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:: nov/2021

AS ILHAS DE COMANDO COMEÇAM A SE DESENTENDEREM! ===>>> 04-12-2017 (piorou muito mais)

A população da Ilhéus já sabe que o Prefeito Mário Alexandre não manda em nada, é um teleguiado.

Aguardem fortes emoções no desentendimento entre as ilhas de comando.

 

Ilha das ‘serpentes’

Ilha das ‘fantasias’.

Ilha das ‘véias”.

Claro, Vivo e TIM arrematam faixa de 3,5 GHz do leilão do 5G

Winity II Telecom leva a faixa de 700 MHz

Publicado em 04/11/2021 – 14:55 Por Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Comissão Especial de Licitação da Agência faz à abertura, análise e julgamento das propostas de preço das 15 empresas cadastradas do leilão do espectro (banda) 5G, na sede da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), em Brasília. José Cruz/Agência Brasil

As operadoras Claro, Vivo e TIM arremataram três lotes na faixa de 3,5 GHz, o principal do leilão da tecnologia móvel 5G, realizado hoje (4) pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A Winity II Telecom levou a frequência de 700 MHz, e como é uma empresa ainda não detentora de faixa de radiofrequência, o Brasil terá uma nova operadora móvel com abrangência nacional.

O leilão começou nesta quinta-feira e deve terminar só amanhã (5). Ainda serão analisadas as propostas para as faixas de 2,3 GHz e de 26 GHz.

As frequências têm finalidades específicas e em cada faixa as empresas dão os lances em lotes diferentes. Os lances vencedores na faixa de 3,5 GHz foram: R$ 338 milhões (ágio de 5,18%, valor acima do mínimo previsto no edital) da operadora Claro para o lote B1; R$ 420 milhões (ágio de 30,69%) da Vivo para o lote B2; e R$ 351 milhões (ágio de 9,22%) da TIM para o lote B3.

O edital previa ainda um quarto lote na faixa de 3,5 GHz, com abrangência nacional, mas não houve lance. O direito de exploração das faixas será de até 20 anos.

As empresas vencedoras têm compromissos de investimento definidos pelo Ministério das Comunicações e aprovadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e pela Anatel. O objetivo das contrapartidas é sanar as deficiências de infraestrutura, modernizar as tecnologias de redes e massificar o acesso a serviços de telecomunicações do país.

Entre os compromissos estão migrar o sinal da TV parabólica para liberar a faixa de 3,5GHz para o 5G, arcando com os custos; construir uma rede privativa de comunicação para a administração federal; instalar rede de fibra óptica, via fluvial, na Região Amazônica; levar fibra óptica para o interior do país; e disponibilizar o 5G em todos as capitais até julho de 2022.

Faixa de 700 MHz

A Winity II Telecom ofereceu o maior lance, R$ 1,427 bilhão na primeira faixa a ser leiloada, de 700 MHz, de abrangência nacional. O valor pago é 805% superior ao mínimo exigido.

A operadora tem direito à exploração do serviço por 20 anos, que pode ser prorrogado, e prevê o cumprimento da obrigação de construir infraestrutura de cobertura 4G em 625 localidades do país que não têm acesso à internet e em 31 mil quilômetros de rodovias federais.

O 5G é uma nova tecnologia que amplia a velocidade da conexão móvel e reduz a latência, permitindo novos serviços com conexão com segurança e estabilidade, que abrem espaço para o uso de novos serviços em diversas áreas, como indústria, saúde, agricultura e na produção e difusão de conteúdos.

O leilão tem valor de arrecadação total previsto de cerca de R$ 50 bilhões, caso todos os lotes sejam arrematados. Desse total, R$ 10 bilhões serão em outorgas para o governo e os outros R$ 40 bilhões serão utilizados pelas empresas nas obrigações estabelecidas.

Ouça na Radioagência Nacional

Vice-presidente defende investimento em hidrovias e portos na Amazônia

Pessoas que vivem da floresta precisam entregar seus produtos

Publicado em 04/11/2021 – 13:47 Por Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil – Brasília

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, participa de debate promovido pelo governo brasileiro na 26ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP26). Marcelo Camargo/Agência Brasil

Representando o Conselho Nacional da Amazônia Legal, do qual é presidente, o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, detalhou hoje (4) as ações que vêm sendo implementadas pelo governo na região amazônica. No debate, que foi transmitido de forma online para o estande do Brasil na Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2021 (COP-26), Mourão falou também sobre as perspectivas que têm para o desenvolvimento sustentável da Amazônia brasileira.

Segundo Mourão, o conselho teve, como primeiro passo, a análise de vulnerabilidades da região para, em seguida, começar a ter tarefas de proteção, preservação e desenvolvimento desse espaço. “Costumo dizer que falar ‘desenvolvimento sustentável’ para a região amazônica é um pleonasmo porque não há como falar de desenvolvimento nessa região sem que ele seja sustentável”, disse o ministro.

