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:: ‘Bamin’

Presidente participa da assinatura de concessão da ferrovia na Bahia

Contrato assinado com a empresa Bahia Mineração será de 35 anos

Publicado em 03/09/2021 – 12:02 Por Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Presidente Jair Bolsonaro participou, nesta sexta-feira (3), da Cerimônia de Assinatura do Contrato de Concessão da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL I), em Tanhaçu (BA

O presidente Jair Bolsonaro participou hoje (3) da cerimônia de assinatura da concessão da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), no município de Tanhaçu, na Bahia. O contrato foi assinado com a empresa Bahia Mineração (Bamin) e terá duração de 35 anos.

Antes do evento, Bolsonaro visitou as obras da ferrovia, acompanhado do ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, e de outras autoridades. O presidente parabenizou Freitas e seus demais ministros pelo trabalho na atração de investimentos para o país. “Essas pessoas, para poderem trabalhar, eu dei pra eles a total liberdade, porque acredito na responsabilidade de cada um deles. E formando dessa maneira [a equipe ministerial], a iniciativa privada, que é aquela que realmente leva o país pra frente, vem atrás de nós porque tem a confiança naquilo que nós fazemos”, disse.

O contrato assinado nesta sexta-feira é referente ao trecho entre Ilhéus e Caetité, na Bahia, chamado de Fiol 1, com 537 quilômetros de extensão. A expectativa é que a Fiol 1 comece a operar em 2025, transportando mais de 18 milhões de toneladas de carga.

Em um primeiro momento, 16 locomotivas e 1,4 mil vagões estarão em operação, dos quais, pelo menos, 1,1 mil serão destinados ao escoamento de minério de ferro. Em 10 anos, em 2035, a expectativa é que volume de carga supere os 50 milhões de toneladas transportadas em 34 locomotivas e 2,6 mil vagões.

Ainda nesta sexta-feira, Bolsonaro tem agendas no Recife, em Pernambuco. Na cidade, ele participa da inauguração da Escola de Formação de Luthier e Archetier da Orquestra Criança Cidadã e da solenidade de passagem do Comando Militar do Nordeste.

Leiloada em abril, a Fiol 1 receberá investimentos privados de R$ 3,3 bilhões, sendo que cerca de R$ 1,6 bilhão será usado para o término do segmento, hoje com 75% das obras concluídas.

O governo também avança com o projeto da Fiol 2, entre Caetité e Barreiras, também na Bahia. As obras do trecho de 485,4 quilômetros de extensão estão em andamento, inclusive com a participação do Exército na execução. Já a Fiol 3, de Barreiras a Figueirópolis, em Tocantins, aguarda licença de instalação.

De acordo com o Ministério da Infraestrutura, quando estiver pronta, a Fiol será um corredor de escoamento com 1.527 quilômetros de trilhos, ligando o futuro porto de Ilhéus, no litoral baiano, ao município tocantinense de Figueirópolis, ponto em que se conectará com a Ferrovia Norte-Sul e o restante do país.

Edição: Aline Leal

Dirigentes da Valec e ANTT promovem encontro de cooperação

 

 

Na última terça-feira (24), a Diretoria Executiva da Valec recebeu, na sede da empresa, integrantes da Diretoria Colegiada da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres): Rafael Vitale, diretor-geral, e o diretor Guilherme Theo Sampaio.

Ao dar as boas-vindas aos visitantes, o diretor-presidente da Valec, André Kuhn, agradeceu o empenho da agência reguladora que resultou na autorização para a estatal receber o valor de outorga fixa da oriunda da subconcessão da FIOL (saiba mais: Em decisão inédita, ANTT autoriza Valec a receber outorga fixa oriunda do leilão da FIOL). “Trata-se de um marco histórico para a nossa empresa, resultado da reestruturação administrativa e contábil que nossa Diretoria promoveu desde que assumiu a condução da Valec”, ressaltou Kuhn.

Outro tema que mereceu a atenção dos participantes foi a Transnordestina, que tem a Valec como sócia minoritária. Os diretores da estatal fizeram uma breve atualização do status da análise de viabilidade da obra. Hoje, o relatório produzido pela empresa de consultoria contratada para esse fim, está com a Secretaria Nacional de Transportes Terrestres – SNTT – do Ministério da Infraestrutura – MInfra, para avaliação.

