‘Artigos’
DIRETO DO BAHIA NOTÍCIAS.
Domingo, 05 de Fevereiro de 2012 – 11:24
Terror e mortes: é hora de mudar e punir
por Samuel Celestino

Neste final de manhã de domingo chega a Salvador um avião da FAB trazendo homens da Polícia Federal com uma missão específica: cumprir as 12 ordens de prisão contra líderes do movimento grevista que sublevaram grande contingente da Polícia Militar baiana. Os presos deverão ser encaminhados para prisões federais de segurança máxima. Segundo garante o governador Jaques Wagner, não haverá anistia para nenhum deles e, também, para outros que lideraram o terror. Trata-se de uma forma de cortar a cabeça da serpente. Sem estes líderes o movimento tenderá a definhar até chegar à normalidade. É uma medida essencial ao estado democrático de direito, que está ameaçado por movimentos de policiais militares, utilizando armas do poder público. O levante da desordem estabeleceu em Salvador e em cidades interioranas o regime do medo, emasculando a cidadania, além de gerar incalculáveis prejuízos à economia das cidades e do Estado, com saques, invasões e roubos em lojas. E, ainda, propaganda negativa para a maior festa da Bahia, o Carnaval, a essa altura já comprometida. Além dos homicídios e da repercussão internacional do vandalismo, que ocupou espaços consideráveis na mídia brasileira e do exterior, entre os quais o jornal El País, o maior da Espanha, que neste domingo publicou uma deprimente foto de dois jovens negros assassinados e com os corpos estendidos abandonados numa das ruas de Salvador. O Clarín, da Argentina, também abriu espaços na sua primeira página sobre o vandalismo por parte da Polícia Militar e dos criminosos. De resto, as notícias se repetiram em diversos jornais da Europa e dos Estados Unidos. Na entrevista que concedeu, o governador Jaques Wagner acertou ao falar em ameaça ao estado democrático brasileiro, mas errou e assustou quando citou a expressão “banho de sangue” (que não chegou a tanto) para definir os momentos de terror experimentado pelo povo da Bahia. A ele, agora, cabe usar punho de aço no controle da PM, punindo os responsáveis pelos fatos, averiguar como tudo aconteceu e porque não recebeu informações do que se engendrava. Enfim, é hora de esmurrar a mesa, estudar com integrantes responsáveis da corporação as reivindicações apresentadas e estabelecer um ponto final na violência que gerou ampla propaganda negativa do Estado fora daqui. A crise surgiu dentro da corporação, incentivada por lideranças com traços profissionais que não integram o corpo da PM. Os dias de terror e medo servem para, também, decifrar porque o índice de criminalidade na Bahia é ascendente, embora haja esforço para revertê-lo. O problema está no sistema. Ou há uma decisão forte para corrigi-lo ou se entregam os pontos. De resto, o governo deve atuar com decisão e pulso. Juracy Magalhães quando governou a Bahia costumava dizer: “De vez em quando tem que se bater na montaria para a mula saber que o dono está montado em cima.”
CIRCO BRASILEIRO – POR CALIANA MESQUITA.
Greve da PM – A sociedade refém dos próprios direitos.
Clique aqui.
O TIJOLAÇO – LEONEL BRIZOLA NETO.
O imundo macartismo “faxineiro”
Os hospitais que receberam emendas em Campina Grande e, à direita, o de Brejo da Madre de Deus, para onde o líder tucano enviou dinheiro para “patrolar” estradas
Nem bem se anunciou a (possível) nomeação do deputado Aguinaldo Ribeiro (PP) para o Ministério das Cidades, o Estadão já parte para cima do ministeriável.
“Aguinaldo Ribeiro favoreceu no Orçamento de 2012 o curral eleitoral da irmã, a deputada Daniella Ribeiro“, diz o jornal, dizendo que ele apresentou emendas que seriam destinadas a favorecer eleitoralmente a irmã.
Bem, o “curral eleitoral” é nada menos quea cidade de Campina Grande, de “apenas” 600 mil habitantes, só ligeiramente menor que a capital do Estado da Paraíba, João Pessoa. Campina é, inclusive, centro de uma região metropolitana de 23 municípios e a maior do interior do Nordeste.
E o que foi este terrível fisiologismo nepotista?
