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Tomar o Poder

Tomar o Poder

Eike Batista, cidadão que foi considerado o 8º homem mais rico do mundo a partir de empréstimos  concedidos pelo BNDES de Lula, escreveu o seguinte:

– Eu, Eike Batista, vos chamo de ladrões de pátria corruptos, e sou capaz de provar. São todos juizes covardes, e quero ver coragem para mandarem me prender.

Na declaração transcrita pelo  jornal “Inconfidência” (em 17/08/21), Eike Batista pontificou: “Eu paguei pro ministro Fachin, pra Rosa Weber, pro Toffoli, pro Lewandowski, pro Gilmar Mendes,  pro Renan, pro Rodrigo Maia, pra Dilma Rousseff, pro Lula, pra Gleisi Hoffman e pro Michel Temer”.

Aqui não se trata de denúncia. Eike diz que tem provas, pois não costuma dar dinheiro sem documentar-se. De fato, o dossiê desse pessoal do STF não é de se jogar fora. O Fachin, por exemplo, esquerdista convicto, foi nomeado ministro depois de fazer campanha  presidencial para a guerrilheira Dilma Roussef.

Por outro lado, Fachin tem vinculações indissolúveis com o PT, a CUT e o MST, do qual, no dizer de Zé Dirceu, “recebia rendas”.

Assim, não é difícil entender porque o ministro militante justifica as invasões de terra pelo MST e ataca os produtores rurais que procuram  o lucro.

No STF Fachin, criando leis esdrúxulas, é acusado de atentar contra a liberdade religiosa, no que foi criticado por líderes de diversas igrejas. Ao mesmo tempo, conforme o noticiário, Fachin  proíbiu as operações da polícia militar contra os traficantes que tomaram conta dos morros cariocas expandindo o terror no seio da população.

Além dos alegados pagamentos de Eike, Fachin foi também acusado de receber dinheiro da JBS, empresa condenada que fez o lobby eleitoral do ministro quando da sabatina a que se submeteu no Senado.

Outra figura exemplar é o Dias Toffoli, ex-assessor jurídico do PT, da CUT e de Zé Dirceu, nomeado ministro do STF por Lula. Para pertencer ao Supremo, diz a narrativa, se exige do postulante “conduta ilibada e notório saber juridico”. Toffoli, no entanto, foi julgado duas vezes pelo governo do Amapá por crimes financeiros e duas condenado a ressarcir os cofres Estado.

Quanto ao “notório saber jurídico”, o assessor de Lula foi reprovado duas vezes em concurso público para juiz no Estado de São Paulo. Uma vez ministro, todavia, Dias Toffoli não se fez de rogado: tratou de tirar da cadeia Zé Dirceu, condenado a 30 anos de prisão pelo seu envolvimento no escândalo do Mensalão, do qual foi tido como mentor.

Para ampliar o prontuário de Dias Toffoli, a advogada Cristiane Araújo de Oliveira declarou que, à época do Mensalão, manteve relações privilegiadas e troca de favores com o então Advogado Geral da União do governo Lula. Ela disse que se encontrava e mantinha relações com Toffoli no apartamento de Durval Barbosa, operador do Mensalão, de quem o titular da AGU teria destruído gravações comprometedoras.

Por sua vez, em delação premiada à Lava-Jato Marcelo Odebrecht, dono da Construtora, informou que Dias Toffoli tinha codinome na agenda da empresa. Já como presidente do STF, Toffoli foi acusado de tomar medidas consideradas ostensivas, tais como determinar a entrega pelo Banco Central de dados sigilosos de 600 mil pessoas físicas e jurídicas ao tempo em que suspendia as investigações do esquema de Caixa 2 e lavagem de dinheiro que envolviam o senador tucano José Serra.

Outro ministro que se impõe   no STF é o Alexandre de Moraes,   figura contra a qual o presidente da República Jair Bolsonaro protocolou junto ao Senado Federal pedido de abertura de processo de impeachment baseado no artigo nº 52 da Constituição  que diz “competir privativamente ao Senado proceder e julgar os crimes de responsabilidade não apenas do presidente da República como também ocupantes de outros cargos como os dos ministros do Supremo”.

Moraes, segundo sites das redes sociais, entre eles a Wikipédia, fonte das principais notas aqui coletadas, teria sido indicado ministro do STF a partir de conversa entre o questionado  ex-presidente Temer, que o nomeou, e Eduardo Cunha, ex-presidente deposto da Câmara Federal.

Antes de ser ministro, Moraes exerceu vários cargos públicos, entre os quais, o de Secretário de Segurança do Estado de São Paulo. Sua passagem na Segurança, no entanto, foi “colocada em xeque diversas vezes por conta da  violência excessiva diante dos protestos”. Segundo dados levantados à época pela Globo, “a Polícia Militar foi responsável pela morte de uma em cada quatro pessoas assassinadas no Estado”.

Em 2015, reportagem do Estado de São Paulo afirmou que

“Alexandre de Moraes constava no Tribunal de Justiça de São Paulo como advogado em pelos menos 123 processos na área civil da Transcooper, cooperativa que está presente em uma investigação que trilha movimentações de lavagem de dinheiro e corrupção engendrada pela organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC)”.

Ainda segundo o Estadão, Moraes justificou-se por meio de nota dizendo que “renunciou a todos os processos que atuava como um dos sócios do escritório de advocacia e que estava de licença da OAB no período da investigação”.

Indicado para o STF por Temer depois da morte de Teori Zavascki em acidente aéreo considerado obscuro, Alexandre de Moraes foi criticado por políticos da oposição por seu histórico ligado ao PSDB. Por sua vez, no plano autoral, lMoraes foi acusado de copiar em suas obras trechos de livros de outros autores sem creditar as devidas autorias. Alguns juristas apontaram que o uso de textos sem clara indicação da fonte é um caso de plágio. De pronto, Moraes defendeu-se dizendo que a obra espanhola copiada estava na bibliografia do livro.

