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:: ‘Artigos’

MILITAR É INCOMPETENTE DEMAIS – Arnaldo Jabor

MILITAR É INCOMPETENTE DEMAIS
Arnaldo Jabor

Militar é incompetente demais!!!
Militares, nunca mais!
Ainda bem que hoje tudo é diferente, temos um Pais sério, honesto e progressista. Cresce o grupo que não quer mais ver militares no poder, pelas razões abaixo.
Militar no poder, nunca mais. Só fizeram lambanças. Tiraram o cenário bucólico que havia na Via Dutra de uma só pista, que foi duplicada e recebeu melhorias; acabaram aí com as emoções das curvas mal construídas e os solavancos estimulantes provocados pelos buracos na pista.
Não satisfeitos, fizeram o mesmo com a rodovia Rio-Juiz de Fora.
Com a construção da ponte Rio-Niterói, acabaram com o sonho de crescimento da pequena Magé, cidade nos fundos da Baía de Guanabara, que era caminho obrigatório dos que iam de um lado ao outro e não queriam sofrer na espera da barcaça que levava meia dúzia de carros.
Criaram esse maldito do Proálcool, com o medo infundado de que o petróleo vai acabar um dia.
Para apressar logo o fim do chamado “ouro negro”, deram um impulso gigantesco à Petrobras, que passou a extrair petróleo 10 vezes mais (de 75 mil barris diários, passou a produzir 750 mil); sem contar o fedor de bêbado que os carros passaram a ter com o uso do álcool.
Enfiaram o Brasil numa disputa estressante, levando-o da posição de 45ª economia do mundo para a posição de 8ª, trazendo com isso uma nociva onda de inveja mundial.
Tiraram o sossego da vida ociosa de 13 milhões de brasileiros, que, com a gigantesca oferta de emprego, ficaram sem a desculpa do “estou desempregado”.
Em 1971, no governo militar, o Brasil alcançou a posição de segundo maior construtor de navios no mundo. Uma desgraça completa.
Com gigantesca oferta de empregos, baixaram consideravelmente os índices de roubos e assaltos. Sem aquela emoção de estar na iminência de sofrer um assalto, os nossos passeios perderem completamente a graça.
Alteraram profundamente a topografia do território brasileiro com a construção de hidrelétricas gigantescas (Tucuruí, Ilha Solteira, Jupiá e Itaipu), o que obrigou as nossas crianças a aprenderem sobre essas bobagens de nomes esquisitos…
O Brasil, que antes vivia o romantismo do jantar à luz de velas ou de lamparinas, teve que tolerar a instalação de milhares de torres de alta tensão espalhadas pelo seu território, para levar energia elétrica a quem nunca precisou disso.
Implementaram os metrôs de São Paulo, Rio, Belo Horizonte, Recife e Fortaleza, deixando tudo pronto para atazanar a vida dos cidadãos e o trânsito nestas cidades.
Esses militares baniram do Brasil pessoas bem intencionadas, que queriam implantar aqui um regime político que fazia a felicidade dos russos, cubanos e chineses, em cujos países as pessoas se reuniam em fila nas ruas apenas para bater-papo, e ninguém pensava em sair a passeio para nenhum outro país.
Foram demasiadamente rigorosos com os simpatizantes daqueles regimes, só porque soltaram uma “bombinha de São João” no aeroporto de Guararapes, onde alguns inocentes morreram de susto apenas.
Os militares são muito estressados. Fazem tempestade em copo d’água só por causa de alguns assaltos a bancos, sequestros de diplomatas…. ninharias que qualquer delegado de polícia resolve.
Tiraram-nos o interesse pela Política, vez que os deputados e senadores daquela época não nos brindavam com esses deliciosos escândalos que fazem a alegria da gente hoje.
Os de hoje é que são bons e honestos. Cadê os Impostos de hoje, isto eles não fizeram!
Para piorar a coisa, ainda criaram o MOBRAL, que ensinou milhões a ler e escrever, aumentando mais ainda o poder desses empregados contra os seus patrões.
Nem o homem do campo escapou, porque criaram para ele o FUNRURAL, tirando do pobre coitado a doce preocupação que ele tinha com o seu futuro. Era tão bom imaginar-se velhinho, pedindo esmolas para sobreviver.
Outras desgraças criadas pelos militares: Trouxeram a TV a cores para as nossas casas, pelas mãos e burrice de um Oficial do Exército, formado pelo Instituto Militar de Engenharia, que inventou o sistema PAL-M. Criaram ainda a EMBRATEL; TELEBRÁS; ANGRA I e II; INPS, IAPAS, DATAPREV, LBA, FUNABEM.
Tudo isso e muito mais os militares fizeram em 22 anos de governo. Pensa!!!
Depois que entregaram o governo aos civis, estes, nos vinte anos seguintes, não fizeram nem 10% dos estragos que os militares fizeram.
Graças a Deus!!!
Ainda bem que os militares não continuaram no poder!!!
Tem muito mais coisas horrorosas que eles, os militares, criaram, mas o que está escrito acima é o bastante para dizermos: “Militar no poder, nunca mais!!!”, exceto os domesticados.
Ainda bem que hoje estão assumindo o poder pessoas compromissadas com os interesses do Povo.
Militares jamais! Os políticos de hoje pensam apenas em ajudar as pessoas e foram injustamente prejudicadas quando enfrentavam os militares com armas às escondidas com bandeiras de socialismo.
Os países socialistas são exemplos a todos.
ALÉM DISSO, NENHUM DESSES MILITARES CONSEGUIU FICAR RICO.
Arnaldo Jabor.

