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Sobe as calças, Brasil, que teus filhos não fogem à luta.
Na década de 1960 – ainda no século passado – a loja Grauçá Modas promovia uma interessante campanha publicitária em Ilhéus e Itabuna. Dizia a peça mais ou menos assim: “Baixamos as calças para você”. Essa campanha foi veiculada no rádio, serviços de som e peças impressas em cartazes e jornais. Foi uma das grandes sacadas de Antônio Badaró naquela época e que serve muito bem para ilustrar o Brasil de hoje.
Pois bem, com cerca de 50 anos após os brasileiros estão indo em direção contrária à promoção por demais criativa de Badaró para a loja Grauçá Modas vender mais, de forma soberana, vai às ruas para exigir: “Levanta as calças, Brasil”. É a maior manifestação pública cidadã realizada no Brasil depois de “Campanha das Diretas Já” e do “Fora Collor”, todas com a vontade de recolocar o Brasil nos trilhos. E sem vender a dignidade e a alma.
A maior lição que deveremos tirar dessas manifestações é que não queremos continuar com o atual modelo corrupto de governar, concedendo nossa autonomia à Fifa. Rasgamos a Constituição Cidadã, jogamos nossas leis na lata do lixo para que possamos participar de uma Copa do Mundo, restabelecendo o modelo ufanista para colocar o futebol, esporte maior de nossa mania em detrimento das nossas necessidades mais prementes.
O que o brasileiro mostra nas ruas é que o aumento no preço das passagens dos transportes público foi apenas o fio da meada de um sistema que opera nas trevas. Toda a transparência se limita apenas tão somente às altas esferas do poder públicos e aos donos das empresas. No meio, para referendar as ações, um conselho municipal de transporte (geralmente), que dá o aval necessário à política de aumento de preços.
Acredito que os protestos contra o aumento nos preços das passagens dos transportes urbanos das cidades e regiões metropolitanos tenha sido apenas um pano de fundo para o povo “botar o bloco nas ruas”. Numa estratégia de marketing, o povo foi instigado, compareceu e, aos poucos, o movimento foi ganhando proporções gigantescas. Sem os partidos políticos, é claro, pois estão metidos até o pescoço neste mar de corrupção.
O brasileiro quer o futebol como mania nacional, mas que a Copa das Confederações e a Copa do Mundo sejam realizadas dentro das possibilidades do nosso bolso. Ora, se antigamente gritávamos palavras de ordem contra entregar nossa autonomia ao famigerado Fundo Monetário Nacional (FMI), cujos protestos eram alimentados com as frases de efeito ditas pelos ainda então partidos de esquerda: “Fora FMI”.
Hoje, os manifestantes brasileiros não querem e nem pregam o “Fora Fifa”, pois aceitam tranquilamente a realização desses dois eventos esportivos, desde que dentro dos padrões permitidos pelos nossos bolsos. O brasileiro está cansado de ser tratado com desdém quando precisa dos serviços de saúde, educação, moradia digna e com toda a infraestrutura necessária, e ainda ouvir que não existem recursos suficientes para tanto.
Mas, para a construção de suntuosos estádios não falta dinheiro público, tampouco a disposição das autoridades governamentais em conceder regalos aos amigos mais chegados, que podem fazer o mesmo caminho do bumerangue, voltando na época correta: as campanhas políticas. Fazem “mesuras com o chapéu alheio”, sem a menor cerimônia, ao “presentearem” concessões para a administração dessas arenas por anos a fio.
O que chama a atenção neste movimento que vem ganhando as ruas é a aversão aos partidos políticos, que são useiros e vezeiros em pegar carona nos movimentos populares, como se viu com alguns deles, prontamente rechaçados pelos participantes e lideranças. Esse, talvez, tenha sido o maior recado aos parlamentares e executivos deste país, acostumados a agir no público como se fosse no privado.
E a presidenta Dilma captou a mensagem. Tanto é assim que se apressou a elogiar a atitude, embora, de forma dissimulada, tenha feito pronunciamento como se a carapuça coubesse apenas aos outros governantes e parlamentares. Não, presidenta, foi o seu governo e de seu sucessor que assim agiram, arriando as calças para a Fifa e seus amigos concessionários das majestosas arenas, construindo sem licitação e com preços aviltantes.