R$ 450 mil para equipar melhordois hospitais filantrópicos que realizam atendimento público na cidade. O Pedro I, fundado em 1932 pela maçonaria e o Escola, criado em 1965 por uma associação mantida pelo Governo da Holanda, que depois passou a ser administrado por brasileiros e é hoje onde são atendidos os acometidos por câncer na região, porque oferece quimio e radioterapia.
E mais R$ 330 mil para uma Universidade Federal ali localizada. Note, um órgão federal e uma universidade pública.
Ora, pode até se discutir se devem existir emendas parlamentares ao Orçamento, o que é considerado errado, com razão, por muitos. Mas o fato é que elas existem e quase todos os deputados as utilizam, individual ou coletivamente, através das emendas de bancada.
Se o Estadão quer ser coerente, deveria dizer que o líder do PSDB, deputado Bruno Araújo, aprovou uma emenda no valor de R$ 400 mil para beneficiar seu “curral eleitoral” da cidade de Brejo da Madre de Deus, em Pernambuco, para passar a patrol em dez quilômetros de estradas vicinais no pequeno município, de apenas 45 mil habitantes, onde o prefeito (e médico) Edson Souza deixa o Hospital Municipal José Carlos de Santana caindo aos pedaços, sem colchões ou lençóis e imundo, como você pode ver aqui.
Não conheço o deputado Aguinaldo, mas acho que ele fica bem, pelo menos nessa comparação de emendas parlamentares.
O QUE SERÁ QUE ME DÁ?
O prazer mórbido em atacar civisby Roni |
“Você volta e manda sua presidenta falar comigo!” Foi a surpreendente resposta do policial a Paulo Maldos – Secretário Nacional de Articulação Social que ainda foi baleado (bala de borracha) em Pinheirinho. (Pode-se dizer que o próprio Governo Federal foi baleado em Pinheirinho – na pessoa de Paulo Maldos.)
Quem assistiu o filme “A Morte e a Donzela” de Roman Polanski, certamente não esqueceu a cena em que o personagem de Ben Kingsley termina por confessar sua culpa em detalhes. A história se passa num país sul-americano imaginário que reconquistou a democracia depois de anos de ditadura sangrenta. Kingsley faz o papel de um médico que trabalhava para o regime militar examinando o estado de saúde das vítimas durante as sessões de tortura. Sigourney Weaver faz a sobrevivente traumatizada que o reconhece pela voz e pelo cheiro como sendo seu algoz durante o período em que esteve presa. Está convencida de que ele a estuprou várias vezes após as sessões de tortura a que foi submetida, mantendo-a sempre de olhos vendados.
O filme de Polanski foi classificado como ficção, ao menos no Brasil. Mas não há nada fictício ali. A América do Sul foi palco de ditaduras militares por décadas. Milhões de pessoas foram presas e torturadas, milhares mortas ou “desaparecidas”.
Na Alemanha nazista, muitos prisioneiros serviam de cobaias para experimentos sobre os limites da dor, da fome, da sede, da pressão psicológica, dos abusos sexuais e outras formas de degradação humana que nem ousamos imaginar. Na verdade não havia limites para a imaginação dos “pesquisadores” de Hitler. Tudo era permitido fazer com os prisioneiros. Principalmente os que já estavam condenados a morte. Saiba mais
Indústria do boato
Por: Soninha Barreto
A cidade de Ilhéus tornou-se refém do medo exacerbado onde a indústria do boato impera.
Com a paralisação dos policiais militares, Ilhéus passou a ser alvo dos boatos, onde pessoas mal intencionadas sabendo do estado de pânico em que as pessoas vivem, passam a falar de que no centro vai haver um arrastão, de que nos bairros os bandidos estão trocando tiro e por ai vai e o povo corre e se enclausuram com medo.
Assalto em Ilhéus dá-se diariamente com policia e sem policia; tiroteio dá-se com policia e sem policia; ônibus assaltados dá-se todos os dias com policia e sem policia. Esta é a realidade.
O povo tem que reagir ao boato e tocar suas vidas normalmente, sem medo, pois as fatalidades são próprias do dia a dia. Policia nas ruas não quer dizer segurança, o povo é que tem essa sensação, mas a realidade é outra.
