WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia

:: ‘Artigos’

Bolsonaro enxota ratos da Ceagesp

Os líderes estão obrigados a ajudar toda a organização a olhar para si mesma, a refletir e aprender sobre suas decisões.

Adepto do versículo bíblico João 8:32, “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”, o presidente Jair Bolsonaro resolveu abandonar a linha do seu ministro da Economia e do governador de São Paulo, acertada em 2019, e bradou “que nenhum rato vai sucatear para privatizar (a Cia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo – Ceagesp) pros seus amigos”, na visita que fez àquele centro de distribuição no dia 15 de dezembro último.

 

Artigo | Frederico Bussinger 
Por que transferir o CEAGESP dali?

Ao conhecer pessoalmente a pujante central localizada na cidade de São Paulo, o presidente da República deparou-se com muito mais de uma verdade, além da ameaça de ratos humanos ávidos para roê-la. Pode conferir que o lugar da Ceagesp é onde ela está e que são necessários investimentos de forma a incrementar a sua produtividade, em relação ao aumento da demanda. Distinto de transformar tão importante infraestrutura em ativo imobiliário.

Editorial 
Caos político e morte

A partir de hoje, a campanha política de 2022 está oficiosamente no ar. Debater temas fundamentais sobre a infraestrutura, a logística, os transportes e a distribuição da produção, vai possibilitar uma articulação com os problemas da população, na busca das melhores soluções. Como se assiste nos EUA, será a fé no povo que vai dar a vitória nas próximas eleições. Alimento é necessidade primeira.

Editorial 
Plataforma Logística é negligenciada no Brasil

Essa população hoje passa por dificuldades intoleráveis, que não se resolvem mudando uma central de abastecimento consagrada e com excelente logística, para dar espaço a empreendimento imobiliário de luxo. Convenhamos, isto não seria uma solução séria, tanto quanto foi infeliz a ideia da rainha francesa Maria Antonieta sugerir aos pobres famintos que comessem brioche, pão luxuoso.

Leia também
Desestatização do Porto de Santos ameaçada

Dentro da sua missão de informar e gerar opinião na Internet com independência, sobre a movimentação de mercadorias, Portogente vai debater a Ceagesp. Em especial, o abastecimento, mobilidade e logística. E demonstrar que a sua localização atual é a que atende melhor às necessidades da população e do Brasil.

*O Dia a Dia é o editorial do Portogente publicado de segunda a sábado e expressa fielmente a posição coletiva dos responsáveis pela redação do website

Blues e Greens Bonds para redesenvolver o Brasil

O velho pacto que unia o primitivo e o seu habitat foi rompido de forma unilateral pelo homem, logo que este considerou que já era suficientemente forte para seguir apenas as leis elaboradas por ele mesmo. (Jean Dorst)

O excelente trabalho da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) focado no financiamento privado do desenvolvimento sustentável, explora o potencial dos investimentos, onde destacam-se os Blue e Green Bonds – títulos azuis e verdes. Assim, fomenta a sustentabilidade e apoia projetos que mitigam a mudança climática e preservam o ambiente: ar, mar e território.

Crédito da foto: Isto É Dinheiro.

Leia também 
Green bonds têm no Brasil um mercado atraente

Pela multiplicidade de possibilidades de investimentos, esses títulos podem ser tratados institucionalmente por uma infinidade de abordagens. Entretanto, o potencial de ganhos futuros, evitando os perdedores, será o fator que irá definir o investimento temático. Mal comparado, tratar a triagem temática como um processo de gerar commodity. Assim, Investimento Verde é um termo amplo e interessante. Pode produzir, preservar, gerar trabalho e riqueza.

Editorial 
SOS Amazônia

Da mesma forma, são várias as ações e motivações por parte do investidor. E, sem sombra de dúvida, o Brasil se traduz na melhor oportunidade do mundo para esses papéis. Do sol ao fundo do oceano, passando pelo ar, à preservação e exploração das florestas. Por exemplo, o intenso programa de implantação de infraestrutura tem desafios que demandam técnicas sustentáveis e competitivas, financiáveis por esse portfólio da nova economia.

Sociedade Nacional de Agricultura 
Arco Norte é solução para o sistema logístico brasileiro, afirmam especialistas

Indubitavelmente, é na floresta amazônica, através do manejo e extrativismo ainda muito a serem explorados, que os fatores verdes, até agora com pouca importância como ativos alternativos, poderão ser valorizados. Está na hora de nascer uma economia única de frutos, ervas e raízes de uma gastronomia fina e tipicamente brasileira, processada com técnicas e tecnologias sustentáveis. Através de definição e padrões de forma a fazer uso produtivo da amplitude de conhecimento da Universidade.

Artigo | Mayra Castro 
A Amazônia como produto Caviar

Decerto, a Economia Sustentável é uma realidade mundial irreversível. Portanto, impulsionar esse setor no Brasil é prioridade. Visto que a sua potencialidade ambiental para investimentos com Sustainable Bonds (títulos sustentáveis), e a sua competência acadêmica para valorizar esse projeto, com inovação e produtividade, são invejáveis.
Saindo para participar desse empreendimento, em breve, o Webinar Portogente Green Bonds .

Como funcionará o segundo turno de eleições?