Como perguntar não ofende, responda-me, presidenta: Vamos continuar de calças arriadas? Levanta as calças, Brasil!
Jornalista, advogado e editor do www.ciadanoticia.com.br
As próximas estratégias do PT para se consolidar no poder
BY
“O PT tem pressa na consolidação e perpetuação do poder”. No último dia 13 de junho a militância do PT se reuniu na cidade de Pinhais no Paraná para consolidar os 10 anos do partido no poder, com a participação fechada de todos os seus militantes, com a presença da presidente Dilma e do ex-presidente Lula, além dos ministros que fazem parte estrategicamente do governo.
Procurou-se não dar muita ênfase na imprensa, justamente para não alarmar a sociedade civil deste país do próximo passo tão difundido em propaganda televisiva, mas que foi tirada do ar pela antecipação do setor de marketing do próprio partido e por orientação do ex-presidente.
Devido a isto, o nosso grupo tem colocado agentes espalhados no MST,no próprio partido dos Trabalhadores, PSOL e em ongs que dão apoio ao processo de neo-socialismo no Brasil, um novo mote do termo comunismo. As próximas capitais já estão previstas na agenda do partido para as prováveis reuniões de apoio e consolidação dos seus objetivos.
As informações que coletamos são de extrema importância neste momento tão delicado pelo qual vive a nação e que deveria ter a participação da ABIN para evitar as infiltrações que vem ocorrendo com a participação deste partido e com autorização da própria Presidência da República.
As próximas estratégias para os próximos passos são:
- Infiltração de elementos do MST utilizando-se dos grupos indígenas nas invasões de terras produtivas com o único objetivo de insuflar, ocupar e tirar os seus proprietários de suas terras;
- Infiltração de grupos guerrilheiros em nossas fronteiras com a participação de elementos das FARCS para um possível golpe com data marcada, que poderá ocorrer com as eleições de 2014;
- O PT a partir de agora passará para a defensiva e deixará na ofensiva para agirem nas manifestações de ruas apenas os partidos de esquerda a ela coligadas, no sentido de não criar indignação do povo à candidata a presidência da república no seu processo de reeleição;
- Conchavos com os demais partidos que participarão do processo eleitoral, que apenas farão o seu papel de críticas ao governo por questão meramente democrática para conhecimento do mundo, para não dar conotação de que todos estão à esquerda do processo;
- Os possíveis partidos de direita que desejam se inscrever para participar do processo eleitoral, não terão a maioria da assinatura ou mesmo aprovação para participarem do pleito eleitoral, portanto, se trata de um jogo altamente estratégico;
- O PT conta com o apoio das FFAAs aqueles que foram subjugados neste governo através de oferecimento de gabinetes na repúblicas, inclusive na Segurança Institucional, mantendo apenas os militares leais e passando para a reserva todos que foram ou são contrários ao atual regime.
ESTAS SÃO APENAS ALGUMAS DIRETRIZES PROPALADAS NOS SEUS PLANOS DE AÇÕES PARA A INSTALAÇÃO DEFINITIVA NO BRASIL COM O APOIO DOS PAÍSES SIGNATÁRIO DO FORO DE SÃO PAULO E DA ADMINISTRAÇÃO DE OBAMA, QUE TAMBÉM É SIMPÁTICA A ESTE GOVERNO, POR INTERESSES MERAMENTE ESTRATÉGICOS NO CONE SUL.
A VERDADE SOBRE JOSÉ DIRCEU
TODAS AS CARAS DE DIRCEU
Veja – 10/06/2013
Na mais completa e surpreendente biografia do petista, as aventuras, traições, amores e tramoias do líder estudantil bonitão e mulherengo que virou o segundo homem mais poderoso da República — e que agora se encontra a caminho da prisão.