Surrealismo

Nem Jean Paul Sartre conseguiria explicar a solerte manobra da Câmara dos Deputados aumentando para quase R$ 4 bilhões o tal Fundo Eleitoral, que o jornalista Claudio Humberto classifica de “Fundo Sem Vergonha”.

Justo agora que os nobres representantes do povo anunciam que vão cuidar da “agenda social”. Começaram bem. Quantas creches, quantos hospitais, quantos postos de saúde, quantas escolas, quantas vidas poderiam ser salvas se este dinheiro fosse aplicado em saneamento básico, por exemplo?

Como diz Janaina Paschoal, coautora do histórico pedido de impeachment de Dilma e de uma das várias proposta para remover Gilmar Mendes do STF, “tirar dinheiro da saúde e da educação para colocar em partidos é pedir uma revolução popular”.

Já que a farinha é pouca, meu pirão primeiro, não é mesmo?

Que se lixem os cidadãos que pagam por essas indecências.

Há que se levar em conta que a toda essa grana se junta o tal Fundo Partidário, que deverá chegar perto de 1 bilhão.

Estamos beirando os 6 bilhões de reais para custear as campanhas municipais do ano que vem. Dinheiro nosso, é claro, que os “nobres” congressistas dele se apoderam sem o menor pudor, enquanto o país enfrenta todos os tipos de mazelas, como na educação, conforme dados agora revelados pelo PISA, que nos coloca numa situação lamentável e vergonhosa.

É incrível constatar a falta de sensibilidade dessas pessoas. É claro que a culpa é toda nossa, já que fomos nós que os colocamos lá com o nosso voto obrigatório. Parece que a tal renovação consagrada nas eleições de 2018 não produziu os efeitos desejados, pois tudo continua como dantes no quartel do Abrantes.

É um cenário mais do que surrealista: é estarrecedor.

Vocês já se deram conta que o Brasil tem mais deputados federais que os Estados Unidos? Aqui são 513, lá são 435. A população norte-americana é de 327 milhões, a nossa é de 209 milhões. O PIB deles é 10 vezes maior do que o nosso: 20 trilhões versus 2 trilhões de dólares. O Brasil tem o segundo Congresso Nacional mais caro do mundo, atrás apenas do norte-americano, segundo dados da União Interparlamentar, organização internacional que estuda os legislativos de diferentes países.

Cada um dos 513 deputados brasileiros e dos 81 senadores custa mais de 7 milhões de dólares por ano – seis vezes mais que um parlamentar francês…

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, propôs durante a sua campanha reduzir o número de deputados federais de 513 para 400. Ele argumentou que os deputados “custam caro” e têm “muitas mordomias”.

Conseguiu?

Vai conseguir?

Claro que não.

