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:: ‘Agricultura’

Vice-ministro chinês é eleito novo diretor-geral da FAO

Qu Dongyu vai substituir o brasileiro José Graziano

Publicado em 23/06/2019 – 11:02

Por Alex Rodrigues – Repórter da Agência Brasil  Brasília

O vice-ministro de Agricultura e Assuntos Rurais da China, Qu Dongyu, foi eleito hoje (23) o novo diretor-geral da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). Dongyu recebeu 108 dos 191 votos e venceu, já no primeiro turno, os candidatos da França, Catherine Geslain-Lanéelle, e da Geórgia, David Kirvalidze.

Nascido em 1963, Dongyu vai substituir o brasileiro José Graziano que, desde 2012, comandava a organização por dois mandatos sucessivos. Defensor de maior alinhamento das políticas da FAO com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030, o chinês contou com o apoio de países como Brasil, Argentina e Uruguai. Ele será o nono diretor-geral desde que a organização foi fundada. Seu mandato terá início em 1º de agosto de 2019, com previsão de término em 31 de julho de 2023.

Brasil

Na última sexta-feira (21), após se reunir com Dongyu em Roma, onde acontece a 41ª conferência da FAO, a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Brasil, Tereza Cristina, se comprometeu a trabalhar para convencer os representantes de outros países a votarem no então candidato chinês.

“Só se ganha uma eleição quando se conta o último voto. Vamos trabalhar juntos”, disse a ministra na ocasião. Para o Brasil, contou a favor de Dongyu sua defesa do uso de tecnologia para fortalecer a agricultura e a promessa de, se eleito, garantir maior apoio da FAO aos estados membros. O chinês prometeu ainda criar programas específicos para mulheres e jovens agricultores.

A FAO

Criada em 1945, a FAO atua como uma organização intergovernamental na qual os 194 países-membros, mais a Comunidade Europeia como bloco único, discutem e estabelecem normas internacionais, negociando acordos e promovendo iniciativas estratégicas de modernização das atividades agrícolas, florestais e pesqueiras com o objetivo de erradicar a fome no mundo e garantir a segurança alimentar.

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Edição: Paula Laboissière

“Defesa agropecuária baiana passa por momento delicado”, alerta deputado estadual Eduardo Salles

Comissão de Agricultura da ALBA

Durante a reunião da Comissão de Agricultura da Assembleia Legislativa da Bahia, nesta terça-feira (4), o deputado estadual Sandro Régis (DEM) demonstrou preocupação sobre a incidência de doenças infectocontagiosas na Bahia. Agrônomo, o deputado estadual e líder da bancada do PP, Eduardo Salles concordou que a situação da defesa agropecuária no estado passa por momento delicado.

“O colega Sandro Régis trouxe um assunto que precisa ter um olhar especial, independente de bandeira partidária, para trabalharmos de forma integrada em ações no combate e prevenção de qualquer doença”, pontuou o parlamentar.

Após as questões serem colocadas, junto com a presidente da Comissão, a deputada estadual Jusmari Oliveira, e os deputados Zé Coca e Zó, foi definido, por unanimidade, reunião com a diretoria da ADAB para ouvir o posicionamento do órgão e saber quais ações estão sendo tomadas no combate e prevenção das doenças infectocontagiosas.

Na última semana, oito jumentos foram sacrificados em Canudos, no sertão da Bahia, após serem contaminados com mormo, doença infecto-contagiosa dos equídeos, que também pode atingir humanos, causada pela bactéria Burkholderia mallei. Segundo a ADAB, a Bahia não registrava casos de mormo desde 2013.

O deputado estadual Tiago Correia (PSDB), destacou a gravidade da situação e a dificuldade que a Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (ADAB) se encontra atualmente. “A Bahia possuía uma das melhores agências de defesa estadual e vem perdendo status chegando hoje à penúltima colocação a nível nacional. Precisamos ter um olhar especial e tomarmos atitudes urgentes”, destacou.

