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:: ‘Atualidades’

As musas do toplessaço. O objetivo da iniciativa foi quebrar preconceitos e esteriótipos.

Vejam a série.

http://oglobo.globo.com/rio/as-musas-do-toplessaco-15103878

toplessaço

 

ESTE TIPO DE TURISTA, NÃO SERVE PARA ILHÉUS.

Casal Uruguaio, é preso roubando mercadorias no Supermercado Itão de Ilhéus

Um casal de turista do Uruguai ,Betânia e Camilo foi pego furtando mercadorias nesta Quinta- Feira(08),no Supermercado Itão ,  que fica localizado na Avenida Petrobras em Ilhéus.

A policia foi acionada e o casal foi conduzidos e apresentados na Delegacia de Turista, localizada na Avenida Soares Lopes .
Neste exato momento o casal está sendo ouvido pelo Delegado plantonista. 

Turistas traquinos.

Turistas traquinos.

VOVÔ NEM É TÃO VELHO ASSIM…..

Vovô e o neto.

Vovô e o neto.

FALTA DE SOLIDARIEDADE DOS VEREADORES DE ILHÉUS, COM O POVO SOFRIDO.

É muito bom, ficar de parte observando os fatos e acontecimentos.

Não chegou ao SARRAFO nenhuma notícia, ou informação,  de algum vereador envolvido nos socorros às vítimas das recentes chuvas em Ilhéus.

Também não vi em outros meios de comunicação a mesma coisa.

Os socorros e atendimentos foram feitos por quem de direito, mas dos vereadores, nenhuma palavra de solidariedade pelo menos.

Em 2016, eles vão estar correndo atrás de votos desse mesmo povo sofrido, prometendo rios de leite com barranco de cuscuz.

sarrafo

CUBA LANÇOU UM HELP AOS AMERICANOS.

Reynaldo-BH: ‘O muro cubano caiu’cubacai

REYNALDO ROCHA

Cuba foi anexada aos Estados Unidos da América.

Depois de 53 anos vivendo com recursos que nunca produziu, primeiro sustentada pela extinta URSS e depois pela Venezuela bolivariana, a ilha sabe que não há mais quem pague o almoço da mais longeva ditadura do mundo.

Cuba é um porta-aviões estacionado a 150 km da Flórida. (Somente como comparação: a distância entre São Paulo e Taguaritinga é de 340 km). Foi alugada durante a Guerra Fria para servir de base de lançamentos de mísseis.

Com o fim das tensões entre soviéticos e americanos, continuou a ser o paradigma de outra “guerra”, feita de diatribes, ofensas e ameaças risíveis.

Desde sempre, o regime cubano prende, mata, censura, evita eleições e privilegia a casta no poder, que se mostrou incapaz de promover qualquer avanço econômico. A ilha sempre dependeu da ajuda de quem hostiliza os EUA.

Qual a importância geopolítica e econômica de Cuba nos dias atuais? Nenhuma.

Cuba não será uma China, onde impera o capitalismo de esquerda. Será uma Alemanha Oriental, que descobriu que havia vida do outro lado só depois da queda do Muro de Berlim.

Não será uma travessia fácil. São 50 anos de doutrinação. As gerações recentes foram isoladas do mundo. Mas acontecerá.

Quantas Yoanis Sanchez surgirão? Como censurar a WEB? A China censura. Custa muito dinheiro para quem tem de economizar tostões.

O sonho que se fez pesadelo no momento zero está chegando ao fim. Nada impedirá a avalanche de informação, diversão, democracia e cidadania que a reaproximação com os Estados Unidos provocará.

cuba pobrezaA ilha hoje sobrevive de charutos e açúcar (como há 50 anos), financiamentos externos a fundo perdidos (as fontes secaram) e aluguel de cidadãos. O mundo passou por quantas mudanças nas últimas décadas. Enquanto todos mudavam, Cuba permanecia imobilizada a 150 km de Miami. Não teria nada sem o dinheiro que soube extorquir dos “amigos” socialistas invocando essa proximidade geográfica.

Em 1961, foi erguido em Berlim o muro derrubado em 1989. Um ano depois, a reunificação da Alemanha se consumou.

O muro cubano caiu.

Inteligência humana: quem usa, cuida

Leo Daniele

 

evolução computador

Nicholas Carr, autor do livro A geração superficial: o que a internet está fazendo com os nossos cérebros (editora Agir). Afirma no The Wall Street Journal: “A inteligência artificial chegou. Os computadores são hoje perspicazes e precisos. Deslumbrados com nossas máquinas, nós damos a elas todo tipo de tarefas sofisticadas que antes costumávamos fazer sozinhos”. A consequência, irrefutável e terrível, se encontra claramente expressa no título desse artigo: “A automação excessiva emburrece”.

