107 expositores estrangeiros, 308 brasileiros e 28 países participaram. 

Sobre a BAMIN
A BAMIN é uma empresa brasileira de mineração que iniciou a formação em 2005 com um projeto pioneiro para o estado da Bahia. O empreendimento denominado Projeto Pedra de Ferro pretende produzir 20 milhões de toneladas de minério de ferro por ano, apoiado em uma gestão de excelência e sustentabilidade. A BAMIN irá transformar a Bahia no terceiro maior produtor de minério de ferro do Brasil. A Companhia possui escritórios estratégicos em Caetité, Ilhéus, Belo Horizonte e sua matriz está localizada em Salvador. 

O controle acionário da BAMIN é do Eurasian Resources Group (ERG). Com mais de 20 anos de sucesso na área de mineração, a empresa tem um portfólio de ativos de produção e projetos de desenvolvimento em 14 países, cruzando quatro continentes. O ERG é o maior produtor mundial de ferro-cromo, um dos mais importantes especialistas em minério de ferro, um dos dez principais produtores de alumina e o principal produtor de cobre e cobalto.

Projeto da Bamin viabiliza Fiol e Porto Sul

Eduardo Ledsham, presidente da Bamin (Foto: Divulgação)

 Entrevista: Eduardo Ledsham

Se a implantação da Bamin-Bahia Mineração fosse comparado a uma viagem, estaríamos naquele momento em que, ainda na estrada, já se vislumbra o destino final. A mina da empresa, em Caetité, está pronta. O Porto Sul, em Ilhéus, por onde serão escoadas 20 milhões de toneladas de minério de ferro por ano, já possui todas as suas licenças. E o primeiro trecho da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), que vai ligar os dois pontos, está 80% concluída. O presidente da Bamin, Eduardo Ledsham, já projeta até o primeiro embarque, em agosto de 2023.

Quem é

Eduardo Ledsham   esteve à frente do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), ligado ao Ministério de Minas e Energia, de agosto de 2016 a agosto de 2017. Entre 2012 a 2015 esteve como CEO da B&A Mineração. Foi também Diretor Global de Exploração e Desenvolvimento de Projetos Minerais e Diretor Global de Energia, Fertilizantes, Exploração, Desenvolvimento e Implantação de Projetos na Vale, onde atuou por 26 anos. É formado em Geologia pela  Universidade Federal de Minas Gerais.

Qual é a situação do projeto da Bamin em Caetité?

A Bamin investiu nos últimos nove anos e alcançou um projeto que está pronto para ser  implementado. Nós temos todas as licenças necessárias para a operação, tanto da mina, quanto do Porto Sul. O nosso caminho crítico sempre foi esperar a Fiol (Ferrovia de Integração Oeste-Leste), que já está se tornando uma realidade. O governo federal espera colocar em leilão no primeiro semestre de 2020.  Nossa expectativa é realizar o primeiro embarque em agosto de 2023.

A produção comercial da Bamin é suficiente para viabilizar esses dois projetos de infraestrutura? :: LEIA MAIS »

Aula inaugural do programa Mina de Talentos acontece nesta quarta (05)

Programa qualifica pessoas em diferentes áreas para trabalhar nas etapas do projeto Pedra de Ferro

O programa Mina de Talentos inicia nova turma nos cursos de qualificação nesta quarta-feira (05), na sede do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), em Ilhéus. A aula inaugural tem programação especial com entrega de material, apresentação de vídeos, palestras e tour de reconhecimento pelo campus. As atividades começam às 8h e a partir das 9h45 acontecem as matrículas para novos alunos.

O Mina de Talentos é um programa da BAMIN criado em 2011, em parceria com o SENAI, que já qualificou profissionalmente 1.234 (mil duzentos e trinta e quatro) pessoas para a fase de construção do Projeto Pedra de Ferro e do Porto Sul. Com cursos previstos para as regiões de Ilhéus e Itabuna, o programa é também um incentivo para elevar o percentual da mão de obra local qualificada.

O Porto Sul é um projeto do Governo da Bahia em parceria com a BAMIN, que assegura a exportação do minério de ferro oriundo da mina Pedra de Ferro, localizada no município de Caetité. A carga será transportada da mina até o Porto Sul pela Ferrovia de Integração Oeste Leste (FIOL).