O primeiro turno das eleições 2020 ocorreu em 15 de novembro. Nele, foram escolhidos vários prefeitos e vereadores de diversas cidades para atuar nos próximos 4 anos. No entanto, em municípios com mais 200 mil habitantes a lei diz que deverá haver segundo turno quando nenhum dos candidatos conseguir o total de 50%+1 dos votos válidos.

Neste ano, 57 cidades brasileiras terão o segundo turno. Ele ocorrerá em 29 de novembro, último domingo do mês. Assim, apesar dos candidatos que concorrerão em segundo turno poderem fazer campanha, ela deverá terminar no dia anterior às eleições, uma vez que as mesmas regras previstas para o primeiro turno também são previstas para o segundo.

Por isso, é proibida a prática de boca de urna no dia das eleições, sendo que a punição é a prisão de seis a meses a um ano ou a prestação de serviços, além do pagamento de multa. Assim, esta prática é considerada crime de acordo com a Lei das Eleições (Lei 9.504/1997).

Além disso, também constitui crime utilizar alto-falantes, amplificadores de som, promover comício ou carreata, propaganda de partidos políticos ou de candidatos no dia da eleição.

Desse modo, o eleitor que for flagrado praticando qualquer uma dessas atividades terá a mesma punição de quem pratica boca de urna no dia das eleições. Ainda assim, é possível fazer manifestações silenciosas, como utilizar broches, adesivos, carregar bandeiras, etc.

Por fim, lembramos que, caso você não consiga comparecer ao local de votação, é preciso justificar seu voto, em até 60 dias a contar do dia da eleição, ou pagar uma multa. No entanto, caso você não tenha votado no 1º turno, não será impedido de votar no 2º turno.

Também é importante lembrar que, para votar, você deve estar munido do e-título ou do título de eleitor e de um documento oficial com foto e uma caneta, além de estar utilizando uma máscara. Caso você não esteja de máscara, não poderá entrar nos locais de votação.

https://www.vlvadvogados.com/

Alvíssaras

Mas se ter medo da Covid 19 é ser maricas, como disse o Presidente da República, eu sou maricas.  Segundo o dicionário, maricas quer dizer “individuo do sexo masculino que se comporta com modos femininos; efeminado”. Infelizmente, não me resta outra do que assumir. Mesmo que não consiga me imaginar com modos femininos. Acho que eu ficaria ridículo com minha barba branca. Entretanto, a vida apronta coisas que a nossa vã filosofia não alcança.

Maricas ou não, eu não compro  a versão de muitos “pseudo-machões” que tentam nos convencer que o Novo Coronavirus não é tão perigoso assim, já que outras doenças respiratórias e cardíacas matam mais gente do que ele. Isso é um sofisma, papo pra boi dormir. A Covid-19 esta abatendo milhares de vidas adicionais, e não substituindo os óbitos causados pelas “causa mortis” tradicionais, que continuam seguindo as suas trajetórias ceifadoras em paralelo com os estragos provocados pelo novo vírus assassino.

Portanto, maricas do Brasil: uni-vos! Especialmente agora, que o bicho esta voltando a atacar violentamente e caracterizando uma segunda onda quer pode ser pior do que a primeira. Só saiam à rua quando absolutamente necessário, e assim mesmo com todas as medidas preconizadas pelas autoridades, usando máscaras, respeitando o distanciamento social, evitando aglomerações e lavando as mãos com frequência. Nada de muvuca, baile funk, balada ou aglomeração na porta do centro esportivo do Corinthians. Pelo menos por enquanto. Futebol vamos ter que assistir sem a presença das torcidas, o que, segundo Juca Kfouri, é o mesmo que comer bala sem tirar o papel.

E façam como eu: fiquem em casa rezando para que as vacinas cheguem até nós o mais rápido possível, venham de onde vierem. Não importa que seja da China, da Europa, da Rússia, da Índia, dos Estados Unidos, da Lua ou de Platão. Importa que sejam comprovadamente eficazes e acessíveis a todos nós. O povo não está nem aí para a guerra política em torno do processo. Queremos a vacina, seja ela do Doria, do Bolsonaro, do Ratinho ou da Mãe  Joana. Ninguém quer saber se haverá algum vitorioso nesta guerra, que por enquanto só tem um perdedor: o povo.

Confesso que fiquei feliz quando vi na TV 120 mil unidades da Coronavac sendo descarregadas em Guarulhos. Senti que a vacina estava mais perto e que era algo concreto no meio do palavrório inócuo que assola o país.

Eu, que obviamente não entendo nada disso, prestei muita atenção no que o Alexandre Garcia estava dizendo outro dia na CNN, quando manifestou que, para ele, as vacinas que se baseiam em tecnologias mais antigas e conhecidas, semelhantes às vacinas que tomamos há décadas, seriam as mais confiáveis. E que ele as preferiria em comparação com as que alteram o DNA, e outras coisas modernosas e ainda mais avançadas. A Coronavac é uma delas, utiliza uma tecnologia que o Instituto Butantan domina. Achei que fazia sentido o quo o colega, amigo e conterrâneo  estava dizendo e fiquei pensando cá com os meus esperançosos botões: se um dia eu puder escolher, vou nessa. Não sem uma ponta de inveja dos norte-americanos que nem vão esperar pelo Biden e já começarão a ser imunizados com a vacina da Pfizer, que lamentavelmente não é para o nosso bico, já que tem que ser mantida a 70 graus negativos e nós não temos esse tipo de infraestrutura.