Vocês acham que os parlamentares brasileiros vão cortar na própria carne, vão diminuir o tamanho da boca, eles que até 2013 tinham 14º e 15º salários, mesmo levando em consideração os problemas que o Brasil vem enfrentado?

Nem pensar.

O fato é que esta conta é impagável.

Afinal, estas e outras barbaridades perpetradas contra o erário público são “direitos adquiridos”…

Isso sem falar nas assembleias estaduais e nas câmaras de vereadores, inclusive de 1.217 municípios com até 5 mil habitantes e absoluta insustentabilidade financeira, cuja  extinção está sendo discutida.

Mas os absurdos continuam pululando. O TCU aprovou licitação para compra de refeições com lagostas e vinhos pelo o Supremo, tem promotor afastado e investigado na Lava Jato recebendo mais de 500 mil reais de salário e outras guirlandas, enquanto os 360 desembargadores do Tribunal de Justiça de São Paulo planejam construir uma nova sede para abriga-los ao custo de R$ 1,2 bilhão. Ao mesmo tempo em que o TCU aprova licitação de refeições com lagosta e vinhos para o Supremo.

Todos se lembram do que aconteceu com a construção da nova sede da Justiça do Trabalho em São Paulo, que foi objeto de corrupção desenfreada que levou à prisão, entre outros, o Juiz Lalau, então “ínclito” presidente da Corte.

Como geralmente a história se repete, o risco é grande…

Sendo o Brasil campeão de surrealismos, não custa recordar que o Banco Central acaba de “reduzir” os juros do cheque especial para módicos 8% ao mês, 151% ao ano, 10 vezes mais do que pagam os portugueses ou os espanhóis.

Enquanto isso os grandes bancos brasileiros têm lucros indecentes de quase 7 bilhões de reais por trimestre.

Se Sartre estivesse vivo, sem dúvida nenhuma seria meu candidato em 2022, para presidente, ditador ou imperador, já que a sua filosofia está incorporada por setores dominantes do nosso estranho mundinho político e empresarial.

Está na cara que a maioria dos nossos parlamentares concorda com o pensador francês: “nascemos para satisfazer a grande necessidade que tínhamos de nós mesmos”…

Pelo menos até que a revolução da Janaina se torne realidade.

O fundão eleitoral vai aumentar a fortuna de quem governa partidos

No Brasil, políticos só se unem para colocar em perigo os bolsos dos pagadores de impostos

Deputados e senadores apoiam aumento do fundo partidário

Deputados e senadores apoiam aumento do fundo partidário

Charles Sholl/Raw Image/Folhapress – 07.10.2018

 

Nas democracias avançadas, frentes suprapartidárias costumam ser formadas quando ameaças domésticas ou externas colocam em risco o futuro da nação. As principais correntes suspendem a sequência de confrontos e se unem no combate ao inimigo comum. No Brasil, a formação de um ajuntamento de siglas é quase sempre o prelúdio de mais uma bandalheira extraordinariamente lucrativa. Os partidos se agrupam para que os políticos metam a mão mais facilmente no bolso de eleitores indefesos. Foi o aconteceu neste começo de dezembro no Congresso Nacional.

Decididos a aumentar o tamanho do fundão eleitoral — Fundo Especial de Financiamento de Campanha, segundo a certidão de batismo — deputados e senadores arquivaram antigas desavenças por algumas horas. Com a harmonia ansiosa de casal em lua de mel, parlamentares do PT e do PSDB, do DEM e do PCdoB, do PSL e do PDT e outros parceiros improváveis rejeitaram no plenário um veto do presidente Jair Bolsonaro e depois, na Comissão Mista de Orçamento da Câmara, elevaram a gastança prevista para 2020 de R$ 2 bilhões para R$ 3,8 bilhões.

“Não existe dinheiro público; existe o dinheiro dos pagadores de impostos”, ensinou a primeira-ministra inglesa Margareth Thatcher. Cumpre ao Executivo, ao Legislativo e ao Judiciário administrar com sensatez e eficácia o que a pesada carga tributária arranca dos cidadãos comuns. Na semana passada, a maioria do Congresso reafirmou que não sabe disso. Ou finge que não sabe — o que dá na mesma. Se tivessem algum pudor, o bando de representantes do povo não teria duplicado uma quantia já obscena com o confisco de verbas reservadas a áreas infinitamente mais relevantes.