Em outro livro, “Constituição do  Brasil interpretada”, Moraes fez uso de trecho idêntico a livro escrito por Celso Ribeiro Bastos e Ives Gandra Martins. Neste caso, juristas apontam não haver plágio por ser um trecho curto e sem conceitos inovadores, mas apontam que houve no caso “negligência acadêmica”

O ministro do STF é também  acusado por instituições e setores da sociedade civil de abuso de autoridade ao efetuar prisões arbitrárias e censura indevida, como no caso da revista Ivanhoé, ato que recebeu críticas e protestos de órgãos de defesa da liberdade de imprensa e expressão, entre eles a Associação Nacional de Jornais, a Associação Nacional de Editores de Revistas, a Associação Brasil.eira de Jornalismo Investigativo, a Associação Brasileira de Imprensa e da Transparência Internacional. E do próprio ministro do STF, Marco A|urélio de Mello, que afirmou ter havido “censura” e “retrocesso” na decisão do colega Alexandre de Moraes”.

Outro notável do STF é a figura de Luiz Roberto Barroso, nomeado ministro pela guerrilheira Dilma Rousseff, destituída da presidência da República por impeachment.

Antes de assumir o Suprema, Barroso tornou-se figura polêmica por ter sido advogado de Cesare Battisti, terrorista condenado a prisão perpétua na Itália pelo frio assassinato de quatro pessoas (dois policiais, um joalheiro e um açougueiro). Integrante do bando “Proletários Armados pelo Comunismo”, Battisti fugiu da França e se estabeleceu no Brasil com documentos falsos para evitar a extradição. Preso no Rio de Janeiro, o governo Lula logo concedeu ao terrorista status de “refugiado político” -repudiado pelo governo italiano e pelo Parlamento Europeu.

(Em 2018, capturado na Bolívia, Battisti perdeu o status de refugiado e, por ato assinado por  Temer, o criminoso foi extraditado para a Itália. Hoje, cumpre pena de prisão perpétua em presídio de segurança máxima na Sardenha).

Abordando a questão do  julgamento do Mensalão, que condenou Zé Dirceu a 30 anos de prisão, Barroso declarou que o “posicionamento do STF foi mais duro do que costumava ser em decisões penais”. Mais tarde, Barroso concedeu indulto ao mesmo Zé Dirceu por entender que o sentenciado preenchia “os requisitos objetivos e subjetivos fixados de um modo geral e abstrato pelo ato presidencial para o gozo do benefício do indulto”.

No plano ideológico, Barroso já se confessou um liberal que acredita no conceito iluminista do “bom selvagem” e no culto ortodoxa da razão. Como se sabe, o iluminismo de Rousseau e dos enciclopedistas, cuja Enciclopédia foi toda financiada pela promíscua Madame Pompadour (amante de Luiz XV), foi o ponto de partida  que alimentou os ideias da falida e guilhotinesca Revolução Francesa. Aqui, só para ficar entre os intelectuais esquerdistas, vale lembrar que o pessoal da Teoria Crítica da Escola de Frankfurt, entre eles Theodor Adorno, enxerga o iluminismo, o mais das vezes, como instrumento prático de exploração e de dominação a serviços do homem e do poder. Ou seja, consideram-no instrumento de manipulação ideológica para oprimir as massas.

No caso especifico das eleições presidências de 2022, o ministro Barroso, desde que assumiu a presidência do Tribunal Superior Eleitoral, passou a defender um  “choque de iluminismo” e tornou-se uma “muralha” na crença de que as urnas eletrônicas são invioláveis e não podem ser fraudadas, mesmo admitindo que,  hoje em dia, ninguém está imune a ataque dos hackers e que até o painel de votação do Senado foi violado. Pior: mesmo sabendo que o seu ex-assessor, Gilberto Janino, o “Pai das Urnas Eletrônicas”, admitiu o seu “impacto” no  resultado final das eleições suplementares em cidade do interior do Rio de Janeiro.

Primordialmente, Barroso exclui a possibilidade da recontagem de votos porque, embora possa ser a vontade da  maioria dos nossos eleitores, “a introdução do voto impresso custa R$ 2 bilhões”. Bem, num país em que o TSE custa R$ 9 bilhões anuais e em que o desvio das verbas oficiais para o combate do Covid supera a casa de presumíveis R$ 400 bilhões… 2 bi para consagrar a pretendida lisura eleitoral postulada por boa parte dos brasileiros se firma como indispensável. Sobretudo quando se trata de  estabelecer no Brasil o primado da soberania democrática!

Pretendo me estender na análise das urnas eletrônicas, mas fiquei perplexo quando ouvi de Barroso, ao sair de visita ao Congresso Nacional, afirmar malicioso:

– Eleição não se ganha, se toma… O som está ligado?

* O CÉREBRO DE UMA PESSOA IDOSA. *

O diretor da Escola de Medicina da Universidade George Washington argumenta que o cérebro de uma pessoa idosa é muito mais prático do que normalmente se acredita. Nessa idade, a interação dos hemisférios direito e esquerdo do cérebro torna-se harmoniosa, o que expande nossas possibilidades criativas. É por isso que entre as pessoas com mais de 60 anos você pode encontrar muitas personalidades que acabaram de iniciar suas atividades criativas.

Claro, o cérebro não é mais tão rápido como na juventude. No entanto, ele ganha em flexibilidade. Portanto, com a idade, temos mais probabilidade de tomar as decisões certas e menos expostos a emoções negativas. O pico da atividade intelectual humana ocorre por volta dos 70 anos, quando o cérebro começa a funcionar com força total.

Com o tempo, a quantidade de mielina aumenta no cérebro, uma substância que facilita a passagem rápida de sinais entre os neurônios. Devido a isso, as habilidades intelectuais são aumentadas em 300% em relação à média.

Também interessante é o fato de que após 60 anos, uma pessoa pode usar 2 hemisférios ao mesmo tempo. Isso permite que você resolva problemas muito mais complexos.