Uma pena, já que a Pfizer, criadora do Viagra, tem grande credibilidade entre os mais velhos…

Conheça as mudanças no Código de Trânsito Brasileiro

A lei de trânsito brasileira sofreu algumas alterações nos últimos tempos, após a sanção da Lei 14.071/2020. Por isso, para te ajudar a entender melhor a nova legislação e evitar dores de cabeça, preparamos este artigo, no qual explicaremos, detalhadamente, algumas das mudanças que ocorreram.

Validade da Carteira de Habilitação

A CNH (Carteira Nacional de Habilitação) possuía validade de 5 anos. Além disso, condutores com mais de 65 anos deveriam renová-la a cada 3 anos. Agora, a validade passou a ser de 10 anos para condutores que tenha até 50 anos. Ou seja, a CNH continuará tendo validade de 5 anos para  motoristas com mais de 50 anos.

Já a renovação a cada 3 anos acontecerá apenas para condutores acima de 70 anos.

Suspensão da Carteira

Ao atingir 20 pontos ou mais na CNH, em um período de 12 meses,  a carteira ficava suspensa por um período de 6 a 12 meses. No entanto, a depender se o motorista era reincidente ou da gravidade da infração, o CTB podia estender a suspensão para 24 meses.

Agora, a nova lei prevê uma suspensão gradativa. Assim, a suspensão ocorrerá da seguinte forma:

  • 20 pontos: se o motorista tiver duas infrações gravíssimas em 12 meses;
  • 30 pontos: se o motorista tiver 1 infração gravíssima;
  • 40 pontos: condutores profissionais (motorista de ônibus ou caminhão, de aplicativo, taxista e mototaxista) ou sem infrações gravíssimas.

Farol aceso de dia

Em 2016, era obrigatório andar com os faróis acesos durante o dia. Em 2019, voltou a deixar de ser obrigatório. Agora, é obrigatório andar com o farol aceso durante o dia em rodovias de pista simples fora do perímetro urbano.

Transporte de crianças

A cadeira passou a ser obrigatória para todas as crianças até 10 anos que tenham até 1,45m de altura. Já a idade mínima para transportar crianças em moto subiu de 7 para 10 anos e o desrespeito à lei pode gerar multa e suspensão do direito de dirigir.

Motorista embriagado

Se um motorista embriagado causar um acidente e em decorrência disso haver um homicídio culposo ou lesão corporal grave, ele não poderá ter sua pena substituída por outra mais leve.

Exames

Quem tem CNH de categoria C, D e E deverá realizar exames toxicológicos a cada 2 anos para renovar a carteira.

Cadastro Positivo

Uma novidade é a criação de uma espécie de cadastro positivo, no qual o motorista que não cometer nenhuma infração de trânsito nos últimos 12 meses poderá ter benefícios fiscais e tarifários.

Proteção aos ciclistas

Estacionar em ciclovia ou ciclofaixa se tornou infração grave e incita o pagamento de multa. Além disso, agora é obrigatório reduzir a velocidade para ultrapassar ciclistas, caso contrário, comete infração gravíssima.

Formação de condutores

A partir de agora, os alunos não serão mais obrigados a terem aulas práticas à noite ou esperar 15 dias após a reprovação no exame teórico ou prático para refazer a prova.

 

Por fim, lembramos que as mudanças na lei passam a valer apenas em abril de 2021.

Para saber quais as outras mudanças no código de trânsito brasileiro, basta acessar o site da câmara de deputados, através do link abaixo: https://www.camara.leg.br/internet/agencia/infograficos-html5/principais-mudancas-no-codigo-de-transito/index.html

https://www.vlvadvogados.com/

A TÁUBA DE GRAXA E A ESCADA QUE ROLA. ===>>> 26/10/2012

Enquanto leio esta interessante peça do ciber jornalismo aqui no Sarrafo, rememoro as “escorregadeiras” dos meus tempos de criança. É, porque naqueles tempos ainda não havia chegado ao Brasil os Norte americanos tobogãs, que fizeram frisson entre crianças e adultos!

 

Vejam só como as coisas evoluem no mundo civilizado. Quem ousaria dizer do tobogã sociológica e sintaticamente entronizado de forma tão singular nos costumes, linguagem e prática de imposições aflitivas no mundo das políticas? Não é surpreendente?

 

Não me escapa à memória a primeira viagem aérea e as sensações das perdas de peso causadas pelos vácuos percorridos pela aeronave, o que nos suprimia a gravidade fazendo-nos como se flutuássemos no ar, não fosse, na verdade, uma sensação de imponderável queda quase livre!

 

Essa simbologia linguística muito bem aproveitada pelo Sarrafo para descrever o “bota fora” no Sistema PMI, com vistas à excreção do exército de nomeados que dormiam pendurados no Orçamento e folha de salários do município, nos faz pensar. Isto nos faz navegar com alguma ironia, os medos e incertezas dos defenestrados dos mimos e cuidados maternos da viúva mãe. Fico imaginando ouvir o balido lacrimoso do terneiro esfomeado ante a irreversibilidade e teimosia da vaca nutriz que, peremptória, nega seu saboroso leite. É trágico! :: LEIA MAIS »

Retomada de obras públicas

Engenheiros brasileiros lançam edição de projeto com o tema Recuperação pós-pandemia cuja meta é apresentar saídas para a mais grave crise da história do País. A proposta vai ao encontro da necessidade de medidas emergenciais que gerem emprego e renda rapidamente e tragam melhorias às condições de vida da população e à atividade produtiva.

