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:: 2/out/2021 . 15:26

MOVIMENTOS ‘FORA’, NÃO FUNCIONAM! ===>>> 05/07/2021

Fora FHC, não funcionou. Ficou 2 mandatos.

Fora TEMER, também não. Terminou tranquilamente seu mandato.

Fora BOLSONARO, vamos ver o que vai acontecer?

GOVERNO MALÃO SAPATEIA NA PUBLICIDADE

MALHA FINA DO JORNAL A REGIÃO

2.Outubro.2021

Amiguinho dos bandidos

O secretário de (In)segurança da Bahia, Mandarino, parece viver na lua. Ele diz que não vai adotar “uma política de confronto” com os bandidos e comemorou a redução de 33% nas mortes de bandidos por policiais. A dúvida é se ele defende milicianos ou traficantes…

Antecessor era alugado

Não seria novidade. O antecessor, Maurício Barbosa, saiu depois de indiciado por vender serviços para bandidos. Era homem de estrita confiança de Jaques Wagner, que o nomeou, e de Rui Costa, que o manteve. Depois de 16 anos, a Bahia lidera em homicídios no país.

Educação afogada

A falta de escola pode afetar até sua luta por melhores condições de trabalho. Uma faixa dos salva-vidas de Ilhéus denunciava o “maior risco de salvamento aquático”. Ou seja, o risco de alguém ser salvo por eles. A gente acha que não era bem isso que queriam denunciar…

O arrocho de Augusto

augusto castroOs empresários de Itabuna estão retados com o prefeito Augusto Castro. Eleito em cima de uma plataforma de “nova maneira de governar”, de “ouvir os segmentos da sociedade” e “facilitar a atração de empresas”, o prefeito aumentou o ISS de 10 segmentos em 50% sem ouvir ninguém.

Nova velha política

Pior. Na quinta-feira se comprometeu a não sancionar a lei que aumenta os impostos até conversar com os empresários na segunda-feira. Era enganação, Na sexta-feira a lei já estava não só sancionada como publicada no Diário Oficial. Se essa é a “nova maneira de governar”…

Arrochando quem paga

Alguns empresários defendem que, ao invés de aumentar o imposto de quem já paga, o prefeito deveria cobrar de quem sonega. “Já experimentou pedir nota fiscal para um médico ou um dentista? Nunca dão, ou seja, não pagam imposto. Devia ir atrás deles”, diz um lojista.

Ruim só para o PT

As conversas dentro do PP indicam a aprovação da filiação do presidente Jair Bolsonaro ao partido. Se acontecer, tem tudo para balançar a eleição na Bahia. Por um lado, facilita uma chapa de João Leão com o ministro João Roma. Por outro, faz o PP se dividir em 2022.

Inimigo da cultura

É muita incompetência do Estado e descaso com Itabuna que o Centro de Cultura Adonias Filho esteja fechado há 5 anos, desde 2016. O tiranete da Bahia, Rui B. não pode nem culpar a pandemia pelo desprezo à cultura em Itabuna. Teve 4 anos antes da Covid e não bateu um prego.

Salgando feridas abertas

O ex-prefeito de Salvador, que será o secretário-geral do União Brasil, novo partido formado pelo casamento do DEM com PSL, não teve dificuldade em eleger os temas de campanha: a segurança, a educação e o emprego na Bahia, fracassos retumbantes dos governos petistas.

Acabou o tempo deles

A farra dos servidores contratados como temporários em Itabuna acabou. Ela fez a festa de agregados e cabos eleitorais nas (indi)gestões de Capitão Azêdo e de Cuma. Tinha até especialista em informática que não sabia ligar um computador. Agora vão todos para a rua.

Farra para os amigos

Daqui a 60 dias a Prefeitura terá que demitir todos e contratar os que precisar substituir (a minoria que realmente trabalha) através de concurso público. Na época de Azêdo e Cuma, a folha chegou a ter 1.500 temporários custando R$ 2 milhões por mês. E a gente pagando…

Lábia bem calibrada

O prefeito Augusto Castro, que em 9 meses não tinha anunciado nenhum concurso, soube transformar a ordem do MP em mérito da Prefeitura. Ele soltou um press-release dizendo que a obrigação de fazer concurso “é mais um passo para a modernização da nossa gestão”.

Não dá para confiar

Quando a barragem do Rio Colônia foi anunciada, prometeram que com ela Itabuna nunca mais sofreria com falta de água nem enchentes. Quando inauguraram, repetiram a promessa. Aí vem a Emasa hoje e diz que o nível está baixo e podemos ficar de torneira seca.

Tara por emergências…

O que os prefeitos de Ilhéus Valderico Reis, Newton Lima e Marão têm em comum? Todos eles fecharam contratos milionários para a coleta de lixo sem licitação, alegando “emergência”. Marão conseguiu fazer dois, com o desta semana, que substitui o da CTA.

Emergência falsificada

O da CTA, que já tinha contrato para administrar a usina de asfalto, foi feito em cima de uma “situação de emergência” falsificada pelo prefeito Mário Alexandre depois que acabou o contrato da Solar. E quem diz isso é o procurador do município, PV Catarino, em parecer de 2019.

A culpa é do Vaticano

Nos corredores da Prefeitura, o comentário dos servidores é de que tudo foi orquestrado pelo Papa Bento, desde os atrasos de pagamento para sufocar a Solar e obrigá-la a “pedir pra sair”, até a falsa situação de emergência para fechar com a CTA. Será que passaram a sacolinha?

Muita grana pra dividir

Ilhéus pagava R$ 960 mil por mês à Solar, passou a pagar R$ 1,2 milhão à CTA e agora vai pagar R$ 2,6 milhões à FG Soluções Ambientais, de Lauro de Freitas. Lembra muito o esquema do lixo em Itabuna, que foi de R$ 670 mil a R$ 3,5 milhões com contratos sem licitação.