Já fui assaltada quatro vezes e digo mais, moro perto do batalhão e mesmo assim ninguém viu ou ouviu minha agonia diante de armas de fogo e retomei minha vida e ando com mais precaução, evito andar em ruas desertas, vou à praia onde tem muita gente, nos ônibus procuro estar atenta.
Se cada cidadão reagisse a estas situações, garanto que a vida seria melhor, agora recolhendo-se de forma covarde, dá ao marginal fôlego e passam a agir com violência e ousadia.
Quando eu vejo o comercio de Ilhéus baixar as portas covardemente, com medo de meia dúzia de trombadinhas aí fico indignada tamanha covardia.
O povo (cidadão) que paga impostos, que trabalha, que vive dentro da Lei não pode aceitar e se acovardar diante de situações emergenciais, tem que reagir e retomar a vida e normalizar o dia a dia, sem medo, pois os assaltos, os roubos, os estupros, os assassinatos acontecem diariamente.
É triste ver uma cidade de 200 mil habitantes recolhida com medo de arrastão. No dia em que o cidadão passar a reagir, com porrete e passar a fazer justiça com as próprias mãos, acaba com essa falta de segurança que instalou no espírito do povo.
Estava aqui na porta de casa e um elemento todo tatuado que mora no cuminho estava traficando abertamente na esquina, sem medo, desafiante, sabedor de que ninguém iria importuná-lo. Assim são os milhares de bocas de drogas espalhadas pela cidade, onde se comercializa abertamente e o cidadão fica calado com medo de denunciar e sofrer represália e pergunto, onde está a polícia que tanto o povo bota fé?
Reage povo. Sai desta letargia. Viver apavorado é pior que a morte.
O ESTOPIM DA CRISE ENTRE ATIL E A SETUR.
A COPA E DELES!
Por: Ariel Figueroa
Belo Monte? Porto Sul? Nada disso o maior vetor de desenvolvimento que o Brasil terá são os eventos esportivos de 2013, 2014 e 2016. Copa das Confederações, Copa do Mundo e Olimpíadas. É nestes eventos que o Brasil aposta sua arrancada rumo ao topo das Nações. As fichas estão todas encima do pano e a roleta está rodando. Ilhéus não quer participar. Ilhéus sempre se acha acima do bem e do mal. Essas coisas mundanas, concorrência, planejamento e alinhamento é para municípios pobres. Nós não precisamos disso.
Ilhéus está fora das recomendações do Ministério do Turismo como município a ser visitado pelos turistas que acompanham as partidas em Salvador. Iniciamos aqui neste mesmo espaço, neste mesmo jornal em abril de 2009 a alertar, a Copa vem aí. Precisamos estar inseridos. Precisamos fazer parte. Vêm investimentos de diversas ordens: qualificação profissional, infraestrutura, mobilidade urbana, planejamento turístico, incentivo a comercialização no Brasil e no exterior. Nada disso interessa. Somos autossuficientes. Ilhéus é um primor de Destino turístico.
Salvador, Porto Seguro, Itacaré, Chapada, Prado, Maraú, Canavieiras dentre outros foram recomendados pelo Ministério de Turismo a receber investimentos para poder receber os turistas nas datas citadas anteriormente. São melhores que Ilhéus? Não! Estão melhores preparados? Alguns sim outros nem tanto. Então porque Ilhéus está fora? Por falta de compromisso.
Não podemos mais ficar a ter prejuízos por incompetências da Setur de Ilhéus. Esta, aliás, já passou da hora de ser contundentes. Quem exerce funções públicas tem que ter produtividade. Tem que ser eficaz e eficiente. Na minha opinião mais até que quem lida na atividade privada. Se o empresário falir, é um problema, entretanto o mercado absorve com o tempo. Quando a atividade pública falir, arrastra todos consigo. O gestor público tem que ser compromissado com os resultados. Sem resultados positivos tem que pedir o boné.
JUVENTUDE POLITIZADA 1 E 2 – POR DANIELE BARRETO.