Segundo o presidente da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), Murilo Pinheiro, além do enfrentamento da doença e da crise sanitária, “vive-se um panorama de altíssimo desemprego, com a taxa de 13,8%, no trimestre de maio a julho de 2020, a maior da série histórica iniciada em 2012, conforme divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com isso, a população desocupada chegou 13,1 milhões de pessoas. Somam-se a esse contingente mais milhões de desalentados e subempregados, desenhando um cenário extremamente preocupante”.

Por isso, afirma enfático o engenheiro, é preciso pensar em ações que garantam desenvolvimento e geração de renda no mais curto prazo possível. “Com esse norte, a sugestão é que o País estabeleça um Programa de Retomada de Obras Públicas. A medida propiciaria, além do papel de aquecer a economia, a recuperação do nível de ocupação no setor da construção civil e em toda a cadeia envolvida”, acredita.

O projeto levanta os milhares de obras interrompidas pelos mais diversos motivos, em importantes projetos de saneamento e habitacionais, mas também de ferrovias, rodovias e hidrovias. “A tarefa de verificar o que é importante que tenha continuidade, reunir as condições para tanto e realizar o necessário certamente é enorme e complexa, mas também inadiável. Isso envolve planejamento, destinação de recursos adequados, acompanhamento e fiscalização”, conclama Murilo.

Lava Jato pela bola sete

 Faveco Corrêa 06/08/2020 às 18:21

As recentes declarações do Procurador Geral da República, Augusto Aras, colocaram a Lava Jato bem na boca da caçapa. A tacada final poderá ser dada pelo Supremo quando julgar o pedido de suspeição de Sergio Moro, feito pela defesa de Lula. Caso os atos de Moro sejam considerados nulos, os processos poderão voltar até mesmo à fase de denúncia, livrando o demiurgo de Garanhuns das condenações, não importando que tenham sido mantidas pela segunda instância, como nos casos do Triplex e do sítio de Atibaia, fazendo com que deixe de ser ficha suja e se torne elegível.

As virulentas palavras de Aras, proferidas para um seleto grupo de colegas do Kakay, notórios críticos da Lava Jato, além de inadequadas (por revelarem um procedimento que estava sendo conduzido sob sigilo nos canais regulamentares do MPF), colocaram farinha no ventilador, como dizem alguns comentaristas de TV traduzindo livremente a popular expressão inglesa “shit on the fan”. A grosseria do PGR não tem nada de farinha, é pura merda, que pode respingar no próprio.

Ele, que já não goza da simpatia de seus pares por ter entrado pela porta dos fundos, terá agora, também, a antipatia da opinião pública.

Não se trata de averiguar eventuais excessos da força-tarefa, pois isso, além de normal, é desejável. E se existirem, devem ser punidos. Mas colocar a boca no trombone da maneira como fez, para um auditório privilegiado de inimigos da Lava Jato, são outros quinhentos.  Aliás, eu não sei por que estes advogados se dizem contra a Lava Jato. Deveriam render homenagens a ela todos os dias e fazer romarias à Curitiba, para agradecer o fabuloso fluxo de grana que lhes proporcionou. E acender velinhas para que nunca acabe. Afinal, políticos e empresários corruptos e cheios de dinheiro é o que não falta, já que roubar em grande escala é esporte nacional. Basta ver o que está acontecendo com o Covidão.  Alguns desses pilantras já são conhecidos, mas a maioria permanece incógnita. Logo, para os criminalistas a messe é grande. Se arrependimento matasse, eu já teria morrido há muito tempo, por ter deixado a Escola de Direito para continuar jornalista e ser publicitário.

Mas os advogados não foram os únicos a ganhar com a Lava Jato. A sociedade como um todo foi a grande beneficiada. Desde que começou, há seis anos, essa Operação nos encheu de alegria. Passamos a acreditar que seria possível por fim à impunidade que sempre protegeu políticos e poderosos em nosso país. Ela nos devolveu o orgulho de sermos brasileiros.

Hoje vemos com tristeza um movimento orquestrado e poderoso para acabar com ela.  Montou-se uma nefasta parceria entre Executivo, Legislativo e Judiciário para silenciar e inibir a força-tarefa. São tantos os golpes desferidos que seria cansativo lembrá-los. O Presidente da República, que se elegeu com a bandeira de combate à corrupção e à velha política, parece ter se unido a esta corrente. Não vetou o tal Juiz de Garantias, nem artigos da Lei de Abuso de Autoridade. Deixou correr solta na Câmara a tramitação do pacote anticrime, projeto de lei apresentado pelo seu próprio governo, até que ficasse totalmente desfigurado e desidratado. Fritou o Ministro Sérgio Moro, símbolo da nossa luta desinfetante e purificadora, e emplacou, sabe-se lá por que, Augusto Aras na chefia da PGR.