O professor Monchi Uri, da Universidade de Montreal, acredita que o cérebro do idoso escolhe o caminho que consome menos energia, elimina o desnecessário e deixa apenas as opções corretas para resolver o problema. Foi realizado um estudo no qual participaram diferentes faixas etárias. Os jovens ficavam muito confusos ao passar nos testes, enquanto aqueles com mais de 60 anos tomavam as decisões certas.

Agora, vamos examinar as características do cérebro na idade de 60 a 80 anos. Eles são realmente rosados.

CARACTERÍSTICAS DO CÉREBRO DE UMA PESSOA IDOSA.

1. Os neurônios no cérebro não morrem, como dizem todos ao seu redor. As conexões entre eles simplesmente desaparecem se a pessoa não se envolver em trabalho mental.

2. A distração e o esquecimento aparecem devido a uma superabundância de informações. Portanto, não é necessário que você concentre toda a sua vida em ninharias desnecessárias.

3. A partir dos 60 anos, uma pessoa, ao tomar decisões, não utiliza um hemisfério ao mesmo tempo, como os jovens, mas ambos.

4. Conclusão: se uma pessoa leva um estilo de vida saudável, se move, tem uma atividade física viável e tem plena atividade mental, as habilidades intelectuais NÃO diminuem com a idade, elas só CRESCEM, atingindo um pico na idade de 80-90 anos.

Portanto, não tenha medo da velhice. Esforce-se para se desenvolver intelectualmente. Aprenda novos trabalhos manuais, faça música, aprenda a tocar instrumentos musicais, pinte quadros! Dança! Interesse-se pela vida, encontre-se e comunique-se com amigos, faça planos para o futuro, viaje o melhor que puder. Não se esqueça de ir a lojas, cafés, shows. Não se cale sozinho, é destrutivo para qualquer pessoa. Viva com o pensamento: todas as coisas boas ainda estão à minha frente!

???? Informações!

Um grande estudo nos Estados Unidos descobriu que:

? A idade mais produtiva de uma pessoa é de 60 a 70 anos;
? O 2º estágio humano mais produtivo é a idade de 70 a 80 anos;
? 3º estágio mais produtivo – 50 e 60 anos.
? Antes disso, a pessoa ainda não atingiu o pico.
?A idade média dos ganhadores do Nobel é 62 anos;
?A idade média dos presidentes das 100 maiores empresas do mundo é de 63 anos;
? A idade média dos pastores nas 100 maiores igrejas dos Estados Unidos é 71;
? Isso confirma que os melhores e mais produtivos anos de uma pessoa estão entre 60 e 80 anos.
?Este estudo foi publicado por uma equipe de médicos e psicólogos no NEW INGLATERRA REVISTA DE MEDICINA.
? Eles descobriram que aos 60 anos você atinge o pico de seu potencial emocional e mental, e isso continua até os anos 80.
? Portanto, se você tem 60, 70 ou 80 anos, você está no melhor nível de sua vida.

* FONTE: New England Journal of Medicine *.

Passe esta informação para sua família e amigos de 60, 70 e 80 anos de idade para que eles possam se orgulhar de sua idade.

Enviado por Reinaldo Ramírez (Octogenário)

 

Fidel, Collor, Brasília e o Foro

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Fidel, Collor, Brasília e o Foro

Pressenti que o governo Collor de Mello seria problemático no mesmo dia em que o presidente eleito, em solenidade no Congresso Nacional, jurou honrar a Constituição. Havia uma imensa expectativa e a mesa da Casa, presidida pelo senador Nelson Carneiro, aguardava a presença do candidato que derrotara por duas vezes o comunistóide Lula da Selva, no dizer de Brizola um “sapo barbudo”.

Enquanto ministros e secretários de Estado aguardavam no primeiro piso do senado a entrada de Collor, houve um súbito zum-zum-zum no recinto do plenário. Deputados cercavam um estranho no ninho. Surpreso, perguntei ao  ministro da saúde Alceni Guerra, postado ao meu lado:

– Quem chegou por ai?…

O ministro foi direto:

– Fidel Castro.

Tomei um choque. Deus do Céu! O que fazia um ditador comunista na posse de um presidente eleito de forma democrática justamente contra um candidato das esquerdas que babava de ódio? Tinha caroço no angu.

Mas o fato é que ali estava Fidel Castro Ruiz, “ El Caballo ”, repressor fanático do povo cubano. Em uniforme militar e boné atolado na cabeça, transitava impávido no plenário da Câmara Federal espargindo pela platéia sua glória feita de sangue. Manipulador nato, o ditador caminhava cercado por seguranças e um séquito de áulicos e inocentes úteis.

Meses antes, nas páginas do Estado de São Paulo, eu havia feito uma série de artigos sobre a tirania do ditador que, cheio de promessas, enganara o povo cubano e, sob severa vigilância de um estado policial, instalara na ilha um regime de fome, opressão e terror.

Escrevi que em 1986, depois de protelar o pagamento de dívida externa calculada em US$ 26 bilhões, o governo ditatorial cubano aumentou em até 100% as tarifas de transportes, energia e água na ilha transformada em cárcere. De igual modo, subiu os preços dos alimentos considerados básicos pelo povo: pão, ovos e frango, produtos cujas cotas, racionadas, desapareceram das prateleiras dos armazéns. Para não falar no controle dos baixíssimos salários pagos em moeda irreal e sem valor cambial – o peso cubano.

Em retrospecto, com a derrocada soviética e a queda do Muro de Berlim a situação de Cuba, no final dos anos 80, tornou-se dramática. De fato, com a perestroika de Gorbachov, que evidenciava ao mundo o colapso da farsa socialista , a URSS havia suspendido a mesada de US$ 6 bilhões anuais doados em comodato ao outrora Paraíso Caribenho, o que levou Fidel a apelidar de “período especial” o quadro de miséria (moral e física) que se abatia sobre o País e sua  infeliz população.