Três setores foram especialmente desidratados pelos gestores de picadeiro: saúde (R$ 500 milhões), educação (R$ 280 milhões) e infraestrutura (R$ 380 milhões). A terceira área alcançada pela sangria terá de reduzir o ritmo da construção de moradias populares e da expansão da raquítica rede de saneamento básico. Muita canalhice e pouca vergonha — eis o binômio que resume o criminoso transplante orçamentário urdido nas catacumbas do Poder Legislativo.

Parido em 2017, o fundão que nem deveria ter nascido vai financiar pela primeira vez a campanha de candidatos a prefeito ou vereador. Essa espécie de disputa sempre foi bem mais barata que a que elege num único pleito o presidente da República, senadores, governadores, deputados federais e deputados estaduais. Ficou ainda menos onerosa com o sumiço dos comícios e showmícios, substituídos por reuniões com grupos de eleitores e, sobretudo, pelo uso crescente das redes sociais. Se a despesa caiu, por que dobrar a conta espetada no lombo dos brasileiros?

Quais foram os cálculos que resultaram nos R$ 3,8 bilhões? Como será repartido o produto do roubo? A distribuição será feita pelos diretórios nacionais ou estaduais? Os deputados conseguirão engordar a bolada remetida a seus currais? As fatias destinadas a cada município serão medidas pelo número de habitantes ou de eleitores? Essas e outras perguntas afligem tanto os candidatos quanto os que vão bancar o desperdício bilionário. Até agora, todos ignoram as respostas.

O Brasil decente só sabe que, seja qual for o resultado das eleições, muitos donos de partido ficarão bem mais ricos em 2020. Nada como um ano eleitoral a cada dois.

Potencial hidroviário desperdiçado

CNT lança estudo sobre a navegação interior no país; excesso de burocracia e falta de investimento prejudicam o setor

O trabalho da Confederação Nacional do Transporte (CNT) traz uma realidade que há tempos salientamos aqui em nosso espaço jornalístico: “O Brasil desperdiça um enorme potencial hidroviário ao subutilizar os rios navegáveis de suas 12 regiões hidrográficas. Atualmente, dos 63 mil quilômetros que poderiam ser utilizados, praticamente dois terços não são. O transporte hidroviário no país aproveita comercialmente (para cargas e passageiros) apenas 19,5 mil km (30,9%) da malha.”

Hidrovias

 

Editor | Portogente
Hidrovias para fluir o comércio do Brasil

Segundo a análise da entidade, háá muita burocracia, excesso de normas e falta de uma legislação única, mais robusta. “Os números evidenciados nesse novo estudo da CNT, Aspectos Gerais da Navegação Interior no Brasil, mostram que, ao longo de décadas, as medidas adotadas não contribuíram para o desenvolvimento desse modal.”

De 1907 a 2019, por exemplo, o setor passou por mais de 20 alterações em sua gestão. Em média, foi uma modificação a cada cinco anos. Atualmente, no quadro institucional da navegação interior, há mais de dez entidades com papel central, apenas no âmbito federal.

Dia a Dia | Portogente
Ação e gestão para ter hidrovias no Brasil

Além disso, os recursos não têm sido suficientes para garantir maior oferta de serviços e melhor qualidade das infraestruturas. De 2001 a 2018, o valor máximo foi aplicado em 2009: R$ 831,79 milhões. Mas, de 2009 a 2018, houve queda significativa, e o investimento efetivamente pago diminuiu quase 80%, chegando a R$ 173,70 milhões (em 2018). O último Plano CNT de Transporte e Logística indica que o investimento mínimo necessário para a navegação interior no Brasil corresponde a R$ 166,4 bilhões, em 367 projetos.

Estudo | Ipea
Hidrovias no Brasil: perspectiva histórica, custos e institucionalidade

Apesar do desperdício de oportunidades, os rios brasileiros têm mostrado o seu potencial para desenvolver a economia do país. De 2010 a 2018, o volume de cargas transportadas pelo modal hidroviário cresceu 34,8%, passando de 75,3 milhões de toneladas para cerca de 101,5 milhões por ano.