Além do minério, o Porto Sul, com a capacidade de embarque de até 41,5 milhões de toneladas de minério por ano, deve fomentar outros negócios como a exportação de grãos, dentre eles a soja e o milho. O empreendimento poderá propiciar ainda, a importação de fertilizantes e outros insumos.

Sobre a BAMIN

A BAMIN é uma empresa brasileira de mineração que iniciou a formação em 2005 com um projeto pioneiro para o estado da Bahia. O empreendimento denominado Projeto Pedra de Ferro pretende produzir 20 milhões de toneladas de minério de ferro por ano, apoiado em uma gestão de excelência e sustentabilidade. A BAMIN irá transformar a Bahia no terceiro maior produtor de minério de ferro do Brasil. A Companhia possui escritórios estratégicos em Caetité, Ilhéus, Belo Horizonte e sua matriz está localizada em Salvador. 

O controle acionário da BAMIN é do Eurasian Resources Group (ERG). Com mais de 20 anos de sucesso na área de mineração, a empresa tem um portfólio de ativos de produção e projetos de desenvolvimento em 14 países, cruzando quatro continentes. O ERG é o maior produtor mundial de ferro-cromo, um dos mais importantes especialistas em minério de ferro, um dos dez principais produtores de alumina e o principal produtor de cobre e cobalto.

Obras de construção do Porto Sul começam no segundo semestre

Bamin e chineses irão investir cerca de R$ 2,5 bilhões no empreendimento

As obras do Porto Sul, no distrito de Aritaguá, em  Ilhéus, finalmente vão sair do papel. A Bahia Mineração (Bamin) e um consórcio formado por empresas da China irão iniciar a construção do empreendimento no segundo semestre deste ano, num investimento da ordem de R$ 2,5 bilhões. O serviço de implantação do porto vai gerar inicialmente 500 empregos,  mas,  no pico de obras,  esse número saltará para até 2.500.  Quando entrar em operação, daqui a quatro anos, serão entre 600 e 700 postos de trabalho diretos e centenas de outros indiretos.

“Queremos empregar o maior número possível de trabalhadores locais”, diz Alberto Vieira, diretor de implantação do Projeto Pedra de Ferro da Bamin. Segundo ele, inicialmente, serão construídos uma ponte sobre o Rio Almada e acessos às rodovias BA-001 e BA-262.  Na sequência, virão a ponte de acesso aos píeres, quebra-mar, retroporto, terminal, dentre outras estruturas.  “Por parte da Bamin já está  tudo pronto para o início das obras. Já contratamos as empresas de engenharia. Aguardamos agora as desapropriações. Precisamos de terra livre para iniciar o projeto”, assinalou Vieira.

Ontem pela manhã,  em solenidade realizada na Governadoria,  o  governador Rui Costa e representantes da Bahia Mineração assinaram o termo de unificação dos terminais do porto e a constituição da Sociedade de Propósito Específico (SPE) para a construção do empreendimento. Na prática, o termo permite o início do processo de desapropriações. Contempla ainda uma mudança no projeto original: inicialmente, o porto teria dois terminais – um de uso público e outro de uso privado. Agora, terá um.

De acordo com o governo, a  unificação dos terminais foi adotada como forma de assegurar o aumento da eficiência operacional do Porto Sul, a partir do uso compartilhado das estruturas marítimas e terrestres do equipamento pelo estado e  pela Bamin. Foi uma forma também de reduzir os  custos. “O projeto do Porto Sul foi concebido, inicialmente, com dois terminais, mas por causa de todos os problemas econômicos que o Brasil passou e passa, por conta dessa crise, nós resolvemos adotar a estratégia de unificá-los e, com isso, buscar acelerar a sua construção”, destacou Rui.

A obra do Porto Sul é considerada fundamental para a exportação do  minério proveniente da mina Pedra de Ferro, localizada no município de Caetité, a 636 kKm de Salvador. Mas ele só não basta. A viabilidade do projeto da Bamin depende ainda da conclusão  da Ferrovia de Integração Oeste Leste (Fiol).  Para ser viável economicamente,  Pedra de Ferro foi estruturado da seguinte forma:  extração e  beneficiamento do minério em Caetité, transporte da carga pela Fiol até Ilhéus e o escoamento pelo Porto Sul.  Com tudo pronto, serão exportadas, por ano, 18,8 milhões de toneladas de minério de ferro  para o mercado chinês.