De resto, convém lembrar que desde o episódio da Crise dos Mísseis – quando Castro fizera da ilha uma base militar para instalação de plataforma de mísseis russos apontando para os Estados Unidos – as relações entre a URSS e Cuba ficaram mais do que deterioradas. À época, Nikita Khruschev, depois de ouvir pedido de Fidel para que lançasse foguetes sobre os EUA, compreendeu que o déspota cubano se comportava como um megalomaníaco irresponsável, conforme assinala nas suas “Memórias” o premier soviético Nikita Khruschev (Editora Artenova – 1971).

No plano administrativo, o governo da ilha se viu enredado em uma série de denúncias de corrupção dentro da burocracia comunista e de escândalos envolvendo militares com o tráfico de drogas, entre eles o general Arnaldo Uchoa, esteio do 1º escalão do regime, levado ao paredón pelo Vampiro do Caribe – no fundo uma trama diabólica, pois Uchoa não era o responsável-mor pela exportação de toneladas de cocaína para EUA, papel consentido pelo próprio Fidel, principal beneficiário do tráfico. Prática usual no regime, o Vampiro mandou fuzilar o general como bode expiatório para se livrar do pretenso rival capaz, na crença de Fidel,  de articular um “golpe de Estado”.

Aqui, peço vênia para relatar  um episódio pessoal: depois de discursar no Congresso, Collor e o Ministério das Relações Exteriores receberam convidados e membros do novo governo para um almoço formal no Palácio do Itamaraty.

Servidos vinhos, água mineral, entradas, pratos diversos e sobremesa, surgiram os garçons oferecendo o cafezinho. Eu estava conversando com Alcenir Guerra e o ministro da Educação, Carlos Chiarelli, quando apareceu um xeleléu de Ítalo Zappa, embaixador do Brasil em Cuba, comunista de carteirinha que servira no Vietnã, Moçambique e na China. Zappa,   que acompanhava Fidel como um cão de fila e se tornara famoso por preparar na embaixada do Brasil em Havana pratos de Spaghetti para o ditador, acreditava que  Cuba e Brasil podiam avivar maior intercambio nas áreas da Saúde, Educação e da Cultura – e queria nos “apresentar ao Comandante” .

Não sei por qual razão o xeleléu dirigiu-se a mim para transmitir o convite de Zappa, visto que eu atacara duramente a “política cultural” da ditadura Castro, que consistia em censurar, prender, torturar e exigir confissões de culpa dos intelectuais e escritores tidos como dissidentes, casos de Cabrera Infante, Hebert Padilla e do poeta Armando Valladares – este, considerado pela Anistia Internacional um “prisioneiro de consciência”, preso durante 22 anos nas “tostadoras” de La Cabana e Puerto Boniato, dois dos quais imobilizado numa cela-gaveta, de onde saiu aleijado.      .

– Não sei o caso dos ministros da Saúde e da Educação, mas diz ao teu chefe que na área oficial não há o menor interesse em se ativar qualquer intercambio cultural com Cuba – respondi ao xeleléu, dando-lhe as costas em seguida.

Muito bem. Um dia depois da posse de Collor, em 15 de março de 1990, o convidado Fidel rumou para São Paulo, não sem antes passar no Rio e almoçar com Roberto Marinho na cobertura da Vênus Platinada, na Pacheco Leão, arrodeado por 12 guarda-costas.

Em São Paulo, depois de entrevista prestada ao programa

“Roda Viva ” da TV Cultura (em 19/03/90), onde mentiu adoidado, o ditador reuniu-se com Lula da Selva e partiu para a criação  do subversivo Foro de São Paulo, uma cópia cagada e cuspida da OLAS (Organização Latino-Americana de Solidariedade), entidade cujo lema nº 1 era: “O dever de todo revolucionário é fazer a revolução”. Tal como a OLAS, o próposito do Foro seria reunir os comunistas da América Latina e ativar as estratégias e os métodos revolucionários adotados em Cuba comunistizar o subcontinente. De certo modo, por ironia, os métodos empregados pelo Foro, que envolvem a mentira, a calúnia, a fraude, o roubo e a mistificação, acabaram por derrubar Collor de  Mello do poder e instalar no Brasil, com Lula e Dilma Rousseff, o ativismo criminoso da maior quadrilha política já criada na face da terra.

Reunido em 1º de Julho de 1990 no Hotel Danúbio, o Foro de São Paulo, mantido fora do noticiário da mídia amestrada, além de sabotar o governo Collor, passou a ativar, em reuniões deliberativas, a subversão comunista nos governos  do PSDB e do PT.

Na Era Lula, com acesso aos cofres púbicos, o Fora intensificou seus encontros em vários países da América Latina. No Brasil, foi deliberado o aparelhamento do STF, com a nomeação de ministros indicados por Zé Dirceu, todos alinhados com a ortodoxia petista, tal qual foi feito na Venezuela de Chávez, levada ao comunismo repressor com a anuência da Suprema Corte corrompida.

Outra deliberação do Foro, impulsionada pelo dinheiro fraudado do BNDES e da Petrobras, foi a colossal doação  de bilhões de dólares prodigalizados aos governos comunistas da Argentina, Nicarágua, Angola, Venezuela, Colômbia, Peru, Uruguai, Bolívia, Moçambique, Panamá, Equador e Cuba – recursos subtraídos do Brasil para a manutenção, na prática, da nomenclatura comunista aqui e no exterior, a partir do alegado pretexto de se fazer empréstimos para execução de obras de infra-estrutura, tais como, por exemplo, as obras do Metrô de Caracas, no valor de US$ 750 milhões, e as do Porto de Mariel, em Cuba, no valor de US$ 1 bi e 600 milhões, que ampliaram a fortuna e a boa vida dos sanguinários irmãos Castro – Raul e Fidel.