O nazismo à baiana

A Bahia aguarda o avanço da aplicação da segunda dose para passar a exigir o “passaporte da vacina”. Medida digna da estrela que Hitler obrigava os judeus a usar no peito para controlar onde podiam andar, o “passaporte” vai transformar parte da população em pária.

Sem senso nem sentido

Afronta às liberdades garantidas na Constituição, o “passaporte” também é inútil. Com mais de 80% da população vacinada (logo imune), não faz diferença se meia dúzia de pessoas num show não tomaram a vacina. Além disso, não será exigida nos ônibus lotados. Já em bar…

Petistas nada companheiros

O Ministro Tarcísio de Freitas, ao entregar mais uma duplicação de estradas federais na Bahia, lembrou quantos quilômetros tinham sido duplicados na Bahia pelos “cumpanhêros” de Wagner e Rui, Lula e Dilma: zero. E ainda enfiou o dedo na ferida da Itabuna/Ilhéus.

Desenrolando a promessa

Tarcisio anunciou que o trecho da BR-415 entre Barro Preto e Ilhéus, passando por Itabuna, vai ser duplicado e já publicou o edital para isso. Lembrou das promessa feitas pelo PT durante 16 anos: “Enrolaram a população por muito tempo, mas nós vamos fazer”.

Factoide não convenceu

Enquanto Bolsonaro toma as rédeas da duplicação, a licitação de Rui Costa para fazer uma “duplicação” de 18km – que não duplica os 32km atuais – fracassou de novo. Nenhuma empreiteira quer perder tempo com uma obra que elas não acreditam que será feita.

Raposa imitando cordeiro

O secretário-geral do PP, Jabes Ribeiro, soltou uma nuvem de fumaça para valorizar o passe de João Leão, declarando que ao partido só interessa ter ele como candidato a governador “na chapa da base aliada”. Seria sério se Jabes não fosse tão experiente na área.

Não há futuro com PT

Ele sabe que o PT só aceita Wagner para governador. Sabe que Wagner quer Otto para o senado (até o ex-detento Lula já anunciou essa chapa). Também sabe que a única maneira de Leão sair para o governo é fora da base aliada, talvez atraindo Otto para o senado.

A chapa Jão Jão

Jabes também conhece as outras portas que estão abertas. A de compor uma chapa “Jão Jão” com João Roma, um dos dois para o senado, tirando eleitores tanto de Neto quanto de Wagner e surfando na popularidade de Bolsonaro (a das ruas, não a das pesquisas malandras).

A chapa Neto de Leão

A outra opção é compor com ACM Neto, saindo na chapa dele para o Senado. Neto não tem nenhum nome entre os partidos que o apoiam com chance de se eleger para o Senado. Jabes sabe que, em política, nenhum acordo é descartado. Depende da necessidade.

Lei que define sobras de voto em eleições proporcionais é sancionada

Presidente vetou artigos que permitiam ampliar número de candidatos

Publicado em 01/10/2021 – 21:50 Por Pedro Rafael Vilela – Repórter da Agência Brasil – Brasília

TSE – Tribunal Superior Eleitoral
Urna eletrônica. Foto: Antônio Augusto/Ascom/TSE

O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta sexta-feira (1º) o projeto de lei, aprovado pelo Congresso Nacional, que redefiniu os critérios para distribuição das sobras eleitorais, como são chamadas as vagas não preenchidas nas eleições proporcionais depois da divisão dos votos pelo número de cadeiras. As eleições proporcionais são aquelas que definem vereadores, deputados estaduais ou distritais e deputados federais. 

Para a definição dos candidatos eleitos nesses pleitos, o partido deve alcançar o quociente eleitoral, que é um número encontrado pela divisão do número de votos válidos pelo número de vagas na Câmara dos Deputados (e, da mesma maneira, nas assembleias legislativas e câmaras municipais), desprezada a fração. O cálculo era feito tomando-se a votação de cada partido dividida pelo quociente eleitoral. Geralmente, após essa divisão, ainda sobram algumas vagas, as sobras eleitorais, que eram então divididas apenas de acordo com o partido que obtinha mais votos. Na prática, essa regra poderia eleger um candidato com menos votos se no mesmo partido houvesse um candidato puxador de votos, que fosse eleito com um número muito grande de votos, carregando candidatos da mesma sigla menos votados.

A lei aprovada pelo Congresso e agora sancionada pelo presidente condiciona a distribuição dessas sobras com base em um limite mínimo de votos obtidos pelo partido. De acordo com o texto, poderão concorrer à distribuição das sobras de vagas apenas os candidatos que tiverem obtido votos mínimos equivalentes a 20% do quociente eleitoral e os partidos que obtiverem um mínimo de 80% desse quociente.

Vetos

O presidente decidiu vetar dois dispositivos da nova lei. Um deles previa que, nas unidades da Federação em que o número de lugares a preencher na Câmara dos Deputados não exceder a 18, cada partido poderia registrar candidatos a deputado federal e a deputado estadual ou distrital no total de até 150% das respectivas vagas. O outro estabelecia que, nos municípios de até 100 mil eleitores, cada partido poderia registrar candidatos a vereador no total de até 150% do número de lugares a preencher.

Na justificativa do veto, o governo alegou que a medida tem o “propósito de evitar o aumento dos recursos partidários, de racionalizar o processo eleitoral, de facilitar a identificação do eleitor com os candidatos, de otimizar distribuição dos recursos do fundo partidário e o acesso gratuito ao tempo de rádio e de televisão e de evitar a pulverização de candidaturas, de modo a aumentar a legitimidade dos candidatos eleitos e sua representatividade”.

Edição: Aline Leal

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