Em outras palavras, nossas habilidades só melhoram através da prática, quando as usamos regularmente para superar diferentes tipos de desafios difíceis.

O homem de hoje já foi pitorescamente comparado a “um bípede com a boca aberta” e também – já que estamos neste gênero de comparações – apresenta afinidades com o avestruz que, segundo se diz, quando se aproxima algum perigo, enfia a cabeça dentro da areia para não vê-lo:
“O avestruz continuará com a cabeça metida na areia {…} levando sua vidinha, e recitando o seu credo: Creio num só Deus, o dinheiro onipotente, criador da fartura e da tranquilidade etc.” .

Sim, faça como o avestruz. Meta a cabeça dentro da televisão, dentro de uma vitrine ou dentro da tela do computador… E fuja, dessa maneira, da “cruel” realidade objetiva.

Nicholas Carr historia o desenvolvimento dessa espécie de processo: “A primeira leva de automação aconteceu nos EUA depois da Segunda Guerra Mundial. Entretanto, nos anos 50, James Bright, professor da faculdade de administração da Universidade Havard, estudou os efeitos reais da automação e descobriu que as novas máquinas estavam deixando os trabalhadores com funções mais monótonas e menos exigentes. Uma máquina de tecelagem, por exemplo, não transformava o trabalhador em artesão criativo, mas em um apertador de botões”.

A solução seria fugir da monotonia e partir para a criatividade. Foi o que aconteceu? O autor citado constata: “Hoje, estamos aprendendo essa lição em escala mais ampla. À medida que programas de computador se tornam capazes de analisar e tomar decisões, a automação saiu das fábricas para o mundo executivo. Os computadores estão assumindo tipos de trabalho intelectual considerados um privilégio de profissionais bem educados e treinados: pilotos dependem de computadores para operar um avião; médicos consultam computadores para diagnosticar doenças; arquitetos os usam para projetar prédios. A nova onda da automação está atingindo todo mundo.”

Cabe uma comparação com o já referido episódio da automação industrial?

“Evidências mostram que o mesmo efeito negativo que reduziu os talentos nas fábricas no século passado está começando a atingir as habilidades dos profissionais, mesmo os mais especializados. Os operadores de máquinas de ontem são os operadores de computadores de hoje”, afirma Carr.

Horrorizado, o autor comenta o resultado dessa burrificação, em dois terrenos sensíveis: a medicina e a aviação. E no quotidiano? Em artigo recente publicado na revista Diagnosis, três pesquisadores médicos examinaram o erro de diagnose de Thomas Eric Duncan, a primeira pessoa a morrer de ebola nos EUA. Logo o quê!

Algo análogo descreve o autor está ocorrendo com a excessiva automação da aviação.

Enfim, é mais um fato, e o fato é fato. Apliquemos nossa capacidade mental, para tirar consequencias, lembrando-nos de que quem usa, cuida.

Dilma e o discurso ornitorrinco: bota ovo e tem bico, mas é mamífero. E ainda esconde uma glândula venenosa. Ou: PF nunca investigou algo de tal dimensão

17/11/2014 – às 6:40reinaldo

Lá da Austrália, uma terra de fauna muito peculiar, como sabemos, Dilma tentou, acreditem, faturar com o escândalo da Petrobras — aquele mesmo que, segundo Alberto Youssef, era do seu conhecimento. Aquele mesmo para o qual, segundo Augusto Nardes, ministro do TCU, seu governo fora advertido. Fez um discurso mais exótico do que um ornitorrinco. O bicho semiaquático é mamífero, mas bota ovo e tem bico. E ainda esconde uma glândula de veneno.

No discurso ornitorrinco de Dilma, a gente entende que há ao menos uma coisa boa: o país nunca mais será o mesmo, segundo ela. Haverá, garante, uma “mudança no Brasil para sempre”. Ao destrinchar, ainda que à sua moda, o que quis dizer, lá veio a conversa mole de que toda a sem-vergonhice decorre do financiamento privado de campanha. Já tratei do assunto em outro post.

É mesmo, é? Que conversinha perigosa, não? Bancos também doam, não é? E, nesse caso, eles são regulados diretamente pelo governo federal — pelo Banco Central. E aí, presidente? Também há relações de troca, ou só os empreiteiros é que são malvadões? Isso é conversa para enganar trouxas. Mas o objetivo do meu post aqui é outro.