Em 3 de janeiro de 2003 um mineiro nascido em Passa Quatro, ex-líder estudantil e ex-militante de esquerda perseguido pela ditadura militar se tornava o segundo homem mais importante da República. José Dirceu de Oliveira e Silva havia sido nomeado ministro-chefe da Casa Civil do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, o operário que chegou ao Palácio do Planalto. Juntos, esses dois homens de biografia extraordinária prometiam mudar o Brasil. O primeiro ato que Dirceu assinou no cargo foi bem menos grandioso, mas revelador de seu caráter. Era uma portaria que mudava a ordem de entrada dos ministros nas solenidades do palácio. Historicamente, depois do presidente da República, vinha o titular do Ministério da Justiça, por ter sido a primeira pasta a ser criada. Dirceu transferiu a prerrogativa para si: quem apareceria caminhando logo atrás do presidente seria ele, o chefe da Casa Civil — que, a partir de então, teria também a primazia no uso de carros oficiais e de aviões da Força Aérea Brasileira. Read the rest of this entry »
REINALDO AZEVEDO ATACA:
— Terroristas nas ruas – Atenção, leitor! Um promotor de SP tenta provar que trouxa é você, que segue a lei. O papel dele, pelo visto, é ser babá de criminoso;
— Haddad, a voz fina e esganiçada da covardia política;
— Nesta quinta, o Supremo entre Dilma e a Constituição. Com quem ficará? Ou: STF decide se vai ou não cassar o direito dos eleitores de Marina;
— Agora Cardozo diz que PF investigará violência e vandalismo em SP e no Rio; até ontem, PT dava piscadelas aos fascistas;
— O fascismo nas ruas – O protesto analfabeto de seis deslumbrados em Paris;
— ONG que é dona do registro “Passe Livre” responde ao blog, não explica nada e silencia sobre violência fascistoide;
— Índios – Comissão da Câmara convoca Carvalho, a mão que balança o berço do Mal…dos!;
— Supremo começa a votar destino da liminar que suspende projeto que coíbe novos partidos; Mendes demonstra por que ela é constitucional e segue jurisprudência;
— Se transporte fosse gratuito, como reivindicam os terroristas, isso beneficiaria os mais endinheirados. Ou: Nem o maná era de graça: Deus cobrava, ao menos, bom comportamento;
— Risco-país sobe, e culpa não é só dos Estados Unidos;
— Alckmin: manifestantes são baderneiros e vândalos;
— IRRESPONSABILIDADE, SEU NOME É FERNANDO HADDAD, UMA RIMA SEM SOLUÇÃO! OU: TENHA AO MENOS A CORAGEM DE VESTIR O CAPUZ, PREFEITO, E SAIR BOTANDO FOGO NA CIDADE!!!;
— Vagabundos tentam linchar um policial. Ou: Fascistas arrancam sangue do verdadeiro homem do povo;
— VERGONHA! Ministério Público propõe negociação com terroristas, é isso? Ou: Eles vão levar coquetel molotov, paus, pedras e spray para a conversa?;
— Vejam isto: tucanos “privatizam”; já os petistas “repassam à iniciativa privada”;
— Entidade que é dona de domínio do “Movimento Passe Livre” recebe dinheiro da Petrobras e do Ministério da Cultura e tem incentivo da Lei Rouanet
Por Reinaldo Azevedo
O Brasil nunca pertenceu aos índios.
Por:Profª Sandra Cavalcanti
Quem quiser se escandalizar, que se escandalize. Quero proclamar, do fundo da alma, que sinto muito orgulho de ser brasileira. Não posso aceitar a tese de que nada tenho a comemorar nestes quinhentos anos. Não agüento mais a impostura dessas suspeitíssimas ONGs estrangeiras, dessa ala atrasada da CNBB e dessas derrotadas lideranças nacional-socialistas que estão fazendo surgir no Brasil um inédito sentimento de preconceito racial.
Para começo de conversa, o mundo, naquela manhã de 22 de abril de 1500, era completamente outro. Quando a poderosa esquadra do almirante português ancorou naquele imenso território, encontrou silvícolas em plena idade da pedra lascada. Nenhum deles tinha noção de nação ou país.Não existia o Brasil.