“Tenho repetido diversas vezes que esse projeto só fica de pé com os três ativos juntos: o porto, a ferrovia e a mineração”,  enfatizou o governador. Alberto Vieira, da Bamin,  reforça: “Um negócio  dessa dimensão [Porto Sul] não se sustenta sem carga.  Precisamos que a Fiol seja concluída. É muito importante para a Bamin e para os investidores chineses que o processo de concessão da Fiol seja concluído ainda em 2019”.

Uma das estrelas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC),  a  Ferrovia Oeste Leste deveria ter sido concluída em 2014.  A obra – que já consumiu recursos da ordem de R$ 3,4 bilhões – está parada  há mais de três anos.  O histórico de execução do projeto inclui problemas crônicos: falta de dinheiro, paralisações dos serviços em vários trechos, abandono de canteiros pelas empreiteiras contratadas, greve de operários   e problemas com licenciamento ambiental. Apesar de tudo isso,  o projeto tem 75% de execução.

A boa notícia é que o Ministério da Infraestrutura  pretende realizar ainda este ano o leilão de concessão da ferrovia à iniciativa privada. O projeto completo vai de Ilhéus a Figueirópolis, no estado do Tocantins, num traçado de 1.527 km, mas atualmente apenas o trecho entre Ilhéus e Caetité, com 537 km, está qualificado para ser licitado.  A Bamin e  seus sócios chineses irão  participar da disputa.

“A mina e a ferrovia dependem do porto, e o porto vai ser o conforto para que o governo federal efetive o leilão da ferrovia, que é a espinha dorsal do projeto”, diz o diretor financeiro da Bamin, Alexandre Aigner. “A ferrovia é um indutor de desenvolvimento. Com  a Fiol e o Porto Sul, iremos viabilizar uma série de outros projetos em Ilhéus, Itabuna, Brumado, Caetité e na região do São Francisco”, completou o governador

Brasil inaugura 1º Hub de inovação para a indústria mineral

Foto divulgação

Inovação na prática, ao vivo, voltada exclusivamente para a indústria da mineração. É o que os participantes do Hub da Mineração (ou Mining Hub – www.mininghub.com.br) irão desempenhar. Esta iniciativa é inédita no mundo, tem o apoio do Instituto Brasileiro de Mineração – IBRAM (www.portaldamineracao.com.br/ibram), a adesão de 18 mineradoras, entre as quais, as maiores do País, fornecedores do setor, empreendedores e startups, pesquisadores, entre outros.

A proposta da estruturação do Hub da Mineração surgiu das mineradoras e conta com o apoio do IBRAM. Já são 18 mineradoras participantes: Anglo American, AngloGold Ashanti, ArcelorMittal, Bahia Mineração, Bemisa, CBMM, CMOC, CSN, Ferrous, Gerdau, Kinross, J. Mendes, Mineração Morro Verde, Nexa Resources, RHI Magnesita, Samarco, Mineração Usiminas e Vale. Além das mineradoras, empresas da cadeia de fornecedores também estarão no Hub da Mineração: Accenture, Haver & Boecker, IHM Stefanini, ISQ, LGA Mineração, Outotec, Petronas, Sotreq, Thyssen Krupp.

Mesmo que sejam concorrentes em vários mercados, as mineradoras irão atuar em conjunto. “Elas e os demais participantes do projeto desenvolverão as soluções em conjunto e as compartilharão para que todas sejam beneficiadas. O Hub representa mais do que um espaço de inovação. É um novo marco nas relações comerciais e institucionais da mineração brasileira e, também, um diferencial competitivo setorial perante os competidores internacionais”, avalia Walter Alvarenga, diretor-presidente do IBRAM.

O Hub da Mineração foi inaugurado oficialmente neste dia 17/01. No início de dezembro foi divulgado um edital e até dia 25/01 os empreendedores poderão cadastrar suas propostas. Neste primeiro ciclo, deverão ser acelerados projetos inovadores voltados a cinco áreas de atuação: Segurança (Operacional e SSO – segurança e saúde ocupacional); Gestão da Água; Fontes de Energia Alternativa; Eficiência Operacional; e Gestão de Resíduos. No período de um ano estão previstos 3 ciclos de aceleração de projetos.

A BAMIN apoia esta iniciativa e esteve presente no evento de abertura. Em breve divulgaremos novas informações sobre a nossa participação no Hub.

