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:: 23/dez/2021 . 14:25

Sebrae confia na força das micro e pequenas empresas para 2022

EMPREENDA

Presidente nacional do Sebrae, Carlos Melles, está confiante na economia

Carlos Melles, presidente nacional do Sebrae – Foto: reprodução do youtube da Rádio Bandeirantes.

O presidente nacional do Sebrae, Carlos Melles, revelou-se confiante, nesta quinta-feira (23), em relação à economia brasileira no ano de 2022, pela força dos micro e pequenos empreendedores.

Segundo Melles, a força dos empreendedores, que representam 99% da economia, vai garantir o crescimento de que o Brasil necessita. “Afinal, os micro e pequenas empresas representam 30% do PIB brasileiro”.

Ele citou números impactantes, durante sua entrevista ao Jornal Gente, da Rádio Bandeirantes, nesta quinta. Afirmou, por exemplo, que o segmento representa 50% dos empregos formais e 40% dos que se encontram na informalidade.

O presidente destacou o cinquentenário da instituição, em 2022, e disse que o Sebrae deu um passo em direção ao futuro com o lançamento oficial do projeto 50 + 50, que comemora o cinquentenário da instituição, em 2022.

Para os próximos 12 meses, o Sebrae preparou uma série de ações e atividades que fazem parte de um calendário institucional especial.

Com o tema “Criar o futuro é fazer história”, o projeto 50 + 50 prevê uma programação que inclui a contribuição de todas as unidades regionais do Sebrae e a participação de todos os colaboradores.

O Projeto Sebrae 50+50 reúne ações e eventos em todo o Brasil para a celebração do cinquentenário da instituição em 2022, criada em 5 de julho de 1972.

Entre os objetivos está o aumento da relevância dos pequenos negócios no país e contribuir para a geração de trabalho, emprego e renda.

Caged: Brasil gera 324,1 mil empregos formais em novembro

Acumulado do ano chega a 2,9 milhões de novas vagas

Publicado em 23/12/2021 – 11:14 Por Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Carteira de trabalho digital. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Brasil gerou 324.112 postos de trabalho em novembro deste ano, resultado de 1.772.766 admissões e de 1.448.654 desligamentos de empregos com carteira assinada. No acumulado de 2021, o saldo positivo é de 2.992.898 novos trabalhadores no mercado formal. Os dados são do Ministério do Trabalho e Previdência, que divulgou hoje (23) as Estatísticas Mensais do Emprego Formal, o Novo Caged.

O estoque de empregos formais no país, que é a quantidade total de vínculos celetistas ativos, chegou a 41.551.993, em novembro, o que representa um aumento de 0,79% em relação ao mês anterior.

De acordo com o ministro do Trabalho e Previdência, Onyx Lorenzoni, é o terceiro melhor mês do ano na geração de empregos formais, atrás de fevereiro, que teve 389.679 vagas criadas, e agosto, com 375.284 novos postos de trabalho.

“Isso é fruto de grande esforço da sociedade e do governo do presidente Jair Bolsonaro, que manteve uma disciplina fiscal importante, que manteve um processo de simplificação, desburocratização, digitalização do governo, revisão de normas regulamentadoras, de simplificação e condensação da legislação trabalhista infralegal. Tudo isso com objeto de simplificar, facilitar e permitir que as empresas brasileiras, os empregadores brasileiros, pudessem a cada dia ter mais tranquilidade para trabalhar e ter a condição de fazer seu negócio prosperar”, disse durante coletiva virtual.

Dados por setor

No mês passado, o saldo de empregos foi positivo em quatro dos cinco grupamentos de atividades econômicas: serviços, com a criação de 180.960 postos, distribuídos principalmente nas atividades de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas; comércio, saldo positivo de 139.287 postos; construção, mais 12.485 postos de trabalho gerados; e indústria geral, que criou 8.177 novos empregos, concentrados na indústria da transformação.

Dentro do setor de serviços, o ministro Onyx também destacou a criação de vagas no grupo alojamento e alimentação, com 36.416 novos postos, o que mostra, segundo ele, a ampliação do turismo interno brasileiro. “É a importância que temos no setor de turismo e serviços para incremento da empregabilidade no Brasil”, disse.

Ele lembrou ainda que o setor de comércio tem participação significativa na geração de empregos nessa época do ano, sendo o segundo maior setor com crescimento formal.

Já o setor de agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura construção, por questões sazonais das safras, fechou 16.797 postos de trabalho em novembro.

Variações por região

Todas as regiões do país tiveram saldo positivo na geração de emprego, sendo que houve aumento de trabalho formal nas 27 unidades da federação.

Em termos relativos, dos estados com maior variação na criação de empregos em relação ao estoque do mês anterior, os destaques são para Amapá, com a abertura de 971 postos, aumento de 1,39%; Rio de Janeiro que criou 35.654 novas vagas (1,1%); e Espírito Santo, com saldo positivo de 8.535 postos (1,1%).

Os estados com menor variação relativa de empregos em novembro, em relação a outubro, são Mato Grosso do Sul, que teve criação de 2.206 postos, aumento de 0,39%; Mato Grosso, com saldo positivo de 2.600, alta de 0,33%; e Goiás, que encerrou o mês passado com mais 4.335 postos de trabalho formal, crescimento de apenas 0,32%.

Em termos absolutos, as unidades da federação com maior saldo em novembro foram São Paulo, com 110.198 postos (0,86%); Rio de Janeiro, com 35.654 vagas criadas (1,10%); e Minas Gerais, com a geração de 24.035 postos (0,55%). Já os estados com menor saldo absoluto foram Acre, com 978 postos (1,09%); Amapá, com 971 novas vagas (1,39%); e Roraima, que gerou 413 colocações (0,67%).

Em todo o país, o salário médio de admissão em novembro de 2021 foi de R$ 1.778,84. Comparado ao mês anterior, houve redução real de R$ 31,70 no salário médio de admissão, uma variação negativa de 1,75%.

As estatísticas completas do Novo Caged estão disponíveis na página do Ministério do Trabalho e Previdência.

Edição: Lílian Beraldo

Presidente sanciona lei que destina R$ 300 milhões para o auxílio gás

Recursos contemplarão famílias de baixa renda

Publicado em 22/12/2021 – 18:48 Por Heloísa Cristaldo – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Botijão de 13 quilos de gás de cozinha, foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro sancionou hoje (22) o projeto de lei que abre crédito especial de R$ 300 milhões para custear o auxílio gás.

Os recursos vão ajudar famílias de baixa renda na compra do gás de cozinha com o equivalente a 40% do preço do botijão. A matéria foi aprovada no Congresso Nacional na semana passada.

Segundo o governo federal, a previsão é que o benefício alcance mais de 5 milhões de famílias de baixa renda em todo o país.

Serão beneficiadas famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), com renda familiar mensal per capita menor ou igual a meio salário mínimo, ou que morem na mesma casa de beneficiário do Benefício de Prestação Continuada (BPC).

O auxílio será concedido preferencialmente às famílias com mulheres vítimas de violência doméstica sob o monitoramento de medidas protetivas de urgência.

A preferência de pagamento será para a mulher responsável pela família. O auxílio do programa Gás dos Brasileiros deve ser concedido a cada bimestre.

Edição: Kleber Sampaio

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