Em abril deste ano, a Agência de Defesa Agropecuária do Piauí (Adapi), por meio do Gease (Grupo Especial de Atenção às Enfermidades Emergenciais ou Exóticas) , confirmou o segundo caso de peste suína clássica no Piauí. Em alerta, a Agência de Defesa Agropecuária de Pernambuco (Adagro) afirmou intensificar a fiscalização nas propriedades com suínos em Afrânio, no sertão de Pernambuco. A cidade pernambucana faz divisa com o estado do Piauí e possui 768 propriedades com suínos. Em Pernambuco, são mais de 730 mil suínos cadastrados.

Na Bahia, a ADAB informou, em nota no mês de abril, que está atenta aos riscos sanitários provenientes de outros estados e que atua com ações preventivas contra a Peste Suína Clássica. Segundo o órgão, a Bahia faz parte da área livre e nunca houve a identificação dessa doença no território baiano. A ADAB reforçou a fiscalização nos postos fixos nas divisas do Piauí, Pernambuco e Alagoas.

A Peste Suína Clássica é uma doença viral que acomete suínos doméstico e javalis, altamente contagiosa e é transmitido pelo contato direto com animais doentes; por pessoas, utensílios, veículos, roupas, instrumentos e agulhas com o vírus; por restos de alimentos mal conservados ou por transmissão da mãe para o filhote, ainda na placenta. A PSC não oferece riscos à saúde humana, mas traz perdas econômicas para o suinocultor.

Para Eduardo Salles, a reunião com a diretoria da ADAB será fundamental para que os parlamentares entendam a gravidade da situação e as ações de combate. “Precisamos tomar medidas e trabalharmos em conjunto com as diretorias técnicas na busca da prevenção de doenças, na garantia e permanência dos empregos e na potencialização da economia do setor”, finaliza Eduardo Salles.

 

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Superintendência Federal da Agricultura da Bahia tem novo dirigente

Paulo Emílio Torres – Foto Assessoria

 

A Superintendência Federal da Agricultura da Bahia (SFA-Ba) empossou na noite de ontem (20), no auditório da Federação da Agricultura e Pecuária – Bahia (Faeb), seu novo dirigente, Paulo Emílio Torres. Conduzido ao cargo em função de sua reconhecida capacidade técnica e perfil profissional, Torres tem ampla experiência em defesa agropecuária em 25 anos de profissão. É Médico Veterinário, graduado pela Universidade Federal da Bahia (Ufba-1994), Mestre em Ciências Agrárias (2003) pela mesma instituição e Fiscal Estadual Agropecuário da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab). Atualmente, preside a Sociedade Brasileira de Defesa Agropecuária e é membro do Conselho Regional de Medicina Veterinária da Bahia.

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AUDIÊNCIA PÚBLICA QUE VAI DEBATER FIM DO SUBSÍDIO NA CONTA DE ENERGIA DE IRRIGANTES VAI ACONTECER DIA 26 NA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA

Deputado Estadual Eduardo Salles

Durante a sessão desta terça-feira (12), os deputados que compõem a Comissão de Agricultura aprovaram dia 26 de março como a data em que será realizada a audiência pública proposta pelo deputado estadual Eduardo Salles para debater o decreto, assinado em dezembro pelo ex-presidente Michel Temer, que determina o fim do subsídio na conta de energia dos agricultores irrigantes. O evento vai acontecer na Assembleia Legislativa. Ex-secretário estadual de Agricultura, Eduardo Salles é um duro crítico do Decreto. “Prejudica muito a agricultura brasileira, penalizando o setor que mais gera emprego e alavanca o PIB e só pode ter sido feita por quem não conhece o setor, de quem fica sentado atrás de uma cadeira sem a menor noção do que está fazendo”, disparou o parlamentar.