Hoje, com muito dinheiro em caixa, o aparato subversivo do Foro de São Paulo, com assento reservado dentro do PT, atua dia e noite para derrubar o presidente Bolsonaro. Dele, tudo provém: as mentiras levantadas pela mídia amestrada; os arreganhos da comunidade LGBT; a campanha contra o voto auditável; as pesquisas fajutas da Data Foice; as viagens de Lula (alcoolizado) pelo país e os gastos com pão-e-mortadela e os cachês para levar a  “cumpanheirada” às manifestações de aluguel – tudo passa pelo crivo,  financiamento e o serviço de inteligência do famigerado Foro de São Paulo, inclusive o ativismo que eclode de forma virulenta na Nicarágua, Argentina, Bolívia e Chile, para não falar da própria Cuba, centro estratégico da ação subversiva da entidade do mal  responsável pela repressão que se abate sobre os insurgentes da ilha-cárcere.

Bolsonaro e seus eleitores terão de se manter atentos contra a peçonha comunista do Foro de São Paulo agindo, no dizer de Zé Dirceu, para tomar o poder e arrombar os cofres da Nação.

É preciso combater essa gente a ferro e fogo!

Fim definitivo do mito cubano – por Ipojuca Pontes

Cuba, a ilha-cárcere do comunismo latino-americano, está nos estertores. O noticiário que vem de lá dá conta de que em mais de 30 localidades o povo se insurgiu contra a tirania dos  irmãos Castro – Fidel e Raul –  imposta ao desgraçado país desde 1959 (e que contou, à época, com a omissão do governo ianque – embora hoje se diga o contrário).

Em Camaguey, terceira cidade importante da Ilha, a população revoltosa prendeu e depois expulsou, com a adesão da polícia, o secretário-geral do PC local, que recebia ordens de Diaz Carnal, o esbirro indicado pelo alcoólatra Raul para oprimir a outrora “Perla del Caribe”.

Por sua vez, em Santiago, cidade vizinha da Sierra Maestra, multidões tomaram as ruas em protesto portando cartazes com as palavras “Liberdad! Liberdad!” ao tempo em que clamavam por pão, vacina, energia e água potável.

– Não temos medo! Cuba não é de vocês! Abaixo a tirania! Pátria livre! – soltava da garganta o povo sufocado pela miséria e pela dor.

Fidel Castro, o ditador de um país que hoje, revoltado, clama por pão, vacina, energia e água potável.

Na própria Havana, onde a ditadura comunista ostenta o maior contingente de tropas bem armadas, os dissidentes do regime ocuparam as ruas em manifestações pacificas. Em que pese o uso da força bruta, das prisões indiscriminadas, da tortura e de assassinatos, o povo não arrefeceu.

Para conter as convocações pela Internet, valioso instrumentos de comunicação entre os insurgentes, a cúpula da repressão cubana apela para sucessivos “apagons” que mantêm a ilha às escuras. Pior: para neutralizar os protestos, os esbirros do regime passaram a prender os líderes insurgentes e  depois colocá-los nas prisões ocupadas por gente contaminada pela covid 19 – alastrando-se, assim, ainda mais e de forma diabólica, o número acentuado de infectados pela peste letal.

Salvo pela violência, a ditadura comunista não encontra meios de conter as manifestações de revolta De fato, no dia a dia, a população desesperada vegeta em regime de fome, sem comida, vacina, medicamentos em geral, água e luz. Por lá, circula a notícia de que ninguém empresta mais um tostão furado ao governo caloteiro da ilha-cárcere, mas o fato é que López Obrador, presidente do México que acolhe o Foro de São Paulo, enviou um avião militar com presumíveis “votos de solidariedade” ao capataz da ilha-cárcere, Diaz Carnal, figuraça que em depoimento público ordenou baixar o cacete sobre a população, ainda que em manifestações pacíficas. Cínico, o esbirro diz que os insurgentes famintos são financiados pelo “imperialismo ianque” mesmo quando se sabe que o carcomido Biden, esquerdista confesso, recomenda o “diálogo”.

Mas há outros vôos misteriosos, provenientes da Turquia, com escala na Venezuela de Maduro, tiranete que, por sua vez, conta com o decidido “apoio ideológico” de Xi Jinping, o ditador que prega a “hegemonia” do comunismo chinês em escala mundial, No Brasil, o bilionário Luladrão, que financiou com dólares do BNDES a ditadura cubana, apareceu para apoiar os atos de violência do esbirro Diaz Carnal. Cego moral, na certa esqueceu o velho jargão comunista de defesa dos direitos humanos e da liberdade de expressão.  (Nota: com o dinheiro que arrastou dos cofres da Viúva, o velho alcoólatra do PT poderia, se quisesse, minorar a fome do povo cubano – é o que penso).

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O fenômeno Bolsonaro – por Ipojuca Pontes

O fenômeno Bolsonaro

A esta altura do campeonato, ao cruzar a barreira dos 78 anos de idade, não me é difícil vaticinar que se passarão décadas, talvez séculos, para que seja possível  emergir na vida pública brasileira um fenômeno da dimensão de Jair Messias Bolsonaro. Tivemos no cenário político pregresso figuras do porte de José Bonifácio, D. Pedro II, Rui Barbosa, o trágico Getúlio Dornelles Vargas, dentre outros, mas, na soma geral, nenhum que tenha enfrentado com tanto destemor o renhido conflito entre a visão transcendente da vida vivida e o nocivo materialismo marxista, em essência, devorador e estatizante. Numa palavra, o velho combate entre a mentira comunista e a verdade de uma democracia inspirada em bases conservadoras, legitimada pelo voto popular.

De minha parte, devo dizer que  acompanho a vida política brasileira desde o suicídio de Vargas, em agosto de 1954. Antes, tinha uma vaga noção, repassada pelos meus pais, do governo pós-guerra do Marechal Eurico Gaspar  Dutra que, vencendo as eleições presidenciais, colocou o Partido Comunista na ilegalidade depois que o seu líder Carlos Prestes, então senador, indagado com quem ficaria no caso de uma guerra entre o Brasil e a URSS, declarou sem titubear:

– Com a União Soviética!