Rafael Vitale destacou o momento atual de integração entre as vinculadas do MInfra. “Criamos um espaço de cooperação entre os órgãos ligados à pasta. As portas da Agência estão sempre abertas à Valec”.

Revolução Ferroviária


Para finalizar o encontro, os dirigentes da Valec e da ANTT mencionaram o que vem sendo chamado pelo setor logístico de Revolução Ferroviária. Nesse contexto, os dois órgãos participarão, na próxima semana, da assinatura do contrato de concessão do trecho I da Ferrovia de Integração Oeste-Leste – FIOL. A partir da assinatura, a mineradora BAMIN assumirá as obras remanescentes do trecho ferroviário, gerando empregos e acelerando o início das operações que levarão carga até o futuro porto de Ilhéus/BA. É o segundo trecho ferroviário subconcedido desde 2019, quando ocorreu o leilão dos tramos central e extensão sul da Ferrovia Norte-Sul – FNS, vencido pela Rumo.

Além desses leilões, em dezembro de 2020, Valec e ANTT assinaram, com a Vale, contrato para a construção da Ferrovia de Integração Centro-Oeste – FICO, fruto da primeira iniciativa nacional de investimento cruzado.


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Empresa de mineração arremata concessão de trecho de ferrovia na Bahia

Transporte de grãos e minério de ferro deve começar em 2025

Publicado em 08/04/2021 – 16:20 Por Bruno Bocchini – Repórter da Agência Brasil – São Paulo

O governo federal leiloou hoje (8) a concessão de parte da Ferrovia de Integração Oeste Leste (Fiol), entre o porto de Ilhéus e Caetité, na Bahia. Chamado de Fiol 1, o trecho de 537 quilômetros de extensão foi arrematado pela Bahia Mineração (Bamin), do Grupo Eurasian Resources Group (ERG), a única empresa a apresentar lance no certame.
 

O lance de outorga ofertado pela Bamin foi de R$ 32,730 milhões. A mineradora ficará responsável pela finalização do empreendimento e operação do trecho, em uma concessão que vai durar 35 anos, com previsão de investimentos de R$ 3,3 bilhões. Desse total, R$ 1,6 bilhão serão usados para a conclusão das obras, que estão 80% finalizadas.

De acordo com a mineradora, todos os investimentos serão bancados com recursos próprios da companhia.

Segundo o governo federal, a concessão da Fiol permitirá a criação de 55 mil empregos diretos e indiretos. “Esse é o projeto mais transformador do estado da Bahia, um investimento que vai terminar uma obra parada há 10 anos. Vamos ver, finalmente, a obra chegando no porto. A gente vai ter um sistema integrado: mina, ferrovia e porto”, destacou o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas.

O governo federal informou que o trecho leiloado hoje deve começar a operar em 2025, já transportando mais de 18 milhões de toneladas de carga, entre grãos e o minério de ferro produzido na região de Caetité. O minério de ferro deverá compor a maior parte da carga transportada no trecho, mas também serão carregados alimentos processados, cimento, combustíveis, soja em grão, farelo de soja, manufaturados, petroquímicos e outros minerais.

Edição: Nádia Franco

Iniciativas no enfrentamento ao Coronavírus são prioridades para a BAMIN

As iniciativas da empresa contribuem para o fortalecimento da saúde pública e economia local, sempre priorizando a qualidade de vida da população e de seus colaboradores

A BAMIN sempre trabalhou em sintonia com as comunidades em sua área de atuação. E no momento em que o mundo enfrenta seu maior desafio sanitário dos últimos 100 anos, não poderia deixar de estar ao lado de seus colaboradores e das comunidades das regiões em que atua, consolidando cada vez mais seu papel social.  Para isto desenvolve uma série de ações como a doação de itens de segurança e proteção para unidades de saúde dos municípios, e máscaras de tecido e cestas básicas para a população. Ainda como estratégia de fortalecimento da economia local, a empresa prioriza a compra e produção de todas os itens de doação por meio de fornecedores locais.

Para fortalecer o serviço público de saúde, a BAMIN doou insumos importantes como álcool em gel e EPIs para os profissionais que estão na linha de frente do atendimento a pacientes com Covid-19. No total, a empresa entregou 1.190 litros de álcool em gel e 315.200 luvas para as prefeituras de Caetité, Pindaí, Guanambi, Licínio de Almeida e Ilhéus. Buscando contribuir para a melhoria da qualidade de vida das populações, a empresa entregou ainda aos municípios 1.682 cestas básicas para serem distribuídas para famílias em situação de vulnerabilidade.

