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:: ‘Amazônia’

Nos EUA, chanceler brasileiro reforça soberania da Amazônia

Publicado em 13/09/2019 – 21:58

Por Agência Brasil  Brasília

O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, se reuniu nesta sexta-feira (13) com o secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo, em Washington, onde ambos reforçaram o fortalecimento das relações diplomáticas e econômicas entre os dois países.

Em declaração à imprensa, o chanceler brasileiro reforçou a soberania da Amazônia e a importância do desenvolvimento da região. Já Mike Pompeo, destacou que sob a liderança do presidente Jair Bolsonaro, o país entra em uma nova era de prosperidade e crescimento econômico.

“Nós queremos, juntos, criar mecanismos para desenvolver a região amazônica, pois estamos convencidos que essa é a única forma de realmente proteger a floresta”, disse Araújo ao citar a criação de empregos e desenvolvimento econômico para a região.

Pompeo, por sua vez, citou as tratativas em curso para a criação de um fundo de US$ 100 milhões para a conservação da biodiversidade da Amazônia: “Neste mês, membros do governo brasileiro e norte-americano vão dar continuidade às negociações que nossos presidentes iniciaram em março, para lançar um fundo de investimentos no valor de US$ 100 milhões para a conservação da biodiversidade da Amazônia.

Venezuela

Mike Pompeu também comentou a crise política e econômica na Venezuela. Ele elogiou o apoio do Brasil ao governo do presidente autoproclamado da Venezuela Juan Guaidó e citou o acolhimento de mais de 180 mil venezuelanos que deixaram seu país. Para o secretário norte-americano, esse acolhimento demonstra o compromisso do governo brasileiro: “Essa generosidade é um testemunho do compromisso do governo brasileiro em manter a segurança e proteger os direitos humanos na região”.

O chanceler brasileiro viajou na terça-feira (10) para os Estados Unidos e volta neste final de semana ao Brasil. 

Saiba mais

Edição: Denise Griesinger

AS ONGs SÃO TÃO BOAZINHAS!

É claro como água mas nem todos entendem.
A demarcação de terras indígenas serviu para que os índios as vendessem para empresas estrangeiras.
A FUNAI, recentemente reestruturada por Bolsonaro, até agora detectou 36 contratos de venda totalizando uma área DO TAMANHO DO ESTADO DA BAHIA.
Sim ! O Brasil perdeu uma área do tamanho do estado da Bahia porque os índios que receberam terras as VENDERAM para empresas estrangeiras. Uma das propriedades foi vendida pelos índios por 120 milhões de Dólares a uma empresa irlandesa.
Agora você entende porque o cacique Raoni foi falar com Macron, presidente da França ?
Agora você entende porque Bolsonaro mandou parar com a farra de demarcações tão defendida pelas esquerdas?
As esquerdas não são boazinhas com os índios. Apenas fazem intermediação imobiliária, vendendo a Amazônia para estrangeiros.
Bom dia !
Já é hora de acordar !

Áureo Alessandri

http://g1.globo.com/natureza/noticia/2012/03/funai-considera-nulas-vendas-de-terra-indigena-para-estrangeiros.html

DILMA ENTREGOU A AMAZÔNIA. E AGORA? DILMA PRECISA EXPLICAR AO BRASIL! ===>>> 19/10/2014

O PIOR dos motivos, que coloca os escândalos do  mensalão e Petrobrás como irrelevantes:  Dilma não retificou a OIT/ONU 169 até 24/07/2014  permitindo que a ONU futuramente divida a Amazônia em 216 Estados independentes do Brasil, podendo o povo residente no local e entorno  ser expulso, e perder sua nacionalidade:  http://mudancaedivergencia.blogspot.com.br/2014/05/o-brasil-corre-o-risco-de-perder-metade.html

O referido Decreto que internacionaliza a nossa Amazônia, foi assinado pelo Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, cujo prazo esgotou-se há poucos meses, e ninguém sabe da definição da  Presidenta Dilma.

Depois de ver a imagem das nossas riquezas que serão entregues de mão beijada à especulação e exploração internacional, clique aqui para ler o Decreto 5051/2004.

mapaROsolo

 

A AMAZÔNIA AINDA É NOSSA? SERÁ?

GOVERNO BRASILEIRO RESGATANDO UMA PARTE DO BRASIL ESQUECIDO!

Minérios Amazonas

Foto Saulo Cruz

Foto Saulo Cruz

 

“TRIPO A” – O que é? Por que Bolsonaro foi contra?