Ao fim da tumultuada Era Vargas, que culminou com o seu suicídio, vieram os governos de Café Filho, Juscelino Kubitscheck, Jânio Quadros, Jango, Castelo Branco, Costa e Silva, Garrastazu Médici, Ernesto Geisel, João  Figueiredo, Zé Sarney, Collor de Mello, Itamar Franco, FHC, Lula, Dilma Rousseff e Michel Temer. Na qualidade de jornalista ou como mero observador, conheci pessoalmente Juscelino, Jânio, Jango, Figueiredo, Sarney, Collor de Mello, Itamar e o vaselina FHC. Alguns desses governos foram vergonhosos, outros medíocres, a maioria deles, no entanto., absolutamente nocivos para a consolidação de um país viável, transparente, soberano e de livre mercado.

De um modo geral, diga-se, norteava tais governos o mais  indigente anti-americanismo, que  atingia as raias do grotesco, mesmo na fase dos governantes militares. Fique claro ao leitor que o trono presidencial, até o advento de Jair  Bolsonaro. foi ocupado por todo tipo de gente: comunistas, ladrões, demagogos, loucos, irresponsáveis, ativistas, impostores, tolos e arrivistas.

Destaco fatos que ilustram o caráter de alguns desses figurões.

Médico há 45 anos, deputado critica ‘torcida fúnebre’ pela Covid-19 no Brasil

Dr. Luiz Ovando diz que a “torcida da Covid” em parte da oposição e da imprensa tenta gerar pânico

Ele argumenta que enquanto em vários países o conjunto da sociedade se une para combater a Covid, o inimigo comum do século XXI, “aqui parte da oposição ao presidente da República, setores da imprensa e militantes da esquerda se juntam ao coronavírus.”

Em seu artigo Torcida fúnebre: a Covid-19 e seus aliados no Brasil, Luiz Ovando avalia que esses setores têm levado pânico diário à população.

“A torcida da Covid-19 faz pior: esconde os fatos, como deixar de anunciar que a Europa vive situação idêntica, com o sistema de saúde entrando em colapso. Aumento lá e cá de novos casos. As mortes igualmente”, afirma.

O experiente médico e deputado diz em seu artigo que, “quanto mais mortes, mais se potencializa o discurso fúnebre daqueles que esperam o vírus derrotar o país para — “se Deus quiser” (no linguajar de muitos) — derrubar Jair Bolsonaro.”

“Acredite!”, diz o parlamentar, “há quem torça pela doença, que ela destroce nosso povo e leve nossa economia à bancarrota.”

O processo de adoção: como funciona?

Alguns casais, e até mesmo pessoas solteiras, por diversos motivos, decidem adotar uma criança quando ao invés de terem filhos biológicos. Contudo, antes de adotar, de fato, uma criança, é preciso passar por diversos processos que irão garantir que você está preparado para se responsabilizar legalmente por outra pessoa.

O primeiro ponto que você deve saber é que o processo é gratuito e não precisa da presença de um advogado. No entanto, sempre orientamos que você contrate este profissional para que ele te auxilie durante o processo.

Além disso, para adotar, você precisa ter, pelo menos, 18 anos e a diferença de idade entre você e a criança deve ser de 16 anos, no mínimo. Ah, também lembramos que você não precisa ser casado para conseguir adotar, uma vez que o estado civil não é algo avaliado durante o processo.

Já em relação ao processo, em 2019 foi criado o Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento. Através dele, é possível realizar um pré-cadastro com a qualificação completa, os dados dos familiares e o perfil da criança desejada.

Ademais, é preciso informar que, recentemente, essa plataforma foi aprimorada. Assim, a partir de agora, também é possível prorrogar a validade das habilitações bem como agilizar o processo de adoção, devido à pandemia provocada pelo Sars-Cov-2.

 

Processo de Adoção

Para adotar uma criança, é preciso passar por algumas etapas. São elas:

  • Juntar os documentos;
  • Os documentos são enviados ao Ministério Público para análise;
  • Avaliação pela equipe interdisciplinar do Poder Judiciário, para entender se você realmente está preparado para ter um filho;
  • Você participa de um programa sobre adoção para se preparar para receber a criança;
  • A Justiça avalia seu requerimento e decide se te habilitará para adoção ou não;
  • Sendo habilitado, você passará a fazer parte do Cadastro Nacional de Adoção.

 

A partir deste momento, haverá a procura por uma criança que se encaixe no perfil desejado. Ao encontrá-la, você terá um período de convivência de 90 dias, prorrogáveis por mais 90 dias. Após esse período, você terá 15 dias para propor a adoção ao juiz. Em seguida, você precisará apenas aguardar a avaliação e sentença do juiz.

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O que é o abandono de incapaz?

Abandono de idoso

As pessoas consideradas incapazes pela legislação possuem proteção especial, uma vez que não podem realizar alguns atos da vida civil. Via de regra, menores de 18 anos são considerados incapazes e estão sob a responsabilidade dos pais, pelos institutos da guarda, do poder familiar e da tutela. No entanto, se forem maiores de idade, um tutor será designado a elas, através do instituto da curatela.

Ambas as situações presumem que o tutor ou guardião cuidem dos interesses dessa pessoa. Caso isso não aconteça, tanto a guarda, quanto a tutela e a curatela, podem ser retiradas pelo juiz e entregues a outra pessoa.

Além disso, lembramos que abandonar a pessoa que está sob sua responsabilidade é considerado abandono de incapaz. Neste caso, além de perder a guarda ou tutela ou curatela, você pode responder criminalmente pelo caso.

Isso ocorre porque o artigo 133 do Código Penal considera o abandono de incapaz um crime, cuja pena pode variar a depender da gravidade das consequências do abandono. Assim, se decorrer lesão corporal grave, a pessoa pode sofrer uma pena de 1 a 5 anos de prisão. Se o abandono resultar em morte, a reclusão pode ir de 4 a 12 anos. Ademais, se o abandono for contra idoso ou se o agente for cônjuge, irmão, tutor ou curador, a pena aumentará em um terço.