Os atuais compêndios de história do Brasil informam, sem muita base, que a população indígena andava por volta de cinco milhões. No correr dos anos seguintes, segundo os documentos que foram conservados, foram identificadas mais de duzentos e cinqüenta tribos diferentes. Falando mais de 190 línguas diferentes. Não eram dialetos de uma mesma língua. Eram idiomas próprios, que impediam as tribos de se entenderem entre si. Portanto, Cabral não conquistou um país. Cabral não invadiu uma nação. Cabral apenas descobriu um pedaço novo do planeta Terra e, em nome do rei, dele tomou posse.
O vocabulário dos atuais compêndios não usa a palavra tribo. Eles adotam a denominação implantada por dezenas de ONGs que se espalham pela Amazônia, sustentadas misteriosamente por países europeus. Só se fala em nações indígenas.
Existe uma intenção solerte e venenosa por trás disso. Segundo alguns integrantes dessas ONGs, ligados à ONU, essas nações deveriam ter assento nas assembléias mundiais, de forma independente. Dá para entender, não? É o olho na nossa Amazônia. Se o Brasil aceitar a idéia de que, dentro dele, existem outras nações, lá se foi a nossa unidade.
Nos debates da Constituinte de 88, eles bem que tentaram, de forma ardilosa, fazer a troca das palavras. Mas ninguém estava dormindo de touca e a Carta Magna ficou com a palavra tribo. Nação, só a brasileira.
De repente, os festejos dos 500 anos do Descobrimento viraram um pedido de desculpas aos índios. Viraram um ato de guerra. Viraram a invasão de um país. Viraram a conquista de uma nação. Viraram a perda de uma grande civilização.
De repente, somos todos levados a ficar constrangidos. Coitadinhos dos índios! Que maldade! Que absurdo, esse negócio de sair pelos mares, descobrindo novas terras e novas gentes. Pela visão da CNBB, da CUT, do MST, dos nacional-socialistas e das ONGs européias, naquela tarde radiosa de abril teve início uma verdadeira catástrofe.
Um grupo de brancos teve a audácia de atravessar os mares e se instalar por aqui. Teve e audácia de acreditar que irradiava a fé cristã. Teve a audácia de querer ensinar a plantar e a colher. Teve a audácia de ensinar que não se deve fazer churrasco dos seus semelhantes. Teve a audácia de garantir a vida de aleijados e idosos.
Teve a audácia de ensinar a cantar e a escrever.
Teve a audácia de pregar a paz e a bondade. Teve a audácia de evangelizar.
Mais tarde, vieram os negros. Depois, levas e levas de europeus e orientais. Graças a eles somos hoje uma nação grande, livre, alegre, aberta para o mundo, paraíso da mestiçagem. Ninguém, em nosso país pode sofrer discriminação por motivo de raça ou credo.
Portanto, vamos parar com essa paranóia de discriminar em favor dos índios. Para o Brasil, o índio é tão brasileiro quanto o negro, o mulato, o branco e o amarelo. Nas nossas veias correm todos esses sangues. Não somos uma nação indígena. Somos a nação brasileira.
Não sinto qualquer obrigação de pedir desculpas aos índios, nas festas do Descobrimento. Muitos índios hoje andam de avião, usam óculos, são donos de sesmarias, possuem estações de rádio e TV e até COBRAM pedágio para estradas que passam em suas magníficas reservas. De bigode e celular na mão, eles negociam madeira no exterior. Esses índios são cidadãos brasileiros, nem melhores nem piores. Uns são pobres. Outros são ricos. Todos têm, como nós, os mesmos direitos e deveres. Se começarem a querer ter mais direitos do que deveres, isso tem que acabar.
O Brasil é nosso. Não é dos índios. Nunca foi.
OS ESTÍMULOS ECONÔMICOS.
Israel Nunes Silva
OS ESTÍMULOS ECONÔMICOS
Li neste domingo uma notícia sobre panorama econômico na Folha de São Paulo com o seguinte trecho:
“Na sexta-feira, a Standard & Poor’s (S&P) rebaixou a perspectiva de rating do Brasil de “estável” para “negativa”. A notícia derrubou os mercados nacionais e colocou-os na contramão internacional com uma queda diária de 2,39%. A notícia também causou aumento da ponta longa da curva de juros.