Eduardo Salles explicou que o objetivo da audiência pública é chamar os agricultores irrigantes para debater com representantes do setor elétrico e expor o quanto o Decreto pode prejudicar a economia baiana. 

“A ideia é trazer o maior número possível de membros do setor produtivo para marcar posição contra esta medida”, esclareceu o deputado.

ENTENDA O DECRETO
Sancionado pelo ex-presidente Michel Temer, o decreto determinou a redução dos descontos para produtores rurais em 20% ao ano, até chegar a zero em um prazo de cinco anos. Antes, o subsídio permitia que os agricultores irrigantes obtivessem desconto de 10% a 30% nas tarifas de energia elétrica.

Para Eduardo Salles, a medida é ineficiente, já que, com base em estudo encomendado pela Agência Reuters, a TR Soluções e a Consultoria Safira Energia, o parlamentar cita que a retirada do subsídio para os agricultores irrigantes vai gerar redução abaixo de 1% nas contas de energia dos consumidores de baixa tensão.

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Audiência pública proposta por Eduardo Salles vai debater Decreto que prejudica agricultores irrigantes

Deputado Estadual Eduardo Salles


Membro da Comissão de Agricultura da Assembleia Legislativa, o deputado estadual Eduardo Salles conseguiu aprovar, na última terça-feira (19), durante a primeira reunião do colegiado, a realização de audiência pública para debater o fim do subsídio na energia elétrica para produtores rurais irrigantes. A data do evento ainda será definida.

O parlamentar é engenheiro agrônomo com mestrado em irrigação e foi secretário estadual de Agricultura e critica o Decreto assinado no final de 2018 pelo ex-presidente da República, Michel Temer.

“Não podemos aceitar que o lobby do setor elétrico cause prejuízos incalculáveis à agropecuária, um dos poucos setores da economia nacional que tem gerado emprego e divisas ao país neste período de crise”, reclamou Eduardo Salles.

O subsídio permitia que os agricultores irrigantes tivessem desconto entre 10% e 30% nas contas de energia elétrica. Conforme o Decreto assinado por Michel Temer, o subsídio será reduzido 20% anualmente, até ser extinto em cinco anos.

O Decreto vai onerar as contas de energia elétrica de empresas de água e esgoto, agricultores irrigantes, cooperativas rurais e clientes rurais.

Em visita no último sábado (16) à Usina Japungu, na Paraíba, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, também fez coro contra o fim do subsídio. “Tanto os pequenos quanto os grandes produtores reclamaram dos custos da energia. O Decreto vai contra tudo o que estamos discutindo com o setor produtivo”, disse.

O deputado estadual reclama que cortar o subsídio de energia elétrica aos agricultores irrigantes vai onerar os custos da produção agropecuária.

“É claro que o agricultor gastará mais para produzir e isso vai ter um resultado direto no preço dos produtos e o consumidor pagará mais caro”, compara o parlamentar.

Eduardo Salles cita ainda que, em estudo encomendado pela Agência Reuters, a TR Soluções e a Consultoria Safira Energia preveem que a retirada do subsídio para os agricultores irrigantes vai gerar redução abaixo de 1% nas contas de energia dos consumidores de baixa tensão.

“Ou seja, o corte dos subsídios causa um prejuízo enorme ao setor produtivo e não gera redução significativa ao consumidor comum, que ainda vai ter que pagar mais caro no mercado pelos produtos agropecuários”, acrescenta Eduardo Salles.

“Queremos nesta audiência pública chamar os agricultores irrigantes da Bahia e convocar o setor elétrico para debater, apresentar a realidade baiana e mostrar o quanto esse Decreto pode penalizar a economia baiana. Acredito que chamar a atenção é fundamental para que possamos ser ouvidos e conseguirmos reverter o fim do subsídio”, concluiu Eduardo Salles.

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Proibição de bancos públicos renegociarem dívidas dos produtores aprovadas em Lei é classificada como ‘absurda’ por Eduardo Salles

  • Deputado Estadual Eduardo Salles – Presidente da Comissão de Agricultura da ALBA.

O clima de revolta tomou conta dos deputados estaduais que compõem a Comissão de Agricultura da Assembleia Legislativa da Bahia na sessão desta terça-feira (15). O presidente do colegiado, Eduardo Salles, era um dos mais indignados com a decisão presidencial de proibir os bancos públicos de renegociarem as dívidas dos produtores rurais, mesmo após a aprovação, no Congresso Nacional, da Lei 13.606.

“Confesso que nunca vi um presidente da República determinar aos seus subordinados para descumprir a lei. É uma decisão absurda em todos os aspectos”, reclamou Eduardo Salles. A alegação de Michel Temer para a proibição é que os descontos de 95% na renegociação das dívidas impostos pela lei devem vir do Tesouro Nacional, mas não teria previsão de recursos no orçamento.

Contra esse argumento, Eduardo Salles cita que orçamento pode ser remanejado, assim como foi feito recentemente pelo governo federal para quitar uma dívida com a Venezuela.

“Estamos falando da vida de milhares de agricultores da Bahia e do Nordeste, que precisam renegociar suas dívidas, causadas por anos de estiagem, para podermos retomar a força da agropecuária, um dos setores que mais gera emprego neste país. Não podemos asfixiar os agricultores, mesmo tendo uma lei que permite a renegociação”, disse o presidente da Comissão de Agricultura.

Os parlamentares decidiram entrar com ação no Ministério Público exigindo que o presidente cumpra o que determina a Lei 13.606 e vão encaminhar ofício aos ministérios do Planejamento e da Fazenda, deputados federais e senadores para sensibilizar da necessidade de cumprimento da lei.

“Essa luta parecia ter terminado em abril, quando o Congresso Nacional derrubou, de forma quase unânime, os vetos presidenciais à Lei 13.606. Mas parece que ainda temos outras batalhas. Vamos até o fim para garantir que a agropecuária baiana e nordestina possa ter acesso aos seus direitos”, garantiu Eduardo Salles.

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‘Derrubada ao veto presidencial da Lei 13.606 é fundamental para agropecuária baiana’, classifica Eduardo Salles

Congresso Nacional

Durante toda a terça-feira (3) o deputado estadual Eduardo Salles, presidente da Comissão de Agricultura da Assembleia Legislativa da Bahia, participou de audiências com o presidente da República, Michel Temer, o ministro da Casa Civil, Carlos Marun, senadores, deputados federais e entidades do setor agropecuário para debater a derrubada dos vetos presidenciais à Lei 13.606, que trata da renegociação das dívidas dos produtores rurais.

O trabalho foi recompensado no início da noite, quando o Congresso Nacional derrubou o veto presidencial. “Acho que hoje é um dia histórico para a agropecuária baiana e nordestina”, comemorou Eduardo Salles.

Com a derrubada dos vetos, entre muitas conquistas, o deputado baiano lista que, a partir de agora, os produtores, que antes só podiam renegociar dívidas provenientes de fontes de recursos dos fundos constitucionais, agora pode ter o benefício oriundo de qualquer fonte.

Eduardo Salles cita também como “fundamental” que a partir de agora os bancos serão obrigados a renegociar as dívidas contratadas após 2011 e até 2016, porque o texto não estará mais ancorado em uma Resolução do Banco Central que facultava às instituições financeiras a renegociação. Com a derrubada dos vetos à Lei 13.606, as instituições ficam obrigadas a renegociar, desde que os produtores estejam enquadrados nos critérios da Lei.

Outro ponto celebrado por Eduardo Salles, é que os produtores terão até o final de dezembro de 2018 para aderirem à renegociação das dívidas.

“A manutenção do texto da Lei 13.606 é fundamental para a redenção da agropecuária nordestina, que sofre há anos com a seca. A estiagem inviabilizou que os produtores pudessem quitar seus débitos e não é justo que um setor fundamental à economia nacional não tenha um olhar do governo”, disse o parlamentar.

“O texto da Lei 13.606, da forma que foi mantido, inseriu uma série de produtores que não estavam beneficiados na Lei 13.340”, acrescentou Eduardo Salles.

“Essa é uma vitória da união dos agricultores brasileiros e entidades como CNA, por meio de seus sindicatos, associações de produtores e tantos outros guerreiros”, lembrou Salles.

“Essa Lei é a melhor de renegociação das dívidas dos produtores rurais da história do Brasil”, diz Nelson Fraga, assessor do Senado e da CNA.

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PLANO SAFRA e INVASÃO DE PROPRIEDADES

Luiz Henrique Uaquim – Foto: Google

Que a política ideológica pelas invasões de terras contribuiu para quebrar o nosso país, não restam dúvidas. Assim, quadrilhas organizadas, com objetivos políticos definidos, promovem a bagunça que melhor lhes convém, levando ao caos, o setor que tem honrado os resultados da nossa balança comercial: o Agronegócio.
Planejar e oferecer aos produtores agrícolas, meios de gerar emprego e renda, contribuindo para o crescimento do país, deve ter mais do que um PLANO SAFRA, mais do que linhas de crédito; é preciso outrossim, que o governo garanta a quem trabalha e produz, a segurança da sua propriedade, bem como o escoamento e a liberdade de venda dos seus produtos.
Logo, as invasões de terras por grupos organizados, infestados de vagabundos e oportunistas, têm nome e apadrinhamentos, o que representa um acinte a toda cadeia produtiva, e ao Estado democrático de direito, à luz do qual se norteia a nossa sociedade.
Essa ideologia da invasão deve ser banida, para que o Estado volte a crescer, e o agronegócio possa ser um dos pilares a sustentar essa recuperação. A manutenção da ordem e da segurança do Estado não pode caber ao produtor, desarmado e indefeso, mas, ao próprio Estado.
Por conseguinte, ficam comprometidos pela insegurança, os caros recursos investidos no Plano Safra. Caros a todo o povo brasileiro.
Acreditamos que o MAPA, junto ao Ministério da Justiça, devam buscar, de imediato, soluções que assegurem aos produtores, a garantia de produzirem, evitando, assim, que sejam desapossados, como se nulos fossem seus títulos de propriedade. As invasões ameaçam a governabilidade e afrontam aqueles que pagam impostos, trabalham e produzem.
Luiz Henrique Uaquim
Diretor da UDP – união em defesa da propriedade

Comissão de Agricultura da ALBA propõe criação de companhia de polícia para combate ao roubo de gado

 

COMISSÃO DE AGRICULTURA

 

A Comissão de Agricultura da Assembleia Legislativa da Bahia discutiu, nesta terça-feira (19), os problemas relacionados ao roubo de gado, insumos agrícolas e da produção dos agropecuaristas baianos. Na ocasião, foi aprovado, por unanimidade, a proposta de criação de uma Companhia Especial de Proteção do Patrimônio Agropecuário. Além desta iniciativa, os parlamentares aprovaram a solicitação de uma reunião com o secretário de Segurança Pública, Maurício Barbosa, com a presença do coronel da Polícia Militar, Anselmo Brandão e do delegado-geral da Polícia Civil, Bernadino Brito Filho, para que sejam discutidas ações com a finalidade de reduzir a ação dos criminosos.

O presidente da Comissão de Agricultura, Eduardo Salles, ressaltou que, durante evento em Feira de Santana, nesta segunda-feira (18), foi procurado por produtores de Terra Nova e São Sebastião do Passé que relataram o aumento no roubo de gado na região. Outro ponto sinalizado por estes produtores, é que a polícia afirma não dispor de equipamentos necessários para reprimir os crimes, como por exemplo, a falta de veículos com tração.