Lembramos, também, que é preciso ficar atento à legislação, uma vez que atos simples como deixar um idoso desamparado em hospital, por exemplo, pode configurar o abandono. Isso não significa, no entanto, que você deve ficar 24 horas com o idoso, abdicando do seu trabalho, por exemplo. Afinal, o abandono é caracterizado por deixar o incapaz desamparado.

Portanto, se você é responsável por alguém juridicamente incapaz, é preciso entender o que isso significa e as responsabilidades que precisa ter, além de seus direitos.

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Dia D, hora H

O nosso general já decretou: o dia D será 20 de janeiro de 2021, hora H, 10 da manhã. Com tão pouca bala na agulha, a batalha deveria começar por Manaus, onde, para nosso horror, os doentes estão morrendo asfixiados por falta de oxigênio. Não custa lembrar que Manaus gastou 604 milhões de reais na construção de um estádio de futebol para receber 4 jogos da Copa de 2014. Com essa grana, o estado poderia contar com mais 3.350 leitos de UTI.

No arsenal tupiniquim teremos a Coronavac e a AstraZêneca. Se o supremo comando, a Anvisa, autorizar o seu emprego emergencial, é claro.

Na invasão da Europa, as tropas libertadoras recebiam a entusiástica adesão das comunidades na medida em que avançavam França adentro. Será que isso vai se repetir aqui no nosso avanço contra o inimigo invisível?

Tenho minhas dúvidas.

Na invasão da Normandia, a guerra da informação foi crucial para o seu êxito. Enganaram o marechal-de-campo Erwin Rommel, a Raposa do Deserto, com o exército de mentirinha do general George Patton montado com balões de borracha na frente do porto de Calais.

Por aqui, temo que tenhamos perdido, pelo menos até agora, a batalha da comunicação.

A forma com que o Instituto Butantan, por exemplo, divulgou a conta gotas os números da Coronavac foi pelo menos decepcionante. Anunciada no início como a melhor vacina do mundo, ela foi perdendo substância, semana após semana, vítima dos eventos midiáticos produzidos diariamente pelo governo paulista. Culminando com o espetáculo final, no qual as autoridades presentes, visivelmente constrangidas, anunciaram que a eficácia global da Coronavac era de apenas 50,34%, só um tantinho acima dos 50% exigidos para que seja autorizada. Não teria sido melhor divulgar todos os dados desde o início? Afinal, apesar do índice relativamente baixo de imunização, a Coronavac, segundo os dados apresentados, funcionaria como atenuante da doença, evitando seu agravamento. O que é uma ótima notícia.

A reversão da expectativa criada pelas autoridades sanitárias estaduais, fez com que a Coronavac passasse a ser alvo da desconfiança de uma boa quantidade de brasileiros, cujos receios inundaram as redes sociais.

O mesmo se aplica à vacina da Fiocruz, também vítima de uma comunicação mal conduzida.

A bagunça comunicacional continua, causada pela politização do tema. Parece que a saúde da população é menos importante do que quem vai sair primeiro na foto, Bolsonaro ou Dória. A antecipação do programa de vacinação para o dia 20 de janeiro é fruto dessa disputa. Bolsonaro pulou na frente. Mas a desinformação persiste. O avião que iria buscar as vacinas na Índia mudou o plano de voo duas ou três vezes. Não se sabe exatamente quando voltará com os dois milhões de frascos da Oxford/Astrazêneca que foi buscar em Mumbai, já que o governo indiano está criando dificuldades.

Mesmo antes da chegada das vacinas indianas e das aprovações da ANVISA, a festa estava sendo organizada. Dia 19, véspera do dia D, convescote no Palácio do Planalto, quando seria dado o pontapé inicial no programa, que já vem tarde. Fala-se que o evento será cancelado. Não há clima para festas diante do inferno amazônico. Mas ao que tudo indica o dia D está mantido. Será que na hora H o presidente Bolsonaro se deixará vacinar para dar o exemplo e sair na foto? Ou continuará com medo de virar jacaré?

Dizem cientistas que para atingir a imunidade de rebanho o Brasil terá que vacinar 99% da população. Convenhamos, isso é melhor do que  nada. Pelo menos há uma luz no fim do túnel. Para que cheguemos lá, será necessária a adesão em massa da população.

Quando, uma vez mais, a comunicação será crucial.

O Chacrinha dizia: “quem não se comunica se  trumbica”. Eu digo: quem não se comunica bem se trumbica.

Vamos ver se os responsáveis fazem melhor agora. Ainda dá tempo.

Assisti a Dra. Natalia Pasternak, PhD em microbiologia, dizendo na TV: “a vacina que temos não é uma Ferrari, é um Fiat UNO”.

Pé na tábua nesse Uno. Com coragem e fé em Deus.

 Faveco Corrêa é jornalista, publicitário e consultor.

Bolsonaro enxota ratos da Ceagesp

Os líderes estão obrigados a ajudar toda a organização a olhar para si mesma, a refletir e aprender sobre suas decisões.

Adepto do versículo bíblico João 8:32, “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”, o presidente Jair Bolsonaro resolveu abandonar a linha do seu ministro da Economia e do governador de São Paulo, acertada em 2019, e bradou “que nenhum rato vai sucatear para privatizar (a Cia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo – Ceagesp) pros seus amigos”, na visita que fez àquele centro de distribuição no dia 15 de dezembro último.

 

Artigo | Frederico Bussinger 
Por que transferir o CEAGESP dali?

Ao conhecer pessoalmente a pujante central localizada na cidade de São Paulo, o presidente da República deparou-se com muito mais de uma verdade, além da ameaça de ratos humanos ávidos para roê-la. Pode conferir que o lugar da Ceagesp é onde ela está e que são necessários investimentos de forma a incrementar a sua produtividade, em relação ao aumento da demanda. Distinto de transformar tão importante infraestrutura em ativo imobiliário.