O presidente da Câmara, o “Botafogo” da lista da Odebrecht, que não morre de amores pela Lava Jato, declara que apoia a quarentena eleitoral de oito anos (oito!), inventada pelo presidente da Suprema Corte, numa manobra de uma sutileza elefantina para tirar Sergio Moro da jogada e bani-lo do cenário político. Daqui oito anos, ninguém se lembrará mais dele, como aconteceu com o Ministro Joaquim Barbosa.

Quanto ao STF, seu ódio contra a Lava Jato e sua aversão contra Sérgio Moro são fatos públicos e notórios. E cada dia apronta mais uma, como esta última do seu presidente, impedindo as investigações do Ministério Público Eleitoral sobre José Serra e melando a denúncia, sobejamente provada e documentada, que já tinha sido aceita pela Justiça Federal, que o transformava em réu por caixa dois, corrupção e lavagem de dinheiro. Milhões de dinheiros, diga-se de passagem, fruto da generosidade da Odebrecht. Eu não sabia que o “vizinho” era tão chegado ao “amigo do amigo de meu pai”…

Por estas e outras, vejo sombrio o futuro do combate à corrupção no Brasil.

Como não se pode esperar muito das Instituições, nossas alternativas são fazer o máximo de pressão virtual possível e, assim que o corona permitir,  ir às ruas, mais uma vez, exigir, legítima e democraticamente, que a Lava Jato não seja encaçapada e que se acabe, de uma vez por todas, com a bandalheira que assola o Brasil.

Não queremos, de jeito nenhum, que nossos netos vivam num país conhecido como o reino da impunidade e onde o crime compensa.

Não é mesmo?

Faveco Corrêa, jornalista e publicitário, é sócio da Brandmotion,

Consultoria Empresarial, Fusões e Aquisições

O CRISTO – SERÁ QUE ESQUECERAM DE MIM?


Sempre estive aqui.

Dei as boas-vindas a Cabral e sua comitiva na missa celebrada por Frei Henrique de Coimbra em Porto Seguro. Abençoei a todos, e nesses mais de 500 anos estive presente, ajudando a construir a civilização brasileira. Tenho consciência do reconhecimento, inclusive nas manifestações com a minha imagem, a exemplo do Corcovado no Rio de Janeiro, e tantas outras por esse Brasil afora. Em Ilhéus, idêntica manifestação ocorre desde 1942, localizada na avenida Dois de Julho, no Inhão, entrada da barra para a baía do Pontal, que encanta a todos com a sua exuberante beleza,  de onde durante séculos, no período em que a logística era pelos oceanos, mares  e rios, por não existir logística rodoviária, abençoava aos pescadores que saiam e retornavam do oceano em busca da sobrevivência e a todos que chegavam e saiam da cidade nos navios que transitavam, diariamente, transportando mercadorias e passageiros, os quais cumprimentavam, os que estavam no cais e a mim, acenando seus lenços brancos, entre eles os coronéis do cacau, artistas, famosas atrizes, algumas de programa, contratadas pelos coronéis e exportadores de cacau, além dos dançarinos  dos balés franceses que se apresentavam no Bataclan para divertir os coronéis e suas famílias. Foi nessa época que testemunhei naufrágios de navios na baía do Pontal, entre eles o Itacaré, onde morreram várias pessoas, e tempos depois o naufrágio da lancha que fazia a travessia Ilhéus- Pontal. Quando   a logística passou a ser rodoviária, fiquei durante muitas décadas a abençoar somente aos pescadores com suas pequenas embarcações.  Os navios não mais transportavam passageiros e também deixaram de entrar no porto velho por falta de calado, ficou muito tedioso, pouca movimentação. Só não entrei em depressão porque sou CRISTO. Foi durante esse período que quase sofro dois atentados:  primeiro privatizaram a área ao meu entorno para construir um clube, Flamingo Iate Clube, voltado para atender a elite de Ilhéus. Chegou a funcionar imaginem minha estátua, ficou isolada. Muito tempo depois desistiram; o segundo um secretário de turismo propôs fatiar a minha estátua para colocar no morro do Pernambuco, que fica em frente de onde estou., Se isso tivesse ocorrido, hoje  eu ficaria só a abençoar de frente  os que estivessem saindo da cidade pela zona sul, os que estivessem  chegando pelo sul nem iam me ver, teria que abençoa-los pelas costa, coisa que nunca fiz.  Fiquei muito feliz quando houve a iniciativa da construção de uma ponte, em minha frente, pois voltaria a abençoar aos que por ela transitasse, o que está ocorrendo com a abertura da referida ao tráfego em 01.07.2020.  A obra é muito oportuna e essencial, é elogiada pela sua beleza arquitetônica e conforta devido sua multi alternativas de mobilidade.  Não costumo questionar, sempre estou com todos. Olho para o oceano, para baia do Pontal, para o espaço aéreo e para a monumental ponte, e vejo que as suas belezas se completam. Porém quando me volto para as áreas do entorno da ponte, inclusive a que está ao redor da minha estátua, que foi inclusive utilizada como parte do canteiro da obra, vejo que está destoando do conjunto pelo estado de abandono em que se encontram. SERÁ QUE ESQUECERAM DE MIM? Nasci numa manjedoura, local muito simples, mas era muito bonito e limpo. Independentemente do que esteja ocorrendo, continuo a abençoar a todos por terra, mar e ar.

 

Paulo Simões Machado – 16.07.20

Economista e Especialista em Desenvolvimento Urbana e Gestão de Cidades.