ÍNDIOS VERDADEIROS E FALSOS ÍNDIOS
Índios são aqueles que ainda têm seus antecedentes tribais, vivem em aldeias, tem costumes indígenas, vivem do extrativismo, caça, pesca artesanatos. E não falsos índios que moram nas cidades, usam celulares, câmaras digitais, tem costumes civilizados. Esses não são índios, são falsos índios. Índios verdadeiros não invadem e destroem propriedades altamente produtivas, não saquei, não roubam, não mata, não sequestra funcionários públicos federais, e não mantém reféns. Não usa armas de grosso calibre privativa das Forças Armadas. Esses não são índios! São bandidos transvestidos de índios e seu lugar é na cadeia.
Estamos vivenciando nos últimos anos, em nosso Estado, sul da Bahia, índios de etnias desconhecidas até mesmo pela própria FUNAI, falso índios tupinambás reivindicando demarcação de terras em Ilhéus, Una e Buerarema. São terras escrituradas, tituladas, registradas em cartórios de imóveis, que pagam impostos ITR, tem empregados fixos, registrados com carteira de trabalho assinada, gerando renda e alimentação do campo, que são vendidos em feiras em supermercados que abastece a região.
Pequenos agricultores muitos nascidos e criados nas propriedades de onde tiram seu sustento e de suas famílias, que ocupam as terras a mais de 80 anos. Estão sendo ameaçados por falsos índios. Esses agricultores vivem sobre extrema tensão, que a qualquer momento suas propriedades podem ser alvos de invasões pelos índios tupinambás e terem suas pequenas economias acumuladas aos longos dos anos de labuta nas terras, serem destruídas e até mesmo serem mortos, e os crimes ficarem impunes. Que os índios que dizem serem remanescentes dos tupinambás são tutelados pela FUNAI, estando acima da Lei e da Ordem.
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COLUNA DE DANIELE BARRETO.
Atenciosamente,
AI – coluna Política à Flor da Pele
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RELEASE
“Não vamos conseguir alcançar nosso projeto. O PT perdeu o conteúdo ideológico”, afirma membro da coordenação de Políticas de Juventude do Governo Jaques Wagner
O jovem petista Gabriel Oliveira, ex-Secretário de Juventude do Partido dos Trabalhadores da Bahia e atual integrante da Coordenação de Políticas de Juventude no Governo do Estado, foi entrevistado pela consultora política Daniele Barreto – da coluna “Política à Flor da Pele”, publicada em cerca de 50 veículos pelo país.
Na entrevista, que tem provocado polêmica em debates nas redes sociais, Gabriel respondeu às perguntas ácidas sobre escândalos, regulamentação da mídia, alianças com partidos da Direita, esvaziamento do conteúdo ideológico, papel das redes sociais, parcialidade da imprensa, privatizações…
Questionado sobre o perigo do abandono das pautas do movimento estudantil por militantes que recebem cargos no governo, adiantou: “não somos atraídos simplesmente pelos cargos, mas pela perspectiva de ocupar um espaço estratégico e aproximar o governo do tema da Juventude”. E profetizou que “com os setores que nós somos aliados, não vamos alcançar o projeto político do PT”.
A entrevista inaugura uma proposta ousada e criativa da colunista. Daniele lança a Série “A JUVENTUDE POLITIZADA”. Serão entrevistados representantes jovens de diversos partidos políticos (PT, PSDB, DEM, PSC, PMDB, PCdoB). “A ideia é gerar um espaço democrático, destinado não só a discutir os temas mais relevantes do cenário político, mas também avaliar a importância da filiação partidária e do engajamento em movimentos sociais e político-partidários.”, afirma. “É uma atividade suprapartidária e inédita”.
Mais informações: http://migre.me/7GGhk
Daniele Barreto – Consultora Política [ Advogada, Pós graduada em Direito do Estado, especialista em Marketing Político e Eleitoral. Analista Política (TV, sites, jornais) e Colunista ]
Leia a entrevista no site http://
Daniele Barreto na Mídia – Clipping: http://migre.me/7GGxl
Para análises políticas (sites, TV, webtv, blogs, portais, jornais) e entrevistas: danielebarreto.imprensa@gmail.
FELICIDADE E COMPETÊNCIA NÃO SE TERCEIRIZA.
A terceirização se revela como uma das alternativas para se obter uma maior produtividade quando o objetivo é produzir mais com menos. Porém, quando o propósito é ser mais feliz ou aumentar a competência, a terceirização parece não ser o melhor caminho. A felicidade e a competência começam dentro de nós e são atributos de nossa inteira responsabilidade.