ERG realiza apresentação na maior conferência da indústria de mineração ===>>>21-10-2016

BAMIN

Rio de Janeiro, Brazil. 24th World Mining Congress. Claudio Menezes, Benedict Sobotka, Alberto Vieira e Erik Gaustad. Foto: Monique Cabral/Argosfoto

Rio de Janeiro, Brazil. 24th World Mining Congress. Claudio Menezes, Benedict Sobotka, Alberto Vieira e Erik Gaustad. Foto: Monique Cabral/Argosfoto

O Grupo definiu o curso para o desenvolvimento da BAMIN e discutiu as principais tendências tecnológicas

 

O Eurasian Resources Group (ERG) – um dos maiores produtores de recursos minerais do mundo, esteve presente no 24º Word Mining Congress (Congresso Mundial de Mineração), no Rio de Janeiro. Benedikt Sobotka, CEO do ERG, foi convidado a participar junto com os executivos das empresas AgloAmerican, Vale e o Grupo Votorantim Metals em um painel para discutir sobre o papel da tecnologia e inovação no Setor de Mineração.

Esse ano, pela primeira vez na história, o Congresso Mundial de Mineração (WMC) foi sediado pelo Brasil tendo o IBRAM, associação de mineração do país, como coordenador do evento. Cerca de 900 executivos que representam as operações em 40 países marcaram presença.  

Sobotka disse: “Como um campeão mundial no mercado de minério de ferro, o Brasil define prioridades para o desenvolvimento tecnológico do setor. Através do recente acordo com Google e McKinsey, a República do Cazaquistão, outro dos principais produtores mundiais de matérias primas diversas, tem como objetivo tornar-se pioneira no uso da análise de ‘big data’ para melhorar a eficiência de seu setor de mineração. Sendo um grande produtor e exportador de minério de ferro com operações tanto no Cazaquistão como no Brasil, estamos em uma posição única para compartilhar informações entre mercados e temos muita coisa para discutir com nossos parceiros e amigos durante esta significativa reunião global da indústria. ”

A Associação de Produção de Mineração Sokolov-Sarbai (SSGPO) do ERG, a maior fabricante no Cazaquistão com capacidade anual de 40 milhões de toneladas, tem o reconhecimento da marca em todo o mundo e é um importante player no mercado de minério de ferro.

No Brasil, através de sua subsidiária Bahia Mineração S/A (BAMIN), ERG está desenvolvendo o Estágio I do Porto Sul, porto de águas profundas perto de Ilhéus (Bahia), e o Pedra de Ferro, mina de minério de ferro a céu aberto, próximo à Caetité. O Porto Sul será parte integrante da logística do corredor Oeste-Leste sendo desenvolvido no projeto mais amplo da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL). A mina Pedra de Ferro, quando estiver em operação, estará entre as produtoras de custos mais baixos do mundo.

No Congresso, Sobotka participou do painel tema “Mineração no mundo em inovação: as mineradoras do futuro”, moderado por Gillian Davidson, chefe de Mineração e Metais, Fórum Econômico Mundial. Ele foi acompanhado por Ruben Fernandes, CEO da Anglo American, Tito Martins, CEO Grupo Votorantim Metais e Clovis Torres, Diretor Executivo de Recursos Humanos, Sustentabilidade, Integridade Corporativa e Consultoria Geral da Vale.

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Chineses sobrevoam mina de ferro e ferrovia em Caetité