Essa semana nosso presidente eleito recomendou ao futuro ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, a não realização no Brasil da Conferência do Clima da Organização das Nações Unidas (a COP 25), que discutiria as alterações climáticas no mundo e ações para redução do efeito estufa. Fiquei contrariado, a princípio, e me pus a pesquisar sobre o assunto, já que o Ministério das Relações Exteriores, em seguida, divulgou nota onde o governo brasileiro retirou a oferta para sediar a conferência.
Querendo entender os porquês, fui saber que entre a pauta da conferência da ONU, estaria a ideia de criar o Corredor Andes-Amazônia-Atlântico (Triplo A ou AAA), ao qual desconhecia o teor e mesmo que já estaria tomando corpo avançando nos últimos meses.
Busquei literaturas e descobri que Corredor Ecológico ou corredor de Biodiversidade seria uma faixa de vegetação que ligaria grandes fragmentos florestais e unidades de conservação separados pela atividade humana, isso para que nesse espaço ficassem garantidos o deslocamento da fauna entre as áreas isoladas, sua troca genética e a dispersão de sementes, visando, essencialmente, mitigar os efeitos da fragmentação dos ecossistemas e da interrupção do fluxo de espécies entre esses fragmentos naturais, impactados pela atividade humana.(Até ai…. LINDO).
Ocorre que o conceito de Corredor Triplo A foi preparado na Colômbia e, casualmente a ideia foi do ex-presidente colombiano Juan Manuel Santos, em parceria com a Fundação Gaia Amazonas, sediada em Bogotá. Pronto, minha desconfiança patriótica acendeu a luz amarela.
Amarelei minha perspectiva pois sei que, estrategicamente, a Colômbia, possui sete bases militares americanas operantes, e ao ficar sabendo que se trata de um projeto de longo prazo, já me inquietei, pois quem me garante que a ideia e os interesses embutidos não irão evoluindo, até que entidades internacionais atuantes com a ONU, questionem nossa capacidade de proteção e gestão desse território, eleito como patrimônio mundial?
Aliemos a isso que, estranhamente, é costume internacional, delimitarem-se corredores com largura máxima de 1 km, mas nesse acordo, em particular, varia entre 50km e 500km. Isso é realmente suspeito!
Também estranho me pareceu que geograficamente, com esse Triplo A, uma pequena parcela da Amazônia Venezuelana seria coberta, também outra metade da Amazônia colombiana estaria contemplada, entretanto, do lado brasileiro, o corredor cobriria toda a calha norte do rio Amazonas, com 62 Unidades de Conservação e 81 reservas indígenas.
Assim sendo, o acordo seria oficializado em 62% por território brasileiro, 34% por território colombiano e 4% por território venezuelano, contudo, apesar das grandes diferenças de espaço, para minha estupefação, a “gestão do corredor” seria tripartite. Aí, companheiros é que mora o perigo! Nosso Brasil, o mais afetado, teria o mesmo poder de voto e decisão que os dois outros territorialmente minoritários pois qualquer votação poderia ser decidida por maioria simples de 2×1, o que facilitaria intervenção estrangeira na nossa Amazônia.
Aliemos a isso o fato desse projeto envolver o questionável conceito de “autogestão dos povos indígenas”, uma perspectiva de autodeterminação dos índios, a meu ver, muito interessante a países estrangeiros, o que poderia daqui a algum tempo, leva-los a eleger qualquer outro país para lhes dar suporte e é aí que reside a maldade do discurso, pois esse fato contraria frontalmente cláusula pétrea da Constituição que é a “indivisibilidade do Brasil”.
Guardo comigo receios de que essas premissas internacionais, ditas exclusivamente ambientais, possam esconder interesses estrangeiros bem mais nebulosos, que podem tomar ares de uma verdadeira ocupação.
Se olharmos de fora, com nacionalismo e um pouco de senso crítico, isso seria a semente de uma ocupação da Amazônia, visando isolá-la do resto do Brasil e fornecendo ferramentas para diversas ONGs internacionais, atuarem sem fiscalização do governo federal, com pleno acesso a enormes reservas de água, minérios e biodiversidade. Em resumo, teríamos toda essa riqueza “gerida” por povos indígenas, facilmente manipuláveis enganados por outros países.
Segundo nosso General Villas Boas, o “Corredor Triplo A” é uma questão de soberania, e sua missão como Comandante do Exército, preocupado com interesses nacionais, é indicar os riscos dessa proposta para o país. Precisamos discutir profundamente com a sociedade. A NOSSA SOCIEDADE!
Portanto, depois de buscar entender os processos, eu dou completa e total razão ao nosso presidente Eleito!
(Auceri Becker Martins – Cel QOPM)

GENERAL VILLAS BÔAS: “PAÍS TRATA A AMAZÔNIA COMO COLÔNIA”. ===>>>19-11-2013<<<===

BLOG DO AMBIENTALISMO

Posted: 19 Nov 2013 09:18 AM PST

O Brasil trata a Amazônia como uma colônia, sem integrá-la ao País e desconhecendo a sua realidade e os seus enormes potenciais. Para o general-de-divisão Eduardo Villas Bôas, titular do Comando Militar da Amazônia (CMA), esta é uma das principais causas da desorientação que prevalece no restante do País em relação à região.