…
No mercado de câmbio, o dólar apresentou volatilidade maior que a comum e depreciou de R$2,1412 para R$2,1379. Um dos motivos para tanto foi a retirada do IOF para aplicações de estrangeiros em renda fixa local. No entanto, com a informação da S&P, o dólar voltou a ter uma tendência de alta”.
Não sou economista, mas o mercado é volátil e bastante sujeito a boatos e às informações fornecidas pelas agências de classificações de risco. Essa conclusão é uma obviedade extraída da notícia acima.
Agora, uma pergunta: que garantia há de que o rebaixamento da classificação de risco do Brasil e de qualquer país não é tão somente uma medida para afetar deliberadamente as economias dos países, sobretudo a dos países emergentes?
Poderia haver interesses econômicos em jogo, visto que afetou negativamente o mercado de ações, reduzindo o valor de mercado de empresas nacionais importantes.
Supondo que sejam, Read the rest of this entry »
PROFESSORES – ANTIGOS MESTRES E ATUAIS TIOS.
Sou do tempo que os professores eram chamados de mestres. Esposo de professora era identificado como marido de professora tal. Seu verdadeiro nome praticamente caia no anonimato, em razão do respeito, carinho e, sobretudo reconhecimento àquelas que se dedicavam de corpo e alma para nos ensinar os caminhos adversos, que iríamos encontrar pelo mundo afora.
Não tínhamos o direito de falar mal deles, por uma simples “reguada”, um “carão” bem dado, um puxão de orelhas na hora certa, um castigo escolar, como copiar uma palavra errada 100 vezes e, também: não colocar cedilha no “c” antes de “e” e “i”; não escrever “n”, antes de “p” e “b” e por aí ia.
Eu sou do tempo que em sala de aula, antes de qualquer atividade, rezávamos o Pai Nosso, independentemente de qualquer religião e hoje é INCONSTITUCIONAL, e o vereador Alzimário Belmonte Vieira, conhecido como Gurita, que o diga, pois seu projeto foi considerado inconstitucional, e o é, pois vai de encontro ao Art.19 da Constituição, e aí deu uma pavorosa geral, parecendo que de inconstitucional neste país só existe isso. Até mesmo sobre educação é negado a uma boa parcela das crianças, o direito de ir à escola, por uma infinidade de inconstitucionalidades, e não se ver tanto afinco para se reverter isto. Portanto, naquela época a Constituição em vigor, era maldosa, infiel, com os alunos e seus pais, que mesmo que fossem seus pais ateus, não se levantaram contra o ensino, que hoje é arcaico, mas é constitucional.
Também cantávamos o Hino Nacional, da Bandeira e muitos outros hinos cívicos, hoje é “caretagem”. O Hino Nacional, poucos cantam na íntegra e outros nem sabem como começar, mas tá tudo certo num país das mil maravilhas.
Eu sou do tempo, em que os mais velhos eram respeitados, e principalmente quando adentravam uma sala de aula, onde tínhamos que ficar de pé até professor autorizar para sentarmos. E na saída o mesmo procedimento.
Da sabatina, quem esquece!!. E com isso somos capazes até hoje de realizarmos as quatro operações sem precisarmos de máquinas calculadoras.
Bom, mas podem dizer, para que tanto esforço, se a tecnologia nos ofereceu dentre outras coisas a calculadora? A razão não é esta, a razão é que não trabalhamos mais a mente, que nos tem levado a maiores números de doenças, pelo simples fato de não exercitarmos tanto ela, e o corpo como antes.
Em razão de tudo isto, e muito mais, não entendemos a desvalorização para com nossos professores, a começar pelo poder público, que é o primeiro a dar o péssimo exemplo.
São maus remunerados, não lhe dão condições de trabalho adequado, faz pouco caso, e ainda aprovam leis em que os professores ficam “marginalizados”. E os alunos, os donos da festa, há o poder para tudo. Podem xingar, “avacalhar” e até matar uns aos outros, ou seus professores, na sala de aula, e o fato é tratado como uma simples ocorrência policial.