Chineses sobrevoam mina de ferro e ferrovia em Caetité

Foto: Divulgação

Chineses conheceram de perto a qualidade do minério e a extensão da mina

Representantes do Governo do Estado, da Bahia Mineração (Bamin), da ERG, acionista da Bamin, e empresários chineses fizeram neste domingo (12) um sobrevoo na mina de minério de ferro localizada em Caetité, sudoeste do estado, e em trechos da Ferrovia Oeste-Leste (Fiol). Na ocasião, os chineses conheceram de perto a qualidade do minério e a extensão da mina. As empresas da China, a Bamin e a ERG vão trabalhar em conjunto para desenvolver os projetos da Fiol, mina de ferro e Porto Sul, que já tem todas as licenças para início das obras. “O objetivo dessa visita é continuar fortalecendo a parceira dos projetos da Fiol, Porto Sul e mina de ferro. O presidente da companhia chinesa Crec e suas subsidiárias veio conferir de perto o projeto que vai contribuir para o desenvolvimento da Bahia”, afirmou o coordenador executivo da Casa Civil, José Carlos, que acompanha os chineses na visita. Nesta segunda-feira (13), o governador Rui Costa irá se reunir com os presidentes e demais executivos das companhias chinesas. Essas empresas vão apresentar resultados positivos dos projetos da mina, Porto Sul e Fiol. Além dos chineses, participam da reunião o presidente da Bahia Mineração (Bamin) e o chefe regional da ERG, grupo controlador da Bamin. No último dia 7 de agosto, mais um importante passo para o desenvolvimento do projeto foi dado com a aprovação, pelo Governo Federal, dos Estudos de Viabilidade Técnica e Econômica referentes ao processo de concessão da Fiol, do trecho de Ilhéus até Caetité. Os estudos foram contratados, através de uma licitação pública, pelo Governo do Estado da Bahia com o propósito de dar celeridade ao processo de implantação do equipamento, com a retomada das obras. Com o relatório de aprovação emitido pela Secretaria Nacional de Transportes Terrestre e Aquaviário, vinculada ao Ministério dos Transportes, fica estabelecido que a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) já está autorizada a abrir o processo de licitação de concessão da Ferrovia.

Estadão

“Estamos fazendo ajustes para que possamos ter a retomada da Fiol e o início do Porto Sul”

*“Estamos fazendo ajustes para que possamos ter a retomada da Fiol e o início do Porto Sul”, afirma Rui Costa após reunião com chineses*

Reunião com os chineses das diversas empresas.

Os principais executivos de duas empresas chinesas que formam o consórcio com a Bahia Mineração para construção do Porto Sul, Ferrovia Oeste-Leste e exploração da mina de minério de ferro em Caetité se reuniram com o governador Rui Costa, o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Jaques Wagner, e o secretário da Casa Civil, Bruno Dauster, na tarde desta terça-feira (20), na Governadoria.

Durante encontro de apresentação, os executivos das empresas  CREC e CCCC reforçaram o interesse em, juntamente com a Bahia Mineração, iniciar as atividades o quanto antes no estado da Bahia. Além da visita ao governador, o grupo de 11 chineses visitou essa semana a mina em Caetité, as obras da Fiol e o local onde será construído o Porto Sul, em Ilhéus. Antes do encontro com o governador nesta terça-feira (20), eles também fizeram uma visita de cortesia a uma comissão de deputados na Assembleia Legislativa.

O governador Rui Costa destacou o trabalho que vem sendo realizado para trazer grupos estrangeiros que tenham interesse nos projetos e afirmou que até o final deste ano será tomada uma decisão. “Nos reunimos com o consórcio formado por empresas chinesas que estão se preparando para disputar o leilão [da Fiol] que o governo federal deve publicar ainda esse ano. A minha expectativa é de que possamos ter uma solução definitiva sobre esses dois empreendimentos [Fiol e Porto Sul] ainda em 2018. Estamos dando os últimos passos e fazendo ajustes para que no início de 2019 possamos fazer a retomada da obra da ferrovia e o início rápido e consistente do Porto Sul. Daremos um passo expressivo para o desenvolvimento da Bahia e levaremos ao interior do estado uma infraestrutura capaz de acelerar o crescimento e a oportunidade de emprego para o nosso povo”, ressaltou. :: LEIA MAIS »

Eduardo Salles comemora acordo que viabiliza construção do Porto Sul

Deputado Estadual Eduardo Salles

 

O acordo feito por três empresas chinesas e a Bahia Mineração (BAMIN), que vai permitir que as instituições discutam os negócios para futura formação de uma joint venture (aliança entre empresas para realização de atividades econômicas em comum), foi comemorado pelo deputado estadual Eduardo Salles. A assinatura aconteceu na última terça-feira (6) entre as empresas chinesas e a BAMIN. Neste mesmo dia, pela manhã, o parlamentar participou de reunião com o governador Rui Costa, o vice-governador João Leão e os chineses.

“Esse é o momento importante e resultado de uma equipe que sempre acreditou na importância econômica do Porto Sul para Ilhéus e região. Continuaremos trabalhando pela realização desse empreendimento que irá impulsionar a economia do nosso estado e gerar de milhares de empregos”, celebra Eduardo Salles, membro da Comissão da FIOL e Porto Sul da Assembleia Legislativa da Bahia.