Desaforo privilegiado

Eu não sei quem é o autor dessa expressão, mas ela é ótima.

Este tema, surrado e recorrente, voltou ao noticiário graças ao senador Flavio Bolsonaro e suas rachadinhas.

Enquanto isso, o Coronavírus dispara servindo de pretexto para que funcionários, autoridades públicas e seus comparsas  “empresários” roubem à vontade, fazendo compras estapafúrdias sem licitação e controle. Como o Brasil é um país bizarro, tem respirador regado a vinho em Manaus (afinal foram comprados numa distribuidora especializada nessa bebida). Diz o humor negro que tem paciente que não quer ter alta…

Notícias Relacionadas

Tem também teste que não testa, máscaras que só servem de enfeite (a do Corinthians está na moda), álcool em gel falsificado, hospital de campanha que é desativado antes que a pandemia chegue ao pico,  fraude bilionária no auxilio emergencial, cestas básicas superfaturadas e outras tantas modalidades de crime que a nossa vã filosofia não alcança. Estes ladrões são verdadeiros homicidas, para não dizer genocidas. Como não existe pena de morte no Brasil, eles deveriam ser confinados a ambiantes cheios de vírus para que contraíssem a doença e sentissem na própria carne os efeitos da Covid-19. Talvez assim aprendessem a lição.

Voltando à vaca fria, segundo a Folha de S.Paulo existem quase 60.000 brasileiros que se beneficiam do tal foro especial por prerrogativa de função. A Constituição de 1988, que tornou o Brasil praticamente ingovernável, foi dadivosa demais ampliando desmesuradamente a abrangência do execrável instituto. Além do presidente e do vice, estão mamando nesta teta todos os ministros, os comandantes do Exército, da Marinha e da Aeronáutica, todos os governadores, prefeitos, senadores, deputados federais, juízes, membros do MP (federal e estaduais), chefes de missão diplomática permanente, ministros do STF, TST, STM, TSE, da PGR, do TCU, conselheiros dos tribunais de contas estaduais. Esse monte de gente têm julgamento especial quando são alvo de processos penais. Uma afronta ao artigo 5º da Constituição que reza que todos nós somos iguais perante a lei. Ledo engano.

Levantamento do jornal O Globo informa que “o foro privilegiado das autoridades brasileiras não tem paralelo no mundo”. Analisou 20 países e constatou que nos Estados Unidos, por exemplo, nem o homem mais poderoso do mundo, o presidente Donald Trump, tem o benefício. Na Alemanha, a primeira ministra Ângela Merkel tem tratamento comum. Na Inglaterra, só a rainha tem foro privilegiado. Por aqui é este festival em busca de impunidade.

O consultor legislativo da Câmara dos Deputados,  Newton Tavares Filho, pesquisou 16 países e concluiu: “o foro privilegiado das autoridades brasileiras não tem paralelo no mundo”.

Eu me lembro da época em que bicheiros e outros contraventores pagavam caro por votos para se eleger para a Câmara ou Senado, apostando na morosidade da justiça. Hoje está mais barato. Foi democratizado o acesso a esse indecente manto protetor. Graças às constituições estaduais, deputados das assembleias legislativas, vice prefeitos e vereadores também estão nessa. Alguns estados (dá para acreditar?) estendem o benefício para os chefes de polícia e de bombeiros. O negócio é tão surrealista que o vereador Carlos Bolsonaro, que está às voltas com os  crimes de rachadinha e de contratação de funcionários fantasma para seu gabinete, pretendeu o privilegio, que lhe foi negado pelo STF. Logo ele que, junto com seu pai e irmãos, era contra. Eram…

Também veio em boa hora a decisão da Suprema Corte, de conceder o benefício somente para os crimes cometidos no exercício do cargo, o que desafoga um pouco o STF, que tem dificuldade de dar andamento a todas as ações penais que envolvem políticos. Estudo da FGV Direto Rio mostrou que apenas 0,74% dos processos concluídos no Supremo, entre 2011 e 2016, resultaram em condenação.

Deve ter sido para “desafogar” um pouco mais o Tribunal que as ações envolvendo caixa 2 foram remetidas para a Justiça Eleitoral, onde, como se previa, não aconteceu nada. Agora a Lava Jato encontrou uma saída jurídica para denunciar José Serra e evitar as restrições do Supremo. O Ministério Público o acusa de ter recebido propinas milionárias no caso do Roboanel (robo, e não rodo). Será que ele escapa dessa?

A verdade é que a Constituição Cidadã transformou o STF em depósito de ações de todas as espécies. Quase tudo virou matéria constitucional. Enquanto a Suprema Corte dos Estados Unidos (9 ministros) julga cerca de 150 casos por ano, a do Brasil julga milhares. Talvez seja por isso que precise de uma super estrutura: mais de 200 funcionários para cada ministro, ao custo de mais de meio bilhão de reais por ano. São 194 recepcionistas, 85 secretárias, 24 copeiros, 27 garçons, 293 vigilantes, 116 serventes de limpeza, 7 jardineiros, 6 marceneiros, 19 jornalistas, 5 publicitários, 10 carregadores de bens, 19 funcionários de encadernação, 87 veículos, 58 motoristas, mais professor de yoga e de respiração.