A CNT defende o investimento nas hidrovias, sempre integradas aos outros modos de transporte. De acordo com o presidente da Confederação, Vander Costa, um modelo ideal de matriz para um país com as características do Brasil pressupõe o maior equilíbrio dos modos disponíveis. “Só assim seria possível aumentar a eficiência e a competitividade nas movimentações. E o transporte fluvial tem a capacidade de se constituir em uma alternativa eficiente e econômica.”

O LIMITE DO RIDÍCULO – Laerte A. Ferraz, 31/08/2019, para Vida Destra

 

Até há bem pouco tempo, se alguém se declarasse de direita nas redes sociais, podia se preparar para ser insultado, achincalhado e enxovalhado. O mínimo que se podia esperar era receber os rótulos de retrógrado, reacionário ou de fascista; era um meio seguro de perder amigos virtuais. Se dissesse isso no mundo real, num restaurante ou até mesmo na Câmara dos Deputados, por exemplo, poderia ser acusado de racismo e homofobia, além de receber ameaças, podendo até ser cuspido, mesmo que legitimamente investido de cargo parlamentar. Exagero? Que nada! Aconteceu.

Por outro lado, dizer-se de esquerda era sinônimo de progressismo: era ser descolado. Funcionava como uma espécie de senha, de palavra de passe para acesso aos ambientes mais intelectualizados, mesmo para as pessoas incultas e limitadas que, apesar de o serem, eram recebidas com benevolência. Declarar-se de esquerda conquistava simpatias, abria portas e sorrisos nas reuniões da “esquerda caviar”, essa que se sempre se refestelou nas benesses e privilégios de cargos bem remunerados e favorecimentos à custa do Erário. Enfim, ser de esquerda era a certeza e a garantia de aceitação social.

No ambiente acadêmico, ser de esquerda era essencial para garantir boas avaliações; no mundo artístico nem se cogitava que alguém pudesse não ser adepto do socialismo; no funcionalismo público, fazer campanha e votar em partidos de esquerda era quase um dever de ofício. No jornalismo, ficava ainda melhor quando a declaração de posição política viesse acompanhada de citações pontuais de Gramsci e Noam Chomsky. É claro que para dar consistência e credibilidade às convicções ideológicas, era fundamental mostra-se apoiador da agenda feminista e da Escola de Frankfurt, especialmente em relação a temas como o aborto, à ideologia de gênero, o apoio aos movimentos LBGT, à escola crítica de Paulo Freire, liberação das drogas e aos movimentos ditos “sociais”.

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ESTREIA DO REPÓRTER PINGA FOGO

VEM AÍ O PINGA FOGO.

DIRETO DA FLORESTA AMAZÔNICA PARA TODO BRASIL. TERÁ AQUI NO NOSSO SARRAFO UMA COLUNA GARANTIDA.

 

O Pinga Fogo, é um ser humano inquieto, originário das queimadas amazônicas que agora aportou na terra dos FOGOS SEM PINGOS, numa manhã ensolarada e recebido no cais do porto, pelas falsas gabrielas e um baticum infernal, e com algumas autoridades presentes, para recebê-lo.

E num destes Transatlânticos que aportam no cais do porto internacional, com o risco de encalhar, aparece de frente e cabeça erguida o tal Pinga Fogo. Mas, mesmo assim o desconhecido desceu garbosamente, vestido num paletó vermelho, que lembra o fogo ardente, uma gravata cor de cinza, calça verde nacional e sapatos de couro Jacaré com penas de Ararinha Azul.

Deu seu recado as autoridades, confirmou o que já se sabia pela imprensa do mundo inteiro, principalmente pela francesa sob a liderança do grande jornalista, Me Pega Me Solta, e os jornalistas fofinhos da Globo, liderado pelo SuperBond, que quando cola, é pior que relê de carro velho.

Com isto explicado, dirigiu-se para uma pousada na zona norte, que um dia será uma zona qualquer, pelo descuidado do guardião das chaves, e os ventos que sopram na sua direção.