Unindo ação sustentável e geração de renda, a BAMIN doou seus mais de 300 uniformes antigos e não utilizados, devidamente higienizados, para a confecção de máscaras caseira para proteção da população. Com o material, a associação de costureiras Mãos Que Bordam, de Pindaí, produziu mais de 1.300 máscaras que foram adquiridas pela empresa para a distribuição para as comunidades, gerando trabalho e renda para as associadas. Somadas às outras compradas de costureiras locais, a empresa doou mais de 20 mil máscaras para as comunidades. Ainda para fortalecer a economia, todas as cestas básicas foram adquiridas no comércio local.

Cuidados internos

Desde o início da pandemia, o setor de mineração foi um dos considerados serviços essenciais por produzir insumos que são a base de uma série de itens fundamentais, inclusive na área da saúde. Por esse motivo a BAMIN e outras mineradoras puderam manter suas atividades, seguindo todos os protocolos de saúde vigentes. Para garantir a segurança de seus colaboradores e terceirizados, e seguindo as normas das autoridades brasileiras e recomendações de organismos internacionais de saúde, a BAMIN tomou uma série de medidas como a restrição de viagens dos colaboradores a trabalho, a adoção do trabalho em home office para todos os colaboradores do grupo cuja atividade podia ser realizada de casa.

Os colaboradores em atividade presencial seguem todos os protocolos como o distanciamento seguro e têm sempre disponíveis materiais de higienização e proteção pessoal. A BAMIN também tem realizado testagens do Covid para colaboradores e por obrigação contratual também exige essa ação das empresas terceirizadas. Todas as medidas de segurança são reforçadas com campanhas permanentes de orientação e conscientização.  A BAMIN se prepara para ampliar as atividades, aguardando para isto todas as normatizações das autoridades estaduais e municipais e continuará sempre ao lado das comunidades para contribuir em todas as frentes no enfrentamento à pandemia, trabalhando e produzindo de acordo com as normas de saúde e segurança.

Sobre a BAMIN

A BAMIN é uma empresa brasileira de mineração que iniciou a formação em 2005 com um projeto pioneiro para o estado da Bahia. O empreendimento denominado Projeto Pedra de Ferro pretende produzir até 18 milhões de toneladas de minério de ferro por ano, apoiado em uma gestão de excelência e sustentabilidade. A BAMIN irá transformar a Bahia no terceiro maior produtor de minério de ferro do Brasil. A Companhia possui escritórios estratégicos em Caitité, Ilhéus, Belo Horizonte e sua matriz está localizada em Salvador.

 O controle acionário da BAMIN é do Eurasian Resources Group (ERG). Com mais de 20 anos de sucesso na área de mineração, a empresa tem um portfólio de ativos de produção e projetos de desenvolvimento em 15 países, cruzando quatro continentes. O ERG é o maior produtor mundial de ferrocromo, um dos mais importantes especialistas em minério de ferro, um dos dez principais produtores de alumina e o principal produtor de cobre e cobalto.

BAMIN integra mutirões de limpeza das praias da região de Ilhéus

Fotos: crédito/Divulgação

A BAMIN reconhece a importância do litoral nordestino e acredita que as iniciativas de preservação e cuidados com a natureza são fundamentais hoje e no futuro. Por isso, a Companhia se solidariza com às comunidades nordestinas, sobretudo na região do litoral da Bahia, onde vem atuando junto aos órgãos públicos, para prestar assistência na limpeza das praias atingidas pelas manchas de óleo.
Desde os primeiros indícios de aparecimento do óleo, a BAMIN tem estado à disposição das comunidades e atua auxiliando na mobilização dos voluntários para os mutirões de limpeza e na disponibilização de um trator e caçamba para a retirada do óleo recolhido.
Outra ação importante é o apoio da equipe do Programa de Monitoramento Pesqueiro, que atua como “fiscais” de 17 pontos da praia. Estes monitores fiscalizam as praias e enviam diariamente fotos dos locais para os órgãos públicos competentes, contribuindo com informações sobre o óleo e também com os trabalhos de limpeza.
Também como ação emergencial, a BAMIN disponibilizou para os técnicos do IBAMA e da UESC o espaço do CETRAS – Centro de Atendimento de Animal Silvestres, que fica instalado no Caps – Centro Ambiental Porto Sul, que futuramente será usado pelo Porto Sul. O local receberá animais encontrados nas áreas atingidas pelo óleo e serão cuidados pelos técnicos do IBAMA. O Centro também ganhou grandes tanques para armazenar água e para receber animais como tartarugas marinhas.
Além destas ações, nesta quinta-feira (31), a BAMIN entregou à prefeitura de Ilhéus Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s), carrinhos de mão, pás, luvas, botas, rastelos e baldes para uso dos voluntários e equipe de trabalho na limpeza das praias.