Na avaliação dele, as ações estratégicas implementadas têm por objetivo “melhorar o combate a ilegalidades; melhorar o sistema de monitoramento; e buscar financiamento para projetos de desenvolvimento e para a bioeconomia; além de recuperar a capacidade operacional de órgãos de fiscalização”.

Para tanto, acrescentou Mourão, é necessário mapear as cadeias de valor “que podem ser devidamente exploradas”. Ainda segundo o general, são necessários investimentos na infraestrutura da região, de forma a melhorar hidrovias e portos “para que as pessoas que vivem da floresta tenham melhores condições de entregar seus produtos”.

Mourão citou ainda a necessidade de estabelecimento de um “vetor de financiamento” para a região. “Precisamos casar projetos que exploram a biodiversidade da floresta e pessoas com capacidade de investir. Para isso, é importante que [investidores] entendam que há, ali, retorno a seus investimentos”, disse.

“A Amazônia abre um leque de oportunidades enorme. O potencial do ecoturismo também é fantástico. O que precisa é melhorar a infraestrutura para receber esses turistas. Precisa haver mais divulgação. A vocação é total para o turismo, mas precisamos de mais estrutura hoteleira”, disse.

O vice-presidente apontou também, como perspectiva futura para a economia da região, a exportação de água a países que vivem crises pela falta desse recurso natural.

Monitoramento das florestas

Ao lado de Mourão, o ministro de Meio Ambiente, Joaquim Leite, defendeu o pagamento a profissionais do turismo e produtores da região por serviços de monitoramento.

“Fui em Bel Terras, na Região do Tapajós, e vi empreendedores pagando pelo serviço de proteção e monitoramento da floresta ao extrativista que lhe entrega produtos. Precisamos garantir a floresta preservada por quem já preserva a floresta. São as pessoas que vivem na Amazônia as que protegem a Amazônia”, disse Leite.

Segundo ele, em algumas regiões, guias turísticos têm a renda reforçada pela prestação de serviços ambientais por monitorarem a floresta. “Qualquer crime que ele enxergue, avisa os órgãos de controle, e recebem por isso. Precisamos remunerar quem cuida de árvore. O maior desafio é fazermos arranjos setoriais com o setor privado para fazer esse tipo de monitoramento.”

Edição: Lílian Beraldo

Leilão do 5G: Anatel analisa propostas das 15 empresas concorrentes

NOVA ETAPA

Anatel abre envelopes com propostas das empresas concorrentes, Bolsonaro participa do rito licitatório

Envelopes com propostas são abertos pela Anatel nesta quinta-feira (4)

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) inicia, nesta quinta-feira (4), a análise das 15 propostas de empresas e consórcios que disputam o leilão do 5G no Brasil.

Das 15 concorrentes, três representam grande parte do setor de telefonia do país, Claro, Tim e Telefônica (proprietária da Vivo). Outras duas são empresas que atuam no setor, porém em menor escala, a Algar e a Sercomtel.

As demais dez empresas são novas candidatas a entrar no mercado de telefonia móvel para representar quatro faixas de frequência do 5G: 700 MHz; 2,3 GHz; 3,5 GHz; e 26 GHz.

A abertura dos envelopes com as propostas ocorre às 10h, na sede da Anatel, em Brasília. O presidente Jair Bolsonaro participa do processo seletivo.

TV JOVEM PAN JÁ ESTÁ NO AR

 A Jovem Pan News pode ser acompanhada nos canais 581 do Vivo Play (plataforma de TV por assinatura da Vivo), 576 da SKY e do aplicativo de streaming Directv Go e na Oi Play. Além disso, será transmitida nas antenas parabólicas, canal 7, e no Panflix, o aplicativo de streaming da Jovem Pan.

ROLANDO NO WHATSAPP!

Campanha busca estimular consumo de leite e derivados no país

Pedida por produtores, ação destaca importância do setor na economia

Publicado em 03/11/2021 – 14:53 Por Alex Rodrigues – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Antônio Araújo/MAPA

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento lançou hoje (3) a 1ª Semana do Leite e Derivados. Desenvolvida em parceria com entidades do setor privado, a pedido de produtores, a iniciativa busca estimular a população a consumir mais laticínios e destaca os benefícios destes para a saúde humana e a importância do segmento para a economia brasileira.

“Esta iniciativa foi um pedido da nossa Câmara Setorial [da Cadeia Produtiva de Leite e Derivados], dos produtores, que nos fizeram vários pedidos, dentre eles um para que fizéssemos algo para promover [o consumo do] leite”, informou a ministra Tereza Cristina durante a cerimônia de apresentação da campanha, nesta manhã, em Brasília.

Criada em 2003, como um órgão consultivo do ministério, a Câmara Setorial reúne a representantes de 30 instituições, além de convidados, para discutir políticas, estratégias e diretrizes relacionadas à produção e comercialização do leite e de seus derivados, subsidiando o governo federal na tomada de decisões. A realização da campanha foi uma das principais decisões discutidas durante a 18ª reunião do órgão, realizada no dia 17 de setembro deste ano.

Com o lema Alimentos Que Fazem o Brasil Crescer, a primeira edição da semana contará com a divulgação de peças publicitárias que buscam promover o consumo dos produtos lácteos. Estabelecimentos comerciais também divulgarão o estímulo à ingestão de mais leite e derivados.

“O setor supermercadista acolheu com muito carinho e disposição o pedido da ministra para promovermos todo o segmento lácteo em nossas mais de 90 mil lojas afiliadas à Associação Brasileira de Supermercados [Abras], bem como [nas plataformas de] comércio eletrônico”, disse o presidente da Abras, João Galassi, citando o exemplo de outras campanhas, como as de promoção da carne suína, de pescados e do vinho nacional.

“Mas, nesta jornada, nos propusemos a conceber uma ação que transcende o foco das vendas promocionais. Esta campanha tem como essência uma agenda mais abrangente e educativa. Traduzida pelo objetivo de trabalharmos importantes mensagens, com a qualidade da produção brasileira de lácteos e dos benefícios destes para a saúde de todos”, acrescentou Galassi.

O presidente do Sistema Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lpes de Freitas, destacou que a iniciativa chega em momento oportuno para os produtores – referindo-se às dificuldades de um cenário que conjuga alta dos custos de produção com leve queda do valor de referência pago pela indústria láctea aos pecuaristas.

No Rio Grande do Sul, por exemplo, o Conselho Paritário Produtores/Indústrias de Leite estima que, entre outubro de 2020 e o mês passado, os custos de produção aumentaram cerca de 33%, enquanto o valor de varejo que a indústria paga aos produtores aumentou apenas 12,8%. Já o Índice de Custos de Produção de Leite (ICPLeite), calculado pela Embrapa Gado de Leite, mostrou que, em setembro, a alta dos custos acumulada em 12 meses chegava a 33,9%. O índice aponta que, de abril deste ano (R$ 1,98/l) a setembro (R$ 2,39/l), a média nacional dos valores pagos aos produtores teve seis altas consecutivas, em parte por causa da menor oferta do produto.

“O que todos querem… eu quero o preço do leite um pouco melhor. Ainda mais numa época como esta, em que o preço [pago ao produtor] está dando sinal de baixa. Mas queremos mais que isto. Queremos desenvolvimento social. Precisamos de prosperidade para o nosso país”, afirmou Lopes. “E o desenvolvimento que fazemos com um setor não é só pela pujança econômica, é pela capacidade das pessoas se organizarem.”

Segundo a Embrapa, após ter aumentado ano a ano, por mais de uma década, o consumo de lácteos, no Brasil, estagnou a partir de 2014. Entre 2000 e 2014, a produção de leite cresceu à taxa média anual de 5,2% – acima, portanto, da expansão média do Produto Interno Bruto (PIB), de 3,3% ao ano. No período de 2014 a 2020, a produção leiteira cresceu apenas 0,5% ao ano.

Ainda assim, o Brasil é, hoje, o terceiro maior produtor de leite e derivados do mundo, tendo respondido por 34 bilhões de litros em 2020. De acordo com o Ministério da Agricultura, 99% das cidades brasileiras contam com pelo menos um produtor de leite. No total, o país tem mais de 1 milhão de produtores, a maioria, agricultores familiares. Segundo a pasta, o setor movimenta mais de R$ 100 bilhões ao ano e gera mais de 4 milhões de empregos.

“Por isto, este é um momento ímpar dentro da história da cadeia produtiva do leite. Este movimento, esta campanha, tem uma importância muito grande para mostrarmos à sociedade não só o quanto o leite e seus derivados são importantes para a saúde humana, mas também a importância da nossa cadeia sob todos os pontos de vista, principalmente em relação à geração de emprego e renda”, destacou o presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Leite, Geraldo de Carvalho Borges.

Na cerimônia de lançamento, os produtores pediram que a campanha se torne regular, o que tem apoio da própria ministra Tereza Cristina. “Tenho certeza de que esta iniciativa será um sucesso e duradoura”, disse a ministra, lembrando que iniciativas como esta demonstram a importância do trabalhador rural para quem vive nos centros urbanos.

“Às vezes, a criança conhece só a caixinha de leite que pega na prateleira do supermercado; não sabe que alguém acordou cedo, apartou o bezerro da vaca, tirou o leite, colocou o leite para refrigerar antes de outra pessoa ir buscá-lo e transportá-lo até a indústria que o transformou para que chegasse ao supermercado. É muito importante que estas campanhas sejam educativas em todos os aspectos, da nutrição [ao esclarecimento] sobre o que o homem do campo faz para levar alimento do campo à cidade”, enfatizou a ministra.

Edição: Nádia Franco

AS ÁGUAS DO SÃO FRANCISCO CHEGANDO AO NORDESTE – QUE BELEZA!

O nordestino tem a plena consciência que está se livrando da escravidão da seca.

Muitos vídeos e canais do YouTube, registram dia a dia o fato histórico.

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