É  claro que boa parte da culpa está no foro privilegiado. Um desaforo que, entre outros tantos,  ainda não conseguimos vencer.

Faveco Corrêa, jornalista e publicitário, é sócio da Brandmotion Consultoria Empresarial, Fusões e Aquisições.

Como será a vida do advogado pós covid-19

Direito* Advogado militante há mais de 20 anos, formado pela PUC/SP, pós graduado em Direito Tributário pela PUC/COGEAE. É diretor da RAGAZZI ADVOCACIA, escritório que atua em diversas áreas do Direito, nas esferas consultiva e contenciosa. Parecerista e autor de diversas matérias abordando temas do Direito. Para mais informação, acesse https://ragazzi.adv.br/

Escritórios vazios e salas de teleconferência cheias; horários flexíveis; menos gravatas e mais celulares… começamos definitivamente o futuro!

A pandemia parece ter acelerado, de forma exponencial, algumas tendências que, até pouco tempo atrás, adorávamos mencionar, em conversas de botequim, mas na prática temíamos executar. (aliás, nem sei quando teremos botequins).

O mundo “pós COVID” exigirá dos advogados (em especial dos mais “experientes” como eu) alguns exercícios – reflexões diárias, que envolvem comportamentos, estratégias, ferramentas.

O hábito de acordar muito cedo para ir ao escritório parece cada vez mais em desuso. As equipes agora reunir-se-ão virtualmente – assim como os próprios clientes. Até as audiências (ainda não todas, mas me parece inevitável), estão ocorrendo virtualmente. O escritório agora é “em casa”.

Com todas estas mudanças, vejo surgir um novo tipo de habilidade, que deverá ser seguido pelos profissionais do direito que quiserem “sobreviver” aos novos tempos: a FLEXIBILIDADE!

A partir de agora, será muito comum reuniões fora do horário “convencional” ou “comercial”, aos sábados, aos domingos; entremeados por pausas inesperadas e mais longas numa terça-feira, por exemplo. Já não teremos mais a “fiscalização” sobre nossa conduta (que a partir de agora será substituída pela não menos implacável cobrança sobre nossos resultados).

O profissional moderno – e aqui vai apenas minha humilde opinião pessoal – será aquele que se reinventar, todos os dias, em todas as situações. Será aquele que entregar mais por menos, mais rápido, mais seguro, mais eficiente.

Será aquele que entender que já não há mais fronteiras – e que poderá atuar no Brasil, na Europa ou na Ásia na mesma velocidade (respeitado o fuso horário, claro)!

O profissional do futuro terá menos idas ao escritório e mais idas às ideias de sua equipe, de seus clientes, de seus projetos.

Minha esperança é a de que, como quase toda mudança, esta nos traga boas lições, para sermos ainda melhores!

Entenda Essa Crise Política. É O Poder Mudando De Mão.

Por Stephen Kanitz.

Stephen Charles Kanitz é consultor de empresas e conferencista brasileiro, mestre em Administração de Empresas da Harvard Business School e bacharel em Contabilidade pela Universidade de São Paulo

Essa súbita polarização na política, que deve estar assustando muitos dos meus seguidores, na realidade é simplesmente um fim de ciclo.

O poder reinante nesse pais nos últimos 25 anos está sucumbindo, lutando com todos os seus meios para impedir o inevitável.

Usam jogo sujo sim, mas é por puro desespero.

Quem está perdendo miseravelmente é a indústria, os sindicatos, os partidos desses trabalhadores chão de fábrica, as grandes cidades, os industriais cada vez mais falidos e subsidiados.

Quem está crescendo e ganhando é a Agricultura.

A agricultura por si já representa 25 % do PIB, contra 10% anos atrás.

O agro negócio, que incorpora as indústrias que a fornecem, como mineração de fertilizantes, a indústria de tratores, os bancos, as seguradoras, as transportadoras passa a ser 40% do PIB, tranquilo.

Ter 40% do PIB significa dinheiro, crescimento, poupança, prosperidade.

Significa crescente poder político, que ao contrário que a maioria das pessoas pensam, o setor Agrícola não tinha comensurável a esses 40%.

Foi sempre a agricultura que gerou exportações e superávit no câmbio, foi sempre a indústria que importava máquinas estrangeiras.

A Indústria sempre foi muito mais forte do que a Agricultura, mas agora ela definha, não apresenta lucros, não tem mais poder financeiro.

Isso explica as alianças desesperadas, como a do Paulo Scaf com Partido Socialista, da Globo com o Psol, da Folha com o PT, do Abílio com a Dilma.

Desespero total.

Foi sempre a Indústria que indicava os Ministros da Fazenda, normalmente economistas ligados a Fiesp como Delfim Neto e Dilson Funaro, por exemplo.

Foi esse total descaso pela nossa Agricultura que resultou no enorme êxodo rural, que tanto empobreceu esse país e fortaleceu esses partidos de esquerda.

Nada menos que 45% de nossa população teve que abandonar a agricultura, abandonada que foi pelos Ministros da Fazenda.

Que nem sabem mais o significado de “Fazenda”, apropriado para um país destinado a agricultura, como o Brasil e a Argentina.

Foi Raul Prebish, que convenceu economistas argentinos e brasileiros como Delfim, Celso Furtado, Jose Serra, FHC e toda a Unicamp, a esquecerem nossa agricultura a favor da “industrialização” para o mercado interno.