Vou aqui contestar uma tolice veiculada pela presidente e seus porta-vozes informais na imprensa. Querem fazer com que a investigação pareça uma virtude do governo: “Ah, esse, sim, combate a corrupção!”. Opa! Calma lá! Em primeiro lugar, como sempre, há o nó lógico: quer dizer que o governo Dilma chegará ao auge da moralidade no dia em que se descobrir um escândalo por dia? Ora, presidente, se país rico é país sem pobreza; país decente é país sem ladrões em postos de comando. Ou a senhora pretende nos convencer de que é o excesso de larápios flagrados pela PF que evidencia o triunfo da moral?

Em segundo lugar, o PT está no poder desde 2003, e os ladrões pintaram e bordaram durante quase 12 anos. No período, a senhora foi a czarina da área energética — inclusive presidente do Conselho da Petrobras. Se a senhora insiste que o financiamento de campanha é a origem de todos os males, devo entender que o dinheiro sujo financiou, inclusive, a sua campanha? Nesse caso, devo considerar o seu mandato legítimo?

Dilma voltou à ladainha de escândalos do passado que não foram investigados. Ah, presidente… Quando um tal Pedro Barusco, um simples gerente e estafeta do petista Renato Duque, ex-diretor de serviços, admite devolver US$ 97 milhões – R$ 252 milhões –, a gente começa a ter uma noção do tamanho do assalto. Nunca houve nada dessa dimensão no país e é difícil acreditar que tenha havido no mundo.

E a própria Dilma, tentando se livrar da confusão, confessa: é tramoia envolvendo partidos – muito especialmente o seu partido. De fato, nunca se investigou algo desse tamanho antes porque, afinal, o PT ainda não havia chegado ao poder para produzir… algo desse tamanho!

Por Reinaldo Azevedo

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retardado

SEMPRE EXISTE UMA CHANCE DE RECUPERAÇÃO.

ROLANDO NO FACEBOOK – TRABALHADORES, SEI…

verdadesbolsas

Multas sobre principal motivo de mortes nas estradas sobem até 900%

01/11/2014 06h08 – Atualizado em 01/11/2014 06h08

Punições sobre ultrapassagens perigosas e rachas ficam mais severas.
Medidas integram plano para reduzir em 50% mortes no trânsito até 2020.

Peter FussyDo G1, em São Paulo

As punições para motoristas que fazem ultrapassagens perigosas e rachas passam a ser mais severas neste sábado (1º) em todo o Brasil. Em alguns casos, as multas ficaram 900% mais pesadas e se equiparam com a de dirigir embriagado, chegando a R$ 1.915 – o valor mais alto para uma infração de trânsito no país (veja a tabela abaixo).

Multas mais pesadas 2 (Foto: Arte/G1)

É o caso, por exemplo, de ultrapassagens forçadas quando outro veículo vem em sentido oposto da via (artigo 191 do Código de Trânsito Brasileiro), que passam de R$ 191,54 para o valor máximo, além de suspensão da carteira de habilitação (CNH). Ultrapassagens ilegais ou perigosas são responsáveis pelo tipo de acidente que mais mata nas estradas federais: as colisões frontais.

De janeiro a setembro de 2014, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou 5.042 acidentes deste tipo. Isso equivale a 3,99% do total de acidentes no período, mas esse é o tipo mais letal.

Segundo levantamento da polícia, as colisões frontais deixaram 2.067 vítimas fatais nos 9 primeiros meses do ano, ou 33,5% do total de mortes nas estradas. O número de mortos em batidas de frente no período subiu 5,5% em relação ao ano passado.

Colisões traseiras lideram em número de acidentes entre janeiro e setembro (37 mil), mas o as mortes causadas por elas equivalem a um quarto do número dos que morreram por causa de colisões frontais.

A segunda principal causa de mortes nas estradas é o atropelamento, que vitimou 940 pessoas até setembro.

De acordo com a PRF, as punições mais severas para determinados tipos de infração fazem parte de um pacote para reduzir as mortes no trânsito em 50% até 2020.

No total, são 11 artigos do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) alterados, entre eles ultrapassar em faixa contínua (artigo 203) ou pelo acostamento (artigo 202). Neste último caso, a infração foi de grave para gravíssima – as demais já eram consideradas de maior gravidade.

Além disso, se o motorista repetir a infração em menos de 12 meses, o valor da multa dobra na segunda autuação, para até R$ 3.830,80. A mudança na legislação foi sancionada pela presidente Dilma Rousseff em maio deste ano, com validade após 6 meses.

Rachas
Ações de direção agressiva, como disputar corrida (artigo 173), promover competição ou participar de exibições de manobras (artigo 174), manobra perigosa, mediante arrancada brusca, derrapagem ou frenagem (artigo 175), agora são consideradas todas tão graves quanto dirigir alcoolizado, com multa de R$ 1.915.

Se for pego nestes casos, o motorista poderá ficar mais tempo na prisão, de acordo com a nova lei. A pena para participar de “racha” agora varia de 6 meses a 3 anos de reclusão – antes o limite era de 2 anos. Caso alguém fique ferido, o período passa para 3 a 6 anos. Já em caso de morte, a legislação prevê agora de 5 a 10 anos na cadeia.

Expectativa
A Polícia Rodoviária Federal espera que as multas mais pesadas reduzam o número de acidentes com vítimas fatais em pelo menos 5% nos próximos meses, com queda mais acentuada ao longo do tempo devido à fiscalização.

“A legislação era muito branda. O motorista praticamente cometia um homicídio e a multa era de R$ 127. Temos a consciência de que a maioria dos cidadãos dirige de forma correta. Nosso objetivo é tirar de circulação estes poucos condutores que trazem risco muito grande à população”, explicou, Stênio Pires, inspetor da PRF.

A entrada em vigor dos novos valores ocorre perto do momento em que a PRF intensifica o controle nas estradas, entre dezembro e fevereiro, quando grande parte da população tira pelo menos alguns dias de férias.

Para o consultor internacional em segurança de trânsito Philip Gold, a fiscalização tem o mesmo peso que o aumento das multas para a mente do condutor. “Diversos estudos apontam que o risco de pagar mais e a chance maior de ser multado têm o mesmo efeito”, afirmou.

Já Eduardo Biavati, sociólogo e especialista em educação e segurança no trânsito, aponta para uma solução tecnológica. “A mudança é importante, mas resolve? Não, porque teria de ser acompanhada por um plano de monitoramento com câmeras, para os motoristas saírem nas férias com medo de serem autuados. Não adianta os meios de comunicação falarem agora, as pessoas vão esquecer.”

Desequilíbrio

De acordo com os especialistas consultados, a correção dos valores é feita com atraso de mais de uma década, mas é importante para retomar a eficácia das punições. As multas foram fixadas em 1997 e deveriam ser corrigidas pela Ufir (Unidade fiscal de referência), que foi extinta em 2000. Desde então ficaram congeladas, com exceção das mudanças na chamada Lei Seca em 2008.

“Após um período inicial com efeito muito importante de redução da mortalidade, de lá para cá a coisa veio perdendo força. Agora, esse pequeno pacote foca em uma das frentes do problemas, a alta gravidade dos acidentes nas rodovias”, afirma Biavati.

As mudanças pontuais criam um desequilíbrio dentro do Código Brasileiro de Trânsito com relação às multas, dizem eles. A sanção para quem fala ou utiliza telefone celular dirigindo continua de R$ 85 e 4 pontos na carteira, enquanto quem não usar o cinto de segurança é penalizado com R$ 127 e 5 pontos na carteira. “Algumas pessoas ‘colecionam’ essas multas de R$ 80 ou R$ 100. Não dá em nada”, comentou Biavati.

No Reino Unido, por exemplo, a multa para usar o telefone enquanto dirige é de 1 mil libras, ou seja, cerca de R$ 3,9 mil (na cotação de sexta-feira) – mais do que a multa máxima no Brasil. Por lá, a sanção para dirigir embriagado é de 5 mil libras (R$ 19,5 mil) e não há limite para multa em caso de morte.

“Para o motorista médio, um possível problema financeiro causado por multa gera uma mudança no comportamento. No entanto, há um limite. Valores muito altos já não fazem diferença, mas ainda não chegamos nem perto deste valor excessivo. Por enquanto, quanto maior a multa, melhor”, afirmou Gold.

APRESSADO COME CRU, E AS VEZES NEM COME !

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Estamos saindo de uma eleição, e já existem conjecturas sobre as posições das nuvens, em 2016.

Falo isso em relação a eleição para Prefeito de Ilhéus.

Gente, ainda faltam 2 anos. Muita coisa pode acontecer, inclusive nada.

De novidade mesmo, nem sei se é novidade, foi o lançamento da candidatura de Lula em 2018, que não teve repercussão alguma, e a candidatura pelo PT de Ilhéus, da Professora Carmelita.

O resto é para encher linguiça, e passar o tempo em 2015.

Durante esse tempo, aqui no blog, vou ficar antenado no que acontece na Bahia e no Brasil.

Fatos políticos de Ilhéus, só se forem importantes para a população.

contador free

nao basta

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