Vale dizer que, esta pousada em razão da chegada do Pinga Fogo, já foi rebatizada por ” Maré Alta de Fogo Baixo”.

Então, é só aguardar que a qualquer momento o Pinga Fogo, retornará com novidades deste recanto, que com seu patins elétrico está percorrendo cidade e redondeza.

Abraços foguetórios e incendiários.

O PINGA FOGO.

 JOSIAS GOMES , CALCULA ERRADO E TERMINA DANDO TIRO NO PÉ

Deputado Federal Josias Gomes e Senador Jaques Wagner

Numa manobra perigosa, cheia de incertezas o deputado Josias Gomes (PT) articulava a viabilidade uma segunda chapa em afronta a decisão da majoritária do Partido dos Trabalhadores ao lançamento da nova presidência na chapa estadual. Como imaginávamos, a majoritária já havia decidido apoiar, em chapa única o candidato indicado pelo Senador Wagner (PT) .
Jojoba, achando que tinha apoio de mais que a metade do partido tentou uma jogada e fracassou. Essa ruína veio após a saída de um de seus principais aliados, o deputado Rosemberg Pinto (PT) , assim como outras lideranças, como diria Vinicius de Moraes: quase “levados pelos encantos de Ossanha” e devaneios do ex secretário de relações institucionais . Desesperado, busca agora apoio ao “centro espírita” para ressuscitar uma possível aliança com o falecido (politicamente) Geraldo Simões (Pedinha), rival em tempos antigos.

Cabeças vão rolar!!! Ao logo de sua vida pública Jaques conseguiu juntar diversas legendas em alianças fidedignas aos seus ideais e perspectivas de futuro. Desde então o partido na Bahia ganhou um “UPGRADE”. Wagner é nato articulista, tem apoio da maioria. As eleições da presidência partidária do diretório estadual deveria ocorrer de forma pacífica e ordeira. Mas, Josias vislumbrou uma oportunidade de tomada do poder promovendo internamento um “racha”. Diante da situação, o governador Rui Costa começa a dá sinais de total decepção a essa “pseudo” afronta articulada pelo Deputado. Ficou estabelecido, dentro da legenda só haveria a chapa única do companheiro Elder Valadares, fiel escudeiro e assessor pessoal do senador Wagner. Vamos aguardar as cenas dos próximos capítulos dessa novela mexicana. Que promete ser caliente e regada de muito chilli!!!
Por Thiago Viana Borges

POR QUE ESSE INTERESSE PELA AMAZÔNIA?

Luiz Ferreira da Silva

Engenheiro Agrônomo, Pesquisador aposentado da CEPLAC

luizferreira1937@gmail.com

Tenho lido muitas teorias a respeito do “olho grande” dos países desenvolvidos, não só dando palpites, mas com preocupações exageradas sobre o futuro da floresta úmida tropical. E se baseiam em pesquisas de cientistas, apoiados pela Organização das Nações Unidas (ONU), que publica um relatório periódico sintetizando os estudos feitos sobre o aquecimento global em todo o mundo, através do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC).

E sempre colocam esse magnânimo interesse no bem-estar da humanidade, ante os desastres apregoados com o desmatamento, que vai da destruição da camada de ozônio ao aquecimento global, antevendo-se submersão de várias cidades litorâneas e redução da produtividade agrícola.

No entanto, há uma outra corrente de estudiosos que rechaçam aqueles, argumentando não existir comprovação científica.

Por outro lado, os jornalistas brasileiros, aproveitando a onda ecológica, escrevem elucubrações dessa fobia estrangeira pela Amazônia, que inclui desde a exploração do nióbio, além dos fármacos anticancerígenos, sem esquecer da desnacionalização da nossa grande bacia hidrográfica.

Essas reportagens dão um IBOPE danado. Nisso, se aproveitam os Ecologistas que não distinguem um pé de mogno de um pé de alface. São elevados à classe de super. entendidos e arrastam uma multidão em suas palestras sem pé e sem cabeça.

Como eles podem, eu também posso, pelo menos dar uns pitacos, pois conheço razoavelmente bem a Amazônia e, inclusive, desenvolvi estudos na área de solos para fins de uso agrícola. Também, morei 3 anos em Belém. Ademais, já passei dos 80 e, a essa faixa etária, tudo se releva.