“Iremos encaminhar ofício ao secretário Maurício Barbosa para que os deputados apresentem a proposta de criação da companhia especializada e ouvir deles quais são as alternativas para resolver estes problemas que estão prejudicando e amedrontando os produtores”, explica Salles.

Também foi citado pelos parlamentares presentes, que a insegurança é generalizada e os criminosos roubam utensílios, dinheiro e a produção estocada. “Os produtores têm receio de deixar grandes quantidades de cacau estocado porque podem ser alvos da ação de assaltantes. É motivo de muita preocupação”, complementa Fábio Souto, vice-presidente da Comissão.

A proposta é que a companhia atue em todas as regiões e, quando houver aumento de crimes em determinados locais, a equipe seja deslocada e possa coibir a prática criminosa. “Nós já conseguimos realizar algo similar com a Operação Safra na região Oeste, realizada anualmente e que, hoje, conta com helicóptero do governo do estado e tem sido fundamental para combate ao crime organizado. O resultado tem sido muito positivo e evitado o roubo de insumos agrícolas no oeste baiano” esclarece o parlamentar.

Estavam presentes na sessão da Comissão de Agricultura, os deputados Gika Lopes, Neusa Cadore, Fábio Souto e Antônio Henrique Júnior.

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POR UNANIMIDADE, JOÃO MARTINS É ELEITO PRESIDENTE DA CNA

Pela primeira vez na história, 27 Federações votaram unidas para eleger um presidente da entidade

João Martins da Silva Junior

Brasília (19/09/2017) – Com o apoio das 27 Federações do país, João Martins da Silva Junior foi eleito nesta terça (19) para presidir a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) para os próximos quatro anos. Pela primeira vez na história, uma chapa recebeu os votos de todas as Federações que integram o Sistema.

Em sua primeira manifestação após a eleição, João Martins agradeceu emocionado o apoio do Conselho de Representantes pela votação unânime, pediu um setor cada vez mais unido na defesa do produtor rural e falou dos desafios que a nova Diretoria terá pela frente.

“Esse resultado mostra que a nossa classe está unida na defesa dos interesses da agropecuária brasileira. Mostra também como é grande a responsabilidade da nova Diretoria. O momento difícil que estamos vivendo no sindicalismo nos dará mais garra para contornar os problemas e encontrar as soluções”.

O presidente eleito da CNA disse que um dos desafios da Diretoria eleita será incentivar a contribuição sindical voluntária. “Nossa atividade precisa, como nunca, de uma CNA forte, organizada, preparada para os novos tempos. O nosso Sistema precisa ser renovado, transformado. Precisa ser vanguarda na prestação de serviços ao produtor, que sentirá a necessidade de fazer parte dele”.

João Martins falou sobre a importância da representação classista para o desenvolvimento do agro. “Eu convoco os integrantes do Sistema CNA para que participem daquilo que sempre defendi nesta casa: uma Diretoria maior, colegiada, na qual cada um assuma sua cota de trabalho e responsabilidade. Devemos fazer desta casa a grande trincheira de defesa do produtor rural brasileiro”.

Na chapa única liderada por João Martins também foram eleitos os seis Vice-Presidentes que irão compor a Diretoria da CNA e seis integrantes do Conselho Fiscal, três titulares e três suplentes.

O processo eletivo realizado na sede da Confederação foi conduzido por uma Comissão Eleitoral comandada pelo presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas, e composta também pelo vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Laércio José de Oliveira, e pelo presidente da Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados (ABRAFRUTAS), Luiz Roberto Maldonado Barcelos.

FAEB – No comando da CNA desde 2015, João Martins tem uma trajetória profissional de mais de 50 anos ligada à atividade pecuária e às entidades classistas. Atualmente preside também a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado da Bahia (FAEB) e é acionista e presidente da Agropecuária João Martins S/A.

Diretoria da CNA

A composição da Diretoria e do Conselho Fiscal da CNA para o período 2017/2021 ficou da seguinte forma:

Diretoria

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