“A crise econômica vivida pelo país atrapalhou muito o calendário da obra. Mas nunca desistimos. Eu fui sempre com meus colegas da Comissão a Brasília tentar retirar os entraves para a retomada dos trabalhos. Na outra ponta, o governador e o vice-governador foram à China costurar o acordo que viabilizasse o Porto Sul”, relembrou o parlamentar.

No final de 2017 o governo estadual e a BAMIN fecharam acordo com os chineses estabelecendo um cronograma inicial das obras do Porto Sul, que possui todas as licenças ambientais. “A consolidação do consórcio entre essas empresas vai viabilizar também a FIOL porque não há como concluir a ferrovia sem a existência de um porto”, explicou o deputado.

O investimento do Porto Sul é de R$ 2,7 bilhões e será construído na localidade de Aritaguá, litoral de Ilhéus. O local vai escoar 20 milhões de toneladas de minério de ferro que chegarão à região por meio da Ferrovia Oeste- Leste).

Assinaturas do acordo

OLHA O PORTO SUL CHEGANDO AÍ GENTE!

06/02/18 09:24:28: BLOG  THAME: *Sugestão de pauta*

*Governador, chineses e Bahia Mineração (ERG) celebram acordo para o Porto Sul*

Mais um passo para a viabilização do Porto Sul será dado nesta terça-feira (6) quando representantes de três empresas chinesas e a Bahia Mineração (Bamin) assinam documento que permitirá que as instituições discutam os negócios do projeto para a formação de uma futura joint venture, aliança entre empresas para realização de atividade econômica em comum. O governador Rui Costa acompanha o ato na Governadoria, às 14h, com a presença também de representantes do Eurasian Resources Group (ERG), acionista da Bamin.

O Porto Sul tem investimento total previsto de R$ 2,7 bilhões e será construído na localidade de Aritaguá, no litoral norte de Ilhéus. Pelo porto será escoado, principalmente, o minério de ferro extraído pela Bahia Mineração no município de Caetité. A previsão é que cerca de 20 milhões de toneladas ao ano de minério de ferro de alta qualidade sejam escoados pelo prazo de até 30 anos.

Governo avança em entendimentos para concretização da Fiol e do Porto Sul

12/12/17 17:03:13: BLOG  THAME: Governo avança em entendimentos para concretização da Fiol e do Porto Sul

Assinatura dos protocolos, recursos é o que não faltam…

Nesta terça-feira (12), em Pequim, foi realizado um dos principais compromissos da agenda do vice-governador, João Leão, e do secretário da Casa Civil, Bruno Dauster, em missão internacional na China. Na sede da China Railway Engineering Corporation (Crec), o Governo do Estado assinou dois importantes documentos que envolvem a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol) e o Porto Sul.

O primeiro, um memorando de entendimento (MOU) sobre os desdobramentos e detalhamento do Projeto Integrado para o desenvolvimento do Porto Sul, da Fiol e da mina Pedra de Ferro, firmado em setembro, na última missão do Governo à China. O documento foi assinado entre o Executivo Estadual, o consórcio chinês e o Eurasian Resources Group (ERG), acionista da Bahia Mineração (Bamin).

O segundo, assinado entre o Governo do Estado e a Bamin, define, segundo Dauster, “os princípios para a unificação do Terminal de Uso Privado (Tup) da Bamin e do Tup do Estado da Bahia em um só Terminal, o que é fundamental para o êxito do projeto no momento atual, pois otimiza o serviço e reduz custos”.

Em janeiro de 2018, deverá ser assinado um novo documento entre as empresas do Consórcio, em Salvador, fixando marcos e objetivos para Projeto do Porto Sul, que deverá iniciar as primeiras obras no primeiro semestre de 2018. O Porto, além de possuir todas as licenças ambientais em vigor, possui todas as autorizações necessárias para iniciar as obras.

O secretário da Casa Civil destacou que a assinatura dos memorandos “concretizam mais um importante passo para a implantação da Fiol e do Porto Sul. Essas são obras fundamentais para o desenvolvimento do sul e do oeste da Bahia, que vão proporcionar o melhor escoamento de grãos e minérios, além de melhorar as condições de vida da população, com mais emprego e renda”, declarou Dauster.

Consórcio chinês é formado pelas empresas: Crec; China Communications Construction Company Ltd; Minmetals Development Co. Ltd; Shougang Fushan Resources Group Limited; e Dalian Huarui Heavy Industry Group Co. Ltd.

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