Por isso investirem fortunas com incentivos, leis Kandir, subsídios via o BNDES em indústrias antigas mas que “substituiriam as nossas importações”, dos mais ricos, num país constituído de pobres.

Somente a partir de 1994 , que passaram a produzir para a Classe C e D, movimento do qual fiz parte.

Foi esse êxodo rural que gerou a pobreza e as favelas nas grandes cidades, e que permitiu a esquerda cuidar dos mais pobres e se elegerem por 24 anos.

Mas não tendo percebido o erro de Prebish, é essa “substituição das importações” que irá gerar nossa estagnação e não inovação, e lentamente destruiu a nossa indústria nascente a partir de 1987.

De 27% do PIB, 45% com seus agregados, a Industria entrou numa espiral descendente para 14,5% hoje.

Em 40 anos passa de 45% do PIB para 14,5%.

Que reviravolta.

Essa atual crise política no fundo é a crise da indústria e das famílias ricas desesperadas, empobrecidas mas ainda com certo poder político.

É a crise dos sindicatos trabalhistas que vivia dessas contribuições sindicais.

Perderam poder econômico e percebem que estão perdendo o político, da qual nunca mais se recuperarão a curto prazo.

Quem acha o contrário que pense nos números.

Isso explica esse desespero da imprensa, dos artistas subsidiados, dos intelectuais das grandes cidades.

Ela é violenta por ser desesperada.

Mas é simplesmente o canto da sereia desse grupo que vivia da indústria e de seus impostos.

Os números que apontei são inquestionáveis e só tendem a crescer.

A Agricultura, justamente por ter sido esquecida pelo Estado, venceu a Presidencia em 15 Estados.

Ronaldo Caiado, representante eterno dos agricultores, vence em Goiás. As grandes cidades foram contra, elegendo Doria e Witzel.

“Bolsonaro é quase unanimidade no setor”, disse Bartolomeu Braz Pereira, presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja).

Mais Brasil Menos Brasília, é o brado mais campo menos cidades em decadência.

Bolsonaro foi eleito não pelos liberais nem pelos conservadores das grandes cidades, que hoje se sentem enganados, e só falam mal dele.

Bolsonaro foi eleito pelo seu apoio aos anseios da Agricultura.

Que com esse sucesso da Agricultura em 2020 só irá crescer.

Com o Covid, haverá uma fuga das cidades para o campo, dos apartamentos para casas, dos escritórios para o Zoom.

E em mais 4 ou 5 anos, a Agricultura terá o poder político que merece, elegerá quem quiser, com ou sem Bolsonaro em 2022.

O poder da esquerda e da indústria vinham ultimamente pelo saque ao Estado, vide o mensalão e o petróleo.

E todos sabemos que no Brasil dinheiro é poder político.

“Follow the money”, como diria Sérgio Moro.

Moro não percebeu que não foi o combate a corrupção que elegeu Bolsonaro.

Foi a Agricultura.

Na cidade Agronômica, Bolsonaro ganhou com 79% dos votos.

Na cidade de Sorriso teve 74% dos votos.

Na cidade Rio Fortuna teve 68% dos votos.

Em Mato Grosso do Sul teve 61% dos votos.

Vejam os mapas da fronteira agrícola e os votos dados ao Bolsonaro em 2018.

Quem elegerá os nossos Presidentes em 2022, 2026, 2039 sera a bancada agrícola, não a bancada industrial quebrada e falida.

Quem mandará nesse pais será o pequeno agricultor, e não a FIESP, os Marinhos, os Gerdaus, os intelectuais e artistas da Globo que viram seus impérios empobrecerem de 1987 para cá e nada fizeram.

Que elegeram o Lula e a Dilma, achando que assim permaneceriam no poder político, manipulando os via corrupção.

A tese que Bolsonaro não foi eleito mas que foi Haddad que foi rejeitado, não se sustenta numericamente.

Haddad tinha 41% de rejeição contra 40% de Bolsonaro. Ou seja a diferença é de somente 1%.

Não são Bolsonaro e seus filhos que são a grande ameaça à esquerda, como a imprensa e o Supremo acham.

É a Agricultura.

E ninguém dará um golpe nela.

Ricardo Salles é que está dando um chega para lá aos ecologistas que querem destruir nossa agricultura, e foi quem ajudou termos esse superávit colossal.

Bolsonaro colocou uma engenheira agrônoma como Ministra Da Agricultura, em vez de um político e advogado como Wagner Rossi, indicado por ambos Lula e Dilma.

Será o constante crescimento do Comunitarismo da pequena cidade daqui para a frente, em detrimento da Esquerda das grandes cidades.

É o crescimento do interior Comunitário e Solidário, do Brasil e menos Brasília.

Um mais Brasil administrável, em detrimento das grandes cidades frias, solitárias, sem compaixão que alimentou os votos da esquerda.

Não é o Liberalismo e a Direita que são a grande ameaça para a esquerda, como a imprensa e o Supremo acham.

É a Agricultura.

Uma batalha que ela já ganhou, mas poucos perceberam.

Abraços

Stephen Kanitz

contador free

nao basta

Webtiva.com // webdesign da Bahia
janeiro 2021
D S T Q Q S S
« dez    
 12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930
31  


WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia