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:: ‘Alerta’

GRANDES MARÉS NO LITORAL NORTE DE ILHÉUS.

Vai começar o período das grandes marés.

Muito cuidado nessa hora. 

MONILÍASE DO CACAUEIRO

Publicado em 12/08/2020 16h21 Atualizado em 16/08/2021 17h06

A monilíase, causada pelo fungo Moniliophthora roreri, é uma das mais sérias doenças do cacaueiro, infectando os frutos em qualquer fase de desenvolvimento e, em condições favoráveis, pode causar perdas de até 100% da produção. A partir do século passado na Colômbia, a sua dispersão vem ocorrendo com maior intensidade, passando ao Equador (1917), Venezuela (1941), Panamá (1949), Costa Rica (1978), Nicarágua (1980), Peru (1988), Honduras (1997), Guatemala (2002) e Belize (2004). Mais recentemente a doença atingiu o México (2005) e Bolívia (2012) e hoje se encontra em todos os países produtores de cacau da América Latina, exceto o Brasil. Com o aumento do trânsito de pessoas na fronteira amazônica, inclusive com a construção de rodovias ligando esta região aos países onde a doença ocorre a exemplo do Peru, o risco de introdução dessa enfermidade aumentou bastante, colocando o Brasil em alerta.

Nas regiões onde a monilíase se instalou, a sua ação tornou-se mais destrutiva do que a causada pela vassoura-de-bruxa (Moniliophthora perniciosa), doença que provocou uma catástrofe na Região Cacaueira do Sul da Bahia, eliminando mais de 250 mil empregos diretos e reduzindo a produção de cacau a 25%.

O potencial de inoculo por fruto é elevado. Um fruto doente pode produzir cerca de sete bilhões de esporos na superfície da lesão necrosada. A característica pulverulenta dos esporos do fungo, facilita a dispersão natural pelo vento, ou por meio de respingos de chuva das lesões esporulantes para outras plantas, podendo alcançar 1 km de distância.

A dispersão a grandes distâncias entre regiões e/ou países ocorre por intervenção humana principalmente pelo transporte de frutos infectados. Os esporos podem sobreviver até 9 meses em qualquer material: ferramentas, sapatos, roupas, equipamentos, veículos e contêineres, artigos regulamentados, como sacarias e embalagens de acondicionamento de produtos vegetais que porventura foram infestados com esporos provenientes de países onde a doença ocorre.

A Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (CEPLAC/SDI/MAPA) e a Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (EBDA) elaboraram uma Cartilha sobre a Monilíase do Cacaueiro e, pela primeira vez, um Protocolo de Biossegurança para esta praga quarentenária ausente que ameaça a cacauicultura brasileira. Esse já é um desdobramento do trabalho de priorização da CEPLAC e ADAB no sentido de enfatizar as medidas necessárias à prevenção da moniliase. A definição dos critérios para estabelecimento do Protocolo de Biossegurança e da Cartilha é fruto de várias reuniões técnicas ocorridas nos últimos anos.

Cartilha traz ilustrações que esclarece sobre a doença e as diversas ações para sua prevenção; um livro didático dedicado principalmente ao agricultor. O Protocolo de Biossegurança é um conjunto de procedimentos, ações, capazes de eliminar ou minimizar riscos de entrada da praga. Recomendamos que este seja utilizado principalmente pelo viajante, ao turismo rural, e outros setores da cadeia produtiva do cacau.

É imprescindível a todos, o conhecimento e a compreensão do perigo que esta praga representa, e as ações para sua prevenção contribuindo para as boas práticas de biossegurança.

 (Manfred Willy Müller – Coordenador-Geral de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da CEPLAC)

Notas Técnicas

CONSTATAÇÃO DA MONILÍASE DO CACAUEIRO NO ACRE

Manuais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS DO PLANO DE CONTINGÊNCIA PARA MONILIOPHTHORA RORERI

Cartilhas

Português • Espanhol • Inglês

Protocolos de Biossegurança

Português • Espanhol • Inglês

Ceplac testa clones de cacaueiro em países vizinhos para resistência à Monilíase

Português

PRAIAS, MARÉS E TAMBÉM ESGOTO.

Pelas fotos de Zé Nazal, cedidas por Paulo  Campos (Paulete), surfista e navegador, podemos observar as novas bancadas de areia que vão formar novas praias, é onde correm as ondas.

Podemos observar também o esgoto no entorno do acesso a nova ponte.

Em setembro e outubro vamos ter marés de 2.4, causando os danos anuais e recorrentes aos bairros de São Miguel e São Domingos.

EM ILHÉUS A CONCORRÊNCIA DE EMPRESAS DE INTERNET ESTÁ ACIRRADA===>>> 14/05/2021!

A concorrência é bastante salutar, ainda mais no ramo de prestação de serviços.

Quase uma dezena de empresas estão na cidade se propondo a fornecer o sinal de internet.

É bom o internauta/consumidor ficar atento aos preços, qualidade do atendimento e principalmente as velocidades oferecidas.

O IMÓVEL NÃO É CADASTRADO COMO PATRIMÔNIO HISTÓRICO, PODE SER DEMOLIDO!