Fotos: crédito/Divulgação

Assessoria de Imprensa – BAMIN
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BAMIN participa da nova edição da EXPOSIBRAM

 

A EXPOSIBRAM é uma das maiores e mais importantes exposições de mineração da América Latina. Bianual, o evento reúne centenas de empresários, representantes de organizações governamentais e privadas para discutir e apresentar tecnologias e soluções para mineração. Neste ano, o evento é realizado de 9 a 12 de setembro, em Belo Horizonte (MG), pelo Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM).

Sessão Plenária I – O futuro do mercado de commodities minerais e as principais tendências atuais para a mineração-Moderador: Eduardo Jorge Ledsham, Diretor-Presidente, BAMIN. Foto: Netun Lima

 

Eduardo Jorge Ledsham, Diretor-Presidente da BAMIN, mediou a I Plenária da EXPOSIBRAM sobre O futuro do mercado de commodities minerais e as principais tendências atuais para a mineração. Participam também: Paul Fraser Robinson, Diretor, CRU Group, UK – Perspectivas globais das tendências das commodities minerais; Roger Emslie, Diretor de Metais & Consultoria de Mineração, Wood Mackenzie – Visão dos fundamentos da mineração na América Latina dentro do contexto da indústria de mineração global; Barbara Lanhoso de Mattos, Vice-Presidente Senior, Moody’s Latin America.

A exposição tem uma área com mais de 13 mil m² de estandes, nos quais estão representadas as principais mineradoras com atuação global e grandes fornecedores de produtos e serviços. Também são apresentadas as principais tendências em tecnologia, equipamentos, softwares e outros produtos ligados à indústria mineral, além de dados sobre investimentos e gestão.

Em paralelo à exposição, acontece o Congresso Brasileiro de Mineração que atrai a cada edição mais de mil participantes entre especialistas, pesquisadores, estudantes e representantes de empresas.

Mais de 30 países expõe inovações na feira

Nesta edição, a EXPOSIBRAM recebe 30 países e 490 expositores. Enquanto ocorre o evento, mais de 900 pessoas são mobilizadas nos diversos serviços indiretos gerados na cadeia produtiva do evento.

Antes de começar, foram mobilizadas 4500 pessoas para atender nos estandes ao longo dos dias do evento. Para a montagem da estrutura, foram quase 1700 trabalhadores nos seis dias de montagem.

Na edição anterior, realizada em 2017, a EXPOSIBRAM reuniu 45 mil visitantes, mil congressistas, 107 expositores estrangeiros, 308 brasileiros e 28 países participaram. 

Sobre a BAMIN
A BAMIN é uma empresa brasileira de mineração que iniciou a formação em 2005 com um projeto pioneiro para o estado da Bahia. O empreendimento denominado Projeto Pedra de Ferro pretende produzir 20 milhões de toneladas de minério de ferro por ano, apoiado em uma gestão de excelência e sustentabilidade. A BAMIN irá transformar a Bahia no terceiro maior produtor de minério de ferro do Brasil. A Companhia possui escritórios estratégicos em Caetité, Ilhéus, Belo Horizonte e sua matriz está localizada em Salvador. 

O controle acionário da BAMIN é do Eurasian Resources Group (ERG). Com mais de 20 anos de sucesso na área de mineração, a empresa tem um portfólio de ativos de produção e projetos de desenvolvimento em 14 países, cruzando quatro continentes. O ERG é o maior produtor mundial de ferro-cromo, um dos mais importantes especialistas em minério de ferro, um dos dez principais produtores de alumina e o principal produtor de cobre e cobalto.