A altitude que um indivíduo poderá alcançar é diretamente proporcional à sua atitude. A grandeza humana está em assumir e não em “sumir” da responsabilidade por seus erros e fracassos. Grandes realizações estão reservadas para as pessoas de ação; elas não permitem que a ‘paralisia’ das desculpas e do medo as dominem, e se permitem errar e aprender com seus erros com a certeza de que eles não existem, existem apenas resultados.
A construção de todos os nossos recursos mentais e físicos é feita a partir de imagens mentais, diálogos internos, sensações e sentimentos. O sucesso começa em sua atitude. Outras pessoas e as circunstâncias só produzem em nós o que permitimos. Dez por cento de nossas mazelas são produtos do que nos acontece, os noventa por cento restantes são produtos de nossa interpretação dos fatos. A ‘síndrome do coitadinho’ e a autopiedade podem servir muito bem para chamar a atenção de outras pessoas, porém, o seu custo é a perda da autoconfiança, autorrespeito e do respeito dos que nos cercam.
O TIJOLAÇO – BRIZOLA NETO.
A força de Dilma é a força da esperança
Ela teve contra si a natural desorganização de início de governo, uma alota da inflação que seus adversários brandiram como sinal do caos, uma verdadeira chacina ministerial – que despedaçou na mídia sete de seus auxiliares – e uma crise mundial que paralisou as economias centrais.
Ela era inexperiente, ia viver à sombra de Lula, não controlaria o PT, não seria capaz de manter unida sua base de apoio e, resumindo, do ponto de vista político, seria “um poste”.
E aí está Dilma Vana Rousseff com um índice de aprovação, ao final de seu primeiro ano de mandato, superior ao que tiveram todos os demais presidentes da República desde que se restabeleceram as eleições diretas neste país.
E se seus méritos pessoais foram grandes e muitos – e ninguém senta naquela cadeira e faz tudo o que quer e muito menos como quer – ela chega a esta posição não apenas por eles.
A solidez da avaliação positiva de Dilma é, sobretudo, a solidez de uma percepção, que não será facilmente destruída, de que esse país pode e está caminhando para ser o que dele sempre esperou, às vezes secretamente, o povo brasileiro: um grande, livre e justo país.
É certo que José Sarney e Fernando Henrique Cardoso, manipulando o terror da inflação, conseguiram picos de popularidade. Mas eram espertezas, não projetos, guinadas e não rumos. Por isso, desfizeram-se.
Foi no governo Lula que se descortinou a face da esperança para o povo brasileiro.
O QUE SERÁ QUE ME DÁ? – COMO O BBB SAIU DO VERMELHO.
Como o BBB saiu do vermelhoby Roni |
Como alavancar a audiência de um programa que já estava condenado ao fracasso por ter esgotado suas possibilidades? Só nudez, romance e intrigas entre anônimos sarados, não dão mais conta das expectativas do público. Por isso, a produção do BBB passou a regar a “casa mais vigiada do Brasil” com bebidas alcoólicas. É como aquele velho truque machista de embebedar a mocinha para facilitar o assédio sexual. Neste caso, a estratégia foi desinibir os participantes induzindo-os a deixarem de lado princípios morais e partirem para a sacanagem – que é o que interessa. Bonitos, sarados, alcoolizados e obrigados a dividir as camas com os colegas do sexo oposto – tudo isso somado – trouxe à tona mais do que a encomenda: a polêmica do estupro praticamente explícito.
Mas, cá entre nós: não fosse a boataria que se espalhou rapidamente pelas redes sociais, talvez passasse batido. Afinal, sabemos que é preciso ser um completo idiota para assinar o pay-per-view deste programa e passar 24 horas diárias “vigiando os brothers”. E, certamente, quem se dispõe e pagar para fazer isso, não teria a perspicácia de associar movimentos por baixo de um edredom à meia luz, mesmo que só do macho, como sendo violação sexual contra a parceira. Assim como, nenhum de nós, blogueiros ou internautas mais ativos nas redes sociais, perderia seu tempo assistindo essa asneira no canal pago para pincelar contravenções a serem usadas contra a rainha do PiG.