Informações fidedignas chegadas ao blog, dão conta que o referido imóvel não é patrimônio histórico.

Portanto pode ser demolido pelos novos proprietários.

No entanto se o imóvel cair e matar pessoas ou prejuízos a terceiros, a Prefeitura deve ser responsabilizada. Pois está fazendo ‘cheiro mole’!

 

Epidemia de efeitos adversos graves após vacinação coloca o mundo em alerta – Máscaras caem – a imprensa se cala

https://dunapress.org/2021/06/17/epidemia-de-efeitos-adversos-graves-apos-vacinacao-coloca-o-mundo-em-alerta-mascaras-caem-a-imprensa-se-cala/

OS PREFEITOS ESTÃO COM AS BARBAS DE MOLHO.

Depois das prisões efetuadas em Eunápolis e Porto Seguro, os Prefeitos baianos colocaram as barbas de molho.

E a Polícia Federal continua trabalhando…

 

DECISÃO DO MINISTRO FACHIN SOBRE DEMARCAÇÃO DE TERRAS INDÍGENAS

E SE CAIR? ===>>> 17/09/2020

Praça J.J. Seabra.

Prejuízos e mortes de houverem, de quem vai ser a responsabilidade?

 

Sistema Nacional de Meteorologia (SNM) emite Alerta de Emergência Hídrica

por INPE
Publicado: Mai 27, 2021

São José dos Campos-SP, 27 de maio de 2021

 

Estudos realizados pelo SNM, de acompanhamento Meteorológico para o Setor Elétrico Brasileiro, alertam que as perspectivas climáticas para 2021/2022, indicam que a maior parte da região central do país, a partir de maio até final de setembro, entra em seu período com menor volume de chuvas (estação seca).

Confira aqui a nota conjunta.

CONSELHOS DOS HOSPITAIS DE ISOLAMENTO PARA FAZER EM CASA.

Pix: cobrança exige cuidados para não cair em golpes

Fraudadores podem elaborar códigos QR falsos

Publicado em 29/05/2021 – 12:56 Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Pix é o pagamento instantâneo brasileiro. O meio de pagamento criado pelo Banco Central (BC) em que os recursos são transferidos entre contas em poucos segundos, a qualquer hora ou dia. É prático, rápido e seguro.

A comodidade de pagar compras com a câmera do celular pode dar dor de cabeça se o consumidor não tiver atenção. Em funcionamento há pouco mais de duas semanas, o Pix Cobrança, que permite o pagamento imediato a empresas e prestadores de serviços por meio do código QR (versão avançada do código de barras), exige cuidado para evitar golpes.

Segundo a empresa de segurança digital Certisign, fraudadores podem usar a nova tecnologia para elaborar códigos QR falsos. Dessa forma, o usuário que escanear o código QR com a câmera do celular pode ser levado a páginas falsas e induzido a fazer o pagamento à pessoa errada. Como o Pix Cobrança pretende substituir os boletos, um código QR fraudado representa uma versão mais sofisticada de um falso boleto bancário.

Consultor técnico da Certisign, Marcio D’Avilla lista uma série de dicas para garantir a segurança das transações. Embora o usuário não possa identificar um código QR falso apenas olhando para a imagem, existem uma série de elementos que permitem evitar golpes.

A dica principal consiste em observar as informações da transação. Depois de seguir as instruções da maquininha do estabelecimento e do aplicativo do banco, o consumidor aponta a câmera do celular para o código QR que deseja escanear.

Após a leitura automática, o próprio aplicativo da instituição financeira informa o nome do destinatário, alguns dígitos do CPF ou do CNPJ e o valor do pagamento. Muitos golpes podem ser evitados apenas verificando os dados. Caso os dados não correspondam ao estabelecimento, basta não concluir a transação.

Páginas falsas

Em segundo lugar, o usuário nunca deve escanear um código QR enviado por desconhecidos, seja por e-mail ou por mensagem instantânea. Muitas vezes, falsos avisos de cobrança ou mensagens para regularizar os débitos atraem a atenção de desavisados. O mesmo ocorre com o preenchimento de falsos cadastros, destinados a roubar dados na internet.

Nesse caso, o cuidado é semelhante ao do usuário que clica em links falsos. O código QR apenas tornou a tentativa de golpe um pouco mais sofisticada. O usuário deve observar o endereço eletrônico da página para a qual está sendo direcionado. Se a URL tiver erros de digitação ou estiver encurtada, as chances de golpe aumentam.

Também é necessário conferir se a página está protegida por um certificado SSL (certificado de segurança) emitido para o mesmo endereço onde você está. Para isso, basta verificar se o navegador tem um cadeado e clicar nele. Mesmo assim, todo cuidado é pouco porque até as páginas falsas passaram a ter SSL.

No fim, o bom senso e a desconfiança continuam os principais antídotos para evitar aborrecimentos. O usuário deve estar certo de que está lidando com uma empresa ou prestador de serviço idôneo, tanto ao observar se a página de internet é verdadeira e segura como ao verificar as informações do destinatário do Pix no aplicativo do banco.

Edição: Aécio Amado

contador free
nao basta

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