Projeto da Bamin viabiliza Fiol e Porto Sul

Eduardo Ledsham, presidente da Bamin (Foto: Divulgação)

 Entrevista: Eduardo Ledsham

Se a implantação da Bamin-Bahia Mineração fosse comparado a uma viagem, estaríamos naquele momento em que, ainda na estrada, já se vislumbra o destino final. A mina da empresa, em Caetité, está pronta. O Porto Sul, em Ilhéus, por onde serão escoadas 20 milhões de toneladas de minério de ferro por ano, já possui todas as suas licenças. E o primeiro trecho da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), que vai ligar os dois pontos, está 80% concluída. O presidente da Bamin, Eduardo Ledsham, já projeta até o primeiro embarque, em agosto de 2023.

Quem é

Eduardo Ledsham   esteve à frente do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), ligado ao Ministério de Minas e Energia, de agosto de 2016 a agosto de 2017. Entre 2012 a 2015 esteve como CEO da B&A Mineração. Foi também Diretor Global de Exploração e Desenvolvimento de Projetos Minerais e Diretor Global de Energia, Fertilizantes, Exploração, Desenvolvimento e Implantação de Projetos na Vale, onde atuou por 26 anos. É formado em Geologia pela  Universidade Federal de Minas Gerais.

Qual é a situação do projeto da Bamin em Caetité?

A Bamin investiu nos últimos nove anos e alcançou um projeto que está pronto para ser  implementado. Nós temos todas as licenças necessárias para a operação, tanto da mina, quanto do Porto Sul. O nosso caminho crítico sempre foi esperar a Fiol (Ferrovia de Integração Oeste-Leste), que já está se tornando uma realidade. O governo federal espera colocar em leilão no primeiro semestre de 2020.  Nossa expectativa é realizar o primeiro embarque em agosto de 2023.

A produção comercial da Bamin é suficiente para viabilizar esses dois projetos de infraestrutura? :: LEIA MAIS »

Aula inaugural do programa Mina de Talentos acontece nesta quarta (05)

Programa qualifica pessoas em diferentes áreas para trabalhar nas etapas do projeto Pedra de Ferro

O programa Mina de Talentos inicia nova turma nos cursos de qualificação nesta quarta-feira (05), na sede do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), em Ilhéus. A aula inaugural tem programação especial com entrega de material, apresentação de vídeos, palestras e tour de reconhecimento pelo campus. As atividades começam às 8h e a partir das 9h45 acontecem as matrículas para novos alunos.

O Mina de Talentos é um programa da BAMIN criado em 2011, em parceria com o SENAI, que já qualificou profissionalmente 1.234 (mil duzentos e trinta e quatro) pessoas para a fase de construção do Projeto Pedra de Ferro e do Porto Sul. Com cursos previstos para as regiões de Ilhéus e Itabuna, o programa é também um incentivo para elevar o percentual da mão de obra local qualificada.

O Porto Sul é um projeto do Governo da Bahia em parceria com a BAMIN, que assegura a exportação do minério de ferro oriundo da mina Pedra de Ferro, localizada no município de Caetité. A carga será transportada da mina até o Porto Sul pela Ferrovia de Integração Oeste Leste (FIOL).

Além do minério, o Porto Sul, com a capacidade de embarque de até 41,5 milhões de toneladas de minério por ano, deve fomentar outros negócios como a exportação de grãos, dentre eles a soja e o milho. O empreendimento poderá propiciar ainda, a importação de fertilizantes e outros insumos.

Sobre a BAMIN

A BAMIN é uma empresa brasileira de mineração que iniciou a formação em 2005 com um projeto pioneiro para o estado da Bahia. O empreendimento denominado Projeto Pedra de Ferro pretende produzir 20 milhões de toneladas de minério de ferro por ano, apoiado em uma gestão de excelência e sustentabilidade. A BAMIN irá transformar a Bahia no terceiro maior produtor de minério de ferro do Brasil. A Companhia possui escritórios estratégicos em Caetité, Ilhéus, Belo Horizonte e sua matriz está localizada em Salvador. 

O controle acionário da BAMIN é do Eurasian Resources Group (ERG). Com mais de 20 anos de sucesso na área de mineração, a empresa tem um portfólio de ativos de produção e projetos de desenvolvimento em 14 países, cruzando quatro continentes. O ERG é o maior produtor mundial de ferro-cromo, um dos mais importantes especialistas em minério de ferro, um dos dez principais produtores de alumina e o principal produtor de cobre e cobalto.