Em 1973, quando da crise ocasionada pelo petróleo, na qual os árabes pegaram os europeus de calça curta, houve uma nova ordem mundial.

Então, o que fizeram as potências desenvolvidas? Inteligentemente, investiram em alimentos, com o raciocínio de que o petróleo não se come e os árabes carecem da energia que vem do campo, a que enche o bucho.

A Europa, em pouco tempo, abarrotou-se em “comida”, até com excesso, como foi o caso do leite. E a crise foi contornada.

Tempos depois, o Brasil descobre os Cerrados e se torna celeiro mundial na produção de grãos e carne, exportando produtos e tecnologias, assustando os americanos e europeus. De vez em quando, põem barreiras, “descobrem” bactérias, depreciam as nossas exportações.

E na cabeça deles, ninguém segura o Brasil, já uma potência, e que, mais e mais, terá poder em diversos aspectos no futuro, quando o Mundo haverá que dobrar a sua produção agrícola para alimentar as 3 bilhões de bocas a mais em 2050

E que poder é esse? O poder de matar a fome, o poder da energia humana, o poder de sobrevivência da espécie!

Assim, o alimento se tornará a arma mais importante que os misseis coreanos, que os poções de petróleo da Arábia Saudita, que as indústrias dos Rollis Roce da Inglaterra, pois nada disso se come.

E neste contexto de ficção, a Amazônia passa a ser o trunfo brasileiro, num cenário desfavorável, sobretudo de disponibilidade de terras dos atuais poderosos países, cheios de dólares e euros. Atualmente, mandam em todos nós, países em desenvolvimento; no futuro, não.

E o que fazer para conter esse potencial tupiniquim, há de estar se perguntado o mundo?

O prezado leitor talvez concorde comigo: – “Boicotar a Amazônia”.

(Maceió, 24 de agosto de 2019).

Não convivo com meu filho, quais direitos ainda tenho sobre ele?

Pai feliz e filha adorável 

Você tem filhos, acabou de se separar e acredita que lhe cabe apenas visitar as crianças e nada mais? Bem, as leis relacionadas à família demonstram uma realidade bem diferente, uma vez que a separação dos pais não indica, necessariamente, a extinção do poder familiar, anteriormente chamado de pátrio poder, do genitor que não irá mais conviver com os filhos.

Assim, o pai tem não só o direito como também a obrigação de participar da vida dos filhos de maneira efetiva, a menos em situações que haja uma suspensão desse poder pela Justiça. Dito isso, a principal mudança que ocorre após a separação é a convivência física de um dos genitores com os filhos.

Essa convivência física acaba sendo determinada pelo modelo de guarda acordado entre os pais. Desde a sanção da Lei 11.698/08, a guarda compartilhada passou a ser priorizada quando os pais se separam.

Assim, nesse modelo, ambos os genitores possuem os mesmos direitos e deveres em relação aos filhos. As decisões devem ser tomadas em conjunto e a criança pode passar períodos na casa de cada um dos genitores sem maiores problemas, lembrando que ainda assim ela deve ter uma residência permanente.

Caso não seja possível adotar o modelo de guarda compartilhada, será fixada a guarda unilateral — quando apenas um dos pais, ou uma terceira pessoa, possui a tutela da criança. Normalmente, nesses casos, a mãe é quem detém a guarda. Mesmo assim, o pai tem direito de conviver com o filho, e possui o dever de assegurar que seu relacionamento com a criança não seja afetado pela separação.

Portanto, a não ser que a guarda seja unilateral, é direito do pai decidir sobre a criação e educação dos filhos. Não permitir que isso aconteça pode ser considerado um indício de alienação parental e a parte que fizer isso pode sofrer sanções judiciais, que vão desde uma simples advertência até a suspensão da autoridade parental.

VLV Advogados – Escritório de Advocacia Valença, Lopes e Vasconcelos.

 

Paternidade socioafetiva: Como assegurar tal direito e fortalecer o vínculo existente?

 

A paternidade socioafetiva é estabelecida quando existe uma relação de pai e filho, mesmo sem a existência do fator biológico que determina tal laço.

Normalmente, esse tipo de relação acontece quando o pai biológico não está presente na vida da criança, por algum motivo, no entanto, esta não é uma regra.

Como forma de reconhecer as novas formações familiares e tornar o processo mais rápido, em 2017, o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) publicou um provimento no qual tornou possível a inclusão do nome do pai afetivo na certidão de nascimento da criança diretamente nos cartórios de registro civil.

No entanto, para que esse procedimento seja realizado pela via cartorial, é necessário preencher alguns requisitos, como:

  • O pai a ser reconhecido precisa ter atingido a maioridade civil;

  • É necessário haver concordância dos pais biológicos, caso o filho seja menor de 18 anos;

  • Os pais biológicos precisam estar presentes no dia do reconhecimento;

  • Se o filho for maior de 12 anos, é preciso que ele concorde com o reconhecimento;

  • Precisa existir uma diferença mínima de 16 anos de idade entre o requerente e o filho;

  • É necessária a comprovação, mediante provas testemunhais, do vínculo afetivo.

Além disso, são necessários os seguintes documentos:

  • Documento oficial de identificação com foto do requerente;

  • Certidão de nascimento do requerente;

  • Certidão de nascimento atualizada do filho.

É importante informar que com o reconhecimento da paternidade socioafetiva todos os direitos decorrentes da paternidade biológica serão garantidos ao filho, como direito à herança, visitação e até à pensão alimentícia, em situações de ausência do pai biológico.

Além disso, a paternidade socioafetiva não pode ser desfeita, exceto quando existirem provas de que o reconhecimento foi realizado mediante algum constrangimento, como ameaça ou fraude.

VLV Advogados – Escritório de Advocacia Valença, Lopes e Vasconcelos.

Obs.: Ao postar, pedimos que preserve o link para nosso site, para caso algum leitor que tenha interesse a respeito do assunto nos encontre. https://www.vlvadvogados.com/ .

O PT e sua Crise (Luiz Uaquim)

Luiz Henrique Uaquim 

A crise na Bahia é uma mistura de corrupção, mentira e incompetência.
A lambança que perdura 13 anos na Bahia, é oriunda da implantação da incompetência no ato de governar. Falam que tudo se deve a uma ou outra crise, e ninguém sabe que crise é. É a crise , na verdade da mão boba, que acaba sempre em enriquecimentos inimagináveis.
Governar delirando vem sendo a única coisa que se sabe fazer, com cinismo e insultos a inteligência popular .
Praticam-se populismo e protecionismo inconsequentes , que levaram o país a ter a economia fechada e obsoletista, promovendo uma involução mental com a compra de consciências.
Que Deus tenha pena dessas almas.
Estas são as minhas convicções
Luiz Uaquim

A Bahia precisa separar o joio do trigo!

Luiz Henrique Uaquim – Foto: Google

A Bahia, que hoje já não conta mais com a EBDA, tem a CEPLAc e a ADAB completamente sucateada e vive exclusivamente do passado, está mergulhada numa crise, instalada pela incompetência administrativa, assim, exige habilidade e conhecimentos técnicos, para buscar soluções que possam reduzir os índices de desemprego e gerar renda. A lavoura cacaueira, que já bateu 70% do PIB, gerou mais de 1.200.000 empregos e já produziu mais de 400.000 toneladas do produto chocolateiro, ultrapassando cifras acima de R$ 3.5 bilhões, está abandonada pelo governo da Bahia.
Comunismo não tem nada a ver com Ruralismo. E a Bahia, com mais de 33% da sua população envolvida com o agronegócio, e tendo mais de 24% do seu PIB oriundo deste, vê seu governo desprezar o óbvio, não demonstrando a vontade de enfrentar crises. Crises estas que, em 1936, nos deram o INSTITUTO DE CACAU DA BAHIA, e, em 1957, nos deram a CEPLAC. Com essa última crise, instalada há mais de 12 anos, o que se registra é o abandono, as invasões de terras e a destruição das instituições.
Que nada se espere desse Governo baiano, é sabido, mas, que a região por inteira busque uma reação com as forças que nos restam, isso é imprescindível.
Estas são as minhas convicções
Luiz Uaquim

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