Em entrevista à Folha de S. Paulo de 19 de outubro, Villas Bôas, que ocupa o posto desde 2011, fez críticas à política indigenista do governo federal e à atuação das ONGs ambientalistas e indigenistas na região, embora tenha evitado se contrapor à orientação oficial. A seguir, apresentamos as principais considerações do oficial:

FSP – Brasília sabe o que acontece na Amazônia?

EVB – Na parte da defesa até sabe. O que ocorre é que, em pleno século XXI, o país não completou sua expansão interna. Temos metade do nosso território a ser ocupado, integrado à dinâmica da sociedade. A Amazônia, como não está integrada ao país, não há conhecimento no sul da sua realidade, seu potencial. É como se fosse uma colônia do Brasil. Ela não é analisada, interpretada, estudada e compreendida numa visão centrada da própria Amazônia. Isso nos coloca numa posição periférica.

FSP – Quais são as principais necessidades da população local?

EVB – As reais necessidades da população da Amazônia chegam ao centro-sul de maneira distorcida. Com isso, monta-se uma base de conhecimento desfocada, com soluções não apropriadas. A população, principalmente no interior, não tem necessidades básicas atingidas. Em grande parte, não há nenhuma presença do governo do Estado. Em algumas áreas as Forças Armadas são essa única presença.

FSP – O material humano e financeiro atual do comando militar é suficiente para monitorá-la? :: LEIA MAIS »

PROJETO ELDORADO – Calha Norte

por Maynard Marques de Santa Rosa – General-do-Exército

1. O contencioso amazônico

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A magia do ambiente amazônico é um estímulo ao sonho. O eldorado era o paraíso dos aventureiros ibéricos, que ansiavam pela cidade dourada perdida na floresta. Tornado pesadelo na vida real, o mito permaneceu como arquétipo no inconsciente coletivo, com a força latente do destino a desafiar o futuro.

Em depoimento perante a CPI da FUNAI no Mato Grosso do Sul, o jornalista Lorenzo Carrasco afirmou que o território amazônico possui recursos naturais equivalentes a duas Áfricas, mas grande parte dessa riqueza jaz em áreas que o país, voluntariamente, interditou à exploração econômica. Por isso, a questão ética: É justo sacrificar a geração atual para atender a demandas externas? Revelou, também, que o Brasil é o único país latino-americano que possui reservas indígenas.

Djalma Batista rotulou a Amazônia de “esfinge” tropical, devido aos enigmas ambientais da Hileia que ainda não encontraram resposta da ciência. Esse desconhecimento gera o dilema: explorar, com o risco de desequilibrar os ecossistemas, ou preservar, com risco crescente à soberania nacional?

O renomado professor paraense Armando Mendes alertou que: “O maior problema político da Amazônia é o seu vazio populacional”. Sem população, não existe atividade econômica, e, sem ela, não há presença do Estado. O território torna-se um imenso latifúndio improdutivo.

O povoamento da Calha Sul do Amazonas ocorreu durante o ciclo da borracha, atraído pela seringueira nativa “hevea brasiliensis”, uma espécie de alta produtividade. A Calha Norte, onde predomina a “hevea benthamiana”, uma espécie menos produtiva, permaneceu deserta. Formou-se um grande vazio entre os estados de Roraima e Amapá, com alto potencial de risco geopolítico.

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ESCASSEZ DE CHOCOLATE ESTIMULA RESSURGIMENTO DO CACAU NA AMAZÔNIA.

Bloomberg

Bloomberg
Matt Craze© Foto: Matthew Mead/AP

 Com o aumento dos preços do chocolate, um ex-banqueiro do Credit Suisse Group AG quer ajudar a reativar o cultivo de cacau na bacia amazônica, onde acredita-se que os grãos se originaram há cerca de 15.000 anos.

Com o aumento dos preços do chocolate, um ex-banqueiro do Credit Suisse Group AG quer ajudar a reativar o cultivo de cacau na bacia amazônica, onde acredita-se que os grãos se originaram há cerca de 15.000 anos.

Sua campanha, localizada no Peru, é parte de uma iniciativa latino-americana para conquistar um controle maior do setor que atualmente é dominado por produtores da África Ocidental, responsáveis por 70 por cento do mercado. A iniciativa surge em um momento em que a seca, as doenças e os controles governamentais de preços reduziram a capacidade dos produtores africanos de atender a demanda, o que elevou os preços em 7,4 por cento em 2014.