Condenamos o programa por diversos motivos, inclusive sua inconstitucionalidade. E em nossa determinação em reduzir-lhe a penetração (desculpem o trocadilho involuntário… hahaha!), compramos um argumento que, ao menos para mim, pareceu ser, desde o início, um tiro no pé: todo o agito da blogosfera em torno do eventual estupro no BBB 12, certamente não custará a concessão da Globo. Nem mesmo a proibição do programa. Mas criou e alimentou a polêmica e ajudando a alavancar a sua audiência. Ouso dizer até que ajudamos o PiG a vender jornal e a aumentar também a audiência nos canais satélites do programa na TV aberta. Saiba mais
O QUE VOCÊ ACHA MAIS FÁCIL, VENDER OU PRODUZIR?
A maioria dos empreendedores concorda que é mais fácil produzir. Também se observa que as indústrias, em quase sua totalidade, surgem da capacidade produtiva e não comercial de seus fundadores.
Se a empresa não vende o que produz, corre o risco de gerar excesso de produtos nos estoques e conseqüente desequilíbrio entre as receitas e despesas. Portanto, é fundamental a capacitação para vender produtos, serviços, imagem, confiança e credibilidade. Isto porque, para ter a oportunidade de fazer uma entrevista e ter chances para demonstrar e vender, o vendedor primeiramente precisa vender a sua imagem e a imagem da sua empresa.
Numa empresa nada acontece sem as vendas, elas são os motores que impulsionam os negócios. Grande parcela do sucesso das organizações se deve à capacidade dos profissionais de vendas, portanto precisamos desenvolvê-la continuamente.
A Pré-Venda
Nas vendas há espaço para o exercício da arte, da criatividade e principalmente de técnicas. Reconhecidamente, vender é um processo composto por três etapas bastante distintas, identificadas como a pré-venda, a venda propriamente dita, e o pós-venda. Destas, a fase mais negligenciada é a pré-venda. Tão importante quanto saber vender é saber para quem vender. Daí, a importância de escolher visitar as empresas e pessoas certas, ou seja, as pessoas que tomam as decisões de compra.
A Prospecção
Em vendas, a busca pelas empresas e pessoas certas, dá-se o nome de prospecção de mercado. A palavra prospecção tem origem na geologia. Denomina-se, por exemplo, de “prospecção de ouro” a ação de peneirar grande quantidade de areia para encontrar pequenos fragmentos de ouro. Semelhantemente, o vendedor analisa uma grande quantidade de possíveis clientes para concentrar seus esforços nos que apresentam o maior potencial.
Todas as atividades realizadas por um vendedor consomem tempo, e tempo é o seu maior patrimônio. Não é por acaso que a expressão inglesa “time is money”, cujo significado é “tempo é dinheiro”, aparece 224.000.000 vezes no Google.
Se o vendedor buscar clientes de forma aleatória e sem critérios, investirá muito tempo e dinheiro obtendo resultados ineficientes. Já se o vendedor planejar suas prospecções a partir de bancos de dados organizados e focados, certamente seus resultados serão melhores.
Foque os Benefícios
DESABAFO DOS MORADORES DE BRASÍLIA !.
“Por que tudo o que acontece é de Brasília? Você liga na Band é o Datena dizendo “ô de Brasília”, se falam de corrupção “vem de Brasília”, se meteram a mão na grana “foi de Brasília”. Tudo o que de ruim acontece vem de Brasília.Chega! Brasília não é a privada do Brasil.
Somos uma população de 2.606.885 habitantes (segundo o IBGE em 2009). Dos 81 senadores que aqui aportaram, somente 3 são de Brasília. Dos 513 deputados federais, 8 são nossos. Nossos, não, pois, mesmo os que representam Brasília dificilmente são originários daqui.
Portanto, se aqui tem lixo, veio daí, do “seu” estado. O lixo é seu. Você votou nele.
Se já não bastasse termos um dos maiores custos de vida do Brasil devido aos altos salários dos representantes do “seu” estado, ainda temos que agüentar isso. Somos 2.606.885 trabalhadores e estudantes, pais e mães de família. Acordamos cedo, ralamos o dia inteiro e temos que esbarrar todo dia no representante do “seu” estado.
Chega! Exigimos respeito.