Criam-se estatutos, que protegem por todos os lados os adolescentes, que na sua maioria não sabe distinguir o certo do errado, ou se sabe, prefere não praticar e ainda tem a proteção de ESTADO FALIDO, onde a família já foi praticamente extinta em nome da DEMOCRACIA!!!.
Foi uma pena, meus queridos mestres, pois os senhores e senhoras, hoje em sua maioria é obrigado a exercitar o faz de conta que ensinam e os alunos na sua maioria ficar reféns de seus próprios gritos, por uma educação que morreu lá bem atrás.
Para maioria de nossos políticos, tá tudo certo, quanto menos educação, eles se eternizam no poder, pois um país sem educação é um país pobre de tudo para o resto da vida.
José Rezende Mendonça
O QUE OS GOVERNOS MILITARES FIZERAM EM 21 ANOS.
Estamos publicando esta matéria até para comparar. Como Lula gosta de fazer, comparar.
Ele gosta de fazer comparações com governos anteriores. Então tivemos a idéia de comparar os governos militares aos civis. Comparamos os 21 anos do governo daqueles, com os 25 anos dos governos atuais. Quatro anos mais!
Claro que vai haver gente que dirá que naquela época o esquadrão da morte matava. É verdade! Matava bandidos. Até acreditamos que morreram inocentes. Mas e hoje? Também não morrem centenas, milhares de inocentes, nas mãos de bandidos? E o governo o que faz? Não tem se mostrado eficiente para acabar com esse derramamento de sangue!
Tem gente morrendo todos os dias.
O governo não é capaz nem de por fim a essa corrupção que enoja e inunda constantemente as páginas dos jornais brasileiros e internacionais.
As realizações
Pensando bem, achamos que, por causa das realizações daqueles governos passados, é que se colhe alguns frutos atualmente. Apesar de o governo atual ainda ser mal agradecido. Diz ser ele o responsável pelo sucesso da economia. “Nunca antes neste pais…” E atrás deste bordão despeja vilipêndios sobre administrações anteriores.
Este país está crescendo, sim! Mas graças à iniciativa privada, pois a infraestrutura continua sem investimentos. Read the rest of this entry »
Porto Sul um discurso marginalizado pelo tempo, banalizado por sua história.
Por Caliana Mesquita

O discurso evaporou no meio da fuligem de ferro que pairava na imaginação dos idealizadores de um futuro de papel, que nunca saiu dos anúncios e das campanhas publicitarias de um projeto que de sonho esta se tornando pesadelo para os milhares de moradores da Zona Norte de Ilhéus, que além de ver seus planos serem destruídos pela irresponsabilidade de uma expectativa sem base, hoje esta sendo alvo das consequências marginais provindas da especulação das ondas de empreendimento e projeções infundadas de futuro.
Há cinco anos a Zona Norte de Ilhéus recebia uma noticia bombástica, que conduzia os nativos da região ao pensamento de futuro. A mudança no seu ritmo de vida, inicialmente vista com olhos cabreiros e temerosos aos poucos foi cedendo lugar para a imaginação de uma vida melhor. Pescadores se uniam para formar e/ou se associar em cooperativas, lideres comunitários ganhavam voz em suas vizinhanças argumentando um discurso de “querer é poder”. Pessoas de baixo poder aquisitivo e intelectual sendo conduzidos por grandes formadores de opinião, doutores ambientalistas, empreendedores ou simplesmente possuidores do poder de persuasão de massa verbalizando contra uma empresa que de empreendedora virou politica levando um projeto ao mais elevado nível de expectativas. Um confronto entre o dinheiro e o poder foi travado, o projeto Porto Sul havia atracado na história de Ilhéus e nos sonhos dos seus habitantes.

As audiências publicas mais movimentadas da história. Read the rest of this entry »
Sinais Exteriores de Riqueza: a face visível do crime.
Extraído de: Tribunal de Justiça do Estado de Goiás - 10 de Maio de 2010
*Artigo escrito pelo desembargador Paulo Teles e publicado no Jornal Diário da Manhã na edição do dia 09 de maio de 2010.
Há muito ouço falar em sinais exteriores de riqueza, o que me levou, tocado de curiosidade, a pesquisar o assunto.
Conta a tradição, que essa figura jurídico-fiscal teria surgido na idade média, quando certo monarca, incomodado com a ostentação patrimonial de certos funcionários do reino, determinou rigorosa investigação quanto à conduta dos servidores públicos, conhecidos como súditos.
Razão tinha o soberano, pois embora assalariados, alguns barnabés detinham grandes posses de terras, cavalos, residências luxuosas, palácios, ouro, prata, carruagens e inúmeros vassalos.
Após anos de investigação, nada foi descoberto, e mesmo durante o inquérito alguns continuaram acumulando novos bens, sem que ninguém tenha sido pilhado na mão grande.
Indignado, o monarca decretou que todo patrimônio acumulado sem a correspondente renda, seria taxado ou confiscado, levando-se em conta apenas a aparente desproporção entre o ganho e o bem.
A partir daí, do meirinho ao xerife, do soldado ao comandante, do coletor ao lorde e do faroleiro ao capitão de navio, todos tiveram os bens confiscados e alguns foram parar nas prisões.
A história não guarda registro se esses servidores seriam concursados ou nomeados, e muito menos se portavam títulos de cursos de especialização, mestrado ou doutorado, muito embora nada disso sirva de balizamento avaliador da honestidade pessoal, ou da inteligência individual. Mesmo porque, alguns notórios delinquentes se notabilizaram pela suposta inteligência que acreditavam possuir.
De lá para ca, quase nada mudou. Os espertalhões de plantão continuam minando as finanças e o patrimônio públicos, utilizando-se da tecnologia, da influência e da respeitabilidade que o cargo lhes confere.
Valendo-se do silêncio dos comparsas quando da prática criminosa, ele tergiversa, assina papéis, troca papéis, faz desaparecer papéis, falsifica documentos, assina onde e quando não devia e se omite quando lhe convém.
Aposta na impunidade, tanto quanto acredita na autoproclamada honestidade.
Entretanto, é bom deixar claro que esse tipo de parasita é encontrável em todo universo, não sendo a sua existência desgraça apenas dos brasileiros.
A propósito, vale lembrar aqui a falência do Banco da Rainha da Inglaterra, o recente calote americano, a moratória grega, a pulverização da Islândia, a debacle Argentina, o efeito Chaves e as mazelas das exportações do vinho chileno.
Como a história se repete, os grandes responsáveis por todas essas imoralidades são homens e mulheres detentores de elevados cargos. Ostentam feições sérias, semblante grave, sorriso comedido, roupas e sapatos de grife, e se consideram acima de qualquer suspeita. Alguns são irremediavelmente cínicos e metidos a moralistas.
Como seus colegas da idade média, eles nada produzem e ganham sem trabalhar. E mesmo não pagando imposto de renda possuem valioso patrimônio, adquirido pela prática do tráfico de influência, do peculato, do abuso de poder, do abuso de autoridade, da corrupção ativa e passiva, e outros delitos próprios do funcionário público.
Atuam também na atividade privada, nos conglomerados financeiros, nos cartéis, nos lobbies, nos grandes consórcios e na ciranda financeira.
Lesam os seus patrões e a comunidade, acumulando patrimônio incompatível com os seus modestos ganhos salariais.
Felizmente, esse tipo de gente é minoria.
Por fim, discordo da tese de que o problema é cultural, por considerá-lo acima de ordem moral.
PAULO TELES é
Servidor Público
O QUE VEM A SER UM NOVO PACTO FEDERATIVO.

Um novo pacto federativo
19/03/13 08:19 | Murillo de Aragão - Cientista político e presidente da Arko Advice Pesquisas
Finalmente os governadores saem de sua habitual letargia e lutam para equilibrar as relações com a União.
Em evento aguardado com expectativa e acompanhado com atenção pelo Executivo, eles foram ao Congresso Nacional e apresentaram quatro propostas para reequilibrar o pacto federativo.
As propostas são: 1) uma emenda constitucional que impede a criação de novas leis que vão gerar mais despesas aos estados; 2) a revisão do indexador usado para pagamento de juros das dívidas dos estados e municípios com a União; 3) fim da contribuição de estados e municípios para o Pasep; 4) inclusão da receita de contribuições (Cofins e CSLL) nos repasses aos eEstados. Mexer nos termos da relação entre estados e União é delicado.
É bom lembrar que, até 1994, o controle das despesas dos governadores era precário. Aos poucos, foram se estabelecendo certas regras até que, em 2000, foi aprovada a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), um dos pilares da solidez econômica do país.
No momento em que a economia não decola, é natural que os governadores tentem mudar os termos dos acordos de pagamento de dívidas para com a União.
Necessitam de caixa para fazer obras e não querem depender apenas da boa vontade do governo federal. Evidentemente, devemos rediscutir as fontes de recursos para o FPE e para o Fundo de Participação dos Municípios (FPM).
É justa a inclusão da CSLL e da Cofins no rateio. No entanto, tudo deve ser discutido com cuidado. Nem devemos permitir que estados e municípios fiquem sem recursos, nem devemos admitir a volta do descalabro. A questão federativa é bastante complexa.
No entanto, parece estar sendo tratada de forma superficial no debate ora iniciado. Ou, melhor dizendo, está limitada à questão da dívida.
O mais adequado seria estabelecer um debate amplo sobre deveres e obrigações de municípios, estados e União em relação à cidadania. Eliminar áreas de duplicidade. Tratar de itens como segurança pública, saúde pública e educação, entre outros, de forma clara.
Adequar a distribuição dos recursos e, sobretudo, lembrar que o cidadão mora no município. Esses são temas essenciais que deveriam ser postos na mesa de negociações.
O simples repactuar de dívidas, por mais relevante que seja, não é suficiente para caracterizar uma discussão adequada sobre o federalismo no Brasil. Além da mera repactuação de obrigações financeiras, deve ter como ponto de partida o papel essencial dos municípios.
Deve, ainda, envolver a mudança de metodologia do Orçamento, que é uma peça autorizativa. O equilíbrio no federalismo pressupõe uma discussão orçamentária equilibrada entre os Poderes Legislativo e Executivo.
Não é federalismo aceitar que os orçamentos de União, estados e municípios sejam meras peças autorizativas. Uma discussão séria sobre o federalismo no Brasil implica reavaliar os limites das relações entre os poderes, e não apenas a relação entre a União, os estados e os municípios. E, finalmente, partir do princípio de que os pilares da solidez financeira do país não podem ser ameaçados.
Murillo de Aragão é cientista político e presidente da Arko Advice Pesquisas
PONTE DO PONTAL – RAZÕES TÉCNICAS.
PONTE DO PONTAL – RAZÕES TÉCNICAS
Volto ao assunto por achar salutar os contraditórios na forma cada vez mais para separar o “eu” do todo.
O pontalense Edgard, muito conhecido e grande defensor das terras, que ora os índios estão invadindo e gerando outra contraditória sem fim. Suas inquietações são justas, pois neste país, a situação está tomando um rumo tão perturbador da ordem, que temos que ficar atentos mesmo.
É como nós, um vivido nas areias das ruas do Pontal e há de lembrar, que esta não é a primeira vez e nem será a última, das inquietações que iremos passar em razão do progresso, a não ser que paremos no tempo.
Em razão disto, vamos retornar aos artigos publicados, aqui mesmo no R2CPress e começar esclarecendo que não existem diferenças técnicas entre as plantas apresentadas pelo DERBA, Read the rest of this entry »
Militares fazem convocação nacional urgente de resistência ao governo.
terça-feira, 21 de maio de 2013
A convocação, segundo os organizadores, não é restrita a militares, mas a todos os brasileiros e está marcada para o dia 11 de junho, na Praça dos Três Poderes, em Brasília – DF.
Qual é a sua opinião a respeito? A convocação é legítima?
Leia a íntegra do documento: Read the rest of this entry »