Obras de construção do Porto Sul começam no segundo semestre

Bamin e chineses irão investir cerca de R$ 2,5 bilhões no empreendimento

As obras do Porto Sul, no distrito de Aritaguá, em  Ilhéus, finalmente vão sair do papel. A Bahia Mineração (Bamin) e um consórcio formado por empresas da China irão iniciar a construção do empreendimento no segundo semestre deste ano, num investimento da ordem de R$ 2,5 bilhões. O serviço de implantação do porto vai gerar inicialmente 500 empregos,  mas,  no pico de obras,  esse número saltará para até 2.500.  Quando entrar em operação, daqui a quatro anos, serão entre 600 e 700 postos de trabalho diretos e centenas de outros indiretos.

“Queremos empregar o maior número possível de trabalhadores locais”, diz Alberto Vieira, diretor de implantação do Projeto Pedra de Ferro da Bamin. Segundo ele, inicialmente, serão construídos uma ponte sobre o Rio Almada e acessos às rodovias BA-001 e BA-262.  Na sequência, virão a ponte de acesso aos píeres, quebra-mar, retroporto, terminal, dentre outras estruturas.  “Por parte da Bamin já está  tudo pronto para o início das obras. Já contratamos as empresas de engenharia. Aguardamos agora as desapropriações. Precisamos de terra livre para iniciar o projeto”, assinalou Vieira.

Ontem pela manhã,  em solenidade realizada na Governadoria,  o  governador Rui Costa e representantes da Bahia Mineração assinaram o termo de unificação dos terminais do porto e a constituição da Sociedade de Propósito Específico (SPE) para a construção do empreendimento. Na prática, o termo permite o início do processo de desapropriações. Contempla ainda uma mudança no projeto original: inicialmente, o porto teria dois terminais – um de uso público e outro de uso privado. Agora, terá um.

De acordo com o governo, a  unificação dos terminais foi adotada como forma de assegurar o aumento da eficiência operacional do Porto Sul, a partir do uso compartilhado das estruturas marítimas e terrestres do equipamento pelo estado e  pela Bamin. Foi uma forma também de reduzir os  custos. “O projeto do Porto Sul foi concebido, inicialmente, com dois terminais, mas por causa de todos os problemas econômicos que o Brasil passou e passa, por conta dessa crise, nós resolvemos adotar a estratégia de unificá-los e, com isso, buscar acelerar a sua construção”, destacou Rui.

A obra do Porto Sul é considerada fundamental para a exportação do  minério proveniente da mina Pedra de Ferro, localizada no município de Caetité, a 636 kKm de Salvador. Mas ele só não basta. A viabilidade do projeto da Bamin depende ainda da conclusão  da Ferrovia de Integração Oeste Leste (Fiol).  Para ser viável economicamente,  Pedra de Ferro foi estruturado da seguinte forma:  extração e  beneficiamento do minério em Caetité, transporte da carga pela Fiol até Ilhéus e o escoamento pelo Porto Sul.  Com tudo pronto, serão exportadas, por ano, 18,8 milhões de toneladas de minério de ferro  para o mercado chinês.

“Tenho repetido diversas vezes que esse projeto só fica de pé com os três ativos juntos: o porto, a ferrovia e a mineração”,  enfatizou o governador. Alberto Vieira, da Bamin,  reforça: “Um negócio  dessa dimensão [Porto Sul] não se sustenta sem carga.  Precisamos que a Fiol seja concluída. É muito importante para a Bamin e para os investidores chineses que o processo de concessão da Fiol seja concluído ainda em 2019”.

Uma das estrelas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC),  a  Ferrovia Oeste Leste deveria ter sido concluída em 2014.  A obra – que já consumiu recursos da ordem de R$ 3,4 bilhões – está parada  há mais de três anos.  O histórico de execução do projeto inclui problemas crônicos: falta de dinheiro, paralisações dos serviços em vários trechos, abandono de canteiros pelas empreiteiras contratadas, greve de operários   e problemas com licenciamento ambiental. Apesar de tudo isso,  o projeto tem 75% de execução.