Aqui não tem só político. Se você pensa assim, vou começar a achar que no Rio de Janeiro só tem traficante, que na Bahia só tem cantor de axé, que no Amazonas só tem índio, que no Rio Grande do Sul todo mundo é boiola, que na Paraíba o macho é só a mulher, e que no Goiás só tem caipira.
Lembre-se: se o cara é corrupto, ele é espelho do SEU voto, portanto, espelho SEU. Então, pense melhor antes de obrar dentro da urna.
Brasília agradece.”
(by Fábio Venturim)
Novo post em O que será que me dá?
Os valentões donos de São Pauloby Roni |
Janeiro de 2011: o ataque de Alckmin aos estudantes que protestavam contra o aumento abusivo das tarifas de ônibus. Clique na imagem para ver o vídeo
Quando um governador e um prefeito não aprendem nada – mesmo repetindo seus mandatos várias vezes – e apelam para a violência dos limitados mentais a cada situação crítica, acabam contaminando todos os escalões de seu governo com sua inépcia. Por isso o policial que perdeu a cabeça e partiu para agressão ao estudante durante o ataque de Alckmin à USP não é totalmente responsável por seus atos. Tivesse a corporação desse policial o comando de um governador realmente capaz de enfrentar os desafios com a responsabilidade e o bom senso que seu cargo exige, seus subordinados não cometeriam aquele abuso de autoridade (veja o vídeo da agressão aqui).
Nem é o caso aqui de colocarmos todo o PSDB ou DEM na mesma panela de Serra, Alckmin e Kassab. Mafiosos encravados há vários mandatos no comando de São Paulo, estes três possuem identidade diferenciada no leque da direita brasileira. O limite deles é o mesmo de um estuprador, de um agressor de namorada, esposa ou de um zagueiro pé-de-cabra. Frequentemente apelam para truculência contra o povo que reivindica ou protesta, mesmo que pacificamente. Outro dia, em seu meio-mandato rumo à derrota de 2010, lá estava José Serra dando porrada nos professores da rede pública em plena Avenida Paulista. Em seguida, Kassab que mal havia assumido a prefeitura, foi gravado pelas câmeras de TV insultando, aos berros, um cidadão que reclamava do péssimo atendimento da saúde em São Paulo (veja o vídeo aqui). Ainda no início de seu mandato, seus caminhões pipa dirigiam os jatos de água sobre os catadores de lixo reciclável e suas carroças enquanto dormiam durante a lavagem noturna das ruas do centro. Desde aquela época, sua gestão higienista visa escorraçar gente que “destoa” para a periferia. —> Saiba mais
A LEI DO PAI NOSSO.
Eu não diria que o vereador Alzimário Belmonte, amigo Gurita, tenha sido infeliz na sua proposta de instituir nas escolas públicas do município a obrigatoriedade de rezar o Pai Nosso antes das aulas. Gurita apresentou uma proposta que vai ao encontro de suas convicções religiosas, e até aí nada de errado. É possível que o vereador tenha pensado dessa forma: “vou jogar o barro na parede. Se colar, colou.” Certamente não esperava que, por unanimidade, os seus colegas edis votassem a favor do projeto de lei. Gurita é evangélico, e pelo que se tem conhecimento eles oram o Pai Nosso de forma um pouco diferente do catolicismo. Sabe-se que as diversas correntes da religião evangélica, por sua vez, têm diferentes formas de oração do Pai Nosso. Somente esse ponto já seria polêmico. Mesmo na hipótese absurda da cidade ter 100% de sua população praticante do catolicismo ou de adeptos da religião evangélica (os cristãos), a dúvida persistiria, pois não se saberia qual Pai Nosso a ser rezado.
O Projeto de Lei foi aprovado por unanimidade, e aí faço a crítica aos vereadores, especialmente aqueles integrantes da Comissão de Legislação, Justiça e Redação Final, que têm a obrigação de verificar a constitucionalidade das propostas legislativas. Passaram por cima, como se dissessem: “não vou ser contra para não me queimar”. Erraram feio, assim como os demais vereadores. Pior foi a atitude do prefeito, que sancionou uma lei flagrantemente inconstitucional como se não tivesse uma procuradoria jurídica a assessorá-lo. Tenho curiosidade de conhecer o texto do parecer da Procuradoria Jurídica acerca do assunto. Fico a pensar como um bacharel em direito assina um parecer desse quilate, e que argumentos foram utilizados para não aconselhar ao prefeito o veto ao Projeto de Lei.
