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A RELAÇÃO INEXPLICÁVEL ENTRE ELEITORES E POLÍTICOS. (Vídeo)

Dia da alimentação alerta para relação entre fome e mudança climática

Segundo a FAO, 2 bilhões de pessoas não tem alimentação saudável

Publicado em 16/10/2021 – 14:54 Por Jonas Valente – Repórter Agência Brasil – Brasília

Comida servida em restaurante em Brasília. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Neste sábado (16) é comemorado o Dia Mundial da Alimentação. Organismos internacionais, governos e entidades da sociedade civil realizam atividades com o objetivo de chamar a atenção para o desafio de combater a fome e a insegurança alimentar no mundo e em cada país, como o Brasil.

Neste ano, a mobilização teve como tema Melhor Produção, Melhor Nutrição, Melhor Meio Ambiente e Melhor Qualidade de Vida. Esta edição da iniciativa levanta a questão da relação entre as mudanças climática e a produção de alimentos no mundo.

A Organização das Nações Unidas, por meio de seu braço para agricultura e alimentação (FAO), divulgou mensagens lembrando que ainda há mais de dois bilhões de pessoas no mundo que não conseguem ter acesso a uma alimentação saudável.

O Dia Mundial da Alimentação serve para conscientizar as pessoas sobre a importância de garantir que todos tenham acesso a alimentos suficientes, seguros, diversificados e nutritivos.

Mudanças climáticas

As mudanças climáticas se manifestam de diversas formas, pelo aumento da temperatura da Terra, escassez de água e eventos extremos como enchentes e tempestades de areia, como recentemente registradas em São Paulo e Mato Grosso do Sul.

Artigo publicado nesta semana na revista Nature por pesquisadores da Alemanha, Estados Unidos e Suíça apontou que as mudanças climáticas induzidas por seres humanos já impactaram 80% da área e 85% da população da Terra.  

Em setembro, a entidade de pesquisa britânica Chatham House divulgou relatório alertando que as mudanças climáticas podem ser irreversíveis entre 2040 e 2050 se não houver redução das emissões de carbono.

O tema será um dos assuntos centrais da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2021 (COP26), que ocorrerá entre 31 de outubro e 12 de novembro na cidade de Glasgow, na Escócia.

Segundo o Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas (WFP, na sigla em inglês), a crise climática ocasionará um aumento exponencial da fome se não houver ações para proteger as comunidades dos choques climáticos.

Brasil

Projeção no Congresso Nacional dá início as ações do Dia Mundial da Alimentação no Brasil – Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

No Brasil, as ações da mobilização começaram nesta semana. Na quarta-feira (13), foi feita uma projeção no prédio do Congresso Nacional com imagens de alimentos para marcar o dia e buscar colocar a pauta para as autoridades políticas.

Segundo Rafael Zavala, representante da FAO no Brasil, a pandemia revelou a fragilidade das sociedades, com crise da saúde, recessão econômica, aumento da insegurança alimentar e da desigualdade, atingindo sobretudo as populações mais vulneráveis, como ocorre no Brasil.

“O desafio do Brasil está em mudar a forma como produzimos, como consumimos e como descartamos os alimentos. Estes são três fatores-chave para uma transformação efetiva em nossos sistemas agroalimentares, com uma cultura de consumo mais consciente que diminua o preço dos alimentos, além de práticas agrícolas e pecuárias sustentáveis que nos permitam atender à crescente demanda por alimentos, reduzindo drasticamente o desperdício e as perdas globais”, destaca Zavala.

O representante do Programa Mundial de Alimentos da ONU no Brasil, Daniel Balaban, pontuou que a mudança envolve tratar a alimentação como direito básico. “Promover a agricultura familiar, fortalecer programas como os de alimentação escolar e estimular a produção e o consumo sustentáveis devem estar entre nossas prioridades. Hoje, mais do que nunca, precisamos unir forças para enfrentar os desafios juntos”, coloca.

Na avaliação do Coordenador de Amazônia do Instituto Sociedade, Povos e Natureza (ISPN), Rodrigo Noleto, o modelo agropecuário brasileiro provoca impactos nas mudanças climáticas com a expansão desenfreada da plantações e criações de animais, que debilitam o meio ambiente. Seria importante, de acordo com ele, uma valorização maior da agricultura familiar e povos e comunidades tradicionais, inclusive por meio de políticas públicas, como ocorre no Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

“É importante que comunidades tradicionais forneçam para as suas próprias comunidades. Isso traz alimentos mais saudáveis, além de agregar valor e renda para quem produz. É válido que os alimentos ultraprocessados parem de ser fornecidos para essas comunidades. Isso diminui o transporte, sem levar alimentos de uma distância muito grande. Tudo isso está relacionado com mudanças climáticas”, analisa Rodrigo Noleto.