Editorial 
Caos político e morte

A partir de hoje, a campanha política de 2022 está oficiosamente no ar. Debater temas fundamentais sobre a infraestrutura, a logística, os transportes e a distribuição da produção, vai possibilitar uma articulação com os problemas da população, na busca das melhores soluções. Como se assiste nos EUA, será a fé no povo que vai dar a vitória nas próximas eleições. Alimento é necessidade primeira.

Editorial 
Plataforma Logística é negligenciada no Brasil

Essa população hoje passa por dificuldades intoleráveis, que não se resolvem mudando uma central de abastecimento consagrada e com excelente logística, para dar espaço a empreendimento imobiliário de luxo. Convenhamos, isto não seria uma solução séria, tanto quanto foi infeliz a ideia da rainha francesa Maria Antonieta sugerir aos pobres famintos que comessem brioche, pão luxuoso.

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Desestatização do Porto de Santos ameaçada

Dentro da sua missão de informar e gerar opinião na Internet com independência, sobre a movimentação de mercadorias, Portogente vai debater a Ceagesp. Em especial, o abastecimento, mobilidade e logística. E demonstrar que a sua localização atual é a que atende melhor às necessidades da população e do Brasil.

*O Dia a Dia é o editorial do Portogente publicado de segunda a sábado e expressa fielmente a posição coletiva dos responsáveis pela redação do website

Blues e Greens Bonds para redesenvolver o Brasil

O velho pacto que unia o primitivo e o seu habitat foi rompido de forma unilateral pelo homem, logo que este considerou que já era suficientemente forte para seguir apenas as leis elaboradas por ele mesmo. (Jean Dorst)

O excelente trabalho da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) focado no financiamento privado do desenvolvimento sustentável, explora o potencial dos investimentos, onde destacam-se os Blue e Green Bonds – títulos azuis e verdes. Assim, fomenta a sustentabilidade e apoia projetos que mitigam a mudança climática e preservam o ambiente: ar, mar e território.

Crédito da foto: Isto É Dinheiro.

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Pela multiplicidade de possibilidades de investimentos, esses títulos podem ser tratados institucionalmente por uma infinidade de abordagens. Entretanto, o potencial de ganhos futuros, evitando os perdedores, será o fator que irá definir o investimento temático. Mal comparado, tratar a triagem temática como um processo de gerar commodity. Assim, Investimento Verde é um termo amplo e interessante. Pode produzir, preservar, gerar trabalho e riqueza.

Editorial 
SOS Amazônia

Da mesma forma, são várias as ações e motivações por parte do investidor. E, sem sombra de dúvida, o Brasil se traduz na melhor oportunidade do mundo para esses papéis. Do sol ao fundo do oceano, passando pelo ar, à preservação e exploração das florestas. Por exemplo, o intenso programa de implantação de infraestrutura tem desafios que demandam técnicas sustentáveis e competitivas, financiáveis por esse portfólio da nova economia.

Sociedade Nacional de Agricultura 
Arco Norte é solução para o sistema logístico brasileiro, afirmam especialistas

Indubitavelmente, é na floresta amazônica, através do manejo e extrativismo ainda muito a serem explorados, que os fatores verdes, até agora com pouca importância como ativos alternativos, poderão ser valorizados. Está na hora de nascer uma economia única de frutos, ervas e raízes de uma gastronomia fina e tipicamente brasileira, processada com técnicas e tecnologias sustentáveis. Através de definição e padrões de forma a fazer uso produtivo da amplitude de conhecimento da Universidade.

Artigo | Mayra Castro 
A Amazônia como produto Caviar

Decerto, a Economia Sustentável é uma realidade mundial irreversível. Portanto, impulsionar esse setor no Brasil é prioridade. Visto que a sua potencialidade ambiental para investimentos com Sustainable Bonds (títulos sustentáveis), e a sua competência acadêmica para valorizar esse projeto, com inovação e produtividade, são invejáveis.
Saindo para participar desse empreendimento, em breve, o Webinar Portogente Green Bonds .

Como funcionará o segundo turno de eleições?

O primeiro turno das eleições 2020 ocorreu em 15 de novembro. Nele, foram escolhidos vários prefeitos e vereadores de diversas cidades para atuar nos próximos 4 anos. No entanto, em municípios com mais 200 mil habitantes a lei diz que deverá haver segundo turno quando nenhum dos candidatos conseguir o total de 50%+1 dos votos válidos.

Neste ano, 57 cidades brasileiras terão o segundo turno. Ele ocorrerá em 29 de novembro, último domingo do mês. Assim, apesar dos candidatos que concorrerão em segundo turno poderem fazer campanha, ela deverá terminar no dia anterior às eleições, uma vez que as mesmas regras previstas para o primeiro turno também são previstas para o segundo.

Por isso, é proibida a prática de boca de urna no dia das eleições, sendo que a punição é a prisão de seis a meses a um ano ou a prestação de serviços, além do pagamento de multa. Assim, esta prática é considerada crime de acordo com a Lei das Eleições (Lei 9.504/1997).

Além disso, também constitui crime utilizar alto-falantes, amplificadores de som, promover comício ou carreata, propaganda de partidos políticos ou de candidatos no dia da eleição.

Desse modo, o eleitor que for flagrado praticando qualquer uma dessas atividades terá a mesma punição de quem pratica boca de urna no dia das eleições. Ainda assim, é possível fazer manifestações silenciosas, como utilizar broches, adesivos, carregar bandeiras, etc.

Por fim, lembramos que, caso você não consiga comparecer ao local de votação, é preciso justificar seu voto, em até 60 dias a contar do dia da eleição, ou pagar uma multa. No entanto, caso você não tenha votado no 1º turno, não será impedido de votar no 2º turno.

Também é importante lembrar que, para votar, você deve estar munido do e-título ou do título de eleitor e de um documento oficial com foto e uma caneta, além de estar utilizando uma máscara. Caso você não esteja de máscara, não poderá entrar nos locais de votação.

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