A Constituição de 1824 estabelecia que a “Religião Católica Apostólica Romana continuará a ser a Religião do Império. Todas as outras Religiões serão permitidas com seu culto domestico, ou particular em casas para isso destinadas…”. A atual Constituição, no entanto, não repete o dispositivo, nem institui religião alguma como sendo a oficial do Estado. E mais, estabeleceu em seu artigo 19, inciso I que “É vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios: I – estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-los, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança, ressalvada, na forma da lei, a colaboração de interesse público.” Esse artigo constitucional define o Estado brasileiro como Laico, que segundo o dicionário Aurélio quer dizer “leigo”. A Constituição da República apesar do disposto em seu artigo 19, inciso I, protege a liberdade de crença, o livre exercício dos cultos religiosos e o faz da seguinte forma: “Art. 5. VI – é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias;” Em resumo, a nossa Carta Magna proíbe o Poder Público de se intrometer em assuntos religiosos e ao mesmo tempo protege a liberdade de expressão de crença.
Já imaginou se algum vereador resolve apresentar um projeto de lei instituindo a leitura da Torá do judaísmo, outro a leitura do Corão do islamismo, ou até algum ritual do candomblé ou incorporação de espíritos da Umbanda antes das aulas? Improvável e absurda as comparações, mas “legalmente” viáveis sob o ponto de vista da Procuradoria Jurídica do município. Newton Lima é católico praticante, mas não perderia ponto algum com os fiéis da Igreja Católica se vetasse a lei. Ao contrário, aos olhos da população haveria a sensação de que o prefeito, mesmo católico fervoroso, colocou a Constituição Federal em primeiro plano, como deve ser.
(*) Isaac Albagli é católico por parte de pai, judeu por parte de mãe, crê em Deus e se comunica com Ele sem intermediários.
DICAS PARA MELHORAR OS RELACIONAMENTOS EM 2012.
De pequenos atos, palavras e ações diárias surgem sentimentos e emoções que formam a base de poderosos vínculos entre os líderes e seus liderados. Por isso, experimente em 2012:
Elogiar
Diga coisas positivas sobre seus colaboradores quando eles não estão presentes. Alguém vai acabar contando a eles e esse gesto tem um grande poder motivador. Do mesmo modo, elogie seus colaboradores quando eles estiverem diante de outras pessoas. Quando você ou a empresa for elogiada por algo que tenha realizado, certifique-se de compartilhar isso com a equipe. Que tal estabelecer para este ano a meta de todos os dias elogiar pelo menos um dos subordinados?
Agradecer
Escreva palavras de afirmação e agradecimento aos colaboradores. Palavras escritas têm a vantagem de poderem ser lidas repetidas vezes.
Ouvir
A POLÍTICA NA HISTÓRIA DA HUMANIDADE
O Pensamento de Karl Marx mudou radicalmente a história política da Humanidade. Inspirada em suas ideias, metade da população do mundo empreendeu a
revolução socialista, na intenção da coletivizar as riquezas e distribuir justiça social.
O Homem nasceu para a ação política. Assim como a política nasceu para ser exercida pelo homem. A personalidade humana é essencialmente política. A política é inata, é inerente a psicologia humana.
É através das ações políticas que o homem conquista seu espaço, que o homem delimita e exerce seus direitos e deveres de fazer política pública. A atividade política exige liberdade, responsabilidade, conhecimentos, honestidade, atitudes críticas diante dos fatos, firmeza de caráter e propósito. Exige solidariedade e acima de tudo, coragem. Coragem para falar, coragem para fazer e coragem para deixar de fazer. Consciência, sabedoria não se vende!
A arte de fazer política tem ética própria e uma lógica que lhe é peculiar. Há que se ter poder ação, centralizado numa força harmoniosa e bem distribuída equilibrada para garantir a sua plena execução poder e viabilidade.
O poder não pode ser tirano, mas sim vigoroso, autêntico, responsável, deve buscar sempre a verdade efetiva dos fatos e das coisas. Read the rest of this entry »