Segundo o Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19 no Brasil, realizado pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Penssan), 19 milhões de brasileiros passaram fome em 2020, e mais da metade das casas (cerca de 116,8 milhões de pessoas) vivenciou algum tipo de insegurança alimentar.  

Ações governamentais

Em nota à Agência Brasil, o Ministério da Cidadania afirmou que tem atuado para fortalecer os programas sociais e criar uma rede de proteção para segmentos mais vulneráveis. Nos programas Bolsa Família, Benefício de Prestação Continuada e Auxílio Emergencial foram investidos R$ 102,02 bilhões em 2020. Em 2021, o auxílio emergencial teve seu valor reduzido.

Em agosto, o governo federal enviou ao Congresso a Medida Provisória 1.061, que instituiu o programa Auxílio Brasil, que revoga o Bolsa Família e cria novos benefícios. Segundo o Ministério, a proposta terá aumento do número de famílias atendidas e dos valores, embora esses números ainda não tenham sido divulgados.

Outra ação prevista na MP é o programa Alimenta Brasil, que reformulará o Programa de Aquisição de Alimentos, por meio do qual o Poder Público comprava produtos da agricultura familiar. Ainda conforme a pasta, será disponibilizado um auxílio a agricultores em situação de pobreza e pobreza extrema por três anos. O valor do benefício não foi informado.

Edição: Denise Griesinger

Agência Brasil é finalista de prêmio para imprensa em economia

Votação se encerra em 28 de outubro

Publicado em 15/10/2021 – 21:55 Por EBC – Brasília

Acessibilidade no site da Agência Brasil. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A Agência Brasil é finalista do Prêmio +Admirados da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças, na categoria “Agência de Notícias”. O veículo da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) concorre com mais seis participantes, que serão escolhidos como TOP 3 da categoria. A votação on line está aberta ao público até 28 de outubro. Para votar, clique aqui.

Para a gerente executiva da Agência Brasil, Juliana Andrade, a indicação, além de ser um reconhecimento do trabalho desempenhado, mostra que a Agência Brasil está no caminho certo ao fazer um jornalismo sério e comprometido: “A cobertura de Economia é um dos destaques do nosso noticiário e uma das prioridades é levar aos cidadãos as informações que terão impacto no seu dia a dia, de uma forma clara e simplificada. É um trabalho conjunto, que envolve repórteres, editores e fotógrafos.”

A Agência Brasil produz diariamente conteúdo de interesse público, com precisão e clareza. Além dos sites e jornais pequenos, a Agência Brasil é fonte de referência e confiança para grandes veículos de comunicação do país. Muitos acessam e republicam, gratuitamente, o conteúdo produzido pela Agência. De janeiro a agosto, as matérias da Agência Brasil republicadas em outros sites alcançaram 83.659.112 visitas.

Em sua sexta edição, o prêmio indicou 139 jornalistas (82 mulheres e 57 homens) e 56 veículos de imprensa e programas. Outro conteúdo da EBC indicado ao Prêmio +Admirados da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças foi o programa Cenário Econômico, na categoria Programa de TV. O Cenário Econômico foi ao ar de 2017 a março de 2020 e tem cinco concorrentes, na premiação.

Como votar

Qualquer pessoa pode participar da votação. Para isso, basta fazer um breve cadastro no site https://pesquisa.portaldosjornalistas.com.br.

A seguir, o interessado deve escolher a categoria desejada e selecionar até cinco profissionais, veículos ou programas concorrentes na ordem preferida. Caso não queira avaliar as opções de todas as categorias, é só apertar o botão “próximo” até aparecer a alternativa “concluir” e terminar a votação. A votação se encerra em 28 de outubro. 

Sobre o prêmio

O Prêmio +Admirados da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças é promovido pelo Jornalistas&Cia e Portal dos Jornalistas com patrocínio de BTG, Captalys, Deloitte, Gerdau e Telefônica|Vivo, apoio de divulgação do I´MAX e apoio institucional do IBRI.

A eleição, que neste ano tem como principal novidade a criação de categorias regionais, apontará os jornalistas e publicações especializadas +Admiradas em 14 categorias: Agência de Notícias, Canal Digital, Podcast, Programa de TV, Programa de Rádio, Site/Blog, Veículo Impresso, Veículo Impresso Especializado, Jornalistas Nacional (TOP 50) e Jornalistas Regional (Centro-Oeste, Nordeste, Norte, Sudeste e Sul).

A cerimônia de premiação será em 30 de novembro. O evento terá formato híbrido, com almoço presencial no Hotel Renaissance, em São Paulo, e transmissão ao vivo no canal do Portal dos Jornalistas, no Youtube.

 

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