Surge então a América Latina, onde cientistas acreditam que o cacau se originou. Em dado momento, o doce era considerado pelos Astecas como a bebida dos deuses e acabou sendo levado à Europa pelos colonizadores espanhóis. Agora, o ex-banqueiro Dennis Melka está participando da iniciativa do Brasil, do Equador e da Colômbia para que o produto volte às suas raízes.

“O mercado está crescendo mais rapidamente do que a capacidade da África para atendê-lo”, disse Melka, CEO e fundador da United Cacao Ltd., com sede nas Ilhas Cayman. “É uma excelente oportunidade para fornecer e mudar a indústria confeiteira”.

Melka, que saiu do Credit Suisse em 2005, era diretor da cobertura do banco para mercados emergentes, com foco no Sudeste Asiático. Ele fundou a Asian Plantations Ltd., que produz azeite de dendê na Malásia, e posteriormente passou a cultivar dendezeiros e outras espécies tropicais na América do Sul, onde as terras não são tão caras.

Em novembro, ele vendeu a Asian Plantations em um acordo cotado em 188 milhões de libras (US$ 286 milhões), de acordo com dados compilados pela Bloomberg. No mês seguinte, a United Cacao arrecadou US$ 10 milhões em sua abertura de capital, em Londres, e as ações subiram 35 por cento desde então.

Cultivo sensível

O cacau é um cultivo sensível e só pode ser realizado a cerca de 10 graus da linha do equador. Por ter terras em condições ideais e disponíveis imediatamente na selva sul-americana, Melka afirma que a região amazônica está despontando como um fornecedor primordial para os produtores de chocolate.

Os preços do cacau vêm aumentando desde 2011 e agora estão em cerca de US$ 2.900 por tonelada.

“Estamos correndo para plantar porque este preço é incrível”, disse Melka. “O Vale do Silício do setor cacaueiro não fica na Ásia nem na África, fica no cinturão amazônico equatoriano e peruano”.

Confeitarias

Melka pretende pegar uma fatia do mercado da África Ocidental, onde o cacau é cultivado principalmente por pequenos produtores e vendido a Cargill Inc., pela Barry Callebaut AG, da Suíça, e pela Olam International Ltd., que são processadores de grande porte.

À medida que a demanda global aumenta, conduzida em parte pela mudança das preferências do consumidor na Ásia, a Organização Internacional do Cacau projeta uma escassez de 100.000 toneladas no atual ano de cultivo. A fabricante de doces Mars Inc. prevê que em 2020 a escassez será de 1 milhão de toneladas.

A M. Libânio Agrícola SA, produtora e processadora brasileira de cacau desde 1920, pretende triplicar a produção em nove fazendas com 627.000 hectares na Bahia, disse Eimar Sampaio Rosa, diretor acionista da empresa.

Vassoura-de-bruxa :: LEIA MAIS »

Amazônia tem o maior “oceano subterrâneo” de água doce do mundo

Aquífero Alter do Chão.

Aquífero Alter do Chão.

A Amazônia possui uma reserva de água subterrânea com volume calculado em mais de 160 trilhões de metros cúbicos, (mil litros por metro cúbico) estimou Francisco de Assis Matos de Abreu, professor da Universidade Federal do Pará (UFPA).

O anúncio foi feito durante a 66ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que terminou no dia 27 de julho 2014, no campus da Universidade Federal do Acre (UFAC), em Rio Branco, segundo reportagem de Elton Alisson da Agência Ibero-americana para a Difusão da Ciência e da Tecnologia DICYT.

O volume é 3,5 vezes maior do que o do Aquífero Guarani, que abrange os territórios do Uruguai, da Argentina, do Paraguai e principalmente do Brasil, com 1,2 milhão de quilômetros quadrados de extensão. “A reserva subterrânea representa mais de 80% do total da água da Amazônia”, disse Abreu.

Esse “oceano subterrâneo”, contudo, é muito pouco conhecido. De acordo com Abreu, as pesquisas sobre o Aquífero Amazônia foram iniciadas há apenas 10 anos, quando ele e outros pesquisadores da UFPA e da Universidade Federal do Ceará (UFC) realizaram um estudo sobre o Aquífero Alter do Chão, no distrito de Santarém (PA).

Veja sobre Alter do Chão: Aquífero descoberto no Norte seria o maior do mundo. Os Catastrofistas silenciam.

Os dados iniciais apontaram um depósito de água doce subterrânea de 86,4 trilhões de metros cúbicos.

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