A boa notícia é que o Ministério da Infraestrutura  pretende realizar ainda este ano o leilão de concessão da ferrovia à iniciativa privada. O projeto completo vai de Ilhéus a Figueirópolis, no estado do Tocantins, num traçado de 1.527 km, mas atualmente apenas o trecho entre Ilhéus e Caetité, com 537 km, está qualificado para ser licitado.  A Bamin e  seus sócios chineses irão  participar da disputa.

“A mina e a ferrovia dependem do porto, e o porto vai ser o conforto para que o governo federal efetive o leilão da ferrovia, que é a espinha dorsal do projeto”, diz o diretor financeiro da Bamin, Alexandre Aigner. “A ferrovia é um indutor de desenvolvimento. Com  a Fiol e o Porto Sul, iremos viabilizar uma série de outros projetos em Ilhéus, Itabuna, Brumado, Caetité e na região do São Francisco”, completou o governador

Brasil inaugura 1º Hub de inovação para a indústria mineral

Foto divulgação

Inovação na prática, ao vivo, voltada exclusivamente para a indústria da mineração. É o que os participantes do Hub da Mineração (ou Mining Hub – www.mininghub.com.br) irão desempenhar. Esta iniciativa é inédita no mundo, tem o apoio do Instituto Brasileiro de Mineração – IBRAM (www.portaldamineracao.com.br/ibram), a adesão de 18 mineradoras, entre as quais, as maiores do País, fornecedores do setor, empreendedores e startups, pesquisadores, entre outros.

A proposta da estruturação do Hub da Mineração surgiu das mineradoras e conta com o apoio do IBRAM. Já são 18 mineradoras participantes: Anglo American, AngloGold Ashanti, ArcelorMittal, Bahia Mineração, Bemisa, CBMM, CMOC, CSN, Ferrous, Gerdau, Kinross, J. Mendes, Mineração Morro Verde, Nexa Resources, RHI Magnesita, Samarco, Mineração Usiminas e Vale. Além das mineradoras, empresas da cadeia de fornecedores também estarão no Hub da Mineração: Accenture, Haver & Boecker, IHM Stefanini, ISQ, LGA Mineração, Outotec, Petronas, Sotreq, Thyssen Krupp.

Mesmo que sejam concorrentes em vários mercados, as mineradoras irão atuar em conjunto. “Elas e os demais participantes do projeto desenvolverão as soluções em conjunto e as compartilharão para que todas sejam beneficiadas. O Hub representa mais do que um espaço de inovação. É um novo marco nas relações comerciais e institucionais da mineração brasileira e, também, um diferencial competitivo setorial perante os competidores internacionais”, avalia Walter Alvarenga, diretor-presidente do IBRAM.

O Hub da Mineração foi inaugurado oficialmente neste dia 17/01. No início de dezembro foi divulgado um edital e até dia 25/01 os empreendedores poderão cadastrar suas propostas. Neste primeiro ciclo, deverão ser acelerados projetos inovadores voltados a cinco áreas de atuação: Segurança (Operacional e SSO – segurança e saúde ocupacional); Gestão da Água; Fontes de Energia Alternativa; Eficiência Operacional; e Gestão de Resíduos. No período de um ano estão previstos 3 ciclos de aceleração de projetos.

A BAMIN apoia esta iniciativa e esteve presente no evento de abertura. Em breve divulgaremos novas informações sobre a nossa participação no Hub.

ERG realiza apresentação na maior conferência da indústria de mineração ===>>>21-10-2016

BAMIN

Rio de Janeiro, Brazil. 24th World Mining Congress. Claudio Menezes, Benedict Sobotka, Alberto Vieira e Erik Gaustad. Foto: Monique Cabral/Argosfoto

Rio de Janeiro, Brazil. 24th World Mining Congress. Claudio Menezes, Benedict Sobotka, Alberto Vieira e Erik Gaustad. Foto: Monique Cabral/Argosfoto

O Grupo definiu o curso para o desenvolvimento da BAMIN e discutiu as principais tendências tecnológicas

 

O Eurasian Resources Group (ERG) – um dos maiores produtores de recursos minerais do mundo, esteve presente no 24º Word Mining Congress (Congresso Mundial de Mineração), no Rio de Janeiro. Benedikt Sobotka, CEO do ERG, foi convidado a participar junto com os executivos das empresas AgloAmerican, Vale e o Grupo Votorantim Metals em um painel para discutir sobre o papel da tecnologia e inovação no Setor de Mineração.

Esse ano, pela primeira vez na história, o Congresso Mundial de Mineração (WMC) foi sediado pelo Brasil tendo o IBRAM, associação de mineração do país, como coordenador do evento. Cerca de 900 executivos que representam as operações em 40 países marcaram presença.  

Sobotka disse: “Como um campeão mundial no mercado de minério de ferro, o Brasil define prioridades para o desenvolvimento tecnológico do setor. Através do recente acordo com Google e McKinsey, a República do Cazaquistão, outro dos principais produtores mundiais de matérias primas diversas, tem como objetivo tornar-se pioneira no uso da análise de ‘big data’ para melhorar a eficiência de seu setor de mineração. Sendo um grande produtor e exportador de minério de ferro com operações tanto no Cazaquistão como no Brasil, estamos em uma posição única para compartilhar informações entre mercados e temos muita coisa para discutir com nossos parceiros e amigos durante esta significativa reunião global da indústria. ”

A Associação de Produção de Mineração Sokolov-Sarbai (SSGPO) do ERG, a maior fabricante no Cazaquistão com capacidade anual de 40 milhões de toneladas, tem o reconhecimento da marca em todo o mundo e é um importante player no mercado de minério de ferro.

No Brasil, através de sua subsidiária Bahia Mineração S/A (BAMIN), ERG está desenvolvendo o Estágio I do Porto Sul, porto de águas profundas perto de Ilhéus (Bahia), e o Pedra de Ferro, mina de minério de ferro a céu aberto, próximo à Caetité. O Porto Sul será parte integrante da logística do corredor Oeste-Leste sendo desenvolvido no projeto mais amplo da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL). A mina Pedra de Ferro, quando estiver em operação, estará entre as produtoras de custos mais baixos do mundo.

No Congresso, Sobotka participou do painel tema “Mineração no mundo em inovação: as mineradoras do futuro”, moderado por Gillian Davidson, chefe de Mineração e Metais, Fórum Econômico Mundial. Ele foi acompanhado por Ruben Fernandes, CEO da Anglo American, Tito Martins, CEO Grupo Votorantim Metais e Clovis Torres, Diretor Executivo de Recursos Humanos, Sustentabilidade, Integridade Corporativa e Consultoria Geral da Vale.

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Foto: Divulgação

Chineses conheceram de perto a qualidade do minério e a extensão da mina

Representantes do Governo do Estado, da Bahia Mineração (Bamin), da ERG, acionista da Bamin, e empresários chineses fizeram neste domingo (12) um sobrevoo na mina de minério de ferro localizada em Caetité, sudoeste do estado, e em trechos da Ferrovia Oeste-Leste (Fiol). Na ocasião, os chineses conheceram de perto a qualidade do minério e a extensão da mina. As empresas da China, a Bamin e a ERG vão trabalhar em conjunto para desenvolver os projetos da Fiol, mina de ferro e Porto Sul, que já tem todas as licenças para início das obras. “O objetivo dessa visita é continuar fortalecendo a parceira dos projetos da Fiol, Porto Sul e mina de ferro. O presidente da companhia chinesa Crec e suas subsidiárias veio conferir de perto o projeto que vai contribuir para o desenvolvimento da Bahia”, afirmou o coordenador executivo da Casa Civil, José Carlos, que acompanha os chineses na visita. Nesta segunda-feira (13), o governador Rui Costa irá se reunir com os presidentes e demais executivos das companhias chinesas. Essas empresas vão apresentar resultados positivos dos projetos da mina, Porto Sul e Fiol. Além dos chineses, participam da reunião o presidente da Bahia Mineração (Bamin) e o chefe regional da ERG, grupo controlador da Bamin. No último dia 7 de agosto, mais um importante passo para o desenvolvimento do projeto foi dado com a aprovação, pelo Governo Federal, dos Estudos de Viabilidade Técnica e Econômica referentes ao processo de concessão da Fiol, do trecho de Ilhéus até Caetité. Os estudos foram contratados, através de uma licitação pública, pelo Governo do Estado da Bahia com o propósito de dar celeridade ao processo de implantação do equipamento, com a retomada das obras. Com o relatório de aprovação emitido pela Secretaria Nacional de Transportes Terrestre e Aquaviário, vinculada ao Ministério dos Transportes, fica estabelecido que a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) já está autorizada a abrir o processo de licitação de concessão da Ferrovia.

Estadão

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